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Oficina Sons e Vínculos - A música na escola

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  1. 1. SONS & VÍNCULOS A MÚSICA NA ESCOLA Prof. José Renato Gimenes das Neves contato@zrgproducoesculturais.com.br www.zrgproducoesculturais.com.br
  2. 2. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Brasil ficou por mais de 20 anos sem Educação Musical nas escolas. Gerações se formaram sem ter tido a oportunidade de fazer música, de ter acesso à prática musical. Tocar músicas ( não o fazer músicas ) ficou restrito aos conservatórios e escolas de música. A música foi colocada num pedestal inacessível, só alcançada pelos Iluminados e talentosos conhecedores das regras musicais que envolvem Melodia, Harmonia e Ritmo. De acordo com Murray Schafer ( O Ouvido Pensante ), música pode ser brincar com sons, montar e desmontar sonoridades, descobrir, criar, organizar, juntar, separar e criar uma organização de sons com a intenção de ser ouvida.
  3. 3. VAMOS OUVIR UMA COMPOSIÇÃO FEITA PARA PIANO . AUDIÇÃO ABRANGENTE                          
  4. 4. VAMOS OUVIR COM O CORAÇÃO DEIXE A MÚSICA TE LEVAR AOS MAIS VARIADOS PENSAMENTOS AUDIÇÃO EMOTIVA
  5. 5. VAMOS OUVIR COM FOCO NO TRABALHO DESENVOLVIDO PELO COMPOSITOR ESTE JEITO DE OUVIR NOS DÁ UMA VISÃO SISTÊMICA DA OBRA E NOS FAZ ENTENDER A LÓGICA DA ESTRUTURA CONSTRUTIVA AUDIÇÃO OBJETIVA
  6. 6. FÜR ELISE - L.V. BEETHOVEN
  7. 7. AUDIÇÃO ESTÉTICA VAMOS OUVIR O NO TRABALHO DESENVOLVIDO PELO PIANISTA ESTE JEITO DE OUVIR NOS PERMITE SABOREAR AS DINÂMICAS, OS RALENTANDOS, OS CRESCENDO, OS DIMINUINDO, ENFIM TODO O CONTEÚDO FORMAL QUE NOS CONDUZ AO PRAZER DE SABOREAR UMA BELA COMPOSIÇÃO FECHE OS OLHOS E TOQUE JUNTO
  8. 8. Anote S ( sim ) para os Gêneros Musicais que você curte e N (não) para os que você não tem tanto interesse.
  9. 9. FANFARRA: FOCO NO PULSO
  10. 10. O TEMPO EM MÚSICA
  11. 11. PULSANDO PULSAÇÃO PULSAR = Apoio + Impulso
  12. 12. EXERCÍCIOS RÍTMICOS COM PULSAÇÃO E LATERALIDADE <ul><li>E E E D E E E D </li></ul><ul><li>D D D E E E E D </li></ul><ul><li>D E D E D E D E </li></ul><ul><li>E D E D E D E D </li></ul><ul><li>D D E D E E D E </li></ul><ul><li>E E D E D D E D </li></ul><ul><li>E D D E D E E D </li></ul><ul><li>D D D D D D D D </li></ul><ul><li>E E E E E E E E </li></ul><ul><li>D D D D E E E E </li></ul><ul><li>E E E E D D D D </li></ul><ul><li>D D E E D D E E </li></ul><ul><li>E E D D E E D D </li></ul><ul><li>D D D E D D D E </li></ul>
  13. 13. PULSANDO EM MARCHA
  14. 14. FIGURAS MUSICAIS 1 1/2 1/4 1/8 1/16
  15. 15. I I I I I I I I > > I I I I I I I I > > > I I I I I I I I > > I I I I I I I I > > > > >
  16. 16. Du ba Du bi dua badaba Da ba daba duuu Dabada da Dubidubidu a Dubidabadubidaba du Badabadu Ba du ba duuuuu Dubidabadubidaba Da Ba Du
  17. 17. Um cérebro carente de experiência musical é necessariamente, um cérebro carente de discernimento musical.
