SlideShare uma empresa Scribd logo
Unindo conhecimento em prol
Manejo de herbicidas: posicionamentos de
herbicida com foco em Amargoso, Buva e
Tiririca.
Beatriz Almeida
 Introdução;
 Resistência;
 Contexto nacional e internacional;
 Plantas daninhas;
 Grupos de herbicidas mais eficientes;
 Posicionamentos de produtos;
 Condições para aplicação;
 No dia-a-dia em campo.
Sumário
2
 Para você, os meios de propagação de plantas daninhas são os
mesmos?
 O que você entende por manejo de plantas daninhas?
 Por quê o manejo químico é o que gera mais resistência?
 O que há mais no mercado são moléculas diferentes, ou
mesma molécula com nomes diferentes (produtos comercias)?
?
3
Manejo integrado de plantas daninhas – MPID:
Conceitos
4
Cultural
Preventivo
MecânicoQuímico
Outros.
Conceitos
5
Grau de injúria analisado após aplicação, característica inata ;Suscetibilidade:
Capacidade de sobrevivência, característica inata;Tolerância:
Habilidade hereditária de sobrevivência e reprodução;Resistência:
De acordo com as técnicas da manejo, adaptação ao meio.
Mudança na
flora:
 Único mecanismo;
 2 ou + mecanismo de ação;
 2 ou + moléculas, podendo ser do mesmo
mecanismo de mecanismo de ação;
Tipos de resistência:
6
Cruzada:
Múltipla:
Simples:
 Conceito:
Pressão de seleção x Doses
 Altas doses;
 Subdose.
Resistência
7
Desenvolvimento de um ou mais biótipo(s) resistente(s).
 Fatores Genéticos: frequência inicial, características
genéticas da herdabilidade, recombinação gênica;
 Fatores bioecológicos: ciclo, produção e dormência da
semente, densidade de plantas;
 Fatores agronômicos: (práticas culturais e herbicidas).
Fatores que afetam a evolução da resistência
8
9
Fonte: adaptado de Adegas,2020.
Casos de resistência no mundo
 521 casos;
 263 espécies;
 92 culturas;
 70 países.
10
Casos de resistência no Brasil
Fonte: adaptado de Adegas,2020.
Média de 2 casos por ano.
Casos de resistência no Brasil
11
Espécie-nome popular Ano Mecanismo de
ação
Tipo de
resistência
Bidens pilosa - Picão Preto 1993 ALS Simples
Euphorbia heterophylla - 1993 ALS Simples
Bidens subalternans 1996 ALS Simples
Euphorbia heterophylla 2004 ALS, PPO Múltipla
Bidens subalternans 2006 ALS,
Fotossistema II
Múltipla
Conyza sumatrensis 2017 FSII,FSI, PPO,
EPSP
?
Amaranthus hybridus 2018 ALS, EPSP Múltipla
Fonte: adaptado de HEAT,2020.
Pode ser divido em 2 fases:
1) ALS,ACCASE: folha estreita;
2) EPSP: uso disseminado.
 Nome científico: Digitaria insularis;
 Família: Poaceae;
 Nomes populares: amargoso, capim-
amargoso, capim-flecha, capim-
pororó, vassourinha.
Características:
 C4, perene, herbácea, ereta,
entouceirada;
 Atinge uma altura de 15 a 100 cm;
 Reprodução por semente e rizomas.
Capim-amargoso
12
Planta em seu desenvolvimento inicial.
Fonte:Giraldeli, 2020.
 Germinação com ou sem luz;
 Ciclo de até 2 anos;
 Boa adaptação ao território
nacional, estimando infestando a
maioria dos cultivos de grãos;
 Enterrio de 4 cm afeta em 90% a
emergência.
Capim-amargoso
13
Planta adulta.
Fonte: Bianchinni, 2020.
 2008: uso indiscriminado de Glifosato = Resistência;
 2016: em áreas de plantio convencional, a fenoxaprop e
haloxyfop (ACCase);
 Tendência do uso: resistência múltipla a glifosato e
graminicidas.
Capim-amargoso
14
E como está sua resistência?
 O ideal é que a aplicação ocorra em plantas com até 2 perfilhos;
 Controle tardio: pouco eficiente;
Para controle tardio:
O intervalo será de acordo com o tamanho da rebrota , recomendado
quando estiver entre 10 e 20 cm.
15
Capim-amargoso
Controle na entressafra do sistema soja-milho
1 Herbicidas sistêmicos ( glifosato e graminicidas);
2..3* Herbicidas de contato (glufosinato de amônio e paraquat)
Posicionamento:
16
Pré-emergência
Diclosulam, flumioxazin, s-metolachlor, trifluralina
Pós-emergência
Cletodim, haloxyfop, glifosato, paraquat, glufosinato de amônio
Controle na pós-emergência da soja:
• Plantas pequenas ou rebrota: Graminicidas (cletodim, haloxyfop), em soja RR
associados a glifosato;
