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  1. 1. ERNA 5º ANO 2013 PREVENÇÃO DOS RISCOS 1
  2. 2.  OBJECTIVOS  Analise de riscos na segurança do trabalho, que possam causar acidentes 2
  3. 3.  A analise de riscos constitui a primeira abordagem de um problema de segurança do trabalho.  Tem como objectivo o levantamento de todos os factores do sistema de trabalho Homem/Máquina/Ambiente que podem causar acidentes.
  4. 4.  PERIGO VS RISCO PERIGO - Situação da qual podem resultar danos ou perdas físicas ou materiais. Fonte ou situação com um potencial de dano para a saúde, património e ambiente. RISCO – o conjunto das características, de uma situação perigosa, reais ou potenciais susceptíveis de provocar acidentes ou doenças profissionais, aos trabalhadores ou à comunidade em resultado do Trabalho.
  5. 5. Limites de áreas de actuação Homem Objecto Zona de perigo Zona de perigo Homem Zona de perigo Objecto Zona de perigo ZONA DE RISCO
  6. 6.  Na definição de RISCO estão associados 2 factores:  Probabilidade de ocorrência  Gravidade do dano provocado  RISCO = Probabilidade x Gravidade
  7. 7.  RISCO  Combinação da probabilidade de ocorrência de um acontecimento indesejável com a gravidade das suas consequências pessoais, materiais, ambientais, sociais e económicas.
  8. 8.  MEDIDAS DE PROTECÇÃO – Conjunto de medidas e acções destinadas a preservar ou minimizar as consequências de um acidente após a sua ocorrência.  MEDIDAS DE PREVENÇÃO – Conjunto de disposições ou medidas que devam ser tomadas no licenciamento e em todas as fases de actividade da empresa, do estabelecimento ou do serviço para evitar ou diminuir os riscos profissionais.
  9. 9.  PROTECÇÃO COLECTIVA Técnica em que se protege o conjunto de trabalhadores, afastando-os do risco ou interpondo barreiras entre estes e o risco. 
  10. 10.  PROTECÇÃO INDIVIDUAL Técnica de protecção relativamente a um ou mais riscos aplicada directamente ao trabalhador. 
  11. 11. EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL (EPI) Equipamento, incluindo qualquer complemento ou acessório, destinado a ser utilizado pelo trabalhador para se proteger dos riscos a que está exposto, para a sua segurança e saúde.  
  12. 12.  EQUIPAMENTO DE TRABALHO  Qualquer máquina, aparelho, ferramenta ou instalação utilizado no trabalho.
  13. 13.  PROTECÇÃO COLECTIVA vs PROTECÇÃO INDIVIDUAL
  14. 14.  ANÁLISE DE RISCOS – Utilização sistemática de informação para identificar os perigos e estimar os riscos.  AVALIAÇÃO DE RISCOS – Processo de valorar os riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores, visando obter a informação necessária à tomada de decisão relativa às medidas a tomar.  CONTROLO DE RISCOS – Processo que envolve a adopção de medidas técnicas, organizativas, de formação, de informação e outras, tendo em vista a redução dos riscos profissionais e a avaliação da sua eficácia.
  15. 15.  SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA  Sinalização relacionada com um objecto, uma actividade ou uma situação determinada, que fornece uma indicação ou uma prescrição relativa a segurança ou a saúde no trabalho, ou a ambas, por intermédio de uma placa, uma cor, um sinal luminoso ou acústico, uma comunicação verbal ou um sinal gestual.
  16. 16.  PRINCIPIOS GERAIS DA PREVENÇÃO DE RISCOS PROFISSIONAIS
  17. 17.  A função Higiene e Segurança, ou simplesmente, Prevenção, é essencialmente uma função consultiva.  O seu objectivo reside na informação, aconselhamento, motivação e coordenação, remetendo para a hierarquia a direcção e execução das soluções que propõe.
