Nome:Paloma Barros Brandão n°28  27/10/2009 Serie 2°B E.E. Deputado Gregório Bezerra Literatura
Existem Vários tipos de literatura: Literatura de cordel Literatura brasileira Literatura infantil Literatura portuguesa Literatura barroca Literatura inglesa Literatura de informação ETC...
Literatura  pode ser definida como a  arte  de criar e recriar textos , de compor ou estudar escritos artísticos; o exercício da eloqüência e da  poesia ; o  conjunto  de produções literárias de um  país  ou de uma época; a carreira das  letras .
Nesse trabalho veremos alguns autores literários,e suas obras. Alvarenga Peixoto. Inácio José de Alvarenga Peixoto  ( Rio de Janeiro ,  1744  —  Ambaca ,  Angola ,  1793 ) foi um poeta,  político  e  funcionário público   brasileiro . Foi preso por participar da  Inconfidência Mineira  e condenado ao  degredo  perpétuo na  África .
Biografia Inácio José Alvarenga Peixoto estudou no Colégio dos Jesuítas do Rio de Janeiro e direito na  Universidade de Coimbra , em  Portugal , onde conheceu o poeta  Basílio da Gama , de quem se tornou amigo. Exerceu o cargo de Juiz de Fora da vila de  Sintra , em Portugal, bem como o de senador pela cidade mineira de  São João  del-Rei . Também exerceu o cargo de Ouvidor da comarca de  Rio das Mortes . Freqüentava constantemente  Vila Rica . Foi amigo dos poderosos da época e partilhava com os demais intelectuais de seu tempo idéias libertárias advindas do  Iluminismo , como os poetas  Cláudio Manoel da Costa  e  Tomás Antônio Gonzaga . Pressionado por dívidas e altos  impostos , acabou se envolvendo na  Inconfidência Mineira . Entre os poetas árcades, Alvarenga foi o que mais se envolveu na Conjuração. Denunciado como participante da trama foi deportado para  Angola , onde veio a falecer. Sua diminuta obra, incluída no  Arcadismo , foi recolhida por Rodrigues Lapa e apresenta alguns dos sonetos mais bem acabados do arcadismo brasileiro. A temática amorosa era uma das vertentes da poesia de Alvarenga Peixoto, que era casado com a poetisa  Bárbara  Heliodora . Também observa-se uma postura crítica quanto à sociedade da época.
Obras A Dona Bárbara Heliodora ,  poesia   A Maria Ifigênia , poesia  Canto Genetlíaco , poesia,  1793   Estela e Nize , poesia  Eu Não Lastimo o Próximo Perigo , poesia  Eu Vi a Linda Jônia , poesia  Sonho Poético , poesia
Antonio Gonçalves Dias ( Caxias ,  10 de agosto  de  1823  —  Guimarães ,  3 de novembro  de  1864 ) foi um  poeta  e  teatrólogo   brasileiro . Biografia
Nascido em  Caxias (Maranhão) , era filho de uma união não oficializada entre um comerciante  português  com uma mestiça  cafuza  brasileira (o que muito o orgulhava de ter o sangue das três raças formadoras do povo brasileiro: branca, indígena e negra), e estudou inicialmente por um ano com o professor José Joaquim de Abreu, quando começou a trabalhar como caixeiro e a tratar da escrituração da loja de seu pai, que veio a falecer em  1837 . Iniciou seus estudos de  latim ,  francês  e  filosofia  em  1835  quando foi matriculado em uma