SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 5
Liceu Nilo Peçanha
Disciplina: Literatura Profª: Tatiana Elizabeth Data: ___/___/____
Aluno(a): _________________________________________________________________ Turma: __________
Comparando imagens
A pintura abaixo representa a arte do Renascimento europeu.
O dilúvio universal,deMichelangelo,
1508-1512.
Na pintura renascentista acima a luz é difusa (espalhada) e atinge todas as figuras representadas com
intensidade semelhante. Nas imagens abaixo, a luz incide com força apenas em alguns elementos, e os
outros permanecem no escuro ou na penumbra, criando-se um forte contraste entre as iluminadas e as
sombreadas.
A crucificação de São Pedro, A descida da cruz,
do pintor italiano Caravaggio, 1600-1601. do pintor Peter Paulo Rubens, 1612-1614.
A presença da religião nas pinturas revela a importância que a Igreja ainda tinha na Europa do século
XVII.
O Barroco
Contexto histórico
No século XVI, a Europa viveu uma importante disputa
religiosa. Até então, a Igreja pregara que o homem só alcançaria a
salvação submetendo-se a uma série de rituais, entre os quais o
pagamento de indulgências para “comprar” o perdão divino.
Em 1517, o teólogo alemão Martinho Lutero denuncia, em
suas 95 teses pregadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg,
essa prática corrupta de vender o perdão e a passagempara o céu.
Tem início, assim, o movimento chamado de Reforma Protestante,
que pregava o poder do próprio indivíduo de chegar a Deus e de obter
o perdão e a salvação por meio da moral e da fé – e não por obras e
pagamentos.
A noção de que o perdão não dependia dos padres, bispos e
cardeais fez com que diminuísse bastante a influência da Igreja
católica em toda a Europa.
Preocupados com a perda de fiéis, os católicos reagiram com
o Concílio de Trento, convocado pelo papa Paulo III e realizado de 1545 a 1563, na cidade italiana de Trento. O
objetivo era emitir decretos disciplinares para recuperar os cristãos perdidos para a Reforma Protestante e
deixar clara a doutrina católica quanto à salvação, aos sacramentos e à Bíblia. Entre as medidas tomadas pelo
concílio podemos citar a reorganização e o fortalecimento da Inquisição (surgida no século XII) e a instituição
de uma lista de livros proibidos aos católicos, o Index Librorum Prohibitorum.
O Estilo Barroco
Barroco é o nome que se convencionou dar ao estilo da maioria das obras (músicas, pinturas, textos,
projetos arquitetônicos, esculturas) criadas entre o final do século XVI e meados do século XVIII. O Barroco foi
um período literário marcado por contrastes.
A arte barroca representa o homem nos seus momentos mais conflituosos, cheio de angústia ou em
estado de êxtase. Um dos conflitos eternos do ser humano diz respeito à relação entre a matéria e o espírito
(corpo e alma). O homem costuma buscar a síntese entre esses dois componentes, de forma a não perder sua
condição terrena (a marca do antropocentrismo) nem perder a possibilidade de uma vida divina após a morte
(o eixo do teocentrismo).
O Barroco retoma a religiosidade da Idade Média. No entanto, uma religiosidade acompanhada de
dúvidas e conflitos. A arte barroca buscava fundir concepções de mundo opostas – a medieval (o ser humano
sob o domínio da religião) e o classicista (o homem capaz de explicar o mundo racionalmente) –, e o resultado
é que as obras do período exprimem o conflito entre a fé e a razão, o divino e o humano, o espírito e o corpo.
Para exprimir o mundo contraditório e instável da época, os autores barrocos recorriam a uma
linguagem rebuscada, repleta de figuras de linguagem, e a uma tortuosidade do raciocínio que hoje podem
tornar seus textos difíceis deentender. Devemos pensar, entretanto, em quem eram os leitores da época: eram
poucos, certamente; a circulação dos textos literários estava restrita às universidades, à corte e à academia
(grupos de escritores e poetas que se reuniam para leituras conjuntas e disputas literárias). Portanto, tratava-
se de leitores aptos a compreender e apreciar uma linguagem altamente elaborada.
Um tema comum na literatura barroca é o descontentamento provocado pela constatação de que tudo
no mundo é instável. O bonito se torna feio, tudo o que vive acaba morrendo, e o ser humano, que não pode
alterar essa realidade, sente-se pequeno e miserável.
Daí vem outro tema barroco: a submissão à religião e a entrega da felicidade humana às mãos de Deus.
Nas artes visuais, a entrega a Deus aparece nas imagens do céu, mais claras e gloriosas que as terrenas,
representadas como tristes e sofridas.
O Barroco no Brasil
Entre os séculos XVI e XVIII, o Brasil
ainda era colônia de Portugal, e
apenas nas regiões urbanas mais
importantes da época – Recife e
Salvador, então capital e sede da
administração da colônia – havia
alguma produção artística. Essa
produção, seguindo os moldes de
Portugal, era voltada para o ideal da
Igreja.
Nessa época ainda não existia
imprensa no Brasil(que só chegou em
1808), por isso havia pouca
divulgação dos textos.
As correntes do Barroco
Cultismo – predomínio na poesia
A preocupação exagerada com a forma do texto, comum entre os escritores barrocos, especialmente
os poetas, ficou conhecida como cultismo. São características do cultismo o uso intenso de palavras eruditas,
metáforas e outras figuras de linguagem, assim como de neologismos (atribuição de novo significado a uma
palavra já existente), inversões na ordem da frase, trocadilhos e jogos de palavras.
Conceptismo – predomínio na prosa
Em oposição ao cultismo, o conceptismo impõe a ordem racionalista, lógica. O que importa não é
descrever um objeto ou um sentimento, mas conceituá-lo, apresentar sua essência. Para desenvolver seu
raciocínio, o escritor recorre a exemplos, a construções lógicas, comparações, hipérboles, imagens e
analogias.
