Ministério da Educação
Universidade Federal do Piauí
Pró-reitoria de Ensino de Pós-graduação
Centro de Ciências da Saúde
Programa de Pós-graduação em Saúde e Comunidade
PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E TRANSIÇÕES
EPIDEMIOLÓGICAS
Teresina
2025
Mestrando: Francisco Antonio da Cruz dos Santos
Orientador: Prof. Dr. Márcio Mascarenhas
✓ Compreender os
conceitos fundamentais
do processo saúde-
doença.
✓ Entender a história
natural da doença e os
níveis de prevenção.
✓ Identificar os
determinantes sociais
da saúde.
✓ Discutir as transições
demográfica,
epidemiológica e
nutricional.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Conceito de Processo Saúde-Doença
O que é saúde?
E doença?
“Saúde é o estado de completo bem estar físico, mental e social e não mera
ausência de moléstia ou enfermidade” (WHO, 1948)”
“É um conjunto de sinais e sintomas que alteram o estado normal de saúde de um
ser vivo” (OMS)
❑ O processo saúde-doença é um fenômeno dinâmico que envolve fatores biológicos,
sociais, econômicos e ambientais (Rouquayrol & Gurgel, 2017).
❑ A saúde não é apenas a ausência de doença, mas um estado de completo bem-estar
físico, mental e social (OMS, citado por Gordis, 2017).
Conceito de Processo Saúde-Doença
Conceito de Processo Saúde-Doença
Exemplo real:
A pandemia de COVID-19 evidenciou como o processo saúde-doença é influenciado por múltiplos
fatores. Além do vírus, condições socioeconômicas, como acesso a serviços de saúde e condições de
trabalho, impactaram as taxas de morbidade e mortalidade.
❑ Os modelos explicativos do processo saúde-doença são teorias que ajudam a compreender as
causas das doenças e como prevenir e tratar as pessoas.
Modelos Explicativos do Processo Saúde-Doença
Modelos Explicativos do Processo Saúde-Doença
Biomédico: Prioriza o diagnóstico e a cura, e tem como base a visão do corpo
como máquina
Modelo da História Natural das Doenças (modelo processual): Considera a
relação entre o meio ambiente e o corpo, e articula as dimensões da vida das
pessoas.
Sistêmico: Busca compreender as inter-relações entre agente causador da doença,
o hospedeiro e o meio ambiente.
Mágico-religioso: Considera que os deuses estabelecem a doença e a cura
Determinação social: Considera determinantes variados, desde o individual até o
macro social
Holístico: Considera a pessoa como um todo, corpo, mente e espírito, e suas
interações com o mundo
Modelo processual:
✓ Considera que existem vários fatores causadores
(multicausal).
✓ Adoecer é um processo, e, portanto, tem diferentes
momentos: o momento antes de adoecer (pré-
patogênese) e o momento do adoecimento
(patogênese)
✓ O fenômeno do adoecimento é explicado pela
interação entre três elementos: Agente, hospedeiro e
ambiente.
Determinantes Sociais da Saúde
Figura 2 - Determinantes Sociais: modelo de Dahlgren e Whitehead
Principais Determinantes:
❑ Fatores sociais e econômicos que influenciam a saúde da
população (Paim & Almeida-Filho, 2022).
✓ Exemplos: renda, educação, habitação, saneamento, acesso à
saúde, entre outros.
❑ Abordagem proposta por Dahlgren e Whitehead (1991) sobre os
níveis de influência na saúde (Rouquayrol & Gurgel, 2017).
Determinantes Sociais da Saúde
Exemplo real:
Em comunidades carentes do Brasil, a ausência de saneamento básico resulta
em maior incidência de doenças como diarreia infantil e leptospirose,
demonstrando como fatores ambientais influenciam a saúde.
Níveis de Prevenção:
❑ Prevenção Primária: Medidas para evitar a ocorrência da doença, como vacinação e
educação em saúde (Pereira, 1995).
✓ Exemplo: Campanhas de vacinação contra sarampo.
