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Aconselhamento
Cristão
Curso Avançado
em Teologia
incithx@gmail.com
Professor: Pr. Carlos Azevedo
Proibido a distribuição
desse slide.
A Importância do Aconselhamento
Saber aconselhar um crente é
imprescindível ao exercício da
liderança cristã e uma habilidade
desejável a cada cristão, quando
for lhe colocada uma dificuldade,
um desafio, uma situação-limite.
Basta lembrarmos o conselho
de Jetro para Moisés e o
efeito do que ele falou quando
Moisés acatou e fez segundo
suas recomendações.
“Ouve agora a minha
voz; eu te aconselharei, e
seja Deus contigo: sê tu
pelo povo diante de
Deus, e leva tu as causas
a Deus” (Êx 18.19).
A recomendação de Jetro sobre os
auxiliares de Moisés não pode ser
esquecida em nosso estudo. Ele
recomendou que Moisés
selecionasse homens capazes de
lidar com outras pessoas, ouvir e
resolver problemas.
“E o rei respondeu ao povo asperamente e,
deixando o conselho que os anciãos lhe
haviam dado, falou-lhe conforme o conselho
dos mancebos, dizendo: Meu pai agravou o
vosso jugo, porém eu ainda o aumentarei; meu
pai vos castigou com açoites, porém eu vos
castigarei com escorpiões”. (1 Rs 12.13,14)
Não esquecendo o que
aconteceu ao reinado de
Roboão quando desprezou
os bons conselhos e se
aproximou de maus
conselheiros. (1 Rs 12.6-26).
Podemos ainda ver a natureza
dos conselhos de José para o
faraó, algo que fez com que o
Egito prosperasse e fosse
preservado no momento da
crise.
“Portanto, proveja-se agora
Faraó de um homem
entendido e sábio, e o ponha
sobre a terra do Egito”. (Gn
41.33).
A Bíblia nos fala sobre o
“conselho de Balaão”, que fez o
povo de Israel pecar (Nm 31.16).
Vejamos o caso envolvendo a
liderança de Josué e os
gibeonitas. (Js 9.14).
Temos ainda o sábio conselho de Abigail,
no caso entre Davi e Nabal, o qual foi
elogiado pelo rei: “E bendito seja o teu
conselho, e bendita sejas tu, que hoje me
impediste de derramar sangue, e de
vingar-me pela minha própria mão!” (1 Sm
25.33).
Não esqueçamos ainda
o conselho cirúrgico do
profeta Natã a Bate-
Seba, que evitou a
ascensão de Adonias e
encaminhou a posse de
Salomão no trono de
Israel. (1 Rs 1.12).
Wayne Oates escreveu o seguinte: “Independentemente de
qual tenha sido sua formação, o pastor não tem o privilégio
de escolher se vai ou não aconselhar os membros de seu
rebanho, pois é inevitável que eles levem seus problemas até
ele, em busca de orientação e de uma palavra de sabedoria”.
Wayne Oates afirma: “A
porta do relacionamento
deveria ficar sempre
entreaberta, de modo que
as pessoas possam sentir-
se à vontade para voltar,
se decidirem fazê-lo”.
CUIDADO E
ACONSELHAMENTO
O objetivo do aconselhamento é
dar estímulo e orientação às
pessoas que estão enfrentando
perdas, decisões difíceis ou
desapontamentos.
Talvez a questão esteja relacionada à confusão que se
faz entre aquilo que é espiritual e o que é de ordem
emocional. Os pastores bem preparados sabem, pela
experiência, diferenciar o que é de ordem espiritual e
entendem a necessidade de fazer um
encaminhamento quando percebem a existência de
questões emocionais que precisam de atenção.
Alguns autores consideram importante
fazer distinção entre cuidado pastoral,
aconselhamento pastoral e psicoterapia
pastoral.
Da mesma forma, o profissional
psicólogo, quando compreende que a
espiritualidade é parte constituinte do
ser humano, orienta a que o paciente
procure seu pastor para tratar do
problema espiritual que foge à sua
alçada.
É importante saber, assim, que o
aconselhamento pastoral e a psicoterapia são
práticas muito distintas, mas de forma alguma
são opostas. Compreendo que o pastor pode e
deve procurar aperfeiçoamento, inclusive
estudando psicologia mas sem, contudo,
perder o foco na questão espiritual.
