RELAÇÕES ENTRE
  INDIVÍDUO E
   SOCIEDADE
   Diferentes análises
    sobre a constituição da
    sociedade e a maneira
    como os indivíduos se
    relacionam
KARL MARX
Marx analisa a sociedade a partir de
suas condições e situações sociais, já
que produzem sua existência em
grupo.
COLETIVISMO: A maior parte
   da história humana foi
construída a partir dos grupos
           sociais
Praticamente, não havia a ideia
 do individualismo: a ideia era
  viver em grupos devido às
         necessidades
   Mesmo no capitalismo, a sociedade
    depende do trabalho em grupo para
    sobreviver, através da
    SOLIDARIEDADE ORGÂNICA
   NÓS SEMPRE ESTAMOS
    PRECISANDO DO TRABALHO DOS
    OUTROS...NINGUÉM VIVE DE
    MANEIRA INDEPENDENTE.
   É EXTREMAMENTE DIFÍCIL VIVERMOS
    DE MANEIRA INDEPENDENTE
   Segundo Marx, a ideia de
    individualismo só apareceu no início
    do capitalismo, final da idade média,
    na época do renascimento e da
    reforma, a partir do enriquecimento
    da burguesia...
   MARX DESENVOLVEU A IDEIA DA
    LUTA DE CLASSES:
    BURGUESES X TRABALHADORES
Quem impõe as
    condições de trabalho?

    Quem impõe o horário?




        X
Quem é o vendedor
    Quem é o comprador?







       X
COMPRADOR DA
TUA FORÇA DE
TRABALHO (OU MÃO
DE OBRA)
VENDEDOR DA FORÇA DE
    TRABALHO (OU MÃO DE OBRA)







             X
Quem determina seu salário?

       Quem tem mais poder?







          X
Quem se sujeita ao horário,
    ao salário e às condições?







           X
Por que se sujeita?







    X
Porque não possui os meios
        de produção







        X
Porque há mais
   demanda do que
    oferta de emprego




            X
ESSA RELAÇÃO É DE

       IGUALDADE?




            X
   EMP ESÁR
        R    IOS ( B GUESES)
                    UR
     E TR ALHADOR
         AB         ES
    ALMEJAM UM MESMO
    OB JETIVO (OU FIM):
    GANHAR DINHEIR . . O QUE
                     O.
    DIFER ENCIA É A
    QUANTIDADE: O
    TR ALHADOR R
       AB          ECEB E
 EMP ESÁR
      R    IOS ( B GUESES) E
                  UR
  TR ALHADOR
    AB         ES POSSUEM MEIOS
  DIFER ENTES P A ALCANÇAR SEUS
               AR
  OB JETIVOS:
 O B URGUÊS USA O CAP  ITAL P A
                              AR
  EXP LORAR A MÃO DE OB A DO
                         R
  TR ALHADOR OU SEJA, EXP
    AB         ,             LORA
  –O, POIS P ECISA DA SUA MÃO DE
            R
  OB A;
     R
 O TR ABALHADOR SUB METE- SE À
  EXP LORAÇÃO DO B GUÊS, P
                   UR       OIS
  P ECISA DO SALÁR
   R               IO
QUAL É O PAPEL DO ESTADO
  NA LUTA DE CLASSES?:
MARX E O INDIVIDUALISMO


   Marx também admitia que o
    indivíduo construía sua
    própria história, embora
    muitas vezes alienado por
    ideologias.
EXEMPLO: O CONCEITO DE POBREZA

   Definição de pobreza em Sociologia:
    Carência material; tipicamente envolvendo as
    necessidades da vida cotidiana como
    alimentação, vestuário, alojamento e cuidados
    de saúde. Pobreza neste sentido pode ser
    entendida como a carência de bens e serviços
    essenciais.
EXEMPLO: O CONCEITO DE POBREZA
   Segundo a ideologia do consumo, o pobre é aquele
    que não possui carro novo ou seminovo, mansão,
    apartamento de luxo, fazenda, casa de praia, não viaja
    a passeio ou ao exterior, mora em periferia ou em
    favela, ganha pouco, trabalha como operário, ajudante,
    servente, etc. O pobre é visto como marginalizado. Se
    encontra fora dos "prazeres da vida".
   CONCEITO DETURPADO DE POBREZA

