CRP-0357 Produção Gráfica
Aula 3 Critérios de avaliação gráfica e alfabetização visual
O design depende de: Objetivos Público Formato Resposta
O que é direção de arte? Idéia vs. Arte vs. Design
Mundo digital (o design faz parte das mudanças)
O contato com o mundo: Se tornou artificial e simbólico. É um mundo impessoal, distante e frio. Pior: não é tão estranho. Nós nascemos nele e nos acostumamos muito rápido às coisas sem equivalente material. Um bombardeio em Bagdá é um show de luzes parecido com o ano novo em Copacabana. Um corte no dedo é mais real que gente morrendo queimada no World Trade Center. Examine a situação: Não a classifique, nem a condene, nem tenha “saudades” de tempos em que você não viveu nem pode resgatar. Tente compreender onde voc ê  está.
Crise de referências Todos buscam rótulos para explicar a situação. Mas os novos objetos, idéias e acontecimentos precisam de novas palavras para descrevê-los. Os conceitos são fluidos, as categorias, rígidas. O design é fundamental: a comunicação se baseia em símbolos exteriores. Os códigos mudam, voc ê é  o que consome. O consumidor  mimado  torna as empresas esquizofrênicas. Elas se desdobram para fazer o que ele quer – e mim á-lo ainda mais. O mundo é um grande espetáculo. O ambiente de símbolos não é novo. Ele se chama interface. Seu planejamento é a principal função do design.
A música, por exemplo: Os gregos acreditavam que um som com v ários instrumentos seria como um discurso com vários oradores simultâneos: uma bagunça. O som medieval não conhecia a escala de 12 notas. Seus sons eram compostos com menos acordes. As polifonias perturbaram muitos ouvintes que as percebiam como massas sonoras sem distinção. O Free Jazz de Ornette Coleman até hoje é difícil de se ouvir. A música erudita criada a partir do século XX também. Elvis não morreu: abandonou o rock por não compreendê-lo. Onde estão o Ritmo e a Poesia do RAP? Como colocar scratch, sampling e m úsica eletrônica em uma partitura?
O que faz o “bom” design? Harmonia Equilíbrio Imagem vs. Fundo Ênfase, hierarquia Formas Camadas Contraste Fluxo / Ritmo Simplicidade / Síntese
Mas isso é muito hermético Design  é sentimento e aprendizado, não pode ser transmitido. Já que não se pode transferir experiência, como usar os termos do cliente para transmitir design? Como falar de design em Marquetês?
Em Marketês: Coesão e assertividade Estabilidade Foco Ordem Familiaridade Curiosidade Visibilidade Continuidade Visão
Ou ainda: Brand Equity Assets Appeal Brand Religion Ownership Mindshare Awareness Synergy Focus
O universo cromático do executivo Popstars e estilistas: a vestimenta é metáfora da identidade Por que os outros t êm  que se vestir iguaizinhos? Dress code determina em vez de instruir limita em vez de incentivar cria “leis” por falta de crit ério  e medo do ridículo, o executivo se uniformiza suas roupas e cores parecem ter a intenç ão de  remover qualquer traço de personalidade e identidade. Calças cáqui, camisas brancas, tailleurs beges, ternos azuis, sapatos caramelo, blusas de seda creme e muito, muuuuito preto.  O guarda-roupa de uma viúva siciliana é uma policromia quando comparado com o de uma executiva.
O universo cromático do executivo Dress code Nesse ambiente, a "casual friday" se torna para muitos uma tortura, por falta de critério de escolha. E obriga o executivo a ter um "uniforme" para as sextas-feiras, da mesma forma que o tem para o resto da semana.  As roupas "profissionais" são, por comodismo e/ou conveniência (ou por medo de serem flagrados por colegas), repetidas em ambientes sociais e nos finais de semana Para muitos executivos, a única diferença entre a roupa de trabalho e a de lazer é a ausência de crachá Por que  é importante? A falta de referências acaba por prejudicar o trabalho dos profissionais de comunicação que o atendem.
O universo cromático do executivo O indivíduo se mimetiza com seu ambiente de carpetes, baias e esquadrias Ele não tem muitas opções de cor.  Acaba aprendendo a evitar cores vibrantes, chamativas ou "estranhas". Temos uma tendência natural a achar feio aquilo que desconhecemos.  Como alguém que não tenha contato e intimidade com o Amarelo pode escolhê-lo ou aprová-lo? N ão é  o mesmo que achar que se possa amar, jogar videogames, lutar kung-fu ou administrar empresas sem experiência prática?
Mais argumentos para formar critério
Harmonia
 
Equilíbrio
 
Imagem vs. Fundo
Imagem vs. Fundo  O olho separa a imagem do fundo: foco.  Ao contrário dos textos, não se "lê" imagens de forma segmentada e contínua.  A ordem de “leitura”:  A cena. Seus componentes.  A relação entre esses componentes.  Essa relação não é uma democracia.  Cada um "manda" por vez.  Quanto mais clara a separação entre imagem e fundo, maior a clareza da mensagem
 
Atenção:  A mensagem monótona ou irritante logo se transforma em fundo, instintivamente.  Para tentar recuperar a atenção do leitor a publicidade tenta gritar.  Isso tende a irritá-lo ainda mais.
 