Em áreas de alta incidência:
• Uso de pré-emergente ? no sistema plante aplique e um sequencial em pós emergência.
Cenário só com problema de Amargoso:
Dessecação:
 Glifosato + Graminicida (din/fop)  Zapp + Select;
Pós-emergência:
 Graminicida Select,Verdict ;
 Glufosinato de amônio Finale, Liberty.
Manejo nas áreas
17
Tiririca
18
 Nome cientifico: Cyperus rotundus;
 Família: Cyperaceae;
 Nomes populares: Tiririca, capim-dandá,
junça-aromática.
Características:
 Planta perene, ereta, rizomatosa e
tuberosa;
 Caule liso, triangulado, não ramificado;
 Atinge de 10 a 60 cm;
 Reprodução predominante por tubérculos.
Fonte:Agrobase, 2019.
 Fácil disseminação;
 Difícil controle;
 Todos os tipos de solo;
 Efeito alopático.
Realidade em campo no momento:
 De modo geral, problema em olericultura;
 Baixa incidência na soja.
19
Tiririca
Protocolo Araguaia 2020.
Fonte: Almeida, 2020.
Épocas de aplicação e moléculas:
20
Pré-emergentes
Imazapic , Imazethapyr, Imazapyr, Sulfentrazone, Clamazone, Alachlor,
Amicarbazone, Atrazine, Ametryn
Bromacil + Diuron, Imazapic + Imazetapyr, Alachlor + Clamazone, Atrazine +
Simazine/S-metolachlor,
Pós-emergência
Planta inicial Planta tardia Planta adulta
Glyphosate,
Halosulfuron,
Ethoxysulfuron,
Imazapyr, Sulfentrazone
Glyphosate,Imazapyr,
Sulfentrazone
Glyphosate,Imazapyr
Glyphosate +
Imazethapyr
Glyphosate +
Imazethapyr
Glyphosate +
Imazethapyr
Problema na safra 19/20:
21
Tiririca - Experimentos
Manejo Araguaia:
1. Sumisoya + Assist (óleo);
2. Enchadex: time GEAGRA*;
3. Zapp QI: glifosato.
Zapp, mas choveu*
Manejo Basf:
1. (½)Sumisoya | (½)Dual gold;
2. Basagran +Assist (óleo);
3. Basagran +Assist (óleo). Protocolo Araguaia pós aplicação.
Fonte: Dias, 2020.
Protocolo Basf.
Fonte: Medeiros, 2019.
 I.A.: flumioxazina;
 Aplique-plante, em pós-emergência?;
 Intervalo de 1 dia;
 Grupo químico: Ciclohexenodicarboximida;
 Mecanismo de Ação:?;
 Modo de ação: não seletivo, não sistêmico;
 Formulação: Pó molhável;
 Dose: 120g/ha;
Sumisoya
22
No máximo 1 aplicação!
Necessária adição de óleo mineral ou adjuvante não iônico !
Protox
Em pós-emergência, da planta daninha e da cultura:
 Dose: 50g/ha;
 Soja: 2 a 3 trifólios?;
 Não sendo necessário adicionar adjuvante ou espalhante.
Sumisoya
23
No máximo 1 aplicação!
Não recomendado aplicar em períodos de seca!
V2-V3
Basagran
24
 I.A.: bentazonazona;
 Intervalo de 3 a 4 dias;
 Grupo químico: benzotiadiazinona;
 Mecanismo de Ação:?;
 Modo de ação: seletivo, não sistêmico;
 Formulação: Concentrado Solúvel;
 Dose: 1,6L/ha;
* Adição de adjuvante oleoso: auxilia no controle e reduz evaporação.
FSII
 Nome científico: Conyza spp;
 Espécies: C.Bonariensis, C. Canadensis, C.
Sumatrensis;
 Família: Asteraceae;
 Nomes populares: buva, voadeira, rabo-de-
foguete, arranha-gato, margaridinha-do-
campo, buva melosa, margaridinha-melosa;
Características:
 Anual, herbácea, ereta;
 Caule folioso, poucas ramificações;
 Reprodução por sementes;
Buva
25
Planta bem desenvolvida.
Fonte: Giraldeli, 2020.
 Década de 90 com S.P.D. não faz em sua totalidade = pouca palha;
 Uso do convencional;
 Frequência de moléculas;
 Resistência a 5 mecanismos de ação;
 Mecanismos da planta;
 Controle em pousio.
Buva
26
E como está sua resistência?
 Conheça o histórico da área;
 Rotação de mecanismo de ação;
 Uso de pré-emergentes;
 Princípios básicos para aplicação;
 Aplicação em pós em pequeno porte.
Buva
27
Para ajudar a evitar/reduzir a
resistência, que eu posso fazer?
 É fundamental que a aplicação ocorra em plantas
de até 10 cm;
 Controle em plantas acima de 16 cm, sequencial
de herbicidas sistêmicos e de contato.
Controle da buva na pós-emergêncida soja:
 Poucas opções e difícil controle!
 Alternativa: clorasulan e imazetapir ( soja até V2).
28
Buva
Controle na entressafra do sistema soja-milho
Lavoura de Soja infestada com Buva.
Fonte: Segatto, 2020.
Posicionamento:
29
Pré-emergencia
Diclosulam, sulfrentrazone, flumioxazin,
Pós-emergência
