O documento analisa a Igreja como a instituição dominante do feudalismo, destacando sua influência na sociedade medieval e sua evolução entre os séculos V e XIII. A Igreja não só estruturava a hierarquia social, mas também enfrentava contestações e mudanças que ameaçavam seu poder, como heresias e movimentos reformadores. Apesar dos desafios, a Igreja se consolidou como pilar fundamental do sistema feudal.