SlideShare uma empresa Scribd logo
SONDAS, CATETERES E DRENOS
ENFERMAGEM CLÍNICA
PROF. YANCA VIANA
SONDA
• Instrumento tubular que não possuem luz interna e que são introduzidos no
corpo, com a finalidade diagnóstica ou terapêutica.
• definida como um tubo que se introduz em canal do organismo, natural ou
não para reconhecer-lhe o estado, extrair ou introduzir algum tipo de
matéria.
CATETER
• Todo instrumento tubular que possa ser inserido no corpo para drenagem ou
introdução de liquido.
• são tubos de diversos materiais e calibres inseridos no organismo, tendo
como função a infusão de líquidos ou a sua retirada.
DRENOS
• São usados em diversos contextos
para possibilitar o “escapamento”
de líquido de uma cavidade
corporal específica.
• São tubos ou materiais colocados
no interior de uma ferida ou
cavidade, visando permitir a saída
de fluído ou ar.
OBJETIVOS DRENOS / EFEITO DO ACUMULO DE
LIQUIDO
• Permite a saída de ar e secreções,
• Evita infecções profundas nas incisões,
• São introduzidos quando existe ou se
espera coleção anormal de secreção.
• A origem palavra dreno- lingua
inglesadrain – esgoto/ abertura
escoamento de agua.
• Meio de cultura,
• Aumenta a pressão local, interferindo
no fluxo,
• Comprime áreas adjacentes,
• Causa irritação e necrose tecidual (
bile, pus, suco pancreático, urina).
ESCOLHA: REALIZADA
PELO MÉDICO
Tipos de secreção
• Serosa
• Sanguinolenta/ hemática
• purulenta
• Serosanguinolenta
• Piosanguinalenta
• Seropurulenta/ pioserosa
• Biliosa
• Fecalóide
• Avalia o tipo do liquido a ser
drenado,
• Cavidade a ser inserido o dreno,
• Tempo de duração do dreno.
• LOCALIZAÇÃO
• Regiões vacularizadas
• Feridas infectadas
• Regiões com grande dissecção do
tecido superficial
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO MATERIAL
• BORRACHA
• POLIETILENO
• SILICONE
• TEFLON
• VIALON
LAMINAR -PENROSE – SISTEMA DE DRENAGEM
SIMPLES
• Usados para estabelecer uma comunicação entre uma
cavidade corporal e a superfície da pele.
• Pode-se colocar um curativo com gaze ou uma bolsa de
ostomia sobre o dreno.
• Complicação: retração para cavidade peritoneal. Pode
ficar sob o curativo oclusivo
• Utiliza-se um grampo ou alfinete p evitar a
movimentação ou tração do dreno.
• O reposicionamento do dreno é responsabilidade
médica.
GRAVITACÃO – SISTEMA FECHADO
• UTILIZA-SE CATETERES DE GROSSO CALIBRE, COLOCADOS
DENTRO DA CAVIDADE E CONECTADOS A BOLSAS COLETORAS
OU BORRACHAS DE LÁTEX.
• SÃO REALIZADOS POR COLETORES DE SISTEMA FECHADO,
DEVENDO SER DISPONIBILIZADOS SEMPRE NA ALTURA INFERIOR
A INSERÇÃO DO DRENO.
• EX: CVD, CVA
• DEVE ESTAR PERMEÁVEL
• AVALIAR A DRENAGEM PELO TUBO E AO REDOR
• DIMINUIÇÃO SÚBITA DA DRENAGEM INDICA OBSTRUÇÃO
• QUANDO CONECTADO A SUCÇÃO AO PRESSÃO DEVERÁ SER
CONSTANTE E PRESCRITA PELO MÉDICO
SUCCÃO
•UM DRENO DE POLIETILENO, COM MÚLTIPLAS FENESTRAÇÕES , É CONECTADO, EM SUA
EXTREMIDADE EXTERNA, A UM RESERVATÓRIO CONTENDO UM ORIFÍCIO PARA SAÍDA DE AR. AO SE
RETIRAR O AR DESSE RESERVATÓRIO, CRIA-SE O VÁCUO, FAZENDO-SE A ASPIRAÇÃO ATIVA DO
CONTEÚDO DENTRO DA FERIDA, ATÉ QUE A PRESENÇA DO LÍQUIDO NO RESERVATÓRIO IGUALE AS
PRESSÕES, PERDENDO-SE O VÁCUO. AO SE ESVAZIAR O LÍQUIDO COLETADO DENTRO DO
RESERVATÓRIO, REALIZA-SE NOVA RETIRADA DO AR E HÁ RETORNO DA PRESSÃO NEGATIVA, COM
ASPIRAÇÃO ATIVA NO INTERIOR DA FERIDA. DEVE PERMANECER NA ALTURA DA LESÃO.
•EX: PORT-VAC
•HEMOVAC/JACKSON-PRATT-EXERCEM PRESSÃO BAIXA CONSTANTE.
•DEVEM ESTAR COMPRIMIDOS CORRETAMENTE PARA REALIZAR A SUCÇÃO.
•CONHECIDOS COMO AUTO-SUCÇÃO.
•USADO PARA DRENAGEM DE LÍQUIDO SEROSO OU SANGUINOLENTO, DE LOCAIS DE DISSECÇÃO
OU DA ÁREA DE ANASTOMOSES INTRAPERITONEAIS
•OBJETIVO: FACILITAR A COAPTÇÃODOS TECIDOS ADJACENTES E IMPEDIR O ACÚMULO DE SORO E A
FORMAÇÃO DE HEMATOMA