❑ Prevenção Secundária: Diagnóstico precoce e tratamento imediato, como exames de
rastreamento (Almeida Filho & Barreto, 2011).
Exemplo: Mamografia para detecção precoce do câncer de mama.
❑ Prevenção Terciária: Reabilitação para minimizar impactos da doença (Petry, 2020).
✓ Exemplo: Fisioterapia para pacientes pós-AVC.
❑ Prevenção Quaternária: Evitar intervenções médicas desnecessárias (Rothman, Greenland &
Lash, 2011).
✓ Exemplo: Uso racional de antibióticos para evitar resistência bacteriana.
Níveis de Prevenção
Níveis de Prevenção
História Natural da Doença
❑ Fase inicial ou de susceptibilidade – nesta faze ainda não há doença propriamente dita, mas
já existem condições que favorecem seu aparecimento. Nesta fase leva-se em consideração
que as pessoas passam suas vidas em condições ou possuem características, atributos ou
hábitos que facilitam ou dificultam a ocorrência de danos à saúde.
❑ Fase patológica pré-clínica – Nessa fase a doença ainda está no estágio de ausência de
sintomatologia, embora no organismo já apareçam alterações patológicas. Esta etapa vai
desde o início do processo patológico até o aparecimento dos sintomas da doença. Seu curso
pode ser subclínico: evoluir para a cura ou progredir para a fase seguinte.
História Natural da Doença
❑ Fase clínica – corresponde à expressão clínica da doença, sendo que ela já se encontra em
estágio avançado. Há diferentes graus de manifestação das doenças, podendo ser leve,
mediana, grave, aguda ou crônica, sendo que esta exteriorização depende da natureza da
própria doença e das características do paciente.
❑ Fase de incapacidade residual – se a doença não evoluiu até a morte ou não houve cura
completa com os procedimentos terapêuticos, as alterações anatômicas e funcionais se
estabilizam. É a fase da reabilitação e adaptação as sequelas pelo paciente.
História Natural da Doença e Níveis de
Prevenção
Transição Demográfica:
❑ Mudança na estrutura etária da população com
redução da taxa de natalidade e aumento da
expectativa de vida (Paim & Almeida-Filho, 2022).
Transições Demográfica, Epidemiológica e
Nutricional
Exemplo real:
O envelhecimento da população brasileira resulta em maior demanda por
serviços geriátricos e aumento de doenças como Alzheimer.
Transição Epidemiológica:
❑ Redução das doenças infecciosas e
aumento das doenças crônicas e
degenerativas (Gordis, 2017).
Transições Demográfica, Epidemiológica e
Nutricional
Exemplo real:
No início do século XX, a gripe espanhola causou milhões de mortes. Hoje, o desafio são doenças
como diabetes e hipertensão.
Transições Demográfica x Epidemiológica
Transição Nutricional:
❑ Mudanças nos hábitos alimentares associadas ao
desenvolvimento socioeconômico (Almeida Filho &
Barreto, 2011).
Transições Demográfica, Epidemiológica e
Nutricional
Exemplo real:
O aumento do consumo de fast food e ultraprocessados tem
impulsionado a epidemia de obesidade e doenças cardiovasculares.
Doenças Crônicas Não Transmissíveis e Fatores de
Risco
❑ O processo saúde-doença se configura como um processo dinâmico, complexo e
multidimensional por englobar dimensões biológicas, psicológicas, socioculturais,
econômicas, ambientais, políticas, enfim, pode-se identificar uma complexa interrelação
quando se trata de saúde e doença de uma pessoa, de um grupo social ou de sociedades.
Considerações finais
REFERÊNCIAS
GORDIS, Leon. Epidemiologia. [Digite o
Local da Editora]: Thieme Brazil, 2017. E-
book. ISBN 9788567661926. Disponível
em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9788567661926/. Acesso em: 18
mai. 2023.
ROUQUAYROL, Maria Z.; GURGEL,
Marcelo. Rouquayrol - Epidemiologia e
saúde. Rio de Janeiro: MedBook Editora,
2017. E-book. ISBN 9786557830000.
Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9786557830000/. Acesso em: 18
mai. 2023.
