Rochedo/MS

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Resumo histórico do município de Rochedo.

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  • Meus pais José Amancio de Sousa/Vicência Bezerra de Sousa foram próceres em Rochedo-MS, minha querida e inesquecível cidade. Sinto seus nomes não constarem como pioneiros e que muito contribuiram, principalmente na Educação e Cultura. O IHGMS por meio do Prof. Campestrini desejo que a História do Rochedo seja fidedigna como li no comentário postado por D. Maria Pereira, se nào me engano. Desde já agradeço. Sou autor do Hino Municipal. Sds D
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Rochedo/MS

  1. 1. Rochedo - MS<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />Os primeiros desbravadores chegam em 1889 iniciando assim o ciclo da pecuária na região. Depois outros proprietários fixaram até 1929, com destaque para os fazendeiros:<br />Olivério Rodrigues da Luz, da Fazenda Federação; <br />Sóterde Araújo França, da Fazenda Ceroula, depois Sapé e hoje Auriverde; <br />Zico Aristes Dias Vieira, Fazenda Varjão e outros.<br />
  3. 3. Vieram depois os garimpeiros nos anos 1930 a 1948 e assim plantaram a pedra fundamental da criação do município. <br />Foram dezoito anos de garimpagem do diamante às margens e no leito do rio Aquidauana e afluentes, movimentando naquela época mais de cinco mil pessoas.<br />
  4. 4. O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO<br />Data do final do século XIX a chegada dos primeiros colonizadores ao atual município de Rochedo, oriundos de diversas regiões do país, que se apossaram de diversas áreas rurais, assim distribuídas:<br />
  5. 5. O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO<br />Fazenda Sapé e das Crianças, região da Areia;<br />Fazenda Campo Alegre e Barreiro, região Campo Alegre;<br />Faz. Salto do Jatobá e Pastinho, região do Jatobá;<br />Faz. Varjão e Água Limpa, região da Baeta;<br />Faz. São João e São João Novo, região do São João;<br />Fazenda Federação.<br />
  6. 6. O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO<br />Fazendeiros como Olivério Rodrigues da Luz, Sóter de Araújo França, José Alves Quito, coronel José Alves Ribeiro, Joaquim Gomes Sandim, entre outros e seus descendentes tornaram-se abastados com a posse gratuita das terras nuas, não só dividindo-as entre seus filhos como também regularizando-as, para negociá-las com novos proprietários.<br />
  7. 7. O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO<br />Os antigos fazendeiros tornaram-se os bandeirantes, produziam só para a sua subsistência, com exceção de alguns que vendiam seus produtos para os comerciantes do garimpo. <br />Foram os primeiros que chegaram e se apossaram das terras; alguns se tornaram grandes exportadores de pedras preciosas, o diamante, tais como os capanngueirosNelson de Castro e Enéas Bello.<br />
  8. 8. A CHEGADA DOS GARIMPEIROS<br />A chegada dos garimpeiros às margens do rio Aquidauana, pela notícia da presença de diamantes na região, mexeu com a tranqüilidade dos apossados, estimulou os governantes a desapropriar as terras das regiões ribeirinhas para os garimpeiros e também como solução para evitar possíveis invasões das propriedades; daí inicia a desapropriação de terras, como por exemplo do coronel Quito de 1500 hectares dos 97.000 que possuía. Nas regiões de Rochedo e Corguinho.<br />
  9. 9. Novembro,2010<br />
  10. 10. O GARIMPO<br />Primeiros garimpeiros:<br />O mineiro José Barão;<br />O maranhense Olímpio Lira;<br />O cearense Delfino Vanderley;<br />O baiano José Antonio;<br />
  11. 11. OS GARIMPEIROS<br />Chegaram em meados de Julho de 1930, vindos da região nordeste do país e de Minas Gerais à procura de garimpos de diamante edificaram a primeira moradia ao lado das grandes rochas (rochedos), origem do nome que a cidade veio a receber.<br />Exemplo de garimpo<br />
  12. 12. OS GARIMPEIROS<br />Tão logo o garimpo teve início, outros garimpeiros, em 1931, aqui chegaram: Aparício Menezes Cunha, Severino Mourão Buriti, João Avelino de Souza, Afonso de Araújo Passos, Albino Coimbra, João da Silva, José Amancio de Souza e outros, que com suas famílias constituíram a primeira povoação de Rochedo.<br />
  13. 13. O GARIMPO<br />O garimpo de diamante em Rochedo localizava-se inicialmente à margem esquerda do rio Aquidauana, chegando a ser praticado desde a barra do córrego Jatobá com o rio Aquidauana até as regiões da Sibéria, próximo à cidade de Rio Negro; no entanto, onde mais se encontrou diamante foi nas regiões de Rochedo e Corguinho.<br />
  14. 14. DE POVOADO A CURRUTELA<br />Com o aumento do número de garimpeiros, a região passou , de povoado a currutela; esta era constituída dos garimpos de Rochedo, Corguinho, Galo Cru, Baianópolis e Fala Verdade.<br />
  15. 15.
