SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 38
Biotecnologia
do algodoeiro
Gabriel Vettorazzi Levandowski
Índice
Biotecnologia;
Melhoramento do algodão;
Tecnologias;
Cultivares.
Biotecnologia
Conceito;
No agronegócio.
Fonte: Herbarium,2017. Fonte: Embrapa,2017.
Fonte: Techtudo.
MELHORAMENTO
Gossypium hirsutum;
Alotetraplóide;
Sistema reprodutivo intermediário;
Método Genealógico.
Melhoramento: O algodão
Atende as necessidades do mercado;
Ganho estimado de 1,0% a 1,3% ao ano;
Instituições nacionais e estrangeiras:
Lei de proteção de cultivares – Década de 90.
Melhoramento: Panorama
Fonte:Embrapa.
Algodão
colorido:
BRS Rubi:
126@/ha;
Semiárido BR.
Fonte: Embrapa , 2017
Diversidade edaf0-climática brasileira ;
Genes quantitativos e qualitativos;
Características:
Produtividade de algodão em caroço;
Rendimento de pluma no beneficiamento;
Peso de capulho;
Peso de 100 sementes.
Melhoramento: Objetivos
Resistência a pragas e doenças;
Características correlacionadas:
Finura x Comprimento (0,57);
Produtividade de fibra x Índice de fiabilidade (-0,70);
Comprimento x Uniformidade de comprimento
( 0,70).
Melhoramento: Objetivos
Transgenia
Planta melhorada x Planta transgênica;
Métodos de transgenia:
Via Agrobacterium tumefaciens.
Piramidação.
Fonte: transgeniaemvegetais , 2010 .
Piramidação
Combinação de eventos;
Flexibilização;
Maior espectro de controle;
Manejo da resistência.
Cruzamento
Retransformação
Cotransformação
Zona de exclusão
Conceito;
Função;
Tocantins liberado
desde 2013.
Fonte: Barroso et. al,2004.
Registro e Proteção de cultivares
Objetivos;
Registro Nacional de Cultivares (RNC):
Exigência de VCU.
Sistema Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC) :
Lei 9456/97;
Testes de DHE;
Propriedade intelectual;
Assegura os Royalties.
Fonte:MAPA,2015.
Fonte: MAPA,2011.
TECNOLOGIAS
Autorização no Brasil: 2005;
Empresa: Monsanto;
Proteínas: Cry1Ac:
Curuquerê;
Lagarta rosada;
Lagarta-da-maçã.
Fonte: Monsanto.
Autorização no Brasil: 2008;
Empresa: Monsanto;
Proteínas: CP4-EPSPS;
Tolerância limitada ao herbicida Glifosato.
Fonte: Monsanto.
Autorização no Brasil: 2011;
Proteínas: CP4-EPSPS;
Tolerância ao Glifosato até em estágios mais
desenvolvidos.
Fonte: SeekLogo.
Fonte: JH sementes.
Autorização no Brasil: 2008;
Empresa: Bayer;
Proteínas: PAT;
Tolerância ao herbicida Glufosinato de amônio.
Fonte: Bayer .
Autorização no Brasil:2009;
Empresa: Dow Agroscience;
Proteínas: Cry1Ac , Cry1F:
Curuquerê;
Lagarta rosada;
Lagarta-da-maçã;
Lagarta do cartucho do milho.
Fonte: PhytoGen.
Autorização no Brasil: 2009;
Proteínas: Cry1Ac e Cry2Ab2:
Curuquerê;
Lagarta rosada;
Lagarta da maçã;
Falsa medideira.
Unido ao RR Flex : B2RF.
Fonte: Monsanto.
Supressão:
Helicoverpa Zea;
Spodoptera spp.
Autorização no Brasil: 2010;
Empresa: Bayer;
Proteínas: 2mEPSPS;
Tolerância ao Glifosato;
Glytol x Liberty Link = GL.
Fonte: Bayer.
Autorização no Brasil: 2011;
Proteínas: Cry1Ab ,Cry2Ae e PAT;
Resistência a Lepidópteros e tolerância ao herbicida
Glufosinato de amônio;
TwinLink x Glytol = GLT;
GlyTol x TwinLink x COT102 = GLTP.
Fonte: Bayer.
Autorização no Brasil: 2016;
Unido à RR Flex;
Proteínas: CP4-EPSPS, Vip3A, Cry1Ac, Cry2Ab2:
Bollgard II + Helicoverpa spp.
Fonte: Bollgard 3.
Enlist:
AAD-12 e PAT;
Herbicidas : 2,4-D e
Glufosinato de amônio.
Widestrike 3:
Cry1Ac, Cry1F e Vip3A;
Maior controle de
Lepidópteros.
CULTIVARES
Cultivares: Escolha
Condições
edafo -climáticas;
Histórico.
Preço:
Inclusos
Royalties.
Planejamento:
Refúgio.
Tecnologia Custo U$* Custo R$ R$/hectare
Glytol x TwinLink x Liberty Link (GLT) $500,00 R$ 1.555,00 R$ 914,71
Widestrike(WS) $380,00 R$ 1.181,80 R$ 695,18
Glytol x Liberty Link(GL) $250,00 R$ 777,50 R$ 457,35
Fonte: Sincti, 2014.
Royalties
Refúgio
Fonte: Dow Agrosciences.
Cultivares: Mais plantadas
FM 975WS:
Rendimento de fibra: 39 – 41 %;
População : 80.000 a 90.000 pl/ha;
Ciclo tardio ( 160 - 190 dias);
Espaçamento: 0,76 – 0,96m.
Cultivares: Mais plantadas
FM 944 GL:
Rendimento de fibra: 40%;
População : 95.000 a 100.000 pl/ha;
Ciclo médio ( 160 - 180 dias).
Cultivares: Mais plantadas
TMG 81 WS:
Rendimento de fibra: 43,3%;
Espaçamento:0,76-0,96m;
Ciclo tardio ( 160 - 190 dias).
Obrigado!
Gabriel Vettorazzi Levandowski
gabriel.vl@basevis.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)
FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)
FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)Geagra UFG
 