•COMPLICAÇÃO: EROSÃO DO DRENO EM ÓRGÃOS OU VASOS CIRCUNVIZINHOS E A RUPTURA DO
CATETER AO SER RETIRADO
LOCALIZAÇÃO DOS DRENOS
• INTERIOR DE FERIDAS OPERATÓRIAS
• INTERIOR DEISCENCIA OPERATÓRIA
• INTERIOR FERIDAS INFECTADAS
• INTERIOR ABSCESSO
• INTERIOR DE ÓRGÃOS OCOS
• VÃO REALIZAR COMUNICAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS
INTERNOS E AMBIENTE.
IMPORTANTE
• Drenos atuam como corpo estranho: forma um tecido de granulação a sua
volta, que auxilia na diminuição do risco de saída precoce do dreno-
devendo permanecer entre 7 a 10 dias.
• A saída precoce poderá causar extravasamento de secreção caustica nos
tecidos internos e externos.
• O debito da drenagem dependerá do local da inserção.
• Atenção
• Diminuição da drenagem por dias/ semanas - Pode indicar a retirada do
dreno ou obstrução do lumem!
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
• Local inserção do dreno
• Tipo de dreno
• Tipo de drenagem
• Tipo e volume do liquido da drenagem
• Permeabilidade do dreno
• Tração do dreno- prescrição médica.
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM
• Localização e tipo de dreno ( kher, tubular, netalton, Penrose, Torax),
• Anotar debito ( volume, cor, consistencia, caracteristicas, se há oscilação),
• Anotar trocas de colotor ( horario, debito e caracteristicas),
• Anotar aspecoto da inserção ( hiperemia, lesão, ressecamento, prurido, integridade, presença
de exudato, algia, condições gerias da pele),
• Anotar o curativo de inserção ( sehouver) aclusivo, aberto, limpo, seco, compressivo,
• Anotar queixas referidas pelo cliente com relação ao dreno.
• Caso execute a mobilização do dreno descreva quanto ( cm) e qual item da prescrição
médica
SONDAS/ CATETERES
SONDAS/ CATETERES
São usadas em diversos contextos para possibilitar a
retirada de líquido de uma das cavidades corporais e
instilar líquido ou soluções de nutrientes.
CATETERES NASOGÁSTRICOS
• TUBO CURTO INTRODUZIDO PELA NARINA OU BOCA PARA
ALCANÇAR ESTÔMAGO.
• UTILIZAÇÃO :
-DESCOMPRESSÃO DO ESTOMAGO
-REMOÇÃO DO CONTEÚDO GASTRICO E
-ALIMENTAÇÃO CONTROLE DE SANGRAMENTO – VARIZES
SOFAGIANAS.
SONDA DE LEVIN
• possui uma luz única, manufaturada com plástico ou borracha, com aberturas
localizadas próxima à ponta; as marcas circulares contidas em pontos
específicos da sonda servem como guia para sua inserção.
SONDA GÁSTRICA SIMPLES(SALEM)
É UMA SONDA NASO-GÁSTRICA RADIOPACA DE PLÁSTICO CLARO,
DOTADA DE DUAS LUZES, USADA PARA DESCOMPRIMIR O
ESTÔMAGO E MANTÊ-LO VAZIO
SONDA DE SENGSTAKEN BLAKEMORE
É uma sonda utilizada especificamente para o tratamento de
sangramentos de varizes esofagianas, possuindo três luzes com dois
balões, sendo uma luz para insuflar o balão gástrico e outra para o
balão esofageano.A terceira luz – lavagem gástrica.
NASOJEJUNAIS
• Sonda longa, introdizida pela narina, passada atraves do
esofago e estomago, para dentro do trato instestinal.
• Indicações: -Administração de nutrição enteral,
-Administração de medicações e descompressão do
int.delgado
SONDA DE DOBHOFF
• Sonda utilizada com freqüência para alimentação enteral, sendo que como
característica possui uma ponta pesada e flexível.
SONDAS DE DESCOMPRESSÃO
É de duas luzes, sendo uma para introdução de mercúrio ou ar no balão do
final da sonda e a outra para aspiração. 3 m comprimento.( 16 Fr)
SONDA DE CANTOR
Possui 3 comprimento, com uma luz de 18 Fr. È maior que as outras
sondas longas e possui 4 /5 ml de mercurio na bolsa existente na
extremidade do tubo.
CATETERES URINÁRIOS
• Indicações:
-medida precisa do débito urinário,
- alívio de retenções urinárias e
- irrigação da bexiga- Luz Tríplice
TIPOS
• CVD- Foley
• CVD -Irrigação – 3 vias Foley
• CVA/ uretral – nelaton
• Duplo J
TE. ENFERMAGEM SONDAS DRENOS E CATETER.pdf

