SlideShare uma empresa Scribd logo
“Orientar Centro Educacional”
Goiânia, 17 de Junho de 2015.
Professora: Ciene Pereira Bastos Oliveira
Aluno (a): _____________________________
Curso Preparatório “Orientar”
Lista de Exercícios – Língua Portuguesa
Conteúdos:
• Leitura, compreensão e interpretação de poemas e tirinha;
• Sintaxe: frase, oração e período;
• Sintaxe: tipos de sujeito e tipos de predicado;
• Revisão sobre texto musical
SINTAXE
É a parte da gramática que estuda a relação
entre os termos que formam uma oração, ou entre as
orações que formam um período.
Para começar, vamos entender a diferença
entre frase, oração e período.
Frase é qualquer enunciado que tenha
significado, ou seja, que tenha sentido completo.
Pode ser formado por uma palavra ou mais, pode
conter um verbo ou não, a frase que não contém
verbo se chama frase nominal.
Exemplos: Cuidado!
Cuidado para não se
queimar.
Está chovendo?
Não brinque com fogo.
Que Deus esteja com você!
Oração é a frase que apresenta um verbo
ou uma locução verbal.
Exemplos: O vestido lhe caiu como uma luva.
O estudo é um investimento.
O mundo vai ser um lugar mais
limpo.
As chuvas costumam vir fortes nessa época
do ano.
Período é a frase que apresenta mais de
uma oração. O período que apresenta uma única
oração é chamado de período simples, o período
que apresenta mais de uma oração é chamado de
período composto.
Exemplos:
Olhou para os lados e atravessou. (período
composto)
Olhava fixamente para os quadros. (período
simples)
Em resumo:
Nem toda frase é uma oração, pois existem
frases sem verbos.
Nem toda oração é uma frase, pois uma
oração pode não ter sentido completo.
Existem frases formadas por uma ou mais
orações.
Todo período é uma frase porque tem
sentido completo.
TERMOS DA ORAÇÃO
Termos essenciais da oração
O sujeito e o predicado são os
termos essenciais de uma oração, ou seja, para
que uma oração exista eles são necessários.
O sujeito é o ser de quem se diz algo
e o predicado é o que se diz desse ser.
Exemplo:
Bernardo é um lindo bebê. (Bernardo é o ser
de quem se fala, portanto, sujeito. “É um lindo
bebê” é a informação que se passa sobre o
sujeito, portanto predicado).
João e Eduarda são irmãos. (Nessa frase o
sujeito tem dois núcleos, “João” e “Eduarda”,
núcleo é a palavra mais importante, a que dá
sentido ao sujeito).
O sujeito é classificado em:
Simples: quando possui um único núcleo.
Exemplo: Lupe é um cachorro obediente.
(Lupe = núcleo do sujeito).
Composto: quando possui mais de um núcleo.
Exemplo: Paulo, Luiz e Júlio são irmãos que
se amam muito. (Paulo, Luiz, Júlio = núcleos)
Sujeito determinado: quando é possível
reconhecer o sujeito da oração mesmo quando
ele está implícito. Nessa classificação
podemos englobar também o sujeito simples e
o composto.
Exemplo: João e Maria estavam aqui. (sujeito
determinado).
Tínhamos muitas brincadeiras divertidas
(sujeito determinado “nós” está implícito)
Sujeito indeterminado: quando não se pode
ou não se quer identificar o sujeito.
Exemplo: Pegaram seu caderno comigo
(sujeito indeterminado, quem pegou?).
O sujeito será indeterminado quando o verbo
estiver na 3ª pessoa do plural e não houver
sujeito expresso na oração. Ou quando o verbo
na terceira pessoa do singular vier seguido do
índice de indeterminação do sujeito “se”.
Exemplos:Entregaram flores para você. (verbo
na 3ª pessoa do plural, sem sujeito expresso.
Sujeito indeterminado).
Ouve-se muitas coisas. (verbo na 3ª pessoa do
singular, seguido de “se”. Sujeito
indeterminado).
Sujeito inexistente ou oração sem sujeito:
quando o fato não se refere a nenhum
elemento. E pode ocorrer em várias situações
diferentes.
Exemplo: Choveu muito essa noite. (verbo
que exprime fenômenos da natureza).
Faz mais de um ano que não os vejo. (verbo
fazer, ser, estar indicando tempo transcorrido).
Há vários alunos ocupando o pátio fora do
horário. (verbo haver no sentido de existir ou
indicando tempo transcorrido).
Dica: quando um verbo auxiliar se une a um
verbo impessoal também fica no singular.
Exemplo: Vai fazer uma semana que não saio.
Como já foi dito anteriormente, o
predicado é quilo que se declara do sujeito.
Ele também é classificado.
Nominal: tem um nome como
núcleo, indica estado ou qualidade e é
formado por verbo de ligação + predicado do