  16. 16. PRINCIPAIS GARIMPOS<br />Galo Cru<br /> Carrapato<br />Lajeado, na zona rural próximo ao núcleo comercial de Rochedo.<br />
  17. 17. Ponte sobre o rio carrapato<br />
  18. 18. O GARIMPO<br />Encontravam-se nesse período no garimpo mais de 3.500 garimpeiros, sendo destes 1.500 só em Rochedo e aqui viviam ainda os comerciantes, as famílias dos garimpeiros e funcionários;<br />o garimpo era a maior fonte de renda do lugar e, embora circulasse muito dinheiro, o padrão de vida era baixo, como costumavam dizer: dinheiro de garimpeiro não tinha dono, pois gastavam tudo em festas, jogos de carteado e mulheres de um cabaré, em Campo Grande, conhecido como Fecha Nunca.<br />
  19. 19. O MODO DE VIDA<br />Os garimpeiros eram na maioria nordestinos que chegavam sem família e moravam em grupos de sete a quinze homens, habitando barracões cobertos de palha de indaiá, com um fogão a lenha, e se revezavam no preparo da comida; só aqueles que possuíam família moravam em casa de taipa, coberta com palha de indaiá, sendo as melhores com paredes barreadas<br />
  20. 20. O MODO DE VIDA<br />Eles trabalhavam independentes para si próprios ou para um patrão meia-praça, pois recebiam dinheiro ou gêneros alimentícios mensalmente; ou meia-praça de caldeirão, isto é, alimentavam-se na casa do patrão e o lucro da venda dos diamantes era dividido com ele.<br />
  21. 21. O DIAMANTE<br />O primeiro diamante, uma linda pedra com dezesseis quilates, brilhava ao sol nas mãos do baiano José Antonio e assim outras foram encontradas e fez com que a população aumentasse.<br />
  22. 22. O DIAMANTE<br />Quando pegava uma pedra grande, o garimpeiro ia a Campo Grande e lá a vendia; comprava às vezes um Ford-29 e levava as várias meninas para a região onde ele garimpava e colocava-as em casas cobertas de palha de indaiá; ali ficavam até acabar o dinheiro.<br />
  23. 23. O COMÉRCIO<br />O comércio local abastecia quase toda a região com secos e molhados, tecidos, calçados, equipamentos para o trabalho de campo, arreada completa, do garimpo, pesca e medicamentos de uma pequena farmácia.<br />
  24. 24. O COMÉRCIO<br />Os garimpeiros baianos, primeiros a chegar, trazendo depois seus amigos ou aparentados, fizeram crescer este lugar, associados aos imigrantes japoneses, árabes ou portugueses, que se dedicavam a complementar o ciclo da subsistência de todos, com casas comerciais, entre os quais:<br />Ishikawa, Yamashita, Odacura, Abdo Cury, IssaNahas, Antônio Lúcio Queiróz, Avelino Costa, Evangelina Vieira e tantos outros.<br />
  25. 25. Família Ishikawa<br />Somente uma família, a de KikoIshikawaKobaiashi, possuía um motor de luz, o único rádio do garimpo, que divulgava o noticiário da época e do pós-guerra às pessoas que moravam aqui.<br />
  26. 26. O COMÉRCIO<br />A primeira casa comercial do garimpo foi a do SrºAbdo Cury e a segunda do SrºIssaNahas, que posteriormente a vendeu para o Srº Oscar Barbosa Souto.<br />
  27. 27. A SEGURANÇA<br />A segurança era feita por um destacamento militar e um delegado civil, pois na época todas as pessoas portavam arma de fogo e havia muitas brigas e morte; daí a necessidade de policiamento para o local; <br />
  28. 28. A RELIGIOSIDADE<br />D. Maria da Igreja chega ao povoado em 1940.<br />O Sr. João Porfirio e D. Maria Galdino, vindos de Birigui (SP).<br />Ficou conhecida aqui como Maria da Igreja. Esta fizera uma promessa, que se pegasse um diamante construiria uma Igreja para as novenas do Sr. Bom Jesus da Lapa. <br />E no mesmo ano ela consegue o diamante (no dia 06 de agosto). Em 13 dias a pequena Igreja estava construída, ao seu redor era feita as festas do padroeiro. <br />A Igreja estava localizada onde hoje é a praça.<br />
