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A definição encontrada e utilizada por escritores
cristãos ainda é aquela postulada por Tertuliano e
Agostinho que afirma ser a religião um religare –
“amarrar” ou “religar”, relegere – reler, retornar,
em latim reeligere, “ligar de volta ou atar”, ou
seja, “tornar a escolher Deus, uma vez que a
relação pessoa/Deus foi cortada pelo pecado”.
O verbo “relegere” possuía no latim vulgar o
sentido de cultuar, de prestar um culto ou de
experimentar um fervor apaixonado e não de
ligar ou religar. Eusébia = Respeito.
A definição encontrada e utilizada por escritores
cristãos ainda é aquela postulada por Agostinho
que afirma ser a religião um religare – “amarrar” ou
“religar”, relegere – reler, retornar, em latim
reeligere, “ligar de volta ou atar”, ou seja, “tornar a
escolher Deus, uma vez que a relação pessoa/Deus
foi cortada pelo pecado”.
Do latim “religare” - re-ligio, “ligar de volta ou atar”. O
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apaixonado e não de ligar ou religar como querem muitos.
Eusébia = Respeito.
“É lamentável não termos à nossa
disposição uma palavra mais
precisa que ‘religião’ para designar
a ‘experiência do sagrado’”.
(Mircea Eliade – Origens, p. 9).
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Feuerbach – Hegel –
Kant – Kierkegaard –
Espinosa – Nietzsche -
Marx – Engels –
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Bom, Campbell
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social” (Weber)
Antropológicas:
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Mauss, Evans-Pritchard
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Teológicas
Agostinho: ‘Revelation’
Nicolau de Cusa: ‘Via Negativa’
Aquino: ‘Pela Razão’
Rudolf Otto:‘Totalmente outro’
Karl Barth - ‘Apossamento de Deus’
Tillich: “O elemento da dúvida é um
elemento da própria fé”
Fenomenológicas
Glasenapp, Jean Botéro, Mircea
Eliade
– ‘experiência do sagrado’
– ‘Ser transcendente’
– ‘deus antropomórfico’
– ‘Absoluto Impessoal (ontofânia)’
– ‘Modelo exemplar’
– ‘Identificar padrões comportamentais
– ‘Os chamados arquétipos’
Escola italiana:
Donnine, Pettazzoni, Ernesto de
Martino, Marcello Massenzio
– A escola italiana de história das religiões é
eminentemente historicista.
– Não faz uso dos sistemas acima e sim da
história enquanto o que pode ser estudado,
mensurado, comparado e da Antropologia
Cultural, ‘que se centra no desejo do homem de
conhecer a sua origem, a capacidade que ele
tem de conhecer-se, nos costumes e no instinto’.
Não existe dados que nos deixem
saber qual o primeiro aspecto
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  • 3.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8. A Fenomenologia é o estudo da consciência De forma acrítica. A consciência é caracterizada pela intencionalidade, porque ela é sempre a consciência de alguma coisa.
  • 9. O HUMANO É DEO HUMANO É DE ouou NaturezaNatureza CondiçãoCondição
  • 12. Formação Social do Humano Linguagem e Identidade SocialLinguagem e Identidade Social Das ReligiõesDas Religiões
  • 13.
  • 14. Vínculo da História das religiões com osVínculo da História das religiões com os filósofos e teólogos.filósofos e teólogos.  As nomenclaturas acadêmicas peloAs nomenclaturas acadêmicas pelo mundo.mundo.  As formas culturais até agoraAs formas culturais até agora conhecidas.conhecidas.  O estudioso aborda-a do interior.O estudioso aborda-a do interior.  Não existe um fenômeno religiosoNão existe um fenômeno religioso puro.puro.  Tudo é condicionado pelo queTudo é condicionado pelo que aconteceu antes.aconteceu antes.