   Segundo o conceito de pobre de nossa
    época, pobre é quem não tem os
    bens que um rico possui, nem o
    seu padrão de vida.
O QUE É SER POBRE?
   No marxismo, ser pobre é ter carência
    das necessidades vitais (alimentação,
    saúde, emprego, habitação sem luxo,
    educação, etc.).
ISTO É POBREZA
ISTO É POBREZA
ISTO NÃO É POBREZA
   Isso é realmente essencial à subsistência?
    No capitalismo, se você não possui esse padrão
    de vida, você é considerado um pobre, um
    perdedor.
   Isso ocorre porque o sistema econômico impôs
    de forma persuasiva que tais bens são
    essenciais para a vida do cidadão.

   Os trabalhadores incorporam os valores da
    burguesia e passam a agir como se pobres
    fossem...
   A VIDA SE LIMITA A ISSO? APENAS
    TER?
   REVEJA SEUS CONCEITOS SOBRE A
    VIDA MATERIAL...VALORIZE O QUE
    VOCÊ TEM...
   NÃO É MAIS RICO O QUE MAIS
    TEM...É MAIS RICO O QUE MENOS
    PRECISA
MAX WEBER(1864-1920)
          WEBER

Diferentemente de Durkheim, Weber tem como
preocupação central compreender o indivíduo e
suas ações.

Por que as pessoas tomam determinadas decisões?
Quais são as razões para seus atos?

Para Weber, a sociedade não é algo externo e acima
das pessoas, mas é o conjunto das ações dos
indivíduos e de suas motivações.
   Para Weber, não existe oposição entre
    indivíduo e sociedade: as normas sociais
    só se tornam concretas quando se
    manifestam em cada indivíduo sob a
    forma de motivação.
   Cada sujeito age levado por um motivo
    que é dado pela tradição, por interesses
    racionais ou pela emotividade.
A IDEIA DE AÇÃO SOCIAL
   É a ação racional em que o indivíduo
    orienta-se por princípios, convicções ou
    valores, levando em conta a sua
    fidelidade aos mesmos, os quais são
    inspiradores de sua conduta.
AÇÃO SOCIAL
   É o ato de se comunicar, relacionar,
    tendo alguma orientação quanto as
    ações dos outros (indivíduo, grupo,
    etc.).
AÇÃO SOCIAL NÃO É AÇÃO
         HOMOGÊNEA
   Exemplo do guarda-chuva: não
    usamos por causa dos outros, mas
    por causa da chuva.
OU INFLUENCIADA COMO NOS
 CASOS DE AGLOMERAÇÕES
        EVENTUAIS
TIPOS DE AÇÕES SOCIAIS
   1-AÇÃO TRADICIONAL
   2-AÇÃO AFETIVA
   3-AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A
    VALORES
   4-AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A
    FINS OU OBJETIVOS
1-AÇÃO TRADICIONAL
   Costumes, tradições, hábitos,
    crenças, etc.
   -Entre os estudantes de classe
    média e alta, é tradicional cursar
    uma faculdade simplesmente
    porque isso é o que se espera
    que um jovem dessas classes
    sociais faça.
   Entre as jovens de classe média,
    também é tradicional celebrar com
    uma grande festa os 15 anos. Gasta-
    se pequenas fortunas simplesmente
    porque é tradição.
2-AÇÃO AFETIVA
3-AÇÃO RACIONAL COM
 RELAÇÃO A VALORES
4-AÇÃO RACIONAL COM
  RELAÇÃO A FINS OU
     OBJETIVOS
NORBERT ELIAS (1897-1990)

   Não admitia a ideia da separação
    entre indivíduo e sociedade, pois
    estão entrelaçados.