Paraquat, chlorimuron, glufosinato de amônio, glifosato!, saflufenacil, 2,4 – D!
Controle na pós-emergência com glifosato e 2,4 - D:
Glifosato: controle de outras daninhas presentes;
2,4 - D: intervalo de 1 dia entre aplicação e semeadura.
Cuidado ao associação com outros produtos!
Cenário só com problema de Buva:
Manejo outonal:
 10 a 15 dias na entressafra (espera a palhada sentar*);
 ZappQI (Gifosato) + Mirato (2,4-D) + Spider (diclosulam |
residual)
 Reglone (Diquat) – 10 dias antes do plantio ou no plantio.
Manejo nas áreas
30
Diclosulan, Flumioxazin, Sulfrentrazone*:
 Ação residual no solo  banco de sementes;
 Associado a herbicidas sistêmicos (glifosato, 2,4-D);
*apresenta variação na seletividade para soja;
Paraquat, Chlorimuron, Glifosato, Glufosinato de amônio, Saflufenacil, 2,4-D:
 Sequencial  rebrota;
 Residual: Chlorimuron;
 Saflufenacil: sinergia com glifosato.
Pré e Pós emergência
31
 Preparo da calda:
 pH da água;
 Compatibilidade dos produtos em mistura de tanque;
 Ordem de adição e cuidados no preparo;
 Condições ambientais:
 Temperatura: 20 a 30°C;
 Umidade: 70 a 90%;
 Ventos com velocidade abaixo de 10km/h;
 Ideal de 2 a 6 horas sem chuva após aplicação.
Condições para aplicação
32
 Condições fisiológicas:
 Plantas estressadas = queda na
absorção e translocação;
 Redução do metabolismo da
cultura.
Condições para aplicação
33
Fonte: Andef; adaptado de Mais Soja, 2020.
Regulagem e calibração do maquinário :
 Verificação das condições físicas do pulverizador;
 Limpeza do pulverizador;
 Pontas de pulverização:
 Cônica, Leque;
 Tamanho da gota:
 Muito fina; fina; média; grossa; muito grossa; extremamente grossa;
 Espaçamento entre bicos e qualidade das pontas:
34
Condições para aplicação
Fonte: Catálogo 51-Pt Teejet, 2011.
35
E a realidade no campo?
André Antonio Barboza
Eng. Agrônomo
 Área de atuação: Lucas do Rio verde – MT;
 Quais produtos tem usado/recomendado?
Buva:
 Dessecação: glifosato + 2,4-D;
 Pré-plantio: flumizyn (plante aplique ou aplique plante);
 Alguns casos: Pacto (clorosulan), e Glifosato+Imazetapyr;
Amargoso:
 Na dessecação pré-plantio: cletodim;
 Pós-plantio: cletodim ou quisalofope.
 Área de atuação: São João d’Aliança, Alto Paraíso de Goiás,
Água Fria, Planaltina/Goiás e Buriti Alto (Niquelândia);
 Como está a incidência dessas daninhas na sua região?
Buva: media dificuldade de controle, mas sempre um problema.
Amargoso: problema sério, região infestada.
Tiririca: sem incidência, problema em HF.
36
E a realidade no campo?
Vanessa Carvalho
Eng. Agrônoma
Quais produtos tem usado/recomendado?
Buva:
 Dessecação pré-plantio, pós-emergência: Glifosato 720, ou glifosato +
2,4-D;
 Dessecação pré-plantio: saflufenacil;
Amargoso:
 Pré-plantio cletodim e glifosato no pós, outra opção seria a trifluralina
no plante aplique;
37
E a realidade no campo?
Vanessa Carvalho
Eng. Agrônoma
 https://www.scielo.br/pdf/pd/v12n1/a03v12n1.pdf;
 https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-83581994000100003&lng=pt&tlng=pt;
 https://www.researchgate.net/profile/Ednaldo_Borgato/publication/307967746_Resistencia_de_plantas_daninhas_a_herbicidas_Termos
_e_definicoes_importantes/links/57d444ce08ae601b39a8a701.pdf;
 https://www.researchgate.net/profile/Ednaldo_Borgato/publication/307967699_Criterios_para_relato_de_novos_casos_de_resistencia_
de_plantas_daninhas_a_herbicidas/links/57d444b708ae5f03b4915e19/Criterios-para-relato-de-novos-casos-de-resistencia-de-plantas-
daninhas-a-herbicidas.pdf;
 http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/1555;
 https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/965795/1/MANEJO.GERMANI.pdf;
 https://agrobaseapp.com/brazil/weed/tiririca;
 Heap, I. The International Survey of Herbicide Resistant Weeds. Online. Internet. Disponível em: www.weedscience.org, acesso
em 23/10/20.
Referencias bibliográficas
38
Unindo conhecimento em prol
Beatriz Almeida
beatrizalmeidasn@gmail.com
Obrigada!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

MECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptx
MECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptxMECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptx
MECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptx
Geagra UFG
 
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Geagra UFG
 
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Geagra UFG
 
Herbicidas
HerbicidasHerbicidas
Herbicidas
Geagra UFG
 
Mecanismos de ação de herbicidas
Mecanismos de ação de herbicidasMecanismos de ação de herbicidas
Mecanismos de ação de herbicidas
Geagra UFG
 
Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.
Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.
Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.
Geagra UFG
 
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseManejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Geagra UFG
 
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do ArrozManejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Geagra UFG
 
Mecanismo de Ação dos Fungicidas .pptx
Mecanismo de Ação dos Fungicidas .pptxMecanismo de Ação dos Fungicidas .pptx
Mecanismo de Ação dos Fungicidas .pptx
Geagra UFG
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhas
Geagra UFG
 
Nutrição mineral da soja
Nutrição mineral da sojaNutrição mineral da soja
Nutrição mineral da soja
Geagra UFG
 
Manejo de doenças no sorgo e milheto
Manejo de doenças no sorgo e milhetoManejo de doenças no sorgo e milheto
Manejo de doenças no sorgo e milheto
Geagra UFG
 
Manejo de pragas no feijoeiro
Manejo de pragas no feijoeiro Manejo de pragas no feijoeiro
Manejo de pragas no feijoeiro
Geagra UFG
 
MANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIA
MANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIAMANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIA
MANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIA
Geagra UFG
 
Cultura do Amendoim
Cultura do AmendoimCultura do Amendoim
Cultura do Amendoim
Killer Max
 
Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita
Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita
Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita
Geagra UFG
 
Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto
Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto  Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto
Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto
Geagra UFG
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA
Geagra UFG
 
Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja
Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja
Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja
Geagra UFG
 
Plantas daninhas e seu controle
Plantas daninhas e seu controlePlantas daninhas e seu controle
Plantas daninhas e seu controle
Geagra UFG
 

Mais procurados (20)

MECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptx
MECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptxMECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptx
MECANISMOS DE AÇÃO DE INSETICIDAS.pptx
 
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja Fenologia e fisiologia da cultura da soja
Fenologia e fisiologia da cultura da soja
 
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
Manejo de cigarrinha, enfezamento, raiado e mosaico no milho.
 
Herbicidas
HerbicidasHerbicidas
Herbicidas
 
Mecanismos de ação de herbicidas
Mecanismos de ação de herbicidasMecanismos de ação de herbicidas
Mecanismos de ação de herbicidas
 
Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.
Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.
Manejo de mancha branca, cercosporiose, bipolares e diplodia no milho.
 
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e HelmintosporioseManejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose
 
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do ArrozManejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz
 
Mecanismo de Ação dos Fungicidas .pptx
Mecanismo de Ação dos Fungicidas .pptxMecanismo de Ação dos Fungicidas .pptx
Mecanismo de Ação dos Fungicidas .pptx
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhas
 
Nutrição mineral da soja
Nutrição mineral da sojaNutrição mineral da soja
Nutrição mineral da soja
 
Manejo de doenças no sorgo e milheto
Manejo de doenças no sorgo e milhetoManejo de doenças no sorgo e milheto
Manejo de doenças no sorgo e milheto
 
Manejo de pragas no feijoeiro
Manejo de pragas no feijoeiro Manejo de pragas no feijoeiro
Manejo de pragas no feijoeiro
 
MANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIA
MANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIAMANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIA
MANCOZEBE, MULTISSÍTIO E RESISTÊNCIA
 
Cultura do Amendoim
Cultura do AmendoimCultura do Amendoim
Cultura do Amendoim
 
Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita
Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita
Dessecação na Cultura da Soja: Pré-Colheita
 
Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto
Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto  Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto
Manejo de Doenças no Sorgo e Milheto
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA
 
Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja
Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja
Biotecnologias e posicionamento de cultivares de soja
 
Plantas daninhas e seu controle
Plantas daninhas e seu controlePlantas daninhas e seu controle
Plantas daninhas e seu controle
 

Semelhante a Manejo de herbicidas: posicionamento de herbicidas com foco em Armagoso, Buva e Tiririca

Estágio
EstágioEstágio
Estágio
Léo Stopassoli
 
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do AlgodoeiroPlantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Geagra UFG
 
Manejo de Pragas da Soja
Manejo de Pragas da SojaManejo de Pragas da Soja
Manejo de Pragas da Soja
Geagra UFG
 
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLEMANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
Geagra UFG
 
Aplicação de Herbicidas no Milho
Aplicação de Herbicidas no MilhoAplicação de Herbicidas no Milho
Aplicação de Herbicidas no Milho
Geagra UFG
 
Aula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas pdf (1).pdf
Aula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas  pdf (1).pdfAula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas  pdf (1).pdf
Aula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas pdf (1).pdf
GilsonRibeiroNachtig
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIRO
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIROMANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIRO
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIRO
Geagra UFG
 
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiroManejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
Geagra UFG
 
Tratos culturais: Aplicação de herbicidas - Milho
Tratos culturais: Aplicação de herbicidas - MilhoTratos culturais: Aplicação de herbicidas - Milho
Tratos culturais: Aplicação de herbicidas - Milho
Geagra UFG
 
Plantas daninhas definicao_embrapa
Plantas daninhas definicao_embrapaPlantas daninhas definicao_embrapa
Plantas daninhas definicao_embrapa
gizelebaldo
 
Apostila de plantas daninhas
Apostila de plantas daninhasApostila de plantas daninhas
Apostila de plantas daninhas
Rômulo Magno
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
CETEP, FTC, FASA..
 