RANCO, Laércio J.; PASSOS, Afonso
Dinis C. Fundamentos de epidemiologia.
[Digite o Local da Editora]: Editora
Manole, 2022. E-book. ISBN
9786555767711. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9786555767711/. Acesso em: 18
mai. 2023.
Bibliografia complementar
ALMEIDA FILHO, Naomar de; BARRETO,
Mauricio L. Epidemiologia & Saúde -
Fundamentos, Métodos e Aplicações. Rio
de Janeiro: Grupo GEN, 2011. E-book.
ISBN 978-85-277-2119-6. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/978-85-277-2119-6/. Acesso em:
18 mai. 2023.
PAIM, Jairnilson S.; ALMEIDA-FILHO,
Naomar de. Saúde Coletiva: Teoria e
Prática. [Digite o Local da
Editora]:MedBook Editora, 2022. E-book.
ISBN 9786557830925. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9786557830925/. Acesso em: 18
mai. 2023.
PEREIRA, Maurício G. Epidemiologia -
Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Grupo
GEN, 1995. E-book. ISBN
9788527736077. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9788527736077/. Acesso em:
18 mai. 2023.
PETRY, Paulo C. Epidemiologia:
Ocorrência de Doenças e Medidas de
Mortalidade. [Digite o Local da
Editora]:Thieme Brazil, 2020. E-book.
ISBN 9788554652449. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9788554652449/. Acesso em: 18
mai. 2023.
ROTHMAN, Kenneth; GREENLAND,
Sander; LASH, Timothy. Epidemiologia
moderna. Porto Alegre: Grupo A,2011. E-
book. ISBN 9788536325880. Disponível
em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#
/books/9788536325880/. Acesso em: 18
mai. 2023.
Apoio:
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE E COMUNIDADE
Avenida Frei Serafim, 2280 - Teresina, Piauí, CEP 64000-020
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PROCESSO SAUDE DOENCA E EPIDEMIOLOGIA.pdf

  • 1.
    Ministério da Educação UniversidadeFederal do Piauí Pró-reitoria de Ensino de Pós-graduação Centro de Ciências da Saúde Programa de Pós-graduação em Saúde e Comunidade PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E TRANSIÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS Teresina 2025 Mestrando: Francisco Antonio da Cruz dos Santos Orientador: Prof. Dr. Márcio Mascarenhas
  • 2.
    ✓ Compreender os conceitosfundamentais do processo saúde- doença. ✓ Entender a história natural da doença e os níveis de prevenção. ✓ Identificar os determinantes sociais da saúde. ✓ Discutir as transições demográfica, epidemiológica e nutricional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • 3.
    Conceito de ProcessoSaúde-Doença O que é saúde? E doença? “Saúde é o estado de completo bem estar físico, mental e social e não mera ausência de moléstia ou enfermidade” (WHO, 1948)” “É um conjunto de sinais e sintomas que alteram o estado normal de saúde de um ser vivo” (OMS)
  • 4.
    ❑ O processosaúde-doença é um fenômeno dinâmico que envolve fatores biológicos, sociais, econômicos e ambientais (Rouquayrol & Gurgel, 2017). ❑ A saúde não é apenas a ausência de doença, mas um estado de completo bem-estar físico, mental e social (OMS, citado por Gordis, 2017). Conceito de Processo Saúde-Doença
  • 5.
    Conceito de ProcessoSaúde-Doença Exemplo real: A pandemia de COVID-19 evidenciou como o processo saúde-doença é influenciado por múltiplos fatores. Além do vírus, condições socioeconômicas, como acesso a serviços de saúde e condições de trabalho, impactaram as taxas de morbidade e mortalidade.
  • 6.
    ❑ Os modelosexplicativos do processo saúde-doença são teorias que ajudam a compreender as causas das doenças e como prevenir e tratar as pessoas. Modelos Explicativos do Processo Saúde-Doença
  • 7.
