SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 92
ISO/TS-16949:2002
                                    VDA 6.1 - 1991


                                    AVSQ - 1994


                                    QS 9000 - 1994
  ISO 9000                                                           ISO TS
                                                                      16949
                                    EAQF - 1994



              Compat. ISO     1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005
QS9000 – 3a.ed   1994                                           *
Ts16949 – 1a.ed  1994
Ts16949 – 2a.ed  2000                        ISO 9001:2000



    Norma válida            Período de transição             Norma não aceita
ISO/TS-16949:2002
1.2 Abordagem de processo

 Defini-se processo como uma série de tarefas ou
 etapas que recebem insumos e geram produtos usados
 para fins específicos por seu receptor, ou;


  Um conjunto de atividades logicamente
 interdependentes que, quando executadas
 transformam insumos em resultados que visam
 atender às necessidades e expectativas dos clientes.
ISO/TS-16949:2002


A abordagem de processo, portanto, é a sistemática de
identificação e gestão destas atividades e a interação
entre estas mesmas atividades;


Uma vantagem da abordagem de processo é o
controle contínuo que é conseguido sobre os
processos, as relações entre processos e a combinação
e interação de processos.
ISO/TS-16949:2002

            Composição do processo:

Objetivo: atender às necessidades e expectativas dos
clientes internos e externos
Entradas : são os insumos que o processo transforma
em resultados.
Processamento : conjunto de atividades
interdependentes, estruturas no tempo e no espaço
que transformam os insumos.
Saídas (outputs): são os resultados ou o produto do
processo (bens ou serviços).
ISO/TS-16949:2002

                   Importância:

A abordagem de processo enfatiza a importância de:

a) o entendimento e atendimento dos requisitos;

b) a necessidade de considerar processos em termos
de valores agregados;

c) obter resultados de desempenho e eficácia de
processos;

d) melhoria contínua de processos baseada em
medidas objetivas.
ISO/TS-
             ISO/TS-16949:2002
   Modelo de um sistema de Gestão da Qualidade
              baseado em processo
O diagrama “Modelo de um sistema de gestão da
qualidade baseado em processo” estabelece a
estrutura e elementos de um processo
como definido pela cláusula 4 a 8 da
ISO TS 16.949.

O modelo mostra que os clientes
desempenham um papel significativo
em definir requisitos como “entradas”.

O monitoramento da satisfação do cliente requer a
avaliação da informação relativa à percepção do
cliente se a organização atende os requisitos do
cliente.
ISO/TS-
                         ISO/TS-16949:2002
                  •         ISO/TS 16949:2002 (Geral)
                           •       Baseada em Processos

 Cliente                            Melhoria Contínua do                       Cliente
                            Sistema de Gerenciamento da Qualidade




                                      Responsabilidade
                                      da Administração


                       Gestão de
                                                          Medição, Análise
                       Recursos                                               Satisfação
                                                            e Melhoria



                                         Realização
Requisitos   Entrada                                                  Saída
                                         do Produto
ISO/TS-
          ISO/TS-16949:2002

            Foco no cliente


Relacionar a abordagem de processo com o
escopo da Norma traz juntos dois temas
principais:
principais:
-      O foco no cliente: de que o cliente
                    cliente:
desempenha      um     papel significativo na
definição de requisitos como “entradas”.
                             “entradas”.


-     Melhoria contínua: a necessidade de
               contínua:
continuamente melhorar o sistema da
qualidade.
qualidade.
ISO/TS-16949:2002

           8.5.1 – MELHORIA CONTÍNUA

8.5.1 – MELHORIA CONTÍNUA

A organização deve continuamente melhorar a
eficácia do sistema de gestão da qualidade por meio
de uso da Política da Qualidade, Objetivos da
Qualidade, Resultados de Auditorias, Análise de
Dados, Ações Corretivas e Preventivas e Análise
Crítica pela Direção.

8.5.1.1 – MELHORIA CONTINUA DA ORGANIZAÇÃO

A   organização deve definir um processo para
melhoria contínua (ver exemplos no anexo B da
ABNT NBR ISO 9004:2000).
ISO/TS-16949:2002
Referência Normativa
  ISO 9000:2000

1.4 Termos e Definições
  Fornecedor   ⇔   Organização ⇔ Cliente;
  Produto = Bens ou Serviços;
  Shall (deve) = Indica requisito mandatário;
  Should (deveria) = mandatário com certa flexibilidade;
  Notas = são para orientações no entendimento ou
  esclarecimento do requisito associado;
  Such as (tais como) = significa sugestão para
  orientação
ISO/TS-16949:2002
       1.5 Princípios de Gestão da Qualidade
 Foco no Cliente
 Liderança
 Envolvimento de Pessoas
 Abordagem de Processo
 Abordagem Sistêmica para Gestão
 Melhoria Contínua
 Abordagem Factual para Tomada de Decisão
 Benefícios mútuos nas Relações com Fornecedores.

Estes princípios têm determinados o espírito e
significado da série de Normas. Diretrizes de como
elas podem ser implementadas é dado na ISO 9004.
ISO/TS-
               ISO/TS-16949:2002
       2. A Documentação do Sistema de Qualidade
2.1 Introdução:

É importante que o Sistema da Qualidade seja
documentado com o mínimo de documentos
necessários para:

 Abranger todo o Sistema da Qualidade
 Descrever como os processos e atividades são
executados e
 Ter as evidências que certos eventos ocorreram em
conformidade com o planejado
ISO/TS-16949:2002
       2. A Documentação do Sistema de Qualidade
2.1 Níveis da Documentação:

Os seguintes níveis de documentos do Sistema da
Qualidade são normalmente estabelecidos por uma
Organização:

 Nível I     - Manual da Qualidade
 Nível II    - Procedimentos Operacionais
 Nível III   - Instruções de Trabalho
 Nível IV    - Formulários / Registros
ISO/TS-16949:2002
       Manual da Qualidade - Nível I
É um documento que define a política da qualidade e
fornece uma visão geral do Sistema da Qualidade de
uma Organização. Basicamente define “o que” a
Organização faz para atender aos requisitos da
Norma TS 16.949:
A elaboração do Manual da Qualidade é obrigatória,
da mesma forma, ele deve:

 Abranger os requisitos da Norma;
 Incluir ou fazer referência aos procedimentos do
Sistema da Qualidade e
 Descrever a estrutura da documentação do
Sistema
ISO/TS-16949:2002
       Procedimentos Operacionais – Nível II
Os procedimentos são núcleo do
Sistema da Qualidade e é através
desses procedimentos que a
Organização descreve “como”
determinado processo é
executado,
definindo as responsabilidades,
ações e interfaces com o
Sistema da Qualidade
ISO/TS-16949:2002
       Instruções de Trabalho – Nível III
São normalmente, documentos
que descrevem detalhadamente
como as atividades são
executadas. Podem servir tanto
para facilitar a compreensão de
um procedimento operacional
(nível II), como para controlar
um processo

As Instruções de Trabalho serão
necessárias para o controle de
processos. À medida que sua
ausência possa afetar a qualidade
do produto
ISO/TS-16949:2002
       Formulários e Registros – Nível IV
Os registros da qualidade são a
evidência objetiva de que os
requisitos de qualidade foram
alcançados e que os vários
elementos do Sistema da
Qualidade foram implementados
ISO/TS-16949:2002
3. 1 Objetivo da Norma TS 16949:
  Demonstrar a capacidade em atender os requisitos do
  cliente ou regulamentares;
  Aumentar a satisfação do cliente através de melhoria
  contínua.
  Esta Especificação Técnica alinha as exigências do
  existente sistema da qualidade automotivo com a
  indústria automotiva global e evita múltiplas
  auditorias de certificação
  ISO 9001 x outros sistemas de gestão;
  Alinhada com ISO 14001.
ISO/TS-16949:2002
3. 2 Uso, Aplicação e Exclusões:
  É aplicável a todas as plantas (“sites”) das
organizações que realizam transformações de insumos
em produtos:
a) materiais de produção;
b) peças de produção e reposição ;
c) serviços de tratamento térmico, pintura, tratamento
superficial e outros acabamentos, que fornecem
diretamente para os signatários da TS 16.949.

Para efeito da TS 16.949, site é todo local onde ocorre
processo que agrega valor ao produto

Somente o elemento 7.3 (Controle de projetos) pode ser
considerado não aplicável pela Organização, porém o
item 7.3 – projeto do processo de manufatura deve ser
implementado em todas as organizações
ISO/TS-16949:2002
3. 2 Os requisitos da TS 16949:
      Para a interpretação dos requisitos da TS 16.949 é
      necessário que se faça uma breve colocação: a
      diferença   entre   as   palavras   “deve(m)”    e
      “deveria(m)”.
      Ambas     as   palavras      indicam   requisitos
      mandatórios, entretanto, a palavra “deveria(m)”
      permite alguma flexibilidade na implementação da
      metodologia. Quando o fornecedor optar por outra
      metodologia ou sistemática que não a indicada,
      ele  deverá   demonstrar      que  a  alternativa
      empregada atende a intenção da TS 16.949
ISO/TS-16949:2002
3.3 A Estrutura da TS 16949:
Um conceito básico atrás da estrutura da TS 16949 é
que os Manuais de Referência não são obrigatórios, ou
seja, a Organização não necessita implementar suas
atividades exatamente como descrito naqueles
manuais, porém, deve seguir seus princípios visto que
representam uma abordagem preferencial

3.4 Os Manuais de Referência:
APQP – Planejamento Avançado da Qualidade do
Produto e Plano de Controle
FMEA – Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial
MSA – Análise dos Sistemas de Medição
CEP – Fundamentos do Controle Estatístico do
Processo
PPAP – Processo de Aprovação de Peça da Produção
ISO/TS-16949:2002
3.5 Outras Normas e Guias:
O conjunto de guias e Normas é complementado pela
ISO 9000:2000 que contém definições e Conceitos da
Qualidade, pela ISO 9001:2000 que informa sobre os
Requisitos do Sistema da Qualidade em geral e as
Normas ISO 19011 que oferecem critérios de como
organizar o processo de auditorias incluindo a
qualificação de auditores.

A Norma ISO 9004 é um documento de uso interno
por uma Organização, ou seja, não tem aplicação
contratual. Não é seu objetivo servir como orientação
à Norma ISO 9001 (guia de diretriz para melhoria).
ISO/TS-16949:2002
4. Sistemas de Gestão da Qualidade
4.1. Requisitos Gerais
  Estabelecer, manter e documentar o SGQ;
  Melhorar continuamente a sua eficácia;
  Identificar os processos necessários;
  Determinar sua seqüência e interação;
  Determinar os critérios e métodos para operação e controle;
  Implementar ações de correção e melhoria;
  Tratar parceiros e fornecedores como parte do SGQ.

4.1.1. Requisitos Gerais - Suplemento
    Controle sobre processos terceirizados.
ISO/TS-16949:2002
4.2. Requisitos de Documentação
4.2.1. Generalidades
  Política da Qualidade;
  Manual da Qualidade;
  Procedimentos requeridos;
  Documentos importantes ou necessários;
  Registros.

4.2.2. Manual da Qualidade
  Escopo, justificativas para exclusões, procedimentos e
  interação entre processos.
ISO/TS-16949:2002
4.2.3. Controle de Documentos
  Procedimento documentado;
  Aprovação antes da emissão;
  Análise crítica e atualização periódica;
  Identificação da situação de aprovação e revisões;
  Revisões atuais nos postos e trabalho e controle sobre obsoletos.
  Legibilidade e identificação;
  Origem externa;
  Não requer lista mestra.

4.2.3.1. Especificações de Engenharia
  Implementação em até duas semanas.
ISO/TS-16949:2002

4.2.4. Controle de Registros da Qualidade
   Procedimento documentado;
   Registro são um tipo de documento;             Registros da
                                                   Qualidade
   Legíveis, identificáveis e recuperáveis.




