SlideShare uma empresa Scribd logo
Andebol 
Andebol 
Conteúdos técnico-tácticos 
Individuais e 
Colectivos 
Nível 
Elementar 
Maria João Vasconcelos
Andebol 
Pré-Requisitos 
 Em situação de exercício critério 
revela domínio da técnica Individual 
do Nível Introdução. 
 Em situação de Jogo aplica as acções 
técnico-tácticas características do 
Nível Introdução
Andebol 
Nível Elementar 
 Técnica Individual 
 Ataque 
 Defesa
Andebol 
Técnica Individual 
Conteúdos a leccionar 
• Passe picado 
• Passe de pulso 
• Drible 
• Remate em suspensão 
• Fintas 
• Mudanças de Direcção
Andebol 
Passe Picado 
O passe picado é normalmente utilizados 
para colocar a bola no pivô 
O jogador que executa o passe é 
responsável pela chegada da bola ao seu 
destinatário, o que implica que haja um bom 
domínio desta técnica e uma boa leitura de 
jogo com vista a uma rápida escolha do tipo 
de passe e do momento adequado para o 
realizar.
Andebol 
Passe Picado 
Componentes Críticas: 
 “Armar o Braço” – elevado ao nível 
do ombro e flectido a 90º 
 “Chicotada” de Pulso e dedos na 
fase final 
 A bola deve tocar o solo a cerca de 
dois terços da distância entre o 
passador e o receptor (mais próximo 
deste).
Andebol 
Passe Picado 
Erros mais comuns: 
 No “armar” do braço, cotovelo 
demasiado próximo do tronco, limitando 
a força e precisão do passe; 
 O ressalto da bola é feito demasiado 
perto ou demasiado longe do jogador, 
dificultando a recepção e consequente 
acção ofensiva.
Andebol 
Passe de Pulso 
Componentes Críticas: 
 A mão roda desde o peito para a 
direcção desejada com o auxílio de 
todo o braço de lançamento. 
 A palma da mão é voltada para trás e 
para fora, de modo que fique 
completamente por detrás da bola e lhe 
facilite a aceleração e altura 
necessárias.
Andebol 
Passe de pulso 
Erros mais comuns: 
 Dificuldades relacionadas com a pega da 
bola, que impedem que esta seja enviada 
na trajectória adequada
Andebol 
Drible 
Gesto técnico através do qual o 
jogador se pode deslocar com a bola no 
terreno de jogo, sem número limitado 
de passos. O drible pode ser executado 
parado ou em corrida.
Andebol 
Drible 
 Permite ao jogador estar parado e de 
posse da bola mais de 3 segundos, 
protegendo-a do adversário directo 
(drible de protecção). 
 Permite ao jogador progredir no campo 
com a posse da bola sem infringir as 
regras (drible de progressão).
Andebol 
Drible de Progressão 
Componentes Críticas: 
 Dedos bem abertos (não há contacto da 
palma da mão com a bola); 
 Flexão do pulso (empurrar e amortecer 
a bola); 
 Movimento propulsor dos dedos da mão.
Andebol 
Drible de Progressão 
Erros mais comuns: 
 Drible é feito à frente dos pés; 
 Ângulo em que a bola é driblada é 
inadequado à velocidade de corrida; 
 A bola sobe mais do que a cintura; 
 Excessivo tempo de contacto da mão 
com a bola.
Andebol 
Remate em Suspensão 
Remate por cima dos defesas.
Andebol 
Remate em Suspensão 
Componentes Críticas: 
 Realizar o máximo de três passos 
 Suspensão no último passo; 
 No ponto mais alto do salto, dá-se uma 
rotação do tronco, extensão total do braço 
e rápida acção do pulso; 
 A queda no solo é feita com a perna que 
realizou a impulsão .
Andebol 
Remate em Suspensão 
Erros mais comuns: 
 No “armar” do braço, cotovelo 
demasiado próximo do tronco, limitando 
a força e precisão do remate; 
 Insuficiente rotação do tronco 
 Remate não é realizado no ponto mais 
alto;
Andebol 
Finta
Andebol 
Finta 
É o processo comum de conduzir os 
movimentos do adversário numa 
direcção errada, desviando-o da 
verdadeira acção do jogo. 
O objectivo é “ganhar espaço” ao 
adversário para o passe, para o remate 
e para contornar o adversário.
Andebol 
Finta 
Duas fases: 
1ª Fase: paragem frente ao adversário 
(a 1 m/1.5m) para o desequilibrar, 
fornecendo ao adversário falsas 
informações. 
2ª Fase: No instante em que ele reage, 
ocorre uma rápida mudança de ritmo, 
explorando o desequilíbrio momentâneo 
do adversário.
Andebol 
Finta 
Erros mais comuns: 
 A finta é executada demasiado perto do 
adversário, o que lhe possibilita a sua 
fácil anulação. 