Introdução ao Manejo de Herbicidas
Introdução ao Manejo de Herbicidas Introdução ao Manejo de Herbicidas
Introdução ao Manejo de Herbicidas Geagra UFG
 
Manejo de doenças na soja
Manejo de doenças na soja Manejo de doenças na soja
Manejo de doenças na soja Geagra UFG
 
Morfologia e Ecofisiologia da Soja
Morfologia e Ecofisiologia da SojaMorfologia e Ecofisiologia da Soja
Morfologia e Ecofisiologia da SojaGeagra UFG
 
Cultivares de algodão
Cultivares de algodão Cultivares de algodão
Cultivares de algodão Geagra UFG
 
Nutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milhoNutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milhoGeagra UFG
 
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJA
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJAMANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJA
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJAGeagra UFG
 
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiroManejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiroGeagra UFG
 
Manejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragasManejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragasEvangela Gielow
 
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHOBIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHOGeagra UFG
 
CULTIVARES DE SOJA
CULTIVARES DE SOJACULTIVARES DE SOJA
CULTIVARES DE SOJAGeagra UFG
 
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRO
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRONUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRO
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIROGeagra UFG
 
Morfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodãoMorfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodãoGeagra UFG
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasGeagra UFG
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJAINTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJAGeagra UFG
 
INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)
INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)
INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)Geagra UFG
 
Nutrição mineral da soja
Nutrição mineral da sojaNutrição mineral da soja
Nutrição mineral da sojaGeagra UFG
 
Introdução a cotonicultura
Introdução a cotoniculturaIntrodução a cotonicultura
Introdução a cotoniculturaGeagra UFG
 
Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.Geagra UFG
 

Mais procurados (20)

FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)
FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)
FUNGICIDAS (Trazóis, Estrobirulina e Carboxamidas)
 
Introdução ao Manejo de Herbicidas
Introdução ao Manejo de Herbicidas Introdução ao Manejo de Herbicidas
Introdução ao Manejo de Herbicidas
 