Plantas daninhas importantes e seu controle
Plantas daninhas importantes e seu controlePlantas daninhas importantes e seu controle
Plantas daninhas importantes e seu controle
GilsonRibeiroNachtig
 
Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra
Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra
Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra
Geagra UFG
 
Erradicação de fungos em germoplasma vegetal importado
Erradicação de fungos em germoplasma vegetal importadoErradicação de fungos em germoplasma vegetal importado
Erradicação de fungos em germoplasma vegetal importado
Cristiane Assis
 
Trop (1)
Trop  (1)Trop  (1)
Fenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodãoFenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodão
Geagra UFG
 
Manejo Integrado de Doenças no Arroz
Manejo Integrado de Doenças no ArrozManejo Integrado de Doenças no Arroz
Manejo Integrado de Doenças no Arroz
Geagra UFG
 
Trab.sem.c.infestante introducao
Trab.sem.c.infestante introducaoTrab.sem.c.infestante introducao
Trab.sem.c.infestante introducao
Rafael Hotela
 
Boletim Tecnico Fascinate- Luciano
Boletim Tecnico Fascinate- LucianoBoletim Tecnico Fascinate- Luciano
Boletim Tecnico Fascinate- Luciano
UPL
 

Semelhante a Manejo de herbicidas: posicionamento de herbicidas com foco em Armagoso, Buva e Tiririca (20)

Estágio
EstágioEstágio
Estágio
 
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do AlgodoeiroPlantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
Plantas Daninhas na cultura do Algodoeiro
 
Manejo de Pragas da Soja
Manejo de Pragas da SojaManejo de Pragas da Soja
Manejo de Pragas da Soja
 
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLEMANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
MANEJO DO BICUDO NO ALGODOEIRO E ALTERNATIVAS DE CONTROLE
 
Aplicação de Herbicidas no Milho
Aplicação de Herbicidas no MilhoAplicação de Herbicidas no Milho
Aplicação de Herbicidas no Milho
 
Aula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas pdf (1).pdf
Aula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas  pdf (1).pdfAula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas  pdf (1).pdf
Aula 01 - Importancia e biologia de plantas daninhas pdf (1).pdf
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIRO
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIROMANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIRO
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS NO ALGODOEIRO
 
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiroManejo de plantas daninhas no algodoeiro
Manejo de plantas daninhas no algodoeiro
 
Tratos culturais: Aplicação de herbicidas - Milho
Tratos culturais: Aplicação de herbicidas - MilhoTratos culturais: Aplicação de herbicidas - Milho
Tratos culturais: Aplicação de herbicidas - Milho
 
Plantas daninhas definicao_embrapa
Plantas daninhas definicao_embrapaPlantas daninhas definicao_embrapa
Plantas daninhas definicao_embrapa
 
Apostila de plantas daninhas
Apostila de plantas daninhasApostila de plantas daninhas
Apostila de plantas daninhas
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Plantas daninhas importantes e seu controle
Plantas daninhas importantes e seu controlePlantas daninhas importantes e seu controle
Plantas daninhas importantes e seu controle
 
Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra
Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra
Manejo de Plantas Daninhas 2ª Safra
 
Erradicação de fungos em germoplasma vegetal importado
Erradicação de fungos em germoplasma vegetal importadoErradicação de fungos em germoplasma vegetal importado
Erradicação de fungos em germoplasma vegetal importado
 
Trop (1)
Trop  (1)Trop  (1)
Trop (1)
 
Fenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodãoFenologia da soja, milho e algodão
Fenologia da soja, milho e algodão
 
Manejo Integrado de Doenças no Arroz
Manejo Integrado de Doenças no ArrozManejo Integrado de Doenças no Arroz
Manejo Integrado de Doenças no Arroz
 
Trab.sem.c.infestante introducao
Trab.sem.c.infestante introducaoTrab.sem.c.infestante introducao
Trab.sem.c.infestante introducao
 
Boletim Tecnico Fascinate- Luciano
Boletim Tecnico Fascinate- LucianoBoletim Tecnico Fascinate- Luciano
Boletim Tecnico Fascinate- Luciano
 

Mais de Geagra UFG

Mecanismos de ação dos inseticidas. Marlison Teixeira
Mecanismos de ação dos inseticidas. Marlison TeixeiraMecanismos de ação dos inseticidas. Marlison Teixeira
Mecanismos de ação dos inseticidas. Marlison Teixeira
Geagra UFG
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
Geagra UFG
 
Mecanismo de ação dos herbicidas slide.pptx
Mecanismo de ação dos herbicidas slide.pptxMecanismo de ação dos herbicidas slide.pptx
Mecanismo de ação dos herbicidas slide.pptx
Geagra UFG
 
APRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptx
APRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptxAPRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptx
APRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptx
Geagra UFG
 
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptxApresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Geagra UFG
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
Geagra UFG
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
Geagra UFG
 
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARESBIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
Geagra UFG
 
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptxMACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
Geagra UFG
 
Biotecnologias e manejos de cultivares .
Biotecnologias e manejos de cultivares .Biotecnologias e manejos de cultivares .
Biotecnologias e manejos de cultivares .
Geagra UFG
 
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
Geagra UFG
 
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
Geagra UFG
 
Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........
Geagra UFG
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............
Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Geagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
Geagra UFG
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Geagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
Geagra UFG
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
Geagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
Geagra UFG
 

Mais de Geagra UFG (20)

Mecanismos de ação dos inseticidas. Marlison Teixeira
Mecanismos de ação dos inseticidas. Marlison TeixeiraMecanismos de ação dos inseticidas. Marlison Teixeira
Mecanismos de ação dos inseticidas. Marlison Teixeira
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Mecanismo de ação dos herbicidas slide.pptx
Mecanismo de ação dos herbicidas slide.pptxMecanismo de ação dos herbicidas slide.pptx
Mecanismo de ação dos herbicidas slide.pptx
 
APRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptx
APRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptxAPRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptx
APRESENTAÇÃO TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO.pptx
 
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptxApresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
Apresentação de Manejo do solo - Slides.pptx
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Aline Castro
 
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline CastroMICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
MICRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA Palestrante: Aline Castro
 
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARESBIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
BIOTECNOLOGIA E POSICIONAMENTO DE CULTIVARES
 
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptxMACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
MACRONUTRIENTES NO SOLO E NA PLANTA.pptx
 
Biotecnologias e manejos de cultivares .
Biotecnologias e manejos de cultivares .Biotecnologias e manejos de cultivares .
Biotecnologias e manejos de cultivares .
 