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdfAula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
LarissaMachado97
 
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdfAssistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
YuriFargom1
 
Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
resenfe2013
 
Colostomia
ColostomiaColostomia
Colostomia
Patricia Nunes
 
1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical
1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical
1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical
Pelo Siro
 
Lavagem intestinal
Lavagem intestinalLavagem intestinal
Lavagem intestinal
Laís Lucas
 
Cuidados com dreno de suctor
Cuidados com dreno de suctorCuidados com dreno de suctor
Cuidados com dreno de suctor
Viviane da Silva
 
Tubos, sondas e drenos
Tubos, sondas e drenosTubos, sondas e drenos
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptxaula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
MarcioCruz62
 
Aula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenosAula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenos
Laiane Alves
 
Tipos de Sondas Vesical e Retal.pptx
Tipos de Sondas Vesical e Retal.pptxTipos de Sondas Vesical e Retal.pptx
Tipos de Sondas Vesical e Retal.pptx
bianca375788
 
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptxASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
JessiellyGuimares
 
Sondagens
SondagensSondagens
Sondagens
Luana Silva
 
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Tuanny Sampaio - Estética Avançada
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Aline Bandeira
 
Sondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinalSondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinal
Rodrigo Abreu
 
Fios e suturas
Fios e suturasFios e suturas
Fios e suturas
Danilo Modesto
 
Acesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagemAcesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagem
Élcio Medeiros
 
Anotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagemAnotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagem
Guiomar Dutra Lima
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Will Nunes
 

Mais procurados (20)

Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdfAula 12 - Drenos e Sondas.pdf
Aula 12 - Drenos e Sondas.pdf
 
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdfAssistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
Assistência de enfermagem a traqueostomia, colostomia, sonda e drenos.pdf
 
Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
 
Colostomia
ColostomiaColostomia
Colostomia
 
1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical
1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical
1238687 cuidados de_manutencao_da_sonda_vesical
 
Lavagem intestinal
Lavagem intestinalLavagem intestinal
Lavagem intestinal
 
Cuidados com dreno de suctor
Cuidados com dreno de suctorCuidados com dreno de suctor
Cuidados com dreno de suctor
 
Tubos, sondas e drenos
Tubos, sondas e drenosTubos, sondas e drenos
Tubos, sondas e drenos
 
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptxaula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
aula pronta CUIDADOS COM DRENOS.pptx
 
Aula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenosAula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenos
 
Tipos de Sondas Vesical e Retal.pptx
Tipos de Sondas Vesical e Retal.pptxTipos de Sondas Vesical e Retal.pptx
Tipos de Sondas Vesical e Retal.pptx
 
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptxASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS NECESSIDADES DE SONDAGENS.pptx
 
Sondagens
SondagensSondagens
Sondagens
 
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
 
Sondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinalSondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinal
 
Fios e suturas
Fios e suturasFios e suturas
Fios e suturas
 
Acesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagemAcesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagem
 
Anotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagemAnotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagem
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
 

Semelhante a TE. ENFERMAGEM SONDAS DRENOS E CATETER.pdf

Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1  Cuidados com Drenos.pptxAula 15.1  Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
carolineribeiro534369
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
IgorMartinsMartins
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
IgorMartinsMartins
 
E Nf 01
E Nf 01E Nf 01
E Nf 01
julianafel
 
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptxDRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
KarineRibeiro57
 
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdfsondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
AnthonySantos74
 
Manual --traqueostomia
Manual --traqueostomiaManual --traqueostomia
Manual --traqueostomia
Luana Morais
 
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptxAULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
vaniceandrade1
 
Sondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptxSondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptx
Semuso
 
Aula 14 - Sondagem vesical.pdf
Aula 14 - Sondagem vesical.pdfAula 14 - Sondagem vesical.pdf
Aula 14 - Sondagem vesical.pdf
LarissaMachado97
 
Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
Rodrigo Abreu
 
Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
Rodrigo Abreu
 
Cuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagemCuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagem
Gabriela Rodrigues Cavalheiro
 
Nutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdfNutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdf
LaendersonOliveira1
 
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptxSondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
yassmim2023gomess
 
Sondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdfSondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdf
gizaraposo
 
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdfADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ssuser80ae40
 
Drenos cavitários
Drenos cavitáriosDrenos cavitários
Drenos cavitários
Danilo Modesto
 
Procedimentos Especiais
Procedimentos EspeciaisProcedimentos Especiais
Procedimentos Especiais
resenfe2013
 
2o ano.bioquimica.seminario de pratica coleta
2o ano.bioquimica.seminario de pratica   coleta2o ano.bioquimica.seminario de pratica   coleta
2o ano.bioquimica.seminario de pratica coleta
rasg75
 

Semelhante a TE. ENFERMAGEM SONDAS DRENOS E CATETER.pdf (20)

Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1  Cuidados com Drenos.pptxAula 15.1  Cuidados com Drenos.pptx
Aula 15.1 Cuidados com Drenos.pptx
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
 
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSpptDrenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
Drenos e cateteres na enfermagem DRENOSppt
 
E Nf 01
E Nf 01E Nf 01
E Nf 01
 
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptxDRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
DRENOS E SONDAS YANA ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA.pptx
 