 
Contraste
Contraste  Não é destaque: é o o que torna o mundo visível.  Enxergamos as coisas por sua relação com o ambiente em volta.  Por isso é necessário ter espaços em branco.
 
Ênfase e Hierarquia
Ênfase, hierarquia  Se todos gritam, ninguém escuta.  Ênfase:  Atrai a atenção do leitor e o guia pelo conteúdo  Determina ordem e hierarquia, evita a confusão e transmite a mensagem com maior eficiência.  A hierarquia estabelece uma ordem de leitura.  Em um design bem executado, nada está em um lugar “por acaso”.  Como comida, em que temperos e quantidades não são aleatórios Ou como música, que as notas seguem uma ordem estabelecida  Ou como palavras em uma frase.  O design funciona como uma expressão verbal.  Não seja tímido nem indefinido; seja assertivo e fale claramente.
 
Formas
Formas  São facilmente identificáveis.  Estabelecem relações entre os elementos visuais do design.  O leitor compõe / decompõe o que vê  É um exercício interativo.  Como em uma língua estrangeira, ele "desvenda" um segredo com cumplicidade.  O olho humano procura a simplicidade  Formas são estáveis, neutras, isoladas da confusão geral.  Formas são simples, regulares, simétricas, fechadas.
 
Camadas
Camadas Como um decote ou a janela do vizinho:  O que não é mostrado, mas sugerido, provoca  Atiça a curiosidade e o interesse ativo do leitor.  Estimula os sentidos na busca de descobertas.  Deixa transparecer, sugere novos tópicos. A satisfação do usuário não está com nada.  O bacana é a sedução do usuário
 
Fluxo e Ritmo
Fluxo / Ritmo  Como em música: orientam o público para uma rota específica.  Estabelecem continuidade, são extremamente confortáveis.  Pode-se variar, mas a estrutura básica não deve mudar.  Interromper o ritmo chama a atenção  A palavra em latim que dá origem a "texto" é a mesma que dá origem a "textura" e a "tecido".  A idéia era que o Calígrafo "costurava" o fio do pensamento. Quanto mais uniforme, melhor.  Linha de pensamento  Fio da meada
 
Simplicidade e Síntese Regra única: a mensagem deve ser CLARA e DIRETA, como uma bronca de pai.
 
Design: função Para quem nunca pensou em design e eficiência, imagine que ele deve agir como aquela citação ou piada (não muito) previsível que se vê em sitcoms . Ele n ão deve ser hermético, nem óbvio Deve gerar cumplicidade. Deve compartilhar referências exclusivas a um grupo. Deve ter sua identidade e personalidade. Assim, no ambiente em que tudo é possível, ele funciona como ponto de referência.
O que faz o “bom” design? Harmonia Equilíbrio Figura vs. Fundo Ênfase, hierarquia Formas Camadas Contraste Fluxo / Ritmo Simplicidade / Síntese
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Alguns argumentos técnicos: Proximidade e alinhamento Proporção Consistência Legibilidade
Proximidade e alinhamento Gestalt: reconhecemos, agrupamos e damos sentido a elementos que estão próximos. Além de agrupados, os elementos devem estar alinhados,  e esse alinhamento deve ser consistente: é bom repeti-lo em todas as páginas, sempre que o assunto ou a hierarquia de elementos forem os mesmos. Para romper com um alinhamento é preciso consciência (para calcular o impacto) e coragem: o novo alinhamento deve ser evidente e chamar a atenção. Se for só um pouquinho dá a impressão de descuido.  
Proximidade e alinhamento Defeito principal: elementos que parecem estar “soltos”, jogados em algum lugar sem nenhuma relação com as margens ou mesmo com os outros elementos de texto.  Isso costuma dar um enorme trabalho e desconforto ao leitor, que fica tentando procurar os pontos em comum. O agrupamento evidente dá ums sensação de harmonia e consistência gráfica.
Proporção Elementos complementares são proporcionais Componentes de uma mesma mensagem devem ser complementares – assim serão vistos como um todo. Dois elementos que tenham tamanhos, cores, formas ou direções diferentes têm naturalmente pesos diferentes. Uma das melhores formas de equilibrá-los é a proporção.
Consistência Crie as regras que quiser, mas depois respeite-as
Legibilidade Textos existem para serem lidos, Imagens existem para ser vistas.
Tarefa: WECA Cada aluno deve analisar, segundo os tópicos de design abordados na aula, as seguintes peças: Fotografia Quadro de Artes Plásticas Cartaz Basmala Mosaico Sumi-e Iluminura Caligrafia oriental Anúncio Website