 Finta executada demasiado longe do 
adversário, tornando ineficaz qualquer 
falsa informação 
 O desenvolvimento da finta faz-se com 
a velocidade uniforme, sem mudanças de 
ritmo, o que dilui um pouco o efeito de 
falsas informações, facilitando a 
recuperação do defesa
Andebol 
Mudanças de Direcção 
São todas as acções que envolvem 
alterações mais ou menos acentuadas na 
trajectória inicial do jogador.
Andebol 
Mudanças de Direcção 
Componentes Críticas: 
 Apoio sobre o pé oposto à direcção 
para onde o jogador se quer deslocar 
 Impulsão forte na direcção porque se 
vai optar 
 Aumento de velocidade de 
deslocamento
Andebol 
Mudanças de Direcção 
Erros Mais Comuns: 
 Paragem para arranque na nova direcção; 
 Movimentação lenta.
Andebol 
Ataque 
Objectivos 
 Ataque da baliza (finalização) 
 Manutenção da posse de bola 
 Provocar erros defensivos
Andebol 
Ataque 
Conteúdos a leccionar 
 Desmarcação de Apoio 
 Jogo 1x1 
 Contra-Ataque 
Sistema de Jogo Organizado 
 Ataque 3:3 contra Defesa H x H 
 “Decalage” contra Defesa Zona
Andebol 
Desmarcação de Apoio 
O aluno desmarca-se, procurando criar 
linhas de passe de apoio ao jogador com 
bola, ocupando equilibradamente o espaço 
de jogo, em amplitude e profundidade, 
garantindo a compensação ofensiva. 
Critério de Êxito: 
O aluno sem posse de bola desloca-se 
no espaço com o objectivo de abrir uma 
linha de passe não ofensiva ao possuidor 
da bola, garantindo a circulação de bola.
Andebol 
Deslocamentos Ofensivos 
Jogo 1x1 
 Exploração Vertical 
 Exploração Horizontal 
Critério de Êxito: 
Perante um adversário directo reage 
escolhendo a melhor acção ofensiva 
tentando ganhar posição vantajosa para 
si ou para um colega com o objectivo de 
finalizar.
Andebol 
Exploração Vertical 
Acção ofensiva em que o aluno 
tenta ultrapassar o seu adversário 
directo, por cima para rematar em 
suspensão ou por baixo, para passar a 
um companheiro em posição mais 
ofensiva (ex. pivô)
Andebol 
Exploração Horizontal 
Acção ofensiva em que o aluno tenta 
ultrapassar o seu adversário directo, 
pela esquerda ou pela direita 
utilizando fintas e mudanças de 
direcção ou “fixar” a acção do seu 
adversário directo, de modo a 
potenciar o espaço para as acções 
ofensivas da sua equipa.
Andebol 
Contra-Ataque 
É o primeiro objectivo de qualquer 
equipa, chegar à baliza adversária com 
oposição reduzida facilitando uma 
finalização junto à área de baliza 
Pode ser despoletado após: 
 Defesa do Guarda-Redes; 
 Intercepção/Desarme da bola; 
 Falha da equipa de posse de bola.
Andebol 
Contra-Ataque 
Contra-ataque directo é feito num 
tempo extremamente reduzido, 
envolvendo poucos jogadores e tem 
como objectivo a obtenção de uma 
situação de oposição mínima, apenas o 
guarda-redes adversário. 
Contra-ataque apoiado surge quando o 
contra-ataque directo não funciona, no 
entanto mantém-se a situação de 
superioridade numérica. Há intervenção 
de maior número de jogadores dos dois 
lados.
Andebol 
Contra-Ataque 
Conteúdos a leccionar: 
Explora situações de: 
 2x1 
 3x2 
Critério de Êxito: 
De acordo com uma boa leitura de jogo, o 
aluno aplica as acções ofensivas mais 
adequadas que lhe permitam finalizar ou 
dar a finalizar em situação de mínima 
oposição adversária
Andebol 
Ataque Organizado - 3:3 
Ataque contra Defesa Individual 
 3 jogadores de 1ª linha 
Central, Lateral Direito e Esquerdo 
 3 jogadores de 2ª linha 
Pivô, Ponta Direito e Esquerdo
Ataque Organizado - 3:3 
Andebol Critério de Êxito: 
 Com posse de bola 
Joga 1X1 tentando ganhar 
superioridade numérica para si ou para 
um colega de equipa com o objectivo de 
facilitar a finalização 
 Sem posse de bola 
Desmarca-se com intenção de 
abrir uma linha de passe ofensiva ou de 
apoio de acordo com a situação 
procurando dar continuidade ao ataque 
ou manter a compensação ofensiva
Andebol 
“Decaláge” 
Ataque ao Espaço perante uma Defesa 
Zona 
Consiste em atrair sobre um avançado a 
atenção de dois defesas, por forma a 
criar uma situação de superioridade 
numérica, que conduza à libertação de um 
jogador que sem oposição possa finalizar.
Andebol 
Defesa 
Objectivos da Defesa 