   Tudo deve ser entendido segundo o
    contexto, caso contrário, perde-se a
    dinâmica da realidade.
SOCIEDADE DOS INDIVÍDUOS
A sociedade nada mais é do que uma
porção de pessoas juntas.

Nem a sociedade nem
o indivíduo existem sem
o outro.
INTERDEPENDÊNCIA
Todos nós estamos presos na
cadeia social; vivemos na
dependência funcional de outras;
somos um elo nas cadeias que
ligam outras pessoas, assim como
todas as demais, direta ou
indiretamente;
Elias criou o conceito de
    Configuração ou Figuração
 Somos elos em cadeias de

 dependências invisíveis, que são
 variáveis e mutáveis. Essa rede de
 funções chamamos de Sociedade
Estamos unidos uns aos outros por
maneiras específicas de subordinação;
a dinâmica social é marcada pela
constante tensão em busca de
equilíbrio
Como técnico, a quem você estará
 subordinado?
HABITUS (Maneira de ser)
   Estrutura mental pela qual as pessoas
    adquirem suas diversas posições e
    comportamentos.

    O Habitus funciona como uma força
    conservadora no interior da ordem social
   Habitus é o produto da
    internalização, pelo
    individuo, das condições
    históricas e sociais
    realizadas ao longo de sua
    trajetória pessoal e social.
O SER HUMANO É PRODUTO
   DO MEIO ONDE VIVE
   "Eu sou filho de uma
    mulher que nasceu
    analfabeta."
   É uma crise causada, fomentada,
    por comportamentos irracionais
    de gente branca, de olhos azuis,
    que antes da crise parecia que
    sabia tudo e que, agora,
    demonstra não saber nada" - Em
    2009, ao premier britânico,
    Gordon Brown.
   Uma mulher não pode ser
    submissa ao homem por causa
    de um prato de comida. Tem que
    ser submissa porque gosta dele"
    -
   Eu estava no Guarujá, caiu uma
    chuva na quinta-feira, que eu pensei
    que ia encher o mar. Eu falei: tudo
    bem, quando o rio transborda, a
    água vai para o mar. Primeiro, passa
    na casa das pessoas que moram na
    periferia, depois ela vai para o mar.
    Eu falei: se o mar encher, vai para
    onde?
   Tem que fazer uma reza
    profunda para que a gente deixe
    o pessimismo no banheiro, dê
    descarga nele logo cedo e saia
    pensando em coisas boas" - Em
    discurso em outubro de 2005, no
    Rio, para agentes de viagem,
    referindo-se ao pessimismo.
   "Muita gente acha que a Dilma é
    dura. Nem todo mundo é
    obrigado a ficar se arreganhando
    para todo mundo. A Dilma é o
    que ela é" - Em abril de
    2010.Críticas à imprensa
ORIGEM
 A palavra habitus originou-se da
  filosofia escolástica, para
 designar “uma qualidade estável e

  difícil de ser removida, que tinha
 por finalidade facilitar as ações dos

  indivíduos”
TUDO TEM SEU LADO BOM E RUIM
   O HABITUS, em geral, não significa ser
    ruim ou reprovável......é necessário
    para garantir a ordem na sociedade
    (ex: laços e hierarquia familiar, escolar,
    empresarial, militar, religiosa, etc.).
HABITUS PRIMÁRIO
aquele transmitido de maneira implícita,
inconsciente, pela educação familiar,
escolar, religiosa, etc.
   O habitus secundário: é uma
    ampliação do universo de
    vida, é um habitus individual
    conforme vamos agregando
    as experiências de vida
HABITUS E AS ESCOLHAS
   NOSSA S ESCOLHA S DEPENDEM
    TA MBÉM DA ESTRUTURA DA
    SOCIEDA DE E DA NA TUREZA DA S
    FUNÇÕES QUE A S PESSOA S
    EX ERCEM DENTRO DELA .
A CONDUTA DO INDIVÍDUO
   DENTRO DAS ESTRUTURAS
             SOCIAIS
As condições de existência são fatores
As condições de existência são fatores
 que geralmente influenciam em
 nossas escolhas
Alcides: rompeu a barreira de
 sua condição de existência
MILTON SANTOS
   Rompeu com a tradição e a visão
    pobre da vida...a preguiça, o
    comodismo, a acomodação e a
    aceitação passiva por ter nascido
    pobre.
DOMINAÇÃO SIMBÓLICA:
         DEFINIÇÃO GERAL
   É a atitude voltada para controlar ou
    subjugar outras pessoas, através de
    condutas de intimidação,
    manipulação, ameaça, humilhação e
    isolamento ou qualquer conduta que
    prejudique a saúde psicológica,
    autodeterminação ou
    desenvolvimento de uma pessoa.
DEFINIÇÃO DO PONTO DE
       VISTA ECONÔMICO
 É o processo pelo qual a

