TRIBUTOS FEDERAIS Professora Fernanda Drummond Parisi
PROGRAMA DO SEMESTRE PROGRAMA Imposto sobre produtos industrializados - IPI Imposto sobre a importação - II Imposto sobre a exportação - IE Imposto sobre a propriedade territorial rural - ITR Imposto sobre crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários e operações financeiras – IOF Imposto sobre grandes fortunas – ISGF Imposto sobre a renda – IR
PROGRAMA DO SEMESTRE PROGRAMA Contribuições – classificação e aspectos gerais Contribuições sociais Contribuições de entidades profissionais Contribuições de intervenção no Domínio Econômico PIS e COFINS sobre a importação Contribuições de melhoria Imunidades e isenções Empréstimos compulsórios Competência residual Jurisprudência judicial e administrativa Estudo de casos práticos
PROGRAMA DO SEMESTRE METODOLOGIA Aulas expositivas, estudo de casos práticos, seminários e trabalhos em grupo. Avaliação : 1. Participação em aula: 1,0 2. Seminários em aula: 1,0 3. Seminários expositivos: 2,0 4. Prova: 6,0 A nota final será a soma das avaliações listadas, chegando a 10.
PROGRAMA DO SEMESTRE SEMINÁRIOS EXPOSITIVOS TEMAS :  Imposto sobre crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários e operações financeiras – IOF Imposto sobre a propriedade territorial rural – ITR Contribuições Sociais Contribuições de intervenção no Domínio Econômico – CIDE PIS e COFINS sobre a importação
PROGRAMA DO SEMESTRE SEMINÁRIOS EXPOSITIVOS Os seminários expositivos serão realizados por grupos a serem formados na primeira aula. Os integrantes deverão preparar material de apoio (roteiro) para acompanhamento da turma e farão apresentação sobre o tema escolhido ou sorteado com duração de 30 a 40 minutos. A nota pelos seminários varia de 0 a 2 pontos (média final) e será dada uma nota ao grupo todo.
PROGRAMA DO SEMESTRE SEMINÁRIOS EM SALA DE AULA Os seminários em sala de aula também serão realizados em grupos, reunidos na primeira ou segunda metade da aula para responder e discutir as respostas formuladas pela professora. Após o término do tempo destinado a essa tarefa, os alunos deverão entregar a folha com as respostas do grupo escritas para a professora e haverá discussão com a classe sobre as respostas dos grupos.  As notas pelos seminários em grupo somadas corresponderão de 0 a 1 ponto na média final. Somente os alunos presentes e que participarem dos seminários receberão nota.
PROGRAMA DO SEMESTRE PROVA A prova final será realizada na última aula do curso de tributos federais, no dia 01 de junho de 2011 e contemplará toda a matéria discutida durante o semestre. A prova valerá de 0 a 6 pontos na média final, e serão respeitados os pontos de vista do aluno ainda que destoem da doutrina de apoio ou da opinião da professora, ressaltando-se que as respostas devem ser fundamentadas.
PROGRAMA DO SEMESTRE MATERIAL DE APOIO Além da indicação da bibliografia básica, serão disponibilizados aos alunos outros textos, material de apoio, julgados, etc., os quais serão indicados ou postados no  site  www.parasaber.com.br  no perfil da professora e/ou enviados por email ao representante de classe.
PROGRAMA DO SEMESTRE BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Amaro, Luciano.  Direito Tributário Brasileiro . Editora Saraiva. Carrazza, R oque Antonio.  Curso de Direito Constitucional Tributário . Editora Malheiros.  Carrazza, Roque Antonio.  Reflexões sobre a obrigação tributária . Editora Noeses. Carrazza, Roque Antonio.  Imposto sobre a renda . Editora Malheiros. Carvalho, Paulo de Barros.  Curso de Direito Tributário.  Editora Saraiva. Código Tributário Nacional . Editora Saraiva.
PROGRAMA DO SEMESTRE BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Constituição da República Federativa do Brasil . Editora Saraiva. Jardim, Eduardo Marcial Ferreira.  Manual de Direito Financeiro e Tributário.  Editora Saraiva. Jardim, Eduardo Marcial Ferreira e Pasin, João Bosco Coelho (coord.) Tributos em espécie. Fundamentos e Elementos. Editora Campus Jurídico. Melo, José Eduardo Soares de e Paulsen, Leandro. Impostos Federais, Estaduais e Municipais. Editora Livraria do Advogado. Melo, José Eduardo Soares de.  Contribuições Sociais no Direito Tributário . Editora Malheiros.
