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ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA




   Protocolos de Tomografia
      Tecg°. Esp. Carlos Antonio
           tnl.carlos@gmail.com
Especialização em Tomografia Computadorizada




 “Não se pode pretender que alguém conheça
 tudo, mas sim que, conhecendo alguma
 coisa, tenha conhecimento de tudo."

                            Hugo Hofmannsthal
Especialização em Tomografia Computadorizada




     Breve Histórico da
 Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

1885: Descoberta dos Raios X por Wilhelm C. Röentgen;
1917: O matemático austríaco Johann Radon provou que um objeto
tridimensional poderia ser reconstruído matematicamente a partir de um
conjunto infinito de todas suas projeções;
1961: O neurologista William Oldendorf descreve um sistema
experimental que, em teoria, seria capaz de reproduzir as secções
transversais de estruturas intracranianas de radiodensidades diferentes;
1963: Allan Cormack descreve uma técnica para calcular a distribuição
de absorção do Raio X no corpo humano;
1969: Godfrey Hounsfield, utilizando a técnica desenvolvida por
Cormack, cria o primeiro protótipo de TC;
1972: Godfrey Hounsfield e o neurologista J. Ambrose guiaram o
primeiro exame clínico de TC;
Especialização em Tomografia Computadorizada




               Protótipo de Hounsfield
Especialização em Tomografia Computadorizada




          Primeiro tomógrafo - Tomógrafo EMI Mark I®
Especialização em Tomografia Computadorizada
1971: Dia 1 de outubro - Mulher de 41 anos com suspeita de tumor no
lobo frontal. A varredura durou quinze horas;
1974: 60 instalações clínicas de TC (estudos exclusivos do crânio);
1975: Hounsfield constrói o primeiro tomógrafo de corpo inteiro;
1977: Primeiro tomógrafo instalado no Brasil (Hospital da Beneficência
Portuguesa-SP);
1979: Godfrey Hounsfield e Allan Cormack são agraciados com o
Premio Nobel de Medicina e Fisiologia;
1980: A unidade de TC número 5.000 foi instalada nos EUA;
1989: W.A. Kalender e P. Vock realizaram o primeiro exame clínico
com a TC helicoidal;
1998: Introdução dos sistemas de detectores de multicortes (MDCT);
2000: ~30.000 tomógrafos de corpo inteiro instalados no mundo;
Hoje : No Brasil, ~ 1.600 tomógrafos instalados (IBGE).
Especialização em Tomografia Computadorizada


    Evolução da Tomografia
       Computadorizada




      Uma nova era no diagnóstico médico!
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

        TC x Radiografias Convencionais
   Distinguir estruturas de órgãos e tecidos com pequenas
   diferenças de densidade em especial entre os tecidos moles;
   Imagem de um corte sem a superposição de imagens das
   estruturas não pertencentes à seção em estudo;
   As imagens das estruturas anatômicas conservam as mesmas
   proporções, sem distorções;
   Imagens digitais permitem medições quantitativas das densidades
   dos tecidos e dos tamanhos das estruturas.
   Admite manipulações pós-reconstrução, tais como:
      Ampliação;
      Suavização;
      Reformatação em outros planos MPR(2D);
      Reconstrução tridimensional (3D)
Especialização em Tomografia Computadorizada

      TC x Radiografias Convencionais
Especialização em Tomografia Computadorizada

                   1ª GERAÇÃO

         Feixe Linear, um detector
         180 projeções
         4,5min por fatia,
         Movimento duplo (translação/ rotação)
Especialização em Tomografia Computadorizada

                   2ª GERAÇÃO

         Feixe em leque, vários detectores (5-50)
         1,0min por fatia
         Movimento duplo (translação/ rotação)
Especialização em Tomografia Computadorizada

                    3ª GERAÇÃO

         Feixe em leque,
         vários detectores rotativos (~500)
         1,0s por fatia
         Scan contínuo (360º)
Especialização em Tomografia Computadorizada

                   4ª GERAÇÃO
         Tecnologia Slim Ring
         Detectores fixos (800-5000)
         Somente o tubo de raios x gira
         1,0s por fatia
         Elevado custo (aquisição/manutenção)
Especialização em Tomografia Computadorizada

