
HIV/SIDA

Saúde

Escola Cooperativa de Vale S. Cosme

Maria João Drumond
Fevereiro de 2008

HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

GRUPOS DE RISCO? ?

?

Saúde

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

leite
materno

HIV/SIDA

esperma
fluidos da vagina

sangue

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
HIV/SIDA

VÍRUS
IMUNO DEFICIÊNCIA
HUMANA

Saúde

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
HIV/SIDA

VÍRUS
IMUNO DEFICIÊNCIA
HUMANA
SEROPOSITIVO

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
HIV/SIDA

Saúde

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
HIV/SIDA

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
HIV/SIDA

A human immunodeficiency viral particle is seen
budding from the infected cell surface at the top, with a
complete viral particle at bottom in this high
magnification electron micrograph.

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
HIV/SIDA

INFECÇÃO PRIMÁRIA - síndrome retrovírico agudo
PERÍODO DE INCUBAÇÃO: 2-4 semanas (até 6 semanas)
SINTOMÁTICA EM 50 a 90% dos casos
SINTOMAS PERSISTEM POR 1 a 4 semanas (em média 2)
Sintomas inespecíficos - dificuldade diagnóstica
febre (96%)
adenopatias (74%)
faringite (70%)
exantema (70%)
mialgias ou artralgias (54%)

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diarreia e cefaleias (32%)
candidose oral (12%)
meningoencefalite (8%)
neuropatia periférica (8%)

HIV/SIDA

INFECÇÃO PRIMÁRIA - síndrome retrovírico agudo
Formas sintomáticas
Síndrome mononucleósico
Síndrome febril agudo
Síndrome febril exantémico
Meningite aguda
Meningoencefalite aguda
Formas assintomáticas

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
HIV/SIDA

Serologia HIV positiva 4-10 semanas após exposição
(≥95% em 6 meses)

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

PERÍODO DE LATÊNCIA CLÍNICA

HIV/SIDA

ESTABILIZAÇÃO DA CARGA VÍRICA
E DA
CONTAGEM DOS LINFÓCITOS TDC4

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
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INFECÇÃO SINTOMÁTICA PRECOCE
PRESENÇA DE SINTOMAS B (não definidores de SIDA)
candidose orofaríngea
herpes zoster
listeriose
purpura trombocitopénica idiopática
neuropatia periférica
febre ou diarreia por mais de um mês
…

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Candidose oral

Saúde

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
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SÍNDROME
IMUNO
DEFICIÊNCIA
ADQUIRIDA
IMUNOSSUPRESSÃO GRAVE

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SÍNDROME
IMUNO
DEFICIÊNCIA
ADQUIRIDA
DOENTE DE SIDA

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
HIV/SIDA

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Tuberculose pulmonar

HIV/SIDA

Sarcoma de Kaposi

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

INFECÇÃO AVANÇADA

HIV/SIDA

LINFÓCITOS TDC4 <50/mmc
SOBREVIDA MÉDIA: 12 a 18 meses na ausência de tratamento
anti-retrovírico

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

ESTADIOS DA INFECÇÃO VIH: história natural

HIV/SIDA

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
HIV/SIDA

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
HIV/SIDA

1981

médicos em Nova York e Califórnia
observaram agregação de casos de doenças raras em
homens jovens, previamente saudáveis, homossexuais.
Apresentavam dimiuição de linfócitos TDC4
Descrição do Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA)

1983 identificação do HIV-1
1985 primeiro teste de diagnóstico para o HIV-1
1987 primeiro fármaco anti-retrovírico - zidovudina
1996 HAART - highly active antirectroviral therapy

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HIV/SIDA

1º caso clínico diagnosticado em Outubro de

Saúde

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1983

HIV/SIDA

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
HIV/SIDA

Os sintomas da SIDA podem demorar até dez
anos para aparecer, por isso não adianta ficar à
espera dos sintomas da SIDA. Se fez sexo sem
preservativo, partilhou seringas com outra
pessoa, faça o teste da SIDA. Quanto mais
cedo for diagnosticada a infecção pelo VIH e
iniciar-se o tratamento adequado, melhor será
sua qualidade de vida.
Mas lembre-se que o teste só deve ser feito
após a "janela imunológica" (até 3 meses após
a exposição), período que o corpo leva para
produzir anticorpos que possam ser detectados.

