O papel do Fisioterapeuta nos Núcleos
de Apoio a Saúde da Família
Semana Acadêmica da Fisioterapia – Divinópolis/2013
Thiago Barbabela de C. Soares
Fisioterapeuta especialista:
Ortopedia e Esportes – UFMG/2005
Gestão do SUS – ENSP/FIOCRUZ/2010
Promoção da Saúde – UNB/2010
 Uma pequena história na saúde pública
 Compreendendo a atenção básica
 O modelo do NASF e sua construção
 Atualidades e perspectivas
PERCURSO
Uma pequena história na saúde pública:
• Fisioterapeuta da secretaria municipal de saúde de Contagem!!!
Contexto:
Concentração da fisioterapia no modelo ambulatorial e
hospitalar
Demanda reprimida (desqualificada): 3000 usuários
Média de tempo de espera: 8 meses ( : 1 e 18meses)
Uma pequena história na saúde pública:
• Projeto de descentralização da reabilitação municipal:
Índice de Vulnerabilidade a Saúde
Territorialização
Disponibilidade de RH
Público-alvo
Protocolo
• Impacto:
fila de espera nos distritos sanitários alvo (30%)
Soares, TBC, Tavares, CF e col. Abordagem Biopsicossocial em Grupos Operativos:
Fisioterapia na Atenção Básica. IV Seminário Internacional de Atenção Primária. Brasília,
2008.
Uma pequena história na saúde pública:
• Implantação de 3 unidades descentralizadas de fisioterapia
POUCOS RESULTADOS:
 Trabalho isolado
 Falta de comunicação em rede
 Baixa capacidade de absorção
 Modelo de abordagem
Uma pequena história na saúde pública:
Novo desafio! Assumindo um cargo de gestão em uma transição de
governo com indicadores de acesso a reabilitação não favoráveis...
Premissas
(Re)Organização da/em rede
 Construção coletiva dos processos
 Fortalecimento da AB
 Articulação intersetorial
 Cidade Saudável: fortalecimento da promoção da saúde
Uma pequena história na saúde pública:
Uma pequena história na saúde pública:
Passos iniciais: estudos de impacto, elaboração do projeto,
credenciamento
Implantação: construção do processo formativo, processo de
seleção interna, capacitação das equipes
E o NASF começou a nascer...
Uma pequena história na saúde pública:
-Estrutura anterior: 87 ESF, 20 UBS “tradicionais”, 6 Unidades de
Referência em Saúde da Família (URSF)
- Proposta e evolução:
Implantação de 8 equipes NASF e ressignificação das URSF
Discussão com as áreas técnicas da SAS, profissionais da rede,
distritos sanitários, gestores, gabinete, CMS, SES...
Aprovação em portaria MS de 05 de abril de 2010!
Definição das categorias componentes: epidemiologia
Cadastramento dos profissionais no CNES
Uma pequena história na saúde pública:
- Estabelecimento do processo de formação dos profissionais:
construção de matriz
Conteúdo programático Temática e Formato * Cronograma Executor
(facilitador)
NASF Contagem Concentração
- Portaria 154 de março de 2008;
- Bate-papo: Experiência de BH;
- Atribuições comuns
4 horas Thiago
Luciana
SUS Contagem e
Diretrizes da Atenção
Básica 1
- Organização territorial do município;
- Política Nacional de Atenção Básica;
- Vulnerabilidade e risco: territorialização, IVS, cadastro das
equipes, mapa inteligente e perfil epidemiológico.
4 horas Ana Medrado
Cynthia
Redes de Atenção à
Saúde
- Sistemas de Saúde;
- Da fragmentação às redes;
- Condições agudas e crônicas.
4 horas Wellington
Cynthia
Vigilância em Saúde,
Promoção da Saúde e
Intersetorialidade
Concentração:
- Determinantes sociais em saúde;
- Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS);
- Experiências da PNPS em Contagem.