  Sistema Helicoidal ou Espiralar
                       (5ª Geração?)
   Em termos de funcionamento, não diferem dos sistemas de 3ª e
   4ª geração;
   O sistema utilizado é o de rotação total da ampola podendo ser
   os detectores fixos ou móveis;
   A diferença está no movimento da mesa que movimenta-se
   continuamente enquanto a ampola irradia o paciente de forma
   ininterrupta;
   É o sistema mais rápido de tomografia, podendo realizar uma
   varredura de crânio em menos de 20s, diferente dos de 3ª
   geração que levava cerca de 3 minutos.
Especialização em Tomografia Computadorizada

  Sistema Helicoidal ou Espiralar
                (5ª Geração?)
Especialização em Tomografia Computadorizada

  Sistema Helicoidal ou Espiralar
                        (5ª Geração?)
   A tecnologia dos anéis deslizantes possibilitou que a TC
   helicoidal fosse implementada pois possibilitava um movimento
   contínuo do gantry
   .
   Estes anéis forneciam tensão ao tubo
   sem que o mesmo ficasse preso a cabos.
   (ex. trilhos do metro)

   Limite de velocidade de rotação
   de 1,0 seg. (hoje 0,33 seg.)
Especialização em Tomografia Computadorizada

Conceitos advindos do modelo helicoidal
   Revolução: Giro de 360° do conjunto tubo/detectores. Dura
   em média 1s;

   Pitch: Representa a razão entre o deslocamento da mesa e a
   espessura de corte;
   OBS1: Fator importante a considerar nos casos de trabalho com pitch de
   relação maiores que 1:1 é que a quantidade de radiação por fatia de corte será
   sensivelmente reduzida, aumentando assim o ruído da imagem provocado pela
   baixa dose de exposição.

   OBS2: Quanto maior o pitch menor o tempo de varredura ou maior a área a
   ser estudada, porém haverá uma redução na qualidade da imagem.
Especialização em Tomografia Computadorizada

Conceitos advindos do modelo helicoidal

   Interpolação: Sempre que se fizer necessário o uso de pitch
   maior que a relação 1:1, no sentido de evitar que a espessura
   dos cortes apresente variações muito amplas, alguns
   equipamentos fazem à aquisição dos dados em apenas 180° do
   movimento do tubo, interpolando dados nos próximos 180°,
   calculados pelo computador, com base nas informações
   obtidas a partir da primeira parte da aquisição.
Especialização em Tomografia Computadorizada

    Vantagens das Tomografias Helicoidais

   Menor quantidade de meios contraste;

   Reconstrução retrospectiva de cortes;

   Reconstruções multiplanares (MPR) e tridimensionais (3D);

    Imagens contínuas sem a perda de lesões por deslocamento
   dos órgãos internos.
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

    Sistema Helicoidal Multi Slice
                        (6ª Geração?)
   Devido a tecnologia Slip ring, tubos de raios X mais potentes e o
   avanço computacional houve grande avanço nos modelos de TC
   HELICOIDAL;
   Surgem os equipamentos        de   TC   Helicoidal   Multi   slice
   (multidetectores);

   Atualmente equipamentos com revolução de menos de 0,5s e com
   64 canais adquirem 140 imagens por segundo; Já existem modelos
   com até 128 canais;
   A obtenção de múltiplas imagens por segundo, permitiu o
   manuseio, em tempo real, das imagens de tomografia, facilitando o
   estudo dinâmico dos vasos.
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

          Vantagens das TCH Multi slice

   Aumento da cobertura do eixo z por rotação;

   Aquisição rápida do mesmo volume;

   Carga mais baixa no tubo do que o equivalente na varredura
   em corte único;

   Registro de volumes maiores.
Especialização em Tomografia Computadorizada

Tomografia Computadoriza de Feixe Cônico
                 (Cone-Beam technique)

  Os primeiros relatos literários sobre a TC Cone Beam para
  uso na Odontologia ocorreram muito recentemente, ao
  final da década de noventa;

  Dose de radiação equivalente a 1/6 da liberada pela TC
  tradicional;