Carpe diem: aproveita o dia presente
A antítese entre vida e morte está no centro da arte barroca. Daí decorre o sentimento da brevidade da
vida, da angústia da passagemdo tempo, que tudo destrói. O homem barroco oscila entre a renúncia e o gozo
dos prazeres da vida.
Comparando textos
Você pensa que a preocupação com a efemeridade das coisas da vida é algo do passado? Pois saiba que
até hoje os artistas produzem sobre esse tema. Leia a canção Como uma onda, de 1983, e perceba a mesma
preocupação de séculos atrás. A seguir, leia o soneto de Gregório de Matos:
Como uma onda
Nelson Motta e Lulu Santos
Moraliza o poeta nos ocidentes do sol a
inconstância dos bens do mundo
Gregório de Matos
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo
Agora há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
(MOTTA, Nelson; SANTOS, Lulu.
O ritmo do momento, WEA, 1983.)
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
depois da luz se segue a noite escura,
em tristes sombras morre a formosura,
em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a Luz é, por que não dura?
Como a beleza assimse transfigura?
Como o gosto da pena assimse fia?
Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,
na formosura não se dê constância,
e na alegria sinta-se tristeza.
Começa o mundo enfim pela ignorância,
e tem qualquer dos bens por natureza
a firmeza somente na inconstância.
Vocabulário:
constância: continuidade, imutabilidade
moralizar: fazer reflexões morais, discorrer sobre a moral
transfigurar-se: converter-se, transformar-se
1. Gregório de Matos, em seu poema Moraliza o poeta nos ocidentes do sol e a inconstância dos bens do
mundo, mostra por meio de antíteses a efemeridade da vida. Observe a semelhança entre o poema e a
canção:
1 “Nasce o sol, e não dura mais que um dia” (poema barroco)
2 “Nada do que foi será de novo [...]” (canção contemporânea)
3 “depois da Luz se segue a noite escura” (poema barroco)
4 “Tudo o que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo” (canção contemporânea)
a) Na linha 1, por exemplo, Gregório de Matos desenvolve a oposição entre nascer e morrer. Na linha 2,
seguindo um estilo semelhante ao do poeta barroco, Nelson Motta e Lulu Santos apresentam a oposição:
( ) dia X noite ( ) alegria X tristeza ( ) bem X mal ( ) passado X futuro
b) As palavras da canção que confirmam sua resposta anterior são:
( ) foi e será ( ) nada e novo
c) Na linha 3, Gregório de Matos opõe luz a noite escura, uma antítese que pode representar a oposição entre
vida e morte. A oposição desenvolvida por Nelson Motta e Lulu Santos na linha 4 é.
( ) visão X cegueira ( ) presente X passado ( ) hora X segundo
d) As palavras que confirmam sua resposta anterior são:
( ) tudo e não ( ) vê e viu ( ) não e sim
e) A antítese criada na canção está relacionada, portanto,
( ) ao tempo do verbo ( ) a substantivos antônimos ( ) a adjetivos antônimos
2. Na canção, a vida é comparada:
a) ao dia, porque sempre tem um fim, chega a noite e ele se finda.
b) ao mar, porque está sempre em movimento, sempre se modificando.
c) a uma fuga, porque é preciso fugir dos problemas que nela aparecem.
3. Os pronomes indefinidos que auxiliam na construção da temática de transitoriedade na letra de Nelson
Motta e Lulu Santos são:
a) um e uma
b) tudo e nada
c) num e no
4. Os advérbios que ajudam a criar a ideia de oposição são:
a) igual e tudo
b) não e nem
c) dentro e fora
À sua mulher antes de casar
(Gregório de Matos)
[...]
Goza, goza da flor da mocidade,
Que o tempo trota a toda ligeireza,
E imprime em toda a flor sua pisada.
Oh, não aguardes, que a madura idade
Te converta em flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sobra, em nada.
5. Responda:
A que se opõem a brevidade da vida e o gozo de seus
prazeres (carpe diem)?
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
6. Leia outro soneto de Gregório de Matos e responda às perguntas:
A Jesus Cristo Nosso Senhor
Gregório de Matos
Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido;
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida e já cobrada
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na Sacra História,
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
Vocabulário:
clemência: bondade; indulgência;
disposição para perdoar as ofensas.
cobrar: recuperar.
delinquido: cometido faltas graves,
pecados.
despido: despeço.
há ofendido: tem ofendido.
hei pecado: tenho pecado (ideia de
duração, frequência).
irar: enfurecer, enraivecer.
lisonjeado: satisfeito; enaltecido.
sobejar: sobrar; exceder os limites do
necessário; bastar.
a) O eu lírico do poema dirige-se a alguém, a um suposto ouvinte. A quem? Que nomes ele utiliza para invocar
esse ouvinte?
_______________________________________________________________________________________
b) O segundo nome (Pastor Divino) que o eu lírico utiliza para invocar seu ouvinte tem relação com
determinado aspecto do poema. Com qual?
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
c) O eu lírico confessa-se pecador, pede perdão e apresenta um argumento para ser perdoado. De que
argumento se trata?
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
d) Na terceira estrofe o eu lírico recorre à Bíblia para sustentar mais um argumento que justifica o perdão
divino. Justifique essa afirmativa.
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
e) O que acontecerá, segundo o eu lírico, caso o “Pastor Divino” (Jesus Cristo) não lhe conceda o perdão?
_______________________________________________________________________________________
f) Uma das características marcantes da época em que foi composto o poema (o Barroco) é a inversão da
ordem das palavras ou orações. Para entendê-lo é importante reorganizar tudo na ordem direta. Coloque
na ordem direta a 1ª estrofe.
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

