O documento discute a importância de uma avaliação formativa e inclusiva na alfabetização, ressaltando que o objetivo deve ser promover a aprendizagem e não rotular os alunos como aptos ou não. Propõe uma abordagem dialógica e construtiva, que considere as singularidades e experiências dos educandos, visando o desenvolvimento contínuo e a superação de dificuldades. Também critica práticas tradicionais de avaliação que resultam em exclusão e busca sugerir alternativas para garantir o direito à alfabetização.