O documento discute a história natural da doença, abordando seu período epidemiológico e patológico, assim como fatores pré-patogênicos. Também apresenta os períodos de pré-patogênese e patogênese da história natural da doença.
Estudo sobre matériasde concurso
1.1 HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA
História natural da doença é o nome dado ao conjunto de processos interativos
compreendendo as inter-relações do agente, do suscetível e do meio ambiente que afetam o
processo global e seu desenvolvimento, desde as primeiras forças que criam o estímulo
patológico no meio ambiente, ou em qualquer outro lugar, passando pela resposta do homem
ao estímulo, até as alterações que levam a um defeito, invalidez, recuperação ou morte.
A história natural da doença, portanto, tem desenvolvimento em dois períodos
seqüenciados: o período epidemiológico e o período patológico. No primeiro, o interesse é
dirigido para as relações suscetível-ambiente; no segundo, interessam as modificações que se
passam no organismo vivo. Abrange, portanto, dois domínios interagentes, consecutivos e
mutuamente exclusivos, que se completam: o meio ambiente, onde ocorrem as pré-condições,
e o meio interno, lócus da doença, onde se processaria, de forma progressiva, uma série de
modificações bioquímicas, fisiológicas e histológicas, próprias de uma determinada
enfermidade.
Alguns fatores são limítrofes. Situam-se, de forma indefinida, entre os condicionantes pré-
patogênicos e as patologias explícitas. São anteriores aos primeiros transtornos vinculados a
uma doença específica, sem se confundir com a mesma e, ao mesmo tempo, são intrínsecos ao
organismo do suscetível. Em uma situação normal, em ausência de estímulos, jamais se
exteriorizariam como doenças. Em presença destes fatores intrínsecos preexistentes, os
estímulos patogênicos. Dentre as pré-condições internas, citam-se os fatores hereditários,
congênitos ou adquiridos em conseqüência de alterações orgânicas resultantes de doenças
anteriores.
1.2 PERÍODO DE PRÉ-PATOGÊNESE
O primeiro período da história natural: é a própria evolução das inter-relações dinâmicas, que
envolvem, de um lado, os condicionantes sociais e ambientais e, do outro, os fatores próprios
do suscetível, até que se chegue a uma configuração favorável á instalação da doença. É
também a descrição desta evolução. Envolve, como já foi referido antes, as inter-relações entre
2.
os agentes etiológicosda doença, o suscetível e outros fatores ambientais que estimulam o
desenvolvimento da enfermidade e as condições sócio-econômico-culturais que permitem a
existência desses fatores.
1.3 PERÍODO DE PATOGÊNESE
A história natural da doença tem seguimento com a sua implantação e evolução no homem. É o
período da patogênese. Este período se inicia com as primeiras ações que os agentes
patogênicos exercem sobre o ser afetado. Seguem-se as perturbações bioquímicas em nível
celular, continuam com as perturbações na forma e na função, evoluindo para defeitos
permanentes, cronicidade, morte ou cura.
Epidemiologia
INTRODUÇÃO
A Epidemiologia é a ciência que estuda os padrões da ocorrência de
doenças em populações humanas e os fatores determinantes destes
padrões (Lilienfeld, 1980).
Enquanto a clínica aborda a doença em onível individual”, a epidemiolo-
gia aborda o processo saúde-doença em ogrupos de pessoas” que podem
variar de pequenos grupos até populações inteiras. O fato de a epidemiologia,
por muitas vezes, estudar morbidade, mortalidade ou agravos à saúde,
deve-se, simplesmente, às limitações metodológicas da definição de saúde.
Um passo importante foi dado ao se promulgar a Constituição de 1988, que prevê a implantação
do Sistema Único de Saúde — SUS. Conforme definido em lei, o SUS tem caráter público, é
formado por uma rede de serviços regionalizada, hierarquizada e descentralizada, com direção
única em cada esfera de governo e sob controle dos usuários por meio da participação popular
nas
Conferências e Conselhos de Saúde.
A concepção abrangente de saúde assumida no texto constitucional aponta para “uma mudança
3.
progressiva dos serviços,passando de um modelo assistencial, centrado na doença e baseado
no
atendimento a quem procura, para um modelo de atenção integral à saúde, onde haja
incorporação
progressiva de ações de promoção e de proteção, ao lado daquelas propriamente ditas de
recuperação”
1
.
A Constituição legitima o direito de todos, sem qualquer discriminação, às ações de saúde,
assim como explicita o dever do poder público em prover pleno gozo desse direito. Trata-se de
uma formulação política e organizacional para o reordenamento dos serviços e ações de saúde,
baseada em princípios doutrinários que dão valor legal ao exercício de uma prática de saúde
ética,
que responda não a relações de mercado mas a direitos humanos:
• Universalidade: garantia de atenção à saúde a todo e qualquer cidadão.