Aula03

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    Aula 3 Critériosde avaliação gráfica e alfabetização visual
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    O design dependede: Objetivos Público Formato Resposta
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    O que édireção de arte? Idéia vs. Arte vs. Design
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    Mundo digital (odesign faz parte das mudanças)
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    O contato como mundo: Se tornou artificial e simbólico. É um mundo impessoal, distante e frio. Pior: não é tão estranho. Nós nascemos nele e nos acostumamos muito rápido às coisas sem equivalente material. Um bombardeio em Bagdá é um show de luzes parecido com o ano novo em Copacabana. Um corte no dedo é mais real que gente morrendo queimada no World Trade Center. Examine a situação: Não a classifique, nem a condene, nem tenha “saudades” de tempos em que você não viveu nem pode resgatar. Tente compreender onde voc ê está.
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    Crise de referênciasTodos buscam rótulos para explicar a situação. Mas os novos objetos, idéias e acontecimentos precisam de novas palavras para descrevê-los. Os conceitos são fluidos, as categorias, rígidas. O design é fundamental: a comunicação se baseia em símbolos exteriores. Os códigos mudam, voc ê é o que consome. O consumidor mimado torna as empresas esquizofrênicas. Elas se desdobram para fazer o que ele quer – e mim á-lo ainda mais. O mundo é um grande espetáculo. O ambiente de símbolos não é novo. Ele se chama interface. Seu planejamento é a principal função do design.
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    A música, porexemplo: Os gregos acreditavam que um som com v ários instrumentos seria como um discurso com vários oradores simultâneos: uma bagunça. O som medieval não conhecia a escala de 12 notas. Seus sons eram compostos com menos acordes. As polifonias perturbaram muitos ouvintes que as percebiam como massas sonoras sem distinção. O Free Jazz de Ornette Coleman até hoje é difícil de se ouvir. A música erudita criada a partir do século XX também. Elvis não morreu: abandonou o rock por não compreendê-lo. Onde estão o Ritmo e a Poesia do RAP? Como colocar scratch, sampling e m úsica eletrônica em uma partitura?
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    O que fazo “bom” design? Harmonia Equilíbrio Imagem vs. Fundo Ênfase, hierarquia Formas Camadas Contraste Fluxo / Ritmo Simplicidade / Síntese
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    Mas isso émuito hermético Design é sentimento e aprendizado, não pode ser transmitido. Já que não se pode transferir experiência, como usar os termos do cliente para transmitir design? Como falar de design em Marquetês?
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    Em Marketês: Coesãoe assertividade Estabilidade Foco Ordem Familiaridade Curiosidade Visibilidade Continuidade Visão
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    Ou ainda: BrandEquity Assets Appeal Brand Religion Ownership Mindshare Awareness Synergy Focus
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    O universo cromáticodo executivo Popstars e estilistas: a vestimenta é metáfora da identidade Por que os outros t êm que se vestir iguaizinhos? Dress code determina em vez de instruir limita em vez de incentivar cria “leis” por falta de crit ério e medo do ridículo, o executivo se uniformiza suas roupas e cores parecem ter a intenç ão de remover qualquer traço de personalidade e identidade. Calças cáqui, camisas brancas, tailleurs beges, ternos azuis, sapatos caramelo, blusas de seda creme e muito, muuuuito preto. O guarda-roupa de uma viúva siciliana é uma policromia quando comparado com o de uma executiva.
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    O universo cromáticodo executivo Dress code Nesse ambiente, a "casual friday" se torna para muitos uma tortura, por falta de critério de escolha. E obriga o executivo a ter um "uniforme" para as sextas-feiras, da mesma forma que o tem para o resto da semana. As roupas "profissionais" são, por comodismo e/ou conveniência (ou por medo de serem flagrados por colegas), repetidas em ambientes sociais e nos finais de semana Para muitos executivos, a única diferença entre a roupa de trabalho e a de lazer é a ausência de crachá Por que é importante? A falta de referências acaba por prejudicar o trabalho dos profissionais de comunicação que o atendem.
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    O universo cromáticodo executivo O indivíduo se mimetiza com seu ambiente de carpetes, baias e esquadrias Ele não tem muitas opções de cor. Acaba aprendendo a evitar cores vibrantes, chamativas ou "estranhas". Temos uma tendência natural a achar feio aquilo que desconhecemos. Como alguém que não tenha contato e intimidade com o Amarelo pode escolhê-lo ou aprová-lo? N ão é o mesmo que achar que se possa amar, jogar videogames, lutar kung-fu ou administrar empresas sem experiência prática?
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    Mais argumentos paraformar critério
