Leão velloso

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Leão velloso

  1. 1. Escola Leão Velloso Música Uma busca por sons
  2. 2. Modelo a ser implantado – Leão Veloso <ul><li>Necessidades. </li></ul><ul><li>Espaços – Utilização da quadra inclusive aos sábados. Auditório. </li></ul><ul><li>Armários/Espaço em baixo do palco. </li></ul><ul><li>30 Cadeiras </li></ul><ul><li>Estantes com luz (quando do início de formação de bandas) </li></ul><ul><li>Monitor. (atribuições) </li></ul><ul><li>Montagem e desmontagem do palco para ensaios </li></ul><ul><li>Conhecimento musical </li></ul><ul><li>Ascendência sobre os alunos </li></ul><ul><li>Participar do curso de informática na música </li></ul><ul><li>Disponibilidade de 5 horas semanais e disponibilidade de comunicação com o coordenador para efeito de ajustes em arranjos/músicos/ensaios </li></ul><ul><li>Escola Leão Veloso </li></ul><ul><li>Disponibilizar Xerox para partituras </li></ul><ul><li>Impressões para partituras </li></ul><ul><li>Data-Show/retroprojetor para palestras </li></ul><ul><li>Destacar responsável pelos instrumentos/abertura de auditório e sala de informática. Nos horários definidos incluindo aos sábados quando houver atividade. </li></ul><ul><li>Contratação de professor de música quando for o momento. </li></ul><ul><li>Cuidar dos servicos burocráticos junto à Secretaria </li></ul>
  3. 3. Hildegardo Leão Velloso <ul><li>Hildegardo Leão Veloso foi um escultor brasileiro, nascido em Palmeiras , estado de São Paulo , em 1899 e falecido na cidade do Rio de Janeiro , em 1966 . </li></ul><ul><li>Histórico </li></ul><ul><li>Estudou escultura e modelagem com Rodolfo Bernardelli , no Rio de Janeiro. Assinava as suas obras como H. Leão Veloso. </li></ul><ul><li>Participou da Semana de Arte Moderna de 1922 , em São Paulo, com outros escultores como Victor Brecheret e W. Haerberg, embora a sua obra não apresente traços do modernismo . </li></ul><ul><li>De reconhecido valor artístico, exerceu a livre-docência da cadeira de escultura da antiga Escola Nacional de Belas Artes , a partir do ano de 1950 . </li></ul><ul><li>Obras </li></ul><ul><li>Em 1925 , com o francês Jean Magrou elaborou as esculturas esculpidas em mármore de Carrara que adornam os túmulos de D. Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina , na Catedral de Petrópolis . </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li>Monumento ao Senador Pinheiro Machado - Ipanema , Rio de Janeiro . </li></ul><ul><li>Em 1931 , foi o escultor da imponente obra dedicada ao Senador Pinheiro Machado , na Praça Nossa Senhora daPaz , por encomenda da Câmara dos Deputados . </li></ul><ul><li>Foi o autor da estátua eqüestre do General Osório , inaugurada na Praça da Alfândega, em Porto Alegre , no ano de 1933 . </li></ul><ul><li>Autor do projeto vencedor da estátua do Almirante Marquês de Tamandaré , Patrono da Marinha do Brasil , cuja cerimônia inaugural ocorreu em 28 de dezembro de 1937 , na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>Em Santa Catarina , por encomenda do Governador Nereu Ramos , o escultor entregou em 1943 as obras que adornaram o túmulo do poeta Cruz e Sousa e, em Laguna , o monumento de 11,5 metros de altura em homenagem a Getulio Vargas . </li></ul><ul><li>O Presidente Juscelino Kubitschek inaugurou em Volta Redonda , no Rio de Janeiro, a 27 de janeiro de 1957 , outro monumento de sua autoria dedicado ao Presidente Vargas. </li></ul><ul><li>É ainda de sua autoria a estátua de Clóvis Beviláqua, situada na praça homônima, no centro de Fortaleza, Ceará. </li></ul><ul><li>Vencedor do concurso internacional para o panteão do General Urquiza , fez inúmeros bustos, entre eles os de Rui Barbosa , Aurelino Leal e Jackson de Figueiredo , entretanto, a falta de dados, faz com que os estudiosos não saibam ao certo o número de obras apresentadas pelo escultor. </li></ul>