• Eqüidade: direito ao atendimento adequado às necessidades de cada
indivíduo e coletividade.
• Integralidade: a pessoa é um todo indivisível inserido numa comunidade.
O SUS, na forma como é definido em lei, segue a mesma doutrina e os mesmos princípios
organizativos em todo o País, prevendo atividades de promoção, proteção e recuperação da
saúde.
A promoção da saúde se faz por meio da educação, da adoção de estilos de vida saudáveis, do
desenvolvimento de aptidões e capacidades individuais, da produção de um ambiente saudável.
Está estreitamente vinculada, portanto, à eficácia da sociedade em garantir a implantação de
políticas públicas voltadas para a qualidade de vida e ao desenvolvimento da capacidade de
analisar
criticamente a realidade e promover a transformação positiva dos fatores determinantes da
condição
4.
de saúde. Entreas ações de natureza eminentemente protetoras da saúde, encontram-se as
medidas
de vigilância epidemiológica (identificação, registro e controle da ocorrência de doenças),
vacinações,
saneamento básico, vigilância sanitária de alimentos, do meio ambiente e de medicamentos,
adequação do ambiente de trabalho e aconselhamentos específicos como os de cunho genético
ou
sexual. Protege-se a saúde realizando exames médicos e odontológicos periódicos, conhecendo
a
todo momento o estado de saúde da comunidade e desencadeando oportunamente medidas
dirigidas
à prevenção e ao controle de agravos à saúde mediante a identificação de riscos potenciais. As
medidas curativas e assistenciais, voltadas para a recuperação da saúde individual,
complementam a
atenção integral à saúde.
No Brasil, a maior parte dos casos de doença e morte prematura tem, ainda hoje, como causa
direta, condições desfavoráveis de vida: convive-se com taxas elevadas de desnutrição infantil e
anemias e uma prevalência inaceitável de hanseníase, doenças típicas de ausência de condições
mínimas de alimentação, saneamento e moradia para a vida humana. Uma realidade de
contrastes se
espelha, paradoxalmente, na ocorrência de problemas de saúde característicos de países
desenvolvidos: as doenças cardiovasculares vêm ganhando crescente importância entre as
causas de morte,
associadas principalmente ao estresse, à predisposição individual, a hábitos alimentares
impróprios,
1. Ministério da Saúde, 1990.68
à vida sedentária e ao hábito de fumar. Este quadro sanitário compõe o chamado “duplo perfil
de
morbimortalidade”, típico dos países denominados em desenvolvimento: convivem hoje, no
Brasil,
doenças próprias do Primeiro e do Terceiro Mundo.
5.
Buscando o horizontepossível.
Imunização
A imunização é definida como a aquisição de proteção imunológica contra uma doença
infecciosa. Prática que tem como objetivo aumentar a resistência de um indivíduo contra
infecções. É administrada por meio de vacina, imunoglobulina ou por soro de anticorpos. As
vacinas são usadas para induzir a imunidade ativa; sua administração resulta numa resposta
biológica e na produção de anticorpos específicos. Assim, a imunidade é induzida contra futuras
infecções pelo mesmo microorganismo. A imunidade ativa dura muitos anos; a passiva é
induzida pela administração de anticorpos contra uma infecção particular. Os anticorpos
colhidos dos humanos são chamados imunoglobulina e os dos animais, soros. A imunidade
passiva dura apenas algumas semanas.
A imunização ativa ocorre quando o próprio sistema imune do indivíduo, ao entrar em contato
com uma substância estranha ao organismo, responde produzindo anticorpos e células imunes
(linfócitos T). Esse tipo de imunidade geralmente dura por vários anos, às vezes, por toda uma
vida. Os dois meios de se adquirir imunidade ativa são contraindo uma doença infecciosa e a
vacinação.
A imunização passiva é obtida pela transferência ao indivíduo de anticorpos produzidos por um
animal ou outro ser humano. Esse tipo de imunidade produz uma rápida e eficiente proteção,
que, contudo, é temporária, durando em média poucas semanas ou meses. A imunidade passiva
natural é o tipo mais comum de imunidade passiva, sendo caracterizada pela passagem de
anticorpos da mãe para o feto através da placenta e também pelo leite. Essa transferência de
anticorpos ocorre nos últimos 2 meses de gestação, de modo a conferir uma boa imunidade à
criança durante seu primeiro ano de vida. A imunidade passiva artificial pode ser adquirida sob
três formas principais: a imunoglobulina humana combinada, a imunoglobulina humana
hiperimune e o soro heterólogo. A transfusão de sangue é uma outra forma de se adquirir
imunidade passiva, já que, virtualmente, todos os tipos de produtos sanguíneos (i.e. sangue
total, plasma, concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas, etc) contêm anticorpos.