4.2.4.1. Retenção de Registros
  Período de retenção pré-estabelecido para alguns registros.
ISO/TS-16949:2002
5. Responsabilidade da Direção
5.1. Comprometimento da direção
  Consolidação do Sistema de Gestão da Qualidade através do
  comprometimento;
  Administração x Direção;
  Comunicação para conscientização;
  Estabelecimento da Política da Qualidade, objetivos e condução
  da Análise Crítica pela Direção.

5.1.1. Eficiência do processo
  Análise da eficiência dos processos.
ISO/TS-16949:2002

5.2. Foco no Cliente
  Enfoque voltado para a satisfação do cliente
  (7.2.1. e 8.2.1.).

                        5.3. Política da Qualidade
                           Atendimento aos requisitos e melhoria
  Política da
  Qualidade                contínua;
                           Possibilitar a análise através de medição de
                           objetivos;
                           Comunicação em todos os níveis;
                           Manutenção da adequação e pertinência.
ISO/TS-16949:2002
5.4. Planejamento
5.4.1. Objetivos da Qualidade
   Objetivos mensuráveis em níveis
   adequados;
   Coerência com a política.

5.4.1. Objetivos da Qualidade - Suplemento
   Incluir no plano de negócios.


5.4.2. Planejamento do Sistema de Gestão da Qualidade
   Planejar o SGQ para o atendimento aos requisitos (PDCA);
   Verificação da integridade contra mudanças.
ISO/TS-16949:2002

5.5. Responsabilidade, autoridade e comunicação
       5.5.1. Responsabilidade e autoridade
                 Responsabilidades e autoridades
                 definidas e comunicadas.

              5.5.1.1. Responsabilidade pela Qualidade
                   Direção prontamente informada sobre
                   não-conformidades;
                   Responsável com autoridade para
                   interromper a produção.
ISO/TS-16949:2002
5.5.2. Representante da Direção
   Designar um Representante da Direção (RD);
   Estabelecimento, manutenção,
   implementação, relato e conscientização.

5.5.2.1. Representante do Cliente
   Designar um Representante com responsabilidade e
   autoridade para garantir e comunicar os requisitos do Cliente.

5.5.3. Comunicação Interna
   Relacionada à qualidade do produto;
   Comunicação da Direção aos demais níveis;
   Dados referentes ao desempenho do SGQ.
ISO/TS-16949:2002
5.6. Análise Crítica pela Direção
5.6.1. Generalidades
   Análise periódica, a intervalos, da
   pertinência, adequação e eficácia;
   Incluir propostas de melhoria, mudanças
   no SGQ, PQ e objetivos;
   Registrar as decisões e a execução.

5.6.1.2. Performance do Sistema de Gestão da Qualidade
   Avaliar efetividade do SGQ;
   Resultados registrados e melhorados.
ISO/TS-16949:2002
5.6.2. Entradas para a Análise Crítica
   Resultados de auditoria;
   Realimentações de clientes;
   Desempenho de processo e conformidade de produtos;
   Situação de ações corretivas e preventivas;
   Acompanhamento de ações determinadas em ACD anteriores;
   Mudanças do SGQ;
   Recomendações para melhoria.

5.6.1.2. Entradas para a Análise Crítica - Suplemento
   Análise das falhas atuais e potenciais e seus impactos.
ISO/TS-16949:2002
5.6.3. Saídas para a Análise Crítica
    Melhoria da eficácia do SGQ e processos;
    Melhoria do produto;
    Recursos.
ISO/TS-16949:2002
6. Gestão de recursos
6.1. Provisão de recursos
   Recursos para estabelecer, implementar e manter o SGQ;
    Aumentar a satisfação através do atendimento e eventual
   superação dos requisitos.


6.2. Recursos Humanos
6.2.1. Generalidades
   Assegurar a competência através de educação, treinamento,
   habilidade e experiência.
ISO/TS-16949:2002
6.2.2. Competência, Conscientização e Treinamento
  Determinar a competência necessária;
  Promover o alcance da competência;
  Analisar a eficácia das ações;
  Conscientizar o pessoal da importância
  das funções para o SGQ;
  Manter registros da competência.


6.2.2.1. Habilidades para Projeto de Produto
  Profissional capacitado para realização do projeto;
  Ferramentas e técnicas aplicáveis identificadas.
ISO/TS-16949:2002


  6.2.2.2. Treinamento
     Procedimento documentado;
     Pessoal qualificado, visando a
     satisfação do cliente.
ISO/TS-16949:2002

6.2.2.3. Treinamento no posto de trabalho
   Treinamento “on the job” para todos
   novos funcionários ou remanejados,
   que afetem a qualidade do produto.




6.2.2.4. Motivação e capacitação dos funcionários
   Visando melhoria contínua e meios para promover inovações;
   Mensurar a importância dos colaboradores.
ISO/TS-16949:2002
 6.3. Infra-estrutura
    Necessária para alcançar os requisitos do
    produto;
     Edifício, espaço de trabalho e instalações
    associadas;
     Equipamentos de processo;
     Serviços de apoio.

6.3.1. Planta, instalações e planejamento de equipamentos
    Grupo multidisciplinar para o desenvolvimento;
    Métodos deverão ser desenvolvidos e executados para avaliar e
    monitorar a eficácia das operações existentes.
ISO/TS-16949:2002
6.3.2. Planos de Contingência
   Devem ser preparados planos de contingência a fim de garantir
  razoável proteção ao fornecimento de produtos ao cliente.


6.4. Ambiente de Trabalho
   Condições necessárias ao atendimento aos requisitos do produto;
    Condições ambientais adequadas;
    Relacionamento interpessoal;
    Equipamentos que facilitem a rotina
  do pessoal.
ISO/TS-16949:2002
6.4.1. Segurança dos funcionários para alcançar a qualidade
    do produto
   Segurança do produto e meios para minimizar potenciais riscos
   aos funcionários devem ser adotados pela organização;
   Especialmente no projeto e no desenvolvimento de processos e
   nas atividades de produção.

6.4. Limpeza das instalações
   As instalações devem ser mantidas
   limpas e organizadas, de maneira
   adequada aos produtos e processos.
ISO/TS-16949:2002
7. Realização do produto
7.1. Planejamento da realização do produto
   Planejamento e desenvolvimento de processos para realização;
   Objetivos da qualidade e requisitos do produto;
   Processos e recursos específicos;
   Controle e critérios de aceitação;
   Registros de controle.

7.1.1. Planejamento da realização do produto - Suplemento
   Deve ser elaborado um plano da qualidade o qual inclua os
   requisitos dos clientes e referencia às especificações técnicas
   aplicáveis.
ISO/TS-16949:2002
7.1.2. Critérios de aceitação
   Critérios de aceitação para dados por atributos devem ser zero
   defeitos;
   Deve ser definido e, quando requerido, aprovado pelo cliente.



7.1.3. Confidêncialidade
   Deve ser assegurado a
   confidêncialidade de produtos,
   projetos e desenvolvimentos e
   informações dos produtos do cliente.
ISO/TS-16949:2002
7.1.4. Controle de alterações
   Processo para controlar e tomar ações para as alterações que
   tenham impacto na realização do produto;
   Validados antes da implantação;
   Revisados com o cliente.

7.2. Processos relacionados a clientes
7.2.1. Determinação de requisitos relacionados ao produto
   Requisitos especificados pelos clientes;
   Requisitos implícitos, porém necessários;
   Requisitos estatutários e regulamentares;
   Requisitos adicionais.
ISO/TS-16949:2002
7.2.1.1. Determinação das características especiais do cliente
    Demonstrar conformidade com os requisitos do cliente para
    determinar, documentar e controlar características especiais.

7.2.2. Análise crítica dos de requisitos relacionados ao produto
    Análise antes de assumir compromissos;
    Definição dos requisitos;
    Eliminação de dúvidas antes da venda;
    Garantia da existência de capacidade técnica, financeira e comercial;
    Registro de todas as análises;
    Confirmar requisitos não-declarados formalmente;
    Controle sobre emendas;
    Catálogos e material publicitários podem garantir que o cliente
    conhece os requisitos e concorda com os mesmos.
ISO/TS-16949:2002
7.2.2.1. Análise crítica dos de requisitos relacionados ao
    produto - Suplemento
  Renunciar a exigência da revisão formal requererá a autorização do
  cliente.

7.2.2.2. Estudo de viabilidade
  Analisar, confirmar e documentar o estudo de
  viabilidade.

7.2.3. Comunicação com o cliente
  Informações concernentes ao produto;
  Tratamento de consultas, contratos ou pedidos;
  Realimentação por via de sugestões ou críticas.
ISO/TS-16949:2002
7.2.3.1. Comunicação com o cliente - Suplemento
  Ter capacidade de transmitir as informações necessárias, conforme
  especificado pelo cliente.


7.3. Projeto e desenvolvimento
7.3.1. Planejamento            do   projeto    e
    desenvolvimento
  Estágios do processo de desenvolvimento;
  Análise crítica, verificação e validação em cada
  etapa em que sejam aplicáveis;
  Definição de responsabilidades e autoridades.
ISO/TS-16949:2002
7.3.1.1. Grupo multidisciplinar
  Utilizar equipe multidisciplinar para preparar a realização do
  produto.


7.3.2. Entradas de projeto e desenvolvimento
  Requisitos de funcionamento e desempenho;
  Requisitos regulamentares e estatutários
  aplicáveis;
  Informações de projetos similares;
  Outros requisitos.
ISO/TS-16949:2002
7.3.2.1. Entradas de projeto do produto
  Identificar, documentar e revisar as entradas do projeto do produto.


7.3.2.2. Entradas de projeto do processo de produção
  Identificar, documentar e revisar as entradas do projeto do
  processo.

7.3.2.2. Características especiais
  Identificar as características especiais;
  incluí-las nos planos de controle;
  Utilizar símbolos e definições requeridas pelo cliente;
  Todos os documentos e processos envolvidos com tais
  características devem ser identificados e atendidos.
ISO/TS-16949:2002
7.3.3. Saídas de projeto e desenvolvimento
  Características e especificações que atendam aos
  requisitos de produto;
  Informações que permitam a aquisição, produção ou
  fornecimento do produto;
  Critérios de aceitação;
  Características que garantam o uso seguro o produto.

7.3.3.1. Saídas de projeto do produto - Suplemento
  Deve ser expresso em termos que possam ser verificados e
  validados com os requisitos de entrada de projeto do produto.
ISO/TS-16949:2002
7.3.3.2. Saídas de projeto do processo de produção
  Deve ser expresso em termos que possam ser verificados e
  validados com os requisitos de entrada de projeto do processo.

7.3.4. Análise crítica de projeto e desenvolvimento
  Avaliar a capacidade dos dados gerados em atender aos requisitos;
  Identificar problemas e propor ações necessárias.
ISO/TS-16949:2002
7.3.4.1. Monitoramento
  Definir, analisar e registrar as medições dos estágios do projeto e
  desenvolvimento.

7.3.5. Verificação de projeto e desenvolvimento
  Verificar se os resultados atendem aos dados de entrada;
  Registro dos resultados devem ser mantidos.

7.3.6. Validação de projeto e desenvolvimento
  Assegurar que o produto esta conforme os
  requisitos;
  Quando aplicável, deve ser concluído antes da
  entrega ou implantação o produto;
  Registro dos resultados devem ser mantidos.
ISO/TS-16949:2002
7.3.6.1. Validação de projeto e desenvolvimento - Suplemento
  Atender requisitos do cliente, incluindo programação.

7.3.6.2. Programa de protótipos
  Quando requerido pelo cliente, deve ser definido um programa de
  protótipos. Sempre que possível, na construção dos protótipos
  devem ser utilizados os mesmos fornecedores, ferramentas e
  processos quais serão utilizados na produção.
  As atividades de teste de performance deve ser monitorada e
  completada a tempo conforme especificado.
  Quando utilizar fornecedores, a organização deve exercer liderança
  técnica.
ISO/TS-16949:2002
7.3.6.3. Processo de aprovação do produto
  Deve ser atendido o processo de aprovação de produto e processo
  definidos/reconhecidos pelo cliente..


