Este documento discute o papel da língua de sinais na construção da identidade surda. A autora argumenta que a inserção do professor surdo na sala de aula contribui para que os alunos surdos construam sua narrativa e identidade na língua de sinais e se percebam como membros da comunidade surda. A perspectiva de educação bilíngue valoriza a língua de sinais e antecipa a consciência da surdez entre os alunos.