[editar]Classificação das vacinas
1- Vacinas vivas atenuadas
Compostas de microrganismos vivos atenuados em laboratório, que devem ser capazes de
multiplicarem-se no organismo hospedeiro para que possa ocorrer a estimulação de uma
resposta imune. Essa resposta imune ao microorganismo atenuado é idêntica a produzida pela
infecção natural, pois o sistema imune é incapaz de diferenciar entre uma infecção pelo
microorganismo vacinal e o microrganismo selvagem. A multiplicação do microorganismo
6.
vacinal não costumaser capaz de causar doença.
Exemplos de vacinas vivas atenuadas: Sarampo, caxumba, rubéola, pólio-Sabin, febre amarela,
varicela, BCG.
2- Vacinas inativadas
Compostas de microrganismos inativados, o que significa que estes não mais se encontram
vivos, logo incapazes de multiplicarem-se. A resposta imune à vacina inativada é principalmente
humoral (proteínas plasmáticas,as imunoglobulinas, sintetizadas por linfótos diferenciados em
plasmócitos), com pouca ou nenhuma imunidade celular.
Exemplos de vacinas inativadas: DPT,hepatite A, hepatite B, raiva, pólio-Salk, pneumococo,
meningococo, influenza, haemophilus do tipo-b, febre tifóide, cólera.
[editar]Número de doses de uma vacina
As vacinas vivas atenuadas geralmente produzem imunidade prolongada com uma única dose;
exceção à vacina oral da poliomielite.As vacinas inativadas requerem múltiplas doses para
produzir imunidade e, eventualmente, necessitam de uma dose de reforço para a manutenção
da imunidade.
Reações adversas das vacinas
As reações locais são as mais freqüentes e incluem dor, edema e eritema no sítio de injeção.
Essas reações geralmente são leves e auto-limitadas, no entanto, em raras ocasiões, podem se
tornar graves (reações de Arthus).
As reações sistêmicas incluem febre, mal-estar, rash cutâneo, mialgias, cefaléia e anorexia. Esses
sintomas usualmente ocorrem 1-2 semanas após a administração de vacinas vivas atenuadas e
são considerados como uma “doença” leve provocada pela multiplicação do microrganismo da
vacina.
As reações alérgicas são as mais graves, inclusive colocando a vida da criança em risco, porém,
felizmente, são muito raras.
[editar]Contra-indicações à vacinação
1-Contra-indicações gerais à vacinação:
Alergia grave a uma dose prévia da vacina
Alergia grave a um dos componentes da vacina
7.
Doença aguda moderadaà grave
Observação: As vacinas contra influenza (gripe) e febre amarela não são recomendadas a
indivíduos alérgicos à proteína do ovo de galinha. Por não conter proteínas do ovo, a vacina
contra o sarampo, caxumba e rubéola (SCR) pode ser seguramente aplicada em pessoas com
alergia ao ovo.
2-Contra-indicações às vacinas vivas atenuadas:
Gravidez
Imunossupressão
Transfusão recente de produtos sanguíneos
3-Contra-indicações à vacinação BCG:
Todas relativas às vacinas vivas atenuadas
Criança com peso < 2 Kg (impossibilidade técnica da aplicação ID)
4-Contra-indicações à vacinação DPT (devido ao componente pertussis):
Encefalopatia nos 7 dias pós-vacinação
Convulsões nas 72 horas pós-vacinação
Choro persistente e inconsolável, com 3 horas ou mais de duração
Vacinação e infecção pelo HIV
Não se deve aplicar vacinas vivas em indivíduos imunossuprimidas pelo HIV (ou por qualquer
outra etiologia) devido possibilidade aumentada da ocorrência de multiplicação descontrolada
dos microrganismos vacinais e reações adversas graves.
Observação: A vacinação oral da poliomielite está contra-indicada às crianças que possuem um
contactante domiciliar imunossuprimido, pois existe o risco da criança expelir o vírus vacinal no
ambiente e, com isso, o indivíduo imunossuprimido desenvolver poliomielite paralítica.
As vacinas do sarampo e varicela, apesar de serem vacinas vivas atenuadas, estão indicadas às
crianças HIV positivas assintomáticas ou levemente imunossuprimidas, em virtude destas duas
doenças representarem infecções graves em pacientes HIV positivos.
[editar]Indicações de imunização passiva
Imunoglobulina humana combinada: Possui indicação na profilaxia pós-exposição da hepatite A
8.
e sarampo.
Imunoglobulina humanahiperimune: Profilaxia pós-exposição da hepatite B, tétano e varicela.
Soro heterólogo: Tratamento da difteria, profilaxia da raiva e tétano.