escola particular. Foi estudar na  Europa , em  Portugal  em  1838  onde terminou os estudos secundários e ingressou na  Faculdade de Direito  da  Universidade de Coimbra  ( 1840 ), retornando em  1845 , após bacharelar-se. Mas antes de retornar, ainda em  Coimbra , participou dos grupos medievistas da Gazeta Literária e de O Trovador, compartilhando das idéias românticas de  Almeida Garrett ,  Alexandre Herculano  e  Antonio Feliciano de Castilho . Por se achar tanto tempo fora de sua pátria inspira-se para escrever a  Canção do exílio  e parte dos poemas de "Primeiros cantos" e "Segundos cantos"; o drama Patkull; e "Beatriz de Cenci", depois rejeitado por sua condição de texto "imoral" pelo Conservatório Dramático do Brasil. Foi ainda neste período que escreveu fragmentos do romance biográfico "Memórias de Agapito Goiaba", destruído depois pelo próprio poeta, por conter alusões a pessoas ainda vivas. No ano seguinte ao seu retorno conheceu aquela que seria sua grande musa inspiradora: Ana Amélia Ferreira Vale. Várias de suas peças românticas, inclusive “Ainda uma vez — Adeus” foram escritas para ela. Nesse mesmo ano ele viajou para o Rio de Janeiro, então capital do Brasil, onde trabalhou como professor de  história  e  latim  do  Colégio Pedro II , além de ter atuado como jornalista, contribuindo para diversos periódicos: Jornal do Commercio, Gazeta Oficial, Correio da Tarde e Sentinela da Monarquia, publicando crônicas, folhetins teatrais e crítica literária.
Litografia  de Gonçalves Dias em rótulo de  cigarro . Em  1849  fundou com Porto Alegre e  Joaquim Manuel de Macedo  a revista Guanabara, que divulgava o movimento romântico da época. Em  1851  voltou a  São Luís  do  Maranhão , a pedido do governo para estudar o problema da instrução pública naquele estado. Gonçalves Dias pediu Ana Amélia em casamento em  1852 , mas a família dela, em virtude da ascendência mestiça do escritor, refutou veementemente o pedido. No mesmo ano retornou ao Rio de Janeiro, onde casou-se com Olímpia da Costa. Logo depois foi nomeado oficial da Secretaria dos Negócios Estrangeiros. Passou os quatro anos seguintes na Europa realizando pesquisas em prol da educação nacional. Voltando ao Brasil foi convidado a participar da Comissão Científica de Exploração, pela qual viajou por quase todo o norte do país. Voltou à Europa em  1862  para um tratamento de saúde. Não obtendo resultados retornou ao Brasil em  1864  no navio  Ville de Boulogne , que naufragou na costa brasileira; salvaram-se todos, exceto o poeta que foi esquecido agonizando em seu leito e se afogou. O acidente ocorreu nos baixios de Atins, perto da vila de  Guimarães  no  Maranhão . Sua obra pode ser enquadrada no  Romantismo . Procurou formar um sentimento nacionalista ao incorporar assuntos, povos e paisagens brasileiras na literatura nacional. Ao lado de José de Alencar, desenvolveu o  Indianismo .Por sua importância na história da literatura brasileira, podemos dizer que Gonçalves Dias incorporou uma ideia de  Brasil  a literatura nacional.
