O documento discute as qualidades morais e intelectuais do homem no contexto espírita, afirmando que essas qualidades vêm do espírito encarnado e variam conforme seu grau de pureza. Há uma reflexão sobre como a inteligência e a moralidade podem se desenvolver de forma independente, e a importância da moral sobre a intelectualidade no progresso evolutivo do espírito. O texto também menciona a necessidade de considerar a individualidade do homem, que não pode ser resultado da ação de múltiplos espíritos, destacando o caráter único da vontade que permite o progresso.