Vigilancia Epidemiologica
Vigilância epidemiológica é um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a
detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de
saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção
e controle das doenças ou agravos.[1]
Estratégias de prevenção e programas de controle específico de doenças requerem informações
confiáveis sobre a situação dessas doenças ou seus antecedentes na população atendida. O
processo utilizado para coletar, gerenciar, analisar, interpretar e relatar as informações é
chamado de vigilância. Tais ações são realizadas por instituições de saúde ou setores
governamentais organizados como um sistema. Sistemas de vigilância, portanto, são redes de
pessoas e atividades que mantêm esse processo e podem funcionar em níveis locais e
internacionais.[2]
São funções da vigilância epidemiológica:
Coleta de dados;
Diagnóstico de casos
Processamento de dados coletados;
Análise e interpretação dos dados processados;
Recomendação das medidas de controle indicadas;
Retroalimentação do sistema.
Avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas;
Divulgação de informações pertinentes.
Normatização
Por algum tempo prevaleceu a idéia de que a epidemiologia restringia-se ao estudo de
epidemias de doenças transmissíveis. Hoje, é reconhecido que a epidemiologia, enquanto
ciência, trata de qualquer evento relacionado à saúde (ou doença) da população.
Suas aplicações variam desde a descrição das condições de saúde da população, da investigação
dos fatores determinantes de doenças, da avaliação do impacto das ações para alterar a
situação de saúde até a avaliação da utilização dos serviços de saúde, incluindo custos de
9.
assistência.
Dessa forma, aepidemiologia contribui para o melhor entendimento da saúde da população -
partindo do conhecimento dos fatores que a determinam e provendo, conseqüentemente,
subsídios para a prevenção das doenças.
) foi criado em 1983, com quatro objetivos básicos: vigilância epidemiológica; esclarecimento à
população para evitar pânico e discriminação dos grupos considerados vulneráveis na época;
garantia de atendimento aos casos verificados; orientação aos profissionais da saúde.
Vinculado a Secretaria de Estado da Saúde, o PE - DST/AIDS busca diminuir a vulnerabilidade da
população do Estado de São Paulo em adquirir DSTs e HIV/AIDS, melhorar a qualidade de vida
das pessoas afetadas e reduzir o preconceito e a discriminação, além de garantir acesso
universal à assistência gratuita, incluindo medicamentos específicos, e o direito de acesso aos
meios adequados de prevenção.
Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS - SP
O Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS - SP (CRT - DST/AIDS) é uma unidade que tem
por finalidade elaborar e implantar normas relativas às Doenças Sexualmente Transmissíveis
(DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS); elaborar propostas de prevenção;
prestar assistência médico-hospitalar, ambulatorial e domiciliar a pacientes com DST/AIDS;
propor e executar ações de vigilância epidemiológica e controle das DST/AIDS; desenvolver
programas de formação, aperfeiçoamento e treinamento, além de desenvolver e apoiar
pesquisa cientifica.
O Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS é um complexo ambulatorial e hospitalar,
composto pelas seguintes áreas: Vigilância Epidemiológica, Assistência Integral a Saúde
(ambulatório, hospital-dia, internação, especialidades, Centro de Orientação e Apoio Sorológico
- COAS), Prevenção (informação, educação, comunicação, projetos especiais), Apoio Técnico
(farmácia, controle e distribuição de medicamentos) e Laboratório composto por uma equipe de
analises clinicas; microbiologia e imunossorologia.
Ciete Silvério
Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS também abrigará do Ambulatório para Travestis
10.
e Transexuais
Desde aimplantação, o Centro já atendeu mais de 70 mil pacientes. Deste total, 32.290 (46%)
correspondem à pacientes acompanhados no ambulatório HIV/AIDS, 24.000 (34%) atendidos no
Centro de Testagem e Acompanhamento e 14.116 (20%) no ambulatório de DST.
O CRT DST/AIDS conta com médicos sanitaristas, infectologistas, ginecologistas, pediatras,
neurologistas, urologistas, psiquiatras, otorrinolaringologistas, dermatologistas, proctologistas,
pneumologistas, urologistas, enfermeiros, dentistas, farmacêuticos, biologistas, nutricionistas,
psicólogos, assistentes sociais, etc. O Centro coordena ainda 184 unidades ambulatoriais
especializadas para portadores de HIV/AIDS, 252 unidades ambulatoriais especializadas em DST,
82 centros de testagem e aconselhamento, 28 hospitais-dia e 580 leitos para portadores de HIV/
AIDS, que integram o Programa Estadual de DST/AIDS.
O CRT - DST/AIDS participa, desde 1995, de ensaios clínicos com novos medicamentos
antiretrovirais (ARV). Faz parte também de uma rede internacional de pesquisa de vacinas para
o HIV, tendo no momento 5 protocolos de pesquisa em andamento.