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
REGULADORES DE CRESCIMENTO, DESFOLHANTES E MATURADORES.
 
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptxINTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
INTRODUÇÃO À COTONICULTURA - THAÍS MOREIRA.pptx
 
Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 

Manejo de herbicidas: posicionamento de herbicidas com foco em Armagoso, Buva e Tiririca

  • 1. Unindo conhecimento em prol Manejo de herbicidas: posicionamentos de herbicida com foco em Amargoso, Buva e Tiririca. Beatriz Almeida
  • 2.  Introdução;  Resistência;  Contexto nacional e internacional;  Plantas daninhas;  Grupos de herbicidas mais eficientes;  Posicionamentos de produtos;  Condições para aplicação;  No dia-a-dia em campo. Sumário 2
  • 3.  Para você, os meios de propagação de plantas daninhas são os mesmos?  O que você entende por manejo de plantas daninhas?  Por quê o manejo químico é o que gera mais resistência?  O que há mais no mercado são moléculas diferentes, ou mesma molécula com nomes diferentes (produtos comercias)? ? 3
  • 4. Manejo integrado de plantas daninhas – MPID: Conceitos 4 Cultural Preventivo MecânicoQuímico Outros.
  • 5. Conceitos 5 Grau de injúria analisado após aplicação, característica inata ;Suscetibilidade: Capacidade de sobrevivência, característica inata;Tolerância: Habilidade hereditária de sobrevivência e reprodução;Resistência: De acordo com as técnicas da manejo, adaptação ao meio. Mudança na flora:
  • 6.  Único mecanismo;  2 ou + mecanismo de ação;  2 ou + moléculas, podendo ser do mesmo mecanismo de mecanismo de ação; Tipos de resistência: 6 Cruzada: Múltipla: Simples:
  • 7.  Conceito: Pressão de seleção x Doses  Altas doses;  Subdose. Resistência 7 Desenvolvimento de um ou mais biótipo(s) resistente(s).
  • 8.  Fatores Genéticos: frequência inicial, características genéticas da herdabilidade, recombinação gênica;  Fatores bioecológicos: ciclo, produção e dormência da semente, densidade de plantas;  Fatores agronômicos: (práticas culturais e herbicidas). Fatores que afetam a evolução da resistência 8
  • 9. 9 Fonte: adaptado de Adegas,2020. Casos de resistência no mundo  521 casos;  263 espécies;  92 culturas;  70 países.
  • 10. 10 Casos de resistência no Brasil Fonte: adaptado de Adegas,2020. Média de 2 casos por ano.
  • 11. Casos de resistência no Brasil 11 Espécie-nome popular Ano Mecanismo de ação Tipo de resistência Bidens pilosa - Picão Preto 1993 ALS Simples Euphorbia heterophylla - 1993 ALS Simples Bidens subalternans 1996 ALS Simples Euphorbia heterophylla 2004 ALS, PPO Múltipla Bidens subalternans 2006 ALS, Fotossistema II Múltipla Conyza sumatrensis 2017 FSII,FSI, PPO, EPSP ? Amaranthus hybridus 2018 ALS, EPSP Múltipla Fonte: adaptado de HEAT,2020. Pode ser divido em 2 fases: 1) ALS,ACCASE: folha estreita; 2) EPSP: uso disseminado.
  • 12.  Nome científico: Digitaria insularis;  Família: Poaceae;  Nomes populares: amargoso, capim- amargoso, capim-flecha, capim- pororó, vassourinha. Características:  C4, perene, herbácea, ereta, entouceirada;  Atinge uma altura de 15 a 100 cm;  Reprodução por semente e rizomas. Capim-amargoso 12 Planta em seu desenvolvimento inicial. Fonte:Giraldeli, 2020.
  • 13.  Germinação com ou sem luz;  Ciclo de até 2 anos;  Boa adaptação ao território nacional, estimando infestando a maioria dos cultivos de grãos;  Enterrio de 4 cm afeta em 90% a emergência. Capim-amargoso 13 Planta adulta. Fonte: Bianchinni, 2020.
  • 14.  2008: uso indiscriminado de Glifosato = Resistência;  2016: em áreas de plantio convencional, a fenoxaprop e haloxyfop (ACCase);  Tendência do uso: resistência múltipla a glifosato e graminicidas. Capim-amargoso 14 E como está sua resistência?
  • 15.  O ideal é que a aplicação ocorra em plantas com até 2 perfilhos;  Controle tardio: pouco eficiente; Para controle tardio: O intervalo será de acordo com o tamanho da rebrota , recomendado quando estiver entre 10 e 20 cm. 15 Capim-amargoso Controle na entressafra do sistema soja-milho 1 Herbicidas sistêmicos ( glifosato e graminicidas); 2..3* Herbicidas de contato (glufosinato de amônio e paraquat)
