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Drenos Cirúrgicos
O que são drenos?
 São materiais colocado no interior de uma ferida
ou cavidade, visando a saída de fluídos ou ar
que estão ali presentes, evitando o acumulo de
líquidos e removendo coleções. Os drenos
podem ser usados com a finalidade preventiva e
terapêutica isso irá depender das circunstancias
individuais de cada paciente
Finalidade
 Visa à eliminação de transudato ou exsudato de uma
cavidade, com a finalidade de manter este local limpo.
Este meio mecânico para remoção do conteúdo dos
órgãos, cavidades ou tecidos do corpo tem muitas
aplicações e já tem sido utilizados desde longa data.
 Todos os tubos de drenagem acham-se conectados ao tipo
apropriado de drenagem, eles devem estar adequadamente
conectados e desobstruídos. As sondas gástricas achem-se
conectadas à sucção; os tubos de drenagem urinária
acham-se conectados ao recipiente adequado para
drenagem.
Características dos drenos:
 Devem ser Lisos;
 Macios, para prevenir traumas;
 Não devem ser irritantes;
 Não devem aderir aos tecidos;
 Serem firmes para permanecer no local
pretendido;
 Resistentes a decomposição.

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Princípios que devem ser obedecidos:
 Drenar contra a abertura;
 Retirar o dreno o mais precocemente;
 Optar pelos sistemas fechados de drenagem.
Classificação quanto a formação de
ação dos drenos
 Capilaridade: Drenagem pela superfície externa do
dreno onde não há saída de líquidos pela sua luz.
Exemplo: Penrose.
 Gravitação: Drenos de grosso Calibre, inseridos
dentro da cavidade, conectados a bolsa coletora ou
borracha de látex onde necessita de sistema
hermético. Exemplo: Dreno de tórax.
 Sucção: Indicados quando se prevê o acúmulo de
líquido em cavidade, múltiplas fenestrações,
conectados a sua extremidade externa, a um
reservatório contendo um orifício para saída de ar,
retirando o ar do reservatório para promover o vácuo.
Exemplo: Portovac, JP, Blake.
Por quanto tempo deve ser
mantido um dreno?
 Deve permanecer até cumprir a finalidade para
o qual foi colocado;
 Drenagem de sangramento = nas primeiras 24
h;
 Deiscência ou fístula = após 4° dia;
 Somente drenagem = Volume menor que 50
cm³ .
Complicações:
 Erosões para o intestinos ou vasos sangüineos,
causando fístulas, hemorragias e aderências, que
podem levar a obstrução;
 Hematomas, retração para a ferida ou herniação
pela incisão de saída do próprio dreno;
 Sutura do dreno intracavitário, o que acarretaria
rompimento e manutenção do corpo estranho;
 Contaminação intra-abdominal e da própria ferida;
 Drenos tóracicos mal posicionados podem causar
perfurações de vísceras, pulmão, fígado altura
incompatível com a drenagem.

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Drenagem Pleural
 Definida como o procedimento cirúrgico
para introdução de um dreno através da
parede torácica na cavidade pleural.
Drenagem Pleural
 Pneumotórax Espontâneo Primário ou
Secundário:
O pneumotórax primário ocorre na ausência de causa
subjacente;
O pneumotórax secundário ocorre como complicação
de doenças preexistentes. Ex: DPOC, pneumonia,
abscesso/empiema e neoplasia.
 Hemotórax:
Traumático: ferida penetrante, ferida não-penetrante e
biópsia pulmonar/pleural.
Não traumático: enfarte pulmonar/embolia, abscesso,
malformação artério-venosa, neoplasia e
coagulopatia.
Drenagem Pleural
 Empiema:
Pneumonia, abscesso e pós-toracotomia.
 Derrame pleural recorrente:
neoplásico, cardíaco, e para escleroterapia.
 Quilotórax: cirurgia torácica, neoplasia, colocação de
linha venosa central, hiperxtensão súbita do pescoço e
vômito ou tosse violenta.
 Outras indicações: anestesia e quimioterapia.

