O documento resume os principais problemas da gestão da saúde em Pernambuco, incluindo subfinanciamento, falta de profissionais e atrasos nos pagamentos a organizações sociais e fornecedores, levando a um atendimento precário à população. A bancada de oposição observou redução de investimentos no setor, dívidas de quase R$26 milhões com organizações sociais e mais de R$34 milhões devidos a fornecedores de 2014.