  • 16. Posicionamento: 16 Pré-emergência Diclosulam, flumioxazin, s-metolachlor, trifluralina Pós-emergência Cletodim, haloxyfop, glifosato, paraquat, glufosinato de amônio Controle na pós-emergência da soja: • Plantas pequenas ou rebrota: Graminicidas (cletodim, haloxyfop), em soja RR associados a glifosato; Em áreas de alta incidência: • Uso de pré-emergente ? no sistema plante aplique e um sequencial em pós emergência.
  • 17. Cenário só com problema de Amargoso: Dessecação:  Glifosato + Graminicida (din/fop)  Zapp + Select; Pós-emergência:  Graminicida Select,Verdict ;  Glufosinato de amônio Finale, Liberty. Manejo nas áreas 17
  • 18. Tiririca 18  Nome cientifico: Cyperus rotundus;  Família: Cyperaceae;  Nomes populares: Tiririca, capim-dandá, junça-aromática. Características:  Planta perene, ereta, rizomatosa e tuberosa;  Caule liso, triangulado, não ramificado;  Atinge de 10 a 60 cm;  Reprodução predominante por tubérculos. Fonte:Agrobase, 2019.
  • 19.  Fácil disseminação;  Difícil controle;  Todos os tipos de solo;  Efeito alopático. Realidade em campo no momento:  De modo geral, problema em olericultura;  Baixa incidência na soja. 19 Tiririca Protocolo Araguaia 2020. Fonte: Almeida, 2020.
  • 20. Épocas de aplicação e moléculas: 20 Pré-emergentes Imazapic , Imazethapyr, Imazapyr, Sulfentrazone, Clamazone, Alachlor, Amicarbazone, Atrazine, Ametryn Bromacil + Diuron, Imazapic + Imazetapyr, Alachlor + Clamazone, Atrazine + Simazine/S-metolachlor, Pós-emergência Planta inicial Planta tardia Planta adulta Glyphosate, Halosulfuron, Ethoxysulfuron, Imazapyr, Sulfentrazone Glyphosate,Imazapyr, Sulfentrazone Glyphosate,Imazapyr Glyphosate + Imazethapyr Glyphosate + Imazethapyr Glyphosate + Imazethapyr
  • 21. Problema na safra 19/20: 21 Tiririca - Experimentos Manejo Araguaia: 1. Sumisoya + Assist (óleo); 2. Enchadex: time GEAGRA*; 3. Zapp QI: glifosato. Zapp, mas choveu* Manejo Basf: 1. (½)Sumisoya | (½)Dual gold; 2. Basagran +Assist (óleo); 3. Basagran +Assist (óleo). Protocolo Araguaia pós aplicação. Fonte: Dias, 2020. Protocolo Basf. Fonte: Medeiros, 2019.
  • 22.  I.A.: flumioxazina;  Aplique-plante, em pós-emergência?;  Intervalo de 1 dia;  Grupo químico: Ciclohexenodicarboximida;  Mecanismo de Ação:?;  Modo de ação: não seletivo, não sistêmico;  Formulação: Pó molhável;  Dose: 120g/ha; Sumisoya 22 No máximo 1 aplicação! Necessária adição de óleo mineral ou adjuvante não iônico ! Protox
  • 23. Em pós-emergência, da planta daninha e da cultura:  Dose: 50g/ha;  Soja: 2 a 3 trifólios?;  Não sendo necessário adicionar adjuvante ou espalhante. Sumisoya 23 No máximo 1 aplicação! Não recomendado aplicar em períodos de seca! V2-V3
  • 24. Basagran 24  I.A.: bentazonazona;  Intervalo de 3 a 4 dias;  Grupo químico: benzotiadiazinona;  Mecanismo de Ação:?;  Modo de ação: seletivo, não sistêmico;  Formulação: Concentrado Solúvel;  Dose: 1,6L/ha; * Adição de adjuvante oleoso: auxilia no controle e reduz evaporação. FSII
  • 25.  Nome científico: Conyza spp;  Espécies: C.Bonariensis, C. Canadensis, C. Sumatrensis;  Família: Asteraceae;  Nomes populares: buva, voadeira, rabo-de- foguete, arranha-gato, margaridinha-do- campo, buva melosa, margaridinha-melosa; Características:  Anual, herbácea, ereta;  Caule folioso, poucas ramificações;  Reprodução por sementes; Buva 25 Planta bem desenvolvida. Fonte: Giraldeli, 2020.
  • 26.  Década de 90 com S.P.D. não faz em sua totalidade = pouca palha;  Uso do convencional;  Frequência de moléculas;  Resistência a 5 mecanismos de ação;  Mecanismos da planta;  Controle em pousio. Buva 26 E como está sua resistência?
  • 27.  Conheça o histórico da área;  Rotação de mecanismo de ação;  Uso de pré-emergentes;  Princípios básicos para aplicação;  Aplicação em pós em pequeno porte. Buva 27 Para ajudar a evitar/reduzir a resistência, que eu posso fazer?
  • 28.  É fundamental que a aplicação ocorra em plantas de até 10 cm;  Controle em plantas acima de 16 cm, sequencial de herbicidas sistêmicos e de contato. Controle da buva na pós-emergêncida soja:  Poucas opções e difícil controle!  Alternativa: clorasulan e imazetapir ( soja até V2). 28 Buva Controle na entressafra do sistema soja-milho Lavoura de Soja infestada com Buva. Fonte: Segatto, 2020.