  18. 18. OS NOVE PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO:  1. Evitar os riscos  2. Avaliar os riscos que não possam ser evitados  3. Combater os riscos na origem  4. Adaptar o trabalho ao homem (concepção, escolha de equipamentos e métodos de trabalho)  5. Ter em conta o estádio de evolução da técnica  6. Substituir o que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso  7. Planificar a prevenção com um sistema coerente  8. Dar prioridade às medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual  9. Dar instruções adequadas aos trabalhadores
  19. 19. 1. Evitar Os Riscos  Evitar os riscos, constitui a atitude primeira a assumir no âmbito da prevenção.  Este princípio traduz-se, fundamentalmente, nas seguintes acções: − Ao nível do projecto - previsão do risco e sua supressão definitiva através de adequadas soluções de concepção; − Ao nível da segurança intrínseca - selecção de equipamentos, materiais, matérias primas e produtos isentos de risco; − Ao nível dos métodos e processos de trabalho - organização do trabalho de que resulte a ausência de risco.
  20. 20. 2.         Avaliar os riscos Identificar os perigos - o que é que poderá correr mal? Determinar quem poderá ser atingido, incluindo os trabalhadores, os adjudicatários, o público e o grau de gravidade. Decidir o grau de probabilidade de ocorrência de acidente. Decidir o modo como os riscos podem ser eliminados ou reduzidos – é possível melhorar as instalações, os métodos de trabalho, o equipamento ou a formação? Estabelecer prioridades para as medidas a tomar, com base na dimensão dos riscos, número de trabalhadores afectados, etc. Pôr em prática medidas de controlo. Verificar se as medidas de controlo funcionam. Incluir no processo a consulta dos trabalhadores e fornecer informações sobre os resultados das avaliações de riscos.
  21. 21. 3.     Combater os riscos na origem Trata-se de uma regra de opção, de entre os métodos de controlo de riscos possíveis, por aqueles que sejam mais eficazes em função do momento em que possam emergir ou do local onde possam formar-se. Desta forma, evita-se a propagação do risco ou reduz-se a sua extensão – os danos e as vítimas potenciais. Procura-se a eficácia porquanto se reduz, também, a agregação de factores causais que podem conduzir ou agravar as condições de produção do acidente ou da doença. Por exemplo, não é aceitável uma sinalização de piso escorregadio quando é possível a sua substituição ou reparação
  22. 22. 4. Adaptar o trabalho ao homem Este princípio tem aplicações na concepção dos locais de trabalho e dos postos de trabalho, dos equipamentos e dos processos de trabalho, da organização do trabalho, com a finalidade de respeitar as capacidades físicas e mentais dos trabalhadores e, em especial, ter em conta os grupos mais vulneráveis.  Com este princípio visa-se, ainda, perspectivar soluções que evitem o trabalho monótono, o trabalho isolado, que adeqúem os ritmos de trabalho, para equacionar uma definição dos tempos de trabalho que atenda à aos ritmos de vida e de trabalho. 
  23. 23. 5. Ter em conta o estádio de evolução da técnica  Esta princípio visa tirar proveito das vantagens do progresso científico, técnico e tecnológico para melhorar a organização do trabalho, os componentes materiais do trabalho e os métodos de trabalho, tornando-os mais seguros. Significa que não é legalmente admissível a opção por equipamentos, materiais e métodos que sejam antiquados e reconhecidamente inseguros. 
  24. 24. 6. Substituir o que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso  Sempre que seja tecnicamente possível, deve substituir-se o que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso. Por exemplo, da substituição de uma substância, preparação ou processo por outro ou outros que, nas suas condições de uso, não seja ou seja menos perigoso para a segurança e a saúde dos, da não utilização ou da não armazenagem, para além do necessário, de uma determinada substância perigosa, se ela não é essencial ao desenvolvimento da actividade 
  25. 25. 7. Planificar a prevenção com um sistema coerente  A coerência da planificação implica que ela integre a técnica, a organização do trabalho, as condições de trabalho, as relações sociais, e a influência dos factores ambientais do trabalho Têm de ser enquadrados na definição da política de prevenção da empresa e ser traduzidos num planeamento coerente que envolva todas as dimensões do trabalho, todas os aspectos da vida da organização e os seus sistemas de relações internos e externos. 