Obras 1843 :  Canção do exílio   1846 :  Primeiros cantos   1846 :  Meditação   1846 :  O Brazil e Oceania (prosa)   1848 :  Segundos Cantos   1848 :  As sextilhas de Frei Antão   1846 :  Seus Olhos   1857 :  Os timbiras   1851 :  I-Juca-Pirama   1858 :  Dicionário da Língua Tupi chamada língua geral dos indígenas do Brasil   1859 :  Segura o Índio Louco
Machado de Assis Joaquim Maria Machado de Assis  ( Rio de Janeiro ,  21 de junho  de  1839  — Rio de Janeiro,  29 de setembro  de  1908 ) foi um  poeta ,  romancista ,  dramaturgo ,  contista ,  jornalista ,  cronista  e  teatrólogo   brasileiro , considerado como o maior nome da  literatura brasileira , de forma majoritária entre os estudiosos da área. [1] [2]  Sua extensa obra constitui-se de nove romances e nove peças teatrais, 200 contos, cinco coletâneas de  poemas  e  sonetos , e mais de 600  crônicas . [2] [3]  Machado assumiu  cargos públicos  ao longo de toda sua vida, passando pelo  Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas ,  Ministério do Comércio  e pelo  Ministério das Obras Públicas . [4] A obra ficcional de Machado de Assis tendia para o  Romantismo  em sua primeira fase, mas converteu-se em  Realismo  na segunda, na qual sua vocação literária obteve a oportunidade de realizar a primeira narrativa fantástica e o primeiro romance realista brasileiro em  Memórias Póstumas de Brás Cubas  (sua  magnum  opus ). [5]  Ainda na segunda fase, Machado produziu obras que mais tarde o colocariam como especialista na literatura em primeira pessoa (como em  Dom Casmurro , onde o narrador da obra também é seu protagonista). Como jornalista, além de  repórter , utilizava os  periódicos  para a publicação de crônicas, nas quais demonstrava sua visão social, comentando e criticando os costumes da sociedade da época, como também antevendo as mutações tecnológicas que aconteceriam no  século XX , tornando-se uma das personalidades que mais popularizou o gênero no país
A Carteira  (conto do livro  Contos Fluminenses )  Miss  Dollar  (conto do livro  Contos Fluminenses )  O Alienista  (conto do livro  Papéis Avulsos )  Teoria do Medalhão  (conto do livro  Papéis Avulsos )  A Chinela Turca  (conto do livro  Papéis Avulsos )  Na Arca  (conto do livro  Papéis Avulsos )  D. Benedita  (conto do livro  Papéis Avulsos )  O Segredo do  Bonzo  (conto do livro  Papéis Avulsos )  O Anel de  Polícrates  (conto do livro  Papéis Avulsos )  O Empréstimo  (conto do livro  Papéis Avulsos )  A Sereníssima República  (conto do livro  Papéis Avulsos )  O Espelho (conto)  (conto do livro  Papéis Avulsos )  Uma Visita de Alcibíades  (conto do livro  Papéis Avulsos )  Verba Testamentária  (conto do livro  Papéis Avulsos )  Noite de Almirante  (conto do livro  Histórias sem Data )
Um Homem Célebre  (conto do livro  Várias Histórias )  Conto da Escola  (conto do livro  Várias Histórias )  Uns Braços  (conto do livro  Várias Histórias )  A Cartomante  (conto do livro  Várias Histórias )  O Enfermeiro  (conto do livro  Várias Histórias )  Trio em Lá Menor  (conto do livro  Várias Histórias )  O Caso da Vara  (conto do livro  Páginas Recolhidas )  Missa do Galo  (conto do livro  Páginas Recolhidas )  Almas Agradecidas   A Igreja do Diabo
Minha Opinião
Das obras de literatura,houve uma que eu li e achei muito legal que é de Machado de Assis. A Cartomante,a historia de vilela,Camilo e Rita. Rita era uma pessoa que acreditava muito em cartomantes,já Camilo zombava dela por achar que fosse uma besteira consultá-las. Rita por sua vez era casada com vilela e tinha um caso com Camilo no fim da historia quando Camilo sabe que vai ser desmascarado resolve consultar a cartomante,que o alivia falando que nada iria acontecer na ida de Camilo a casa de vilela. Então Camilo sai aliviado e quando chega a casa de Vilela encontra Rita morta,e logo depois e morto por Vilela.
Rita crê que a cartomante pode resolver todos os seus problemas e angústias,e no fim ate Camilo que resolve recorrer a ela cai acaba se dando mau sendo iludido como foram iludidos os outros. A cartomante está caracterizada neste conto como uma charlatã, destas que falam tudo o que serve para todo mundo. É um personagem sinistro, que apesar não ter nem o seu nome revelado (característica machadiana), destaca-se como um personagem que ludibria os personagens principais
Hoje em dia acredito que existem muitas história como a da cartomante,mais o caso trazido para os dias de hoje não seria chamado de triangulo amoroso mais sim de “amigo fura olho” Eu não acho que foi certa a atitude de Camilo na história mais acho que o final dele e de Rita foi merecido,acho que hoje em dia existem muitas historias parecidas mais eu não teria coragem de ser igual.