Dispersão
- Experiências de Promoção da Saúde no território
4 horas Thiago
Luciana
Nerice
NASF Contagem
Concentração
- Bate-papo com Recursos Humanos: Direitos e deveres dos
profissionais;
- Inserção do profissional no SUS Contagem;
- Roda de conversa por eixo estratégico: Atribuições do NASF
4 ho
Thiago
Luciana
Rodrigo
Acolhimento,
organização do processo
de trabalho na ESF 2
- Humanização, vínculo e responsabilização;
- Ressignificação da escuta;
- Compartilhamento;
- Organização do trabalho nas ESF
4 horas Mariza
Ana Medrado
Apoio Matricial, Equipe
de Referência e trabalho
em Equipe3
-Configuração do apoio
- Estabelecimento de referências
4 horas Wellington
Andréa
Atividades Coletivas -Tipos de abordagens coletivas
- Práticas e práticas coletivas
4 horas Andréa
Wellington
Classificação
Internacional de
Funcionalidade,
Incapacidade e Saúde
(CIF) 4
- A CIF e seu uso orientador da prática 4 horas Thiago
Luciana
“Discussão de casos” - Ética e situações do cotidiano;
- Salas de situação
4 horas Thiago
Mariza
Conteúdo programático Temática e Formato * Cronograma Executor
(facilitador)
Uma pequena história na saúde pública:
Uma pequena história na saúde pública:
Uma pequena história na saúde pública:
- Processo interno de seleção: profissionais da rede currículo +
dinâmica de grupo
- Nomeação gradativa de acordo com vagas abertas
- Início das atividades: Oficinas de Integração (ESF + NASF)
ENFIM, FOMOS A CAMPO!
Soares, TBC, Braga, LS e col. Transição do modelo de reabilitação de Contagem: estratégias de
descentralização. Anais do V Congresso Mineiro de Epidemiologia e Saúde Pública. BH, 2010.
Compreendendo a atenção básica:
A Atenção Primária à Saúde é complexa e demanda uma
intervenção ampla em diversos aspectos para que se possa ter
efeito positivo sobre a qualidade de vida da população,
necessita de um conjunto de saberes para ser eficiente,
eficaz e resolutiva. É definida como o primeiro contato na
rede assistencial dentro do sistema de saúde, caracterizando-se,
principalmente, pela continuidade e integralidade da
atenção, além da coordenação da assistência dentro do
próprio sistema, da atenção centrada na família, da
orientação e participação comunitária e da
competência cultural dos profissionais
(STARFIELD, 2004).
Compreendendo a atenção básica:
A natureza dos usuários
Condições agudas
+
condições crônicas
Compreendendo a atenção básica:
Integralidade do cuidado: potencializando o autocuidado
O modelo do NASF e sua construção:
- Base conceitual:
a) Portaria GM/MS 154/2008 (NASF)
b) Portaria GM/MS 2488/2011 (PNAB e NASF)
Quem pode compor o NASF? profissional/professor de educação física,
nutricionista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, farmacêutico,
assistente social, psicólogo, fonoaudiólogo, médico psiquiatra, médico
ginecologista, médico pediatra, médico acupunturista, médico homeopata,
médico ginecologista/obstetra, médico geriatra, médico internista (clínica
médica), médico do trabalho, médico veterinário, profissional com
formação em arte educação (arte educador) e profissional de saúde
sanitarista.
O modelo do NASF e sua construção:
NASF
INTEGRALIDADE DO CUIDADO FÍSICO E MENTAL com
ACOMPANHAMENTO LONGITUDINAL
QUALIFICAÇÃO DA
REFERÊNCIA E
CONTRA -
REFERÊNCIA
CONSTRUÇÃO
CONJUNTA DO
PLANO TERAPÊUTICO
COMPLEMENTARIEDADE DO TRABALHO DAS ESF e
RESPONSABILIZAÇÃO COMPARTILHADA
ESF
Organização do processo de trabalho
Intervenções diretas do NASF quando muito necessário, sempre
sob encaminhamento das ESF com discussões e negociações a
priori entre os profissionais responsáveis pelo caso
Modalidades de intervenção no território: desenvolvimento de
projetos de saúde no território; no apoio a grupos; trabalhos
educativos e de inclusão social; enfrentamento de situações de
violência e ruptura social; ações junto aos equipamentos públicos.