Manejo de doenças na soja
Manejo de doenças na soja Manejo de doenças na soja
Manejo de doenças na soja
 
Morfologia e Ecofisiologia da Soja
Morfologia e Ecofisiologia da SojaMorfologia e Ecofisiologia da Soja
Morfologia e Ecofisiologia da Soja
 
Cultivares de algodão
Cultivares de algodão Cultivares de algodão
Cultivares de algodão
 
Nutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milhoNutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milho
 
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJA
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJAMANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJA
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS NA SOJA
 
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiroManejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
 
Manejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragasManejo integrado de pragas
Manejo integrado de pragas
 
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHOBIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
BIOTECNOLOGIAS DE SOJA E MILHO
 
CULTIVARES DE SOJA
CULTIVARES DE SOJACULTIVARES DE SOJA
CULTIVARES DE SOJA
 
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRO
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRONUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRO
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DO ALGODOEIRO
 
Morfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodãoMorfologia e fisiologia algodão
Morfologia e fisiologia algodão
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhas
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJAINTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
INTRODUÇÃO À CULTURA DA SOJA
 
INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)
INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)
INSETICIDAS (Organofosforados, Diamidas e Benzoiluréias)
 
Herbicidas
HerbicidasHerbicidas
Herbicidas
 
Nutrição mineral da soja
Nutrição mineral da sojaNutrição mineral da soja
Nutrição mineral da soja
 
Introdução a cotonicultura
Introdução a cotoniculturaIntrodução a cotonicultura
Introdução a cotonicultura
 
Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.Manejo de plantio do algodão.
Manejo de plantio do algodão.
 

Semelhante a Biotecnologia do algodoeiro

MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLEMANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLEGeagra UFG
 
CONTROLE BIOLÓGICO NA SOJA
CONTROLE BIOLÓGICO NA SOJACONTROLE BIOLÓGICO NA SOJA
CONTROLE BIOLÓGICO NA SOJAGeagra UFG
 
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da sojaPosicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da sojaGeagra UFG
 
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016Juliana Queiroz
 
Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...
Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...
Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...Fonte Comunicação
 
Pastagens " O que esperar delas"
Pastagens " O que esperar delas"Pastagens " O que esperar delas"
Pastagens " O que esperar delas"Exagro
 
NEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJA
NEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJANEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJA
NEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJAGeagra UFG
 
Manejo de Lagartas e Percevejos no Milho
Manejo de Lagartas e Percevejos no MilhoManejo de Lagartas e Percevejos no Milho
Manejo de Lagartas e Percevejos no MilhoGeagra UFG
 
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURA
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURAENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURA
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURAGeagra UFG
 
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.Geagra UFG
 
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do ArrozManejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do ArrozGeagra UFG
 
Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...
Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...
Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...iicabrasil
 
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseManejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseGeagra UFG
 
Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.
Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.
Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.Feab Brasil
 
Espécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoim
Espécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoimEspécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoim
Espécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoimRural Pecuária
 

Semelhante a Biotecnologia do algodoeiro (20)

MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLEMANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
 
CONTROLE BIOLÓGICO NA SOJA
CONTROLE BIOLÓGICO NA SOJACONTROLE BIOLÓGICO NA SOJA
CONTROLE BIOLÓGICO NA SOJA
 
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da sojaPosicionamento de inseticidas na cultura da soja
Posicionamento de inseticidas na cultura da soja
 
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
Entomologia aplicada controle microbiano de pragas 2016
 
Milho transgênico
Milho transgênicoMilho transgênico
Milho transgênico
 
Apresentação samuel roggia embrapa
Apresentação samuel roggia   embrapaApresentação samuel roggia   embrapa
Apresentação samuel roggia embrapa
 
Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...
Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...
Ações emergenciais propostas pela embrapa para o manejo integrado de helicove...
 