sujeito.
Exemplos: Letícia é engraçada.
(Letícia = sujeito, é = verbo de ligação,
engraçada = predicativo do sujeito).
Os principais verbos de ligação são:
ser, estar, ficar, andar, virar, etc.
Verbal: tem como núcleo um verbo,
não tem predicativo do sujeito e exprime uma
ação. É constituído por verbo transitivo ou
intransitivo.
Exemplo: Vovó fez bolos para a festa.
(verbo transitivo direto)
Verbo-nominal: tem dois núcleos,
um verbo e um nome, pois apresenta um verbo
(transitivo ou intransitivo) e um predicativo do
sujeito ou do objeto. Assim, o predicado vai
indicar ação e qualidade.
Exemplo:Os alunos chegaram entusiasmados.
(chegaram = verbo intransitivo, entusiasmados
= predicativo do sujeito).
O predicado verbal pode apresentar
alguns tipos de predicação verbal:
a) Como verbos intransitivos: que não
exigem nenhum complemento para completar
se sentido.
Exemplo: Eu vivo.
Ele morreu.
Os verbos até aceitariam um
complemento, como os advérbios de modo,
por exemplo. Mas se faz entender mesmo sem
complemento algum.
b) Com verbos transitivos diretos: são
verbos que exigem um complemento depois
deles, para que haja sentido completo. Vale
ressaltar que são considerados diretos por não
necessitarem de uma preposição ligando-os
aos seus complementos.
Exemplos: Eu amo o Adriano.
Temos um filho.
Os verbos necessitam de
complemento para que tenham sentido
completo. Pois, quem ama, ama alguma coisa
ou alguém, do mesmo modo o verbo ter.
Os complementos não exigem uma
preposição para serem inseridos na frase,
portanto os verbos são transitivos diretos.
c) Com verbos transitivos indiretos: são
verbos que exigem o uso de preposição para
introduzirem um complemento.
Exemplos: Eu gosto dos meus amigos.
Assistimos a um filme.
Nesse caso, além dos verbos
necessitarem de complementos as preposições
são obrigatórias para introdução desses
complementos. Observe que quem gosta, gosta
de alguma coisa ou de alguém. Portanto, o uso
da preposição “de” se torna obrigatório. De
igual forma, ocorre com o verbo assistir, quem
assiste, assiste a alguma coisa, a preposição
“a” é essencial para a introdução do
complemento de forma correta.
d) Com transitivos diretos e indiretos:
quando o verbo exige dois complementos, um
sem preposição e o outro com preposição
antes do complemento.
Exemplos: Eu dei doces para Ludmila.
(quem dá, dá alguma coisa, para alguém, um
único verbo, mas que exigiu dois
complementos, um sem preposição e o outro
com a preposição “para”).
Mamãe emprestou a caneta para papai.
(quem empresta, empresta alguma coisa para
alguém).
e) Com verbos de ligação: indica estado,
qualidade ou função, somente liga o sujeito ao
elemento que se refere a ele.
Exemplos: Luiz é engraçado.
A piscina está suja.
O verbo vai apenas ligar o sujeito à
característica que trata dele, ou seja, o
predicativo do sujeito.
QUESTÃO 01
Na oração: “Foram chamados às pressas todos os
vaqueiros da fazenda vizinha”, o núcleo do sujeito
é:
a) todos;
b) fazenda;
c) vizinha;
d) vaqueiros;
e) pressas.
QUESTÃO 02
Assinale a alternativa em que o sujeito está
incorretamente classificado:
a) chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia
(sujeito composto);
b) fala-se muito neste assunto (sujeito
indeterminado);
c) vai fazer frio à noite (sujeito inexistente);
d) haverá oportunidade para todos (sujeito
inexistente);
e) não existem flores no vaso (sujeito inexistente).
QUESTÃO 03
Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase
deserta”, o sujeito desta oração é:
a) subentendido;
b) claro, composto e determinado;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) claro, simples e determinado.
QUESTÃO 04
Marque a oração em que o termo destacado é
sujeito:
a) houve muitas brigas no jogo;
b) Ia haver mortes, se a polícia não interviesse;
c) faz dois anos que há bons espetáculos;
d) existem muitas pessoas desonestas;
e) há muitas pessoas desonestas.
QUESTÃO 05
Indique a única frase que não tem verbo de ligação:
a) o sol estava muito quente;
b) nossa amizade continua firme;
c) suas palavras pareciam sinceras;
d) ele andava triste;
e) ele andava rapidamente.
QUESTÃO 06
Considere a frase: “Ele andava triste porque não
encontrava a companheira”, os verbos grifados são
respectivamente:
a) transitivo direto - de ligação;