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
HIV/SIDA

INDICAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE TESTES SEROLÓGICOS

Homossexuais / Heterossexuais
Toxicodependentes
Pessoas com DST
Hemofílicos e transfundidos
Parceiro sexual regular dos grupos anteriores ou com HIV
Mulheres grávidas
Doentes com tuberculose activa
Pós-exposição ocupacional
Profissionais de saúde que realizem manobras de risco
Dadores de sangue, sémen, leite ou órgãos => obrigatório
Pessoas que se considerem em risco ou queiram fazer o teste

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
HIV/SIDA

INDICAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE TESTES SEROLÓGICOS

Linfadenopatia generalizada
Demência inexplicada
Meningite aguda / encefalite
Neuropatia periférica
Febre prolongada
Diarreia
Perda de peso
Doenças que habitualmente complicam a infecção HIV (herpes
mucocutâneo crónico, candidose oral/vaginal recorrente, dermatite
Seborreica…)

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
HIV/SIDA

INDICAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DE TESTES SEROLÓGICOS

Herpes zoster generalizado ou atingindo mais do que um
Dermátomo
Infecções oportunistas associadas a deficiência de imunidade
celular - tuberculose entre outras
Pneumonia bacteriana recorrente
Sarcoma de Kaposi
Linfoma de células B
Citopenias inexplicadas
Displasia cervical e carcinoma do colo do útero
…

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HIV/SIDA

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

Anónimo - não é pedido nenhum
dado pessoal (nome, morada, etc.)
ou seja, não é pedido nenhum
documento,
sendo
apenas
atribuído um cartão com um código
de barras que serve para identificar
o utente quando este for levantar o
resultado do teste.

HIV/SIDA

Confidencial
–
todos
os
profissionais têm o dever de
guardar total confidencialidade
sobre os dados obtidos.

Saúde

Gratuito – O atendimento
totalmente
gratuito.
Não
necessária marcação prévia,
atendimento ocorre por ordem
chegada.

