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Volume 17, Edição 17Visita de Estudo 9.º A e C Biblio-teca e Arquivo Regional / RTPAçoresNo dia 21 de março de 2013, as tu...
Volume 17, Edição 17Visita de Estudo 9.º A e C Biblioteca e Arquivo Regional / RTP AçoresVisita de Estudo 9.º A e C Estúdi...
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Volume 17, Edição 17Atividades final do 2.º PeríodoEB2,3 de GinetesNo dia 22 de Março de 2013, na EB2,3de Ginetes realizar...
Volume 17, Edição 17Programa “Tu Decides”O programa “Tu Decides” é um pro-grama de prevenção de toxicodependên-cias em mei...
Volume 17, Edição 17Página 13
Volume 17, Edição 17A nossa escola é um jardimO Projeto “A nossa escola é um jardim” promovidopelo Conselho Executivo e co...
Volume 17, Edição 17Campanha SOS Cagarro – Libertação de CagarrosNo dia 7 de novembro pelas 14h30 ocorreu na Escola Básica...
Volume 17, Edição 17EcoescolaParque Escola – sessão educativa sobre a importânciadas zonas húmidas24 Fevereiro 2013O Parqu...
Volume 17, Edição 17Sessão de sensibilização “Campanha SOS Cagarro”Decorreu no anfiteatro da Escola Básica2,3 de Ginetes, ...
Volume 17, Edição 17Eco-EscolaAuditoria AmbientalMais uma vez a Auditoria Ambientalfoi realizada na Escola Básica 2,3 de G...
Volume 17, Edição 17Mantém a Tua Escola LimpaNo dia 13 de dezembro de 2013, a turmado 7ºA percorreu o recinto escolar a re...
Volume 17, Edição 17Programa Eco-escolas“As gerações futuras poderão ser a chave dosucesso das nossas mensagens ambientais...
Volume 17, Edição 17“Sim, no dia da mãe o coração é amarelo”Realizou-se no passado dia 4 de abril, na EscolaBásica 2,3 de ...
Volume 17, Edição 17Página 22Eco-Árvore de NatalO concurso da Eco- Árvore de Natal é umainiciativa da Escola Básica 2,3 de...
Volume 17, Edição 17CDEG — Atletismo6.ª Corrida do OperárioO Clube Desportivo Escolar de Ginetes partici-pou na 6.ª Corrid...
Volume 17, Edição 17CDEG — AtletismoCorrida da AJ da CandeláriaO Clube Desportivo Escolar de Ginetes partici-pou na Corrid...
Volume 17, Edição 17CDEG — AtletismoCampeonato de Corta-Mato AASMO Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou no Campe...
Volume 16, Edição 16CDEG — AtletismoII Dupla LéguaO Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Dupla Légua, em P...
Volume 17, Edição 17CDEG — AtletismoAtleta Completo e Km Jovem (Pista — Laranjeiras PDL)No passado fim de semana 16 e 17 d...
Volume 17, Edição 17CDEG — Patinagem Artística (Competição)O Clube Desportivo Escolar de Ginetes, núcleo de Patinagem Artí...
Volume 17, Edição 17CDEG — Xadrez (Competição)Taça de PortugalO CDEG, núcleo de Xadrez, participou na Taçade Portugal. Est...
Volume 17, Edição 17CDEG — Ténis de Mesa (Promoção)Os dois núcleos de Ténis de Mesa(Promoção) realizaram os 4.º, 5.º e6.º ...
Volume 17, Edição 17CDEG — Voleibol (Promoção)O núcleo de Voleibol(Promoção) realizou os 4.º, 5.º e 6.ºEncontros de Voleib...
Volume 17, Edição 17Curiosidades — “O ovo de Colombo”Conta-se que num banquetecomemorativo da descoberta daAmérica, um dos...
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Jornal escolar palavras d'encantar 17.ª ed.

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Jornal escolar palavras d'encantar 17.ª ed.