7.3.7. Controle de alterações de projeto e desenvolvimento
  Identificação das alterações;
  Análise Crítica, Verificação e Validação;
  Impacto sobre a documentação do SGQ;
  Impacto sobre componentes ou produtos
  já entregues..
ISO/TS-16949:2002
7.4. Aquisição
7.4.1. Processo de aquisição
  Assegurar que os produtos entregues estejam de acordo com o
  especificado no pedido;
  Selecionar fornecedores com base na capacidade;
  Manter registros das avaliações de capacidade.

7.4.1.1. Atendimento aos requisitos regulatórios
  Todos os itens adquiridos ou
  utilizados no produto devem
  satisfazer os requisitos regulatórios
  pertinentes.
ISO/TS-16949:2002
7.4.1.2. Desenvolvimento do SGQ do fornecedor
  Objetivo: conformidade com a ISO/TS 16949:2000.


7.4.1.3. Fornecedores aprovados pelo cliente
  Quando especificado em contrato, a
  aquisição pode ser realizada por
                                                Fornecedores Qualificados
  fornecedores aprovados;
  A utilização destes fornecedores não isenta
  a organização da responsabilidade da
  qualidade dos produtos.
ISO/TS-16949:2002
7.4. 2. Informações de aquisição
  Descrição das características do produto;
  Critérios para aprovação;
  Qualificação de pessoal;
  Requisitos de SGQ.

7.4.3. Verificação do produto adquirido
  Inspeções adequadas;
  Inspeções nas instalações do fornecedor.
ISO/TS-16949:2002
7.4.3.1. Qualidade o produto adquirido
  Assegurar a qualidade dos produtos adquiridos, utilizando um ou
  mais métodos, como inspeção de recebimento, dados estatísticos,
  recebimento, etc.

7.4.3.2. Monitoramento dos fornecedores
  Performance deve ser avaliada através dos
  indicadores de devolução pela qualidade
  do produto, devolução de cliente,
  performance de devolução e reclamações
  de cliente;
  Monitoramento da performance dos
  processos de produção.
ISO/TS-16949:2002
7.5. Produção e fornecimento de serviço
7.5.1. Controle de produção e fornecimento de serviço
  Informações que descrevam as características;
  Instruções de trabalho, quando necessário;
  Disponibilidade e uso de dispositivos de medição e monitoramento;
  Liberação, entrega e atividades pós-entrega.

7.5.1.1. Plano de controle
  Desenvolver planos de controle para todos níveis;
  Planos para pré-lançamento e produção;
  Planos devem incluir lista de controles, controle das características
  especiais, informações requeridas pelo cliente e planos de reação;
  Criticamente analisados e atualizados após alterações.
ISO/TS-16949:2002
7.5.1.2. Instruções de trabalho
  Para todos funcionários cujas atividades afetem a qualidade do
  produto;
  Acessíveis no local de uso;
  Derivadas dos plano da qualidade, do plano de controle e dos
  processos de produção.

7.5.1.3. Verificação da preparação da produção (set-up)
  No início de produção, troca de material ou
  troca de operador;
  Instruções de trabalho disponíveis;
  Métodos estatísticos onde apropriado;
  Comparação com a última peça produzida.
ISO/TS-16949:2002
7.5.1.4. Manutenção preventiva e preditiva
  Sistema planejado;
  Métodos de manutenção preditiva;
     Preservação de equipamentos, ferramental e dispositivos;
           Disponibilidade de peças de reposição;
                       Objetivos de melhoria.



                         7.5.1.5. Gerenciamento de ferramental
                              Recursos técnicos adequados para
                           projetos;
                         Sistema de gerenciamento de ferramental.
ISO/TS-16949:2002
7.5.1.6. Lista de produção
  Alcançar os requisitos do cliente;
  Nas etapas chave dos processos.


7.5.1.7. Retorno das informações
    de serviço
  Processo de comunicação
  estabelecido e mantido.


7.5.1.8. Serviço de acordo com o cliente
  Verificar a eficiência do serviço de outras organizaçãos, de outras
  ferramentas e equipamentos de medição e o treinamento dos
  prestadores de serviço.
ISO/TS-16949:2002
7.5.2. Validação dos Processos de Produção e Fornecimento
    de Serviços
  Definir critérios para análise crítica e aprovação de processos
  especiais;
  Aprovar o equipamento e/ou pessoal envolvido;
  Métodos específicos, se necessário;
  Registrar os resultados;
  Revalidar eqpto. / pessoal a intervalos prescritos.

7.5.2.1. Validação dos Processos de                     Produção    e
    Fornecimento de Serviços - Suplemento
  Devem ser aplicados a todos os processos de produção e
  realização de serviço.
ISO/TS-16949:2002
7.5.3. Identificação e Rastreabilidade
  Prevenir o uso inadvertido;
  Permitir o rastreamento de dados de medição e monitoramento.

7.5.3.1. Identificação e Rastreabilidade - Suplemento
  Todos os produtos devem ser identificados.

7.5.4. Propriedade do Cliente
  Identificar;
  Proteger;
  Verificar;
  Salvaguardar;
  Informar em caso de não-conformidade, dano ou extravio.
ISO/TS-16949:2002
7.5.4.1. Ferramentais de propriedade do cliente
  Propriedade das ferramentas e equipamentos devem ser
  visivelmente distinguidos.

7.5.5. Preservação do Produto
  Identificação;
  Manuseio;
  Embalagem;
  Armazenamento;
  Proteção.
ISO/TS-16949:2002
7.5.5.1. Armazenamento e inventário
  Auditar condição do produto no estoque em intervalos planejados;
  Gerenciamento do inventário;
  Otimizar o giro do estoque;
  Primeiro que entra primeiro que sai (FIFO);
  Tratar produtos obsoletos como não-conformes.
ISO/TS-16949:2002
7.6. Controle de Dispositivo de Medição de Monitoramento
  Calibração ou verificação a intervalos prescritos ou antes o uso;
  Ajuste;
  Identificação da situação;
  Lacre;
  Proteção contra danos e deterioração (manuseio, armazenamento);
  Controle sobre programas de ensaio (softwares).
7.6.1. Análise do sistema de medição
  Utilizar ferramentas estatísticas apropriadas para se detectar a
  variação presente nos resultados de cada tipo de sistema de
  medição;
  Os métodos utilizados devem ser aqueles definidos pelos clientes
  nos seus manuais de referência.
ISO/TS-16949:2002
7.6.2. Registros de calibração / verificação
  Padrão de calibração;
  Revisões seguindo as alterações de engenharia;
  Qualquer leitura fora da especificação conforme recebido para
  calibração / verificação;
  Avaliação o impacto de condições fora do especificado;
  Situação de conformidade a especificação após calibração /
  verificação;
  Notificação ao cliente se materiais ou produtos suspeitos foram
  embarcados.


                                            CALIBRATED
ISO/TS-16949:2002
7.6.3. Requisitos de laboratório
7.6.3.1. Laboratórios internos
  Escopo definido e incluso na documentação do SGQ;
  Especificar e implantar procedimentos e testes do produto;
  Definir competência dos funcionários do laboratório;
  Ter capacidade de atender normas aplicáveis;
  Analisar criticamente os registros;
  Certificação ISO/IEC 17025 para demonstrar conformidade.

7.6.3.2. Laboratórios externos
  Escopo do laboratório deve atender aos requisitos da organização;
  Certificado ISO/IEC 17025 ou equivalente nacional.
ISO/TS-16949:2002

8. Medição análise e melhoria
8.1. Generalidades
  Demonstrar a conformidade do produto;
  Assegurar a conformidade do SGQ;
  Melhorar continuamente a eficácia do SGQ.

8.1.1. Identificação de ferramentas estatísticas
  Ferramentas estatísticas adequadas para cada
  processo;
  Definidas durante o planejamento da qualidade
  do produto e incluídas nos planos de controle.
ISO/TS-16949:2002
8.1.2. Conhecimento de conceitos estatísticos básicos
  Conhecer os conceitos estatísticos;
  Tais como:
        • Variação
        • Estabilidade
        • Capabilidade
        • Super controle, etc.
ISO/TS-16949:2002
8.2. Medição e monitoramento
8.2.1. Satisfação dos clientes
  Determinar canais de recepção;
  Análise;
  Conversão em ações.

8.2.1.1. Satisfação dos clientes - Suplemento
  Monitorada através da melhoria contínua da performance dos
  processos;
  Indicadores devem ser estabelecidos e suportados por informações
  objetivas .
ISO/TS-16949:2002
8.2.2. Auditoria interna
  Procedimento documentado;
  Planejar de acordo com a situação e importância dos processos;
  Levar em conta modificações profundas nos processos;
  Determinar os responsáveis pelas áreas auditadas, bem como
  responsáveis pelas ações e acompanhamento;
  Determinar a qualificação mínima da equipe auditora (interna ou
  externa);
  Ações corretivas em tempo hábil.
ISO/TS-16949:2002
8.2.2.1. Auditoria do Sistema de Gestão da Qualidade
  Verificar a conformidade com a ISO/TS 16949:2000 e outros
  requisitos do SGQ.

8.2.2.2. Auditoria de processos
  Processo produtivo, e realização do produto e processo a fim de
  determinar a efetividade do sistema.

8.2.2.3. Auditoria do produto
  Auditorias em estágios apropriados da
  produção, para verificar o atendimento a todos
  os requisitos especificados;
  Realizadas em uma freqüência apropriada.
ISO/TS-16949:2002
8.2.2.4. Planejamento da Auditoria interna
  Cobrir todas as atividades e turnos de trabalho;
  Ser programadas de acordo com um plano anual;
  Incrementar a freqüência das auditorias internas em função de não-
  conformidades ou reclamações do cliente.


                        8.2.2.5. Qualificação do Auditor interno
                                    Auditores com qualificação
                                    ISO/TS 16949:2000.
ISO/TS-16949:2002
8.2.3. Medição e monitoramento dos processos
   Estabelecer e executar monitoramento da eficácia dos processos
   críticos da organização.

8.2.3.1. Medição e monitoramento dos processos de produção
   Estudo de performance de todos os novos processos de produção,
   para verificar a capacidade e prover entradas de controle;
   Estudo documentado;
   Plano de controle e diagrama do processo implantados;
   Registrar eventos significativos do processo (troca de ferramenta,
   manutenção);
   Iniciar plano de reação para características instáveis ou não
   capazes.
ISO/TS-16949:2002
8.2.4. Medição e monitoramento de produto
 Verificar a capacidade em atender aos requisitos especificados;
 Evidenciar os resultados das medições e monitoramentos;
 Identificação das responsabilidades;
 Prevenir o uso ou embarque, em caso de não-conformidade, até que
 o cliente ou autoridade pertinente aprove a situação atual.

8.2.4.1. Inspeção de layout e teste funcional
 Para todos os produtos especificados nos planos de controle;
 Registros disponíveis para análise crítica do cliente.
ISO/TS-16949:2002
8.2.4.2. Itens de aparência
 Para itens definidos pelo cliente como “itens de aparência”, deve
 ser considerado:
 Iluminação adequada para áreas de avaliação,
 Padrões de cor, granulometria, brilho, textura,
 Metalização, distinção de imagem (DOI),
 Manutenção e controle dos padrões de aparência e equipamentos
 de avaliação,
 Verificação quanto a qualificação das pessoas que realizam
 avaliações dos itens de aparência.
ISO/TS-16949:2002
8.3. Controle de produto não-conforme
 Procedimento documentado;
 Atividades para eliminar a não-conformidade;
 Aprovações condicionais;
 Reclassificação.


8.3.1. Controle de produto não-conforme - Suplemento
 Tratar como não-conforme produtos não identificados ou suspeitos.

8.3. 2. Controle de produto retrabalhado
 Instruções de trabalho disponíveis para utilização do pessoal que
 executa esta função.
ISO/TS-16949:2002
8.3.4. Informação ao cliente
 Informado prontamente do caso de embarque de produto não-
 conforme .