epport10_palavras_divergentes_convergentes.ppt
epport10_palavras_divergentes_convergentes.pptepport10_palavras_divergentes_convergentes.ppt
epport10_palavras_divergentes_convergentes.pptHELENAFERREIRA976148
 
Linhas de análise ela canta pobre ceifeira
Linhas de análise ela canta pobre ceifeiraLinhas de análise ela canta pobre ceifeira
Linhas de análise ela canta pobre ceifeiraAna Isabel Falé
 
Diferenças entre texto dramático e texto narrativo
Diferenças entre texto dramático e texto narrativoDiferenças entre texto dramático e texto narrativo
Diferenças entre texto dramático e texto narrativosuzanamar
 
HistóRia Do Teatro LíNgua Portuguesa
HistóRia Do Teatro   LíNgua PortuguesaHistóRia Do Teatro   LíNgua Portuguesa
HistóRia Do Teatro LíNgua PortuguesaTeresa Pombo
 
Segunda fase do Modernismo no Brasil
Segunda fase do Modernismo no BrasilSegunda fase do Modernismo no Brasil
Segunda fase do Modernismo no Brasileeadolpho
 
Formação de palavras a derivação e composição
Formação de palavras  a derivação e composiçãoFormação de palavras  a derivação e composição
Formação de palavras a derivação e composiçãoTeresa Rocha
 
Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)
Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)
Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)Paula Meyer Piagentini
 
Trabalho de literatura- barroco
Trabalho de literatura- barroco Trabalho de literatura- barroco
Trabalho de literatura- barroco Rebeka Caetano Lima
 
Realismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, Simbolismo
Realismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, SimbolismoRealismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, Simbolismo
Realismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, SimbolismoPaula Meyer Piagentini
 
Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...
Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...
Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...FilipaFonseca
 
Poesia trovadoresca e palaciana
Poesia trovadoresca e palacianaPoesia trovadoresca e palaciana
Poesia trovadoresca e palacianaPaulo Rodrigues
 
Quando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de Camões
Quando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de CamõesQuando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de Camões
Quando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de Camõesgustavocnm
 
Linguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdf
Linguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdfLinguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdf
Linguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdfGernciadeProduodeMat
 
Exercícios sobre coerência e coesão
Exercícios sobre coerência e coesãoExercícios sobre coerência e coesão
Exercícios sobre coerência e coesãoma.no.el.ne.ves
 
Ironia e humor em textos variados 2
Ironia e humor em textos variados 2Ironia e humor em textos variados 2
Ironia e humor em textos variados 2Eudesia Carvalho
 

Mais procurados (20)

Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
epport10_palavras_divergentes_convergentes.ppt
epport10_palavras_divergentes_convergentes.pptepport10_palavras_divergentes_convergentes.ppt
epport10_palavras_divergentes_convergentes.ppt
 