O modelo do NASF e sua construção:
Organização do processo de trabalho
Priorização do atendimento compartilhado e interdisciplinar →
troca de saberes, capacitação e responsabilidades mútuas,
troca de experiências
Metodologias: estudo e discussão de casos e situações,
projetos terapêuticos, orientações e atendimentos conjuntos
O modelo do NASF e sua construção:
COORDENAÇÃO
DO NASF
NASF 1
USF USF
USF USF
NASF 2
USF USF
USF USF
NASF 3
USF USF
USF USF
NASF 3
USF USF
USF USF
COORDENAÇÃO
DO NASF
COORDENAÇÃO
DO NASF
COORDENAÇÃO
DO NASF
O modelo do NASF e sua construção:
EIXOS DE TRABALHO
ASSISTÊNCIA AO
USUÁRIO
- ATENÇÃO DOMICILIAR
- ATENDIMENTO INDIVIDUAL
- ATIVIDADES COLETIVAS
- GRUPOS
- TERAPÊUTICOS
- OPERATIVOS
- OFICINAS
- SALA DE ESPERA
EDUCAÇÃO
PERMANENTE
-REUNIÕES INTERNAS
- REUNIÕES COM ESF
- OFICINAS
- ATENDIMENTOS
COMPARTILHADOS
O modelo do NASF e sua construção:
NECESSIDADE
DEMANDA
USUÁRIO
SUJEITO DE DIREITO
TRABALHADORES
DAS ESF
TRABALHADORES
DO NASF
REUNIÕES NASF E ESF
NÃO EXISTE UM PRODUTO
PRONTO A SER
CONSUMIDO A PRIORI
Produto do uso de tecnologias,
saberes, afetos, desejos,
projetos, disputas, conflitos
PROJETO
TERAPÊUTICO –
NECESSIDADE
ATENDIDA
O modelo do NASF e sua construção:
Constituem-se em espaços de encontro coletivo, respaldados
institucionalmente. Visam possibilitar a circulação da palavra,
para que no emergir das questões a solução seja pensada por
todos ;
Espaço de análise das demandas e queixas apresentadas, da
discussão aberta e da construção de um plano de intervenção
conjunto com distribuição de tarefas entre os vários sujeitos
envolvidos.
FORTUNA, 2003
O modelo do NASF e sua construção:
Reunião de equipe:
O modelo do NASF e sua construção:
O modelo do NASF e sua construção:
Profissionais Segunda Terça Quarta Quinta Sexta
Pediatra
Reunião da
Equipe do
NASF
R
AIC/EP VD EP
Nutricionista VD/EP AIC G
Fonoaudiólogo (a) AIC
R
VD G/EP
Ginecologista VD AI EP
Psicólogo (a) G VD/AIC EP
Psiquiatra
R
AIC VD/AIC EP
Terapeuta
Ocupacional
G VD AIC/EP
Fisioterapeuta G/EP
R
VD AIC
Ass. Social VD G/EP AIC/VD
Agenda
Atualidades e Perspectivas
 Academia da Saúde
 Práticas Integrativas e complementares
 Inclusão no PMAQ
 Ampliação para UBS “tradicional”
 Telessaúde
 Monitoramento
Thiago Barbabela de C. Soares
Fisioterapeuta – Secretaria Municipal de Saúde de Contagem
Consultor – UNIMED/BH
Email: barbabela@gmail.com

Apresentação divinopolis

  • 1.
    O papel doFisioterapeuta nos Núcleos de Apoio a Saúde da Família Semana Acadêmica da Fisioterapia – Divinópolis/2013 Thiago Barbabela de C. Soares Fisioterapeuta especialista: Ortopedia e Esportes – UFMG/2005 Gestão do SUS – ENSP/FIOCRUZ/2010 Promoção da Saúde – UNB/2010
  • 2.
     Uma pequenahistória na saúde pública  Compreendendo a atenção básica  O modelo do NASF e sua construção  Atualidades e perspectivas PERCURSO
  • 3.
    Uma pequena históriana saúde pública: • Fisioterapeuta da secretaria municipal de saúde de Contagem!!! Contexto: Concentração da fisioterapia no modelo ambulatorial e hospitalar Demanda reprimida (desqualificada): 3000 usuários Média de tempo de espera: 8 meses ( : 1 e 18meses)
  • 4.
    Uma pequena históriana saúde pública: • Projeto de descentralização da reabilitação municipal: Índice de Vulnerabilidade a Saúde Territorialização Disponibilidade de RH Público-alvo Protocolo • Impacto: fila de espera nos distritos sanitários alvo (30%) Soares, TBC, Tavares, CF e col. Abordagem Biopsicossocial em Grupos Operativos: Fisioterapia na Atenção Básica. IV Seminário Internacional de Atenção Primária. Brasília, 2008.
  • 5.
    Uma pequena históriana saúde pública: • Implantação de 3 unidades descentralizadas de fisioterapia POUCOS RESULTADOS:  Trabalho isolado  Falta de comunicação em rede  Baixa capacidade de absorção  Modelo de abordagem
  • 6.
    Uma pequena históriana saúde pública: Novo desafio! Assumindo um cargo de gestão em uma transição de governo com indicadores de acesso a reabilitação não favoráveis...
  • 7.
    Premissas (Re)Organização da/em rede Construção coletiva dos processos  Fortalecimento da AB  Articulação intersetorial  Cidade Saudável: fortalecimento da promoção da saúde Uma pequena história na saúde pública:
  • 8.