100 DICAS ENEM PARTE 04
100 DICAS ENEM PARTE 04100 DICAS ENEM PARTE 04
100 DICAS ENEM PARTE 04
 
Pastagens " O que esperar delas"
Pastagens " O que esperar delas"Pastagens " O que esperar delas"
Pastagens " O que esperar delas"
 
NEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJA
NEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJANEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJA
NEMATOIDES E ÁCAROS NA SOJA
 
Aula2005(2)
Aula2005(2)Aula2005(2)
Aula2005(2)
 
Manejo de Lagartas e Percevejos no Milho
Manejo de Lagartas e Percevejos no MilhoManejo de Lagartas e Percevejos no Milho
Manejo de Lagartas e Percevejos no Milho
 
Visão do Setor Produtivo - Soja
Visão do Setor Produtivo - SojaVisão do Setor Produtivo - Soja
Visão do Setor Produtivo - Soja
 
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURA
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURAENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURA
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS NA AGRICULTURA
 
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
 
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do ArrozManejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
 
Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...
Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...
Coexistência o caso do milho - Proposta de Revisão da Resolução Normativa n°4...
 
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseManejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
 
Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.
Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.
Jornal Contra o Uso de Agrotóxicos, 2011.
 
Espécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoim
Espécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoimEspécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoim
Espécies silvestres como fontes de resistência a pragas e doenças do amendoim
 

Mais de Geagra UFG

INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxGeagra UFG
 
Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Geagra UFG
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Geagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxGeagra UFG
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfGeagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxGeagra UFG
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxGeagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaGeagra UFG
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoTecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoGeagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaGeagra UFG
 
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxinoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxGeagra UFG
 
Correção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaCorreção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaGeagra UFG
 
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxSLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxGeagra UFG
 
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA Geagra UFG
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxGeagra UFG
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxGeagra UFG
 
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil. Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil. Geagra UFG
 
Colheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoColheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoGeagra UFG
 

Mais de Geagra UFG (20)

INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
 
Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........
 
Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoTecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxinoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
 
Correção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaCorreção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na soja
 
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxSLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
 
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
 
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil. Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
 
Colheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoColheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milho
 

Último

Treinamento de NR06 Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de NR06 Equipamento de Proteção IndividualTreinamento de NR06 Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de NR06 Equipamento de Proteção Individualpablocastilho3
 
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAMMODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAMCassio Rodrigo
 
Livro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdf
Livro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdfLivro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdf
Livro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdfSamuel Ramos
 
A Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboral
A Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboralA Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboral
A Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboralFranciscaArrudadaSil
 
Eletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante TamandaréEletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante TamandaréGuilhermeLucio9
 
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade AnhangueraTecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade AnhangueraGuilhermeLucio9
 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animalFISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animalPauloHenrique154965
 
Treinamento de Proteção Auditiva 2023.pp
Treinamento de Proteção Auditiva 2023.ppTreinamento de Proteção Auditiva 2023.pp
Treinamento de Proteção Auditiva 2023.ppssuser238e8f
 
Estatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animalEstatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animalleandroladesenvolvim
 
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurançaLEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurançaGuilhermeLucio9
 
Aula de classificação de rolamentos norma DIN
Aula de classificação de rolamentos norma DINAula de classificação de rolamentos norma DIN
Aula de classificação de rolamentos norma DINFabioFranca22
 

Último (11)

Treinamento de NR06 Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de NR06 Equipamento de Proteção IndividualTreinamento de NR06 Equipamento de Proteção Individual
Treinamento de NR06 Equipamento de Proteção Individual
 
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAMMODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS  EQUIPAM
MODELO LAUDO AVALIAÇÃO MÁQUINAS EQUIPAM
 
Livro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdf
Livro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdfLivro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdf
Livro Vibrações Mecânicas - Rao Singiresu - 4ª Ed.pdf
 
A Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboral
A Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboralA Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboral
A Importância dos EPI's no trabalho e no dia a dia laboral
 
Eletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante TamandaréEletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
Eletricista instalador - Senai Almirante Tamandaré
 
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade AnhangueraTecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
Tecnólogo em Mecatrônica - Universidade Anhanguera
 
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animalFISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO. matéria de fisiologia animal
 