Modernismo em Portugal
Modernismo em PortugalModernismo em Portugal
Modernismo em Portugal
 
Linhas de análise ela canta pobre ceifeira
Linhas de análise ela canta pobre ceifeiraLinhas de análise ela canta pobre ceifeira
Linhas de análise ela canta pobre ceifeira
 
Diferenças entre texto dramático e texto narrativo
Diferenças entre texto dramático e texto narrativoDiferenças entre texto dramático e texto narrativo
Diferenças entre texto dramático e texto narrativo
 
HistóRia Do Teatro LíNgua Portuguesa
HistóRia Do Teatro   LíNgua PortuguesaHistóRia Do Teatro   LíNgua Portuguesa
HistóRia Do Teatro LíNgua Portuguesa
 
Segunda fase do Modernismo no Brasil
Segunda fase do Modernismo no BrasilSegunda fase do Modernismo no Brasil
Segunda fase do Modernismo no Brasil
 
Formação de palavras a derivação e composição
Formação de palavras  a derivação e composiçãoFormação de palavras  a derivação e composição
Formação de palavras a derivação e composição
 
Atividade com gabarito
Atividade com gabaritoAtividade com gabarito
Atividade com gabarito
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)
Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)
Lista de exercícios de Literatura (Vanguardas Europeias e Modernismo no Brasil)
 
Trabalho de literatura- barroco
Trabalho de literatura- barroco Trabalho de literatura- barroco
Trabalho de literatura- barroco
 
Barroco
Barroco   Barroco
Barroco
 
Realismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, Simbolismo
Realismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, SimbolismoRealismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, Simbolismo
Realismo, Naturalismo, Impressionismo, Parnasianismo, Simbolismo
 
Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...
Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...
Ricardo Reis - Análise do poema "Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio"...
 
Poesia trovadoresca e palaciana
Poesia trovadoresca e palacianaPoesia trovadoresca e palaciana
Poesia trovadoresca e palaciana
 
Quando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de Camões
Quando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de CamõesQuando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de Camões
Quando o Sol encoberto vai Mostrando - Sonetos de Camões
 
Linguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdf
Linguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdfLinguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdf
Linguagens 2ª SÉRIE 3º Bimestre Professor.pdf
 
Exercícios sobre coerência e coesão
Exercícios sobre coerência e coesãoExercícios sobre coerência e coesão
Exercícios sobre coerência e coesão
 
Ironia e humor em textos variados 2
Ironia e humor em textos variados 2Ironia e humor em textos variados 2
Ironia e humor em textos variados 2
 

Destaque

Ejercicios intraclase
Ejercicios intraclaseEjercicios intraclase
Ejercicios intraclaseMayra Zulay
 
Marisezappa espanhol-gramatica-01
Marisezappa espanhol-gramatica-01Marisezappa espanhol-gramatica-01
Marisezappa espanhol-gramatica-01l1m2a3
 
Ejercicios practicos corregidos en clase
Ejercicios practicos corregidos en claseEjercicios practicos corregidos en clase
Ejercicios practicos corregidos en claselavenezueladeant
 
Capitulo iii. u. i ii gramática
Capitulo iii. u. i ii gramáticaCapitulo iii. u. i ii gramática
Capitulo iii. u. i ii gramáticaGraciela Rubio
 
Preguntas de español en el ENEM 2014.
Preguntas de español en el ENEM 2014.Preguntas de español en el ENEM 2014.
Preguntas de español en el ENEM 2014.Gonzalo Abio
 
Ejercicios evolucíón fonética 2
Ejercicios evolucíón fonética 2Ejercicios evolucíón fonética 2
Ejercicios evolucíón fonética 2maisaguevara
 
Gabarito do saerjinho 2015 1º bimestre
Gabarito do saerjinho 2015   1º bimestreGabarito do saerjinho 2015   1º bimestre
Gabarito do saerjinho 2015 1º bimestreTatiana Elizabeth
 
Evolución del castellano
Evolución del castellanoEvolución del castellano
Evolución del castellanoangely25
 
Origen del castellano
Origen del castellanoOrigen del castellano
Origen del castellanoangely25
 
Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015
Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015
Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015Tatiana Elizabeth
 
Juegos Cooperativos
Juegos CooperativosJuegos Cooperativos
Juegos Cooperativoscbravov
 
El Mundo Hispanohablante
El Mundo HispanohablanteEl Mundo Hispanohablante
El Mundo HispanohablanteProfemanuff
 
Semana 4 cepre unmsm 2009 ii
Semana 4 cepre unmsm 2009 iiSemana 4 cepre unmsm 2009 ii
Semana 4 cepre unmsm 2009 iicarlos_apuertas
 
origen y desarrollo de la lengua española
origen y desarrollo de la lengua españolaorigen y desarrollo de la lengua española
origen y desarrollo de la lengua españolajcgarlop
 