  18. 18. A música feita em casa Os teatros particulares A Música na Aristocracia
  19. 19. O CONCERTO ATUAL
  20. 20. Ouvir 4 vozes SOPRANO - CONTRALTO - TENOR - BAIXO
  21. 21. CORDAS 1º violino e 2° violino - soprano viola - contralto violoncelo - tenor contrabaixo - baixo
  22. 22. 1877 - invenção de um brinquedo sonoro - Thomas Edison 1897 - Victor e Columbia - gramofone 1903 - primeiro disco: uma ópera de Verdi
  23. 23. A verdadeira descoberta : a primeira venda em massa de música Foi nesse momento que mudou para sempre a audição de música
  24. 24. Fonógrafo elétrico - Rádio - 1925
  25. 25. Long Play - década de 50 Hi Fi Lp Mono
  26. 26. Som Estéreo - década de 60
  27. 27. Fita gravada - década de 70
  28. 28. CD - na década de 80
  29. 29. MD - na década de 90
  30. 30. Computador - Hoje
  31. 32. Uma simples melodia exige muito do cérebro. Onde elas são ouvidas? LD - ouve as notas e os intervalos sente a emoção LE - reconhece o ritmo, analisa a beleza estética Os músicos profissionais trabalham primeiro com o lado esquerdo, só depois vão ao direito, isso quando vão... A Música cativa e mantém a atenção - estimula e utiliza muitas partes do cérebro
  32. 33. A Música é facilmente adaptada para refletir as habilidades de uma pessoa
  33. 34. A Música ajuda efetivamente o desenvolvimento da memória
  34. 35. A Música nos remete a recordações e emoções;
  35. 36. A Música possui uma linguagem não verbal que permite conexões infinitas
  36. 37. A Música nos põe em movimento...
  37. 38. Há músicas que promovem e fortalecem a auto-estima
  38. 39. A Música pode nos conduzir a estados alterados de consciência
  39. 40. A Música abre as portas para um encontro interior mais profundo, ao mesmo tempo que nos remete em direção à espiritualidade
  40. 41. BOMBARDEIO SONORO BOMBARDEIO SONORO
  41. 42. BOMBARDEIO MUSICAL BOMBARDEIO MUSICAL
  42. 43. Quanto mais somos cercados por música, menos participamos
  43. 44. Quando realmente ouvimos música ?
  44. 45. DINÂMICA DO ESPELHO
  45. 46. CIO DA TERRA Debulhar o Trigo Recolher cada bago do trigo Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão Decepar a Cana Recolher a garapa da cana Roubar da cana a doçura Do mel Se lambuzar de mel Afagar a terra Conhecer os desejos da terra Cio da Terra A propícia estação E fecundar o chão Grupo 1 2 Grupo 3 4 Grupo 5 6
  46. 47. SONS NATURAIS SONS DA CRIAÇÃO – BIG BAN &quot;No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele&quot; (João 1:1-3).
  47. 48. SONS NATURAIS SONS DA ÁGUA Oceanos, Mares , Lagos, Rios, Riachos, Chuva... Neve, Gelo, Vapor, Fontes...
  48. 49. SONS NATURAIS SONS DO AR Ventos, Tempestades, Furacões, Brisas, Trovões, Relâmpagos
  49. 50. SONS NATURAIS SONS DA TERRA Cavernas, Túneis, Pedras e Árvores
  50. 51. SONS NATURAIS SONS DO FOGO Vulcão, Fogueira, Fósforo, Vela,Lamparina, etc..
  51. 52. SONS NATURAIS SONS DE PÁSSAROS
  52. 53. S O N S N A T U R A I S S O N S D E A N I M A I S
  53. 54. SONS NATURAIS SONS DE INSETOS
  54. 55. SONS NATURAIS SONS DE PEIXES E CRIATURAS DO MAR
  55. 56. SONS NATURAIS SONS TÍPICOS DAS ESTAÇÕES DO ANO
  56. 57. SONS HUMANOS SONS DA VOZ Grito, Tosse, Berro, Canto, Sussurro, Ronco, Bocejo, Gemido, Espirro, etc...
  57. 58. SONS HUMANOS SONS DO CORPO
  58. 59. SONS HUMANOS SONS DO VESTUÁRIO
  59. 60. SONS E SOCIEDADE SONS DE LUGARES DO MUNDO
  60. 61. SONS E SOCIEDADE SONS DE SUA CIDADE
  61. 62. SONS E SOCIEDADE SONS DE SEU BAIRRO
  62. 63. SONS E SOCIEDADE SONS DA SUA RUA
  63. 64. SONS E SOCIEDADE SONS DA SUA CASA
  64. 65. SONS E SOCIEDADE SONS DA SUA ESCOLA
  65. 66. SONS MECÂNICOS SONS DE MÁQUINAS E MOTORES TRANSPORTE AERONAVES FERRAMENTAS ELETRODOMÉSTICOS MÚSICA
  66. 67. OUVINDO “VIVALDI”   As quatro estações Concerto nº 1 em Mi Maior Violino, Cordas e Cravo Antônio Vivaldi ( 1678-1741 )
  67. 68. Proposta do Compositor Uma “aquarela” musical
  68. 69. A primavera voltou. Os pássaros se regozijam, saudando-a em alegre canto .