  1. 1. EBI DE GINETESVolume 17, Edição 17Abril de 2013N E S T A E D I Ç Ã O :Coordenador:Coordenador:Coordenador:Coordenador: Prof. Max TelesAlunos:Alunos:Alunos:Alunos: António Travassos, Mil-ton Ponte, Pedro CostaPALAVRAS D’ENCANTAREditorial 2Dia Internacional dapessoa com deficiên-cia3,4,5Visita de estudo 9.ºA eC Biblioteca/ArquivoRegional e RTP Aço-res6,7Biblioteca — Chá comlivros8Campanha de incenti-vo à leitura9Teatro dentro da salade aula 9.ºA10Atividades de final 2.ºperíodo11Programa “Tu deci-des”12,13A nossa escola é umjardim14Campanha SOSCagarro15Eco-Escola Zonashúmidas16Palestra — SOSCagarro17Eco-Escola — Audito-ria ambiental18Mantém a tua escolalimpa19Programa Eco-EscolaEditorial20Eco-Escola Coraçãoamarelo21Eco-árvore 22Curiosidades “ o ovode Colombo”32Atletismo — CDEG 23,24,25,26,27Patinagem — CDEG 28Xadrez — CDEG 29Ténis de mesa e Bad-minton — CDEG30Voleibol e Futsal —CDEG31Dia Internacional da pes-soa com deficiência Visita de estudo 9.ºA e CBiblioteca — Chá comlivrosTeatro dentro da sala de aula 9.ºAPrograma “Tu decides”A nossa escola é umjardimCampanha SOS CagarroEco-Escola PalestraZonas húmidasEco-Escola Coração amareloAtletismo — CDEGCampeões de Corta-Mato AASMInfantis M
  2. 2. Volume 17, Edição 17EditorialProcuram-se hábitos deleituraTodos nós sabemos que nas duas últi-mas décadas têm-se verificado rápidas e pro-fundas mudanças na sociedade que exigemaos indivíduos competências que os tornemcapazes de filtrar e utilizar uma série de infor-mações provenientes das mais diversas fon-tes. Os hábitos de leitura são uma práticaindispensável para o acompanhar de umasociedade cada vez mais exigente e global.Quem se atrasar nesta “corrida” poderá perderum lugar de sucesso na sua vida profissional,social e cultural de uma forma irremediável.Como o disse Sónia Neves (UPT)“Portugal apresenta índices de literacia da lei-tura muito baixos, pelo que têm vindo a serimplementadas medidas a nível nacional, nosentido de inverter esta situação. À escolacompete minimizar desigualdades advindasde contextos familiares diversos. Sendo a lei-tura um veículo privilegiado de desenvolvi-mento e humanização da sociedade, o ensinodeve contribuir para o aumento dos hábitos deleitura dos alunos, promovendo a formação deleitores e contribuindo para o sucesso educati-vo dos alunos, preparando-os para o exercíciode uma cidadania responsável e ativa. Oshábitos de leitura favorecem o sucesso esco-lar e que, apesar de inserida num contextosociocultural desfavorecido, a escola podeestimular a criação e o desenvolvimento dehábitos de leitura.”Vários estudos apontam precisamentepara o papel preponderante da escola nestameta a desenvolver e a atingir. No entanto,penso que deveria haver também uma maiorresponsabilização dos encarregados de edu-cação no incentivo à leitura. Se estes não otiveram em tempo útil, têm agora uma oportu-nidade única no acompanhamento dos seuseducandos, pois todos os estudos apontam,como já foi referido, que os hábitos de leiturafavorecem o sucesso escolar.O Coordenador do Jornal EscolarProf. Max TelesPágina 2
  3. 3. Volume 17, Edição 17Dia Internacional da Pessoa com Deficiência3 de dezembro de 2012O Núcleo de Educação Especial da EBI de Ginetes, em reflexo da sua incessantepreocupação com a inclusão de crianças com necessidades educativas especiais na comu-nidade escolar realizou atividades no âmbito do “Dia Internacional da Pessoa com Deficiên-cia”, tendo como objetivo primordial a promoção uma maior compreensão dos assuntosrelativos a esta temática, bem como despertar na comunidade o valor da Tolerância.Assim deste modo, à semelhança do ano anterior, foi implementado o projeto “SomosIguais, Diferentes” na EB1 Dr. Carlos Bettencourt Leça, em conjunto com os alunos, corpodocente e não docente.Visualização de um powerpoint com uma histó-ria, intitulada “O Pequeno Trevo”.É uma história muito bonita e que permite mos-trar às crianças e a todos que não somos todos iguaise que não devemos ignorar quem é diferente, poisexistem certos gestos que não têm preço.Exploração e reflexãosobre a mensagem veicu-lada pela história e partilhade experiências vivencia-das, de forma a aprende-rem a respeitar, ajudar e aserem mais tolerantes.Página 3
  4. 4. Volume 17, Edição 17De seguida todos os intervenientes, entoaram a música alusiva à história apresentada emPowerPoint, “Somos iguais, diferentes”, de João Portugal e Ana Cristina Luz.“Somos iguais, diferentes”Vou-vos contar uma história de um pequeno trevoQue nasceu diferente !Em vez de três folhas tinha quatro e um coração carente.Toda a gente olhava com desprezo,Sem coragem para o encararEstava triste por não ter amigos, com quem brincar!Refrão(bis)O único amigo que lhe dava atenção e carinhoEra o ventoOs outros que olhavam sem um gesto, nem umapalavraDoí por dentro!Mas um dia passou um menino,Que abraçou o trevo com paixão.Há certos gestos que não têm preçoDar a mão!Refrão(bis 4 vezes)Somos iguais !RefrãoSomos iguais, diferentesNão nos interessa o aspetoQueremos que o mundo inteiroDê ao trevo muito afeto.Depois deste momento musical, todos os intervenientes tiveram a oportunidade de construirem conjunto um cartaz com representações gráficas e escritas sobre esta temática desenvolvida.Em paralelo a estas atividades, construíram um marcador de livro também relativo a estatemática.Marcadores de livros a simbolizar a temática e decoração do registo da canção.Página 4