b) de ligação - intransitivo;
c) de ligação - transitivo - indireto;
d) transitivo direto - transitivo indireto;
e) de ligação - transitivo direto.
QUESTÃO 07
Na praça deserta um homem caminhava - o sujeito é:
a) indeterminado;
b) inexistente;
c) simples;
d) oculto por elipse;
e) composto.
QUESTÃO 08
08. Na oração:”Anunciaram grandes novidades” - o
sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) elíptico;
e) inexistente.
QUESTÃO 09
“Saúde e felicidade são as minhas aspirações na
vida” – nessa expressão o sujeito é:
a) simples;
b) composto;
c) indeterminado;
d) oculto;
e) oração sem sujeito.
QUESTÃO 10
O professor entrou apressado. Os grifos indicam:
a) predicado nominal.
b) predicado verbo-nominal.
c) predicado verbal.
d) objeto direto.
e) objeto indireto
Leia o poema a seguir para responder às questões
de 11 a 15.
Quando vim da minha terra,
não vim, perdi-me no espaço,
na ilusão de ter saído.
Ai de mim, nunca saí.
(Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do
Migrante)
QUESTÃO 11
O sentimento predominante no texto é:
a) orgulho
b) saudade
c) fé
d) esperança
e) ansiedade
QUESTÃO 12
Infere-se do texto que o autor:
a) não saiu de sua terra.
b) não queria sair de sua terra, mas foi obrigado.
c) logo esqueceu sua terra.
d) saiu de sua terra apenas fisicamente.
e) pretende voltar logo para sua terra.
QUESTÃO 13
Por “perdi-me no espaço” pode-se entender que o
autor:
a) ficou perdido na nova terra.
b) ficou confuso.
c) não gostou da nova terra.
d) perdeu, momentaneamente, o sentimento por sua
terra natal.
e) aborreceu-se com a nova situação.
QUESTÃO 14
Pelo último período do texto, deduz-se que:
a) ele continuou ligado à sua terra.
b) ele vai voltar à sua terra.
c) ele gostaria de deixar sua cidade, mas nunca
conseguiu.
d) ele se alegra por não ter saído.
e) ele nunca saiu da terra onde vive atualmente.
QUESTÃO 15
15) A expressão “ai de mim” só não sugere, no
poema:
a) amargura
b) decepção
c) tristeza
d) vergonha
e) nostalgia
Leia o poema a seguir para responder às
questões 16, 17 e 18.
CIDADEZINHA QUALQUER
Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Carlos Drummond de Andrade
QUESTÃO 16
Carlos Drummond de Andrade era mineiro e
conhecido por revelar em alguns de seus poemas a
intensa relação com sua terra natal: uma cidadezinha
chamada Itabira do Mato Dentro. Neste poema, um
verso em especial se expressa com a linguagem
característica dos mineiros. O verso é
a) devagar as janelas olham.
b) eta vida besta, meu Deus.
c) mulheres entre laranjeiras.
d) um burro vai devagar.
e) pomar amor cantar
QUESTÃO 17
No verso “Devagar... as janelas olham.”,
metaforicamente o poeta caracteriza os moradores da
pacata cidade retratada. Que característica dos
moradores o verso revela?
a) Atenção.
b) Curiosidade.
c) Generosidade.
d) Rejeição.
Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa
para responder às questões 18 e 19.
QUESTÃO 18
Na tira, a conjunção mas tem valor
a) aditivo.
b) adversativo.
c) alternativo.
d) conclusivo.
e) explicativo
QUESTÃO 19
Assinale a conjunção que poderia substituir o
conetivo mas sem haver alteração de sentido.
a) E.
b) Ou.
c) Porém.
d) Portanto.
e) Mais
QUESTÃO 20
Leia: “... uma lanterna fazia às vezes de
luminária, um edredom virava cama e a
mochila, travesseiro.” Nesse período, temos:
a) 3 orações coordenadas.
b) 3 orações subordinadas.
d) 2 orações subordinadas.
d) 1 oração coordenada.
e) 4 orações coordenadas.
Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa
para responder às questões 18 e 19.
QUESTÃO 18
Na tira, a conjunção mas tem valor
a) aditivo.
b) adversativo.
c) alternativo.
d) conclusivo.
e) explicativo
QUESTÃO 19
Assinale a conjunção que poderia substituir o
conetivo mas sem haver alteração de sentido.
a) E.
b) Ou.
c) Porém.
d) Portanto.
e) Mais
QUESTÃO 20
Leia: “... uma lanterna fazia às vezes de
luminária, um edredom virava cama e a
mochila, travesseiro.” Nesse período, temos:
a) 3 orações coordenadas.
b) 3 orações subordinadas.
d) 2 orações subordinadas.
d) 1 oração coordenada.
e) 4 orações coordenadas.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sintaxe do periodo simples
Sintaxe do periodo simplesSintaxe do periodo simples
Sintaxe PortuguêS
Sintaxe   PortuguêSSintaxe   PortuguêS
Sintaxe PortuguêS
Gabyvb
 