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    Imagem vs. Fundo O olho separa a imagem do fundo: foco. Ao contrário dos textos, não se "lê" imagens de forma segmentada e contínua. A ordem de “leitura”: A cena. Seus componentes. A relação entre esses componentes. Essa relação não é uma democracia. Cada um "manda" por vez. Quanto mais clara a separação entre imagem e fundo, maior a clareza da mensagem
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    Atenção: Amensagem monótona ou irritante logo se transforma em fundo, instintivamente. Para tentar recuperar a atenção do leitor a publicidade tenta gritar. Isso tende a irritá-lo ainda mais.
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    Contraste Nãoé destaque: é o o que torna o mundo visível. Enxergamos as coisas por sua relação com o ambiente em volta. Por isso é necessário ter espaços em branco.
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    Ênfase, hierarquia Se todos gritam, ninguém escuta. Ênfase: Atrai a atenção do leitor e o guia pelo conteúdo Determina ordem e hierarquia, evita a confusão e transmite a mensagem com maior eficiência. A hierarquia estabelece uma ordem de leitura. Em um design bem executado, nada está em um lugar “por acaso”. Como comida, em que temperos e quantidades não são aleatórios Ou como música, que as notas seguem uma ordem estabelecida Ou como palavras em uma frase. O design funciona como uma expressão verbal. Não seja tímido nem indefinido; seja assertivo e fale claramente.
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    Formas Sãofacilmente identificáveis. Estabelecem relações entre os elementos visuais do design. O leitor compõe / decompõe o que vê É um exercício interativo. Como em uma língua estrangeira, ele "desvenda" um segredo com cumplicidade. O olho humano procura a simplicidade Formas são estáveis, neutras, isoladas da confusão geral. Formas são simples, regulares, simétricas, fechadas.
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    Camadas Como umdecote ou a janela do vizinho: O que não é mostrado, mas sugerido, provoca Atiça a curiosidade e o interesse ativo do leitor. Estimula os sentidos na busca de descobertas. Deixa transparecer, sugere novos tópicos. A satisfação do usuário não está com nada. O bacana é a sedução do usuário
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    Fluxo / Ritmo Como em música: orientam o público para uma rota específica. Estabelecem continuidade, são extremamente confortáveis. Pode-se variar, mas a estrutura básica não deve mudar. Interromper o ritmo chama a atenção A palavra em latim que dá origem a "texto" é a mesma que dá origem a "textura" e a "tecido". A idéia era que o Calígrafo "costurava" o fio do pensamento. Quanto mais uniforme, melhor. Linha de pensamento Fio da meada
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    Simplicidade e SínteseRegra única: a mensagem deve ser CLARA e DIRETA, como uma bronca de pai.
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    Design: função Paraquem nunca pensou em design e eficiência, imagine que ele deve agir como aquela citação ou piada (não muito) previsível que se vê em sitcoms . Ele n ão deve ser hermético, nem óbvio Deve gerar cumplicidade. Deve compartilhar referências exclusivas a um grupo. Deve ter sua identidade e personalidade. Assim, no ambiente em que tudo é possível, ele funciona como ponto de referência.
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    Proximidade e alinhamentoGestalt: reconhecemos, agrupamos e damos sentido a elementos que estão próximos. Além de agrupados, os elementos devem estar alinhados, e esse alinhamento deve ser consistente: é bom repeti-lo em todas as páginas, sempre que o assunto ou a hierarquia de elementos forem os mesmos. Para romper com um alinhamento é preciso consciência (para calcular o impacto) e coragem: o novo alinhamento deve ser evidente e chamar a atenção. Se for só um pouquinho dá a impressão de descuido.  
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    Proximidade e alinhamentoDefeito principal: elementos que parecem estar “soltos”, jogados em algum lugar sem nenhuma relação com as margens ou mesmo com os outros elementos de texto. Isso costuma dar um enorme trabalho e desconforto ao leitor, que fica tentando procurar os pontos em comum. O agrupamento evidente dá ums sensação de harmonia e consistência gráfica.
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    Proporção Elementos complementaressão proporcionais Componentes de uma mesma mensagem devem ser complementares – assim serão vistos como um todo. Dois elementos que tenham tamanhos, cores, formas ou direções diferentes têm naturalmente pesos diferentes. Uma das melhores formas de equilibrá-los é a proporção.
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    Consistência Crie asregras que quiser, mas depois respeite-as
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    Legibilidade Textos existempara serem lidos, Imagens existem para ser vistas.
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    Tarefa: WECA Cadaaluno deve analisar, segundo os tópicos de design abordados na aula, as seguintes peças: Fotografia Quadro de Artes Plásticas Cartaz Basmala Mosaico Sumi-e Iluminura Caligrafia oriental Anúncio Website