8.3.5. Derroga ao cliente
 Concessão ou desvio para processo diferente do atualmente
 aprovado;
 Registro da validade ou quantidade autorizada;
 Conformidade com os requisitos originais ou alterados quando a
 autorização expirar;
 Embarque identificado adequadamente;
 Desvios internos (relacionados com a qualidade do produto),
 acordados com o cliente.
ISO/TS-16949:2002
8.4. Análise de dados
 Dados de satisfação (e insatisfação) de clientes;
 Conformidade com os requisitos do produto;
 Características e tendências de processo;
 Oportunidades de ações preventivas;
 Dados relativos a fornecedores.

8.4.1. Análise e uso de dados
 Tendências operacionais e da qualidade X progresso relativo aos
 objetivos;
 Apoiar desenvolvimento de soluções de problemas relacionados ao
 cliente;
 Determinar tendências-chave relacionadas ao cliente;
 Pesquisa de mercado e avaliação da concorrência / parceiros.
ISO/TS-16949:2002
8.5. Melhoria
8.5.1. Melhoria contínua
 Política da Qualidade;
 Objetivos da Qualidade;
 Resultados de Auditorias;
 Análise de Dados;
                                         MELHORIA
 Ações corretivas e preventivas;
                                         CONTÍNUA
 Análises críticas pela direção.

8.5.1.1. Melhoria contínua da organização
 Definir um processo para melhoria contínua (ver anexo B da ISO
 9004:2000).
ISO/TS-16949:2002
8.5.1.2. Melhoria do processo de manufatura
 Focar continuamente controle e redução da variação nas
 características do produto e nos parâmetros do processo;
 Implementada uma vez que os processos de manufatura são
 estáveis e capazes ou atendem aos requisitos do cliente;
 Evidencia através da evolução dos dados de estabilidade e
 capacidade do processo.
ISO/TS-16949:2002
8.5.2. Ação corretiva
 Análise crítica do problema;
 Determinação das causas;
 Ações corretivas;
 Implementações;
                                Ação corretiva
 Registros e análise crítica das
 ações executadas.
                                     =
                     Providências tomadas para
                          evitar a repetição
ISO/TS-16949:2002
8.5.2.1. Solução de problemas
 Identificação e eliminação da causa raiz;
 Não conformidades externas devem ser respondidas no formato
 exigido pelo cliente.

8.5.2.2. Prevenção de erros
 Métodos de prevenção de erro nos processos de ação corretiva;
 Dispositivos “poka-yoke” devem ser priorizados.

8.5.2.3. Impacto da ação corretiva
 A ação corretiva tomada deve ser estendida a outros processos e
 produtos similares, a fim de se eliminar a causa de não
 conformidade.
ISO/TS-16949:2002
8.5.2.4. Análise / ensaio de produtos rejeitados
 Analisar, registrar e aplicar (quando aplicável) ações corretivas;
 Deve ser minimizado o tempo deste processo.

8.5.3. Ação preventiva
 Definição de causas potenciais;
 Ações preventivas;
 Implementações;                      Ação preventiva
 Registros e análise
 crítica das ações                             =
 executadas.                   Providências para evitar a
                                   ocorrência de falhas
                                   potenciais (futuras)
ISO/TS-16949:2002
                             Anexo A
                        Plano de Controle
A.1 - Fases do Plano de controle
   Protótipos: descrição dimensional, materiais e desempenho que
   irão ocorrer durante a construção do protótipo.
   Pré-lançamento:descrição dimensional, materiais e desempenho,
   que ocorrem após o protótipo e antes da produção.
   Produção: documentação das características de produtos ou
   processos, controles de processo, ensaios, que ocorrem durante a
   produção em massa.
ISO/TS-16949:2002
                               Anexo A
                         Plano de Controle
A.2 - Elementos do Plano de controle
   Deve possuir como conteúdo mínimo:                 Plano de Controle
   a) Dados gerais:
      •Número do plano de controle;
      •Data de edição, data de revisão (se houver);
      •Informação específica do cliente;
      •Identificação do fornecedor (nome/ planta);
      •Número da peça/ produto;
      •Nome/ descrição da peça;
      •Nível de alteração da engenharia;
      •Fase coberta (protótipo, pré lançamento, produção);
      •Contato;
      •Número de fase de processo/ peça;
      •Nome do processo/ descrição da operação.
ISO/TS-16949:2002
                              Anexo A
                      Plano de Controle
b) Controle sobre o produto
  Características especiais;
  Outras características para controle;
  Especificações/tolerâncias.


c ) Controle sobre o processo
  Parâmetros de processo;
  Processos relativos a características especiais;
  Máquinas, dispositivos, ferramentas para manufatura.
ISO/TS-16949:2002
                               Anexo A
                        Plano de Controle
d) Métodos de verificação
    Avaliação de medida,
    Prova de erros,
    Tamanho de amostras e freqüências,
    Métodos de controle.
e) Ações corretivas e plano de reação
    Plano de ação corretiva,
    Plano de reação (incluir ou fazer referência)
 Os planos de controle podem ser por produto, ou família de produtos
 que utilizem processos comuns.
ISO/TS-16949:2002
                               Anexo A
                        Plano de Controle
d) Métodos de verificação
    Avaliação de medida,
    Prova de erros,
    Tamanho de amostras e freqüências,
    Métodos de controle.
e) Ações corretivas e plano de reação
    Plano de ação corretiva,
    Plano de reação (incluir ou fazer referência)
 Os planos de controle podem ser por produto, ou família de produtos
 que utilizem processos comuns.
ISO / TS 16949:2002

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Gestão Aplicada 3 - Aula 04
Gestão Aplicada 3 - Aula 04Gestão Aplicada 3 - Aula 04
Gestão Aplicada 3 - Aula 04Anderson Pontes
 
Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)
Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)
Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)Q2 Management
 
Gestão de compras - fornecedores, concorrência e contratação
Gestão de compras - fornecedores, concorrência e contrataçãoGestão de compras - fornecedores, concorrência e contratação
Gestão de compras - fornecedores, concorrência e contrataçãoAntonio Marcos Montai Messias
 
Manual galpoes
Manual galpoesManual galpoes
Manual galpoesJairo Luis
 
AULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptx
AULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptxAULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptx
AULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptxLucasPortilhodaCunha1
 
Pop rg 000_elaboracao_de_pop
Pop rg 000_elaboracao_de_popPop rg 000_elaboracao_de_pop
Pop rg 000_elaboracao_de_popAndreia Oliveira
 
Projeto Informacional
Projeto InformacionalProjeto Informacional
Projeto InformacionalMarcel Gois
 
Dimensionamento de um trocador de calor tipo casco e Tubo
Dimensionamento de um trocador de calor tipo casco e TuboDimensionamento de um trocador de calor tipo casco e Tubo
Dimensionamento de um trocador de calor tipo casco e TuboThomas Willams
 
Auditoria de inventários
Auditoria de inventáriosAuditoria de inventários
Auditoria de inventáriosfabioavela
 
Livro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson Rébula
Livro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson RébulaLivro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson Rébula
Livro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson RébulaProf MSc Uanderson Rebula
 
Contabilidade de Custos - Conceitos Básicos
Contabilidade de Custos - Conceitos BásicosContabilidade de Custos - Conceitos Básicos
Contabilidade de Custos - Conceitos BásicosDiego Lopes
 
Tanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleoTanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleomarcionilo neri
 
Engenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos
Engenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos FarmacêuticosEngenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos
Engenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos FarmacêuticosGeisi Rojas Barreto
 
Kanban - Aula 1.pptx
Kanban - Aula 1.pptxKanban - Aula 1.pptx
Kanban - Aula 1.pptxJanaina669059
 
Nbr 14611 desenho técnico - representação de estruturas metálicas
Nbr 14611   desenho técnico - representação de estruturas metálicasNbr 14611   desenho técnico - representação de estruturas metálicas
Nbr 14611 desenho técnico - representação de estruturas metálicasLuciano Otavio
 

Mais procurados (20)

Embalagens
EmbalagensEmbalagens
Embalagens
 
Gestão Aplicada 3 - Aula 04
Gestão Aplicada 3 - Aula 04Gestão Aplicada 3 - Aula 04
Gestão Aplicada 3 - Aula 04
 
Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)
Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)
Introdução à Norma de Desempenho (NBR 15575)
 
Fornos
FornosFornos
Fornos
 
Gestão de compras - fornecedores, concorrência e contratação
Gestão de compras - fornecedores, concorrência e contrataçãoGestão de compras - fornecedores, concorrência e contratação
Gestão de compras - fornecedores, concorrência e contratação
 
Manual galpoes
Manual galpoesManual galpoes
Manual galpoes
 
AULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptx
AULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptxAULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptx
AULA03_VALVULAS_Lucas_Portilho_da_Cunha_-_Copiar_-_Copiar.pptx
 
Pop rg 000_elaboracao_de_pop
Pop rg 000_elaboracao_de_popPop rg 000_elaboracao_de_pop
Pop rg 000_elaboracao_de_pop
 
Projeto Informacional
Projeto InformacionalProjeto Informacional
Projeto Informacional
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidade Gestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Dimensionamento de um trocador de calor tipo casco e Tubo
Dimensionamento de um trocador de calor tipo casco e TuboDimensionamento de um trocador de calor tipo casco e Tubo
Dimensionamento de um trocador de calor tipo casco e Tubo
 
Iso9000 qs9000
Iso9000 qs9000Iso9000 qs9000
Iso9000 qs9000
 
Auditoria de inventários
Auditoria de inventáriosAuditoria de inventários
Auditoria de inventários
 
Livro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson Rébula
Livro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson RébulaLivro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson Rébula
Livro pdf - Fundamentos da Contabilidade - Prof MSc Uanderson Rébula
 
Contabilidade de Custos - Conceitos Básicos
Contabilidade de Custos - Conceitos BásicosContabilidade de Custos - Conceitos Básicos
Contabilidade de Custos - Conceitos Básicos
 
Tanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleoTanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleo
 
Engenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos
Engenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos FarmacêuticosEngenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos
Engenharia Reversa para Otimização do Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos
 
Kanban - Aula 1.pptx
Kanban - Aula 1.pptxKanban - Aula 1.pptx
Kanban - Aula 1.pptx
 
Nbr 14611 desenho técnico - representação de estruturas metálicas
Nbr 14611   desenho técnico - representação de estruturas metálicasNbr 14611   desenho técnico - representação de estruturas metálicas
Nbr 14611 desenho técnico - representação de estruturas metálicas
 
Aula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da QualidadeAula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da Qualidade
 

Semelhante a ISO/TS 16949:2002 Norma para Sistemas de Gestão da Qualidade

ISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para Manufatura
ISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para ManufaturaISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para Manufatura
ISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para ManufaturaRogério Souza
 
Apostíla ISO TS 16949 2002
Apostíla ISO TS 16949 2002Apostíla ISO TS 16949 2002
Apostíla ISO TS 16949 2002Rogério Souza
 
Nbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidadeNbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidadeaparadoxo
 
Nbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidadeNbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidadeaparadoxo
 
Apostíla ISO 9001 2008
Apostíla ISO 9001 2008Apostíla ISO 9001 2008
Apostíla ISO 9001 2008Rogério Souza
 
InterpretaçãO Iso 9001 2008
InterpretaçãO Iso 9001 2008InterpretaçãO Iso 9001 2008
InterpretaçãO Iso 9001 2008Andréa Borges
 
SGD_Concepção e implementação.pptx
SGD_Concepção e implementação.pptxSGD_Concepção e implementação.pptx
SGD_Concepção e implementação.pptxmiguel498486
 
Copia di iso 9001 2000 - slides - curso
Copia di iso 9001   2000 - slides - cursoCopia di iso 9001   2000 - slides - curso
Copia di iso 9001 2000 - slides - cursopaolo grosso
 