  • 16. A definição encontrada e utilizada por escritores cristãos ainda é aquela postulada por Tertuliano e Agostinho que afirma ser a religião um religare – “amarrar” ou “religar”, relegere – reler, retornar, em latim reeligere, “ligar de volta ou atar”, ou seja, “tornar a escolher Deus, uma vez que a relação pessoa/Deus foi cortada pelo pecado”. O verbo “relegere” possuía no latim vulgar o sentido de cultuar, de prestar um culto ou de experimentar um fervor apaixonado e não de ligar ou religar. Eusébia = Respeito.
  • 17. A definição encontrada e utilizada por escritores cristãos ainda é aquela postulada por Agostinho que afirma ser a religião um religare – “amarrar” ou “religar”, relegere – reler, retornar, em latim reeligere, “ligar de volta ou atar”, ou seja, “tornar a escolher Deus, uma vez que a relação pessoa/Deus foi cortada pelo pecado”. Do latim “religare” - re-ligio, “ligar de volta ou atar”. O verbo “relegere” possuía no latim vulgar o sentido de cultuar, de prestar um culto, de experimentar um fervor apaixonado e não de ligar ou religar como querem muitos. Eusébia = Respeito.
  • 18. “É lamentável não termos à nossa disposição uma palavra mais precisa que ‘religião’ para designar a ‘experiência do sagrado’”. (Mircea Eliade – Origens, p. 9).
  • 19. Vertentes das Escolas que estudam Religiões
  • 20. Feuerbach – Hegel – Kant – Kierkegaard – Espinosa – Nietzsche - Marx – Engels – Haidegger, Bergson
  • 21. Freud, Jung, James, Van der Leeuw, Lee Bom, Campbell
  • 22. Müller; Tylor (Tailar); Weber, Durkheim – ‘Fato Social’. “a objetividade do conhecimento na ciência social” (Weber)
  • 23. Antropológicas: Malinovsky, Lévi-Strauss, Mauss, Evans-Pritchard - Religião como Sistema Cultural - Ideia de projeção.
  • 24. Teológicas Agostinho: ‘Revelation’ Nicolau de Cusa: ‘Via Negativa’ Aquino: ‘Pela Razão’ Rudolf Otto:‘Totalmente outro’ Karl Barth - ‘Apossamento de Deus’ Tillich: “O elemento da dúvida é um elemento da própria fé”
  • 25. Fenomenológicas Glasenapp, Jean Botéro, Mircea Eliade – ‘experiência do sagrado’ – ‘Ser transcendente’ – ‘deus antropomórfico’ – ‘Absoluto Impessoal (ontofânia)’ – ‘Modelo exemplar’ – ‘Identificar padrões comportamentais – ‘Os chamados arquétipos’
  • 26. Escola italiana: Donnine, Pettazzoni, Ernesto de Martino, Marcello Massenzio – A escola italiana de história das religiões é eminentemente historicista. – Não faz uso dos sistemas acima e sim da história enquanto o que pode ser estudado, mensurado, comparado e da Antropologia Cultural, ‘que se centra no desejo do homem de conhecer a sua origem, a capacidade que ele tem de conhecer-se, nos costumes e no instinto’.
  • 27.
  • 28. Não existe dados que nos deixem saber qual o primeiro aspecto sagrado (religião) que veio a existir. Culto aos mortos NÃO é a primeira religião. (Fustel – Ritos Funerários).
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. Oriente e Extremo Oriente Continente Africano - Candomblés: Ketu, Banto, Yorubá, com suas mais variadas ramificações.. Índia - Brahmanismos, Budismos, Jainismos, Vaishinavas (Krishna), Hinduismo, Siks, Bah'ai, Ayyavazhi, com suas mais variadas ramificações.. Japão - Xintoísmos e Budismos devocional com suas mais variadas ramificações.. China - Confucionismos, Budismos devocional com suas mais variadas ramificações... Israel – Judaísmos com suas mais variadas ramificações.. Países Árabes – Islamismos com suas mais variadas ramificações. Ocidente - Cristianismos com suas mais variadas ramificações.. Filosofias Espiritualistas - com suas mais variadas ramificações..