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Conceito tradicional: aptidão para criar tributos  in abstracto . Mediante lei É parte da competência legislativa; Fixada de forma rígida  (impossibilidade de invasão de competências, moldada pelos magnos princípios tributários e asseguradora do equilíbrio entre o poder de tributar e as garantias individuais – propriedade); Desenho do sistema constitucional tributário – duas faces da moeda; Competência tributária e autonomia das pessoas jurídicas de direito público – princípio federativo; Normas de estrutura;
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CARACTERÍSTICAS: privatividade  – cada ente político possui uma competência tributária privativa, isto é, exclusivamente sua, a qual não pode ser invadida ou exercida concomitantemente por outra pessoa jurídica de direito público. A privatividade está ligada à materialidade do tributo e territorialidade do ente competente; indelegabilidade  – a competência tributária não é algo que as pessoas jurídicas de direito público possam delegar. Uma vez recebidas as competências tributárias pela CF, estas sempre pertencerão aos entes públicos,  a não ser que seja editada nova Carta Magna; as normas de competência são cláusulas pétreas
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CTN - Art. 8º O não exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. incaducabilidade  – a competência tributária não caduca. Assim, ainda que não exercida em longo período de tempo, nada impede que aquele que a recebeu, querendo, venha a criar o tributo por meio de lei;  O direito não decai. inalterabilidade  – a competência tributária não pode ser alterada  (nem mesmo ampliada ou restringida),  pois foi rigidamente fixada CF, a qual não concedeu discricionariedade aos entes políticos que a recebera;. irrenunciabilidade  – assim como é indelegável, a competência tributária é irrenunciável, mesmo que assim o desejasse o ente político. A competência é matéria de direito público indisponível; e
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA facultatividade  – é a prerrogativa que os entes públicos possuem de exercer ou não a sua competência tributária, podendo optar pela inércia, ao invés de criar e arrecadar determinado tributo * .  *   Via de rega, pois há exceção em relação ao ICMS – modal deôntico obrigatório – inteligência do artigo 155, § 2º, XII. g Há autores que entendem que não é necessária a presença dessas seis características a denotar a competência tributária, mas a esse respeito concordamos com o professor Roque Carrazza que leciona serem todas elas traços deste instituto.  Exemplo: PBC não trata da privatividade .
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Não obstante não exista hierarquia jurídica entre as pessoas políticas de direito público, a CF/88 contemplou a União com mais tributos que qualquer outro ente. Compete à União instituir e arrecadar, dentre outros: IR, IPI, II, IE, IOF, ITR, ISGF, PIS, COFINS, CSLL, PIS-IMPORTAÇÃO, COFINS – IMPORTAÇÃO, CIDE, Contribuição previdenciária, SAT, FUST, FUNRURAL, INCRA, CONDECINE, “sistema S”, salário-educação, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios, competência residual.
FIM Obrigada a todos pela atenção! Fernanda Drummond Parisi

Aula introdutória - tributos municipais

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    TRIBUTOS FEDERAIS ProfessoraFernanda Drummond Parisi
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    PROGRAMA DO SEMESTREPROGRAMA Imposto sobre produtos industrializados - IPI Imposto sobre a importação - II Imposto sobre a exportação - IE Imposto sobre a propriedade territorial rural - ITR Imposto sobre crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários e operações financeiras – IOF Imposto sobre grandes fortunas – ISGF Imposto sobre a renda – IR
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    PROGRAMA DO SEMESTREPROGRAMA Contribuições – classificação e aspectos gerais Contribuições sociais Contribuições de entidades profissionais Contribuições de intervenção no Domínio Econômico PIS e COFINS sobre a importação Contribuições de melhoria Imunidades e isenções Empréstimos compulsórios Competência residual Jurisprudência judicial e administrativa Estudo de casos práticos
  • 4.
    PROGRAMA DO SEMESTREMETODOLOGIA Aulas expositivas, estudo de casos práticos, seminários e trabalhos em grupo. Avaliação : 1. Participação em aula: 1,0 2. Seminários em aula: 1,0 3. Seminários expositivos: 2,0 4. Prova: 6,0 A nota final será a soma das avaliações listadas, chegando a 10.
  • 5.
    PROGRAMA DO SEMESTRESEMINÁRIOS EXPOSITIVOS TEMAS : Imposto sobre crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários e operações financeiras – IOF Imposto sobre a propriedade territorial rural – ITR Contribuições Sociais Contribuições de intervenção no Domínio Econômico – CIDE PIS e COFINS sobre a importação
  • 6.
    PROGRAMA DO SEMESTRESEMINÁRIOS EXPOSITIVOS Os seminários expositivos serão realizados por grupos a serem formados na primeira aula. Os integrantes deverão preparar material de apoio (roteiro) para acompanhamento da turma e farão apresentação sobre o tema escolhido ou sorteado com duração de 30 a 40 minutos. A nota pelos seminários varia de 0 a 2 pontos (média final) e será dada uma nota ao grupo todo.
  • 7.
    PROGRAMA DO SEMESTRESEMINÁRIOS EM SALA DE AULA Os seminários em sala de aula também serão realizados em grupos, reunidos na primeira ou segunda metade da aula para responder e discutir as respostas formuladas pela professora. Após o término do tempo destinado a essa tarefa, os alunos deverão entregar a folha com as respostas do grupo escritas para a professora e haverá discussão com a classe sobre as respostas dos grupos. As notas pelos seminários em grupo somadas corresponderão de 0 a 1 ponto na média final. Somente os alunos presentes e que participarem dos seminários receberão nota.