Predicados
PredicadosPredicados
Predicados
Flávio Ferreira
 
Sintaxe tudo2
Sintaxe tudo2Sintaxe tudo2
Sintaxe tudo2
Diego Prezia
 
4 apostila analise sintatico
4 apostila analise sintatico4 apostila analise sintatico
4 apostila analise sintatico
maria edineuma marreira
 
Tipos de sujeito
Tipos de sujeitoTipos de sujeito
Tipos de sujeito
Karen Olivan
 
Predicado
PredicadoPredicado
Predicado
Andriane Cursino
 
Revisão sintaxe
Revisão sintaxeRevisão sintaxe
Período Simples
Período SimplesPeríodo Simples
Período Simples
Jorge Henrique
 
Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.
Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.
Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.
Ana Paula Brisolar
 
Português para concursos públicos - Sujeito e Predicado
Português para concursos públicos - Sujeito e PredicadoPortuguês para concursos públicos - Sujeito e Predicado
Português para concursos públicos - Sujeito e Predicado
PreOnline
 
Elementos de análise sintática predicado
Elementos de análise sintática   predicadoElementos de análise sintática   predicado
Elementos de análise sintática predicado
vinivs
 
Período simples 1
Período simples 1Período simples 1
Período simples 1
MarcosDeCarvalhoMart
 
Sujeito E Predicado
Sujeito E PredicadoSujeito E Predicado
Sujeito E Predicado
guest7174ad
 
Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º
Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º  Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º
Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º
Vanessa Silvério
 
Revisão sintaxe
Revisão   sintaxeRevisão   sintaxe
Revisão sintaxe
Leonardo Monteiro
 
Aula 10 termos da oração análise sintática
Aula 10   termos da oração análise sintáticaAula 10   termos da oração análise sintática
Aula 10 termos da oração análise sintática
J M
 
Sintaxe Volume 1
Sintaxe Volume 1Sintaxe Volume 1
Sintaxe Volume 1
ProfFernandaBraga
 
Frase, Oração e Período
Frase, Oração e PeríodoFrase, Oração e Período
Frase, Oração e Período
Thiago Rodrigues
 

Mais procurados (19)

Sintaxe do periodo simples
Sintaxe do periodo simplesSintaxe do periodo simples
Sintaxe do periodo simples
 
Sintaxe PortuguêS
Sintaxe   PortuguêSSintaxe   PortuguêS
Sintaxe PortuguêS
 
Predicados
PredicadosPredicados
Predicados
 
Sintaxe tudo2
Sintaxe tudo2Sintaxe tudo2
Sintaxe tudo2
 
4 apostila analise sintatico
4 apostila analise sintatico4 apostila analise sintatico
4 apostila analise sintatico
 
Tipos de sujeito
Tipos de sujeitoTipos de sujeito
Tipos de sujeito
 
Predicado
PredicadoPredicado
Predicado
 
Revisão sintaxe
Revisão sintaxeRevisão sintaxe
Revisão sintaxe
 
Período Simples
Período SimplesPeríodo Simples
Período Simples
 
Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.
Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.
Sujeito, Núcleo do Sujeito, Predicado e Predicativo.
 
Português para concursos públicos - Sujeito e Predicado
Português para concursos públicos - Sujeito e PredicadoPortuguês para concursos públicos - Sujeito e Predicado
Português para concursos públicos - Sujeito e Predicado
 
Elementos de análise sintática predicado
Elementos de análise sintática   predicadoElementos de análise sintática   predicado
Elementos de análise sintática predicado
 
Período simples 1
Período simples 1Período simples 1
Período simples 1
 
Sujeito E Predicado
Sujeito E PredicadoSujeito E Predicado
Sujeito E Predicado
 
Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º
Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º  Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º
Sintaxe , Tipos de Sujeito, Tipos de predicado e Exercícios, 7º 8º e 9º
 
Revisão sintaxe
Revisão   sintaxeRevisão   sintaxe
Revisão sintaxe
 
Aula 10 termos da oração análise sintática
Aula 10   termos da oração análise sintáticaAula 10   termos da oração análise sintática
Aula 10 termos da oração análise sintática
 
Sintaxe Volume 1
Sintaxe Volume 1Sintaxe Volume 1
Sintaxe Volume 1
 
Frase, Oração e Período
Frase, Oração e PeríodoFrase, Oração e Período
Frase, Oração e Período
 

Semelhante a 14ª lista de exercícios português

PORTUGUES
PORTUGUESPORTUGUES
PORTUGUES
EDILENE CABRAL
 
1Slides - SUJEITO.pptx
1Slides - SUJEITO.pptx1Slides - SUJEITO.pptx
1Slides - SUJEITO.pptx
LauraYouTuber
 
Aula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptx
Aula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptxAula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptx
Aula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptx
Lili Lod
 