 Defesa da baliza 
 Recuperação da posse de bola 
 Provocar erros ofensivos
Andebol 
Defesa 
Conteúdos a leccionar 
 Recuperação Defensiva 
 Enquadramento Defensivo 
 Deslocamentos Defensivos 
 Marcação de Vigilância 
 Marcação de Controlo 
 Desarme
Andebol 
Defesa 
Sistema de Jogo 
 Defesa Individual a ½ campo 
 Defesa Zona na 1ª linha
Andebol 
Recuperação Defensiva 
Atitude Defensiva a tomar assim 
que a equipa perde a posse da bola. 
Caracteriza-se por um recuo rápido 
de todos os jogadores para a sua zona 
defensiva com o intuito de evitar o 
contra-ataque directo e recuperar a 
posse de bola
Andebol 
Enquadramento Defensivo 
Posição que o Jogador deve adoptar 
quando a equipa perde a posse de bola – 
colocar-se entre a baliza e o seu 
adversário directo. 
Defesa do jogador com 
bola 
• Impedir o remate 
isolado 
• Dificultar o passe para 
jogadores em situação 
vantajosa 
Defesa do Jogador sem 
bola 
• Impedir a desmarcação 
do adversário directo. 
• Cortar a linha de 
passe
Andebol 
Deslocamentos Defensivos 
Acções efectuadas pelo defesa no 
acompanhamento do jogador atacante, 
podem ser frontais, laterais ou de 
recuo. 
Tem como objectivo impedir a 
progressão do atacante e defender a 
baliza
Andebol 
Deslocamentos Defensivos 
Componentes Críticas: 
 M.I. flectidos 
 Pés à largura dos ombros e tronco 
ligeiramente inclinado para a frente 
 Braços em cima para intervir sobre 
a bola e sobre o adversário directo 
 Movimentos curtos, rápidos e 
rasantes.
Andebol 
Deslocamentos Defensivos 
Erros mais comuns: 
 Cruzamento das pernas (troca de 
apoios) 
 Juntar os pés – desequilíbrio 
 Deslocamento em salto - perca de 
contacto com o solo.
Andebol 
Marcação de Vigilância 
Marcação ao Jogador sem bola. 
Desloca-se, acompanhando a 
circulação da bola, mantendo a visão 
simultânea da bola e do movimento do 
jogador da sua responsabilidade.
Andebol 
Marcação de Controlo 
Defesa do Jogador com bola 
Quando o seu adversário directo entra 
em posse de bola, marca-o em 
proximidade, procurando desarmá-lo e 
impedir a finalização.
Andebol 
Desarme 
Acções realizadas pelo defesa a um 
jogador com bola, para desviar ou 
recuperar a posse da bola. 
• Desarme ao driblador 
• Desarme ao rematador
Andebol 
Desarme 
Desarme ao Driblador 
O defesa com a mão bem aberta e com os 
dedos bem afastados, procura o contacto 
com a bola na sua fase ascendente. 
Desarme ao Rematador 
O defesa, situado lateralmente ou atrás 
do atacante, em plena fase do remate, 
procura com a mão aberta e os dedos 
juntos, tocar a bola executando um 
movimento com o braço, de baixo para 
cima.
Andebol 
Desarme 
Erros mais comuns: 
 Mão executora e braço 
correspondente entram em contacto 
com o adversário (falta) 
 Precipitação na tentativa do desarme, 
sendo facilmente ultrapassado.
Andebol 
Defesa Individual a ½ campo 
Critério de Êxito: 
 Após perda de posse de bola recupera 
defensivamente, enquadrando-se com o 
seu adversário directo. 
 Efectua marcação de controlo ou 
vigilância de acordo com a circulação da 
bola, utilizando deslocamentos 
defensivos. 
 Tenta recuperar a posse de bola e 
impedir a finalização através de 
Intercepção e Desarme
Andebol 
Defesa Zona na 1ªlinha (6:0) 
A Defesa coloca-se na 1ª linha Defensiva 
Não há responsabilidade por um 
adversário directo. 
O defesa defende o atacante que 
aparece na sua zona.
Andebol 
Defesa Zona na 1ªlinha 
Critério de Êxito: 
 Após perda de posse de bola recupera 
para a zona defensiva (entre os 6 e os 9 
metros) 
 Efectua marcação de controlo ou 
vigilância de acordo com a circulação da 
bola, ao jogador que se encontrar na sua 
zona, utiliza deslocamentos defensivos 
variados. 
 Tenta recuperar a posse de bola e 
impedir a finalização através de 
Intercepção e Desarme
Andebol 
Guarda-Redes 
 Se recupera a bola, inicia de imediato 
o contra-ataque, com um passe rápido 
para o jogador com linha de passe mais 
ofensiva (contra-ataque directo), ou na 
impossibilidade de o fazer, coloca a 
bola rapidamente num companheiro 
desmarcado (contra-ataque apoiado).
Andebol 
Fim 
FFiimm 
Desenvolvido por Maria João Vasconcelos, 2003

