O documento descreve os três principais ciclos de desenvolvimento econômico do Espírito Santo: 1) 1850-1960 caracterizado pela cafeicultura; 2) 1960-1990 marcado pela transformação produtiva com o declínio do café e crescimento de outros setores; 3) 1990 em diante com o início de um novo ciclo. O segundo ciclo foi impulsionado por programas de erradicação de cafezais que causaram desemprego e êxodo rural, enquanto incentivos estatais beneficiaram a pecuária e a grande propriedade.