O texto descreve duas espécies de artistas: aqueles que vêem as coisas normalmente e fazem arte pura seguindo os ritmos da vida, e aqueles que vêem as coisas anormalmente e interpretam a natureza à luz de teorias efêmeras. O autor critica essas últimas obras, chamando-as de produtos da decadência. Ele usa como exemplo uma exposição da Sra. Malfatti que mostrava tendências forçadas às extravagâncias de Picasso, sem beleza ou prazer.