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Basquetebol
BasquetebolBasquetebol
Voleibol documento de apoio
Voleibol documento de apoioVoleibol documento de apoio
Voleibol documento de apoio
Inês Ré
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
Bernardo Matos
 
Andebol
AndebolAndebol
Andebol
Luis Duarte
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
Victor Ferreira
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
Nicollas Villar
 
Doc.Apoio.Tag Rugby
Doc.Apoio.Tag RugbyDoc.Apoio.Tag Rugby
Doc.Apoio.Tag Rugby
Helena Cunha
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
Rita Pereira
 
Andebol regras
Andebol regras Andebol regras
Andebol regras
Maria Sequeira
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
Luis
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Basquetebol na escola
Basquetebol na escolaBasquetebol na escola
Basquetebol na escola
evandrolhp
 
Voleibol TeóRica
Voleibol   TeóRicaVoleibol   TeóRica
Voleibol TeóRica
NetKids
 
EDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETE
EDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETEEDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETE
EDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETE
Jaicinha
 
Abordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdf
Abordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdfAbordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdf
Abordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdf
Maria João Vasconcelos
 
Handebol
HandebolHandebol
Apresentação basquetebol
Apresentação basquetebol Apresentação basquetebol
Apresentação basquetebol
Paula Silva Silva
 
A Historia do Voleibol
A Historia do Voleibol A Historia do Voleibol
A Historia do Voleibol
Patricia Ferreira
 
Andebol introducao
Andebol introducaoAndebol introducao
Andebol introducao
Maria Sequeira
 
Educação Física - Voleibol
Educação Física - VoleibolEducação Física - Voleibol
Educação Física - Voleibol
antoniavieira
 

Mais procurados (20)

Basquetebol
BasquetebolBasquetebol
Basquetebol
 
Voleibol documento de apoio
Voleibol documento de apoioVoleibol documento de apoio
Voleibol documento de apoio
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Andebol
AndebolAndebol
Andebol
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Doc.Apoio.Tag Rugby
Doc.Apoio.Tag RugbyDoc.Apoio.Tag Rugby
Doc.Apoio.Tag Rugby
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
 
Andebol regras
Andebol regras Andebol regras
Andebol regras
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Basquetebol na escola
Basquetebol na escolaBasquetebol na escola
Basquetebol na escola
 
Voleibol TeóRica
Voleibol   TeóRicaVoleibol   TeóRica
Voleibol TeóRica
 
EDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETE
EDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETEEDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETE
EDUCAÇÃO FÍSICA- TUDO SOBRE O BASQUETE
 
Abordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdf
Abordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdfAbordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdf
Abordagem ao Jogo em 5 Abertos_1ªfase.pdf
 
Handebol
HandebolHandebol
Handebol
 
Apresentação basquetebol
Apresentação basquetebol Apresentação basquetebol
Apresentação basquetebol
 
A Historia do Voleibol
A Historia do Voleibol A Historia do Voleibol
A Historia do Voleibol
 
Andebol introducao
Andebol introducaoAndebol introducao
Andebol introducao
 
Educação Física - Voleibol
Educação Física - VoleibolEducação Física - Voleibol
Educação Física - Voleibol
 

Semelhante a Andebol elementar

Segunda Aula De Handebol
Segunda Aula De HandebolSegunda Aula De Handebol
Segunda Aula De Handebol
caduroots
 
Aula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicional
Aula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicionalAula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicional
Aula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicional
TavaresJana
 
Andebol.ppt
Andebol.pptAndebol.ppt
Apostila de basquetebol
Apostila de basquetebolApostila de basquetebol
Apostila de basquetebol
bbpn
 
Apostila de basquetebol
Apostila de basquetebolApostila de basquetebol
Apostila de basquetebol
bbpn
 
O Volley Bal Melissa
O Volley Bal MelissaO Volley Bal Melissa
O Volley Bal Melissa
heldercm
 
Voleibol diogo soudo miguel
Voleibol diogo soudo  miguelVoleibol diogo soudo  miguel
Voleibol diogo soudo miguel
Isabellucas59
 
Ef.
Ef.Ef.
Basquete 1
Basquete 1Basquete 1
Basquete 1
Nilceia Sc
 
3º ano prova bimestral 4º bim.
3º ano prova bimestral 4º bim.3º ano prova bimestral 4º bim.
3º ano prova bimestral 4º bim.
Tony
 
Aula sobre futsal
Aula sobre futsal Aula sobre futsal
Aula sobre futsal
Mateus Pacheco
 
Olimpíadas
OlimpíadasOlimpíadas
Olimpíadas
Marina Stefanny
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
Luis
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
Luis
 
Relatório Benfica B
Relatório Benfica BRelatório Benfica B
Relatório Benfica B
Francisco Guimaraes
 
Andebol b regras do jogo
Andebol b regras do jogoAndebol b regras do jogo
Andebol b regras do jogo
Escola Secundaria Moura
 
SLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptx
SLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptxSLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptx
SLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptx
sayonara39
 
Handebol Escola Amélia Poletto Hepp
Handebol Escola Amélia Poletto HeppHandebol Escola Amélia Poletto Hepp
Handebol Escola Amélia Poletto Hepp
dalilahack
 
Anexo 6 fichas de observação
Anexo 6   fichas de observaçãoAnexo 6   fichas de observação
Anexo 6 fichas de observação
Jose Pires
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
Vitor Dalcégio
 

Semelhante a Andebol elementar (20)

Segunda Aula De Handebol
Segunda Aula De HandebolSegunda Aula De Handebol
Segunda Aula De Handebol
 
Aula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicional
Aula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicionalAula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicional
Aula 03.pptx ensino pedagógico do rugby tradicional
 
Andebol.ppt
Andebol.pptAndebol.ppt
Andebol.ppt
 
Apostila de basquetebol
Apostila de basquetebolApostila de basquetebol
Apostila de basquetebol
 
Apostila de basquetebol
Apostila de basquetebolApostila de basquetebol
Apostila de basquetebol
 
O Volley Bal Melissa
O Volley Bal MelissaO Volley Bal Melissa
O Volley Bal Melissa
 
Voleibol diogo soudo miguel
Voleibol diogo soudo  miguelVoleibol diogo soudo  miguel
Voleibol diogo soudo miguel
 
Ef.
Ef.Ef.
Ef.
 