Destaque (20)

Filosofia 11
Filosofia 11Filosofia 11
Filosofia 11
 
Ejercicios intraclase
Ejercicios intraclaseEjercicios intraclase
Ejercicios intraclase
 
Español 11
Español 11Español 11
Español 11
 
EJERCICIOS EN CLASE
EJERCICIOS EN CLASEEJERCICIOS EN CLASE
EJERCICIOS EN CLASE
 
Marisezappa espanhol-gramatica-01
Marisezappa espanhol-gramatica-01Marisezappa espanhol-gramatica-01
Marisezappa espanhol-gramatica-01
 
Ejercicios practicos corregidos en clase
Ejercicios practicos corregidos en claseEjercicios practicos corregidos en clase
Ejercicios practicos corregidos en clase
 
Prova amarela 2011
Prova amarela   2011Prova amarela   2011
Prova amarela 2011
 
Capitulo iii. u. i ii gramática
Capitulo iii. u. i ii gramáticaCapitulo iii. u. i ii gramática
Capitulo iii. u. i ii gramática
 
Preguntas de español en el ENEM 2014.
Preguntas de español en el ENEM 2014.Preguntas de español en el ENEM 2014.
Preguntas de español en el ENEM 2014.
 
Ejercicios evolucíón fonética 2
Ejercicios evolucíón fonética 2Ejercicios evolucíón fonética 2
Ejercicios evolucíón fonética 2
 
Historia de España Actual
Historia de España ActualHistoria de España Actual
Historia de España Actual
 
Gabarito do saerjinho 2015 1º bimestre
Gabarito do saerjinho 2015   1º bimestreGabarito do saerjinho 2015   1º bimestre
Gabarito do saerjinho 2015 1º bimestre
 
Presentación andaluz 2012
Presentación andaluz 2012Presentación andaluz 2012
Presentación andaluz 2012
 
Evolución del castellano
Evolución del castellanoEvolución del castellano
Evolución del castellano
 
Origen del castellano
Origen del castellanoOrigen del castellano
Origen del castellano
 
Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015
Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015
Prova Espanhol - 3º ano do EM - 2015
 
Juegos Cooperativos
Juegos CooperativosJuegos Cooperativos
Juegos Cooperativos
 
El Mundo Hispanohablante
El Mundo HispanohablanteEl Mundo Hispanohablante
El Mundo Hispanohablante
 
Semana 4 cepre unmsm 2009 ii
Semana 4 cepre unmsm 2009 iiSemana 4 cepre unmsm 2009 ii
Semana 4 cepre unmsm 2009 ii
 
origen y desarrollo de la lengua española
origen y desarrollo de la lengua españolaorigen y desarrollo de la lengua española
origen y desarrollo de la lengua española
 

Semelhante a Barroco (20)

2- Perioddo Barroco.pptx
2- Perioddo Barroco.pptx2- Perioddo Barroco.pptx
2- Perioddo Barroco.pptx
 
Barroco - CILP
Barroco - CILPBarroco - CILP
Barroco - CILP
 
Barroco.ppt
Barroco.pptBarroco.ppt
Barroco.ppt
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
Barroco nota de aula -
Barroco nota de aula    - Barroco nota de aula    -
Barroco nota de aula -
 
Barroco: primeira parte
Barroco: primeira parteBarroco: primeira parte
Barroco: primeira parte
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
4 exercicios barroco-literatura_portugues
4   exercicios barroco-literatura_portugues4   exercicios barroco-literatura_portugues
4 exercicios barroco-literatura_portugues
 
Literatura aula 01 - quinhentismo, barroco e arcadismo
Literatura   aula 01 - quinhentismo, barroco e arcadismoLiteratura   aula 01 - quinhentismo, barroco e arcadismo
Literatura aula 01 - quinhentismo, barroco e arcadismo
 
Barroco 2.0
Barroco 2.0Barroco 2.0
Barroco 2.0
 
Barroco literatura
Barroco literatura Barroco literatura
Barroco literatura
 
Movimentos literários
Movimentos literáriosMovimentos literários
Movimentos literários
 
Prova de literatura 4ª unidade
Prova de literatura 4ª unidadeProva de literatura 4ª unidade
Prova de literatura 4ª unidade
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
 
Aula 05 barroco em portugal e literatura informativa
Aula 05   barroco em portugal e literatura informativaAula 05   barroco em portugal e literatura informativa
Aula 05 barroco em portugal e literatura informativa
 
Quinhentismo e barroco
Quinhentismo e barrocoQuinhentismo e barroco
Quinhentismo e barroco
 
4 a literatura_em_dialogo_com_outras_artes
4 a literatura_em_dialogo_com_outras_artes4 a literatura_em_dialogo_com_outras_artes
4 a literatura_em_dialogo_com_outras_artes
 
robertobaronas,+Gerente+da+revista,+19.pdf
robertobaronas,+Gerente+da+revista,+19.pdfrobertobaronas,+Gerente+da+revista,+19.pdf
robertobaronas,+Gerente+da+revista,+19.pdf
 

