Alimentação
Introdução;
Foi-nos dado a realizar um trabalho sobre a alimentação, no qual nos tínhamos de
abordar os seguintes aspetos:
-Situação nos países desenvolvidos*
-Situação nos países em desenvolvimento
-Situação em Portugal
-Outros aspetos considerados relevantes.

População subnutrida.(Países em desenvolvimento)

A alimentação é uma necessidade básica que, ainda hoje não esta assegurada em todo o
mundo especialmente nos países em desenvolvimento, onde existe extrema pobreza,
conflitos armados e um grande crescimento demográfico. A fome e a subnutrição
afetam principalmente idosa e crianças, devido ao seu estado de fragilidade. A
produtividade também é limitada devido á falta de mecanização e pelo baixo nível de
instrução dos próprios agricultores.

Neste gráfico
podemos ver que a maior parte a população subnutrida encontra-se na Africa subsariana
e Africa central, com zonas a chegar a 35% de população em subnutrição.
Desde a década de 90 têm-se registado avanços e recuos de vários países ou regiões
quanto á subnutrição, tendo-se destacado:
-O sudoeste asiático, com uma diminuição considerável de pessoas subnutridas.
-A africa central onde a subnutrição mais aumentou.
Ate 2015 prevê-se que a subnutrição na Africa subsariana aumente e diminuía nos
restantes países em desenvolvimento, apesar desta diminuição o mundo continuará a ter
582 milhões de pessoas subnutridas.

Situação nos países desenvolvidos; (obesidade)
Nos países desenvolvidos encontramos um problema ligeiramente diferente, em vez de
subnutrição temos obesidade. Atualmente existem mais pessoas com excesso de peso do
que vítimas de subnutrição. A organização mundial de saúde (OMS) começou nos
últimos anos a focar a sua atenção na obesidade e nas suas principais consequências
para a população. O método proposto pela OMS, e o mais utilizado para a avaliação do
peso corporal, é o cálculo do índice de massa corporal (IMC), no qual se permite
diagnosticar obesidade e caracterizar os riscos associados. Este cálculo pode ser
efetuado com a seguinte fórmula;

.
A prevalência da obesidade está a aumentar em alguns países desenvolvidos, tendo-se
registrado um aumento muito considerável na última década. Por exemplo, nos Estados
Unidos, de acordo com estudos estatísticos de saúde, a percentagem de pessoas obesas
atinge 33 % para os homens e 35 % para as mulheres.

Obesidade globalizada
Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam sobrepeso ou obesidade - que
têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25 - cresceu de 23% para 34% entre
1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de
pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008. O relatório do ODI diz que a composição
das dietas nos países desenvolvidos mudou de cereais e grãos para o consumo de mais
gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.

Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de
peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com
63%.
O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a
percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%.

Situação em Portugal
Apesar de tudo a situação alimentar da população portuguesa têm-se caracterizado por
uma melhoria acentuada desde a década de 70.Esta melhoria foi, no entanto,
acompanhada por um aumento excessivo de gorduras e açúcar. A dieta portuguesa é
constituída por uma dieta mediterrânea, que é caracterizada pela abundancia de
alimentos de origem vegetal, como o pão, massas, arroz, hortaliças, legumes, fruta
fresca. Esta dieta variada faz com que a população portuguesa não seja uma população
obesa. No entanto Portugal assistiu a um aumento do consumo de gorduras saturadas e
uma redução no consumo de peixe e fruta. Os dados apurados pela BAP (Balança
alimentar portuguesa) revelam que as quantidades diárias de produtos alimentares e
bebidas disponíveis para consumo, no período 2003-2008, correspondiam em média a 3
883 kcal. Este valor reflete um aumento de 4% face à década de 90 e ultrapassa
largamente o valor médio recomendado para o consumo diário de um adulto (2 000 a 2
500 kcal).
Resumindo, houve um aumento da população subnutrida no mundo, especialmente nos
países em desenvolvimento, contrariada por um aumento de casos de obesidade nos
países desenvolvidos.
A dieta em Portugal mantem-se razoável, mas com um aumento no consumo de
gorduras.