Basquete 1
Basquete 1Basquete 1
Basquete 1
 
3º ano prova bimestral 4º bim.
3º ano prova bimestral 4º bim.3º ano prova bimestral 4º bim.
3º ano prova bimestral 4º bim.
 
Aula sobre futsal
Aula sobre futsal Aula sobre futsal
Aula sobre futsal
 
Olimpíadas
OlimpíadasOlimpíadas
Olimpíadas
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
 
Relatório Benfica B
Relatório Benfica BRelatório Benfica B
Relatório Benfica B
 
Andebol b regras do jogo
Andebol b regras do jogoAndebol b regras do jogo
Andebol b regras do jogo
 
SLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptx
SLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptxSLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptx
SLIDE DE HANDEBOL PARA ED. FÍSICA.pptx
 
Handebol Escola Amélia Poletto Hepp
Handebol Escola Amélia Poletto HeppHandebol Escola Amélia Poletto Hepp
Handebol Escola Amélia Poletto Hepp
 
Anexo 6 fichas de observação
Anexo 6   fichas de observaçãoAnexo 6   fichas de observação
Anexo 6 fichas de observação
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 

Mais de Maria Sequeira

O modelo ateniense (síntese)PDF.pptx
O modelo ateniense (síntese)PDF.pptxO modelo ateniense (síntese)PDF.pptx
O modelo ateniense (síntese)PDF.pptx
Maria Sequeira
 
Avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docx
Avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docxAvanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docx
Avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docx
Maria Sequeira
 
listofverbs.pdf
listofverbs.pdflistofverbs.pdf
listofverbs.pdf
Maria Sequeira
 
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptx
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptxREVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptx
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptx
Maria Sequeira
 
9_81073_98015.pptx
9_81073_98015.pptx9_81073_98015.pptx
9_81073_98015.pptx
Maria Sequeira
 
OS Jogos Olímpicos.pptx
OS Jogos Olímpicos.pptxOS Jogos Olímpicos.pptx
OS Jogos Olímpicos.pptx
Maria Sequeira
 
Andebol 101209122214-phpapp01 2
Andebol 101209122214-phpapp01 2Andebol 101209122214-phpapp01 2
Andebol 101209122214-phpapp01 2
Maria Sequeira
 
Doenças má alimentação
Doenças má alimentaçãoDoenças má alimentação
Doenças má alimentação
Maria Sequeira
 
História da alimentação
História da alimentaçãoHistória da alimentação
História da alimentação
Maria Sequeira
 
Água sua importância na alimentação
Água sua importância na alimentaçãoÁgua sua importância na alimentação
Água sua importância na alimentação
Maria Sequeira
 
Tipos alimentação
Tipos alimentaçãoTipos alimentação
Tipos alimentação
Maria Sequeira
 
Basquetebol
BasquetebolBasquetebol
Basquetebol
Maria Sequeira
 

Mais de Maria Sequeira (12)

O modelo ateniense (síntese)PDF.pptx
O modelo ateniense (síntese)PDF.pptxO modelo ateniense (síntese)PDF.pptx
O modelo ateniense (síntese)PDF.pptx
 
Avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docx
Avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docxAvanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docx
Avanço das ciências exatas e a emergência das ciências sociais.docx
 
listofverbs.pdf
listofverbs.pdflistofverbs.pdf
listofverbs.pdf
 
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptx
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptxREVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptx
REVOLUÇÃO AGRÍCOLA.pptx
 
9_81073_98015.pptx
9_81073_98015.pptx9_81073_98015.pptx
9_81073_98015.pptx
 
OS Jogos Olímpicos.pptx
OS Jogos Olímpicos.pptxOS Jogos Olímpicos.pptx
OS Jogos Olímpicos.pptx
 
Andebol 101209122214-phpapp01 2
Andebol 101209122214-phpapp01 2Andebol 101209122214-phpapp01 2
Andebol 101209122214-phpapp01 2
 
Doenças má alimentação
Doenças má alimentaçãoDoenças má alimentação
Doenças má alimentação
 
História da alimentação
História da alimentaçãoHistória da alimentação
História da alimentação
 
Água sua importância na alimentação
Água sua importância na alimentaçãoÁgua sua importância na alimentação
Água sua importância na alimentação
 
Tipos alimentação
Tipos alimentaçãoTipos alimentação
Tipos alimentação
 
Basquetebol
BasquetebolBasquetebol
Basquetebol
 

Último

DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
jonny615148
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
ThiagoRORISDASILVA1
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Shakil Y. Rahim
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
MarcoAurlioResende
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
geiseortiz1
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptxagosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
AdrianoMontagna1
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
ConservoConstrues
 