  • 29. Posicionamento: 29 Pré-emergencia Diclosulam, sulfrentrazone, flumioxazin, Pós-emergência Paraquat, chlorimuron, glufosinato de amônio, glifosato!, saflufenacil, 2,4 – D! Controle na pós-emergência com glifosato e 2,4 - D: Glifosato: controle de outras daninhas presentes; 2,4 - D: intervalo de 1 dia entre aplicação e semeadura. Cuidado ao associação com outros produtos!
  • 30. Cenário só com problema de Buva: Manejo outonal:  10 a 15 dias na entressafra (espera a palhada sentar*);  ZappQI (Gifosato) + Mirato (2,4-D) + Spider (diclosulam | residual)  Reglone (Diquat) – 10 dias antes do plantio ou no plantio. Manejo nas áreas 30
  • 31. Diclosulan, Flumioxazin, Sulfrentrazone*:  Ação residual no solo  banco de sementes;  Associado a herbicidas sistêmicos (glifosato, 2,4-D); *apresenta variação na seletividade para soja; Paraquat, Chlorimuron, Glifosato, Glufosinato de amônio, Saflufenacil, 2,4-D:  Sequencial  rebrota;  Residual: Chlorimuron;  Saflufenacil: sinergia com glifosato. Pré e Pós emergência 31
  • 32.  Preparo da calda:  pH da água;  Compatibilidade dos produtos em mistura de tanque;  Ordem de adição e cuidados no preparo;  Condições ambientais:  Temperatura: 20 a 30°C;  Umidade: 70 a 90%;  Ventos com velocidade abaixo de 10km/h;  Ideal de 2 a 6 horas sem chuva após aplicação. Condições para aplicação 32
  • 33.  Condições fisiológicas:  Plantas estressadas = queda na absorção e translocação;  Redução do metabolismo da cultura. Condições para aplicação 33 Fonte: Andef; adaptado de Mais Soja, 2020.
  • 34. Regulagem e calibração do maquinário :  Verificação das condições físicas do pulverizador;  Limpeza do pulverizador;  Pontas de pulverização:  Cônica, Leque;  Tamanho da gota:  Muito fina; fina; média; grossa; muito grossa; extremamente grossa;  Espaçamento entre bicos e qualidade das pontas: 34 Condições para aplicação Fonte: Catálogo 51-Pt Teejet, 2011.
  • 35. 35 E a realidade no campo? André Antonio Barboza Eng. Agrônomo  Área de atuação: Lucas do Rio verde – MT;  Quais produtos tem usado/recomendado? Buva:  Dessecação: glifosato + 2,4-D;  Pré-plantio: flumizyn (plante aplique ou aplique plante);  Alguns casos: Pacto (clorosulan), e Glifosato+Imazetapyr; Amargoso:  Na dessecação pré-plantio: cletodim;  Pós-plantio: cletodim ou quisalofope.
  • 36.  Área de atuação: São João d’Aliança, Alto Paraíso de Goiás, Água Fria, Planaltina/Goiás e Buriti Alto (Niquelândia);  Como está a incidência dessas daninhas na sua região? Buva: media dificuldade de controle, mas sempre um problema. Amargoso: problema sério, região infestada. Tiririca: sem incidência, problema em HF. 36 E a realidade no campo? Vanessa Carvalho Eng. Agrônoma
  • 37. Quais produtos tem usado/recomendado? Buva:  Dessecação pré-plantio, pós-emergência: Glifosato 720, ou glifosato + 2,4-D;  Dessecação pré-plantio: saflufenacil; Amargoso:  Pré-plantio cletodim e glifosato no pós, outra opção seria a trifluralina no plante aplique; 37 E a realidade no campo? Vanessa Carvalho Eng. Agrônoma
  • 38.  https://www.scielo.br/pdf/pd/v12n1/a03v12n1.pdf;  https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-83581994000100003&lng=pt&tlng=pt;  https://www.researchgate.net/profile/Ednaldo_Borgato/publication/307967746_Resistencia_de_plantas_daninhas_a_herbicidas_Termos _e_definicoes_importantes/links/57d444ce08ae601b39a8a701.pdf;  https://www.researchgate.net/profile/Ednaldo_Borgato/publication/307967699_Criterios_para_relato_de_novos_casos_de_resistencia_ de_plantas_daninhas_a_herbicidas/links/57d444b708ae5f03b4915e19/Criterios-para-relato-de-novos-casos-de-resistencia-de-plantas- daninhas-a-herbicidas.pdf;  http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/1555;  https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/965795/1/MANEJO.GERMANI.pdf;  https://agrobaseapp.com/brazil/weed/tiririca;  Heap, I. The International Survey of Herbicide Resistant Weeds. Online. Internet. Disponível em: www.weedscience.org, acesso em 23/10/20. Referencias bibliográficas 38
  • 39. Unindo conhecimento em prol Beatriz Almeida beatrizalmeidasn@gmail.com Obrigada!