Slide língua portuguesa português 8 ano.pptx
Slide língua portuguesa português 8 ano.pptxSlide língua portuguesa português 8 ano.pptx
Slide língua portuguesa português 8 ano.pptx
ssuserf54fa01
 
Período simples 1
Período simples 1Período simples 1
Período simples 1
MarcosDeCarvalhoMart
 
fraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptx
fraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptxfraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptx
fraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptx
Bruna Dantas
 
PORTUGUÊS - REVISÃO
PORTUGUÊS - REVISÃOPORTUGUÊS - REVISÃO
PORTUGUÊS - REVISÃO
vxctorwa
 
Tipos de Sujeito
Tipos de SujeitoTipos de Sujeito
Tipos de Sujeito
AnaAugustaLagesZuqui
 
Elementos da oração.pptx
Elementos da oração.pptxElementos da oração.pptx
Elementos da oração.pptx
AdilsonMoreiraDiasJu
 
Sujeito
SujeitoSujeito
Frase, Oração e Periodo.
Frase, Oração e Periodo.Frase, Oração e Periodo.
Frase, Oração e Periodo.
Keu Oliveira
 
Sintaxe da oração e do período
Sintaxe da oração e do períodoSintaxe da oração e do período
Sintaxe da oração e do período
Camila Rodrigues
 
Sintaxe do períododo simples
Sintaxe do períododo simplesSintaxe do períododo simples
Sintaxe do períododo simples
Aprova Saúde
 
transitividade.pdf
transitividade.pdftransitividade.pdf
transitividade.pdf
AnaPaulaJorgeDeOlive1
 
Gramática - módulo 1.pdf
Gramática - módulo 1.pdfGramática - módulo 1.pdf
Gramática - módulo 1.pdf
MarcosAntonioGomesCo
 
Prof magarete aula_1
Prof magarete aula_1Prof magarete aula_1
Prof magarete aula_1
Bruno Oliveira
 
QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE
Oris Lima
 
www.ensinofundamental.net.br - Português - Sujeito e Predicado
www.ensinofundamental.net.br - Português -  Sujeito e Predicadowww.ensinofundamental.net.br - Português -  Sujeito e Predicado
www.ensinofundamental.net.br - Português - Sujeito e Predicado
EnsinoFundamental
 
www.aulasapoio.com.br - Português - Sujeito e Predicado
www.aulasapoio.com.br  - Português -  Sujeito e Predicadowww.aulasapoio.com.br  - Português -  Sujeito e Predicado
www.aulasapoio.com.br - Português - Sujeito e Predicado
Bárbara Cristina
 
Aula 03 predicação verbal e complementos verbais
Aula 03   predicação verbal e complementos verbaisAula 03   predicação verbal e complementos verbais
Aula 03 predicação verbal e complementos verbais
Jonatas Carlos
 

Semelhante a 14ª lista de exercícios português (20)

PORTUGUES
PORTUGUESPORTUGUES
PORTUGUES
 
1Slides - SUJEITO.pptx
1Slides - SUJEITO.pptx1Slides - SUJEITO.pptx
1Slides - SUJEITO.pptx
 
Aula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptx
Aula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptxAula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptx
Aula 3 - Frase, oração e período_Análise Sintática_Termos Essenciais.pptx
 
Slide língua portuguesa português 8 ano.pptx
Slide língua portuguesa português 8 ano.pptxSlide língua portuguesa português 8 ano.pptx
Slide língua portuguesa português 8 ano.pptx
 
Período simples 1
Período simples 1Período simples 1
Período simples 1
 
fraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptx
fraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptxfraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptx
fraseoraoeperiodo-keu-110320144846-phpapp01.pptx
 
PORTUGUÊS - REVISÃO
PORTUGUÊS - REVISÃOPORTUGUÊS - REVISÃO
PORTUGUÊS - REVISÃO
 
Tipos de Sujeito
Tipos de SujeitoTipos de Sujeito
Tipos de Sujeito
 
Elementos da oração.pptx
Elementos da oração.pptxElementos da oração.pptx
Elementos da oração.pptx
 
Sujeito
SujeitoSujeito
Sujeito
 
Frase, Oração e Periodo.
Frase, Oração e Periodo.Frase, Oração e Periodo.
Frase, Oração e Periodo.
 