  • 8.
    PROGRAMA DO SEMESTREPROVA A prova final será realizada na última aula do curso de tributos federais, no dia 01 de junho de 2011 e contemplará toda a matéria discutida durante o semestre. A prova valerá de 0 a 6 pontos na média final, e serão respeitados os pontos de vista do aluno ainda que destoem da doutrina de apoio ou da opinião da professora, ressaltando-se que as respostas devem ser fundamentadas.
  • 9.
    PROGRAMA DO SEMESTREMATERIAL DE APOIO Além da indicação da bibliografia básica, serão disponibilizados aos alunos outros textos, material de apoio, julgados, etc., os quais serão indicados ou postados no site www.parasaber.com.br no perfil da professora e/ou enviados por email ao representante de classe.
  • 10.
    PROGRAMA DO SEMESTREBIBLIOGRAFIA BÁSICA: Amaro, Luciano. Direito Tributário Brasileiro . Editora Saraiva. Carrazza, R oque Antonio. Curso de Direito Constitucional Tributário . Editora Malheiros. Carrazza, Roque Antonio. Reflexões sobre a obrigação tributária . Editora Noeses. Carrazza, Roque Antonio. Imposto sobre a renda . Editora Malheiros. Carvalho, Paulo de Barros. Curso de Direito Tributário. Editora Saraiva. Código Tributário Nacional . Editora Saraiva.
  • 11.
    PROGRAMA DO SEMESTREBIBLIOGRAFIA BÁSICA: Constituição da República Federativa do Brasil . Editora Saraiva. Jardim, Eduardo Marcial Ferreira. Manual de Direito Financeiro e Tributário. Editora Saraiva. Jardim, Eduardo Marcial Ferreira e Pasin, João Bosco Coelho (coord.) Tributos em espécie. Fundamentos e Elementos. Editora Campus Jurídico. Melo, José Eduardo Soares de e Paulsen, Leandro. Impostos Federais, Estaduais e Municipais. Editora Livraria do Advogado. Melo, José Eduardo Soares de. Contribuições Sociais no Direito Tributário . Editora Malheiros.
  • 12.
    COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Conceitotradicional: aptidão para criar tributos in abstracto . Mediante lei É parte da competência legislativa; Fixada de forma rígida (impossibilidade de invasão de competências, moldada pelos magnos princípios tributários e asseguradora do equilíbrio entre o poder de tributar e as garantias individuais – propriedade); Desenho do sistema constitucional tributário – duas faces da moeda; Competência tributária e autonomia das pessoas jurídicas de direito público – princípio federativo; Normas de estrutura;
  • 13.
    COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CARACTERÍSTICAS:privatividade – cada ente político possui uma competência tributária privativa, isto é, exclusivamente sua, a qual não pode ser invadida ou exercida concomitantemente por outra pessoa jurídica de direito público. A privatividade está ligada à materialidade do tributo e territorialidade do ente competente; indelegabilidade – a competência tributária não é algo que as pessoas jurídicas de direito público possam delegar. Uma vez recebidas as competências tributárias pela CF, estas sempre pertencerão aos entes públicos, a não ser que seja editada nova Carta Magna; as normas de competência são cláusulas pétreas
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    COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CTN- Art. 8º O não exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. incaducabilidade – a competência tributária não caduca. Assim, ainda que não exercida em longo período de tempo, nada impede que aquele que a recebeu, querendo, venha a criar o tributo por meio de lei; O direito não decai. inalterabilidade – a competência tributária não pode ser alterada (nem mesmo ampliada ou restringida), pois foi rigidamente fixada CF, a qual não concedeu discricionariedade aos entes políticos que a recebera;. irrenunciabilidade – assim como é indelegável, a competência tributária é irrenunciável, mesmo que assim o desejasse o ente político. A competência é matéria de direito público indisponível; e
  • 15.
    COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA facultatividade – é a prerrogativa que os entes públicos possuem de exercer ou não a sua competência tributária, podendo optar pela inércia, ao invés de criar e arrecadar determinado tributo * . * Via de rega, pois há exceção em relação ao ICMS – modal deôntico obrigatório – inteligência do artigo 155, § 2º, XII. g Há autores que entendem que não é necessária a presença dessas seis características a denotar a competência tributária, mas a esse respeito concordamos com o professor Roque Carrazza que leciona serem todas elas traços deste instituto. Exemplo: PBC não trata da privatividade .
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    COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Nãoobstante não exista hierarquia jurídica entre as pessoas políticas de direito público, a CF/88 contemplou a União com mais tributos que qualquer outro ente. Compete à União instituir e arrecadar, dentre outros: IR, IPI, II, IE, IOF, ITR, ISGF, PIS, COFINS, CSLL, PIS-IMPORTAÇÃO, COFINS – IMPORTAÇÃO, CIDE, Contribuição previdenciária, SAT, FUST, FUNRURAL, INCRA, CONDECINE, “sistema S”, salário-educação, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios, competência residual.
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    FIM Obrigada atodos pela atenção! Fernanda Drummond Parisi