Literatura

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    Nome:Paloma Barros Brandãon°28 27/10/2009 Serie 2°B E.E. Deputado Gregório Bezerra Literatura
  • 2.
    Existem Vários tiposde literatura: Literatura de cordel Literatura brasileira Literatura infantil Literatura portuguesa Literatura barroca Literatura inglesa Literatura de informação ETC...
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    Literatura podeser definida como a arte de criar e recriar textos , de compor ou estudar escritos artísticos; o exercício da eloqüência e da poesia ; o conjunto de produções literárias de um país ou de uma época; a carreira das letras .
  • 4.
    Nesse trabalho veremosalguns autores literários,e suas obras. Alvarenga Peixoto. Inácio José de Alvarenga Peixoto ( Rio de Janeiro , 1744 — Ambaca , Angola , 1793 ) foi um poeta, político e funcionário público brasileiro . Foi preso por participar da Inconfidência Mineira e condenado ao degredo perpétuo na África .
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    Biografia Inácio JoséAlvarenga Peixoto estudou no Colégio dos Jesuítas do Rio de Janeiro e direito na Universidade de Coimbra , em Portugal , onde conheceu o poeta Basílio da Gama , de quem se tornou amigo. Exerceu o cargo de Juiz de Fora da vila de Sintra , em Portugal, bem como o de senador pela cidade mineira de São João del-Rei . Também exerceu o cargo de Ouvidor da comarca de Rio das Mortes . Freqüentava constantemente Vila Rica . Foi amigo dos poderosos da época e partilhava com os demais intelectuais de seu tempo idéias libertárias advindas do Iluminismo , como os poetas Cláudio Manoel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga . Pressionado por dívidas e altos impostos , acabou se envolvendo na Inconfidência Mineira . Entre os poetas árcades, Alvarenga foi o que mais se envolveu na Conjuração. Denunciado como participante da trama foi deportado para Angola , onde veio a falecer. Sua diminuta obra, incluída no Arcadismo , foi recolhida por Rodrigues Lapa e apresenta alguns dos sonetos mais bem acabados do arcadismo brasileiro. A temática amorosa era uma das vertentes da poesia de Alvarenga Peixoto, que era casado com a poetisa Bárbara Heliodora . Também observa-se uma postura crítica quanto à sociedade da época.
  • 6.
    Obras A DonaBárbara Heliodora , poesia A Maria Ifigênia , poesia Canto Genetlíaco , poesia, 1793 Estela e Nize , poesia Eu Não Lastimo o Próximo Perigo , poesia Eu Vi a Linda Jônia , poesia Sonho Poético , poesia
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    Antonio Gonçalves Dias( Caxias , 10 de agosto de 1823 — Guimarães , 3 de novembro de 1864 ) foi um poeta e teatrólogo brasileiro . Biografia
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    Nascido em Caxias (Maranhão) , era filho de uma união não oficializada entre um comerciante português com uma mestiça cafuza brasileira (o que muito o orgulhava de ter o sangue das três raças formadoras do povo brasileiro: branca, indígena e negra), e estudou inicialmente por um ano com o professor José Joaquim de Abreu, quando começou a trabalhar como caixeiro e a tratar da escrituração da loja de seu pai, que veio a falecer em 1837 . Iniciou seus estudos de latim , francês e filosofia em 1835 quando foi matriculado em uma escola particular. Foi estudar