  5. 5. Volume 17, Edição 17Reflexão conjunta.Cartaz como forma de reflexão conjunta.Foi um dia diferente, vivido com entusiasmo, partilha, mas prin-cipalmente de sorrisos e alegriasNEE de EBI de GinetesPágina 5
  6. 6. Volume 17, Edição 17Visita de Estudo 9.º A e C Biblio-teca e Arquivo Regional / RTPAçoresNo dia 21 de março de 2013, as turmas Ae C do 9.º ano, fizeram uma visita de estudo a trêsentidades públicas, sediadas na cidade de PontaDelgada, nomeadamente a Biblioteca e ArquivoRegional e a RTP Açores.Os docentes responsáveis pela organiza-ção do evento foram os professores João Pinto eMax Teles, coadjuvados pela professora acompa-nhante, Corália Henriques. O professor João Pin-to, responsável pela “Atividade História Familiar”,coordenou a visita ao Arquivo Regional e Bibliote-ca Municipal (mesmo edifício), parte da manhã e oprofessor Max Teles, disciplina de Português,coordenou a visita à RTP Açores, parte da tarde.A professora Corália Henriques, Diretora de turmado 9.ºA, acompanhou e ajudou na consecuçãodesta visita de estudo.As disciplinas envolvidas foram Portuguêse a atividade “História Familiar”, cumprindo osseguintes objetivos: Visitar as instalações e con-sultar os arquivos sobre genealogia. Três alunosconsultaram, no próprio arquivo, livros paroquiaisque remontam aos seus bisavôs. Os objetivosforam cumpridos – incentivo para fazer a genealo-gia familiar. De seguida, Visitar as instalações daBiblioteca Municipal, que coincidiu com o DiaMundial da Poesia – fizeram-se atividades relacio-nadas. Por fim, Visitar as instalações da RTP Aço-res, com o intuito de mostrar aos alunos as Profis-sões e a Comunicação Social, também se fizeramatividades relacionadas. Os objetivos foram cum-pridos – incentivo à leitura; conhecimento de saí-das profissionais e Comunicação Social.As duas turmas foram divididas em doisgrupos. Os alunos gostaram do que viram e dasatividades que realizaram. Fizeram muitas pergun-tas e ficaram a conhecer, muitos deles, pela pri-meira vez estas três entidades públicas. Os guiasproferiram palestras muito elucidativas, o que con-tribuiu para o alargar de horizontes destes discen-tes. As visitas correram muito bem, os alunos por-taram-se lindamente e foram muito interventivos.Por fim, apesar das restrições orçamentais, “estastrês visitas em uma”, comprova que é possível,com um pouco de esforço, coordenar uma visitade estudo “económica” e ao mesmo tempo tãodiversificada.Finalmente, no regresso às aulas – 3.ºperíodo – os alunos apresentarão o seu relatóriosobre a visita de estudo a estas três entidadespúblicas.Professores: João Pinto; Max Telese Corália Henriques.Página 6
  7. 7. Volume 17, Edição 17Visita de Estudo 9.º A e C Biblioteca e Arquivo Regional / RTP AçoresVisita de Estudo 9.º A e C Estúdio RTP AçoresPágina 7
  8. 8. Volume 17, Edição 17Biblioteca EB 2,3 de Ginetes - Chá com livrosRealizou-se no passadodia 27, 28 de fevereiro e 1 demarço, na Biblioteca da nossaescola, uma atividade intituladaChá com livros. O objetivo daequipa dinamizadora da Biblio-teca escolar foi proporcionaraos seus membros a descober-ta de diferentes formas deaproximação aos livros e à lei-tura. Para tornarmos o ambien-te mais acolhedor e descontraído, a leitura foi acompanhada com chá e biscoitos. Os livrosselecionados para esta atividade integram o Plano Nacional de Leitura, bem como, o LerAçores. A adesão dos alunos foi grande, como demonstram as fotografias. A atividade Chácom livros serviu não só para cativar os alunos à leitura, assim como, proporcionar momen-tos de convívio entre os mais pequenos. Sem dúvida, uma atividade para repetir.Profª Ariana AlmendraPágina 8