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdfA justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
MarcoAurlioResende
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
dataprovider
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Militao Ricardo
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdfSequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
marcos oliveira
 

Último (20)

DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptxagosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
 
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdfA justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdfSequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
 

Andebol elementar

  • 1. Andebol Andebol Conteúdos técnico-tácticos Individuais e Colectivos Nível Elementar Maria João Vasconcelos
  • 2. Andebol Pré-Requisitos  Em situação de exercício critério revela domínio da técnica Individual do Nível Introdução.  Em situação de Jogo aplica as acções técnico-tácticas características do Nível Introdução
  • 3. Andebol Nível Elementar  Técnica Individual  Ataque  Defesa
  • 4. Andebol Técnica Individual Conteúdos a leccionar • Passe picado • Passe de pulso • Drible • Remate em suspensão • Fintas • Mudanças de Direcção
  • 5. Andebol Passe Picado O passe picado é normalmente utilizados para colocar a bola no pivô O jogador que executa o passe é responsável pela chegada da bola ao seu destinatário, o que implica que haja um bom domínio desta técnica e uma boa leitura de jogo com vista a uma rápida escolha do tipo de passe e do momento adequado para o realizar.
  • 6. Andebol Passe Picado Componentes Críticas:  “Armar o Braço” – elevado ao nível do ombro e flectido a 90º  “Chicotada” de Pulso e dedos na fase final  A bola deve tocar o solo a cerca de dois terços da distância entre o passador e o receptor (mais próximo deste).
  • 7. Andebol Passe Picado Erros mais comuns:  No “armar” do braço, cotovelo demasiado próximo do tronco, limitando a força e precisão do passe;  O ressalto da bola é feito demasiado perto ou demasiado longe do jogador, dificultando a recepção e consequente acção ofensiva.
  • 8. Andebol Passe de Pulso Componentes Críticas:  A mão roda desde o peito para a direcção desejada com o auxílio de todo o braço de lançamento.  A palma da mão é voltada para trás e para fora, de modo que fique completamente por detrás da bola e lhe facilite a aceleração e altura necessárias.
  • 9. Andebol Passe de pulso Erros mais comuns:  Dificuldades relacionadas com a pega da bola, que impedem que esta seja enviada na trajectória adequada
  • 10. Andebol Drible Gesto técnico através do qual o jogador se pode deslocar com a bola no terreno de jogo, sem número limitado de passos. O drible pode ser executado parado ou em corrida.
  • 11. Andebol Drible  Permite ao jogador estar parado e de posse da bola mais de 3 segundos, protegendo-a do adversário directo (drible de protecção).  Permite ao jogador progredir no campo com a posse da bola sem infringir as regras (drible de progressão).
  • 12. Andebol Drible de Progressão Componentes Críticas:  Dedos bem abertos (não há contacto da palma da mão com a bola);  Flexão do pulso (empurrar e amortecer a bola);  Movimento propulsor dos dedos da mão.
  • 13. Andebol Drible de Progressão Erros mais comuns:  Drible é feito à frente dos pés;  Ângulo em que a bola é driblada é inadequado à velocidade de corrida;  A bola sobe mais do que a cintura;  Excessivo tempo de contacto da mão com a bola.
  • 14. Andebol Remate em Suspensão Remate por cima dos defesas.
  • 15. Andebol Remate em Suspensão Componentes Críticas:  Realizar o máximo de três passos  Suspensão no último passo;  No ponto mais alto do salto, dá-se uma rotação do tronco, extensão total do braço e rápida acção do pulso;  A queda no solo é feita com a perna que realizou a impulsão .
  • 16. Andebol Remate em Suspensão Erros mais comuns:  No “armar” do braço, cotovelo demasiado próximo do tronco, limitando a força e precisão do remate;  Insuficiente rotação do tronco  Remate não é realizado no ponto mais alto;
  • 18. Andebol Finta É o processo comum de conduzir os movimentos do adversário numa direcção errada, desviando-o da verdadeira acção do jogo. O objectivo é “ganhar espaço” ao adversário para o passe, para o remate e para contornar o adversário.
  • 19. Andebol Finta Duas fases: 1ª Fase: paragem frente ao adversário (a 1 m/1.5m) para o desequilibrar, fornecendo ao adversário falsas informações. 2ª Fase: No instante em que ele reage, ocorre uma rápida mudança de ritmo, explorando o desequilíbrio momentâneo do adversário.
  • 20. Andebol Finta Erros mais comuns:  A finta é executada demasiado perto do adversário, o que lhe possibilita a sua fácil anulação.  Finta executada demasiado longe do adversário, tornando ineficaz qualquer falsa informação  O desenvolvimento da finta faz-se com a velocidade uniforme, sem mudanças de ritmo, o que dilui um pouco o efeito de falsas informações, facilitando a recuperação do defesa
  • 21. Andebol Mudanças de Direcção São todas as acções que envolvem alterações mais ou menos acentuadas na trajectória inicial do jogador.
  • 22. Andebol Mudanças de Direcção Componentes Críticas:  Apoio sobre o pé oposto à direcção para onde o jogador se quer deslocar  Impulsão forte na direcção porque se vai optar  Aumento de velocidade de deslocamento
  • 23. Andebol Mudanças de Direcção Erros Mais Comuns:  Paragem para arranque na nova direcção;  Movimentação lenta.
  • 24. Andebol Ataque Objectivos  Ataque da baliza (finalização)  Manutenção da posse de bola  Provocar erros defensivos
  • 25. Andebol Ataque Conteúdos a leccionar  Desmarcação de Apoio  Jogo 1x1  Contra-Ataque Sistema de Jogo Organizado  Ataque 3:3 contra Defesa H x H  “Decalage” contra Defesa Zona
  • 26. Andebol Desmarcação de Apoio O aluno desmarca-se, procurando criar linhas de passe de apoio ao jogador com bola, ocupando equilibradamente o espaço de jogo, em amplitude e profundidade, garantindo a compensação ofensiva. Critério de Êxito: O aluno sem posse de bola desloca-se no espaço com o objectivo de abrir uma linha de passe não ofensiva ao possuidor da bola, garantindo a circulação de bola.
  • 27. Andebol Deslocamentos Ofensivos Jogo 1x1  Exploração Vertical  Exploração Horizontal Critério de Êxito: Perante um adversário directo reage escolhendo a melhor acção ofensiva tentando ganhar posição vantajosa para si ou para um colega com o objectivo de finalizar.