Mais de Tatiana Elizabeth

Mais de Tatiana Elizabeth (10)

Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
Atividade autorregulada
Atividade autorreguladaAtividade autorregulada
Atividade autorregulada
 
A estética de uma redação
A estética de uma redaçãoA estética de uma redação
A estética de uma redação
 
Prova Espanhol - 2º ano do EM - 2015
Prova Espanhol - 2º ano do EM - 2015Prova Espanhol - 2º ano do EM - 2015
Prova Espanhol - 2º ano do EM - 2015
 
Prova de Espanhol - 1º ano do EM - 2015
Prova de Espanhol - 1º ano do EM - 2015Prova de Espanhol - 1º ano do EM - 2015
Prova de Espanhol - 1º ano do EM - 2015
 
Prova Amarela - 2010
Prova Amarela - 2010Prova Amarela - 2010
Prova Amarela - 2010
 
Videos lengua y cultura
Videos lengua y culturaVideos lengua y cultura
Videos lengua y cultura
 
En el restaurante
En el restauranteEn el restaurante
En el restaurante
 
Apostila de espanhol eja
Apostila de espanhol ejaApostila de espanhol eja
Apostila de espanhol eja
 
Apostila noite 1º ano
Apostila noite   1º anoApostila noite   1º ano
Apostila noite 1º ano
 

Último

Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoVALMIRARIBEIRO1
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalcarlaOliveira438
 
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_AssisMemórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assisbrunocali007
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfssuserbb4ac2
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfcarloseduardogonalve36
 
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaIlda Bicacro
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteLeonel Morgado
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdfARIANAMENDES11
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"Ilda Bicacro
 
Plano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaPlano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaanapsuls
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfmaria794949
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Rosana Andrea Miranda
 
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxSão Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxMartin M Flynn
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptAula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptParticular
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 

Último (20)

Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_AssisMemórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
 
Plano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaPlano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola pública
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
 
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptxSão Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
São Filipe Neri, fundador da a Congregação do Oratório 1515-1595.pptx
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
 
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptAula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
 