  69. 70. Ternamente os riachos murmuram sob a brisa transportada pelo doce zéfiro .
  70. 71. De repente, o céu se torna escuro: relâmpagos e trovões falam.
  71. 72. Em seguida, a paz regressa e os passarinhos retornam seu doce canto.
  72. 73. A Forma: A Estrutura da Composição • A Forma : •Tema1 – eco – abertura •Tema 2 – eco primavera Pássaros – •Tema 2 – primavera Brisa •Tema 2 – primavera Relâmpagos e trovões •Tema 2 – primavera A paz, os pássaros •Tema 2 – eco – primavera
  73. 74. DANÇANDO VIVALDI
  74. 75. FANFARRA DE SUCATA Tambores e Bumbos
  75. 77. FANFARRA DE SUCATA PRATOS DE TAMPAS DE PANELAS VELHAS
  76. 78. FANFARRA DE SUCATA
  77. 79. INSTRUMENTOS MUSICAIS EM PVC TAMBORES
  78. 80. Materiais para instrumentos musicais em PVC
  79. 83. INSTRUMENTOS DE PERCUSSÃO
  80. 84. SINOS DE TAMPINHAS PLÁSTICAS
  81. 85. PERCUSSÕES DE EFEITOS
  82. 86. CRIATIVIDADE NO ACABAMENTO
  83. 87. DELICADEZA NOS DETALHES
  84. 88. PESQUISAS DE TIMBRES
  85. 89. FANFARRA DE SUCATA + = TROMPA DE MANGUEIRA
  86. 90. A FLAUTA E A TROMPA DE PVC
  87. 91. AEROFONES DE BOCAL
  88. 92. CONSTRUINDO AS FLAUTAS
  89. 93. ACABAMENTO IMPECÁVEL
  90. 94. INOVANDO
  91. 95. A FLAUTA DE ÊMBOLO
  92. 96. FLAUTAS DE BICO
  93. 97. OFICINA DE CORDOFONES
  94. 98. BUSCANDO SOLUÇÕES
  95. 99. O VIOLONCELO DE LATA COM CRAVELHAS SOFISTICAÇÃO
  96. 100. TOCANDO COM ARCO
  97. 101. O CORDOFONE DO MATERNAL CRIAÇÃO DOS PROFESSORES
  98. 102. CORDOFONES DIVERSOS
  99. 104. É PRECISO SABER VIVER <ul><li>Quem espera que a vida </li></ul><ul><li>Seja feita de ilusões </li></ul><ul><li>Pode até ficar maluco </li></ul><ul><li>Ou morrer na solidão </li></ul><ul><li>É preciso ter cuidado </li></ul><ul><li>Prá mais tarde não sofrer </li></ul><ul><li>É preciso saber viver </li></ul><ul><li>Toda pedra no caminho </li></ul><ul><li>Você pode retirar </li></ul><ul><li>Numa flor que tem espinho </li></ul><ul><li>Você pode se arranhar </li></ul><ul><li>Se o bem e o mal existem </li></ul><ul><li>Você pode escolher </li></ul><ul><li>É preciso saber viver </li></ul><ul><li>É preciso saber viver </li></ul><ul><li>É preciso saber viver </li></ul><ul><li>É preciso saber viver </li></ul><ul><li>Saber viver </li></ul><ul><li>Saber viver </li></ul>Titãs/R.Carlos
  100. 105. Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão   Há um passado no meu presente o sol bem quente lá no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão   E me fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir Amizade, palavra , respeito, caráter , bondade, alegria e amor   Pois não posso, não devo, e não quero viver como toda essa gente que insiste em viver E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal   Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão Bola de Meia Bola de Gude
  101. 106. Now let´us sing ( M ) Sing to the power of the Lord comes down ( F ) Now let´us sing ( M ) Sing to the power of the Lord comes down ( F ) Lift up your head ( M ) Lift up your head ( F ) Don´t be afraid ( M ) Don´t be afraid ( F ) Now let´us sing to the power of the Lord comes down ( Todos ) Now let’us sing Now let´us sing to the power of the sing to the power of the sing to the power of the Lord comes down Final