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Drenagem Pleural
 Se houver lesão, cirurgia, ou qualquer ruptura
da integridade dos pulmões e da cavidade
torácica, é indicado o emprego de um dreno
torácico.
 Seus objetivos são remover ar ou líquido do
espaço pleural, restabelecer a pressão negativa
ao espaço pleural, reexpandir um pulmão
colapsado ou parcialmente colapsado e, através
de um sistema de drenagem, evitar o refluxo da
drenagem de volta para a cavidade do tórax.
Drenagem Pleural
Drenagem Pleural
Assistência de Enfermagem
 Deve-se evitar obstrução da extensão do dreno por
torção ou angulação excessiva. Portanto, a extensão do
dreno deverá ser mantida quase esticada, sem curvas,
desta forma evita-se a formação de sifões por coleção
de líquido na própria mangueira;
 Para evitar o refluxo de líquido para a cavidade torácica
não se deve elevar o frasco coletor acima do nível da
cintura;
 Evitar o clampeamento prolongado do dreno
principalmente quando houver escape aéreo
(borbulhamento), o que poderá provocar pneumotórax
hipertensivo ou enfisema de subcutâneo. Pelo mesmo
motivo, nunca tampe o suspiro do frasco coletor.

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O documento discute os drenos, definindo-os como materiais colocados em feridas ou cavidades para permitir a saída de fluidos. Explica que objetivos dos drenos são permitir a saída de ar e secreções para evitar infecções e acúmulo anormal de líquidos. Também descreve os tipos de drenos, locais de colocação, fixação, drenagem, assistência e anotações de enfermagem.

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Assistência de Enfermagem
1- Fazer uma “gravata” com
gaze na inserção do dreno e
fixar as pontas com
esparadrapo. Troque a gaze
sempre que necessário
Assistência de Enfermagem
2- Faça uma fixação do dreno
na pele com esparadrapo
(meso).
1- Fazer uma “gravata” com
gaze na inserção do dreno e
fixar as pontas com
esparadrapo. Troque a gaze
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2- Faça uma fixação do dreno
na pele com esparadrapo
(meso).
1- Fazer uma “gravata” com
gaze na inserção do dreno e
fixar as pontas com
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sempre que necessário
3 – Colocar uma fita ao longo do frasco
Contendo:
•Marca do nível do selo d´agua
•Quantidade de líquido colocada para o selo d´agua
•Data e hora da troca do selo
Assistência de Enfermagem
2- Faça uma fixação do dreno
na pele com esparadrapo
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1- Fazer uma “gravata” com
gaze na inserção do dreno e
fixar as pontas com
esparadrapo. Troque a gaze
sempre que necessário
3 – Colocar uma fita ao longo do frasco
Contendo:
•Marca do nível do selo d´agua
•Quantidade de líquido colocada para o selo d´agua
•Data e hora da troca do selo
4- A ponta do sistema de
drenagem deve
estar 2 cm imersa
na solução

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O documento discute técnicas de drenagem torácica e abdominal. A drenagem torácica é comumente usada no pronto-socorro e unidades de terapia intensiva para condições como traumas, hemorragias e infecções. A drenagem abdominal é indicada para abscessos, fístulas e sangramentos, podendo ser realizada de forma profilática ou terapêutica com diferentes tipos de drenos.

