O documento analisa o gerenciamento de hospitais sob a administração direta e organizações sociais da saúde (OSS), destacando que as OSS apresentam custos mais altos e menor eficácia, com evidências de desvio de verbas públicas e irregularidades. Casos de corrupção e ineficiência são mencionados, com denúncias de contratos fraudulentos e gastos excessivos em unidades geridas por OSS. Os dados indicam um desvio significativo de recursos, com implicações em diversas cidades e associações de saúde.