  classe que domina
  economicamente impõe
  sua cultura aos
  dominados.
   As relações de dominação estão
    muitas vezes tão arraigadas ao corpo
    social que parecem naturais, através
    da ordem estabelecida, dos
    privilégios, tradições e injustiças.

    “As coisas são como são”,
   Sarkozy e Carla
    Bruni
   Essa dominação simbólica (seja
    ela de etnia, de gênero, de
    cultura,de língua etc.) ocorre
    através dos esquemas de
    percepção, avaliação e ação já
    fundamentados na consciência
    coletiva...
   Estão aquém das decisões
    da consciência e dos
    controles da vontade, uma
    relação de conhecimento
    profundamente obscura a
    ela mesma.
   Em seu livro,
    “A Dominação Masculina”, Bourdieu
    investiga a questão da submissão
    feminina e as formas de dominação
    masculina e respaldadas por
    instituições como Escola, Família,
    Empresas, Igreja e Estado.
   As imposições da moda e
    o bombardeio midiático
    fazem com que homens e
    mulheres, sobretudo
    elas, persigam um
    padrão de beleza
    inexistente. A indústria
    da moda e da beleza é
    mais cruel com as
    mulheres. E as mulheres
    cruéis consigo mesmas,
    gerando a sensação
    freqüente de angústia e
    frustração.
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus
3ª Unidade Habitus