Assistência de Enfermagem
 Verificação do(s) ponto(s) cirúrgico(s):
Verificar as condições do(s) ponto(s) cirúrgico(s) e da
fixação do dreno torácico durante o curativo, observar
se ocorreu arrancamento parcial do dreno torácico
com deslocamento do(s) ponto(s) cirúrgico(s).
 Também se deve verificar se está ocorrendo
vazamento aéreo em torno do dreno torácico devido à
folga no(s) ponto(s) cirúrgico(s).
Assistência de Enfermagem
Ordenha:
As manobras de ordenha são empregadas
quando ocorrer obstrução por coágulos
Utilizar pinça de ordenha ou ordenhar com
a mão a mangueira de drenagem e o dreno
torácico de modo a remover possíveis
obstruções.
Assistência de Enfermagem
 Não tracionar o dreno;
 Manter o selo d’água;
 Manter a extremidade do sistema
mergulhado 2 cm na solução;
 Registrar o débito ao final de cada
plantão, ou quando for necessário;
 Anotar se borbulha, se oscila
Assistência de Enfermagem
 Instalar uma fixação de segurança (MESO) com
esparadrapo.
 Realizar o curativo da inserção a cada 24 horas,
ou sempre que for necessário (sujo, úmido ou
frouxo).
 Trocar o selo d´agua a cada 24 horas ou
quando necessário.
 A enfermagem deve escrever no relatório de
enfermagem todo e qualquer procedimento
realizado.

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O paciente, de 16 anos, foi atingido por arma branca na região torácica alta e apresenta dreno no 5o espaço intercostal. Foram elaborados diagnósticos de enfermagem sobre risco de lesão de pele e infecção e intervenções como troca de curativo e observação de sinais de infecção. Complicações possíveis incluem laceração de órgãos, infecção pleural e lesão de nervos.

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Assistência de Enfermagem
 O paciente deverá deambular
normalmente, caso não haja contra-
indicação clínica, para maior
comodidade, o paciente deverá utilizar
a alça de transporte.
 Transporte do paciente:
Não deixar formar curvas acentuadas,
dobras ou
 acotovelamentos na mangueira de
drenagem.
Manter sempre o frasco coletor abaixo
do nível da cintura, deste modo se evita
que o líquido seja aspirado para o
interior do tórax do paciente.
Retirada do Dreno Pleural
A retirada do Dreno Pleural deve ocorrer
quando cessar o débito de líquido e/ou ar
com a resolução do processo que levou a
sua colocação.
Drenagem de ar – Pneumotórax : retirada
após 24 horas que cessarem as
borbulhas.
Drenagem Pleural
 Drenagem de líquidos : quando não existir
mais drenagem ou quando houver uma
drenagem mínima de líquidos.
 Cabe ao médico retirar o dreno de tórax.
 A enfermagem deve escrever no relatório de
enfermagem todo e qualquer procedimento
realizado.
Drenos abdominais
 Em pacientes que foram submetidos à cirurgia
abdominal:
São recomendados sempre que se encontre ou preveja
o acúmulo de material infectado, sangue, linfa,
exsudato ou transudato líquidos na cavidade
abdominal.
 Os drenos mais utilizados para a drenagem da
cavidade peritoneal são os laminais e os tubulares.
 O dreno laminar é feito de látex ou silicone,
maleável e macio com paredes finais e delgadas.

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Drenos abdominais
 Um tipo de dreno laminar é o Penrose, que possui 40
cm de comprimento e pode ser cortado conforme a
necessidade. È utilizado para a drenagem de
secreções espessas e viscosas.
 São usados em cirurgias gerais, com a finalidade
profilática, precisam ser protegidos por curativos ,
mas se for preciso medir o volume de secreção que
sai pelo dreno colocar bolsas coletoras.
Drenos abdominais
 Outro tipo de dreno laminar é o Medi-drain,
que possui as mesmas características do dreno
de Penrose, entretanto com a vantagem de ser
transparente e possuir uma fita radiopaca, o
que possibilita a sua visualização radiológica.
Drenos abdominais
O dreno tubular é feito de borracha,
látex, plástico polivinilsiliconado (PVC)
ou silicone e, pelo fato de ser mais rígido
que o dreno laminar, impede que sua luz
colabe à compressão dos tecidos que o
circundam.
Drenos abdominais
 O dreno tubular fica situado mais profundamente na
cavidade peritoneal, facilitando a remoção do conteúdo
líquido, e possui a vantagem de poder ser acoplado a um
sistema de aspiração contínua ou intermitente, e, ainda,
possibilitar a instilação de antibióticos ou irrigação.
 Outros tipos de drenos podem ser utilizados na cirurgia
abdominal (por exemplo, o dreno em T, mais comumente
chamado dreno de Kher).
 O dreno de Kher é feito de látex, do tipo tubular e formado
por 2 hastes, sendo uma vertical e outra horizontal,
entretanto é utilizado exclusivamente para a drenagem da
via biliar principal.