na Europa , em Portugal em 1838 onde terminou os estudos secundários e ingressou na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra ( 1840 ), retornando em 1845 , após bacharelar-se. Mas antes de retornar, ainda em Coimbra , participou dos grupos medievistas da Gazeta Literária e de O Trovador, compartilhando das idéias românticas de Almeida Garrett , Alexandre Herculano e Antonio Feliciano de Castilho . Por se achar tanto tempo fora de sua pátria inspira-se para escrever a Canção do exílio e parte dos poemas de "Primeiros cantos" e "Segundos cantos"; o drama Patkull; e "Beatriz de Cenci", depois rejeitado por sua condição de texto "imoral" pelo Conservatório Dramático do Brasil. Foi ainda neste período que escreveu fragmentos do romance biográfico "Memórias de Agapito Goiaba", destruído depois pelo próprio poeta, por conter alusões a pessoas ainda vivas. No ano seguinte ao seu retorno conheceu aquela que seria sua grande musa inspiradora: Ana Amélia Ferreira Vale. Várias de suas peças românticas, inclusive “Ainda uma vez — Adeus” foram escritas para ela. Nesse mesmo ano ele viajou para o Rio de Janeiro, então capital do Brasil, onde trabalhou como professor de história e latim do Colégio Pedro II , além de ter atuado como jornalista, contribuindo para diversos periódicos: Jornal do Commercio, Gazeta Oficial, Correio da Tarde e Sentinela da Monarquia, publicando crônicas, folhetins teatrais e crítica literária.
  • 9.
    Litografia deGonçalves Dias em rótulo de cigarro . Em 1849 fundou com Porto Alegre e Joaquim Manuel de Macedo a revista Guanabara, que divulgava o movimento romântico da época. Em 1851 voltou a São Luís do Maranhão , a pedido do governo para estudar o problema da instrução pública naquele estado. Gonçalves Dias pediu Ana Amélia em casamento em 1852 , mas a família dela, em virtude da ascendência mestiça do escritor, refutou veementemente o pedido. No mesmo ano retornou ao Rio de Janeiro, onde casou-se com Olímpia da Costa. Logo depois foi nomeado oficial da Secretaria dos Negócios Estrangeiros. Passou os quatro anos seguintes na Europa realizando pesquisas em prol da educação nacional. Voltando ao Brasil foi convidado a participar da Comissão Científica de Exploração, pela qual viajou por quase todo o norte do país. Voltou à Europa em 1862 para um tratamento de saúde. Não obtendo resultados retornou ao Brasil em 1864 no navio Ville de Boulogne , que naufragou na costa brasileira; salvaram-se todos, exceto o poeta que foi esquecido agonizando em seu leito e se afogou. O acidente ocorreu nos baixios de Atins, perto da vila de Guimarães no Maranhão . Sua obra pode ser enquadrada no Romantismo . Procurou formar um sentimento nacionalista ao incorporar assuntos, povos e paisagens brasileiras na literatura nacional. Ao lado de José de Alencar, desenvolveu o Indianismo .Por sua importância na história da literatura brasileira, podemos dizer que Gonçalves Dias incorporou uma ideia de Brasil a literatura nacional.
  • 10.
    Obras 1843 : Canção do exílio 1846 : Primeiros cantos 1846 : Meditação 1846 : O Brazil e Oceania (prosa) 1848 : Segundos Cantos 1848 : As sextilhas de Frei Antão 1846 : Seus Olhos 1857 : Os timbiras 1851 : I-Juca-Pirama 1858 : Dicionário da Língua Tupi chamada língua geral dos indígenas do Brasil 1859 : Segura o Índio Louco
  • 11.