  9. 9. Volume 17, Edição 17Campanha de incentivo àleituraTodos nós estamos implicados nes-ta tarefa!Texto (do livro "Ensinar a ler, aprender a ler")de autoria do Prof. Dr. Ramiro Marques,docente no Instituto Politécnico de Santarém,com vasta obra publicada no campo da edu-cação e autor do ProfBlog, uma referênciaincontornável do mundo dos blogues de pro-fessores:"As crianças não aprendem a ler naturalmen-te.(...) Aprender o abecedário e a juntarletras, perceber a diferença entre um fonemae um grafema e associar o grafema ao somsão tarefas difíceis mas necessárias ao pro-cesso de aprendizagem da leitura e da escri-ta.O que é que os pais podem fazer para osfilhos serem bons leitores?Estabelecer uma rotinaO contacto com os livros deve constituir umaatividade diária. Se os pais criarem um horá-rio semanal onde constem as horas de leitu-ra, as crianças ganham o hábito de ler e aleitura torna-se uma atividade rotineira.Dar liberdade para lerOs pais devem dar liberdade às criançaspara escolherem os livros que desejam ler.Visitas regulares à biblioteca também aju-dam.Ensinar leitura ativaNão basta ler. É preciso fazer perguntassobre a história. Quem são os personagens?O que fazem eles? Como relacionar as ima-gens com as palavras? Fazer resumos dahistória. Debater a história. Interpretar as fra-ses.Passar da leitura à escritaLer é bom mas escrever ainda é melhor.Pedir à criança para resumir a história. Pedirà criança para contar uma história e escrevê-la com ela".Pais: usem os livros que vão a casa no âmbi-to da "Leitura em Vai-vem" do Plano Nacionalde Leitura para criar momentos agradáveisde partilha e diversão com os vossos filhos.Ajudem a que os livros sejam os melhoresamigos das crianças... amigos que contamhistórias!Prof. Max TelesPágina 9
  10. 10. Volume 16, Edição 16Teatro dentro da sala deaula – Auto da Barca doInferno de Gil VicenteNo dia 20 de Março de 2013, a Turmado 9.ºA apresentou o seu trabalho de grupo,na aula de Português, tendo como tema umacena de umas das Personagens-Tipo do Autoda Barca do Inferno de Gil Vicente, matériaem estudo e parte integrante do Programa dadisciplina de Português para este 2.º período.Assim, constituíram cinco grupos, logocinco dramatizações, em que cada membrodo grupo deveria assumir-se como uma per-sonagem principal ou secundária, dependen-do do seu papel a representar.As atuações foram bem conseguidas,quer pelo empenho que cada aluno despen-deu no seu estudo da personagem, quer notalento inerente. Tanto assim foi, que o pro-fessor de Português lançou um desafio – o derepresentarem a sua cena teatral no concursode talentos, o que veio a acontecer com doisgrupos.Prof. Max TelesPágina 10
  11. 11. Volume 17, Edição 17Atividades final do 2.º PeríodoEB2,3 de GinetesNo dia 22 de Março de 2013, na EB2,3de Ginetes realizaram-se atividades de finaldo 2.º Período, nomeadamente uma marato-na desportiva, no gimnodesportivo e o con-curso de talentos, no anfiteatro. Foram dividi-dos os ciclos, 2.º e 3.ºciclos, de forma a parti-ciparem nas duas atividades citadas.Na maratona desportiva, os atletas/alunos puderam disputar vários jogos, devoleibol e futsal, numa lógica de “bota-fora”,ou seja, a equipa perdedora saía e davalugar a outra que entrava para a substituir.Deste modo, puderam jogar muitos mais atle-tas/alunos. Foi uma atividade bem planeadae conseguida pelo grupo de Educação Físi-ca.No concurso de talentos, os artistas/alunos deram azo ao seu talento, exteriori-zando para a plateia o que de melhor sabemfazer. Assim, houve um pouco de tudo, des-de intérpretes (canções), cantigas ao desafio,expressões rítmicas (dança) e teatro. O pri-meiro lugar deste concurso coube à dupla decantigas ao desfio – Adelino e Rodrigo – que,diga-se de passagem, estiveram à altura deuma dupla sénior. Uma última palavra paraas representações teatrais do 9.ºA, doispequenos momentos dramatizados baseadosno Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente,em que houve humor e divertimento. Foi umaatividade bem organizada, como tem sidohábito, pelo grupo de Educação Musical, como contributo de outros membros da Comuni-dade Educativa.Os espetadores/alunos fizeram-sesentir, ora aprovando, ora reprovando, massempre dentro dos limites de uma salutarconvivência, o que aliais é já apanágio danossa escola quando estes criam empatiacom atividades que já mostraram os seus fru-tos em eventos transatos.Prof. Max TelesPágina 11
  12. 12. Volume 17, Edição 17Programa “Tu Decides”O programa “Tu Decides” é um pro-grama de prevenção de toxicodependên-cias em meio escolar que tem vindo a seraplicado na EB 2, 3 desde há quatro anosàs turmas dos 7º e 9º anos de escolarida-de no âmbito da área curricular de Cidada-nia.Neste contexto, as turmas A e D do9º ano de escolaridade realizaram traba-lhos de pesquisa durante as aulas deCidadania, sob a orientação dos professo-res Corália Henriques, Leonardo Gonçalves e Helena Carreiro, sobre as temáticas “Álcool” e“Tabaco”, cujos produtos finais consistiram na elaboração de panfletos, cartazes e um filmeentre outros que foram apresentados durante o 2º período à comunidade educativa.A coordenadora do programa:Corália HenriquesPágina 12
  13. 13. Volume 17, Edição 17Página 13