Sintaxe da oração e do período
Sintaxe da oração e do períodoSintaxe da oração e do período
Sintaxe da oração e do período
 
Sintaxe do períododo simples
Sintaxe do períododo simplesSintaxe do períododo simples
Sintaxe do períododo simples
 
transitividade.pdf
transitividade.pdftransitividade.pdf
transitividade.pdf
 
Gramática - módulo 1.pdf
Gramática - módulo 1.pdfGramática - módulo 1.pdf
Gramática - módulo 1.pdf
 
Prof magarete aula_1
Prof magarete aula_1Prof magarete aula_1
Prof magarete aula_1
 
QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE
 
www.ensinofundamental.net.br - Português - Sujeito e Predicado
www.ensinofundamental.net.br - Português -  Sujeito e Predicadowww.ensinofundamental.net.br - Português -  Sujeito e Predicado
www.ensinofundamental.net.br - Português - Sujeito e Predicado
 
www.aulasapoio.com.br - Português - Sujeito e Predicado
www.aulasapoio.com.br  - Português -  Sujeito e Predicadowww.aulasapoio.com.br  - Português -  Sujeito e Predicado
www.aulasapoio.com.br - Português - Sujeito e Predicado
 
Aula 03 predicação verbal e complementos verbais
Aula 03   predicação verbal e complementos verbaisAula 03   predicação verbal e complementos verbais
Aula 03 predicação verbal e complementos verbais
 

Último

Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Instituto Walter Alencar
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos ConjuntosMatemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
Matemática para Concursos - Teoria dos Conjuntos
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 