Barroco

  • 1. Liceu Nilo Peçanha Disciplina: Literatura Profª: Tatiana Elizabeth Data: ___/___/____ Aluno(a): _________________________________________________________________ Turma: __________ Comparando imagens A pintura abaixo representa a arte do Renascimento europeu. O dilúvio universal,deMichelangelo, 1508-1512. Na pintura renascentista acima a luz é difusa (espalhada) e atinge todas as figuras representadas com intensidade semelhante. Nas imagens abaixo, a luz incide com força apenas em alguns elementos, e os outros permanecem no escuro ou na penumbra, criando-se um forte contraste entre as iluminadas e as sombreadas. A crucificação de São Pedro, A descida da cruz, do pintor italiano Caravaggio, 1600-1601. do pintor Peter Paulo Rubens, 1612-1614. A presença da religião nas pinturas revela a importância que a Igreja ainda tinha na Europa do século XVII.
  • 2. O Barroco Contexto histórico No século XVI, a Europa viveu uma importante disputa religiosa. Até então, a Igreja pregara que o homem só alcançaria a salvação submetendo-se a uma série de rituais, entre os quais o pagamento de indulgências para “comprar” o perdão divino. Em 1517, o teólogo alemão Martinho Lutero denuncia, em suas 95 teses pregadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg, essa prática corrupta de vender o perdão e a passagempara o céu. Tem início, assim, o movimento chamado de Reforma Protestante, que pregava o poder do próprio indivíduo de chegar a Deus e de obter o perdão e a salvação por meio da moral e da fé – e não por obras e pagamentos. A noção de que o perdão não dependia dos padres, bispos e cardeais fez com que diminuísse bastante a influência da Igreja católica em toda a Europa. Preocupados com a perda de fiéis, os católicos reagiram com o Concílio de Trento, convocado pelo papa Paulo III e realizado de 1545 a 1563, na cidade italiana de Trento. O objetivo era emitir decretos disciplinares para recuperar os cristãos perdidos para a Reforma Protestante e deixar clara a doutrina católica quanto à salvação, aos sacramentos e à Bíblia. Entre as medidas tomadas pelo concílio podemos citar a reorganização e o fortalecimento da Inquisição (surgida no século XII) e a instituição de uma lista de livros proibidos aos católicos, o Index Librorum Prohibitorum. O Estilo Barroco Barroco é o nome que se convencionou dar ao estilo da maioria das obras (músicas, pinturas, textos, projetos arquitetônicos, esculturas) criadas entre o final do século XVI e meados do século XVIII. O Barroco foi um período literário marcado por contrastes. A arte barroca representa o homem nos seus momentos mais conflituosos, cheio de angústia ou em estado de êxtase. Um dos conflitos eternos do ser humano diz respeito à relação entre a matéria e o espírito (corpo e alma). O homem costuma buscar a síntese entre esses dois componentes, de forma a não perder sua condição terrena (a marca do antropocentrismo) nem perder a possibilidade de uma vida divina após a morte (o eixo do teocentrismo). O Barroco retoma a religiosidade da Idade Média. No entanto, uma religiosidade acompanhada de dúvidas e conflitos. A arte barroca buscava fundir concepções de mundo opostas – a medieval (o ser humano sob o domínio da religião) e o classicista (o homem capaz de explicar o mundo racionalmente) –, e o resultado é que as obras do período exprimem o conflito entre a fé e a razão, o divino e o humano, o espírito e o corpo. Para exprimir o mundo contraditório e instável da época, os autores barrocos recorriam a uma linguagem rebuscada, repleta de figuras de linguagem, e a uma tortuosidade do raciocínio que hoje podem tornar seus textos difíceis deentender. Devemos pensar, entretanto, em quem eram os leitores da época: eram poucos, certamente; a circulação dos textos literários estava restrita às universidades, à corte e à academia (grupos de escritores e poetas que se reuniam para leituras conjuntas e disputas literárias). Portanto, tratava- se de leitores aptos a compreender e apreciar uma linguagem altamente elaborada. Um tema comum na literatura barroca é o descontentamento provocado pela constatação de que tudo no mundo é instável. O bonito se torna feio, tudo o que vive acaba morrendo, e o ser humano, que não pode alterar essa realidade, sente-se pequeno e miserável. Daí vem outro tema barroco: a submissão à religião e a entrega da felicidade humana às mãos de Deus. Nas artes visuais, a entrega a Deus aparece nas imagens do céu, mais claras e gloriosas que as terrenas, representadas como tristes e sofridas. O Barroco no Brasil Entre os séculos XVI e XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal, e apenas nas regiões urbanas mais importantes da época – Recife e Salvador, então capital e sede da administração da colônia – havia alguma produção artística. Essa produção, seguindo os moldes de Portugal, era voltada para o ideal da Igreja. Nessa época ainda não existia imprensa no Brasil(que só chegou em 1808), por isso havia pouca divulgação dos textos.
  • 3. As correntes do Barroco Cultismo – predomínio na poesia A preocupação exagerada com a forma do texto, comum entre os escritores barrocos, especialmente os poetas, ficou conhecida como cultismo. São características do cultismo o uso intenso de palavras eruditas, metáforas e outras figuras de linguagem, assim como de neologismos (atribuição de novo significado a uma palavra já existente), inversões na ordem da frase, trocadilhos e jogos de palavras. Conceptismo – predomínio na prosa Em oposição ao cultismo, o conceptismo impõe a ordem racionalista, lógica. O que importa não é descrever um objeto ou um sentimento, mas conceituá-lo, apresentar sua essência. Para desenvolver seu raciocínio, o escritor recorre a exemplos, a construções lógicas, comparações, hipérboles, imagens e analogias. Carpe diem: aproveita o dia presente A antítese entre vida e morte está no centro da arte barroca. Daí decorre o sentimento da brevidade da vida, da angústia da passagemdo tempo, que tudo destrói. O homem barroco oscila entre a renúncia e o gozo dos prazeres da vida. Comparando textos Você pensa que a preocupação com a efemeridade das coisas da vida é algo do passado? Pois saiba que até hoje os artistas produzem sobre esse tema. Leia a canção Como uma onda, de 1983, e perceba a mesma preocupação de séculos atrás. A seguir, leia o soneto de Gregório de Matos: Como uma onda Nelson Motta e Lulu Santos Moraliza o poeta nos ocidentes do sol a inconstância dos bens do mundo Gregório de Matos Nada do que foi será De novo do jeito que já foi um dia Tudo passa Tudo sempre passará A vida vem em ondas Como um mar Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é Igual ao que a gente viu há um segundo Tudo muda o tempo todo No mundo Não adianta fugir Nem mentir pra si mesmo Agora há tanta vida lá fora Aqui dentro sempre Como uma onda no mar (MOTTA, Nelson; SANTOS, Lulu. O ritmo do momento, WEA, 1983.) Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, depois da luz se segue a noite escura, em tristes sombras morre a formosura, em contínuas tristezas a alegria. Porém se acaba o Sol, por que nascia? Se formosa a Luz é, por que não dura? Como a beleza assimse transfigura? Como o gosto da pena assimse fia? Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza, na formosura não se dê constância, e na alegria sinta-se tristeza. Começa o mundo enfim pela ignorância, e tem qualquer dos bens por natureza a firmeza somente na inconstância. Vocabulário: constância: continuidade, imutabilidade moralizar: fazer reflexões morais, discorrer sobre a moral transfigurar-se: converter-se, transformar-se
  • 4. 1. Gregório de Matos, em seu poema Moraliza o poeta nos ocidentes do sol e a inconstância dos bens do mundo, mostra por meio de antíteses a efemeridade da vida. Observe a semelhança entre o poema e a canção: 1 “Nasce o sol, e não dura mais que um dia” (poema barroco) 2 “Nada do que foi será de novo [...]” (canção contemporânea) 3 “depois da Luz se segue a noite escura” (poema barroco) 4 “Tudo o que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo” (canção contemporânea) a) Na linha 1, por exemplo, Gregório de Matos desenvolve a oposição entre nascer e morrer. Na linha 2, seguindo um estilo semelhante ao do poeta barroco, Nelson Motta e Lulu Santos apresentam a oposição: ( ) dia X noite ( ) alegria X tristeza ( ) bem X mal ( ) passado X futuro b) As palavras da canção que confirmam sua resposta anterior são: ( ) foi e será ( ) nada e novo c) Na linha 3, Gregório de Matos opõe luz a noite escura, uma antítese que pode representar a oposição entre vida e morte. A oposição desenvolvida por Nelson Motta e Lulu Santos na linha 4 é. ( ) visão X cegueira ( ) presente X passado ( ) hora X segundo d) As palavras que confirmam sua resposta anterior são: ( ) tudo e não ( ) vê e viu ( ) não e sim e) A antítese criada na canção está relacionada, portanto, ( ) ao tempo do verbo ( ) a substantivos antônimos ( ) a adjetivos antônimos 2. Na canção, a vida é comparada: a) ao dia, porque sempre tem um fim, chega a noite e ele se finda. b) ao mar, porque está sempre em movimento, sempre se modificando. c) a uma fuga, porque é preciso fugir dos problemas que nela aparecem. 3. Os pronomes indefinidos que auxiliam na construção da temática de transitoriedade na letra de Nelson Motta e Lulu Santos são: a) um e uma b) tudo e nada c) num e no 4. Os advérbios que ajudam a criar a ideia de oposição são: a) igual e tudo b) não e nem c) dentro e fora À sua mulher antes de casar (Gregório de Matos) [...] Goza, goza da flor da mocidade, Que o tempo trota a toda ligeireza, E imprime em toda a flor sua pisada. Oh, não aguardes, que a madura idade Te converta em flor, essa beleza, Em terra, em cinza, em pó, em sobra, em nada. 5. Responda: A que se opõem a brevidade da vida e o gozo de seus prazeres (carpe diem)? ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________ ____________________________________________
  • 5. 6. Leia outro soneto de Gregório de Matos e responda às perguntas: A Jesus Cristo Nosso Senhor Gregório de Matos Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado, Da vossa alta clemência me despido; Porque quanto mais tenho delinquido, Vos tenho a perdoar mais empenhado. Se basta a vos irar tanto pecado, A abrandar-vos sobeja um só gemido; Que a mesma culpa, que vos há ofendido, Vos tem para o perdão lisonjeado. Se uma ovelha perdida e já cobrada Glória tal e prazer tão repentino Vos deu, como afirmais na Sacra História, Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada, Cobrai-a; e não queirais, Pastor Divino, Perder na vossa ovelha a vossa glória. Vocabulário: clemência: bondade; indulgência; disposição para perdoar as ofensas. cobrar: recuperar. delinquido: cometido faltas graves, pecados. despido: despeço. há ofendido: tem ofendido. hei pecado: tenho pecado (ideia de duração, frequência). irar: enfurecer, enraivecer. lisonjeado: satisfeito; enaltecido. sobejar: sobrar; exceder os limites do necessário; bastar. a) O eu lírico do poema dirige-se a alguém, a um suposto ouvinte. A quem? Que nomes ele utiliza para invocar esse ouvinte? _______________________________________________________________________________________ b) O segundo nome (Pastor Divino) que o eu lírico utiliza para invocar seu ouvinte tem relação com determinado aspecto do poema. Com qual? _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ c) O eu lírico confessa-se pecador, pede perdão e apresenta um argumento para ser perdoado. De que argumento se trata? _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ d) Na terceira estrofe o eu lírico recorre à Bíblia para sustentar mais um argumento que justifica o perdão divino. Justifique essa afirmativa. _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ e) O que acontecerá, segundo o eu lírico, caso o “Pastor Divino” (Jesus Cristo) não lhe conceda o perdão? _______________________________________________________________________________________ f) Uma das características marcantes da época em que foi composto o poema (o Barroco) é a inversão da ordem das palavras ou orações. Para entendê-lo é importante reorganizar tudo na ordem direta. Coloque na ordem direta a 1ª estrofe. _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________