  14. 14. Volume 17, Edição 17A nossa escola é um jardimO Projeto “A nossa escola é um jardim” promovidopelo Conselho Executivo e coadjuvado pelas assisten-tes operacionais da EB 2,3 de Ginetes está a revelar-seum sucesso.Qualquer visitante exterior ou mesmo os própriosutentes da nossa escola reparam nos bonitos arranjos ecanteiros de flores que polvilham os halls de entrada ecorredores.Também os adereços reciclados dão um toque derusticidade ao ambiente, conjugando-se harmoniosa-mente com as plantas, vasos e canteiros.Podemos dizer que a frieza do betão deu lugar aoquente da flora, que por sua vez transmite-nos um pra-zer e humanização do ambiente que nos acolhe todosos dias na EB 2,3 de Ginetes.Prof. Max TelesPágina 14
  15. 15. Volume 17, Edição 17Campanha SOS Cagarro – Libertação de CagarrosNo dia 7 de novembro pelas 14h30 ocorreu na Escola Básica 2,3 de Ginetes uma sessão delibertação de cagarros, dinamizada por um técnico do Parque Natural da Ilha de S. Miguel. Participa-ram alunos da turma C do sétimo ano.A Campanha SOS Cagarro, à semelhança de anos transatos, decorreu entre 1 de outubro e15 de novembro. Neste período, os cagarros juvenis saem dos ninhos para o primeiro voo transoceâni-co e na iminência de serem atraídos por luzes artificiais e ficarem encandeados, podem cair junto dasestradas e sofrer atropelamento.Esta Campanha, coordenada regionalmente pela Direção Regional para Assuntos do Mar, estáorganizada em 2 vertentes: a de Educação Ambiental e a de Conservação da Natureza. Tem comoprincipal objetivo sensibilizar e envolver as pessoas e entidades no salvamento dos cagarros juvenisencontrados junto às estradas evitando assim o seu atropelamento e alertar a população açoriana paraa necessidade de preservação desta espécie protegida que nidifica nos Açores.Coordenadora do Progra-ma Eco-EscolaProf.ª Maria José AurélioProf. Nuno CostaPágina 15
  16. 16. Volume 17, Edição 17EcoescolaParque Escola – sessão educativa sobre a importânciadas zonas húmidas24 Fevereiro 2013O Parque Natural de São Miguel, atra-vés da Ecoteca, dinamizou no dia 21 de feve-reiro uma palestra sobre a importância dasZonas Húmidas, na Escola Básica Integradade Ginetes.Estasessão educa-tiva decorreuno âmbito daagenda escolardo parquenatural – PAR-QUE ESCOLA, e contou com a participação de cerca de 40 alunos.Durante a sessão as turmas do 7ºA e C tiveram a oportunidade de saber o que são as zonashúmidas, qual a sua importância e as suas ameaças. A ação de sensibilização permitiu ainda divulgaros sítios Ramsar dos Açores. Prof.ª Maria José AurélioPágina 16
  17. 17. Volume 17, Edição 17Sessão de sensibilização “Campanha SOS Cagarro”Decorreu no anfiteatro da Escola Básica2,3 de Ginetes, uma Sessão de sensibilização“Campanha SOS Cagarro”, proferida por repre-sentantes do Parque Natural de S. Miguel, nodia 29 de Outubro, às 10h 30m. Estiveram pre-sentes as turmas 7º A, B, C e D e 6ºC.Nesse dia ocorreu uma exposição sobre o cagar-ro, na entrada do anfiteatro.“O cagarro tem-se tornado uma das aves emble-máticas do arquipélago açoriano, tal como o são,neste momento, o milhafre ( Buteo buteo rothschildi ) e o priôlo (Pyrrhula murina). Há razões que sus-tentam essa possibilidade de representação ornitológica do arquipélago: o cagarro é uma espécieeuropeia protegida; nos Açores observa-se omaior número, a nível mundial, de indivíduos daespécie Calonectris diomedea (Scopoli, 1769); asua nidificação ocorre em todas as ilhas dosAçores.”Mais se informa, que é uma atividadeintegrante do ProgramaEco-Escola.Coordenadora do Programa Eco-EscolaProf.ª Maria José AurélioProf. Nuno CostaPágina 17
  18. 18. Volume 17, Edição 17Eco-EscolaAuditoria AmbientalMais uma vez a Auditoria Ambientalfoi realizada na Escola Básica 2,3 de Gine-tes, a três alunos de cada turma da EscolaBásica 2/3 de Ginetes, na aula de Cidada-nia, no primeiro período escolar. Cabe-meinformar que a auditoria constitui um dossuportes metodológicos do Programa Eco-Escolas. O seu principal objetivo é o de con-tribuir para o delineamento de ações adap-tadas à realidade da nossa escola. Esta Auditoria Ambiental foi concebida de forma a facilitaro levantamento de problemas e fragilidadesquer ao nível da gestão ambiental do espaçoescolar, quer relativamente ao grau de sensi-bilização ambiental da população escolar. AAuditoria Ambiental deve ser abrangente econsiderar todas as atividades da escola comimpacto sobre o ambiente.Coordenadora do Programa Eco-EscolasProf.ª Maria José AurélioPágina 18