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdfsondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
sondas_cateteres_drenos_AULA_5_pptx;filename=_UTF_8''sondas,_cateteres.pdf
 
Manual --traqueostomia
Manual --traqueostomiaManual --traqueostomia
Manual --traqueostomia
 
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptxAULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
 
Sondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptxSondas_e_Drenos.pptx
Sondas_e_Drenos.pptx
 
Aula 14 - Sondagem vesical.pdf
Aula 14 - Sondagem vesical.pdfAula 14 - Sondagem vesical.pdf
Aula 14 - Sondagem vesical.pdf
 
Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
 
Cateterismo vesical
Cateterismo vesicalCateterismo vesical
Cateterismo vesical
 
Cuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagemCuidados de enfemagem
Cuidados de enfemagem
 
Nutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdfNutricao enteral e parenteral.pdf
Nutricao enteral e parenteral.pdf
 
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptxSondagem nasogástrica, sondas, sondagem  .pptx
Sondagem nasogástrica, sondas, sondagem .pptx
 
Sondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdfSondas_e_Drenos.pdf
Sondas_e_Drenos.pdf
 
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdfADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
ADMINISTRAÇÃO DE DIETA PDF.pdf
 
Drenos cavitários
Drenos cavitáriosDrenos cavitários
Drenos cavitários
 
Procedimentos Especiais
Procedimentos EspeciaisProcedimentos Especiais
Procedimentos Especiais
 
2o ano.bioquimica.seminario de pratica coleta
2o ano.bioquimica.seminario de pratica   coleta2o ano.bioquimica.seminario de pratica   coleta
2o ano.bioquimica.seminario de pratica coleta
 