Palestra iso 9001 ej ros (1)
Palestra iso 9001 ej ros (1)Palestra iso 9001 ej ros (1)
Palestra iso 9001 ej ros (1)Cesar Gonçalves
 
Normas iso de qualidade laboratório
Normas iso de qualidade   laboratórioNormas iso de qualidade   laboratório
Normas iso de qualidade laboratórioLuiz Messano
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptAnaCruz222982
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptAnaCruz222982
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptSusanaVieira65
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptCarla Silva
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptIsabelMaria77
 
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01Leidiane Amaral
 
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01Márcio Oliveira
 
Manual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidade
Manual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidadeManual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidade
Manual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidadeCristina Fernandes
 

Semelhante a ISO/TS 16949:2002 Norma para Sistemas de Gestão da Qualidade (20)

ISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para Manufatura
ISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para ManufaturaISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para Manufatura
ISO 9001 2000 Apresentação dos Requisitos para Manufatura
 
O que é ISO
O que é ISOO que é ISO
O que é ISO
 
Apostíla ISO TS 16949 2002
Apostíla ISO TS 16949 2002Apostíla ISO TS 16949 2002
Apostíla ISO TS 16949 2002
 
Nbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidadeNbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidade
 
Nbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidadeNbr 9001 sist gestao qualidade
Nbr 9001 sist gestao qualidade
 
Apostíla ISO 9001 2008
Apostíla ISO 9001 2008Apostíla ISO 9001 2008
Apostíla ISO 9001 2008
 
InterpretaçãO Iso 9001 2008
InterpretaçãO Iso 9001 2008InterpretaçãO Iso 9001 2008
InterpretaçãO Iso 9001 2008
 
Abnt iso9001
Abnt iso9001Abnt iso9001
Abnt iso9001
 
SGD_Concepção e implementação.pptx
SGD_Concepção e implementação.pptxSGD_Concepção e implementação.pptx
SGD_Concepção e implementação.pptx
 
Copia di iso 9001 2000 - slides - curso
Copia di iso 9001   2000 - slides - cursoCopia di iso 9001   2000 - slides - curso
Copia di iso 9001 2000 - slides - curso
 
Palestra iso 9001 ej ros (1)
Palestra iso 9001 ej ros (1)Palestra iso 9001 ej ros (1)
Palestra iso 9001 ej ros (1)
 
Normas iso de qualidade laboratório
Normas iso de qualidade   laboratórioNormas iso de qualidade   laboratório
Normas iso de qualidade laboratório
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
 
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.pptufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
ufcd1122-nooesenormasdaqualidade.ppt
 
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
 
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
Interpretaoiso90012008 12619284536064-phpapp01
 
Manual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidade
Manual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidadeManual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidade
Manual ufcd-1122-nocoes-e-normas-da-qualidade
 

Mais de Rogério Souza

Solicitacao de Cadastro
Solicitacao de CadastroSolicitacao de Cadastro
Solicitacao de CadastroRogério Souza
 
Como Usar a Regra 2+2+2 em Vendas
Como Usar a Regra 2+2+2 em VendasComo Usar a Regra 2+2+2 em Vendas
Como Usar a Regra 2+2+2 em VendasRogério Souza
 
Como Vender Mais com o KIT Itinerante
Como Vender Mais com o KIT ItineranteComo Vender Mais com o KIT Itinerante
Como Vender Mais com o KIT ItineranteRogério Souza
 
Como Usar Linha Routine Hinode
Como Usar Linha Routine HinodeComo Usar Linha Routine Hinode
Como Usar Linha Routine HinodeRogério Souza
 
Como Usar Gel Corps Hinode
Como Usar Gel Corps HinodeComo Usar Gel Corps Hinode
Como Usar Gel Corps HinodeRogério Souza
 
Treinamento Oficial Fragrancias Finas Hinode
Treinamento Oficial Fragrancias Finas HinodeTreinamento Oficial Fragrancias Finas Hinode
Treinamento Oficial Fragrancias Finas HinodeRogério Souza
 
Como Avancar no Plano de Marketing da Hinode
Como Avancar no Plano de Marketing da HinodeComo Avancar no Plano de Marketing da Hinode
Como Avancar no Plano de Marketing da HinodeRogério Souza
 
Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 e
Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 ePlanejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 e
Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 eRogério Souza
 
Roteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 f
Roteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 fRoteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 f
Roteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 fRogério Souza
 
Plano de Controle do Produto Item 7.3 d
Plano de Controle do Produto Item 7.3 dPlano de Controle do Produto Item 7.3 d
Plano de Controle do Produto Item 7.3 dRogério Souza
 
Plano de Controle de Produção Item 7.3 c
Plano de Controle de Produção Item 7.3 cPlano de Controle de Produção Item 7.3 c
Plano de Controle de Produção Item 7.3 cRogério Souza
 
Análise de Viabilidade Item 7.3 b
Análise de Viabilidade Item 7.3 bAnálise de Viabilidade Item 7.3 b
Análise de Viabilidade Item 7.3 bRogério Souza
 
Análise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 a
Análise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 aAnálise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 a
Análise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 aRogério Souza
 
Plano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de Serviços
Plano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de ServiçosPlano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de Serviços
Plano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de ServiçosRogério Souza
 
Relatório de Análise e Solução de Problemas
Relatório de Análise e Solução de ProblemasRelatório de Análise e Solução de Problemas
Relatório de Análise e Solução de ProblemasRogério Souza
 
Controle de Registros MODELO
Controle de Registros MODELOControle de Registros MODELO
Controle de Registros MODELORogério Souza
 
Instrução de Trabalho MODELO
Instrução de Trabalho MODELOInstrução de Trabalho MODELO
Instrução de Trabalho MODELORogério Souza
 

Mais de Rogério Souza (20)

Solicitacao de Cadastro
Solicitacao de CadastroSolicitacao de Cadastro
Solicitacao de Cadastro
 
HND Hyaluronic Derm
HND Hyaluronic DermHND Hyaluronic Derm
HND Hyaluronic Derm
 
Diamante 4 x 4
Diamante 4 x 4Diamante 4 x 4
Diamante 4 x 4
 
Consultor VIP600
Consultor VIP600Consultor VIP600
Consultor VIP600
 
Como Usar a Regra 2+2+2 em Vendas
Como Usar a Regra 2+2+2 em VendasComo Usar a Regra 2+2+2 em Vendas
Como Usar a Regra 2+2+2 em Vendas
 
Como Vender Mais com o KIT Itinerante
Como Vender Mais com o KIT ItineranteComo Vender Mais com o KIT Itinerante
Como Vender Mais com o KIT Itinerante
 
Como Usar Linha Routine Hinode
Como Usar Linha Routine HinodeComo Usar Linha Routine Hinode
Como Usar Linha Routine Hinode
 
Como Usar Gel Corps Hinode
Como Usar Gel Corps HinodeComo Usar Gel Corps Hinode
Como Usar Gel Corps Hinode
 
Treinamento Oficial Fragrancias Finas Hinode
Treinamento Oficial Fragrancias Finas HinodeTreinamento Oficial Fragrancias Finas Hinode
Treinamento Oficial Fragrancias Finas Hinode
 
Como Avancar no Plano de Marketing da Hinode
Como Avancar no Plano de Marketing da HinodeComo Avancar no Plano de Marketing da Hinode
Como Avancar no Plano de Marketing da Hinode
 
Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 e
Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 ePlanejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 e
Planejamento Avançado da Qualidade do Produto Item 7.3 e
 
Roteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 f
Roteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 fRoteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 f
Roteiro de Inspeção Metalográfica Item 7.3 f
 
Plano de Controle do Produto Item 7.3 d
Plano de Controle do Produto Item 7.3 dPlano de Controle do Produto Item 7.3 d
Plano de Controle do Produto Item 7.3 d
 
Plano de Controle de Produção Item 7.3 c
Plano de Controle de Produção Item 7.3 cPlano de Controle de Produção Item 7.3 c
Plano de Controle de Produção Item 7.3 c
 
Análise de Viabilidade Item 7.3 b
Análise de Viabilidade Item 7.3 bAnálise de Viabilidade Item 7.3 b
Análise de Viabilidade Item 7.3 b
 
Análise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 a
Análise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 aAnálise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 a
Análise Crítica dos Dados de Entrada Item 7.3 a
 
Plano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de Serviços
Plano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de ServiçosPlano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de Serviços
Plano de Marketing - Venda de Produtos X Prestação de Serviços
 
Relatório de Análise e Solução de Problemas
Relatório de Análise e Solução de ProblemasRelatório de Análise e Solução de Problemas
Relatório de Análise e Solução de Problemas
 
Controle de Registros MODELO
Controle de Registros MODELOControle de Registros MODELO
Controle de Registros MODELO
 
Instrução de Trabalho MODELO
Instrução de Trabalho MODELOInstrução de Trabalho MODELO
Instrução de Trabalho MODELO
 

