O documento explora a evolução da estética e das percepções do belo ao longo da história, desde Platão, que separa o belo do humano, até Kant, que propõe uma percepção estética intersubjetiva. Discute também a transição do belo na arte, a influência da Igreja e as mudanças respostas às demandas sociais e ideológicas nos séculos XVIII e XIX. Autores como Hegel refletem sobre a espiritualidade do belo, relacionando a arte com a verdade e o divino.