  29. 29. A IGREJA AO FUNDO:<br />
  30. 30. A RELIGIOSIDADE<br />Os casamentos religiosos, batizados e missas só aconteciam em duas épocas do ano; Festa de São Sebastião Mártir, em 20 de janeiro e Senhor Bom Jesus da Lapa, em 6 de agosto.<br />
  31. 31. FESTAS RELIGIOSAS<br />São tradicionais as festas juninas com danças e pratos típicos, fogueiras etc.- A festa do padroeiro da cidade Senhor Bom Jesus que acontece no mês de agosto. (começo dos festejos em 1931 )- Festa de São Sebastião, tradição esquecida que atualmente ocorreu o seu resgate histórico. ( 1931 tinha começado as devoções ao Santo).<br />
  32. 32. IMAGENS HISTÓRICAS DE EVENTOS:<br />
  33. 33.
  34. 34. 1977-1982: Prefeito Heleodoro Ferreira de Almeida +<br />
  35. 35.
  36. 36. Havia um cartório de paz, um campo de futebol e uma cancha reta.<br />
  37. 37. O TRANSPORTE<br />O transporte era feito com cavalos, carros de boi, caminhões e jardineira mista; <br />a estrada para Campo Grande era precária; na seca, um caminhão levava até dois dias para percorrer cem quilômetros e na época das chuvas leva uma até uma semana.<br />
  38. 38. A travessia do rio Aquidauana no início do século XX acontecia em um vau, isto é, passagem dentro da água onde o leito do rio era mais alto, permitindo apenas a passagem de carro de bois, cavaleiros e animais; <br />
  39. 39. Na época do garimpo, existia inicialmente uma pinguela no rio Aquidauana, por onde passavam pessoas a pé; <br />posteriormente, ainda na época do garimpo, foi construída a primeira ponte de madeira, por onde transitavam as pessoas, animais, carros de boi e alguns fordinhos-29, em estrada que iniciava na Rua Rio Branco, dentro da cidade de Rochedo, e se dirigia à região do córrego Carrapato; <br />com a emancipação política, construiu-se a segunda ponte de madeira sobre o rio Aquidauana, localizada logo abaixo da atual, de concreto.<br />
  40. 40. AS PENSÕES<br />À beira da estrada que ia de Rochedo a Campo Grande existiam algumas pensões nas quais os passageiros faziam suas refeições: <br />Pensão das Galinhas, situada à beira da estrada próximo da região do Aguão, pois ali atolavam muitos carros e os proprietários da pensão ofereciam pouso e alimento servido com carne de galinha; e também a<br />Pensão do Pimenta.<br />
  41. 41. ALGUMAS DATAS:<br />
  42. 42. Em outubro de 1930 surgiu a primeira pensão e abriram-se casas de jogos.<br />Em 9 de agosto de 1933 o nome da currutela mudou-se para Rochedo, devido ao inicio da povoação ter sido sobre grandes rochas às margens do rio Aquidauana;neste mesmo dia Rochedo passou a ser denominado de distrito de Campo Grande, pelo Decreto nº 293.<br />
  43. 43. Em 23 de setembro de 1933 era intalado o Distrito de Paz, sendo o juiz o Srº Aparício Menezes Cunha. É também fundada a primeira escola que funcionou numa casa de esquina da Rua Rio Branco com Abdo Cury, sendo o primeiro professor Inocêncio Evangelista de Souza.<br />
  44. 44. Em 1934 é celebrada a primeira missa pelo Padre José Antonio Maria Franco na igreja antiga de São Sebastião Mártir e também é inaugurada a Escola Reunida de Rochedo.<br />Em 1937 era erguida a primeira igreja de alvenaria em honra a São Sebastião Mártir.<br />Em 1940, ergueu-se a igreja do Senhor Bom Jesus da Lapa na praça central da currutela, à custa de garimpeiros baianos.<br />
