O documento discute os principais tópicos da filosofia, incluindo o que é filosofia, atitude filosófica, origens gregas da filosofia, natureza do conhecimento, razão versus experiência e metafísica.
O QUE ÉFILOSOFIA ?A Filosofia é um ramo do conhecimento que contesta o óbvio.
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ATITUDE FILOSÓFICAÉ interrogara si mesmo, desejando conhecer porque cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que são nossas crenças e nossos sentimentos.
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A Filosofia égregaA Filosofia, entendida como aspiração ao conhecimento racional, lógico e sistemático da realidade natural e humana, da origem e causas do mundo e de suas transformações, da origem e causas das ações humanas e do próprio pensamento, é um fato tipicamente grego.
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O pensamento chinêstoma duas características (masculino e feminino) existentes em alguns seres (os animais e os humanos) e considera que o Universo inteiro é feito da oposição entre qualidades atribuídas a dois sexos diferentes, de sorte que o mundo é organizado pelo princípio da sexualidade animal ou humana.
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O pensamento dePitágoras apanha a Natureza numa generalidade muito maisampla do que a sexualidade própria a alguns seres da Natureza, e faz distinçãoentre as qualidades sensoriais que nos aparecem e a estrutura invisível daNatureza, que, para ele, é de tipo matemático e alcançada apenas pelo intelecto,ou inteligência.
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O nascimento daFilosofiaOs historiadores da Filosofia dizem que ela possui data e local de nascimento:final do século VII e início do século VI antes de Cristo, nas colônias gregas da Ásia Menor (particularmente as que formavam uma região denominada Jônia), na cidade de Mileto. E o primeiro filósofo foi Tales de Mileto.
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A política éa liberdade de se expressar e de ter uma opinião. Sua finalidade é manter a ordem pública, defesa do território nacional e o bem social da população.
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Kim Jong-il Nassociedades orientais e não-gregas, o poder e o governo eram exercidos como autoridade absoluta da vontade pessoal e arbitrária de um só homem ou de um pequeno grupo de homens que decidiam sobre tudo, sem consultar a ninguém e sem justificar suas decisões para ninguém.
Para os gregos,mito é um discurso pronunciado ou proferido para ouvintes que recebem como verdadeira a narrativa, porque confiam naquele que narra; é uma narrativa feita em público, baseada, portanto, na autoridade e confiabilidade da pessoa do narrador. E essa autoridade vem do fato de que ele ou testemunhou diretamente o que está narrando ou recebeu a narrativa de quem testemunhou os acontecimentos narrados.
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Quem narra omito?O poeta-rapsodoQuem é ele? Por que tem autoridade?Poeta popular, ou cantor, que ia de cidade em cidade recitando poemas épicos: Homero era um rapsodo.Acredita-se que o poeta é um escolhido dos deuses, que lhe mostram os acontecimentos passados e permitem que ele veja a origem de todos os seres e de todas as coisas para que possa transmiti-la aos ouvintes. Sua palavra - o mito – é sagrada porque vem de uma revelação divina. O mito é, pois, incontestável e inquestionável.
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Cosmos, como jávimos, quer dizer mundo ordenado e organizado. Assim, a cosmogonia é a narrativa sobre o nascimento e a organização do mundo, a partir de forças geradoras (pai e mãe) divinas.
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A teogonia é,portanto, a narrativa daorigem dos deuses, a partir de seus pais e antepassados.
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O conhecimento épretensamente o tema mais importante da filosofia. O que podemos saber, como podemos saber, como podemos saber o que sabemos e o que é o conhecimento são questões centrais para a filosofia como um todo.
Os dois primeirostipos (contato e habilidade) sãoInteressantes, mas a filosofia volta-se, sobretudo,para o terceiro: o que é conhecer uma proposição.
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Uma proposição éum enunciado declarativo quefaz uma afirmação, p.ex. “elefantes são cinza”.
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Na vida diária,damos por certo que podemos “saber”tais proposições, confiando p. ex., nas evidências imediatasde nossos sentidos ou lembrando o que aprendemosno passado. Mas conhecemos de fato tantoquanto pensamos conhecer?
Em filosofia, aquestão do que podemos saberé de importância fundamental e é, muitas vezes,abordada mediante a contestação do ceticismo:a ideia de que nossas pretensões ao conhecimentoraramente são justificadas, se é que alguma vez o são.
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CETICISMOCeticismo é aideia de que, embora possamos tergrande número de crenças, de fato sabemos muitopouco, ou nada, certamente muito menos do que, em geral, supomos. Alguns dos maiores filósofosdo mundo defenderam o ceticismo, apresentandopoderosos argumentos a seu favor.
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O ceticismo supõeque a realidade poderia sermuito diferente do que parece, não no sentido de que afísica a revela como diferente, mas no sentido de queas aparências de que existe um mundo fora da mente,poderiam ser inteiramente enganosa.
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Portanto, o ceticismonos desafia a dizer como sabemosque a realidade é, em geral, como a experimentamos.
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CRENÇA E CONHECIMENTOIntuitivamente,diferenciamos crença e conhecimento.As pessoas podem ter falsas crenças. Mas se vocêsabe uma proposição, então deve ser verdadeira. Se você afirma que elefantes são rosados, e pensa queque sabe isso, está enganado. Se os elefantes não sãorosados, mas cinzentos, você não pode saber que sãorosados .