    Uma pequena históriana saúde pública: Passos iniciais: estudos de impacto, elaboração do projeto, credenciamento Implantação: construção do processo formativo, processo de seleção interna, capacitação das equipes E o NASF começou a nascer...
  • 9.
    Uma pequena históriana saúde pública: -Estrutura anterior: 87 ESF, 20 UBS “tradicionais”, 6 Unidades de Referência em Saúde da Família (URSF) - Proposta e evolução: Implantação de 8 equipes NASF e ressignificação das URSF Discussão com as áreas técnicas da SAS, profissionais da rede, distritos sanitários, gestores, gabinete, CMS, SES... Aprovação em portaria MS de 05 de abril de 2010! Definição das categorias componentes: epidemiologia Cadastramento dos profissionais no CNES
  • 10.
    Uma pequena históriana saúde pública: - Estabelecimento do processo de formação dos profissionais: construção de matriz Conteúdo programático Temática e Formato * Cronograma Executor (facilitador) NASF Contagem Concentração - Portaria 154 de março de 2008; - Bate-papo: Experiência de BH; - Atribuições comuns 4 horas Thiago Luciana SUS Contagem e Diretrizes da Atenção Básica 1 - Organização territorial do município; - Política Nacional de Atenção Básica; - Vulnerabilidade e risco: territorialização, IVS, cadastro das equipes, mapa inteligente e perfil epidemiológico. 4 horas Ana Medrado Cynthia Redes de Atenção à Saúde - Sistemas de Saúde; - Da fragmentação às redes; - Condições agudas e crônicas. 4 horas Wellington Cynthia Vigilância em Saúde, Promoção da Saúde e Intersetorialidade Concentração: - Determinantes sociais em saúde; - Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS); - Experiências da PNPS em Contagem. Dispersão - Experiências de Promoção da Saúde no território 4 horas Thiago Luciana Nerice
  • 11.
    NASF Contagem Concentração - Bate-papocom Recursos Humanos: Direitos e deveres dos profissionais; - Inserção do profissional no SUS Contagem; - Roda de conversa por eixo estratégico: Atribuições do NASF 4 ho Thiago Luciana Rodrigo Acolhimento, organização do processo de trabalho na ESF 2 - Humanização, vínculo e responsabilização; - Ressignificação da escuta; - Compartilhamento; - Organização do trabalho nas ESF 4 horas Mariza Ana Medrado Apoio Matricial, Equipe de Referência e trabalho em Equipe3 -Configuração do apoio - Estabelecimento de referências 4 horas Wellington Andréa Atividades Coletivas -Tipos de abordagens coletivas - Práticas e práticas coletivas 4 horas Andréa Wellington Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) 4 - A CIF e seu uso orientador da prática 4 horas Thiago Luciana “Discussão de casos” - Ética e situações do cotidiano; - Salas de situação 4 horas Thiago Mariza Conteúdo programático Temática e Formato * Cronograma Executor (facilitador) Uma pequena história na saúde pública:
  • 12.
    Uma pequena históriana saúde pública:
  • 13.
    Uma pequena históriana saúde pública: - Processo interno de seleção: profissionais da rede currículo + dinâmica de grupo - Nomeação gradativa de acordo com vagas abertas - Início das atividades: Oficinas de Integração (ESF + NASF) ENFIM, FOMOS A CAMPO! Soares, TBC, Braga, LS e col. Transição do modelo de reabilitação de Contagem: estratégias de descentralização. Anais do V Congresso Mineiro de Epidemiologia e Saúde Pública. BH, 2010.
  • 14.
    Compreendendo a atençãobásica: A Atenção Primária à Saúde é complexa e demanda uma intervenção ampla em diversos aspectos para que se possa ter efeito positivo sobre a qualidade de vida da população, necessita de um conjunto de saberes para ser eficiente, eficaz e resolutiva. É definida como o primeiro contato na rede assistencial dentro do sistema de saúde, caracterizando-se, principalmente, pela continuidade e integralidade da atenção, além da coordenação da assistência dentro do próprio sistema, da atenção centrada na família, da orientação e participação comunitária e da competência cultural dos profissionais (STARFIELD, 2004).
  • 15.
    Compreendendo a atençãobásica: A natureza dos usuários Condições agudas + condições crônicas
  • 16.
    Compreendendo a atençãobásica: Integralidade do cuidado: potencializando o autocuidado
  • 17.