  4. 4. Estação
  5. 5. Escola Leão Velloso
  6. 7. Encontro IV – Em contato com os instrumentos <ul><li>Contato com o violão </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Encontro IV – Em contato com os instrumentos </li></ul><ul><li>Microfone/Voz </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Ganzá </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Violão </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Cantando </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Violino e afeto </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Pedro - Violão e suingue </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Professor </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Encontro IV – Moldando idéias </li></ul>
  15. 16. Diapasão – a nota Lá
  16. 17. <ul><li>Afinação </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Bongô </li></ul>
  18. 19. Breno
  19. 20. <ul><li>Dois violões </li></ul>
  20. 21. Encontro IV - Moldando <ul><li>Neste encontro de hoje, dia 31 de março de 2011, ocupamos o auditório. Ligamos o amplificador mais dois microfones e uma violão Takamine que disponibilizo para os encontros. O espaço é muito bom para o estágio que estamos que é o de organizar, direcionar, moldar uma pequena apresentação. mais uma vez, dou a direção, a idéia...eles vão sugerindo e ampliando as idéias. É um processo natural e por atração...Dispus as cadeiras numa meia lua, a estante de música e os instrumentos aos poucos vão tendo seus lugares definidos. O microfone é ligado e é lógico que as cantoras já aparecem...colocam sugestão de repertório. Então digo que daqui a 4 encontros faremos uma apresentação com todos os elementos de uma apresentação: O palco, as cadeiras para a platéia, um músico amigo convidado, um suco, biscoitos, quem sabe um figurino. Definimos algumas músicas e as cantoras que interpretarão...Dois alunos se propõem a fazer uma apresentação de capoeira ( enquanto o grupo entoa e toca para eles...)Terça feira próxima mais organização acontecerá...naturalmente. Mais metas serão colocadas...Enquanto isso, falo de diapasão, de arco de violino (Pau-Brasil, crina de cavalo...)Cabaças africanas, afinação...Kelly ficou com a responsabilidade das fotos, todos ajudaram trazer e guardar os instrumentos. </li></ul>
  21. 22. Encontro III Relato <ul><li>O plano do encontro de hoje foi, como sempre baseado em 3 principais assuntos desta vez: Linhas, Instrumentos e Canções. Distribuo instrumentos e exploramos suas características, suas personalidades. Brincamos de tirar sons e como podemos usá-los. Em linhas, tento neste primeiro momento entoar, e cantar algumas notas da escala de dó maior. Na medida em que fui levando o material para a quadra os alunos iam se oferecendo para ajudar: Wellington, Simone, Daniel, Marvin, Breno, em alguns minutos eles chegaram. Numa dinâmica onde você disponibiliza as coisas-objetos de som, é necessário muita energia. Há discussões, confrontos e luta por prioridade em tocar este ou aquele instrumento. Alguma organização vai-se conseguindo utilizando-me do que eles podem fazer. Seria impossível comecar música nestas áreas tendo como método uma carga teórica e técnica dura. Assim, vou criando interesse por atração, ativando a curiosidade. E muitos saberão procurar um caminho dos sons e da música. Hoje tivemos: a responsável pela minha máquina fotográfica, foi a &quot;guardiã da máquina&quot;(Gabriela Guimarães) tivemos o maestro assistente (Daniel) o &quot;Violinista&quot; (Weelington) e violão (Simone) estes foram alguns dos