  19. 19. Volume 17, Edição 17Mantém a Tua Escola LimpaNo dia 13 de dezembro de 2013, a turmado 7ºA percorreu o recinto escolar a recolherlixo com o objetivo de participar na campanha“MANTÉM A TUA ESCOLA LIMPA”.Para além de recolher o lixo, também eranecessário efetuar a sua separação.A turma organizou-se em grupos e dentrodestes em pares, responsáveis por cada eco-ponto e ainda um grupo encarregue de reco-lher o lixo indiferenciado.Para proteção dos micróbios todos os alunostrouxeram sacos das compras já utilizados(mas limpos).Pelo recinto escolar encontramos: garra-fas de plástico, palhas de plástico, latas desumo, papéis, vidros, restos de comida, paco-tes de leite e de sumo. Cada um dos referidosmateriais foi recolhido pelo grupo responsável: papel e cartão; plástico e metal; vidro e lixoorgânico.Acabada a tarefa, verificamos que o grupo responsável pelo ecoponto amarelo (plásticoe metal) tinha recolhido muito mais resíduos do que os restantes.Cada grupo foi colocar a sua recolha nos respetivos ecopontos.No final da atividade, todos lavaram as mãos e regressaram à sala de aula.A maioria dos alunos revelou interesse pela atividade e esforçou-se por desempenharas suas tarefas da melhor forma possível.Coordenadora do Programa Eco-EscolasProf.ª Maria José AurélioPágina 19
  20. 20. Volume 17, Edição 17Programa Eco-escolas“As gerações futuras poderão ser a chave dosucesso das nossas mensagens ambientais e os cida-dãos ativos da mudança.”A escola, como elemento dinamizador e integran-te, deve alertar os elementos mais novos da sociedade,para as causas e consequências dos seus comporta-mentos e atitudes. Continuamos a desenvolver projetose a tomar iniciativas que pretendam a formação integrale harmoniosa dos nossos jovens. Estamos atentos àsvárias problemáticas, trabalhando temas como resíduos;água; energia; biodiversidade; espaços exteriores; ruído;transportes; alterações climáticas e o tema do ano Agri-cultura Biológica.Apostando fortemente no Programa Eco-escolas e utilizando o plano de ação como ins-trumento de trabalho, procuramos sempre intervir positivamente e de uma forma construtiva.Procuramos, no início do ano letivo, caracterizar a situação existente para identificaçãodo que necessita de ser corrigido e/ou melhorado na escola. Na aula de Cidadania foi preen-chido o documento “Guia para a Auditoria Ambiental” anonimamente. Coube ao ConselhoEco-escola analisar o documento e a partir daí elaborar o Plano de Ação da escola. No finaldo ano, vai ser realizada nova auditoria, de forma a se poder avaliar o processo relativamen-te à situação de referência, evidenciando os progressos efetivos, os pontos fracos e fortes.Esta avaliação servirá de ponto de partida para o Programa a desenvolver no próximo ano.A cerimónia do Galardão vem colmatar todo o esforço, empenho, dedicatória, por par-te dos alunos e restante comunidade escolar, na implementação e concretização do Progra-ma Eco-escolas na Escola Básica 2,3 de Ginetes.Coordenadora do Programa Eco-escolasPágina 20
  21. 21. Volume 17, Edição 17“Sim, no dia da mãe o coração é amarelo”Realizou-se no passado dia 4 de abril, na EscolaBásica 2,3 de Ginetes a atividade: “Sim, no dia da mãe ocoração é amarelo”. O nosso objetivo foi transmitir aos res-tantes colegas diferentes formas ecológicas de demonstraro amor pela mãe natureza. Usamos preferencialmenteembalagens amarelas da Tetra Pak para a realização doprojeto. Depois de feito, o coração foi preso com fio nylonnuma canaque depois serviu de suporte para os restantes cora-çõezinhos que foram recortados e pendurados à voltado coração principal, como podem ver nas fotografias.Também contamos com a ajuda do presidente, quenos deu ideiaspara a constru-ção do coraçãoe que nos pen-durou o coração na zona junto ao refeitório. Foi um trabalhocansativo pois, nós tivemos de vir para a escola em plenodia de férias. Mas o concurso Sim, no dia da mãe o coraçãoé amarelo, não serviu só para transmitir outras formas ecoló-gicas de comemorar o dia da mãe, serviu também para cativar os nossos colegas sobre a dinamiza-ção da escola de forma ecológica. Este foi,sem dúvida, um dia para nunca esquecerÉlson Medeiros, Eco-EscolaPágina 21
  22. 22. Volume 17, Edição 17Página 22Eco-Árvore de NatalO concurso da Eco- Árvore de Natal é umainiciativa da Escola Básica 2,3 de Ginetes, com oobjetivo de num espaço público representar um con-junto de árvores de natal com sentido artístico deco-rativo e ao mesmo tempo de carácter pedagógico ecultural, aliando a tradicionalidade à modernidade.Construir uma árvore de Natal na sua maioriaobrigatoriamente formada por materiaisrecicláveis/ recuperáveis/ biodegradáveis e outrosque garantam a proteção do meio ambiente .- São objetivos desta iniciativa:a) Promover a quadra natalícia adotando materiais “amigos doambiente” sem perder osentido tradicional da árvore de Natal clássica;b) Estimular alterações com-portamentais que promovamum futuro sustentável;c) Reconhecer e premiar odesempenho e a criatividadequer da população escolar,querdas instituições públicas eprivadas, assim como emtoda a comunidade ao nívelpessoal, familiar e coletivo;d) Fomentar o espírito criativoe artístico de jovens daregião;e) Contribuir para a perspetiva da implementação da Agenda XXIlocal.Coordenadora do Programa Eco-Escolas