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 Introduzido na região das vias biliares
extra-hepaticas, utilizados para drenagem
externa, descompressão, ou ainda, após
anastomose biliar, como protese
moderadora, devendo ser fixado através
de pontos na parede duodenal lateral ao
dreno, tanto quanto na pele, impedindo
sua saída espontânea.
Drenos abdominais
Dreno de Penrose Drenos Medi drain
Drenos abdominais
Dreno Tubular Dreno Kher
Cuidados de Enfermagem
 Local de inserção do dreno;
 Aspecto do líquido drenado, quanto à cor, quantidade e
viscosidade;
 Realização de curativo diário;
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### Procedimento Operacional Padrão para Recebimento e Atendimento de Pacientes pela Recepcionista #### Introdução A recepção é crucial na experiência do paciente em clínicas médicas e odontológicas. A recepcionista garante que os pacientes se sintam bem-vindos e atendidos adequadamente. Um Procedimento Operacional Padrão (POP) ajuda a sistematizar e otimizar essas práticas. #### 1. Preparação da Recepção Antes da abertura da clínica, a recepcionista deve garantir que a área de recepção esteja limpa, organizada e pronta para receber os pacientes. Isso inclui verificar materiais de escritório, equipamentos eletrônicos e a organização da área de espera. #### 2. Recepção dos Pacientes Os pacientes devem ser recebidos de maneira cordial e profissional. A recepcionista deve cumprimentar o paciente, verificar o agendamento no sistema e informar sobre o tempo estimado de espera. #### 3. Cadastro e Atualização de Informações Para novos pacientes, é necessário realizar o cadastro completo no sistema. Para pacientes recorrentes, as informações devem ser atualizadas. Isso inclui a coleta de documentos de identificação, informações de contato, dados pessoais e histórico médico e odontológico. #### 4. Preparação para a Consulta Antes de encaminhar o paciente ao consultório, a recepcionista deve confirmar com a equipe médica que o consultório está pronto, entregar formulários necessários e informar o paciente sobre qualquer instrução específica para a consulta. #### 5. Atendimento Telefônico A recepcionista deve atender chamadas com profissionalismo, identificando-se e ajudando o interlocutor. Ela deve anotar recados, agendar consultas e responder a perguntas sobre a clínica. #### 6. Gerenciamento de Conflitos Em caso de atrasos, cancelamentos ou insatisfações, a recepcionista deve ouvir atentamente as preocupações do paciente, mostrar empatia e oferecer soluções alternativas. Manter a calma e o profissionalismo é crucial. #### 7. Manutenção da Organização e Segurança A recepcionista deve manter a área de recepção limpa e organizada, assegurar a confidencialidade dos documentos dos pacientes e seguir as normas de segurança e higiene da clínica. #### 8. Comunicação com a Equipe Uma comunicação eficaz com a equipe é fundamental. A recepcionista deve informar a equipe sobre a chegada dos pacientes, comunicar-se com outros departamentos e participar de reuniões para discutir melhorias nos processos. #### 9. Encerramento do Atendimento Após a consulta, a recepcionista deve agradecer o paciente, agendar consultas de follow-up, receber pagamentos e fornecer recibos, esclarecendo qualquer dúvida sobre valores ou procedimentos de pagamento. #### 10. Feedback e Melhoria Contínua Coletar feedback dos pacientes é essencial para a melhoria contínua dos serviços. A recepcionista deve solicitar que os pacientes preencham formulários de satisfação, anotar comentários e sugestões, e compartilhar o feedback com a gestão.