ISO/TS 16949:2002 Norma para Sistemas de Gestão da Qualidade

  • 1. ISO/TS-16949:2002 VDA 6.1 - 1991 AVSQ - 1994 QS 9000 - 1994 ISO 9000 ISO TS 16949 EAQF - 1994 Compat. ISO 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 QS9000 – 3a.ed 1994 * Ts16949 – 1a.ed 1994 Ts16949 – 2a.ed 2000 ISO 9001:2000 Norma válida Período de transição Norma não aceita
  • 2. ISO/TS-16949:2002 1.2 Abordagem de processo Defini-se processo como uma série de tarefas ou etapas que recebem insumos e geram produtos usados para fins específicos por seu receptor, ou; Um conjunto de atividades logicamente interdependentes que, quando executadas transformam insumos em resultados que visam atender às necessidades e expectativas dos clientes.
  • 3. ISO/TS-16949:2002 A abordagem de processo, portanto, é a sistemática de identificação e gestão destas atividades e a interação entre estas mesmas atividades; Uma vantagem da abordagem de processo é o controle contínuo que é conseguido sobre os processos, as relações entre processos e a combinação e interação de processos.
  • 4. ISO/TS-16949:2002 Composição do processo: Objetivo: atender às necessidades e expectativas dos clientes internos e externos Entradas : são os insumos que o processo transforma em resultados. Processamento : conjunto de atividades interdependentes, estruturas no tempo e no espaço que transformam os insumos. Saídas (outputs): são os resultados ou o produto do processo (bens ou serviços).
  • 5. ISO/TS-16949:2002 Importância: A abordagem de processo enfatiza a importância de: a) o entendimento e atendimento dos requisitos; b) a necessidade de considerar processos em termos de valores agregados; c) obter resultados de desempenho e eficácia de processos; d) melhoria contínua de processos baseada em medidas objetivas.
  • 6. ISO/TS- ISO/TS-16949:2002 Modelo de um sistema de Gestão da Qualidade baseado em processo O diagrama “Modelo de um sistema de gestão da qualidade baseado em processo” estabelece a estrutura e elementos de um processo como definido pela cláusula 4 a 8 da ISO TS 16.949. O modelo mostra que os clientes desempenham um papel significativo em definir requisitos como “entradas”. O monitoramento da satisfação do cliente requer a avaliação da informação relativa à percepção do cliente se a organização atende os requisitos do cliente.
  • 7. ISO/TS- ISO/TS-16949:2002 • ISO/TS 16949:2002 (Geral) • Baseada em Processos Cliente Melhoria Contínua do Cliente Sistema de Gerenciamento da Qualidade Responsabilidade da Administração Gestão de Medição, Análise Recursos Satisfação e Melhoria Realização Requisitos Entrada Saída do Produto
  • 8. ISO/TS- ISO/TS-16949:2002 Foco no cliente Relacionar a abordagem de processo com o escopo da Norma traz juntos dois temas principais: principais: - O foco no cliente: de que o cliente cliente: desempenha um papel significativo na definição de requisitos como “entradas”. “entradas”. - Melhoria contínua: a necessidade de contínua: continuamente melhorar o sistema da qualidade. qualidade.
  • 9. ISO/TS-16949:2002 8.5.1 – MELHORIA CONTÍNUA 8.5.1 – MELHORIA CONTÍNUA A organização deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade por meio de uso da Política da Qualidade, Objetivos da Qualidade, Resultados de Auditorias, Análise de Dados, Ações Corretivas e Preventivas e Análise Crítica pela Direção. 8.5.1.1 – MELHORIA CONTINUA DA ORGANIZAÇÃO A organização deve definir um processo para melhoria contínua (ver exemplos no anexo B da ABNT NBR ISO 9004:2000).
  • 10. ISO/TS-16949:2002 Referência Normativa ISO 9000:2000 1.4 Termos e Definições Fornecedor ⇔ Organização ⇔ Cliente; Produto = Bens ou Serviços; Shall (deve) = Indica requisito mandatário; Should (deveria) = mandatário com certa flexibilidade; Notas = são para orientações no entendimento ou esclarecimento do requisito associado; Such as (tais como) = significa sugestão para orientação
  • 11. ISO/TS-16949:2002 1.5 Princípios de Gestão da Qualidade Foco no Cliente Liderança Envolvimento de Pessoas Abordagem de Processo Abordagem Sistêmica para Gestão Melhoria Contínua Abordagem Factual para Tomada de Decisão Benefícios mútuos nas Relações com Fornecedores. Estes princípios têm determinados o espírito e significado da série de Normas. Diretrizes de como elas podem ser implementadas é dado na ISO 9004.
  • 12. ISO/TS- ISO/TS-16949:2002 2. A Documentação do Sistema de Qualidade 2.1 Introdução: É importante que o Sistema da Qualidade seja documentado com o mínimo de documentos necessários para: Abranger todo o Sistema da Qualidade Descrever como os processos e atividades são executados e Ter as evidências que certos eventos ocorreram em conformidade com o planejado
  • 13. ISO/TS-16949:2002 2. A Documentação do Sistema de Qualidade 2.1 Níveis da Documentação: Os seguintes níveis de documentos do Sistema da Qualidade são normalmente estabelecidos por uma Organização: Nível I - Manual da Qualidade Nível II - Procedimentos Operacionais Nível III - Instruções de Trabalho Nível IV - Formulários / Registros
  • 14. ISO/TS-16949:2002 Manual da Qualidade - Nível I É um documento que define a política da qualidade e fornece uma visão geral do Sistema da Qualidade de uma Organização. Basicamente define “o que” a Organização faz para atender aos requisitos da Norma TS 16.949: A elaboração do Manual da Qualidade é obrigatória, da mesma forma, ele deve: Abranger os requisitos da Norma; Incluir ou fazer referência aos procedimentos do Sistema da Qualidade e Descrever a estrutura da documentação do Sistema
  • 15. ISO/TS-16949:2002 Procedimentos Operacionais – Nível II Os procedimentos são núcleo do Sistema da Qualidade e é através desses procedimentos que a Organização descreve “como” determinado processo é executado, definindo as responsabilidades, ações e interfaces com o Sistema da Qualidade
  • 16. ISO/TS-16949:2002 Instruções de Trabalho – Nível III São normalmente, documentos que descrevem detalhadamente como as atividades são executadas. Podem servir tanto para facilitar a compreensão de um procedimento operacional (nível II), como para controlar um processo As Instruções de Trabalho serão necessárias para o controle de processos. À medida que sua ausência possa afetar a qualidade do produto
  • 17. ISO/TS-16949:2002 Formulários e Registros – Nível IV Os registros da qualidade são a evidência objetiva de que os requisitos de qualidade foram alcançados e que os vários elementos do Sistema da Qualidade foram implementados
  • 18. ISO/TS-16949:2002 3. 1 Objetivo da Norma TS 16949: Demonstrar a capacidade em atender os requisitos do cliente ou regulamentares; Aumentar a satisfação do cliente através de melhoria contínua. Esta Especificação Técnica alinha as exigências do existente sistema da qualidade automotivo com a indústria automotiva global e evita múltiplas auditorias de certificação ISO 9001 x outros sistemas de gestão; Alinhada com ISO 14001.
  • 19. ISO/TS-16949:2002 3. 2 Uso, Aplicação e Exclusões: É aplicável a todas as plantas (“sites”) das organizações que realizam transformações de insumos em produtos: a) materiais de produção; b) peças de produção e reposição ; c) serviços de tratamento térmico, pintura, tratamento superficial e outros acabamentos, que fornecem diretamente para os signatários da TS 16.949. Para efeito da TS 16.949, site é todo local onde ocorre processo que agrega valor ao produto Somente o elemento 7.3 (Controle de projetos) pode ser considerado não aplicável pela Organização, porém o item 7.3 – projeto do processo de manufatura deve ser implementado em todas as organizações
  • 20. ISO/TS-16949:2002 3. 2 Os requisitos da TS 16949: Para a interpretação dos requisitos da TS 16.949 é necessário que se faça uma breve colocação: a diferença entre as palavras “deve(m)” e “deveria(m)”. Ambas as palavras indicam requisitos mandatórios, entretanto, a palavra “deveria(m)” permite alguma flexibilidade na implementação da metodologia. Quando o fornecedor optar por outra metodologia ou sistemática que não a indicada, ele deverá demonstrar que a alternativa empregada atende a intenção da TS 16.949
  • 21. ISO/TS-16949:2002 3.3 A Estrutura da TS 16949: Um conceito básico atrás da estrutura da TS 16949 é que os Manuais de Referência não são obrigatórios, ou seja, a Organização não necessita implementar suas atividades exatamente como descrito naqueles manuais, porém, deve seguir seus princípios visto que representam uma abordagem preferencial 3.4 Os Manuais de Referência: APQP – Planejamento Avançado da Qualidade do Produto e Plano de Controle FMEA – Análise de Modo e Efeitos de Falha Potencial MSA – Análise dos Sistemas de Medição CEP – Fundamentos do Controle Estatístico do Processo PPAP – Processo de Aprovação de Peça da Produção
  • 22. ISO/TS-16949:2002 3.5 Outras Normas e Guias: O conjunto de guias e Normas é complementado pela ISO 9000:2000 que contém definições e Conceitos da Qualidade, pela ISO 9001:2000 que informa sobre os Requisitos do Sistema da Qualidade em geral e as Normas ISO 19011 que oferecem critérios de como organizar o processo de auditorias incluindo a qualificação de auditores. A Norma ISO 9004 é um documento de uso interno por uma Organização, ou seja, não tem aplicação contratual. Não é seu objetivo servir como orientação à Norma ISO 9001 (guia de diretriz para melhoria).
  • 23. ISO/TS-16949:2002 4. Sistemas de Gestão da Qualidade 4.1. Requisitos Gerais Estabelecer, manter e documentar o SGQ; Melhorar continuamente a sua eficácia; Identificar os processos necessários; Determinar sua seqüência e interação; Determinar os critérios e métodos para operação e controle; Implementar ações de correção e melhoria; Tratar parceiros e fornecedores como parte do SGQ. 4.1.1. Requisitos Gerais - Suplemento Controle sobre processos terceirizados.
  • 24. ISO/TS-16949:2002 4.2. Requisitos de Documentação 4.2.1. Generalidades Política da Qualidade; Manual da Qualidade; Procedimentos requeridos; Documentos importantes ou necessários; Registros. 4.2.2. Manual da Qualidade Escopo, justificativas para exclusões, procedimentos e interação entre processos.
  • 25. ISO/TS-16949:2002 4.2.3. Controle de Documentos Procedimento documentado; Aprovação antes da emissão; Análise crítica e atualização periódica; Identificação da situação de aprovação e revisões; Revisões atuais nos postos e trabalho e controle sobre obsoletos. Legibilidade e identificação; Origem externa; Não requer lista mestra. 4.2.3.1. Especificações de Engenharia Implementação em até duas semanas.
  • 26. ISO/TS-16949:2002 4.2.4. Controle de Registros da Qualidade Procedimento documentado; Registro são um tipo de documento; Registros da Qualidade Legíveis, identificáveis e recuperáveis. 4.2.4.1. Retenção de Registros Período de retenção pré-estabelecido para alguns registros.
  • 27. ISO/TS-16949:2002 5. Responsabilidade da Direção 5.1. Comprometimento da direção Consolidação do Sistema de Gestão da Qualidade através do comprometimento; Administração x Direção; Comunicação para conscientização; Estabelecimento da Política da Qualidade, objetivos e condução da Análise Crítica pela Direção. 5.1.1. Eficiência do processo Análise da eficiência dos processos.
  • 28. ISO/TS-16949:2002 5.2. Foco no Cliente Enfoque voltado para a satisfação do cliente (7.2.1. e 8.2.1.). 5.3. Política da Qualidade Atendimento aos requisitos e melhoria Política da Qualidade contínua; Possibilitar a análise através de medição de objetivos; Comunicação em todos os níveis; Manutenção da adequação e pertinência.
  • 29. ISO/TS-16949:2002 5.4. Planejamento 5.4.1. Objetivos da Qualidade Objetivos mensuráveis em níveis adequados; Coerência com a política. 5.4.1. Objetivos da Qualidade - Suplemento Incluir no plano de negócios. 5.4.2. Planejamento do Sistema de Gestão da Qualidade Planejar o SGQ para o atendimento aos requisitos (PDCA); Verificação da integridade contra mudanças.
  • 30. ISO/TS-16949:2002 5.5. Responsabilidade, autoridade e comunicação 5.5.1. Responsabilidade e autoridade Responsabilidades e autoridades definidas e comunicadas. 5.5.1.1. Responsabilidade pela Qualidade Direção prontamente informada sobre não-conformidades; Responsável com autoridade para interromper a produção.
  • 31. ISO/TS-16949:2002 5.5.2. Representante da Direção Designar um Representante da Direção (RD); Estabelecimento, manutenção, implementação, relato e conscientização. 5.5.2.1. Representante do Cliente Designar um Representante com responsabilidade e autoridade para garantir e comunicar os requisitos do Cliente. 5.5.3. Comunicação Interna Relacionada à qualidade do produto; Comunicação da Direção aos demais níveis; Dados referentes ao desempenho do SGQ.