  O aparelho de TC de feixe cônico é muito compacto e
  assemelha-se ao aparelho de radiografia panorâmica;
Especialização em Tomografia Computadorizada




                           Aparelho NewTom-9000 (Verona-Itália)




    Aparelho I-CAT (EUA)
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

     Reconstrução 3D em tomografia Cone Beam
Especialização em Tomografia Computadorizada

Tomografia Computadoriza de Feixe Cônico
                 (Cone-Beam technique)

  Ao contrário da TC tradicional, que necessita de tantas
  voltas quanto forem as espessuras de corte e tamanho da
  estrutura, resultando em maior exposição do paciente
  devido ao seu feixe em forma de leque, a TC de Feixe
  Cônico necessita de apenas um giro ao redor da área de
  interesse;
  Reduz a dose de exposição do paciente à radiação em até
  98% em relação à TC tradicional e a presença de artefatos
  na imagem obtida, permitindo assim a melhora da imagem
  tridimensional.
Especialização em Tomografia Computadorizada

               Sistema Dual Source
                 ALGUMAS VANTAGENS

   Dois tubos de raios-x e dois detectores correspondentes
   angulados 90º entre si;
   Tempo de rotação do gantry em torno de 0,28s;

   Redução de 40% a 80% da dose efetiva;

   Pode dispensar a necessidade de apnéia ou sedação;

   Sistema Dual Energy.
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada
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Especialização em Tomografia Computadorizada
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 Tomografia Computadorizada
         Componentes Físicos
Especialização em Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

  O aparelho de tomografia computadorizada tradicional
  apresenta três componentes principais:

  1) o GANTRY, no interior do qual se localizam o tubo de
  raios-x e um anel de detectores de radiação, constituído
  por cristais de cintilação;

  2) a MESA, que acomoda o paciente deitado e que,
  durante o exame, movimenta-se em direção ao interior do
  gantry (TC helicoidal);

  3) o COMPUTADOR, que reconstrói a imagem
  tomográfica a partir das informações adquiridas no gantry.
Especialização em Tomografia Computadorizada

    Tubo de raios-X


Colimador do tubo                           Transformação
                                            analógico-digital

                                                       computador
       Colimador
       dos detectores                               Algoritmos de
                              ROI                   reconstrução
    Detectores de
    referência                                               Imagem
                        Raios-X atenuados

                                                Detectores
Especialização em Tomografia Computadorizada

                       O Gantry
  O Gantry (portal) é o maior componente do sistema de
  tomografia;

  Basicamente é composto por:

    Tubo de Raios X;
    Conjunto de detectores;
    DAS (Data Aquisition System);
    Dispositivo laser de posicionamento.
Especialização em Tomografia Computadorizada

                       O Gantry
  O tamanho da abertura do gantry influencia
  significativamente as características do tubo de raios X.

  Quanto maior a abertura do gantry, maior a distância entre o
  foco do feixe de raios X e o arco de detectores (dfa);

  Lei do inverso do quadrado da distância: A intensidade do
  feixe diminui com a distância do foco ao objeto de forma
  quadrática;

  Portanto, gantry com maiores aberturas requerem a geração
  de feixes de raios X mais intensos.
Especialização em Tomografia Computadorizada

                        O Gantry
  Para um feixe mais intenso o tubo de raios X demanda maior
           potência elétrica da rede de alimentação;


       Maior geração de calor por parte do tubo de raios x;


  Mais calor implica num sistema de refrigeração mais eficiente
       para que o processo ocorra sem superaquecimento;


   Esses fatores promovem um maior aumento dos custos dos
                  gantry com aberturas maiores.
Especialização em Tomografia Computadorizada




   Protocolos Para Exames de
   Tomografia Computadorizada
Especialização em Tomografia Computadorizada

   Quando se fala em protocolos para determinado exame
   tomográfico, deve-se levar em consideração que estes não
   referem-se, exclusivamente, aos parâmetros técnicos do exame
   em questão como fov, pitch, kV, mA, espessura de corte e etc.