  23. 23. Volume 17, Edição 17CDEG — Atletismo6.ª Corrida do OperárioO Clube Desportivo Escolar de Ginetes partici-pou na 6.ª Corrida do Operário, na Lagoa, realizadano dia 13-01-2013, pelas 10h30, com 13 atletas, nosescalões de Benjamins M/F; Infantis M/F, Iniciados F;Júnior M. O CDEG obteve os seguintes resultados:Pódios – 3.º lugar Mariana Gonçalves; 1.º lugar Car-los Ponte e 3.º lugar Mário Sebastião Infantis M; 3.ºlugar Marco Frias Juniores M. Prof. Max TelesCDEG — AtletismoCampeões de Estrada da AASMO Clube Desportivo Escolar de Ginetes Sagrou dois Campeões de Estrada daAssociação de Atletismo de S. Miguel, Mário Sebastião em Infantis M, com 90 pontos eMax Teles em Veteranos I, com 90 pontos. Prof. Max TelesMário Sebastião em Infantis M, com 90 pontosMax Teles em Veteranos I, com 90 pontosPágina 23
  24. 24. Volume 17, Edição 17CDEG — AtletismoCorrida da AJ da CandeláriaO Clube Desportivo Escolar de Ginetes partici-pou na Corrida da Associação Juventude da Cande-lária, na Candelária, realizada no dia 27-01-2013,pelas 10h30, com 17 atletas, nos escalões de Benja-mins M/F; Infantis M/F, Iniciados F; juvenis M; Júnior Me Veteranos M. O CDEG obteve os seguintes resulta-dos: Pódios: 3.º lugar Telmo Aguiar (Benj. M); 2.ºlugar Mário Sebastião (Inf. M); 3.º lugar MarcoFarias (Jun. M) e 2.º lugar Max Teles (Vet. M).Prof. Max Teles3.º lugar Telmo Aguiar (Benj. M) 2.º lugar Mário Sebastião (Inf. M)3.º lugar Marco Farias (Jun. M) 2.º lugar Max Teles (Vet. M).Página 24
  25. 25. Volume 17, Edição 17CDEG — AtletismoCampeonato de Corta-Mato AASMO Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou no Campeonato de Corta-MatoAASM, no Parque Urbano PDL, realizado no dia 23-02-2013, sábado de tarde, pelas15h30. Apresentou vários escalões etários – Benjamins. M/F; Infantis. M; Juniores M e Vet. IM, num total de 16 atletas. Esta prova integra-se no Campeonato de Corta-Mato AASM (3provas) cuja final se realizou, no dia 23 de fevereiro de 2013. Conseguimos mais uma vezcolocar no pódio vários atletas e sagrar Campeões individuais e coletivo (Benjamins eInfantis, a nossa aposta nesta época). Parabéns aos nossos ex-atletas que também sesagraram Campeões de corta-mato AASM. Prof. Max TelesCampeões Corta-Mato AASM por equipas Infantis M CDEGPágina 25
  26. 26. Volume 16, Edição 16CDEG — AtletismoII Dupla LéguaO Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Dupla Légua, em Ponta Delgada,realizado no dia 03-03-2013, domingo de manhã, pelas 10h00. O CDEG fez-se representar em doisescalões etários Juniores M e Vet. II M. Podiam participar nesta prova apenas atletas Juvenis, Junio-res, seniores e veteranos de ambos os sexos, bem como atletas com deficiência. Estiveram presentemais de uma centena de atletas de várias Ilhas dos Açores e do Continente. Devido à qualidadeda competição, penso que os resultados do nosso Clube foram muito bons, ou seja, os dois atletasdo CDEG conseguir subir mais uma vez ao pódio, obtendo o 3.º lugar individual nos seus res-petivos escalões, Juniores M e Veteranos II M. Prof. Max TelesEstiveram presente maisde uma centena de atle-tas de várias Ilhas dosAçores e do Continente,bem como uma dezenaatletas de desportoadaptado e respetivosguias. Prova Regional eNacional.Página 26
  27. 27. Volume 17, Edição 17CDEG — AtletismoAtleta Completo e Km Jovem (Pista — Laranjeiras PDL)No passado fim de semana 16 e 17 de março realizaram-se as provas de atletismode Atleta Completo e Km Jovem, com a participação de vários atletas do CDE de Ginetes.Na prova de Km jovem os atletas infantis Carlos Ponte (1º), João Vasconcelos (2º) eMário Sebastião (3º) ficaram com os três primeiros lugares do pódio. Na prova deAtleta Completo o 1ºlugar foi para o atleta Carlos Ponte e 3ºLugar o João Vasconce-los. Neste fim de semana de provas participaram os atletas: Mário Sebastião; João Ben-David; Carlos Ponte; Rui Viveiros; Tiago Viveiros; Telmo Aguiar; Marco Farias; João Santos;Élio Medeiros; André Medeiros; Tiago Viveiros; Rogério Dias; Roberto Dias e João Vascon-celos. Parabéns a todos pelo esforço e resultados conseguidos.Treinador Prof. Paulo Santos.Alguns resultados desportivos definitivos do CDEG:Atletismo - 7 títulos- Campeão de estrada AASM (Individual) Infantis M.- Campeão de estrada AASM (Individual) Veteranos I M.- Campeão de corta-mato AASM (Individual) Benjamins M- Campeão de corta-mato AASM (Individual) Infantis M.- Campeão de corta-mato AASM (coletivo) Infantis M.- Campeão Atleta Completo AASM (Individual) Infantis M.- Campeão Km Jovem AASM (Individual) Infantis M.Página 27
  28. 28. Volume 17, Edição 17CDEG — Patinagem Artística (Competição)O Clube Desportivo Escolar de Ginetes, núcleo de Patinagem Artística, iniciou a suacaminhada na Competição este ano civilde 2013.Assim, após um ano na Promo-ção, onde houve um grande trabalho decaptação e aperfeiçoamento dos atletas,chegou a hora de competir com osdemais clubes de S. Miguel.Os nossos votos de grandes êxi-tos, é o desejo da Direção do CDEG econtinuação de um bom trabalho!A Direção do CDEGPágina 28