procedimento operacional padrãrecepcionista de clínicaatendimento ao paciente
Dreno de Kher (Tubo T)
 Introduzido na região das vias biliares extra-
hepáticas, utilizados para drenagem externa,
descompressão, ou ainda, após anastomose biliar,
como prótese modeladora, devendo ser fixado através
de pontos na parede duodenal lateral ao dreno, tanto
quanto na pele, impedindo sua saída espontânea.
Dreno de Portovac / Sucção.
 É um sistema fechado de drenagem pós-
operatória, de polietileno, com dureza
projetada para uma sucção contínua e suave.
É constituído por uma bomba de aspiração
com capacidade de 500 ml, com cordão de
fixação; uma extensão intermediária em PVC
com pinça corta-fluxo e conector de duas ou
três vias, e um catéter de drenagem com
agulha de aço cirúrgico ( 3,2mm, 4,8mm ou
6,4mm ).
Dreno de Portovac / Sucção.
Sonda de Malecot
 Utilizada em procedimentos que proporcionam acesso
direto ao estômago para alimentação integral
prolongada, suporte medicamentoso, descompressão
gástrica, podendo ser temporária ou permanente.

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Sonda de Pezzer
 Sonda de borracha terminada por uma dilatação em
forma de cogumelo que serve para a manter no lugar
na uretra, onde é colocada para permanecer. Existe
igualmente um modelo de sonda de Pezzer em
cotovelo, utilizada para drenagem ou lavagem da
bexiga após cistotomia. ( Pezzer, Michel de, médico
francês, 1853-1917.)
Derivações Ventriculares
Externas – D.V.E
 É um sistema fechado de drenagem de LCR consiste em
uma cateterização cirúrgica do sistema ventricular,
exteriorização pela pele e acoplamento do mesmo a um
sistema coletor (bolsa de drenagem).
Indicação
 Controle do volume e da pressão liquórica
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Derivações Ventriculares
Externas – D.V.E

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cuidados de enfermagem com drenos cirurgicos