   São normas e processos que devem ser seguidos com o intuito
   de padronizar determinada atividade a fim de favorecer o
   entendimento e a interpretação por todas as pessoas envolvidas
   no processo.

   Vão desde o momento em que o paciente chega até o momento
   em que este sai da salas de exames.
   Ao definirmos um protocolo devemos levar em consideração
   aspectos relacionados ao paciente, ao diagnóstico e ao
   equipamento.
Especialização em Tomografia Computadorizada



   Requisitos definidos pelas características do paciente:
     Crianças e pacientes jovens além de pacientes que
     necessitam de controle tomográfico periódico: preservação
     da dose;



   Requisitos definidos pelo equipamento utilizado:
     Vinculado as características e limitações do equipamento
     como número de canais, revolução do tubo, colimação...
Especialização em Tomografia Computadorizada

   Requisitos definido pelo diagnóstico:
     Resolução espacial: usar cortes mais finos possível

     Resolução de contraste: exame com baixo nível de ruido;
     Sem necessidade de resolução espacial: Aumentar a espessura de
     corte. Estudo de lesões grandes, como massas mediastinais,
     aneurismas de aorta e etc;

     Com alta resolução espacial (Cortes mais finos): Estudo
     dinâmicos de nódulos

     Resolução temporal
     Estudo de artérias coronarianas, estudo do coração, estudo de
     massas mediastinais contíguas ao coração.
Especialização em Tomografia Computadorizada

   Deve-se fazer a anamnese do paciente antes da realização do
   exame e, dependendo dos dados obtidos, deve-se fornecer ao
   paciente um comprimido antialérgico caso haja necessidade de
   administração de meio de contraste iodado endovenoso.

   Alguns questionamentos essenciais durante a anamnese do
   paciente:
      Se está em jejum de pelo menos quatro horas;
      Se tem alergia a iodo (se já comeu camarão, caranguejo
      ou outros frutos do mar);
      Se fuma ou já fumou e por quanto tempo;
      Qual o motivo do exame.
Especialização em Tomografia Computadorizada



   Deve-se pedir ao paciente que retire qualquer adorno ou roupa
   que esteja na região de interesse;

   Deve-se explicar ao paciente todo o procedimento de forma
   sucinta mas clara para que este possa colaborar durante a
   execução do exame;

   Deve-se orientar os acompanhantes a deixar a sala de exames
   quando do inicio do mesmo, salvo situações especiais como no
   caso de idosos ou crianças;

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Aula 1 - histórico e aspectos físicos