  45. 45. Em 13 de agosto de 1935, pelo Decreto Lei nº 460 é desapropriada terras do coronel Quito para constituírem o patrimônio do povoado de Rochedo.<br />
  46. 46. Em 1936 foi criado o cartório de Rochedo, sendo o cartorário João Avelino de Souza.<br />
  47. 47. Em 19 de março de 1938 foi determinada a medição do patrimônio de Rochedo pelo engenheiro Drº João Batista Nunes Ribeiro, indicação do interventor do Estado DrºFenelon Müller.<br />
  48. 48. Em 31 de Dezembro de 1943, Rochedo passou a se chamar Taveira, pelo Decreto Lei nº 545 em homenagem a José Taveira Quito, dono da maioria das terras de Rochedo.<br />
  49. 49. Em inicio de 1948, o distrito de Taveira voltou a denominar-se Rochedo, pela Lei nº 151, proposta pelo Deputado Antônio Mena Gonçalves, a pedido dos garimpeiros, com destaque para Afonso de Araújo Passos<br />
  50. 50. EMANCIPAÇÃO POLÍTICA<br />Em 21 de junho de 1948, Antonio Mena Gonçalves já se interessava pelos distritos de Taveira e Corguinho, apresentando na Assembléia Legislativa de Mato Grosso requerimento solicitando a reconstrução de uma ponte sobre o rio Aquidauana que ligava os dois distritos.<br />
  51. 51. Com a diminuição dos achados de diamantes no distrito de Taveira, a exploração foi decaindo, facilitando a emancipação política, até para manter a sobrevivência dos que aqui ficaram residindo, uma vez que os garimpeiros normalmente se fixavam onde o garimpo dava lucro, causando a estagnação do promissor distrito de Taveira.<br />
  52. 52. Os que ficaram voltaram sua atenção para a agricultura, pecuária extensiva e extração da madeira.<br />
  53. 53. Em 26 de outubro, o Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso Waldir dos Santos Pereira promulgou a lei que autorizava a desapropriação de uma área de 3.208 hectares de terras particulares para serem anexadas à área do patrimônio da povoação de Taveira.<br />
  54. 54. Lei nº 76/48 de autoria do deputado Antonio Mena Gonçalves; trocou o nome de Taveira para Rochedo.<br />Em 18 de Outubro de 1948 foi publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso, com o nº 76/48, ficando assim determinada oficialmente a mudança do nome Taveira para Rochedo, distrito de Campo Grande situado às margens do rio Aquidauana.<br />
  55. 55. Em 29 de setembro de 1948 deu entrada na Assembléia Legislativa o projeto de lei nº 105/48 que emancipava o distrito de Rochedo, tornando-o município. O texto original do projeto passa por algumas modificações.<br />
  56. 56. Nos dias 11,12 e 13 de novembro de 1948, aconteceram três votações necessárias para a provação da criação do município de Rochedo.<br />
  57. 57. Em 16 de novembro de 1948 a Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso promulgou a lei que criou o município de Rochedo, determinando os seus limites, bem como criando os distritos de Corguinho, Baianópolis e Fala Verdade.<br />
  58. 58. Em 18 de novembro de 1948 o presidente da Assembléia, deputado Penn de Moraes Gomes, encaminhou ao Governador do Estado de Mato Grosso, Arnaldo Estevão de Figueiredo, a Lei nº 204/48, aprovada por aquela Casa, para que fosse publicada no Diário Oficial do Estado, o que aconteceu em 23 de novembro de 1948.<br />
  59. 59. OS PREFEITOS<br />1948-1949: Manoel Vieira Neves (nomeado)<br />1949-1950: Albino Coimbra<br />1950-1952: TheóphiloMassi<br />1953-1956: José de Souza Brandão<br />