3ª Unidade Habitus

  • 1.
    RELAÇÕES ENTRE INDIVÍDUO E SOCIEDADE
  • 2.
    Diferentes análises sobre a constituição da sociedade e a maneira como os indivíduos se relacionam
  • 3.
    KARL MARX Marx analisaa sociedade a partir de suas condições e situações sociais, já que produzem sua existência em grupo.
  • 4.
    COLETIVISMO: A maiorparte da história humana foi construída a partir dos grupos sociais
  • 5.
    Praticamente, não haviaa ideia do individualismo: a ideia era viver em grupos devido às necessidades
  • 6.
    Mesmo no capitalismo, a sociedade depende do trabalho em grupo para sobreviver, através da SOLIDARIEDADE ORGÂNICA
  • 7.
    NÓS SEMPRE ESTAMOS PRECISANDO DO TRABALHO DOS OUTROS...NINGUÉM VIVE DE MANEIRA INDEPENDENTE.
  • 8.
    É EXTREMAMENTE DIFÍCIL VIVERMOS DE MANEIRA INDEPENDENTE
  • 9.
    Segundo Marx, a ideia de individualismo só apareceu no início do capitalismo, final da idade média, na época do renascimento e da reforma, a partir do enriquecimento da burguesia...
  • 10.
    MARX DESENVOLVEU A IDEIA DA LUTA DE CLASSES: BURGUESES X TRABALHADORES
  • 11.
    Quem impõe as condições de trabalho?  Quem impõe o horário?  X
  • 12.
    Quem é ovendedor Quem é o comprador?   X
  • 13.
    COMPRADOR DA TUA FORÇADE TRABALHO (OU MÃO DE OBRA)
  • 14.
    VENDEDOR DA FORÇADE TRABALHO (OU MÃO DE OBRA)   X
  • 15.
    Quem determina seusalário? Quem tem mais poder?   X
  • 16.
    Quem se sujeitaao horário, ao salário e às condições?   X
  • 17.
    Por que sesujeita?   X
  • 18.
    Porque não possuios meios de produção   X
  • 19.
    Porque há mais  demanda do que oferta de emprego  X
  • 20.
    ESSA RELAÇÃO ÉDE  IGUALDADE?  X
  • 21.
    EMP ESÁR R IOS ( B GUESES) UR E TR ALHADOR AB ES ALMEJAM UM MESMO OB JETIVO (OU FIM): GANHAR DINHEIR . . O QUE O. DIFER ENCIA É A QUANTIDADE: O TR ALHADOR R AB ECEB E
  • 22.
     EMP ESÁR R IOS ( B GUESES) E UR TR ALHADOR AB ES POSSUEM MEIOS DIFER ENTES P A ALCANÇAR SEUS AR OB JETIVOS:  O B URGUÊS USA O CAP ITAL P A AR EXP LORAR A MÃO DE OB A DO R TR ALHADOR OU SEJA, EXP AB , LORA –O, POIS P ECISA DA SUA MÃO DE R OB A; R  O TR ABALHADOR SUB METE- SE À EXP LORAÇÃO DO B GUÊS, P UR OIS P ECISA DO SALÁR R IO
  • 23.
    QUAL É OPAPEL DO ESTADO NA LUTA DE CLASSES?:
  • 24.
    MARX E OINDIVIDUALISMO  Marx também admitia que o indivíduo construía sua própria história, embora muitas vezes alienado por ideologias.
  • 25.
    EXEMPLO: O CONCEITODE POBREZA  Definição de pobreza em Sociologia: Carência material; tipicamente envolvendo as necessidades da vida cotidiana como alimentação, vestuário, alojamento e cuidados de saúde. Pobreza neste sentido pode ser entendida como a carência de bens e serviços essenciais.
  • 26.
    EXEMPLO: O CONCEITODE POBREZA  Segundo a ideologia do consumo, o pobre é aquele que não possui carro novo ou seminovo, mansão, apartamento de luxo, fazenda, casa de praia, não viaja a passeio ou ao exterior, mora em periferia ou em favela, ganha pouco, trabalha como operário, ajudante, servente, etc. O pobre é visto como marginalizado. Se encontra fora dos "prazeres da vida".
  • 27.
    CONCEITO DETURPADO DE POBREZA  Segundo o conceito de pobre de nossa época, pobre é quem não tem os bens que um rico possui, nem o seu padrão de vida.
  • 28.
    O QUE ÉSER POBRE?  No marxismo, ser pobre é ter carência das necessidades vitais (alimentação, saúde, emprego, habitação sem luxo, educação, etc.).
  • 29.
  • 30.
  • 31.
    ISTO NÃO ÉPOBREZA
  • 33.
    Isso é realmente essencial à subsistência? No capitalismo, se você não possui esse padrão de vida, você é considerado um pobre, um perdedor.
  • 34.
    Isso ocorre porque o sistema econômico impôs de forma persuasiva que tais bens são essenciais para a vida do cidadão.  Os trabalhadores incorporam os valores da burguesia e passam a agir como se pobres fossem...