  • 32. ISO/TS-16949:2002 5.6. Análise Crítica pela Direção 5.6.1. Generalidades Análise periódica, a intervalos, da pertinência, adequação e eficácia; Incluir propostas de melhoria, mudanças no SGQ, PQ e objetivos; Registrar as decisões e a execução. 5.6.1.2. Performance do Sistema de Gestão da Qualidade Avaliar efetividade do SGQ; Resultados registrados e melhorados.
  • 33. ISO/TS-16949:2002 5.6.2. Entradas para a Análise Crítica Resultados de auditoria; Realimentações de clientes; Desempenho de processo e conformidade de produtos; Situação de ações corretivas e preventivas; Acompanhamento de ações determinadas em ACD anteriores; Mudanças do SGQ; Recomendações para melhoria. 5.6.1.2. Entradas para a Análise Crítica - Suplemento Análise das falhas atuais e potenciais e seus impactos.
  • 34. ISO/TS-16949:2002 5.6.3. Saídas para a Análise Crítica Melhoria da eficácia do SGQ e processos; Melhoria do produto; Recursos.
  • 35. ISO/TS-16949:2002 6. Gestão de recursos 6.1. Provisão de recursos Recursos para estabelecer, implementar e manter o SGQ; Aumentar a satisfação através do atendimento e eventual superação dos requisitos. 6.2. Recursos Humanos 6.2.1. Generalidades Assegurar a competência através de educação, treinamento, habilidade e experiência.
  • 36. ISO/TS-16949:2002 6.2.2. Competência, Conscientização e Treinamento Determinar a competência necessária; Promover o alcance da competência; Analisar a eficácia das ações; Conscientizar o pessoal da importância das funções para o SGQ; Manter registros da competência. 6.2.2.1. Habilidades para Projeto de Produto Profissional capacitado para realização do projeto; Ferramentas e técnicas aplicáveis identificadas.
  • 37. ISO/TS-16949:2002 6.2.2.2. Treinamento Procedimento documentado; Pessoal qualificado, visando a satisfação do cliente.
  • 38. ISO/TS-16949:2002 6.2.2.3. Treinamento no posto de trabalho Treinamento “on the job” para todos novos funcionários ou remanejados, que afetem a qualidade do produto. 6.2.2.4. Motivação e capacitação dos funcionários Visando melhoria contínua e meios para promover inovações; Mensurar a importância dos colaboradores.
  • 39. ISO/TS-16949:2002 6.3. Infra-estrutura Necessária para alcançar os requisitos do produto; Edifício, espaço de trabalho e instalações associadas; Equipamentos de processo; Serviços de apoio. 6.3.1. Planta, instalações e planejamento de equipamentos Grupo multidisciplinar para o desenvolvimento; Métodos deverão ser desenvolvidos e executados para avaliar e monitorar a eficácia das operações existentes.
  • 40. ISO/TS-16949:2002 6.3.2. Planos de Contingência Devem ser preparados planos de contingência a fim de garantir razoável proteção ao fornecimento de produtos ao cliente. 6.4. Ambiente de Trabalho Condições necessárias ao atendimento aos requisitos do produto; Condições ambientais adequadas; Relacionamento interpessoal; Equipamentos que facilitem a rotina do pessoal.
  • 41. ISO/TS-16949:2002 6.4.1. Segurança dos funcionários para alcançar a qualidade do produto Segurança do produto e meios para minimizar potenciais riscos aos funcionários devem ser adotados pela organização; Especialmente no projeto e no desenvolvimento de processos e nas atividades de produção. 6.4. Limpeza das instalações As instalações devem ser mantidas limpas e organizadas, de maneira adequada aos produtos e processos.
  • 42. ISO/TS-16949:2002 7. Realização do produto 7.1. Planejamento da realização do produto Planejamento e desenvolvimento de processos para realização; Objetivos da qualidade e requisitos do produto; Processos e recursos específicos; Controle e critérios de aceitação; Registros de controle. 7.1.1. Planejamento da realização do produto - Suplemento Deve ser elaborado um plano da qualidade o qual inclua os requisitos dos clientes e referencia às especificações técnicas aplicáveis.
  • 43. ISO/TS-16949:2002 7.1.2. Critérios de aceitação Critérios de aceitação para dados por atributos devem ser zero defeitos; Deve ser definido e, quando requerido, aprovado pelo cliente. 7.1.3. Confidêncialidade Deve ser assegurado a confidêncialidade de produtos, projetos e desenvolvimentos e informações dos produtos do cliente.
  • 44. ISO/TS-16949:2002 7.1.4. Controle de alterações Processo para controlar e tomar ações para as alterações que tenham impacto na realização do produto; Validados antes da implantação; Revisados com o cliente. 7.2. Processos relacionados a clientes 7.2.1. Determinação de requisitos relacionados ao produto Requisitos especificados pelos clientes; Requisitos implícitos, porém necessários; Requisitos estatutários e regulamentares; Requisitos adicionais.
  • 45. ISO/TS-16949:2002 7.2.1.1. Determinação das características especiais do cliente Demonstrar conformidade com os requisitos do cliente para determinar, documentar e controlar características especiais. 7.2.2. Análise crítica dos de requisitos relacionados ao produto Análise antes de assumir compromissos; Definição dos requisitos; Eliminação de dúvidas antes da venda; Garantia da existência de capacidade técnica, financeira e comercial; Registro de todas as análises; Confirmar requisitos não-declarados formalmente; Controle sobre emendas; Catálogos e material publicitários podem garantir que o cliente conhece os requisitos e concorda com os mesmos.
  • 46. ISO/TS-16949:2002 7.2.2.1. Análise crítica dos de requisitos relacionados ao produto - Suplemento Renunciar a exigência da revisão formal requererá a autorização do cliente. 7.2.2.2. Estudo de viabilidade Analisar, confirmar e documentar o estudo de viabilidade. 7.2.3. Comunicação com o cliente Informações concernentes ao produto; Tratamento de consultas, contratos ou pedidos; Realimentação por via de sugestões ou críticas.
  • 47. ISO/TS-16949:2002 7.2.3.1. Comunicação com o cliente - Suplemento Ter capacidade de transmitir as informações necessárias, conforme especificado pelo cliente. 7.3. Projeto e desenvolvimento 7.3.1. Planejamento do projeto e desenvolvimento Estágios do processo de desenvolvimento; Análise crítica, verificação e validação em cada etapa em que sejam aplicáveis; Definição de responsabilidades e autoridades.
  • 48. ISO/TS-16949:2002 7.3.1.1. Grupo multidisciplinar Utilizar equipe multidisciplinar para preparar a realização do produto. 7.3.2. Entradas de projeto e desenvolvimento Requisitos de funcionamento e desempenho; Requisitos regulamentares e estatutários aplicáveis; Informações de projetos similares; Outros requisitos.
  • 49. ISO/TS-16949:2002 7.3.2.1. Entradas de projeto do produto Identificar, documentar e revisar as entradas do projeto do produto. 7.3.2.2. Entradas de projeto do processo de produção Identificar, documentar e revisar as entradas do projeto do processo. 7.3.2.2. Características especiais Identificar as características especiais; incluí-las nos planos de controle; Utilizar símbolos e definições requeridas pelo cliente; Todos os documentos e processos envolvidos com tais características devem ser identificados e atendidos.
  • 50. ISO/TS-16949:2002 7.3.3. Saídas de projeto e desenvolvimento Características e especificações que atendam aos requisitos de produto; Informações que permitam a aquisição, produção ou fornecimento do produto; Critérios de aceitação; Características que garantam o uso seguro o produto. 7.3.3.1. Saídas de projeto do produto - Suplemento Deve ser expresso em termos que possam ser verificados e validados com os requisitos de entrada de projeto do produto.
  • 51. ISO/TS-16949:2002 7.3.3.2. Saídas de projeto do processo de produção Deve ser expresso em termos que possam ser verificados e validados com os requisitos de entrada de projeto do processo. 7.3.4. Análise crítica de projeto e desenvolvimento Avaliar a capacidade dos dados gerados em atender aos requisitos; Identificar problemas e propor ações necessárias.
  • 52. ISO/TS-16949:2002 7.3.4.1. Monitoramento Definir, analisar e registrar as medições dos estágios do projeto e desenvolvimento. 7.3.5. Verificação de projeto e desenvolvimento Verificar se os resultados atendem aos dados de entrada; Registro dos resultados devem ser mantidos. 7.3.6. Validação de projeto e desenvolvimento Assegurar que o produto esta conforme os requisitos; Quando aplicável, deve ser concluído antes da entrega ou implantação o produto; Registro dos resultados devem ser mantidos.
  • 53. ISO/TS-16949:2002 7.3.6.1. Validação de projeto e desenvolvimento - Suplemento Atender requisitos do cliente, incluindo programação. 7.3.6.2. Programa de protótipos Quando requerido pelo cliente, deve ser definido um programa de protótipos. Sempre que possível, na construção dos protótipos devem ser utilizados os mesmos fornecedores, ferramentas e processos quais serão utilizados na produção. As atividades de teste de performance deve ser monitorada e completada a tempo conforme especificado. Quando utilizar fornecedores, a organização deve exercer liderança técnica.
  • 54. ISO/TS-16949:2002 7.3.6.3. Processo de aprovação do produto Deve ser atendido o processo de aprovação de produto e processo definidos/reconhecidos pelo cliente.. 7.3.7. Controle de alterações de projeto e desenvolvimento Identificação das alterações; Análise Crítica, Verificação e Validação; Impacto sobre a documentação do SGQ; Impacto sobre componentes ou produtos já entregues..
  • 55. ISO/TS-16949:2002 7.4. Aquisição 7.4.1. Processo de aquisição Assegurar que os produtos entregues estejam de acordo com o especificado no pedido; Selecionar fornecedores com base na capacidade; Manter registros das avaliações de capacidade. 7.4.1.1. Atendimento aos requisitos regulatórios Todos os itens adquiridos ou utilizados no produto devem satisfazer os requisitos regulatórios pertinentes.
  • 56. ISO/TS-16949:2002 7.4.1.2. Desenvolvimento do SGQ do fornecedor Objetivo: conformidade com a ISO/TS 16949:2000. 7.4.1.3. Fornecedores aprovados pelo cliente Quando especificado em contrato, a aquisição pode ser realizada por Fornecedores Qualificados fornecedores aprovados; A utilização destes fornecedores não isenta a organização da responsabilidade da qualidade dos produtos.
  • 57. ISO/TS-16949:2002 7.4. 2. Informações de aquisição Descrição das características do produto; Critérios para aprovação; Qualificação de pessoal; Requisitos de SGQ. 7.4.3. Verificação do produto adquirido Inspeções adequadas; Inspeções nas instalações do fornecedor.
  • 58. ISO/TS-16949:2002 7.4.3.1. Qualidade o produto adquirido Assegurar a qualidade dos produtos adquiridos, utilizando um ou mais métodos, como inspeção de recebimento, dados estatísticos, recebimento, etc. 7.4.3.2. Monitoramento dos fornecedores Performance deve ser avaliada através dos indicadores de devolução pela qualidade do produto, devolução de cliente, performance de devolução e reclamações de cliente; Monitoramento da performance dos processos de produção.
  • 59. ISO/TS-16949:2002 7.5. Produção e fornecimento de serviço 7.5.1. Controle de produção e fornecimento de serviço Informações que descrevam as características; Instruções de trabalho, quando necessário; Disponibilidade e uso de dispositivos de medição e monitoramento; Liberação, entrega e atividades pós-entrega. 7.5.1.1. Plano de controle Desenvolver planos de controle para todos níveis; Planos para pré-lançamento e produção; Planos devem incluir lista de controles, controle das características especiais, informações requeridas pelo cliente e planos de reação; Criticamente analisados e atualizados após alterações.
  • 60. ISO/TS-16949:2002 7.5.1.2. Instruções de trabalho Para todos funcionários cujas atividades afetem a qualidade do produto; Acessíveis no local de uso; Derivadas dos plano da qualidade, do plano de controle e dos processos de produção. 7.5.1.3. Verificação da preparação da produção (set-up) No início de produção, troca de material ou troca de operador; Instruções de trabalho disponíveis; Métodos estatísticos onde apropriado; Comparação com a última peça produzida.
  • 61. ISO/TS-16949:2002 7.5.1.4. Manutenção preventiva e preditiva Sistema planejado; Métodos de manutenção preditiva; Preservação de equipamentos, ferramental e dispositivos; Disponibilidade de peças de reposição; Objetivos de melhoria. 7.5.1.5. Gerenciamento de ferramental Recursos técnicos adequados para projetos; Sistema de gerenciamento de ferramental.