O ACONSELHAMENTO
PASTORAL
Esta é uma área mais especializada do
cuidado pastoral, que se dedica a ajudar
indivíduos, famílias ou grupos a lidarem com
as pressões e crises da vida
Conhecimento teológico e Psicanálise
A partir desta aliança entre conhecimento
teológico e técnicas da psicanálise muitos
equívocos foram evitados no seio da
igreja. Há um maior discernimento quanto
aos problemas humanos que hoje são
reconhecidos por suas causas reais e não
são espiritualizados.
Até o século dezenove, as questões
psicológicas em geral eram tratadas
exclusivamente segundo o método teológico
ou pelo filosófico, ou em alguns contextos,
por ambos.
15
 Descontente, o povo
começou a murmurar contra
Moisés. Na verdade eles não
estavam reclamando de
Moisés, mas de Deus (Êx
16.7,8).
 Muitos podem pensar que
estão reclamando do seu
líder, mas na verdade estão
reclamando contra aquEle que
delegou autoridade ao líder:
Êxodo 16:14, 15: “E quando o orvalho se levantou, eis que
sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda,
miúda como a geada sobre a terra. E, vendo-a os filhos de
Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Porque não sabiam
o que era. Disse-lhes pois Moisés: Este é o pão que o SENHOR
vos deu para comer”.
“Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou
com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis; para te
dar a entender que o homem não vive só de pão, mas de
tudo o que sai da boca do Senhor disso vive o homem”. (Dt
8.3)
Êxodo 24:18: “E Moisés entrou no
meio da nuvem, depois que subiu
ao monte; e Moisés esteve no
monte quarenta dias e quarenta
noites”.
Êxodo 31:18: “E deu a Moisés (quando
acabou de falar com ele no monte Sinai)
as duas tábuas do testemunho, tábuas de
pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
O Tabernáculo: Ênfase da presença de Deus (25-40). 3.1 – O plano de Deus para o
Tabernáculo (25-31). Sempre que Deus realiza uma obra, tem um plano, seja a
construção do Tabernáculo, do templo (1 Cr 28:11, 12, 18, 19), de uma igreja local (Fp
2:12, 13), da vida crista ou do ministério de indivíduos (Ef 2:10).
Pág. 18
Hebreus 9:4: “Que tinha o incensário
de ouro, e a arca da aliança, coberta
de ouro toda em redor; em que
estava um vaso de ouro, que continha
o maná, e a vara de Arão, que tinha
florescido, e as tábuas da aliança”
Êx 32.19: “Chegando ele ao arraial e
vendo o bezerro e as danças, acendeu-
se-lhe a ira, e ele arremessou das mãos as
tábuas, e as despedaçou ao pé do
monte”.
A Septuaginta chamou-o de
“Levítico” (Leuitikon), devido
à ênfase dada a esse
sacerdócio (apesar de os
levitas serem mencionados
apenas em um texto:
25.32,33).
Pág. 20
a) Data em que foi escrito: 1440 a.C. aproximadamente.
Moisés deve ter composto este livro logo depois do
Êxodo, durante os anos de peregrinação e relativa folga
em Cades-Barnéia.
Pág. 20
a) Período de tempo envolvido: 30 dias aproximadamente.
Moisés evidentemente deu essa legislação logo
depois de ter levantado o Tabernáculo em
Primeiro de Abril de 1444 a.C. antes do povo se
colocar em marcha em maio (Êx 40.17; Nm 10.11).
Pág. 20
Havendo recebido a lei e o Tabernáculo, precisavam ser instruídos
quanto à adoração e o culto no Santuário, e inclusive quanto à maneira
de ter uma vida de santidade. Levítico provê essa instrução,
especialmente para o ministério dos sacerdotes.
Pág. 21
(Sl 110.4; Hb 5.6)
O GRANDE DIA DA EXPIAÇÃO DE ISRAEL — “YOM KIPPUR”
O décimo dia do ano novo (10 de Zicri), dia em que ocorre o
ritual de “Yom Kippur”, foi considerado o mais santo do ano.
Pág. 23
Números é o quarto livro da Bíblia. Seu título provém da Vulgata
Latina, Numeri, que por sua vez é uma tradução do título da
Septuaginta Arithmoi. O livro é assim designado porque nele há
referência a dois recenseamentos do povo judeu — capítulos 1—3 e
capitulo 26. Os judeus, como de costume, intitularam o livro com a
palavra inicial — Wayyedabber — (“e ele (Jeová) disse”), ou mais
frequentemente com a quinta palavra — Bemidbar— ("no deserto”).