  • 2. O que são drenos?  São materiais colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando a saída de fluídos ou ar que estão ali presentes, evitando o acumulo de líquidos e removendo coleções. Os drenos podem ser usados com a finalidade preventiva e terapêutica isso irá depender das circunstancias individuais de cada paciente
  • 3. Finalidade  Visa à eliminação de transudato ou exsudato de uma cavidade, com a finalidade de manter este local limpo. Este meio mecânico para remoção do conteúdo dos órgãos, cavidades ou tecidos do corpo tem muitas aplicações e já tem sido utilizados desde longa data.  Todos os tubos de drenagem acham-se conectados ao tipo apropriado de drenagem, eles devem estar adequadamente conectados e desobstruídos. As sondas gástricas achem-se conectadas à sucção; os tubos de drenagem urinária acham-se conectados ao recipiente adequado para drenagem.
  • 4. Características dos drenos:  Devem ser Lisos;  Macios, para prevenir traumas;  Não devem ser irritantes;  Não devem aderir aos tecidos;  Serem firmes para permanecer no local pretendido;  Resistentes a decomposição.
  • 5. Princípios que devem ser obedecidos:  Drenar contra a abertura;  Retirar o dreno o mais precocemente;  Optar pelos sistemas fechados de drenagem.
  • 6. Classificação quanto a formação de ação dos drenos  Capilaridade: Drenagem pela superfície externa do dreno onde não há saída de líquidos pela sua luz. Exemplo: Penrose.  Gravitação: Drenos de grosso Calibre, inseridos dentro da cavidade, conectados a bolsa coletora ou borracha de látex onde necessita de sistema hermético. Exemplo: Dreno de tórax.  Sucção: Indicados quando se prevê o acúmulo de líquido em cavidade, múltiplas fenestrações, conectados a sua extremidade externa, a um reservatório contendo um orifício para saída de ar, retirando o ar do reservatório para promover o vácuo. Exemplo: Portovac, JP, Blake.
  • 7. Por quanto tempo deve ser mantido um dreno?  Deve permanecer até cumprir a finalidade para o qual foi colocado;  Drenagem de sangramento = nas primeiras 24 h;  Deiscência ou fístula = após 4° dia;  Somente drenagem = Volume menor que 50 cm³ .
  • 8. Complicações:  Erosões para o intestinos ou vasos sangüineos, causando fístulas, hemorragias e aderências, que podem levar a obstrução;  Hematomas, retração para a ferida ou herniação pela incisão de saída do próprio dreno;  Sutura do dreno intracavitário, o que acarretaria rompimento e manutenção do corpo estranho;  Contaminação intra-abdominal e da própria ferida;  Drenos tóracicos mal posicionados podem causar perfurações de vísceras, pulmão, fígado altura incompatível com a drenagem.
  • 9. Drenagem Pleural  Definida como o procedimento cirúrgico para introdução de um dreno através da parede torácica na cavidade pleural.
  • 11.  Pneumotórax Espontâneo Primário ou Secundário: O pneumotórax primário ocorre na ausência de causa subjacente; O pneumotórax secundário ocorre como complicação de doenças preexistentes. Ex: DPOC, pneumonia, abscesso/empiema e neoplasia.  Hemotórax: Traumático: ferida penetrante, ferida não-penetrante e biópsia pulmonar/pleural. Não traumático: enfarte pulmonar/embolia, abscesso, malformação artério-venosa, neoplasia e coagulopatia.
  • 12. Drenagem Pleural  Empiema: Pneumonia, abscesso e pós-toracotomia.  Derrame pleural recorrente: neoplásico, cardíaco, e para escleroterapia.  Quilotórax: cirurgia torácica, neoplasia, colocação de linha venosa central, hiperxtensão súbita do pescoço e vômito ou tosse violenta.  Outras indicações: anestesia e quimioterapia.
  • 13. Drenagem Pleural  Se houver lesão, cirurgia, ou qualquer ruptura da integridade dos pulmões e da cavidade torácica, é indicado o emprego de um dreno torácico.  Seus objetivos são remover ar ou líquido do espaço pleural, restabelecer a pressão negativa ao espaço pleural, reexpandir um pulmão colapsado ou parcialmente colapsado e, através de um sistema de drenagem, evitar o refluxo da drenagem de volta para a cavidade do tórax.