  26. 26. 7. Planificar a prevenção com um sistema coerente   Por outro lado, este princípio orienta, ainda, a adopção e a implementação de medidas preventivas, cuja eficácia dependerá da sua integração/adequação num quadro em que se desenvolvem outras intervenções na organização produtiva, Por exemplo isolar/afastar a fonte do risco, eliminar/reduzir o tempo de exposição ao risco e reduzir o número de trabalhadores expostos ao risco
  27. 27. 8. Dar prioridade às medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual  Eficácia no combate ao risco e mesmo de eficiência produtiva, determinam uma opção de prioridade na aplicação de dispositivos de protecção colectiva relativamente à decisão de uso dos equipamentos de protecção individual. A protecção individual representa um incómodo para os utilizadores e um inconveniente para o nível de percepção sensorial necessário para realização das tarefas. Estas diferentes características implicam que aos dispositivos de protecção colectiva devam ser associados requisitos de estabilidade, de resistência e de permanência no espaço e no tempo para que reunam as propriedades que lhes garantam a maior eficácia.  
  28. 28. 8. Dar prioridade às medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual (CONT.)  Esta ordem de prioridades não significa qualquer demérito para o equipamento de protecção individual (EPI). Estes equipamentos devem ser utilizados em circunstâncias, designadamente as seguintes: − Sempre que se verifique a possibilidade de existirem riscos residuais; − Sempre que for necessária a sua complementaridade face a outras medidas de controlo; − Em caso de impossibilidade técnica demonstrada de não haver outra possibilidade preventiva; − Em situações de permanência de curta duração em zonas de risco; − Na execução de determinados procedimentos de emergência...       Por isso, os equipamentos de protecção individual devem reunir, cumulativamente, propriedades de adaptação ao trabalho a realizar, aos riscos em presença e às características individuais dos trabalhadores.
  29. 29. 9. Dar instruções adequadas aos trabalhadores  Dar instruções adequadas aos trabalhadores constitui um instrumento fundamental para a gestão do factor humano. Os trabalhadores devem conhecer e serem capazes de compreender os riscos a que estão sujeitos nos locais de trabalho e saber o que fazer face a eles, face a situações de emergência e, até, face a terceiros.  Nesta acepção, as instruções relevam de um particular tipo de informação a qual deverá reunir características de novidade (não é necessário transmitir o que já se sabe ou é do conhecimento geral), de utilidade (em função do trabalho concreto a ser desenvolvido) e disponibilidade ou seja, de acesso fácil.
  30. 30. 9.  Dar instruções adequadas aos trabalhadores Tipo de informação de que os trabalhadores devem dispor de forma actualizada, a saber: i. Os riscos para a segurança e saúde, bem como as medidas de protecção e de prevenção e a forma como se aplicam, relativos quer ao posto de trabalho ou função, quer, em geral, à empresa, estabelecimento ou serviço;  ii. As medidas e as instruções a adoptar em caso de perigo grave e iminente;  iii. As medidas de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação dos trabalhadores em caso de sinistro, bem como os trabalhadores ou serviços encarregados de as pôr em prática. 
  31. 31. 9. Dar instruções adequadas aos trabalhadores  A formação, enquanto tal, é um processo estruturado de identificação de necessidades de melhoria do desempenho das tarefas e de transmissão de conhecimentos relativos às estratégias e metodologias de organização e acções preventivas.  Tem como objectivos gerais desenvolver a consciência de segurança, capacitar os trabalhadores para a cooperação na segurança e saúde do trabalho, promover as competências de identificar e caracterizar os riscos, bem como aprender a superá-los.

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