TE. ENFERMAGEM SONDAS DRENOS E CATETER.pdf

  • 1. SONDAS, CATETERES E DRENOS ENFERMAGEM CLÍNICA PROF. YANCA VIANA
  • 2. SONDA • Instrumento tubular que não possuem luz interna e que são introduzidos no corpo, com a finalidade diagnóstica ou terapêutica. • definida como um tubo que se introduz em canal do organismo, natural ou não para reconhecer-lhe o estado, extrair ou introduzir algum tipo de matéria.
  • 3. CATETER • Todo instrumento tubular que possa ser inserido no corpo para drenagem ou introdução de liquido. • são tubos de diversos materiais e calibres inseridos no organismo, tendo como função a infusão de líquidos ou a sua retirada.
  • 4. DRENOS • São usados em diversos contextos para possibilitar o “escapamento” de líquido de uma cavidade corporal específica. • São tubos ou materiais colocados no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluído ou ar.
  • 5. OBJETIVOS DRENOS / EFEITO DO ACUMULO DE LIQUIDO • Permite a saída de ar e secreções, • Evita infecções profundas nas incisões, • São introduzidos quando existe ou se espera coleção anormal de secreção. • A origem palavra dreno- lingua inglesadrain – esgoto/ abertura escoamento de agua. • Meio de cultura, • Aumenta a pressão local, interferindo no fluxo, • Comprime áreas adjacentes, • Causa irritação e necrose tecidual ( bile, pus, suco pancreático, urina).
  • 6. ESCOLHA: REALIZADA PELO MÉDICO Tipos de secreção • Serosa • Sanguinolenta/ hemática • purulenta • Serosanguinolenta • Piosanguinalenta • Seropurulenta/ pioserosa • Biliosa • Fecalóide • Avalia o tipo do liquido a ser drenado, • Cavidade a ser inserido o dreno, • Tempo de duração do dreno. • LOCALIZAÇÃO • Regiões vacularizadas • Feridas infectadas • Regiões com grande dissecção do tecido superficial
  • 7. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO MATERIAL • BORRACHA • POLIETILENO • SILICONE • TEFLON • VIALON
  • 8. LAMINAR -PENROSE – SISTEMA DE DRENAGEM SIMPLES • Usados para estabelecer uma comunicação entre uma cavidade corporal e a superfície da pele. • Pode-se colocar um curativo com gaze ou uma bolsa de ostomia sobre o dreno. • Complicação: retração para cavidade peritoneal. Pode ficar sob o curativo oclusivo • Utiliza-se um grampo ou alfinete p evitar a movimentação ou tração do dreno. • O reposicionamento do dreno é responsabilidade médica.
  • 9. GRAVITACÃO – SISTEMA FECHADO • UTILIZA-SE CATETERES DE GROSSO CALIBRE, COLOCADOS DENTRO DA CAVIDADE E CONECTADOS A BOLSAS COLETORAS OU BORRACHAS DE LÁTEX. • SÃO REALIZADOS POR COLETORES DE SISTEMA FECHADO, DEVENDO SER DISPONIBILIZADOS SEMPRE NA ALTURA INFERIOR A INSERÇÃO DO DRENO. • EX: CVD, CVA • DEVE ESTAR PERMEÁVEL • AVALIAR A DRENAGEM PELO TUBO E AO REDOR • DIMINUIÇÃO SÚBITA DA DRENAGEM INDICA OBSTRUÇÃO • QUANDO CONECTADO A SUCÇÃO AO PRESSÃO DEVERÁ SER CONSTANTE E PRESCRITA PELO MÉDICO
  • 10. SUCCÃO •UM DRENO DE POLIETILENO, COM MÚLTIPLAS FENESTRAÇÕES , É CONECTADO, EM SUA EXTREMIDADE EXTERNA, A UM RESERVATÓRIO CONTENDO UM ORIFÍCIO PARA SAÍDA DE AR. AO SE RETIRAR O AR DESSE RESERVATÓRIO, CRIA-SE O VÁCUO, FAZENDO-SE A ASPIRAÇÃO ATIVA DO CONTEÚDO DENTRO DA FERIDA, ATÉ QUE A PRESENÇA DO LÍQUIDO NO RESERVATÓRIO IGUALE AS PRESSÕES, PERDENDO-SE O VÁCUO. AO SE ESVAZIAR O LÍQUIDO COLETADO DENTRO DO RESERVATÓRIO, REALIZA-SE NOVA RETIRADA DO AR E HÁ RETORNO DA PRESSÃO NEGATIVA, COM ASPIRAÇÃO ATIVA NO INTERIOR DA FERIDA. DEVE PERMANECER NA ALTURA DA LESÃO. •EX: PORT-VAC •HEMOVAC/JACKSON-PRATT-EXERCEM PRESSÃO BAIXA CONSTANTE. •DEVEM ESTAR COMPRIMIDOS CORRETAMENTE PARA REALIZAR A SUCÇÃO. •CONHECIDOS COMO AUTO-SUCÇÃO. •USADO PARA DRENAGEM DE LÍQUIDO SEROSO OU SANGUINOLENTO, DE LOCAIS DE DISSECÇÃO OU DA ÁREA DE ANASTOMOSES INTRAPERITONEAIS •OBJETIVO: FACILITAR A COAPTÇÃODOS TECIDOS ADJACENTES E IMPEDIR O ACÚMULO DE SORO E A FORMAÇÃO DE HEMATOMA •COMPLICAÇÃO: EROSÃO DO DRENO EM ÓRGÃOS OU VASOS CIRCUNVIZINHOS E A RUPTURA DO CATETER AO SER RETIRADO