  • 16. Assistência de Enfermagem  Deve-se evitar obstrução da extensão do dreno por torção ou angulação excessiva. Portanto, a extensão do dreno deverá ser mantida quase esticada, sem curvas, desta forma evita-se a formação de sifões por coleção de líquido na própria mangueira;  Para evitar o refluxo de líquido para a cavidade torácica não se deve elevar o frasco coletor acima do nível da cintura;  Evitar o clampeamento prolongado do dreno principalmente quando houver escape aéreo (borbulhamento), o que poderá provocar pneumotórax hipertensivo ou enfisema de subcutâneo. Pelo mesmo motivo, nunca tampe o suspiro do frasco coletor.
  • 17. Assistência de Enfermagem 1- Fazer uma “gravata” com gaze na inserção do dreno e fixar as pontas com esparadrapo. Troque a gaze sempre que necessário
  • 18. Assistência de Enfermagem 2- Faça uma fixação do dreno na pele com esparadrapo (meso). 1- Fazer uma “gravata” com gaze na inserção do dreno e fixar as pontas com esparadrapo. Troque a gaze sempre que necessário
  • 19. Assistência de Enfermagem 2- Faça uma fixação do dreno na pele com esparadrapo (meso). 1- Fazer uma “gravata” com gaze na inserção do dreno e fixar as pontas com esparadrapo. Troque a gaze sempre que necessário 3 – Colocar uma fita ao longo do frasco Contendo: •Marca do nível do selo d´agua •Quantidade de líquido colocada para o selo d´agua •Data e hora da troca do selo
  • 20. Assistência de Enfermagem 2- Faça uma fixação do dreno na pele com esparadrapo (meso). 1- Fazer uma “gravata” com gaze na inserção do dreno e fixar as pontas com esparadrapo. Troque a gaze sempre que necessário 3 – Colocar uma fita ao longo do frasco Contendo: •Marca do nível do selo d´agua •Quantidade de líquido colocada para o selo d´agua •Data e hora da troca do selo 4- A ponta do sistema de drenagem deve estar 2 cm imersa na solução
  • 21. Assistência de Enfermagem  Verificação do(s) ponto(s) cirúrgico(s): Verificar as condições do(s) ponto(s) cirúrgico(s) e da fixação do dreno torácico durante o curativo, observar se ocorreu arrancamento parcial do dreno torácico com deslocamento do(s) ponto(s) cirúrgico(s).  Também se deve verificar se está ocorrendo vazamento aéreo em torno do dreno torácico devido à folga no(s) ponto(s) cirúrgico(s).
  • 22. Assistência de Enfermagem Ordenha: As manobras de ordenha são empregadas quando ocorrer obstrução por coágulos Utilizar pinça de ordenha ou ordenhar com a mão a mangueira de drenagem e o dreno torácico de modo a remover possíveis obstruções.
  • 23. Assistência de Enfermagem  Não tracionar o dreno;  Manter o selo d’água;  Manter a extremidade do sistema mergulhado 2 cm na solução;  Registrar o débito ao final de cada plantão, ou quando for necessário;  Anotar se borbulha, se oscila
  • 24. Assistência de Enfermagem  Instalar uma fixação de segurança (MESO) com esparadrapo.  Realizar o curativo da inserção a cada 24 horas, ou sempre que for necessário (sujo, úmido ou frouxo).  Trocar o selo d´agua a cada 24 horas ou quando necessário.  A enfermagem deve escrever no relatório de enfermagem todo e qualquer procedimento realizado.
  • 25. Assistência de Enfermagem  O paciente deverá deambular normalmente, caso não haja contra- indicação clínica, para maior comodidade, o paciente deverá utilizar a alça de transporte.  Transporte do paciente: Não deixar formar curvas acentuadas, dobras ou  acotovelamentos na mangueira de drenagem. Manter sempre o frasco coletor abaixo do nível da cintura, deste modo se evita que o líquido seja aspirado para o interior do tórax do paciente.
  • 26. Retirada do Dreno Pleural A retirada do Dreno Pleural deve ocorrer quando cessar o débito de líquido e/ou ar com a resolução do processo que levou a sua colocação. Drenagem de ar – Pneumotórax : retirada após 24 horas que cessarem as borbulhas.
  • 27. Drenagem Pleural  Drenagem de líquidos : quando não existir mais drenagem ou quando houver uma drenagem mínima de líquidos.  Cabe ao médico retirar o dreno de tórax.  A enfermagem deve escrever no relatório de enfermagem todo e qualquer procedimento realizado.