    Modelos Explicativos doProcesso Saúde-Doença Biomédico: Prioriza o diagnóstico e a cura, e tem como base a visão do corpo como máquina Modelo da História Natural das Doenças (modelo processual): Considera a relação entre o meio ambiente e o corpo, e articula as dimensões da vida das pessoas. Sistêmico: Busca compreender as inter-relações entre agente causador da doença, o hospedeiro e o meio ambiente. Mágico-religioso: Considera que os deuses estabelecem a doença e a cura Determinação social: Considera determinantes variados, desde o individual até o macro social Holístico: Considera a pessoa como um todo, corpo, mente e espírito, e suas interações com o mundo
  • 8.
    Modelo processual: ✓ Consideraque existem vários fatores causadores (multicausal). ✓ Adoecer é um processo, e, portanto, tem diferentes momentos: o momento antes de adoecer (pré- patogênese) e o momento do adoecimento (patogênese) ✓ O fenômeno do adoecimento é explicado pela interação entre três elementos: Agente, hospedeiro e ambiente.
  • 9.
    Determinantes Sociais daSaúde Figura 2 - Determinantes Sociais: modelo de Dahlgren e Whitehead
  • 10.
    Principais Determinantes: ❑ Fatoressociais e econômicos que influenciam a saúde da população (Paim & Almeida-Filho, 2022). ✓ Exemplos: renda, educação, habitação, saneamento, acesso à saúde, entre outros. ❑ Abordagem proposta por Dahlgren e Whitehead (1991) sobre os níveis de influência na saúde (Rouquayrol & Gurgel, 2017). Determinantes Sociais da Saúde Exemplo real: Em comunidades carentes do Brasil, a ausência de saneamento básico resulta em maior incidência de doenças como diarreia infantil e leptospirose, demonstrando como fatores ambientais influenciam a saúde.
  • 11.
    Níveis de Prevenção: ❑Prevenção Primária: Medidas para evitar a ocorrência da doença, como vacinação e educação em saúde (Pereira, 1995). ✓ Exemplo: Campanhas de vacinação contra sarampo. ❑ Prevenção Secundária: Diagnóstico precoce e tratamento imediato, como exames de rastreamento (Almeida Filho & Barreto, 2011). Exemplo: Mamografia para detecção precoce do câncer de mama. ❑ Prevenção Terciária: Reabilitação para minimizar impactos da doença (Petry, 2020). ✓ Exemplo: Fisioterapia para pacientes pós-AVC. ❑ Prevenção Quaternária: Evitar intervenções médicas desnecessárias (Rothman, Greenland & Lash, 2011). ✓ Exemplo: Uso racional de antibióticos para evitar resistência bacteriana. Níveis de Prevenção
  • 12.
  • 13.
    História Natural daDoença ❑ Fase inicial ou de susceptibilidade – nesta faze ainda não há doença propriamente dita, mas já existem condições que favorecem seu aparecimento. Nesta fase leva-se em consideração que as pessoas passam suas vidas em condições ou possuem características, atributos ou hábitos que facilitam ou dificultam a ocorrência de danos à saúde. ❑ Fase patológica pré-clínica – Nessa fase a doença ainda está no estágio de ausência de sintomatologia, embora no organismo já apareçam alterações patológicas. Esta etapa vai desde o início do processo patológico até o aparecimento dos sintomas da doença. Seu curso pode ser subclínico: evoluir para a cura ou progredir para a fase seguinte.
  • 14.
    História Natural daDoença ❑ Fase clínica – corresponde à expressão clínica da doença, sendo que ela já se encontra em estágio avançado. Há diferentes graus de manifestação das doenças, podendo ser leve, mediana, grave, aguda ou crônica, sendo que esta exteriorização depende da natureza da própria doença e das características do paciente. ❑ Fase de incapacidade residual – se a doença não evoluiu até a morte ou não houve cura completa com os procedimentos terapêuticos, as alterações anatômicas e funcionais se estabilizam. É a fase da reabilitação e adaptação as sequelas pelo paciente.
  • 15.