Treinamento de Proteção Auditiva 2023.pp
Treinamento de Proteção Auditiva 2023.ppTreinamento de Proteção Auditiva 2023.pp
Treinamento de Proteção Auditiva 2023.pp
 
Estatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animalEstatística aplicada à experimentação animal
Estatística aplicada à experimentação animal
 
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurançaLEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
LEAN SIX SIGMA - Garantia da qualidade e segurança
 
Aula de classificação de rolamentos norma DIN
Aula de classificação de rolamentos norma DINAula de classificação de rolamentos norma DIN
Aula de classificação de rolamentos norma DIN
 

Biotecnologia do algodoeiro

Notas do Editor

  1. Conceito:Qualque aplicação tecnológica que usa sistemas biológicos, organismos vivos ou seus derivados para produzir ou modificar produtos ou processos para um uso específico.
  2. +RESSALTAR QUE O QUE TEREMOS NO MERCADO,NA MAIORIA DAS VEZES,SÃO SEMENTES COM UNIÃO DAS TECNOLOGIAS. +Toda vez que sai uma união de tecnologia deve haver uma nova autorização no ctnbio etc. +Para que a autorização?- A cultivar: Produz mesmo o q deveria?Produz só aquilo que deveria? +Perguntar: Além de conferir se a cultivar produz o que deveria...o que mais? Também certificar que ela produz só aquilo.
  3. +também tem o barbadense : fibras de alta qualidade : “pimas” +o G. hirsutum é 95%. +falar do motivo do sist. Reprodutivo intermediário = Altura do estame em relação ao pistilo. +Duas séries diploides de cromossomos, sendo cada uma delas derivada de um dos genitores.
  4. +falar da soja,questão da latitude – função do melhoramento de adaptar +Falar da importância do bicudo, que trouxe necessidade de cultivares com frutificação mais rápida e ciclo mais curto. +Lei de Proteção de Cultivares 9456/97
  5. + exemplo de adaptação ao mercado;produto com valor agregado; geralmente usado por pequenos agricultores ,o produto tem valor 20 a 30 % maior que o de pluma branca pois não exige tingimento e consequentemente evita problemas de alergia.
  6. Exemplo de programa de melhoramento: Anthonomus grandis. Duas unidades da EMBRAPA – Algodão e Recursos Genéticos e Biotecnologia. + IMAmt + $Abrapa$. Destaque no tempo estimado.
  7. +Para Cerrado: Resistência às doenças ( ramulária ); Busca: variedades com adaptação e resposta às melhorias do ambiente.Indesejável: Variedades muito rústicas sem capacidade responsiva a melhorias ambientais e variedades que exijam condições ótimas +milhões de genes,várias características,pra onde vou melhorar?.
  8. +A correlação genética é causada pela pleiotropia e pelas ligações genéticas;também são por causas ambientais; - podem orientar procedimentos de seleção(importância); +Alguns autores sugeriram o intercruzamento artificial dentro de populações, visando à quebra de ligações genéticas indesejáveis, para reduzir as correlações desfavoráveis entre os caracteres econômicos, como produtividade e qualidade de fibra, aumentando a eficiência da resseleção dentro de cultivares; +exemplo soja do 2-4 d e tamanho no entrenó
  9. Melhoramento : Bulking,pedigree,ssd etc Planta transgênica : agrobacterium tumefaciens,bombardeamento e outros. Mas a maioria é via agrobacterium tumefaciens < visto no site ISAAA – diz tudo
  10. Além dos genes de interesse agronômico,são inseridos outros genes para facilitar a seleção
  11. +a combinação de vários genes levou a agência de proteção ambiental americana a reduzir a a área de refúgio de 20 para 5%. +flexibilização : maior quantidade de produtos a serem usados por exemplo;o que é um carro flex? A.p.d.a.e.g. Maiores possibilidades ao produtor. +MEdC : mais genes BT por exemplo