  29. 29. Volume 17, Edição 17CDEG — Xadrez (Competição)Taça de PortugalO CDEG, núcleo de Xadrez, participou na Taçade Portugal. Esta prova realizou-se a 23 de fevereirona Universidade dos Açores a 3.ª eliminatória da Taçade Portugal com a participação de quatro equipas aço-rianas — CDE Ginetes vs Clube Operário Desportivo(COD): 0,5 – 3,5 ; CDE Roberto Ivens vs AssociaçãoAcadémica da Universidade dos Açores (AAUA): 0 – 4As duas equipas favoritas não tiveram dificul-dades em eliminar os seus adversários, no entanto éde destacar o empate conseguido por António Tra-vassos da equipa dos Ginetes contra José Guerra do COD, que além de ser um dos melhoresjogadores açorianos, em 2012 classificou-se em 2.º lugar em duas das principais competi-ções regionais, CRIA e Taça Luís Cabral.A próxima eliminatória irá decorrer a 6 de abril entre AAUA e COD, as últimas equipas aço-rianas em prova. Trata-se do “derby” açoriano em xadrez, que será aguardado com expetativa, poiso seu desfecho é sempre imprevisível. Associação de XadrezCDEG — Xadrez(Promoção)O núcleo de Xadrez(Promoção) realizou os 4.º, 5.º e 6.ºEncontros de Xadrez, relativos aosmeses de janeiro, fevereiro e março.Foi feita uma breve descriçãoda forma como iria decorrer a compe-tição. Os participantes foram sortea-dos e emparelhados. De seguida deu-se início à referida prova. Durante 6 rondas foram ordenados os participantes do 1º ao 10ºclassificado.No final forma distribuídos diplomas de participação a todos os concorrentes.Treinador: Prof. Aníbal SilvaPágina 29
  30. 30. Volume 17, Edição 17CDEG — Ténis de Mesa (Promoção)Os dois núcleos de Ténis de Mesa(Promoção) realizaram os 4.º, 5.º e6.º Encontros de Ténis de Mesa, rela-tivos aos meses de janeiro, fevereiroe março.Consistiu num Torneio Indivi-dual misto de Ténis de Mesa, comeliminação à segunda derrota. Partici-param neste torneio vários aletas/alunos, dos dois sexo, masculinos efemininos.Os três primeiros classificados receberam medalhas, sendo que os restantes recebe-ram um certificado de participação.Os treinadores: Prof. Paulo Santos e Prof. José RochaCDEG — Badminton (Promoção)Os dois núcleos de Badminton(Promoção) realizaram os 4.º, 5.º e 6.ºEncontros de Badminton, relativos aosmeses de janeiro, fevereiro e março.Consistiu num Torneio Indivi-dual misto de Badminton, com elimi-nação à segunda derrota. Participa-ram neste torneio vários atletas/alunos, dos dois sexo, masculinos efemininos.Os três primeiros classificados receberam medalhas, sendo que os restantes rece-beram um certificado de participação.Os treinadores: Prof. Paulo Santos e Prof.ª Magda NetoPágina 30
  31. 31. Volume 17, Edição 17CDEG — Voleibol (Promoção)O núcleo de Voleibol(Promoção) realizou os 4.º, 5.º e 6.ºEncontros de Voleibol, relativos aosmeses de janeiro, fevereiro e março.A atividade realizou-se no pavi-lhão da escola básica 2,3 de Ginetes,organizando-se um torneio de quadrasmisto de Voleibol, todos contra todos.Participaram neste torneio 18alunos, sendo 13 do sexo feminino e 5do sexo masculino.Os primeiros, segundos e terceiros classificados receberam medalhas, os restantesreceberam um diplomas de participação.Treinadora: Prof.ª Magda NetoCDEG — Futsal (Promoção)O núcleo de Futsal (Promoção)realizou os 4.º, 5.º e 6.º Encontros deFutsal, relativos aos meses de janeiro,fevereiro e março.A atividade realizou-se no dia 6de Fevereiro no Pavilhão Desportivo daEscola Básica 2,3 de Ginetes, onde seorganizou um Torneio de Futsal Femini-no, com 16 jogadoras. Este torneiorealizou-se com a formação de equipascom 4 elementos, em que jogaram todas as equipas contra todas.Todos os participantes receberam um certificado de participação e as três primeirasequipas receberam troféus.Treinador: José RochaPágina 31
  32. 32. Volume 17, Edição 17Curiosidades — “O ovo de Colombo”Conta-se que num banquetecomemorativo da descoberta daAmérica, um dos convidados pergun-tou a Cristóvão Colombo se acredi-tava que outra pessoa seria capaz defazer o mesmo, caso ele não o tives-se feito (a descoberta da América).Cristóvão Colombo não respondeu àprimeira e convidou os presentes acolocarem um ovo de galinha fresco de pé sobre umas das extremidades na mesa, masninguém conseguiu.Então, Colombo decidiu solucionar o problema: pegou no ovo e bateu levementecontra a superfície da mesa, quebrando um pouco a casca de uma das pontas para queesta ficasse achatada e pudesse ficar de pé.O convidado que o tinha questionado disse que assim qualquer um conseguiafazer. Contudo, Cristóvão Colombo respondeu que sim, mas ninguém teve essa ideia eacrescentou que após ter mostrado ocaminho para o Novo Mundo(América) qualquer um poderia segui-lo. Ainda assim, era preciso alguémter a ideia antes e colocá-la em práti-ca.Pedro Teves 6º B (adaptado)Página 32

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