14ª lista de exercícios português

  • 1. “Orientar Centro Educacional” Goiânia, 17 de Junho de 2015. Professora: Ciene Pereira Bastos Oliveira Aluno (a): _____________________________ Curso Preparatório “Orientar” Lista de Exercícios – Língua Portuguesa Conteúdos: • Leitura, compreensão e interpretação de poemas e tirinha; • Sintaxe: frase, oração e período; • Sintaxe: tipos de sujeito e tipos de predicado; • Revisão sobre texto musical SINTAXE É a parte da gramática que estuda a relação entre os termos que formam uma oração, ou entre as orações que formam um período. Para começar, vamos entender a diferença entre frase, oração e período. Frase é qualquer enunciado que tenha significado, ou seja, que tenha sentido completo. Pode ser formado por uma palavra ou mais, pode conter um verbo ou não, a frase que não contém verbo se chama frase nominal. Exemplos: Cuidado! Cuidado para não se queimar. Está chovendo? Não brinque com fogo. Que Deus esteja com você! Oração é a frase que apresenta um verbo ou uma locução verbal. Exemplos: O vestido lhe caiu como uma luva. O estudo é um investimento. O mundo vai ser um lugar mais limpo. As chuvas costumam vir fortes nessa época do ano. Período é a frase que apresenta mais de uma oração. O período que apresenta uma única oração é chamado de período simples, o período que apresenta mais de uma oração é chamado de período composto. Exemplos: Olhou para os lados e atravessou. (período composto) Olhava fixamente para os quadros. (período simples) Em resumo: Nem toda frase é uma oração, pois existem frases sem verbos. Nem toda oração é uma frase, pois uma oração pode não ter sentido completo. Existem frases formadas por uma ou mais orações. Todo período é uma frase porque tem sentido completo. TERMOS DA ORAÇÃO Termos essenciais da oração O sujeito e o predicado são os termos essenciais de uma oração, ou seja, para que uma oração exista eles são necessários. O sujeito é o ser de quem se diz algo e o predicado é o que se diz desse ser. Exemplo: Bernardo é um lindo bebê. (Bernardo é o ser de quem se fala, portanto, sujeito. “É um lindo bebê” é a informação que se passa sobre o sujeito, portanto predicado). João e Eduarda são irmãos. (Nessa frase o sujeito tem dois núcleos, “João” e “Eduarda”, núcleo é a palavra mais importante, a que dá sentido ao sujeito). O sujeito é classificado em: Simples: quando possui um único núcleo. Exemplo: Lupe é um cachorro obediente. (Lupe = núcleo do sujeito). Composto: quando possui mais de um núcleo. Exemplo: Paulo, Luiz e Júlio são irmãos que se amam muito. (Paulo, Luiz, Júlio = núcleos) Sujeito determinado: quando é possível reconhecer o sujeito da oração mesmo quando ele está implícito. Nessa classificação podemos englobar também o sujeito simples e o composto.
  • 2. Exemplo: João e Maria estavam aqui. (sujeito determinado). Tínhamos muitas brincadeiras divertidas (sujeito determinado “nós” está implícito) Sujeito indeterminado: quando não se pode ou não se quer identificar o sujeito. Exemplo: Pegaram seu caderno comigo (sujeito indeterminado, quem pegou?). O sujeito será indeterminado quando o verbo estiver na 3ª pessoa do plural e não houver sujeito expresso na oração. Ou quando o verbo na terceira pessoa do singular vier seguido do índice de indeterminação do sujeito “se”. Exemplos:Entregaram flores para você. (verbo na 3ª pessoa do plural, sem sujeito expresso. Sujeito indeterminado). Ouve-se muitas coisas. (verbo na 3ª pessoa do singular, seguido de “se”. Sujeito indeterminado). Sujeito inexistente ou oração sem sujeito: quando o fato não se refere a nenhum elemento. E pode ocorrer em várias situações diferentes. Exemplo: Choveu muito essa noite. (verbo que exprime fenômenos da natureza). Faz mais de um ano que não os vejo. (verbo fazer, ser, estar indicando tempo transcorrido). Há vários alunos ocupando o pátio fora do horário. (verbo haver no sentido de existir ou indicando tempo transcorrido). Dica: quando um verbo auxiliar se une a um verbo impessoal também fica no singular. Exemplo: Vai fazer uma semana que não saio. Como já foi dito anteriormente, o predicado é quilo que se declara do sujeito. Ele também é classificado. Nominal: tem um nome como núcleo, indica estado ou qualidade e é formado por verbo de ligação + predicado do sujeito. Exemplos: Letícia é engraçada. (Letícia = sujeito, é = verbo de ligação, engraçada = predicativo do sujeito). Os principais verbos de ligação são: ser, estar, ficar, andar, virar, etc. Verbal: tem como núcleo um verbo, não tem predicativo do sujeito e exprime uma ação. É constituído por verbo transitivo ou intransitivo. Exemplo: Vovó fez bolos para a festa. (verbo transitivo direto) Verbo-nominal: tem dois núcleos, um verbo e um nome, pois apresenta um verbo (transitivo ou intransitivo) e um predicativo do sujeito ou do objeto. Assim, o predicado vai indicar ação e qualidade. Exemplo:Os alunos chegaram entusiasmados. (chegaram = verbo intransitivo, entusiasmados = predicativo do sujeito). O predicado verbal pode apresentar alguns tipos de predicação verbal: a) Como verbos intransitivos: que não exigem nenhum complemento para completar se sentido. Exemplo: Eu vivo. Ele morreu. Os verbos até aceitariam um complemento, como os advérbios de modo, por exemplo. Mas se faz entender mesmo sem complemento algum. b) Com verbos transitivos diretos: são verbos que exigem um complemento depois deles, para que haja sentido completo. Vale ressaltar que são considerados diretos por não necessitarem de uma preposição ligando-os aos seus complementos. Exemplos: Eu amo o Adriano. Temos um filho. Os verbos necessitam de complemento para que tenham sentido completo. Pois, quem ama, ama alguma coisa ou alguém, do mesmo modo o verbo ter. Os complementos não exigem uma preposição para serem inseridos na frase, portanto os verbos são transitivos diretos. c) Com verbos transitivos indiretos: são verbos que exigem o uso de preposição para introduzirem um complemento. Exemplos: Eu gosto dos meus amigos. Assistimos a um filme. Nesse caso, além dos verbos necessitarem de complementos as preposições são obrigatórias para introdução desses complementos. Observe que quem gosta, gosta de alguma coisa ou de alguém. Portanto, o uso da preposição “de” se torna obrigatório. De igual forma, ocorre com o verbo assistir, quem assiste, assiste a alguma coisa, a preposição “a” é essencial para a introdução do complemento de forma correta. d) Com transitivos diretos e indiretos: quando o verbo exige dois complementos, um sem preposição e o outro com preposição antes do complemento.