  • 35.
    A VIDA SE LIMITA A ISSO? APENAS TER?
  • 36.
    REVEJA SEUS CONCEITOS SOBRE A VIDA MATERIAL...VALORIZE O QUE VOCÊ TEM...
  • 37.
    NÃO É MAIS RICO O QUE MAIS TEM...É MAIS RICO O QUE MENOS PRECISA
  • 38.
    MAX WEBER(1864-1920) WEBER Diferentemente de Durkheim, Weber tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas ações. Por que as pessoas tomam determinadas decisões? Quais são as razões para seus atos? Para Weber, a sociedade não é algo externo e acima das pessoas, mas é o conjunto das ações dos indivíduos e de suas motivações.
  • 39.
    Para Weber, não existe oposição entre indivíduo e sociedade: as normas sociais só se tornam concretas quando se manifestam em cada indivíduo sob a forma de motivação.  Cada sujeito age levado por um motivo que é dado pela tradição, por interesses racionais ou pela emotividade.
  • 40.
    A IDEIA DEAÇÃO SOCIAL  É a ação racional em que o indivíduo orienta-se por princípios, convicções ou valores, levando em conta a sua fidelidade aos mesmos, os quais são inspiradores de sua conduta.
  • 41.
    AÇÃO SOCIAL  É o ato de se comunicar, relacionar, tendo alguma orientação quanto as ações dos outros (indivíduo, grupo, etc.).
  • 42.
    AÇÃO SOCIAL NÃOÉ AÇÃO HOMOGÊNEA  Exemplo do guarda-chuva: não usamos por causa dos outros, mas por causa da chuva.
  • 43.
    OU INFLUENCIADA COMONOS CASOS DE AGLOMERAÇÕES EVENTUAIS
  • 44.
    TIPOS DE AÇÕESSOCIAIS  1-AÇÃO TRADICIONAL  2-AÇÃO AFETIVA  3-AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A VALORES  4-AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A FINS OU OBJETIVOS
  • 45.
    1-AÇÃO TRADICIONAL  Costumes, tradições, hábitos, crenças, etc.
  • 46.
    -Entre os estudantes de classe média e alta, é tradicional cursar uma faculdade simplesmente porque isso é o que se espera que um jovem dessas classes sociais faça.
  • 47.
    Entre as jovens de classe média, também é tradicional celebrar com uma grande festa os 15 anos. Gasta- se pequenas fortunas simplesmente porque é tradição.
  • 51.
  • 54.
    3-AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A VALORES
  • 56.
    4-AÇÃO RACIONAL COM RELAÇÃO A FINS OU OBJETIVOS
  • 58.
    NORBERT ELIAS (1897-1990)  Não admitia a ideia da separação entre indivíduo e sociedade, pois estão entrelaçados.  Tudo deve ser entendido segundo o contexto, caso contrário, perde-se a dinâmica da realidade.
  • 59.
    SOCIEDADE DOS INDIVÍDUOS Asociedade nada mais é do que uma porção de pessoas juntas. Nem a sociedade nem o indivíduo existem sem o outro.
  • 60.
    INTERDEPENDÊNCIA Todos nós estamospresos na cadeia social; vivemos na dependência funcional de outras; somos um elo nas cadeias que ligam outras pessoas, assim como todas as demais, direta ou indiretamente;
  • 61.
    Elias criou oconceito de Configuração ou Figuração  Somos elos em cadeias de dependências invisíveis, que são variáveis e mutáveis. Essa rede de funções chamamos de Sociedade
  • 62.
    Estamos unidos unsaos outros por maneiras específicas de subordinação; a dinâmica social é marcada pela constante tensão em busca de equilíbrio
  • 63.
    Como técnico, aquem você estará subordinado?
  • 64.
    HABITUS (Maneira deser)  Estrutura mental pela qual as pessoas adquirem suas diversas posições e comportamentos. O Habitus funciona como uma força conservadora no interior da ordem social
  • 65.
    Habitus é o produto da internalização, pelo individuo, das condições históricas e sociais realizadas ao longo de sua trajetória pessoal e social.
  • 66.
    O SER HUMANOÉ PRODUTO DO MEIO ONDE VIVE
  • 68.
    "Eu sou filho de uma mulher que nasceu analfabeta."
  • 69.