  • 1. ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Protocolos de Tomografia Tecg°. Esp. Carlos Antonio tnl.carlos@gmail.com
  • 2. Especialização em Tomografia Computadorizada “Não se pode pretender que alguém conheça tudo, mas sim que, conhecendo alguma coisa, tenha conhecimento de tudo." Hugo Hofmannsthal
  • 3. Especialização em Tomografia Computadorizada Breve Histórico da Tomografia Computadorizada
  • 4. Especialização em Tomografia Computadorizada 1885: Descoberta dos Raios X por Wilhelm C. Röentgen; 1917: O matemático austríaco Johann Radon provou que um objeto tridimensional poderia ser reconstruído matematicamente a partir de um conjunto infinito de todas suas projeções; 1961: O neurologista William Oldendorf descreve um sistema experimental que, em teoria, seria capaz de reproduzir as secções transversais de estruturas intracranianas de radiodensidades diferentes; 1963: Allan Cormack descreve uma técnica para calcular a distribuição de absorção do Raio X no corpo humano; 1969: Godfrey Hounsfield, utilizando a técnica desenvolvida por Cormack, cria o primeiro protótipo de TC; 1972: Godfrey Hounsfield e o neurologista J. Ambrose guiaram o primeiro exame clínico de TC;
  • 5. Especialização em Tomografia Computadorizada Protótipo de Hounsfield
  • 6. Especialização em Tomografia Computadorizada Primeiro tomógrafo - Tomógrafo EMI Mark I®
  • 7. Especialização em Tomografia Computadorizada 1971: Dia 1 de outubro - Mulher de 41 anos com suspeita de tumor no lobo frontal. A varredura durou quinze horas; 1974: 60 instalações clínicas de TC (estudos exclusivos do crânio); 1975: Hounsfield constrói o primeiro tomógrafo de corpo inteiro; 1977: Primeiro tomógrafo instalado no Brasil (Hospital da Beneficência Portuguesa-SP); 1979: Godfrey Hounsfield e Allan Cormack são agraciados com o Premio Nobel de Medicina e Fisiologia; 1980: A unidade de TC número 5.000 foi instalada nos EUA; 1989: W.A. Kalender e P. Vock realizaram o primeiro exame clínico com a TC helicoidal; 1998: Introdução dos sistemas de detectores de multicortes (MDCT); 2000: ~30.000 tomógrafos de corpo inteiro instalados no mundo; Hoje : No Brasil, ~ 1.600 tomógrafos instalados (IBGE).
  • 8. Especialização em Tomografia Computadorizada Evolução da Tomografia Computadorizada Uma nova era no diagnóstico médico!
  • 10. Especialização em Tomografia Computadorizada TC x Radiografias Convencionais Distinguir estruturas de órgãos e tecidos com pequenas diferenças de densidade em especial entre os tecidos moles; Imagem de um corte sem a superposição de imagens das estruturas não pertencentes à seção em estudo; As imagens das estruturas anatômicas conservam as mesmas proporções, sem distorções; Imagens digitais permitem medições quantitativas das densidades dos tecidos e dos tamanhos das estruturas. Admite manipulações pós-reconstrução, tais como: Ampliação; Suavização; Reformatação em outros planos MPR(2D); Reconstrução tridimensional (3D)
  • 11. Especialização em Tomografia Computadorizada TC x Radiografias Convencionais
  • 12. Especialização em Tomografia Computadorizada 1ª GERAÇÃO Feixe Linear, um detector 180 projeções 4,5min por fatia, Movimento duplo (translação/ rotação)
  • 13. Especialização em Tomografia Computadorizada 2ª GERAÇÃO Feixe em leque, vários detectores (5-50) 1,0min por fatia Movimento duplo (translação/ rotação)
  • 14. Especialização em Tomografia Computadorizada 3ª GERAÇÃO Feixe em leque, vários detectores rotativos (~500) 1,0s por fatia Scan contínuo (360º)
  • 15. Especialização em Tomografia Computadorizada 4ª GERAÇÃO Tecnologia Slim Ring Detectores fixos (800-5000) Somente o tubo de raios x gira 1,0s por fatia Elevado custo (aquisição/manutenção)
  • 16. Especialização em Tomografia Computadorizada Sistema Helicoidal ou Espiralar (5ª Geração?) Em termos de funcionamento, não diferem dos sistemas de 3ª e 4ª geração; O sistema utilizado é o de rotação total da ampola podendo ser os detectores fixos ou móveis; A diferença está no movimento da mesa que movimenta-se continuamente enquanto a ampola irradia o paciente de forma ininterrupta; É o sistema mais rápido de tomografia, podendo realizar uma varredura de crânio em menos de 20s, diferente dos de 3ª geração que levava cerca de 3 minutos.
  • 17. Especialização em Tomografia Computadorizada Sistema Helicoidal ou Espiralar (5ª Geração?)