    História Natural daDoença e Níveis de Prevenção
  • 16.
    Transição Demográfica: ❑ Mudançana estrutura etária da população com redução da taxa de natalidade e aumento da expectativa de vida (Paim & Almeida-Filho, 2022). Transições Demográfica, Epidemiológica e Nutricional Exemplo real: O envelhecimento da população brasileira resulta em maior demanda por serviços geriátricos e aumento de doenças como Alzheimer.
  • 17.
    Transição Epidemiológica: ❑ Reduçãodas doenças infecciosas e aumento das doenças crônicas e degenerativas (Gordis, 2017). Transições Demográfica, Epidemiológica e Nutricional Exemplo real: No início do século XX, a gripe espanhola causou milhões de mortes. Hoje, o desafio são doenças como diabetes e hipertensão.
  • 18.
  • 19.
    Transição Nutricional: ❑ Mudançasnos hábitos alimentares associadas ao desenvolvimento socioeconômico (Almeida Filho & Barreto, 2011). Transições Demográfica, Epidemiológica e Nutricional Exemplo real: O aumento do consumo de fast food e ultraprocessados tem impulsionado a epidemia de obesidade e doenças cardiovasculares.
  • 20.
    Doenças Crônicas NãoTransmissíveis e Fatores de Risco
  • 21.
    ❑ O processosaúde-doença se configura como um processo dinâmico, complexo e multidimensional por englobar dimensões biológicas, psicológicas, socioculturais, econômicas, ambientais, políticas, enfim, pode-se identificar uma complexa interrelação quando se trata de saúde e doença de uma pessoa, de um grupo social ou de sociedades. Considerações finais
  • 22.
    REFERÊNCIAS GORDIS, Leon. Epidemiologia.[Digite o Local da Editora]: Thieme Brazil, 2017. E- book. ISBN 9788567661926. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9788567661926/. Acesso em: 18 mai. 2023. ROUQUAYROL, Maria Z.; GURGEL, Marcelo. Rouquayrol - Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro: MedBook Editora, 2017. E-book. ISBN 9786557830000. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9786557830000/. Acesso em: 18 mai. 2023. RANCO, Laércio J.; PASSOS, Afonso Dinis C. Fundamentos de epidemiologia. [Digite o Local da Editora]: Editora Manole, 2022. E-book. ISBN 9786555767711. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9786555767711/. Acesso em: 18 mai. 2023. Bibliografia complementar ALMEIDA FILHO, Naomar de; BARRETO, Mauricio L. Epidemiologia & Saúde - Fundamentos, Métodos e Aplicações. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2011. E-book. ISBN 978-85-277-2119-6. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/978-85-277-2119-6/. Acesso em: 18 mai. 2023. PAIM, Jairnilson S.; ALMEIDA-FILHO, Naomar de. Saúde Coletiva: Teoria e Prática. [Digite o Local da Editora]:MedBook Editora, 2022. E-book. ISBN 9786557830925. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9786557830925/. Acesso em: 18 mai. 2023. PEREIRA, Maurício G. Epidemiologia - Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 1995. E-book. ISBN 9788527736077. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9788527736077/. Acesso em: 18 mai. 2023. PETRY, Paulo C. Epidemiologia: Ocorrência de Doenças e Medidas de Mortalidade. [Digite o Local da Editora]:Thieme Brazil, 2020. E-book. ISBN 9788554652449. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9788554652449/. Acesso em: 18 mai. 2023. ROTHMAN, Kenneth; GREENLAND, Sander; LASH, Timothy. Epidemiologia moderna. Porto Alegre: Grupo A,2011. E- book. ISBN 9788536325880. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/# /books/9788536325880/. Acesso em: 18 mai. 2023.
  • 23.
    Apoio: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃOEM SAÚDE E COMUNIDADE Avenida Frei Serafim, 2280 - Teresina, Piauí, CEP 64000-020 Telefone: 86-3215-4647 – E-mail: ppgsc@ufpi.edu.br http://www.posgraduacao.ufpi.br//PPGSC OBRIGADO!