Pág. 23, 24
CENÁRIO RELIGIOSO – Este livro trata de duas gerações de Israel: A primeira havia
saído do Egito e a segunda estava para entrar em Canaã. A primeira tinha visto
grandes milagres executados por Moisés e recebera a lei de maneira também,
miraculosa. Seus componentes foram, entretanto, destruídos por desobediência e
rebelião. A segunda geração cresceu conhecendo a lei e recebendo diariamente o
maná e estava familiarizada com o fato de Deus ter destruído, devido a corrupção,
todos os habitantes do lado leste do Jordão.
Pág. 24
Números 6:2: “Fala aos filhos
de Israel, e dize-lhes:
Quando um homem ou
mulher se tiver separado,
fazendo voto de nazireu,
para se separar ao SENHOR”.
Israelita, homem ou mulher,
que fazia voto de dedicação
ao serviço de Deus por
algum tempo ou por toda a
vida (Nm 6.1-21).
Números 14:34
34 - Segundo o número dos dias
em que espiastes esta terra,
quarenta dias, cada dia
representando um ano, levareis
sobre vós as vossas iniquidades
quarenta anos, e conhecereis o
meu afastamento.
Números 21:8: “E disse o SENHOR a Moisés:
Faze-te uma serpente ardente, e põe-na
sobre uma haste; e será que viverá todo o
que, tendo sido picado, olhar para ela”
A escultura da cruz com uma
serpente (Monumento da Serpente
Neustã) no cume do Monte Nebo
foi criada por um escultor italiano,
Giovanni Fantoni. É um símbolo da
serpente de bronze criada por
Moisés no deserto (Números 21:4-9)
e da cruz na qual foi crucificado
Jesus (João 3:14).
O PROFETA BALAÃO E A SUA “JUMENTA
FALANTE” (22- 24). O personagem
principal desse drama é um adivinho
chamado Balaão, um gentio que vivia num
lugar chamado Petor, próximo ao rio
Eufrates (v. 5; Dt 23:4).
Pág. 27
Números 22:22: “E a ira de Deus
acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo
do SENHOR pôs-se-lhe no caminho
por adversário; e ele ia caminhando,
montado na sua jumenta, e dois de
seus servos com ele”.
Mais tarde Balaão perverteu a Israel
por intermédio de idolatria e adultério
com as moabitas, razão pela qual foi
morto (25; 31:8).
Pág. 27
“Ora, Corá, filho de Izar, filho de Coate, filho de Levi,
juntamente com Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e Om,
filho de Pelete, filhos de Rúben, tomando certos homens,
levantaram-se perante Moisés, juntamente com duzentos
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  • 1. Aconselhamento Cristão Curso Avançado em Teologia incithx@gmail.com Professor: Pr. Carlos Azevedo Proibido a distribuição desse slide.
  • 2. A Importância do Aconselhamento Saber aconselhar um crente é imprescindível ao exercício da liderança cristã e uma habilidade desejável a cada cristão, quando for lhe colocada uma dificuldade, um desafio, uma situação-limite. Basta lembrarmos o conselho de Jetro para Moisés e o efeito do que ele falou quando Moisés acatou e fez segundo suas recomendações.
  • 3. “Ouve agora a minha voz; eu te aconselharei, e seja Deus contigo: sê tu pelo povo diante de Deus, e leva tu as causas a Deus” (Êx 18.19). A recomendação de Jetro sobre os auxiliares de Moisés não pode ser esquecida em nosso estudo. Ele recomendou que Moisés selecionasse homens capazes de lidar com outras pessoas, ouvir e resolver problemas.
  • 4. “E o rei respondeu ao povo asperamente e, deixando o conselho que os anciãos lhe haviam dado, falou-lhe conforme o conselho dos mancebos, dizendo: Meu pai agravou o vosso jugo, porém eu ainda o aumentarei; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões”. (1 Rs 12.13,14) Não esquecendo o que aconteceu ao reinado de Roboão quando desprezou os bons conselhos e se aproximou de maus conselheiros. (1 Rs 12.6-26).
  • 5. Podemos ainda ver a natureza dos conselhos de José para o faraó, algo que fez com que o Egito prosperasse e fosse preservado no momento da crise. “Portanto, proveja-se agora Faraó de um homem entendido e sábio, e o ponha sobre a terra do Egito”. (Gn 41.33).