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é
é
o
de


leite
materno

HIV/SIDA

esperma
fluidos da vagina

sangue

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HIV/SIDA

SEM RISCO

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RISCO

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4 hiv sida

Notas do Editor

  • #3 São os 2 símbolos mais associados pelos jovens ao HIV/SIDA… Porquê? Preservativo: diminui o risco de transmissão do HIV Laço vermelho: símbolo da luta contra a SIDA
  • #4 Faz sentido associar esta imagem à SIDA? Homossexuais (era um dos “grupos” de risco)
  • #5 Faz sentido associar esta imagem à SIDA? Prostitutas/prostitutos (era um dos “grupos” de risco)
  • #6 Faz sentido associar esta imagem à SIDA? Toxicodependentes (era um dos “grupos” de risco)
  • #7 Se no início, quando se começou a falar em SIDA, se falava claramente em “grupos” de risco, hoje em dia, sabemos que, se fossemos a apontar um grupo de risco, esse grupo sería o que está representado aqui… (todos nós - toda a população mundial, independentemente de idade, sexo, raça, profissão, etc)
  • #8 Faz sentido, numa apresentação sobre HIV/SIDA apresentar imagens como estas? Na realidade, estas são as imagens de abertura do site da coordenação nacional de luta contra a SIDA… Várias idades, várias cores, aspecto saudável… porque é mesmo assim, porque podemos estar infectados com o vírus da SIDA (o HIV) e não estarmos ainda doentes… e no entanto, já podemos transmitir o vírus a outras pessoas…
  • #9 Longe vão os tempos em que se associavam imagens como esta… Isto é a famosa campanha da benetton, muito elogiada e criticada na altura: por um lado, alertou as pessoas para este problema, por outro, utilizou a imagem da morte de uma pessoa (David) Chamar atenção para o aspecto do doente, característico de quem toma medicação antiretroviral (as “covas” no rosto)
  • #10 Se em relação à foto do David, ainda há quem possa dizer “era homossexual” “era toxicodependente”, etc… numa tentativa de arranjar “culpas” para a doença, neste caso - todas estas crianças estão infectadas pelo HIV - já ninguém consegue atribuir “culpas”… a única coisa que estas crianças fizeram, o único “grupo” de risco aqui, foi, muito provavelmente, terem nascido…
  • #11 Então? Podemos falar de “grupos de risco”? NÃO!!! Há, sim, comportamentos de risco, que qualquer pessoa pode ter, ou melhor, deve evitar…
  • #12 Na realidade, e para alguma “sorte” nossa, o vírus da SIDA não é resistente fora de determinados meios… ele “sobrevive” apenas em 4 fluídos: sangue, leite materno, esperma e fluidos da vagina. Ou seja, só se transmite se entrarmos em contacto com estes fluidos (de pessoas infectadas).
  • #13 Afinal, o que significa HIV (em inglês) ou VIH (em português)…
  • #14 Quando uma pessoa está infectada com este vírus, diz-se que é: SEROPOSITIVA Não está ainda doente, não tem SIDA, é portadora do vírus, pode transmitir o vírus a outras pessoas, e pode ficar assim - seropositiva - vários anos…
  • #15 Existe, que se saiba, o HIV-1 e o HIV-2, e cada um deles, tem muitos sub-tipos… aqui, estão apenas os sub-tipos do HIV-1… esta grande diversidade é um dos factores que torna tão difícil a descoberta de uma vacina para o HIV… aliás, apesar de se estar a tentar produzir uma vacina, não está previsto que a ciência encontre uma resposta na próxima década… Nota: é, por exemplo, possivel que uma pessoa já infectada com um sub-tipo, sofra uma 2ª infecção com outro sub-tipo, e assim piore o seu estado de saúde, ou complique o tratamento…
  • #16 A “bola” grande, representa um glóbulo branco (um linfócito T CD4), dentro dele, uma “bola” mais pequena a representar o núcleo do linfócito e o material genético… se acompanharmos as setinhas, vê-se o HIV a entrar no glóbulo branco e a utilizar o nosso material genético para se reproduzir… destruindo assim os nossos linfícitos T CD4…
  • #17 Foto, absolutamente espectacular, do momento em que o HIV sai do linfócito…
  • #18 Chamar a atenção para o facto de os primeiros sintomas serem muito inespecíficos… podemos ter sintomatologia desta, associada a qualquer outra coisa que não está em nada relacionada com a infecção pelo HIV..
  • #20 Podemos detectar a infecção por análise ao sangue cerca de 4-10 semanas após, mas a maioria só passados cerca de 6 meses…