  • 18. Especialização em Tomografia Computadorizada Sistema Helicoidal ou Espiralar (5ª Geração?) A tecnologia dos anéis deslizantes possibilitou que a TC helicoidal fosse implementada pois possibilitava um movimento contínuo do gantry . Estes anéis forneciam tensão ao tubo sem que o mesmo ficasse preso a cabos. (ex. trilhos do metro) Limite de velocidade de rotação de 1,0 seg. (hoje 0,33 seg.)
  • 19. Especialização em Tomografia Computadorizada Conceitos advindos do modelo helicoidal Revolução: Giro de 360° do conjunto tubo/detectores. Dura em média 1s; Pitch: Representa a razão entre o deslocamento da mesa e a espessura de corte; OBS1: Fator importante a considerar nos casos de trabalho com pitch de relação maiores que 1:1 é que a quantidade de radiação por fatia de corte será sensivelmente reduzida, aumentando assim o ruído da imagem provocado pela baixa dose de exposição. OBS2: Quanto maior o pitch menor o tempo de varredura ou maior a área a ser estudada, porém haverá uma redução na qualidade da imagem.
  • 20. Especialização em Tomografia Computadorizada Conceitos advindos do modelo helicoidal Interpolação: Sempre que se fizer necessário o uso de pitch maior que a relação 1:1, no sentido de evitar que a espessura dos cortes apresente variações muito amplas, alguns equipamentos fazem à aquisição dos dados em apenas 180° do movimento do tubo, interpolando dados nos próximos 180°, calculados pelo computador, com base nas informações obtidas a partir da primeira parte da aquisição.
  • 21. Especialização em Tomografia Computadorizada Vantagens das Tomografias Helicoidais Menor quantidade de meios contraste; Reconstrução retrospectiva de cortes; Reconstruções multiplanares (MPR) e tridimensionais (3D); Imagens contínuas sem a perda de lesões por deslocamento dos órgãos internos.
  • 24. Especialização em Tomografia Computadorizada Sistema Helicoidal Multi Slice (6ª Geração?) Devido a tecnologia Slip ring, tubos de raios X mais potentes e o avanço computacional houve grande avanço nos modelos de TC HELICOIDAL; Surgem os equipamentos de TC Helicoidal Multi slice (multidetectores); Atualmente equipamentos com revolução de menos de 0,5s e com 64 canais adquirem 140 imagens por segundo; Já existem modelos com até 128 canais; A obtenção de múltiplas imagens por segundo, permitiu o manuseio, em tempo real, das imagens de tomografia, facilitando o estudo dinâmico dos vasos.
  • 27. Especialização em Tomografia Computadorizada Vantagens das TCH Multi slice Aumento da cobertura do eixo z por rotação; Aquisição rápida do mesmo volume; Carga mais baixa no tubo do que o equivalente na varredura em corte único; Registro de volumes maiores.
  • 28. Especialização em Tomografia Computadorizada Tomografia Computadoriza de Feixe Cônico (Cone-Beam technique) Os primeiros relatos literários sobre a TC Cone Beam para uso na Odontologia ocorreram muito recentemente, ao final da década de noventa; Dose de radiação equivalente a 1/6 da liberada pela TC tradicional; O aparelho de TC de feixe cônico é muito compacto e assemelha-se ao aparelho de radiografia panorâmica;
  • 29. Especialização em Tomografia Computadorizada Aparelho NewTom-9000 (Verona-Itália) Aparelho I-CAT (EUA)
  • 31. Especialização em Tomografia Computadorizada Reconstrução 3D em tomografia Cone Beam
  • 32. Especialização em Tomografia Computadorizada Tomografia Computadoriza de Feixe Cônico (Cone-Beam technique) Ao contrário da TC tradicional, que necessita de tantas voltas quanto forem as espessuras de corte e tamanho da estrutura, resultando em maior exposição do paciente devido ao seu feixe em forma de leque, a TC de Feixe Cônico necessita de apenas um giro ao redor da área de interesse; Reduz a dose de exposição do paciente à radiação em até 98% em relação à TC tradicional e a presença de artefatos na imagem obtida, permitindo assim a melhora da imagem tridimensional.
  • 33. Especialização em Tomografia Computadorizada Sistema Dual Source ALGUMAS VANTAGENS Dois tubos de raios-x e dois detectores correspondentes angulados 90º entre si; Tempo de rotação do gantry em torno de 0,28s; Redução de 40% a 80% da dose efetiva; Pode dispensar a necessidade de apnéia ou sedação; Sistema Dual Energy.
  • 38.
  • 39. Especialização em Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Componentes Físicos