    É uma crise causada, fomentada, por comportamentos irracionais de gente branca, de olhos azuis, que antes da crise parecia que sabia tudo e que, agora, demonstra não saber nada" - Em 2009, ao premier britânico, Gordon Brown.
  • 70.
    Uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida. Tem que ser submissa porque gosta dele" -
  • 71.
    Eu estava no Guarujá, caiu uma chuva na quinta-feira, que eu pensei que ia encher o mar. Eu falei: tudo bem, quando o rio transborda, a água vai para o mar. Primeiro, passa na casa das pessoas que moram na periferia, depois ela vai para o mar. Eu falei: se o mar encher, vai para onde?
  • 72.
    Tem que fazer uma reza profunda para que a gente deixe o pessimismo no banheiro, dê descarga nele logo cedo e saia pensando em coisas boas" - Em discurso em outubro de 2005, no Rio, para agentes de viagem, referindo-se ao pessimismo.
  • 73.
    "Muita gente acha que a Dilma é dura. Nem todo mundo é obrigado a ficar se arreganhando para todo mundo. A Dilma é o que ela é" - Em abril de 2010.Críticas à imprensa
  • 74.
    ORIGEM  A palavrahabitus originou-se da filosofia escolástica, para  designar “uma qualidade estável e difícil de ser removida, que tinha  por finalidade facilitar as ações dos indivíduos”
  • 75.
    TUDO TEM SEULADO BOM E RUIM  O HABITUS, em geral, não significa ser ruim ou reprovável......é necessário para garantir a ordem na sociedade (ex: laços e hierarquia familiar, escolar, empresarial, militar, religiosa, etc.).
  • 76.
    HABITUS PRIMÁRIO aquele transmitidode maneira implícita, inconsciente, pela educação familiar, escolar, religiosa, etc.
  • 77.
    O habitus secundário: é uma ampliação do universo de vida, é um habitus individual conforme vamos agregando as experiências de vida
  • 78.
    HABITUS E ASESCOLHAS  NOSSA S ESCOLHA S DEPENDEM TA MBÉM DA ESTRUTURA DA SOCIEDA DE E DA NA TUREZA DA S FUNÇÕES QUE A S PESSOA S EX ERCEM DENTRO DELA .
  • 81.
    A CONDUTA DOINDIVÍDUO DENTRO DAS ESTRUTURAS SOCIAIS As condições de existência são fatores As condições de existência são fatores que geralmente influenciam em nossas escolhas
  • 82.
    Alcides: rompeu abarreira de sua condição de existência
  • 83.
    MILTON SANTOS  Rompeu com a tradição e a visão pobre da vida...a preguiça, o comodismo, a acomodação e a aceitação passiva por ter nascido pobre.
  • 95.
    DOMINAÇÃO SIMBÓLICA: DEFINIÇÃO GERAL  É a atitude voltada para controlar ou subjugar outras pessoas, através de condutas de intimidação, manipulação, ameaça, humilhação e isolamento ou qualquer conduta que prejudique a saúde psicológica, autodeterminação ou desenvolvimento de uma pessoa.
  • 96.
    DEFINIÇÃO DO PONTODE VISTA ECONÔMICO  É o processo pelo qual a classe que domina economicamente impõe sua cultura aos dominados.
  • 97.
    As relações de dominação estão muitas vezes tão arraigadas ao corpo social que parecem naturais, através da ordem estabelecida, dos privilégios, tradições e injustiças. “As coisas são como são”,
  • 98.
    Sarkozy e Carla Bruni
  • 99.
    Essa dominação simbólica (seja ela de etnia, de gênero, de cultura,de língua etc.) ocorre através dos esquemas de percepção, avaliação e ação já fundamentados na consciência coletiva...
  • 100.
    Estão aquém das decisões da consciência e dos controles da vontade, uma relação de conhecimento profundamente obscura a ela mesma.
  • 101.
    Em seu livro, “A Dominação Masculina”, Bourdieu investiga a questão da submissão feminina e as formas de dominação masculina e respaldadas por instituições como Escola, Família, Empresas, Igreja e Estado.
  • 102.
    As imposições da moda e o bombardeio midiático fazem com que homens e mulheres, sobretudo elas, persigam um padrão de beleza inexistente. A indústria da moda e da beleza é mais cruel com as mulheres. E as mulheres cruéis consigo mesmas, gerando a sensação freqüente de angústia e frustração.