  • 11. LOCALIZAÇÃO DOS DRENOS • INTERIOR DE FERIDAS OPERATÓRIAS • INTERIOR DEISCENCIA OPERATÓRIA • INTERIOR FERIDAS INFECTADAS • INTERIOR ABSCESSO • INTERIOR DE ÓRGÃOS OCOS • VÃO REALIZAR COMUNICAÇÃO ENTRE ÓRGÃOS INTERNOS E AMBIENTE.
  • 12. IMPORTANTE • Drenos atuam como corpo estranho: forma um tecido de granulação a sua volta, que auxilia na diminuição do risco de saída precoce do dreno- devendo permanecer entre 7 a 10 dias. • A saída precoce poderá causar extravasamento de secreção caustica nos tecidos internos e externos. • O debito da drenagem dependerá do local da inserção. • Atenção • Diminuição da drenagem por dias/ semanas - Pode indicar a retirada do dreno ou obstrução do lumem!
  • 13. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES • Local inserção do dreno • Tipo de dreno • Tipo de drenagem • Tipo e volume do liquido da drenagem • Permeabilidade do dreno • Tração do dreno- prescrição médica.
  • 14. ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM • Localização e tipo de dreno ( kher, tubular, netalton, Penrose, Torax), • Anotar debito ( volume, cor, consistencia, caracteristicas, se há oscilação), • Anotar trocas de colotor ( horario, debito e caracteristicas), • Anotar aspecoto da inserção ( hiperemia, lesão, ressecamento, prurido, integridade, presença de exudato, algia, condições gerias da pele), • Anotar o curativo de inserção ( sehouver) aclusivo, aberto, limpo, seco, compressivo, • Anotar queixas referidas pelo cliente com relação ao dreno. • Caso execute a mobilização do dreno descreva quanto ( cm) e qual item da prescrição médica
  • 16. SONDAS/ CATETERES São usadas em diversos contextos para possibilitar a retirada de líquido de uma das cavidades corporais e instilar líquido ou soluções de nutrientes.
  • 17. CATETERES NASOGÁSTRICOS • TUBO CURTO INTRODUZIDO PELA NARINA OU BOCA PARA ALCANÇAR ESTÔMAGO. • UTILIZAÇÃO : -DESCOMPRESSÃO DO ESTOMAGO -REMOÇÃO DO CONTEÚDO GASTRICO E -ALIMENTAÇÃO CONTROLE DE SANGRAMENTO – VARIZES SOFAGIANAS.
  • 18. SONDA DE LEVIN • possui uma luz única, manufaturada com plástico ou borracha, com aberturas localizadas próxima à ponta; as marcas circulares contidas em pontos específicos da sonda servem como guia para sua inserção.
  • 19. SONDA GÁSTRICA SIMPLES(SALEM) É UMA SONDA NASO-GÁSTRICA RADIOPACA DE PLÁSTICO CLARO, DOTADA DE DUAS LUZES, USADA PARA DESCOMPRIMIR O ESTÔMAGO E MANTÊ-LO VAZIO
  • 20. SONDA DE SENGSTAKEN BLAKEMORE É uma sonda utilizada especificamente para o tratamento de sangramentos de varizes esofagianas, possuindo três luzes com dois balões, sendo uma luz para insuflar o balão gástrico e outra para o balão esofageano.A terceira luz – lavagem gástrica.
  • 21. NASOJEJUNAIS • Sonda longa, introdizida pela narina, passada atraves do esofago e estomago, para dentro do trato instestinal. • Indicações: -Administração de nutrição enteral, -Administração de medicações e descompressão do int.delgado
  • 22. SONDA DE DOBHOFF • Sonda utilizada com freqüência para alimentação enteral, sendo que como característica possui uma ponta pesada e flexível.
  • 23. SONDAS DE DESCOMPRESSÃO É de duas luzes, sendo uma para introdução de mercúrio ou ar no balão do final da sonda e a outra para aspiração. 3 m comprimento.( 16 Fr)
  • 24. SONDA DE CANTOR Possui 3 comprimento, com uma luz de 18 Fr. È maior que as outras sondas longas e possui 4 /5 ml de mercurio na bolsa existente na extremidade do tubo.
  • 25. CATETERES URINÁRIOS • Indicações: -medida precisa do débito urinário, - alívio de retenções urinárias e - irrigação da bexiga- Luz Tríplice TIPOS • CVD- Foley • CVD -Irrigação – 3 vias Foley • CVA/ uretral – nelaton • Duplo J