  • 3. Exemplos: Eu dei doces para Ludmila. (quem dá, dá alguma coisa, para alguém, um único verbo, mas que exigiu dois complementos, um sem preposição e o outro com a preposição “para”). Mamãe emprestou a caneta para papai. (quem empresta, empresta alguma coisa para alguém). e) Com verbos de ligação: indica estado, qualidade ou função, somente liga o sujeito ao elemento que se refere a ele. Exemplos: Luiz é engraçado. A piscina está suja. O verbo vai apenas ligar o sujeito à característica que trata dele, ou seja, o predicativo do sujeito. QUESTÃO 01 Na oração: “Foram chamados às pressas todos os vaqueiros da fazenda vizinha”, o núcleo do sujeito é: a) todos; b) fazenda; c) vizinha; d) vaqueiros; e) pressas. QUESTÃO 02 Assinale a alternativa em que o sujeito está incorretamente classificado: a) chegaram, de manhã, o mensageiro e o guia (sujeito composto); b) fala-se muito neste assunto (sujeito indeterminado); c) vai fazer frio à noite (sujeito inexistente); d) haverá oportunidade para todos (sujeito inexistente); e) não existem flores no vaso (sujeito inexistente). QUESTÃO 03 Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito desta oração é: a) subentendido; b) claro, composto e determinado; c) indeterminado; d) inexistente; e) claro, simples e determinado. QUESTÃO 04 Marque a oração em que o termo destacado é sujeito: a) houve muitas brigas no jogo; b) Ia haver mortes, se a polícia não interviesse; c) faz dois anos que há bons espetáculos; d) existem muitas pessoas desonestas; e) há muitas pessoas desonestas. QUESTÃO 05 Indique a única frase que não tem verbo de ligação: a) o sol estava muito quente; b) nossa amizade continua firme; c) suas palavras pareciam sinceras; d) ele andava triste; e) ele andava rapidamente. QUESTÃO 06 Considere a frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira”, os verbos grifados são respectivamente: a) transitivo direto - de ligação; b) de ligação - intransitivo; c) de ligação - transitivo - indireto; d) transitivo direto - transitivo indireto; e) de ligação - transitivo direto. QUESTÃO 07 Na praça deserta um homem caminhava - o sujeito é: a) indeterminado; b) inexistente; c) simples; d) oculto por elipse; e) composto. QUESTÃO 08 08. Na oração:”Anunciaram grandes novidades” - o sujeito é: a) simples; b) composto; c) indeterminado; d) elíptico; e) inexistente. QUESTÃO 09 “Saúde e felicidade são as minhas aspirações na vida” – nessa expressão o sujeito é: a) simples; b) composto;
  • 4. c) indeterminado; d) oculto; e) oração sem sujeito. QUESTÃO 10 O professor entrou apressado. Os grifos indicam: a) predicado nominal. b) predicado verbo-nominal. c) predicado verbal. d) objeto direto. e) objeto indireto Leia o poema a seguir para responder às questões de 11 a 15. Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter saído. Ai de mim, nunca saí. (Carlos D. de Andrade, no poema A Ilusão do Migrante) QUESTÃO 11 O sentimento predominante no texto é: a) orgulho b) saudade c) fé d) esperança e) ansiedade QUESTÃO 12 Infere-se do texto que o autor: a) não saiu de sua terra. b) não queria sair de sua terra, mas foi obrigado. c) logo esqueceu sua terra. d) saiu de sua terra apenas fisicamente. e) pretende voltar logo para sua terra. QUESTÃO 13 Por “perdi-me no espaço” pode-se entender que o autor: a) ficou perdido na nova terra. b) ficou confuso. c) não gostou da nova terra. d) perdeu, momentaneamente, o sentimento por sua terra natal. e) aborreceu-se com a nova situação. QUESTÃO 14 Pelo último período do texto, deduz-se que: a) ele continuou ligado à sua terra. b) ele vai voltar à sua terra. c) ele gostaria de deixar sua cidade, mas nunca conseguiu. d) ele se alegra por não ter saído. e) ele nunca saiu da terra onde vive atualmente. QUESTÃO 15 15) A expressão “ai de mim” só não sugere, no poema: a) amargura b) decepção c) tristeza d) vergonha e) nostalgia Leia o poema a seguir para responder às questões 16, 17 e 18. CIDADEZINHA QUALQUER Casas entre bananeiras mulheres entre laranjeiras pomar amor cantar. Um homem vai devagar. Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Devagar... as janelas olham. Eta vida besta, meu Deus. Carlos Drummond de Andrade QUESTÃO 16 Carlos Drummond de Andrade era mineiro e conhecido por revelar em alguns de seus poemas a intensa relação com sua terra natal: uma cidadezinha chamada Itabira do Mato Dentro. Neste poema, um verso em especial se expressa com a linguagem característica dos mineiros. O verso é a) devagar as janelas olham. b) eta vida besta, meu Deus. c) mulheres entre laranjeiras. d) um burro vai devagar. e) pomar amor cantar QUESTÃO 17 No verso “Devagar... as janelas olham.”, metaforicamente o poeta caracteriza os moradores da pacata cidade retratada. Que característica dos moradores o verso revela? a) Atenção. b) Curiosidade. c) Generosidade. d) Rejeição.
  • 5. Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa para responder às questões 18 e 19. QUESTÃO 18 Na tira, a conjunção mas tem valor a) aditivo. b) adversativo. c) alternativo. d) conclusivo. e) explicativo QUESTÃO 19 Assinale a conjunção que poderia substituir o conetivo mas sem haver alteração de sentido. a) E. b) Ou. c) Porém. d) Portanto. e) Mais QUESTÃO 20 Leia: “... uma lanterna fazia às vezes de luminária, um edredom virava cama e a mochila, travesseiro.” Nesse período, temos: a) 3 orações coordenadas. b) 3 orações subordinadas. d) 2 orações subordinadas. d) 1 oração coordenada. e) 4 orações coordenadas.
  • 6. Leia uma divertida tira de Maurício de Sousa para responder às questões 18 e 19. QUESTÃO 18 Na tira, a conjunção mas tem valor a) aditivo. b) adversativo. c) alternativo. d) conclusivo. e) explicativo QUESTÃO 19 Assinale a conjunção que poderia substituir o conetivo mas sem haver alteração de sentido. a) E. b) Ou. c) Porém. d) Portanto. e) Mais QUESTÃO 20 Leia: “... uma lanterna fazia às vezes de luminária, um edredom virava cama e a mochila, travesseiro.” Nesse período, temos: a) 3 orações coordenadas. b) 3 orações subordinadas. d) 2 orações subordinadas. d) 1 oração coordenada. e) 4 orações coordenadas.