  • 6. A Bíblia nos fala sobre o “conselho de Balaão”, que fez o povo de Israel pecar (Nm 31.16). Vejamos o caso envolvendo a liderança de Josué e os gibeonitas. (Js 9.14).
  • 7. Temos ainda o sábio conselho de Abigail, no caso entre Davi e Nabal, o qual foi elogiado pelo rei: “E bendito seja o teu conselho, e bendita sejas tu, que hoje me impediste de derramar sangue, e de vingar-me pela minha própria mão!” (1 Sm 25.33). Não esqueçamos ainda o conselho cirúrgico do profeta Natã a Bate- Seba, que evitou a ascensão de Adonias e encaminhou a posse de Salomão no trono de Israel. (1 Rs 1.12).
  • 8. Wayne Oates escreveu o seguinte: “Independentemente de qual tenha sido sua formação, o pastor não tem o privilégio de escolher se vai ou não aconselhar os membros de seu rebanho, pois é inevitável que eles levem seus problemas até ele, em busca de orientação e de uma palavra de sabedoria”. Wayne Oates afirma: “A porta do relacionamento deveria ficar sempre entreaberta, de modo que as pessoas possam sentir- se à vontade para voltar, se decidirem fazê-lo”.
  • 9. CUIDADO E ACONSELHAMENTO O objetivo do aconselhamento é dar estímulo e orientação às pessoas que estão enfrentando perdas, decisões difíceis ou desapontamentos.
  • 10. Talvez a questão esteja relacionada à confusão que se faz entre aquilo que é espiritual e o que é de ordem emocional. Os pastores bem preparados sabem, pela experiência, diferenciar o que é de ordem espiritual e entendem a necessidade de fazer um encaminhamento quando percebem a existência de questões emocionais que precisam de atenção. Alguns autores consideram importante fazer distinção entre cuidado pastoral, aconselhamento pastoral e psicoterapia pastoral.
  • 11. Da mesma forma, o profissional psicólogo, quando compreende que a espiritualidade é parte constituinte do ser humano, orienta a que o paciente procure seu pastor para tratar do problema espiritual que foge à sua alçada. É importante saber, assim, que o aconselhamento pastoral e a psicoterapia são práticas muito distintas, mas de forma alguma são opostas. Compreendo que o pastor pode e deve procurar aperfeiçoamento, inclusive estudando psicologia mas sem, contudo, perder o foco na questão espiritual.
  • 13. Esta é uma área mais especializada do cuidado pastoral, que se dedica a ajudar indivíduos, famílias ou grupos a lidarem com as pressões e crises da vida
  • 14. Conhecimento teológico e Psicanálise A partir desta aliança entre conhecimento teológico e técnicas da psicanálise muitos equívocos foram evitados no seio da igreja. Há um maior discernimento quanto aos problemas humanos que hoje são reconhecidos por suas causas reais e não são espiritualizados. Até o século dezenove, as questões psicológicas em geral eram tratadas exclusivamente segundo o método teológico ou pelo filosófico, ou em alguns contextos, por ambos.
  • 15. 15  Descontente, o povo começou a murmurar contra Moisés. Na verdade eles não estavam reclamando de Moisés, mas de Deus (Êx 16.7,8).  Muitos podem pensar que estão reclamando do seu líder, mas na verdade estão reclamando contra aquEle que delegou autoridade ao líder:
  • 16. Êxodo 16:14, 15: “E quando o orvalho se levantou, eis que sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada sobre a terra. E, vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Porque não sabiam o que era. Disse-lhes pois Moisés: Este é o pão que o SENHOR vos deu para comer”.
  • 17. “Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis; para te dar a entender que o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor disso vive o homem”. (Dt 8.3)
  • 18. Êxodo 24:18: “E Moisés entrou no meio da nuvem, depois que subiu ao monte; e Moisés esteve no monte quarenta dias e quarenta noites”.
  • 19. Êxodo 31:18: “E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte Sinai) as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
  • 20. O Tabernáculo: Ênfase da presença de Deus (25-40). 3.1 – O plano de Deus para o Tabernáculo (25-31). Sempre que Deus realiza uma obra, tem um plano, seja a construção do Tabernáculo, do templo (1 Cr 28:11, 12, 18, 19), de uma igreja local (Fp 2:12, 13), da vida crista ou do ministério de indivíduos (Ef 2:10). Pág. 18
  • 21.
  • 22. Hebreus 9:4: “Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança”
  • 23.
  • 24.