  • 62. ISO/TS-16949:2002 7.5.1.6. Lista de produção Alcançar os requisitos do cliente; Nas etapas chave dos processos. 7.5.1.7. Retorno das informações de serviço Processo de comunicação estabelecido e mantido. 7.5.1.8. Serviço de acordo com o cliente Verificar a eficiência do serviço de outras organizaçãos, de outras ferramentas e equipamentos de medição e o treinamento dos prestadores de serviço.
  • 63. ISO/TS-16949:2002 7.5.2. Validação dos Processos de Produção e Fornecimento de Serviços Definir critérios para análise crítica e aprovação de processos especiais; Aprovar o equipamento e/ou pessoal envolvido; Métodos específicos, se necessário; Registrar os resultados; Revalidar eqpto. / pessoal a intervalos prescritos. 7.5.2.1. Validação dos Processos de Produção e Fornecimento de Serviços - Suplemento Devem ser aplicados a todos os processos de produção e realização de serviço.
  • 64. ISO/TS-16949:2002 7.5.3. Identificação e Rastreabilidade Prevenir o uso inadvertido; Permitir o rastreamento de dados de medição e monitoramento. 7.5.3.1. Identificação e Rastreabilidade - Suplemento Todos os produtos devem ser identificados. 7.5.4. Propriedade do Cliente Identificar; Proteger; Verificar; Salvaguardar; Informar em caso de não-conformidade, dano ou extravio.
  • 65. ISO/TS-16949:2002 7.5.4.1. Ferramentais de propriedade do cliente Propriedade das ferramentas e equipamentos devem ser visivelmente distinguidos. 7.5.5. Preservação do Produto Identificação; Manuseio; Embalagem; Armazenamento; Proteção.
  • 66. ISO/TS-16949:2002 7.5.5.1. Armazenamento e inventário Auditar condição do produto no estoque em intervalos planejados; Gerenciamento do inventário; Otimizar o giro do estoque; Primeiro que entra primeiro que sai (FIFO); Tratar produtos obsoletos como não-conformes.
  • 67. ISO/TS-16949:2002 7.6. Controle de Dispositivo de Medição de Monitoramento Calibração ou verificação a intervalos prescritos ou antes o uso; Ajuste; Identificação da situação; Lacre; Proteção contra danos e deterioração (manuseio, armazenamento); Controle sobre programas de ensaio (softwares). 7.6.1. Análise do sistema de medição Utilizar ferramentas estatísticas apropriadas para se detectar a variação presente nos resultados de cada tipo de sistema de medição; Os métodos utilizados devem ser aqueles definidos pelos clientes nos seus manuais de referência.
  • 68. ISO/TS-16949:2002 7.6.2. Registros de calibração / verificação Padrão de calibração; Revisões seguindo as alterações de engenharia; Qualquer leitura fora da especificação conforme recebido para calibração / verificação; Avaliação o impacto de condições fora do especificado; Situação de conformidade a especificação após calibração / verificação; Notificação ao cliente se materiais ou produtos suspeitos foram embarcados. CALIBRATED
  • 69. ISO/TS-16949:2002 7.6.3. Requisitos de laboratório 7.6.3.1. Laboratórios internos Escopo definido e incluso na documentação do SGQ; Especificar e implantar procedimentos e testes do produto; Definir competência dos funcionários do laboratório; Ter capacidade de atender normas aplicáveis; Analisar criticamente os registros; Certificação ISO/IEC 17025 para demonstrar conformidade. 7.6.3.2. Laboratórios externos Escopo do laboratório deve atender aos requisitos da organização; Certificado ISO/IEC 17025 ou equivalente nacional.
  • 70. ISO/TS-16949:2002 8. Medição análise e melhoria 8.1. Generalidades Demonstrar a conformidade do produto; Assegurar a conformidade do SGQ; Melhorar continuamente a eficácia do SGQ. 8.1.1. Identificação de ferramentas estatísticas Ferramentas estatísticas adequadas para cada processo; Definidas durante o planejamento da qualidade do produto e incluídas nos planos de controle.
  • 71. ISO/TS-16949:2002 8.1.2. Conhecimento de conceitos estatísticos básicos Conhecer os conceitos estatísticos; Tais como: • Variação • Estabilidade • Capabilidade • Super controle, etc.
  • 72. ISO/TS-16949:2002 8.2. Medição e monitoramento 8.2.1. Satisfação dos clientes Determinar canais de recepção; Análise; Conversão em ações. 8.2.1.1. Satisfação dos clientes - Suplemento Monitorada através da melhoria contínua da performance dos processos; Indicadores devem ser estabelecidos e suportados por informações objetivas .
  • 73. ISO/TS-16949:2002 8.2.2. Auditoria interna Procedimento documentado; Planejar de acordo com a situação e importância dos processos; Levar em conta modificações profundas nos processos; Determinar os responsáveis pelas áreas auditadas, bem como responsáveis pelas ações e acompanhamento; Determinar a qualificação mínima da equipe auditora (interna ou externa); Ações corretivas em tempo hábil.
  • 74. ISO/TS-16949:2002 8.2.2.1. Auditoria do Sistema de Gestão da Qualidade Verificar a conformidade com a ISO/TS 16949:2000 e outros requisitos do SGQ. 8.2.2.2. Auditoria de processos Processo produtivo, e realização do produto e processo a fim de determinar a efetividade do sistema. 8.2.2.3. Auditoria do produto Auditorias em estágios apropriados da produção, para verificar o atendimento a todos os requisitos especificados; Realizadas em uma freqüência apropriada.
  • 75. ISO/TS-16949:2002 8.2.2.4. Planejamento da Auditoria interna Cobrir todas as atividades e turnos de trabalho; Ser programadas de acordo com um plano anual; Incrementar a freqüência das auditorias internas em função de não- conformidades ou reclamações do cliente. 8.2.2.5. Qualificação do Auditor interno Auditores com qualificação ISO/TS 16949:2000.
  • 76. ISO/TS-16949:2002 8.2.3. Medição e monitoramento dos processos Estabelecer e executar monitoramento da eficácia dos processos críticos da organização. 8.2.3.1. Medição e monitoramento dos processos de produção Estudo de performance de todos os novos processos de produção, para verificar a capacidade e prover entradas de controle; Estudo documentado; Plano de controle e diagrama do processo implantados; Registrar eventos significativos do processo (troca de ferramenta, manutenção); Iniciar plano de reação para características instáveis ou não capazes.
  • 77. ISO/TS-16949:2002 8.2.4. Medição e monitoramento de produto Verificar a capacidade em atender aos requisitos especificados; Evidenciar os resultados das medições e monitoramentos; Identificação das responsabilidades; Prevenir o uso ou embarque, em caso de não-conformidade, até que o cliente ou autoridade pertinente aprove a situação atual. 8.2.4.1. Inspeção de layout e teste funcional Para todos os produtos especificados nos planos de controle; Registros disponíveis para análise crítica do cliente.
  • 78. ISO/TS-16949:2002 8.2.4.2. Itens de aparência Para itens definidos pelo cliente como “itens de aparência”, deve ser considerado: Iluminação adequada para áreas de avaliação, Padrões de cor, granulometria, brilho, textura, Metalização, distinção de imagem (DOI), Manutenção e controle dos padrões de aparência e equipamentos de avaliação, Verificação quanto a qualificação das pessoas que realizam avaliações dos itens de aparência.
  • 79. ISO/TS-16949:2002 8.3. Controle de produto não-conforme Procedimento documentado; Atividades para eliminar a não-conformidade; Aprovações condicionais; Reclassificação. 8.3.1. Controle de produto não-conforme - Suplemento Tratar como não-conforme produtos não identificados ou suspeitos. 8.3. 2. Controle de produto retrabalhado Instruções de trabalho disponíveis para utilização do pessoal que executa esta função.
  • 80. ISO/TS-16949:2002 8.3.4. Informação ao cliente Informado prontamente do caso de embarque de produto não- conforme . 8.3.5. Derroga ao cliente Concessão ou desvio para processo diferente do atualmente aprovado; Registro da validade ou quantidade autorizada; Conformidade com os requisitos originais ou alterados quando a autorização expirar; Embarque identificado adequadamente; Desvios internos (relacionados com a qualidade do produto), acordados com o cliente.
  • 81. ISO/TS-16949:2002 8.4. Análise de dados Dados de satisfação (e insatisfação) de clientes; Conformidade com os requisitos do produto; Características e tendências de processo; Oportunidades de ações preventivas; Dados relativos a fornecedores. 8.4.1. Análise e uso de dados Tendências operacionais e da qualidade X progresso relativo aos objetivos; Apoiar desenvolvimento de soluções de problemas relacionados ao cliente; Determinar tendências-chave relacionadas ao cliente; Pesquisa de mercado e avaliação da concorrência / parceiros.
  • 82. ISO/TS-16949:2002 8.5. Melhoria 8.5.1. Melhoria contínua Política da Qualidade; Objetivos da Qualidade; Resultados de Auditorias; Análise de Dados; MELHORIA Ações corretivas e preventivas; CONTÍNUA Análises críticas pela direção. 8.5.1.1. Melhoria contínua da organização Definir um processo para melhoria contínua (ver anexo B da ISO 9004:2000).
  • 83. ISO/TS-16949:2002 8.5.1.2. Melhoria do processo de manufatura Focar continuamente controle e redução da variação nas características do produto e nos parâmetros do processo; Implementada uma vez que os processos de manufatura são estáveis e capazes ou atendem aos requisitos do cliente; Evidencia através da evolução dos dados de estabilidade e capacidade do processo.
  • 84. ISO/TS-16949:2002 8.5.2. Ação corretiva Análise crítica do problema; Determinação das causas; Ações corretivas; Implementações; Ação corretiva Registros e análise crítica das ações executadas. = Providências tomadas para evitar a repetição
  • 85. ISO/TS-16949:2002 8.5.2.1. Solução de problemas Identificação e eliminação da causa raiz; Não conformidades externas devem ser respondidas no formato exigido pelo cliente. 8.5.2.2. Prevenção de erros Métodos de prevenção de erro nos processos de ação corretiva; Dispositivos “poka-yoke” devem ser priorizados. 8.5.2.3. Impacto da ação corretiva A ação corretiva tomada deve ser estendida a outros processos e produtos similares, a fim de se eliminar a causa de não conformidade.
  • 86. ISO/TS-16949:2002 8.5.2.4. Análise / ensaio de produtos rejeitados Analisar, registrar e aplicar (quando aplicável) ações corretivas; Deve ser minimizado o tempo deste processo. 8.5.3. Ação preventiva Definição de causas potenciais; Ações preventivas; Implementações; Ação preventiva Registros e análise crítica das ações = executadas. Providências para evitar a ocorrência de falhas potenciais (futuras)
  • 87. ISO/TS-16949:2002 Anexo A Plano de Controle A.1 - Fases do Plano de controle Protótipos: descrição dimensional, materiais e desempenho que irão ocorrer durante a construção do protótipo. Pré-lançamento:descrição dimensional, materiais e desempenho, que ocorrem após o protótipo e antes da produção. Produção: documentação das características de produtos ou processos, controles de processo, ensaios, que ocorrem durante a produção em massa.
  • 88. ISO/TS-16949:2002 Anexo A Plano de Controle A.2 - Elementos do Plano de controle Deve possuir como conteúdo mínimo: Plano de Controle a) Dados gerais: •Número do plano de controle; •Data de edição, data de revisão (se houver); •Informação específica do cliente; •Identificação do fornecedor (nome/ planta); •Número da peça/ produto; •Nome/ descrição da peça; •Nível de alteração da engenharia; •Fase coberta (protótipo, pré lançamento, produção); •Contato; •Número de fase de processo/ peça; •Nome do processo/ descrição da operação.
  • 89. ISO/TS-16949:2002 Anexo A Plano de Controle b) Controle sobre o produto Características especiais; Outras características para controle; Especificações/tolerâncias. c ) Controle sobre o processo Parâmetros de processo; Processos relativos a características especiais; Máquinas, dispositivos, ferramentas para manufatura.
  • 90. ISO/TS-16949:2002 Anexo A Plano de Controle d) Métodos de verificação Avaliação de medida, Prova de erros, Tamanho de amostras e freqüências, Métodos de controle. e) Ações corretivas e plano de reação Plano de ação corretiva, Plano de reação (incluir ou fazer referência) Os planos de controle podem ser por produto, ou família de produtos que utilizem processos comuns.
  • 91. ISO/TS-16949:2002 Anexo A Plano de Controle d) Métodos de verificação Avaliação de medida, Prova de erros, Tamanho de amostras e freqüências, Métodos de controle. e) Ações corretivas e plano de reação Plano de ação corretiva, Plano de reação (incluir ou fazer referência) Os planos de controle podem ser por produto, ou família de produtos que utilizem processos comuns.
  • 92. ISO / TS 16949:2002