  • 41. Especialização em Tomografia Computadorizada O aparelho de tomografia computadorizada tradicional apresenta três componentes principais: 1) o GANTRY, no interior do qual se localizam o tubo de raios-x e um anel de detectores de radiação, constituído por cristais de cintilação; 2) a MESA, que acomoda o paciente deitado e que, durante o exame, movimenta-se em direção ao interior do gantry (TC helicoidal); 3) o COMPUTADOR, que reconstrói a imagem tomográfica a partir das informações adquiridas no gantry.
  • 42. Especialização em Tomografia Computadorizada Tubo de raios-X Colimador do tubo Transformação analógico-digital computador Colimador dos detectores Algoritmos de ROI reconstrução Detectores de referência Imagem Raios-X atenuados Detectores
  • 43. Especialização em Tomografia Computadorizada O Gantry O Gantry (portal) é o maior componente do sistema de tomografia; Basicamente é composto por: Tubo de Raios X; Conjunto de detectores; DAS (Data Aquisition System); Dispositivo laser de posicionamento.
  • 44. Especialização em Tomografia Computadorizada O Gantry O tamanho da abertura do gantry influencia significativamente as características do tubo de raios X. Quanto maior a abertura do gantry, maior a distância entre o foco do feixe de raios X e o arco de detectores (dfa); Lei do inverso do quadrado da distância: A intensidade do feixe diminui com a distância do foco ao objeto de forma quadrática; Portanto, gantry com maiores aberturas requerem a geração de feixes de raios X mais intensos.
  • 45. Especialização em Tomografia Computadorizada O Gantry Para um feixe mais intenso o tubo de raios X demanda maior potência elétrica da rede de alimentação; Maior geração de calor por parte do tubo de raios x; Mais calor implica num sistema de refrigeração mais eficiente para que o processo ocorra sem superaquecimento; Esses fatores promovem um maior aumento dos custos dos gantry com aberturas maiores.
  • 46. Especialização em Tomografia Computadorizada Protocolos Para Exames de Tomografia Computadorizada
  • 47. Especialização em Tomografia Computadorizada Quando se fala em protocolos para determinado exame tomográfico, deve-se levar em consideração que estes não referem-se, exclusivamente, aos parâmetros técnicos do exame em questão como fov, pitch, kV, mA, espessura de corte e etc. São normas e processos que devem ser seguidos com o intuito de padronizar determinada atividade a fim de favorecer o entendimento e a interpretação por todas as pessoas envolvidas no processo. Vão desde o momento em que o paciente chega até o momento em que este sai da salas de exames. Ao definirmos um protocolo devemos levar em consideração aspectos relacionados ao paciente, ao diagnóstico e ao equipamento.
  • 48. Especialização em Tomografia Computadorizada Requisitos definidos pelas características do paciente: Crianças e pacientes jovens além de pacientes que necessitam de controle tomográfico periódico: preservação da dose; Requisitos definidos pelo equipamento utilizado: Vinculado as características e limitações do equipamento como número de canais, revolução do tubo, colimação...
  • 49. Especialização em Tomografia Computadorizada Requisitos definido pelo diagnóstico: Resolução espacial: usar cortes mais finos possível Resolução de contraste: exame com baixo nível de ruido; Sem necessidade de resolução espacial: Aumentar a espessura de corte. Estudo de lesões grandes, como massas mediastinais, aneurismas de aorta e etc; Com alta resolução espacial (Cortes mais finos): Estudo dinâmicos de nódulos Resolução temporal Estudo de artérias coronarianas, estudo do coração, estudo de massas mediastinais contíguas ao coração.
  • 50. Especialização em Tomografia Computadorizada Deve-se fazer a anamnese do paciente antes da realização do exame e, dependendo dos dados obtidos, deve-se fornecer ao paciente um comprimido antialérgico caso haja necessidade de administração de meio de contraste iodado endovenoso. Alguns questionamentos essenciais durante a anamnese do paciente: Se está em jejum de pelo menos quatro horas; Se tem alergia a iodo (se já comeu camarão, caranguejo ou outros frutos do mar); Se fuma ou já fumou e por quanto tempo; Qual o motivo do exame.
  • 51. Especialização em Tomografia Computadorizada Deve-se pedir ao paciente que retire qualquer adorno ou roupa que esteja na região de interesse; Deve-se explicar ao paciente todo o procedimento de forma sucinta mas clara para que este possa colaborar durante a execução do exame; Deve-se orientar os acompanhantes a deixar a sala de exames quando do inicio do mesmo, salvo situações especiais como no caso de idosos ou crianças;