    O modelo doNASF e sua construção: - Base conceitual: a) Portaria GM/MS 154/2008 (NASF) b) Portaria GM/MS 2488/2011 (PNAB e NASF) Quem pode compor o NASF? profissional/professor de educação física, nutricionista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, farmacêutico, assistente social, psicólogo, fonoaudiólogo, médico psiquiatra, médico ginecologista, médico pediatra, médico acupunturista, médico homeopata, médico ginecologista/obstetra, médico geriatra, médico internista (clínica médica), médico do trabalho, médico veterinário, profissional com formação em arte educação (arte educador) e profissional de saúde sanitarista.
  • 18.
    O modelo doNASF e sua construção: NASF INTEGRALIDADE DO CUIDADO FÍSICO E MENTAL com ACOMPANHAMENTO LONGITUDINAL QUALIFICAÇÃO DA REFERÊNCIA E CONTRA - REFERÊNCIA CONSTRUÇÃO CONJUNTA DO PLANO TERAPÊUTICO COMPLEMENTARIEDADE DO TRABALHO DAS ESF e RESPONSABILIZAÇÃO COMPARTILHADA ESF
  • 19.
    Organização do processode trabalho Intervenções diretas do NASF quando muito necessário, sempre sob encaminhamento das ESF com discussões e negociações a priori entre os profissionais responsáveis pelo caso Modalidades de intervenção no território: desenvolvimento de projetos de saúde no território; no apoio a grupos; trabalhos educativos e de inclusão social; enfrentamento de situações de violência e ruptura social; ações junto aos equipamentos públicos. O modelo do NASF e sua construção:
  • 20.
    Organização do processode trabalho Priorização do atendimento compartilhado e interdisciplinar → troca de saberes, capacitação e responsabilidades mútuas, troca de experiências Metodologias: estudo e discussão de casos e situações, projetos terapêuticos, orientações e atendimentos conjuntos O modelo do NASF e sua construção:
  • 21.
    COORDENAÇÃO DO NASF NASF 1 USFUSF USF USF NASF 2 USF USF USF USF NASF 3 USF USF USF USF NASF 3 USF USF USF USF COORDENAÇÃO DO NASF COORDENAÇÃO DO NASF COORDENAÇÃO DO NASF O modelo do NASF e sua construção:
  • 22.
    EIXOS DE TRABALHO ASSISTÊNCIAAO USUÁRIO - ATENÇÃO DOMICILIAR - ATENDIMENTO INDIVIDUAL - ATIVIDADES COLETIVAS - GRUPOS - TERAPÊUTICOS - OPERATIVOS - OFICINAS - SALA DE ESPERA EDUCAÇÃO PERMANENTE -REUNIÕES INTERNAS - REUNIÕES COM ESF - OFICINAS - ATENDIMENTOS COMPARTILHADOS O modelo do NASF e sua construção:
  • 23.
    NECESSIDADE DEMANDA USUÁRIO SUJEITO DE DIREITO TRABALHADORES DASESF TRABALHADORES DO NASF REUNIÕES NASF E ESF NÃO EXISTE UM PRODUTO PRONTO A SER CONSUMIDO A PRIORI Produto do uso de tecnologias, saberes, afetos, desejos, projetos, disputas, conflitos PROJETO TERAPÊUTICO – NECESSIDADE ATENDIDA O modelo do NASF e sua construção:
  • 24.
    Constituem-se em espaçosde encontro coletivo, respaldados institucionalmente. Visam possibilitar a circulação da palavra, para que no emergir das questões a solução seja pensada por todos ; Espaço de análise das demandas e queixas apresentadas, da discussão aberta e da construção de um plano de intervenção conjunto com distribuição de tarefas entre os vários sujeitos envolvidos. FORTUNA, 2003 O modelo do NASF e sua construção: Reunião de equipe:
  • 25.
    O modelo doNASF e sua construção:
  • 26.
    O modelo doNASF e sua construção: Profissionais Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Pediatra Reunião da Equipe do NASF R AIC/EP VD EP Nutricionista VD/EP AIC G Fonoaudiólogo (a) AIC R VD G/EP Ginecologista VD AI EP Psicólogo (a) G VD/AIC EP Psiquiatra R AIC VD/AIC EP Terapeuta Ocupacional G VD AIC/EP Fisioterapeuta G/EP R VD AIC Ass. Social VD G/EP AIC/VD Agenda
  • 27.
    Atualidades e Perspectivas Academia da Saúde  Práticas Integrativas e complementares  Inclusão no PMAQ  Ampliação para UBS “tradicional”  Telessaúde  Monitoramento
  • 28.
    Thiago Barbabela deC. Soares Fisioterapeuta – Secretaria Municipal de Saúde de Contagem Consultor – UNIMED/BH Email: barbabela@gmail.com