  • #21 Depois de estarmos infectados, há um período de latência em que se verifica estabilização da carga vírica e dos linfócitos
  • #23 Podemos aproveitar aqui para alertar para o facto de a candidose ser uma infecção sexualmente transmissível, mas não só… é muito frequente em pessoas que estão debilitadas (particularmente nas crianças e idosos) - chama-se vulgarmente de “sapinhos”… é tb muito vulgar em pessoas que fazem tratamento com um antibiótico (como este destrói as bactérias, fica mais “espaço” para este fungo se desenvolver). É comum na boca e na zona genital… quando surge no esófago, no entanto, não deixa margem para dúvidas em relação ao HIV.
  • #24 Quando a contagem de linfócitos TCD4 é muito baixa, e a carga viral muito elevada, a pessoa está imunodeprimida, e altamente susceptível a doenças “oportunistas”. Passa a estar doente…
  • #25 Deixa de se chamar “seropositivo” e passa a ser um “doente de SIDA”
  • #26 Uma das doenças oportunistas mais comuns…
  • #27 Outra doença oportunista de algum modo característica…
  • #28 Quando a contagem de linfócitos TCD4 é muito baixinha, a pessoa só dura, sem tratamento antiretroviral, cerca de 1 ano a ano e meio
  • #29 Notar a linha azul (linfócitos) a diminuir até à morte Notar a linha vermelha (carga viral) a aumentar em flecha nas semanas após a infecção, e a ter um novo pico antes da morte. Notar o período de latência referido anteriormente…
  • #30 Não há cura… mas há medicação antiretroviral, que pode fazer com que a pessoa viva (apesar de continuar a poder transmitir o vírus, e a ter problemas com as doenças oportunistas) As duas mãos de cima representam +- o que um doente de SIDA tinha que tomar por dia!!!! Tratamento muito complicado de seguir, e altamente incompatível com uma vida “normal” Hoje, a HAART, a medicação utilizada já há cerca de 10 anos, é bastante mais simples de seguir, embora continue a ser “dura” em termos de efeitos secundários..
  • #31 História da SIDA
  • #32 Entre nós, o primeiro caso diagnosticado, nao certamente o 1º que tivemos, mas o 1º diagnosticado.
  • #33 Só há mesmo uma maneira de saber…
  • #35 Único obrigatório: dadores de sangue, de sémen ou de órgãos… No entanto, a mulheres grávidas, informa-se e faz-se sempre… não é normal haver recusa, porque bem informadas, as mulheres percebem que, se estiverem infectadas, e se souber, pode-se tentar salvar a criança… Inicia-se terapia, e faz-se cesariana, e aquele bebé não pode mamar… As grávidas fazem 3x o teste, 1º trimestre, 2º trimestre e antes do parto. Em alguns países africanos em vias de desenvolvimento, não há cesarianas (nem sequer há anestesias) e não há dinheiro para leite de farmácia… por isso, na maioria das vezes, entre a criança morrer em pouco tempo com diarreia devido a infecções transmitidas pelos alimentos/água, ou arriscar a infecção por HIV, opta-se pela 2ª, e as crianças mamam…
  • #38 Hoje, os testes fazem-se de forma simples, com um sistema parecido com o que os diabéticos usam, e o resultado pode-se saber em cerca de 15 a 20 min.
  • #39 Onde nos podemos dirigir para fazer o teste… CAD
  • #40 Relembrando… o vírus só “sobrevive” nestes 4 meios… Por isso, só se transmite em contacto com esses meios.
  • #41 Alertar para o preservativo: não é na realidade um método “sem risco”, mas é um método “mais seguro”… Os mosquitos costumam ser uma dúvida… mas não há mistura do sangue que o mosquito já sugou, com o da pessoa que ele vai picar depois…
  • #43 A título de curiosidade: pessoas infectadas em 2006
  • #44 Pessoas a receber tratamento antiretroviral… Notar o “desnivel”
  • #45 Últimas mensagens: Não esquecer que este vírus não escolhe idades, sexos, crenças ou raças Não esquecer também que tocar e acarinhar um seropositivo ou um doente de SIDA não comporta riscos…
  • #46 É sabido que todos os anos líderes mundiais se ocupam a discutir campanhas de prevenção, metas, objectivos, mecanismos de protecção… Quando no entanto essas reuniões de pouco servem se…
  • #47 Se não formos nós a tomar uma atitude… E essa atitude não passa por usar o laço vermelho a mostrar que nos preocupamos
  • #48 Não interessa pensarmos que as campanhas estão bem feitas, que a mensagem pode ser determinante…
  • #49 Nada disto faz sentido, se não adoptarmos comportamentos assertivos…
  • #50 A mensagem final: Esta campanha espanhola diz tudo… Km de compromisso… de cada um de nós… em respeitarmo-nos e respeitarmos os outros…