destaques. Um diapasão foi passado por todos os ouvidos. O violino e seu arco de Pau-Brasil e crina de cavalo foi tocado por todos. A Kalimba e suas sonoridade tribal do `ultimo encontro foi lembrada. O papel-kraft como lousa,onde desenhei duas linhas para inserirmos notas,solfejamos. A buscamos o diálogo rítmico. Experimentamos a sensação de tocar &quot;muito baixinho&quot; gradações até o &quot;forte&quot;.As cabaças.Os bongôs. A Deise disponibilizou flautas doces, violõezinhos. Semana que vem temos teremos microfone e violao amplificado Estamos construindo. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Improviso de Marley </li></ul>
  23. 24. <ul><li>Prato e Percussão </li></ul>
  24. 25. Violinistas
  25. 26. Claves
  26. 27. Violão
  27. 28. Kalimba
  28. 29. Espaços <ul><li>A quadra e o auditório. </li></ul>
  29. 30. Oficina de Sons <ul><li>O &quot; Oficina de Sons&quot; será um primeiro encontro com a magia dos sons, suas propriedades e envolvendo diversos exercícios de percepção dos sons. Assim, teremos uma iniciação musical de oito encontrosm, lúdica com elementos teóricos. Num segundo momento começaríamos as &quot;Oficina de Cordas&quot; onde implantaremos uma ação para a formação de uma pequena orquestra de cordas a exemplo de ações similares. </li></ul>
  30. 33. Brigam Espanha e Holanda (Leila Diniz) <ul><li>Brigam Espanha e Holanda Pelos direitos do mar O mar é das gaivotas Que nele sabem voar O mar é das gaivotas E de quem sabe navegar. Brigam Espanha e Holanda Pelos direitos do mar Brigam Espanha e Holanda Porque não sabem que o mar É de quem o sabe amar. Leila Diniz </li></ul>
  31. 35. Preta Pretinha Os Novos Baianos Composição: Galvão - Moraes Moreira <ul><li>Preta, Preta, Pretinha! Preta, Preta, Pretinha! Preta, Preta, pretinha! Preta, Preta, Pretinha! Enquanto eu corria Assim eu ía Lhe chamar! Enquanto corria a barca Lhe chamar! Enquanto corria a barca Por minha cabeça não passava Só! Somente Só! Assim vou lhe chamar Assim você vai ser Só! Só! Somente Só! Assim vou lhe chamar Assim você vai ser Eu ía lhe chamar! Enquanto corria a barca Eu ía lhe chamar! Enquanto corria a barca Abre a porta e a janela E vem ver o sol nascer...(6x) Eu sou um pássaro Que vivo avoando Vivo avoando Sem nunca mais parar Ai Ai! Ai Ai! Saudade Não venha me matar Ai Ai! Ai Ai! Saudade Não venha me matar </li></ul>
  32. 36. Marinheiro Só <ul><li>Eu não sou daqui Marinheiro só Eu não tenho amor Marinheiro só Eu sou da bahia Marinheiro só De são salvador Marinheiro só Marinheiro marinheiro Marinheiro só Ô, quem te ensinou a nadar Marinheiro só Ou foi o tombo do navio Marinheiro só Ou foi o balanço do mar Marinheiro sóem Marinheiro só Como ele vem faceiro Marinheiro só Todo de branco Marinheiro só Com o seu bonezinho Marinheiro só Ô, marinheiro marinheiro Marinheiro só Ô, quem te ensinou a nadar Marinheiro só Ou foi o tombo do navio Marinheiro só Ou foi o balanço do mar Marinheiro só </li></ul>
  33. 38. Encontro I <ul><li>Foi com a maior alegria que me encontrei com os alunos da Leão Velloso. Neste primeiro encontro tocamos e falamos sobre os instrumentos que levei, a saber: 2 pratos suspensos com baquetas de feltro e de madeira ( exploramos diversas possibilidades de emissão do som) 1 caixa (explorando as sonoridades com a esteira e sem a esteira)1 Violão e 1 Violino (exploramos possibilidades, falei sobre os componentes do violino e do arco, da crina de cavalo e do pau-brasil que compõem o arco. Falei sobre as propriedades do som, e de como é necessário sabermos o que é o som e quais são as suas propriedades. </li></ul>