    Machado de AssisJoaquim Maria Machado de Assis ( Rio de Janeiro , 21 de junho de 1839 — Rio de Janeiro, 29 de setembro de 1908 ) foi um poeta , romancista , dramaturgo , contista , jornalista , cronista e teatrólogo brasileiro , considerado como o maior nome da literatura brasileira , de forma majoritária entre os estudiosos da área. [1] [2] Sua extensa obra constitui-se de nove romances e nove peças teatrais, 200 contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos , e mais de 600 crônicas . [2] [3] Machado assumiu cargos públicos ao longo de toda sua vida, passando pelo Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas , Ministério do Comércio e pelo Ministério das Obras Públicas . [4] A obra ficcional de Machado de Assis tendia para o Romantismo em sua primeira fase, mas converteu-se em Realismo na segunda, na qual sua vocação literária obteve a oportunidade de realizar a primeira narrativa fantástica e o primeiro romance realista brasileiro em Memórias Póstumas de Brás Cubas (sua magnum opus ). [5] Ainda na segunda fase, Machado produziu obras que mais tarde o colocariam como especialista na literatura em primeira pessoa (como em Dom Casmurro , onde o narrador da obra também é seu protagonista). Como jornalista, além de repórter , utilizava os periódicos para a publicação de crônicas, nas quais demonstrava sua visão social, comentando e criticando os costumes da sociedade da época, como também antevendo as mutações tecnológicas que aconteceriam no século XX , tornando-se uma das personalidades que mais popularizou o gênero no país
  • 12.
    A Carteira (conto do livro Contos Fluminenses ) Miss Dollar (conto do livro Contos Fluminenses ) O Alienista (conto do livro Papéis Avulsos ) Teoria do Medalhão (conto do livro Papéis Avulsos ) A Chinela Turca (conto do livro Papéis Avulsos ) Na Arca (conto do livro Papéis Avulsos ) D. Benedita (conto do livro Papéis Avulsos ) O Segredo do Bonzo (conto do livro Papéis Avulsos ) O Anel de Polícrates (conto do livro Papéis Avulsos ) O Empréstimo (conto do livro Papéis Avulsos ) A Sereníssima República (conto do livro Papéis Avulsos ) O Espelho (conto) (conto do livro Papéis Avulsos ) Uma Visita de Alcibíades (conto do livro Papéis Avulsos ) Verba Testamentária (conto do livro Papéis Avulsos ) Noite de Almirante (conto do livro Histórias sem Data )
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    Um Homem Célebre (conto do livro Várias Histórias ) Conto da Escola (conto do livro Várias Histórias ) Uns Braços (conto do livro Várias Histórias ) A Cartomante (conto do livro Várias Histórias ) O Enfermeiro (conto do livro Várias Histórias ) Trio em Lá Menor (conto do livro Várias Histórias ) O Caso da Vara (conto do livro Páginas Recolhidas ) Missa do Galo (conto do livro Páginas Recolhidas ) Almas Agradecidas A Igreja do Diabo
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    Das obras deliteratura,houve uma que eu li e achei muito legal que é de Machado de Assis. A Cartomante,a historia de vilela,Camilo e Rita. Rita era uma pessoa que acreditava muito em cartomantes,já Camilo zombava dela por achar que fosse uma besteira consultá-las. Rita por sua vez era casada com vilela e tinha um caso com Camilo no fim da historia quando Camilo sabe que vai ser desmascarado resolve consultar a cartomante,que o alivia falando que nada iria acontecer na ida de Camilo a casa de vilela. Então Camilo sai aliviado e quando chega a casa de Vilela encontra Rita morta,e logo depois e morto por Vilela.
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    Rita crê quea cartomante pode resolver todos os seus problemas e angústias,e no fim ate Camilo que resolve recorrer a ela cai acaba se dando mau sendo iludido como foram iludidos os outros. A cartomante está caracterizada neste conto como uma charlatã, destas que falam tudo o que serve para todo mundo. É um personagem sinistro, que apesar não ter nem o seu nome revelado (característica machadiana), destaca-se como um personagem que ludibria os personagens principais
  • 17.
    Hoje em diaacredito que existem muitas história como a da cartomante,mais o caso trazido para os dias de hoje não seria chamado de triangulo amoroso mais sim de “amigo fura olho” Eu não acho que foi certa a atitude de Camilo na história mais acho que o final dele e de Rita foi merecido,acho que hoje em dia existem muitas historias parecidas mais eu não teria coragem de ser igual.