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O conhecimento requeralgum tipo de sustentação, alguma razão para se considerar que uma proposição em que acreditamos é verdadeira, em suma, ela precisa ser justificada.+=
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EVIDÊNCIASPara ter evidênciapara uma crença precisamos de motivos afora a crença, que justifiquem o que acreditamos ser verdadeiro.
Por vezes, arelação entre uma evidência e aquilo que ela evidencia é lógica.O USO DA LÓGICAP. ex., se você vê o cão atrás do gato, isso logicamente leva a que sua crença de que o gato esta na frente do cão é verdadeira.
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O USO DALÓGICAMas evidências, em geral, não levam logicamente àquilo que evidenciam, apenas dão motivos, talvez ótimos motivos, para se supor que a crença em questão é verdadeira. Note que você pode ter excelentes evidências para acreditar em algo, mas estar enganado.Normalmente, uma evidência não nos fornece uma garantia lógica de que nossa crença é verdadeira.
Como responder aocético e refutar seus argumentos?O cético ressalta que nossa crença de que a aparência é um bom guia da realidade não é justificada.
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Se o conhecimentoconsiste em crenças verdadeiras justificadas por evidências, quão forte precisa ser a justificação? Em geral, nos contentamos em ter bases bastante boas para supor que uma crença e verdadeira. E ter bases bastante boas para supor que uma crença e verdadeira não significa excluir inteiramente a possibilidade de erro.CONHECIMENTO REQUER CERTEZA?
Já que padrõesnormais de justificação pode levar a erros, devemos ter absoluta certeza de uma crença antes de poder chamá-la de conhecimento? A ideia de que uma crença só pode se qualificar como conhecimento se não houver possibilidade de que esteja errada é chamada de infalibilismo. Mas quão plausível é essa visão? Se o conhecimento só é possível nas situações em que estamos imunes ao erro, podemos conhecer muito pouca coisa ou nada.INFALIBILISMO
Em que medidao conhecimento depende de nossos sentidos? Descobrimos coisas sobre o mundo tanto por raciocínio como por experiência. Uma ênfase maior num ou noutro produziu duas escolas de pensamento sobre a fonte do conhecimento: racionalismo e empirismo.
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RACIONALISMOConcepção filosófica queafirma a razão como única faculdade de propiciar o conhecimento adequado da realidade. A razão, por iluminar o real e perceber as conexões e relações que o constituem, é a capacidade de apreender ou de ver as coisas em suas articulações ou interdependência em que se encontram umas com as outras.
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EMPIRISMOSob uma perspectivacontrária, os empiristas britânicos refutaram a existência das idéias inatas e postularam que a mente é uma tabula rasa ou página em branco, cujo material provém da experiência.
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Antes de discutirconhecimento, razão e experiência, precisamos introduzir alguma terminologia. A expressão latina “a priori” significa literalmente “do que vem antes”. Em filosofia, refere-se a conhecimento baseado em afirmações que não requerem experiência sensorial para serem tidas como verdadeiras. Para saber que “nenhum solteiro (a) é casado (a)” não precisamos sair a procura de solteiros (as) para verificá-lo, basta o que isso significa. Por outro lado, afirmações que só podem ser estabelecidas através de nossos cinco sentidos são chamadas “a posteriori”.DUAS MANEIRAS DE CONHECER
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DUAS MANEIRAS DECONHECERA distinção a priori/a posteriori expressa como verificamos ou estabelecemos que determinada afirmação é verdadeira. Não diz respeito ao modo como adquirimos os conceitos ou palavras envolvidos na compreensão inicial da afirmação de conhecimento.
METAFÍSICAA metafísica, umdos mais antigos e importantes ramos da filosofia, sobrepõe-se a outras grandes subdivisões, como a filosofia da mente e da religião, e é difícil defini-la precisamente. Talvez a melhor descrição da metafísica seja que ela busca responder a questões fundamentais sobre a natureza da realidade.
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Uma das primeirase mais interessantes teorias metafísicas é a teoria das ideias de Platão, um ótimo exemplo do quanto esse ramo da filosofia pode ser radical e desafiador ao senso comum. Segundo Platão, o mundo que pensamos observar a nossa volta é uma ilusão. A verdadeira realidade está oculta de nossos sentidos e só pode ser reconhecida por meio da razão.Outros metafísicos procuram definir até que ponto os objetivos e propriedades a nossa volta dependem de nossas mentes.METAFÍSICA
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Considere a propriedadede ser delicioso. Ela não é inteiramente objetiva, enraizando-se em nossa reação pessoal ao que experimentamos. Para que acha jiló delicioso, ele o é; para quem não acha, não são. Isso porque a delícia, ou não, do jiló está enraizada, em última análise, não no jiló, mas em nós. E quanto a outros aspectos da realidade? Poderiam outras coisas em geral supomos existirem independentemente de nossas mentes, como calor e até objetos físicos serem dependentes da mente?METAFÍSICA
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METAFÍSICAA metafísica contémtambém um dos mais antigos enigmas da filosofia. Platão tentou decifrar porque os espelhos invertem da direita para a esquerda, mas não de cima para baixo. Qual é a explicação dessa estranha assimetria?
Notas do Editor
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