  12. +O objetivo dessa zona é evitar que espécies nativas e adaptadas sejam contaminadas. 
  13. +Para registro de cultivar GM deve haver ainda a autorização do CTNBio; +A proteção(DHE - SNPC) estabelece a propriedade sobre a cultivar e o registro(VCU - RNC) habilita as cultivares para comercialização. +Para cada cultivar há um formulário diferente de vcu ; os ensaios de vcu são de responsabilidade do interessado;
  14. +RESSALTAR QUE O QUE TEREMOS NO MERCADO,NA MAIORIA DAS VEZES,SÃO SEMENTES COM UNIÃO DAS TECNOLOGIAS. +Toda vez que sai uma união de tecnologia deve haver uma nova autorização no ctnbio etc. +Para que a autorização?- A cultivar: Produz mesmo o q deveria?Produz só aquilo que deveria? +Perguntar: Além de conferir se a cultivar produz o que deveria...o que mais? Também certificar que ela produz só aquilo.
  15. +Organismo doador – bacillus thurigiensis ; por que o nome é cry?Cristal – Comparativo ao Vip. +nem sempre a empresa que criou a tecnologia possui todas as cultivares com ela; +3 cultivares registradas +falar dos organismos não-alvo
  16. +Organismo doador – agrobacterium tummefaciens +Menores riscos de fitotoxidez.
  17. +2 cópias do gene CP4-EPSPS com diferentes sequências regulatórias ; Dois genes cp4 epsps ligados
  18. Porque da limitação do uso.
  19. GENE bar mas a proteína é PAT Organismo doador Streptomyces viridochromogenes
  20. +Falar dos organismos não-alvos +Também tem a enzima pat +são grupos de lepidópteros
  21. +Ambas são específicas para lagartas de algum grupo de Lepidópteros. +É da Monsanto tbm(....) + É vendida na B2RF +além disso,supressão p helicoverpa e complexo spodoptera.
  22. Gene obtido do milho.
  23. +Integrado ao Glytol.- não tem ela sozinha +Glytol™ x Twinlink™ x VIPCOT™ Cotton . Autorização em 2017. - -Falar da FM985GLTP –única gltp olhar no registro do mapa- liberada em 2017
  24. São tecnologias futuras,ainda não autorizadas no Brasil.Estarão em debate em encontro de algodão.
  25. +RESSALTAR QUE O QUE TEREMOS NO MERCADO,NA MAIORIA DAS VEZES,SÃO SEMENTES COM UNIÃO DAS TECNOLOGIAS. +Toda vez que sai uma união de tecnologia deve haver uma nova autorização no ctnbio etc. +Para que a autorização?- A cultivar: Produz mesmo o q deveria?Produz só aquilo que deveria? +Perguntar: Além de conferir se a cultivar produz o que deveria...o que mais? Também certificar que ela produz só aquilo.
  26. +Saca de 200.000 sementes (apu.sh); +Tanto o japa quanto o stracci dizem que as bayers são as mais usadas hj. +Já explicar o que são royalties e as 3 formas de cobrança. +B2RF = GLT
  27. Lembrar que a semente é vendida nas sacas de 200000 sementes.
  28. A área de refúgio está indicada no Boletim técnico da tecnologia. Esse é da WS. Recomendado 5% de área de refúgio. O maior número de proteínas inseticidas diminui a área de refúgio
  29. +Essa é avaliação do IMAmt .Para FM975WS a indicação da Bayer no boletim técnico é de 80 a 90 000 pl/hectare; +O rendimento de fibra varia com o avaliado.Nos dois casos ,tanto nesse como no próximo, a avaliação do IMAmt sempre dava 1% a menos que a indicada pela empresa.
  30. +Essa é avaliação do IMAmt .Para FM975WS a indicação da Bayer no boletim técnico é de 80 a 90 000 pl/hectare; +Sem indicação de espaçamento no boletim técnico
  31. +Espaçamento 0,8 m – 8 pl/m = 100000 plantas/hectare; +TROPICAL MELHORAMENTO E GENÉTICA +Neste caso foi oposto:o rendimento de fibra da empresa foi menor que o mostrado pelo imamt;