  • 28. Drenos abdominais  Em pacientes que foram submetidos à cirurgia abdominal: São recomendados sempre que se encontre ou preveja o acúmulo de material infectado, sangue, linfa, exsudato ou transudato líquidos na cavidade abdominal.  Os drenos mais utilizados para a drenagem da cavidade peritoneal são os laminais e os tubulares.  O dreno laminar é feito de látex ou silicone, maleável e macio com paredes finais e delgadas.
  • 29. Drenos abdominais  Um tipo de dreno laminar é o Penrose, que possui 40 cm de comprimento e pode ser cortado conforme a necessidade. È utilizado para a drenagem de secreções espessas e viscosas.  São usados em cirurgias gerais, com a finalidade profilática, precisam ser protegidos por curativos , mas se for preciso medir o volume de secreção que sai pelo dreno colocar bolsas coletoras.
  • 30. Drenos abdominais  Outro tipo de dreno laminar é o Medi-drain, que possui as mesmas características do dreno de Penrose, entretanto com a vantagem de ser transparente e possuir uma fita radiopaca, o que possibilita a sua visualização radiológica.
  • 31. Drenos abdominais O dreno tubular é feito de borracha, látex, plástico polivinilsiliconado (PVC) ou silicone e, pelo fato de ser mais rígido que o dreno laminar, impede que sua luz colabe à compressão dos tecidos que o circundam.
  • 32. Drenos abdominais  O dreno tubular fica situado mais profundamente na cavidade peritoneal, facilitando a remoção do conteúdo líquido, e possui a vantagem de poder ser acoplado a um sistema de aspiração contínua ou intermitente, e, ainda, possibilitar a instilação de antibióticos ou irrigação.  Outros tipos de drenos podem ser utilizados na cirurgia abdominal (por exemplo, o dreno em T, mais comumente chamado dreno de Kher).  O dreno de Kher é feito de látex, do tipo tubular e formado por 2 hastes, sendo uma vertical e outra horizontal, entretanto é utilizado exclusivamente para a drenagem da via biliar principal.
  • 33. Drenos abdominais  Introduzido na região das vias biliares extra-hepaticas, utilizados para drenagem externa, descompressão, ou ainda, após anastomose biliar, como protese moderadora, devendo ser fixado através de pontos na parede duodenal lateral ao dreno, tanto quanto na pele, impedindo sua saída espontânea.
  • 34. Drenos abdominais Dreno de Penrose Drenos Medi drain
  • 36. Cuidados de Enfermagem  Local de inserção do dreno;  Aspecto do líquido drenado, quanto à cor, quantidade e viscosidade;  Realização de curativo diário;  Presença de sinais flogísticos peri-inserção do dreno.
  • 37. Dreno de Kher (Tubo T)  Introduzido na região das vias biliares extra- hepáticas, utilizados para drenagem externa, descompressão, ou ainda, após anastomose biliar, como prótese modeladora, devendo ser fixado através de pontos na parede duodenal lateral ao dreno, tanto quanto na pele, impedindo sua saída espontânea.
  • 38. Dreno de Portovac / Sucção.  É um sistema fechado de drenagem pós- operatória, de polietileno, com dureza projetada para uma sucção contínua e suave. É constituído por uma bomba de aspiração com capacidade de 500 ml, com cordão de fixação; uma extensão intermediária em PVC com pinça corta-fluxo e conector de duas ou três vias, e um catéter de drenagem com agulha de aço cirúrgico ( 3,2mm, 4,8mm ou 6,4mm ).
  • 39. Dreno de Portovac / Sucção.
  • 40. Sonda de Malecot  Utilizada em procedimentos que proporcionam acesso direto ao estômago para alimentação integral prolongada, suporte medicamentoso, descompressão gástrica, podendo ser temporária ou permanente.
  • 41. Sonda de Pezzer  Sonda de borracha terminada por uma dilatação em forma de cogumelo que serve para a manter no lugar na uretra, onde é colocada para permanecer. Existe igualmente um modelo de sonda de Pezzer em cotovelo, utilizada para drenagem ou lavagem da bexiga após cistotomia. ( Pezzer, Michel de, médico francês, 1853-1917.)
  • 42. Derivações Ventriculares Externas – D.V.E  É um sistema fechado de drenagem de LCR consiste em uma cateterização cirúrgica do sistema ventricular, exteriorização pela pele e acoplamento do mesmo a um sistema coletor (bolsa de drenagem). Indicação  Controle do volume e da pressão liquórica  Hidrocefalia associada a meningite infecciosa / inflamatória, por sangramento intravascular ou por qualquer hidrocefalia aguda.