  60. 60. 1957-1960: Júlio Honostório de Rezende<br />1961-1964: José Carrilho de Arantes<br />1965-1967: Nélson Evangelista de Souza<br />1967-1969: Altino Pereira Dias<br />
  61. 61. 1970-1972: Laerte Rodrigues de Almeida<br />1973-1976: Antenor Ferreira dos Anjos<br />1977-1982: Heleodoro Ferreira de Almeida<br />1983-1988: Francisco de Paula Ribeiro<br />1989-1992: Adão Pedro Arantes<br />
  62. 62. 1993-1996: Francisco de Paula Ribeiro<br />1997-2000: Edileuza de Andrade Lopes Dias<br />2001-2004: Edileuza de Andrade Lopes Dias<br />2005- até os dias atuais: Adão Pedro Arantes<br />
  63. 63. ATUALMENTE:<br />População: 4.480 habitantes<br />Área: 1.560,65 km2 <br />Densidade: 3,2 hab./km²<br />IDH: 0,731 (médio)<br />Bioma: Cerrado<br />Praça central. Novembro, 2010<br />
  64. 64. SÍMBOLOS<br />A BANDEIRA<br />É o símbolo que representa o município pela identificação de suas cores e conteúdos que a caracterizam. Traz o brasão do município e as cores: verde, amarela, azul e branca da bandeira Nacional.<br />
  65. 65. A BANDEIRA<br />
  66. 66. O BRASÃO<br />
  67. 67. O HINO DO MUNICÍPIOLetra e música de José Amâncio de Souza Filho<br />Agradeço ao herói altaneiro<br />Grande fibra, valor e ação<br />Que num arroubo assim pioneiro<br />Nos legou esse amado rincão.<br />
  68. 68. OH, ROCHEDO, SEU NOME ENCERRA<br />A BRAVURA DOS FILHOS QUE TEM<br />A RIQUEZA QUE BROTA DA TERRA<br />E DO LEITO DOS RIOS TAMBÉM<br />
  69. 69. Oh, Rochedo de grandes valores<br />O fanal de qualquer rochedense<br />Dos artistas que são seus cultores<br />Altivez do sul-mato-grossense.<br />
  70. 70. Sua história, cultura, os esportes<br />E o rico folclore que tem<br />A fazer os seus filhos mais fortes<br />Na justiça, no amor e no bem!<br />
  71. 71. LOCALIZAÇÃO<br />O Município fica a 89 km da Capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.<br />
  72. 72. Localização<br />
  73. 73.
  74. 74. NÍVEL SOCIAL ECONÔMICO<br />O nível sócio econômico da maioria da população é de classe média. Compostos em sua maioria por funcionários públicos municipais e estaduais e uma parcela significativa de aposentados. Há também pequenos comerciantes, e um frigorífico que com a Prefeitura Municipal forma a maior fonte de renda do município.<br />
  75. 75. A atividade econômica predominante é agropecuária, logo, muitas pessoas são empregados nas fazendas, chácaras e sítios que estão em torno do município. <br />Na zona urbana as construções são de alvenaria. O meio de transporte é feito por uma linha inter-municipal e por veículos particulares. <br />
  76. 76. ROCHEDO: ONTEM E HOJE<br />
  77. 77.
  78. 78.
  79. 79.
  80. 80.
  81. 81.
  82. 82.
  83. 83.
  84. 84.
  85. 85. REFERÊNCIAS<br />BARBOSA, J.C. Rochedo: capital do diamante. Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul: 2009.<br />IBGE Cidades. <br />FOTOS HISTÓRICAS: cortesia da Profª Lúcia Marta de Lira<br />
  86. 86. ROCHEDO/MS: 62 ANOS<br />
  87. 87. AGRADECIMENTOS ESPECIAIS<br />Drº José Barbosa pela iniciativa da obra “Rochedo – capital do Diamante”<br />Profª Marta que emprestou a fotos mais antigas.<br />
  88. 88. REALIZAÇÃO<br />E.E JOSÉ ALVES RIBEIRO<br />Direção e Coordenação:<br />Jurandir do Nascimento Rocha<br />Tânia Mariano e Ana Maria de Andrade.<br />PROFª Roseli Barbosa<br />Ano letivo: 2010.<br />

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