  • 28. Andebol Exploração Vertical Acção ofensiva em que o aluno tenta ultrapassar o seu adversário directo, por cima para rematar em suspensão ou por baixo, para passar a um companheiro em posição mais ofensiva (ex. pivô)
  • 29. Andebol Exploração Horizontal Acção ofensiva em que o aluno tenta ultrapassar o seu adversário directo, pela esquerda ou pela direita utilizando fintas e mudanças de direcção ou “fixar” a acção do seu adversário directo, de modo a potenciar o espaço para as acções ofensivas da sua equipa.
  • 30. Andebol Contra-Ataque É o primeiro objectivo de qualquer equipa, chegar à baliza adversária com oposição reduzida facilitando uma finalização junto à área de baliza Pode ser despoletado após:  Defesa do Guarda-Redes;  Intercepção/Desarme da bola;  Falha da equipa de posse de bola.
  • 31. Andebol Contra-Ataque Contra-ataque directo é feito num tempo extremamente reduzido, envolvendo poucos jogadores e tem como objectivo a obtenção de uma situação de oposição mínima, apenas o guarda-redes adversário. Contra-ataque apoiado surge quando o contra-ataque directo não funciona, no entanto mantém-se a situação de superioridade numérica. Há intervenção de maior número de jogadores dos dois lados.
  • 32. Andebol Contra-Ataque Conteúdos a leccionar: Explora situações de:  2x1  3x2 Critério de Êxito: De acordo com uma boa leitura de jogo, o aluno aplica as acções ofensivas mais adequadas que lhe permitam finalizar ou dar a finalizar em situação de mínima oposição adversária
  • 33. Andebol Ataque Organizado - 3:3 Ataque contra Defesa Individual  3 jogadores de 1ª linha Central, Lateral Direito e Esquerdo  3 jogadores de 2ª linha Pivô, Ponta Direito e Esquerdo
  • 34. Ataque Organizado - 3:3 Andebol Critério de Êxito:  Com posse de bola Joga 1X1 tentando ganhar superioridade numérica para si ou para um colega de equipa com o objectivo de facilitar a finalização  Sem posse de bola Desmarca-se com intenção de abrir uma linha de passe ofensiva ou de apoio de acordo com a situação procurando dar continuidade ao ataque ou manter a compensação ofensiva
  • 35. Andebol “Decaláge” Ataque ao Espaço perante uma Defesa Zona Consiste em atrair sobre um avançado a atenção de dois defesas, por forma a criar uma situação de superioridade numérica, que conduza à libertação de um jogador que sem oposição possa finalizar.
  • 36. Andebol Defesa Objectivos da Defesa  Defesa da baliza  Recuperação da posse de bola  Provocar erros ofensivos
  • 37. Andebol Defesa Conteúdos a leccionar  Recuperação Defensiva  Enquadramento Defensivo  Deslocamentos Defensivos  Marcação de Vigilância  Marcação de Controlo  Desarme
  • 38. Andebol Defesa Sistema de Jogo  Defesa Individual a ½ campo  Defesa Zona na 1ª linha
  • 39. Andebol Recuperação Defensiva Atitude Defensiva a tomar assim que a equipa perde a posse da bola. Caracteriza-se por um recuo rápido de todos os jogadores para a sua zona defensiva com o intuito de evitar o contra-ataque directo e recuperar a posse de bola
  • 40. Andebol Enquadramento Defensivo Posição que o Jogador deve adoptar quando a equipa perde a posse de bola – colocar-se entre a baliza e o seu adversário directo. Defesa do jogador com bola • Impedir o remate isolado • Dificultar o passe para jogadores em situação vantajosa Defesa do Jogador sem bola • Impedir a desmarcação do adversário directo. • Cortar a linha de passe
  • 41. Andebol Deslocamentos Defensivos Acções efectuadas pelo defesa no acompanhamento do jogador atacante, podem ser frontais, laterais ou de recuo. Tem como objectivo impedir a progressão do atacante e defender a baliza
  • 42. Andebol Deslocamentos Defensivos Componentes Críticas:  M.I. flectidos  Pés à largura dos ombros e tronco ligeiramente inclinado para a frente  Braços em cima para intervir sobre a bola e sobre o adversário directo  Movimentos curtos, rápidos e rasantes.
  • 43. Andebol Deslocamentos Defensivos Erros mais comuns:  Cruzamento das pernas (troca de apoios)  Juntar os pés – desequilíbrio  Deslocamento em salto - perca de contacto com o solo.
  • 44. Andebol Marcação de Vigilância Marcação ao Jogador sem bola. Desloca-se, acompanhando a circulação da bola, mantendo a visão simultânea da bola e do movimento do jogador da sua responsabilidade.
  • 45. Andebol Marcação de Controlo Defesa do Jogador com bola Quando o seu adversário directo entra em posse de bola, marca-o em proximidade, procurando desarmá-lo e impedir a finalização.
  • 46. Andebol Desarme Acções realizadas pelo defesa a um jogador com bola, para desviar ou recuperar a posse da bola. • Desarme ao driblador • Desarme ao rematador
  • 47. Andebol Desarme Desarme ao Driblador O defesa com a mão bem aberta e com os dedos bem afastados, procura o contacto com a bola na sua fase ascendente. Desarme ao Rematador O defesa, situado lateralmente ou atrás do atacante, em plena fase do remate, procura com a mão aberta e os dedos juntos, tocar a bola executando um movimento com o braço, de baixo para cima.
  • 48. Andebol Desarme Erros mais comuns:  Mão executora e braço correspondente entram em contacto com o adversário (falta)  Precipitação na tentativa do desarme, sendo facilmente ultrapassado.
  • 49. Andebol Defesa Individual a ½ campo Critério de Êxito:  Após perda de posse de bola recupera defensivamente, enquadrando-se com o seu adversário directo.  Efectua marcação de controlo ou vigilância de acordo com a circulação da bola, utilizando deslocamentos defensivos.  Tenta recuperar a posse de bola e impedir a finalização através de Intercepção e Desarme
  • 50. Andebol Defesa Zona na 1ªlinha (6:0) A Defesa coloca-se na 1ª linha Defensiva Não há responsabilidade por um adversário directo. O defesa defende o atacante que aparece na sua zona.
  • 51. Andebol Defesa Zona na 1ªlinha Critério de Êxito:  Após perda de posse de bola recupera para a zona defensiva (entre os 6 e os 9 metros)  Efectua marcação de controlo ou vigilância de acordo com a circulação da bola, ao jogador que se encontrar na sua zona, utiliza deslocamentos defensivos variados.  Tenta recuperar a posse de bola e impedir a finalização através de Intercepção e Desarme
  • 52. Andebol Guarda-Redes  Se recupera a bola, inicia de imediato o contra-ataque, com um passe rápido para o jogador com linha de passe mais ofensiva (contra-ataque directo), ou na impossibilidade de o fazer, coloca a bola rapidamente num companheiro desmarcado (contra-ataque apoiado).
  • 53. Andebol Fim FFiimm Desenvolvido por Maria João Vasconcelos, 2003