Trabalho realizado por;

Alimentaçao final

  • 1.
    Alimentação Introdução; Foi-nos dado arealizar um trabalho sobre a alimentação, no qual nos tínhamos de abordar os seguintes aspetos: -Situação nos países desenvolvidos* -Situação nos países em desenvolvimento -Situação em Portugal -Outros aspetos considerados relevantes. População subnutrida.(Países em desenvolvimento) A alimentação é uma necessidade básica que, ainda hoje não esta assegurada em todo o mundo especialmente nos países em desenvolvimento, onde existe extrema pobreza, conflitos armados e um grande crescimento demográfico. A fome e a subnutrição afetam principalmente idosa e crianças, devido ao seu estado de fragilidade. A produtividade também é limitada devido á falta de mecanização e pelo baixo nível de instrução dos próprios agricultores. Neste gráfico podemos ver que a maior parte a população subnutrida encontra-se na Africa subsariana e Africa central, com zonas a chegar a 35% de população em subnutrição.
  • 2.
    Desde a décadade 90 têm-se registado avanços e recuos de vários países ou regiões quanto á subnutrição, tendo-se destacado: -O sudoeste asiático, com uma diminuição considerável de pessoas subnutridas. -A africa central onde a subnutrição mais aumentou. Ate 2015 prevê-se que a subnutrição na Africa subsariana aumente e diminuía nos restantes países em desenvolvimento, apesar desta diminuição o mundo continuará a ter 582 milhões de pessoas subnutridas. Situação nos países desenvolvidos; (obesidade) Nos países desenvolvidos encontramos um problema ligeiramente diferente, em vez de subnutrição temos obesidade. Atualmente existem mais pessoas com excesso de peso do que vítimas de subnutrição. A organização mundial de saúde (OMS) começou nos últimos anos a focar a sua atenção na obesidade e nas suas principais consequências para a população. O método proposto pela OMS, e o mais utilizado para a avaliação do peso corporal, é o cálculo do índice de massa corporal (IMC), no qual se permite diagnosticar obesidade e caracterizar os riscos associados. Este cálculo pode ser efetuado com a seguinte fórmula; .
  • 3.
    A prevalência daobesidade está a aumentar em alguns países desenvolvidos, tendo-se registrado um aumento muito considerável na última década. Por exemplo, nos Estados Unidos, de acordo com estudos estatísticos de saúde, a percentagem de pessoas obesas atinge 33 % para os homens e 35 % para as mulheres. Obesidade globalizada Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam sobrepeso ou obesidade - que têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25 - cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008. O relatório do ODI diz que a composição das dietas nos países desenvolvidos mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal. Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%. O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%. Situação em Portugal Apesar de tudo a situação alimentar da população portuguesa têm-se caracterizado por uma melhoria acentuada desde a década de 70.Esta melhoria foi, no entanto, acompanhada por um aumento excessivo de gorduras e açúcar. A dieta portuguesa é constituída por uma dieta mediterrânea, que é caracterizada pela abundancia de alimentos de origem vegetal, como o pão, massas, arroz, hortaliças, legumes, fruta fresca. Esta dieta variada faz com que a população portuguesa não seja uma população obesa. No entanto Portugal assistiu a um aumento do consumo de gorduras saturadas e uma redução no consumo de peixe e fruta. Os dados apurados pela BAP (Balança alimentar portuguesa) revelam que as quantidades diárias de produtos alimentares e bebidas disponíveis para consumo, no período 2003-2008, correspondiam em média a 3 883 kcal. Este valor reflete um aumento de 4% face à década de 90 e ultrapassa largamente o valor médio recomendado para o consumo diário de um adulto (2 000 a 2 500 kcal).
  • 4.
    Resumindo, houve umaumento da população subnutrida no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, contrariada por um aumento de casos de obesidade nos países desenvolvidos. A dieta em Portugal mantem-se razoável, mas com um aumento no consumo de gorduras. Trabalho realizado por;