  34. 40. Exercícios para percepção sonora (M.Shafer) <ul><li>Exercícios para percepção sonora (M.Shafer) 1) Entre em diferentes comércios (supermercado, oficina, feira etc) e compare os sons de cada um deles. (mais alto mais baixo, agudo grave etc) 2)Quais sons podemos lembrar que antecedem a visualização do objeto ou ação que o produz?Faça uma lista (ex. avião ). 3) Elabore duas listas: a) Sons graves produzidos por objetos pequenos e leves. b) Sons agudos produzidos por objetos grandes e pesados; 4)Imagine que está rasgando ou amassando uma folha de papel, imite o som e depois compare com o som real. 5)Agora com uma bola de papel amassado imaginária, peça para que produzam o som ao jogar batendo-a na parede, depois refaça o exercício com outro jogando, depois faça com uma bola real para que possam comparar o som real com o imaginado/produzido. 6)Agora podemos tentar desenhar alguns destes sons. 7)Vamos agora utilizar nossas vozes para imitar diferentes locais (em grupos de 6 a 10 pessoas por ambiente), limitando o tempo para a organização desta peça, as apresentando logo depois. 8) Já teve alguma vez um sonho sonoro? 9) Os sons tem cores? 10) O que significa o silencio para você? Comple a frase O SILENCIO é: ...................................................................................................... 11) Passaremos uma folha de papel de mão em mão (em círculo) sem fazer nenhum barulho. 12)Utilizemos agora a folha de papel como instrumento musical explorando os sons que podemos produzir com ela. 14)Diga uma frase ou toque um ritmo para o grupo e peça no dia seguinte ou após mais tempo para que relembrem. </li></ul>
  35. 42. Propriedades do Som Propriedades do som Teoria Musical <ul><li>PROPRIEDADES DO SOM Sons são freqüências, medidas em Hertz ( o som do diapasão - nota A - por exemplo, é 440 Hz ) e contém as propriedades abaixo: 1) DURAÇÃO: é o tempo de produção do som. Pode ser mais longo ou mais curto. 2) INTENSIDADE: é a propriedade do som ser mais forte ou mais fraco 3) ALTURA: é a propriedade do som ser mais grave ou mais agudo. 4) TIMBRE: é a qualidade do som que permite reconhecer sua origem. É pelo timbre que sabemos se o som vem de um violão com cordas de nylon ou aço, um baixo acústico ou elétrico, piano, violino, até mesmo um sino e etc. No meio musical usamos o termo timbre para distinguir os diversos sons que um mesmo instrumento pode produzir, por exemplo: existem vários &quot;timbres&quot; de guitarra limpa, guitarra com distorção, ou outro efeito etc. Todo e qualquer som musical tem, simultaneamente, as quatro propriedades. Na escrita musical, as propriedades do som são representadas da seguinte maneira: DURAÇÃO pelas figuras rítmicas (semibreve, mínima, semínima, colcheia, etc) INTENSIDADE pelo sinais de dinâmica ALTURA pela posição da nota no pentagrama e pelas claves TIMBRE pela indicação da voz ou instrumento que deve executar a música. </li></ul>
  36. 43. Encontro 3/4/2011 <ul><li>Hoje. 5/4/2011 </li></ul><ul><li>Arrumamos o palco. </li></ul><ul><li>Cantamos. </li></ul><ul><li>Sugerimos novas canções </li></ul><ul><li>Gabriela Guimarães assumiu as fotos novamente. </li></ul><ul><li>A mãe de Bruna ensinou-a a segunda parte de Trem das Onze </li></ul><ul><li>Wellington fará a pesquisa sobre violino para que ele possa levar o instrumento para casa por uma semana. </li></ul><ul><li>Reunião com a Diretora Deise. </li></ul><ul><li>Ainda algumas nnecessidades para nossa Escola Modelo. </li></ul><ul><li>Reunião com Daniel sobre monitoramento (ampliação e continuidade) </li></ul><ul><li>Necessidade de abrirmos a Escola aos sábados para atividades das 9.00 às 14.00: Capoeira, Afro Reggae, Oficina dos Sons “Músicos do amanhã” </li></ul>
  37. 44. Parábola
  38. 48. Edilene e os bongôs