Notas do Editor

  1. Utilize este modelo para criar páginas Web em intranet para o seu grupo de trabalho ou projecto. Pode modificar o seu conteúdo para adicionar informação e pode alterar a estrutura do site, adicionando e removendo diapositivos. Os controlos de navegação estão no diapositivo principal. Para os alterar, no menu 'Ver', aponte para 'Modelos globais' e, em seguida, seleccione 'Modelo global de diapositivos'. Para adicionar ou remover hiperligações ao texto ou a objectos; ou para alterar hiperligações existentes, seleccione o texto ou o objecto e, em seguida, seleccione 'Hiperligação' no menu 'Inserir'. Quando tiver concluído a personalização, elimine estas notas para poupar espaço nos seus ficheiros HTML finais. Para obter mais informações, peça ao assistente informações acerca de: Modelo global de diapositivos Hiperligações
  2. Utilize este modelo para criar páginas Web em intranet para o seu grupo de trabalho ou projecto. Pode modificar o seu conteúdo para adicionar informação e pode alterar a estrutura do site, adicionando e removendo diapositivos. Os controlos de navegação estão no diapositivo principal. Para os alterar, no menu 'Ver', aponte para 'Modelos globais' e, em seguida, seleccione 'Modelo global de diapositivos'. Para adicionar ou remover hiperligações ao texto ou a objectos; ou para alterar hiperligações existentes, seleccione o texto ou o objecto e, em seguida, seleccione 'Hiperligação' no menu 'Inserir'. Quando tiver concluído a personalização, elimine estas notas para poupar espaço nos seus ficheiros HTML finais. Para obter mais informações, peça ao assistente informações acerca de: Modelo global de diapositivos Hiperligações