  • 25. Êx 32.19: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu- se-lhe a ira, e ele arremessou das mãos as tábuas, e as despedaçou ao pé do monte”.
  • 26.
  • 27. A Septuaginta chamou-o de “Levítico” (Leuitikon), devido à ênfase dada a esse sacerdócio (apesar de os levitas serem mencionados apenas em um texto: 25.32,33). Pág. 20
  • 28. a) Data em que foi escrito: 1440 a.C. aproximadamente. Moisés deve ter composto este livro logo depois do Êxodo, durante os anos de peregrinação e relativa folga em Cades-Barnéia. Pág. 20
  • 29. a) Período de tempo envolvido: 30 dias aproximadamente. Moisés evidentemente deu essa legislação logo depois de ter levantado o Tabernáculo em Primeiro de Abril de 1444 a.C. antes do povo se colocar em marcha em maio (Êx 40.17; Nm 10.11). Pág. 20
  • 30. Havendo recebido a lei e o Tabernáculo, precisavam ser instruídos quanto à adoração e o culto no Santuário, e inclusive quanto à maneira de ter uma vida de santidade. Levítico provê essa instrução, especialmente para o ministério dos sacerdotes. Pág. 21
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 35. O GRANDE DIA DA EXPIAÇÃO DE ISRAEL — “YOM KIPPUR” O décimo dia do ano novo (10 de Zicri), dia em que ocorre o ritual de “Yom Kippur”, foi considerado o mais santo do ano. Pág. 23
  • 36.
  • 37. Números é o quarto livro da Bíblia. Seu título provém da Vulgata Latina, Numeri, que por sua vez é uma tradução do título da Septuaginta Arithmoi. O livro é assim designado porque nele há referência a dois recenseamentos do povo judeu — capítulos 1—3 e capitulo 26. Os judeus, como de costume, intitularam o livro com a palavra inicial — Wayyedabber — (“e ele (Jeová) disse”), ou mais frequentemente com a quinta palavra — Bemidbar— ("no deserto”). Pág. 23, 24
  • 38.
  • 39. CENÁRIO RELIGIOSO – Este livro trata de duas gerações de Israel: A primeira havia saído do Egito e a segunda estava para entrar em Canaã. A primeira tinha visto grandes milagres executados por Moisés e recebera a lei de maneira também, miraculosa. Seus componentes foram, entretanto, destruídos por desobediência e rebelião. A segunda geração cresceu conhecendo a lei e recebendo diariamente o maná e estava familiarizada com o fato de Deus ter destruído, devido a corrupção, todos os habitantes do lado leste do Jordão. Pág. 24
  • 40. Números 6:2: “Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando um homem ou mulher se tiver separado, fazendo voto de nazireu, para se separar ao SENHOR”. Israelita, homem ou mulher, que fazia voto de dedicação ao serviço de Deus por algum tempo ou por toda a vida (Nm 6.1-21).
  • 41. Números 14:34 34 - Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades quarenta anos, e conhecereis o meu afastamento.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45. Números 21:8: “E disse o SENHOR a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela”
  • 46. A escultura da cruz com uma serpente (Monumento da Serpente Neustã) no cume do Monte Nebo foi criada por um escultor italiano, Giovanni Fantoni. É um símbolo da serpente de bronze criada por Moisés no deserto (Números 21:4-9) e da cruz na qual foi crucificado Jesus (João 3:14).
  • 47. O PROFETA BALAÃO E A SUA “JUMENTA FALANTE” (22- 24). O personagem principal desse drama é um adivinho chamado Balaão, um gentio que vivia num lugar chamado Petor, próximo ao rio Eufrates (v. 5; Dt 23:4). Pág. 27
  • 48. Números 22:22: “E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos com ele”.
  • 49.
  • 50. Mais tarde Balaão perverteu a Israel por intermédio de idolatria e adultério com as moabitas, razão pela qual foi morto (25; 31:8). Pág. 27
  • 51. “Ora, Corá, filho de Izar, filho de Coate, filho de Levi, juntamente com Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e Om, filho de Pelete, filhos de Rúben, tomando certos homens, levantaram-se perante Moisés, juntamente com duzentos e cinqüenta homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, chamados assembleia, varões de renome” (Nm 16.1,2)

Notas do Editor

  1. Israelita, homem ou mulher, que fazia voto de dedicação ao serviço de Deus por algum tempo ou por toda a vida (Nm 6.1-21).