  39. 50. Carta <ul><li>Estimada Deise. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Dando prosseguimento às “Oficinas dos Sons” gostaria de te informar que neste estágio dessa vivência musical (Encontro V) o grupo ocupou o auditório para duas atividades: arrumação do palco, passagem das músicas sugeridas pelos participantes, contato com instrumentos musicais e assessórios  (diapasão, afinador eletrônico, estante de música, microfone, partitura cifrada). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Essa Oficina, que seria uma preparação para a Iniciação Musical, é uma ação onde procuramos de forma lúdica conhecermos as potencialidades dos participantes no que se refere à música e apontarmos sugestões para quem quiser fazer música de forma mais ampla. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Uma ação futura conjunta da escola com os pais dos alunos, a secretaria, bem como entidades e empresas é importante para que possamos oferecer conhecimento suficientes não só para a música em questão mas para as outras possibilidades que envolvem a música tais como moda (figurinos para shows) fotografia/vídeo (para releases e publicação na internet), cenografia (preparação de um palco) e música para dança, teatro etc. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>No grupo que vem se formando já surgiram algumas surpresas, o Daniel que tem todo o perfil de músico podendo quem sabe no futuro ser um monitor na L.V, já me prontifiquei a enviar material de música por e-mail, e quem sabe no futuro disponibilizar uma palestra sobre softwares de música para os que se interessarem. Outra surpresa,  Wellington e seu interesse pelo violino (pedi à ele que fizesse uma pesquisa na internet sobre o violino, e dependendo de sua pesquisa ele poderia levar emprestado o meu violino por uma semana para casa. As alunas Bruna, Edilene, Andreza que escolheram músicas para o repertório tendo escolhido entre outras o Trem das Onze e Garota de Ipanema. Os alunos mais novos que com tanta energia ultrapassam o volume desejado. Há também quem é mais tímido e prefere fazer os registros fotográficos com a câmera que eu levo, acatando a sugestão de ser o guardião/guardiã da máquina fotográfica. Assim, eles vão se posicionando naturalmente diante das sugestões oferecidas, há quem vai se interessando pelo posicionamento dos participantes no palco, e em breve falaremos sobre qual roupa poderíamos usar no que seria um “Ensaio Aberto” que dependerá de conseguirmos ensaiar ao menos três músicas. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Ou seja, neste primeiro momento é fundamental incentivarmos o movimento natural dos alunos em direção ao que lhes interessa. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Deise, seu desejo de abrir a Escola aos sábados entre 9.00hs e 14.00hs para as atividades que você pontuou (Capoeira, Afro Reggae e Prática de bandas/Oficina de Sons) é muito importante na medida em que a comunidade trará para dentro da Escola o que há de representativo, quem sabe conseguimos uma autorização ainda que experimental para tentarmos? </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Seria muito bom se conseguíssemos instalar o data-show no auditório para projeções de trechos de filmes que envolvem música e dança. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Enfim, tem sido gratificante para mim conviver com este grupo e com você em especial, essa energia e essa garra encontradas em pessoas especiais, nascidas para educar. (Que com certeza não é nada fácil!) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Atenciosamente </li></ul><ul><li>Ricardo Simões </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  40. 51. Breno com os Bongôs

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