  102. 107. Fico Assim Sem Você 1 -Avião sem asa Fogueira sem brasa 2 - Sou eu assim sem você 1 - Futebol sem bola Piu-piu sem Frajola 2 -Sou eu assim sem você Porque que é que tem que ser assim? Se o meu desejo não tem fim Eu te quero a todo instante Nem mil auto-falantes Vão poder falar por mim 2 - Amor sem beijinho Buchecha sem Claudinho 1 -Sou eu assim sem você 2 - Circo sem palhaço Namoro sem amasso 1 - Sou eu assim sem você Tô louco pra te ver chegar Tô louca pra te ter nas mãos Deitar no teu abraço Retomar o pedaço Que falta no meu coração Eu não existo longe de você E a solidão é o meu pior castigo Eu conto as horas pra poder te ver Mas o relógio tá de mal comigo Por quê? Por quê? 1 - Neném sem chupeta Romeu sem Julieta 2 -Sou eu assim sem você 1 - Carro sem estrada Queijo sem goiabada 2 -Sou eu assim sem você Porque que é que tem que ser assim? Se o meu desejo não tem fim Eu te quero a todo instante Nem mil auto-falantes Vão poder falar por mim Eu não existo longe de você E a solidão é o meu pior castigo Eu conto as horas pra poder te ver Mas o relógio tá de mal comigo
  103. 108. <ul><li>Ontem um menino </li></ul><ul><li>Que brincava me falou </li></ul><ul><li>Que hoje é semente do amanhã </li></ul><ul><li>Para não ter medo </li></ul><ul><li>Que esse tempo vai Passar </li></ul><ul><li>Não se desespere e nem pare de sonhar </li></ul><ul><li>Nunca se entregue </li></ul><ul><li>Nasça sempre com as manhãs </li></ul><ul><li>Deixe a luz do sol brilhar </li></ul><ul><li>No céu do seu olhar </li></ul><ul><li>Fé na vida </li></ul><ul><li>Fé no homem </li></ul><ul><li>Fé no que virá </li></ul><ul><li>Nós podemos tudo </li></ul><ul><li>Nós podemos mais </li></ul><ul><li>Vamos lá fazer o que será </li></ul>Gonzaguinha Sementes do Amanhã
  104. 109. A HISTÓRIA DO SOM E DO RUÍDO
  105. 110. O FAZER MUSICAL EM DIFERENTES CULTURAS
  106. 111. ORGANIZAÇÕES VIBRATÓRIAS - ESCALAS MUSICAIS DIFERENTES
  107. 112. A MÚSICA VIVIDA COMO UMA EXPERIÊNCIA DO SAGRADO
  108. 113. A DESCOBERTA DAS PROPORÇÕES MATEMÁTICAS ENTRE AS NOTAS MUSICAIS do re mi fa sol la si do 1 8:9 64:81 3:4 2:3 16:27 128:243 1:2
  109. 115. COMPOSITORES BARROCOS
  110. 116. UMA RARA FOTO DE BEETHOVEN
  111. 117. O INÍCIO DO MODERNISMO
  112. 118. WEBERN SHOENBERG MESSIAEN COMPOSITORES DO SÉC. XX
  113. 119. ALEMANHA Karlheinz Stockhausen's Influence on Today's Electronic Music
  114. 120. E.U.A. COOPLAND GLASS CAGE GERSHWIN
  115. 126. Partitura com cores
  116. 128. INFLUÊNCIA ÍNDÍGENA
  117. 129. MÚSICA COMO PARTE DA VIDA
  118. 130. CANTO COLETIVO
  119. 131. A PERCUSSÃO CADENCIADA - O BATUQUE A CAPOEIRA - O BERIMBAU A INFLUÊNCIA NEGRA
  120. 132. RITUAIS COM MARCAÇÃO RÍTMICA PRECISA
  121. 133. OS PORTUGUESES
  122. 134. A MÚSICA ERUDITA EUROPÉIA MÚSICA SACRA
  123. 135. LUNDU
  124. 136. LUNDU MODINHA MAXIXE
  125. 137. LADAINHAS
  126. 138. FOLIA DE REIS
  127. 139. CATIRA MODA DE VIOLA
  128. 140. CANTORIA REPENTISTAS
  129. 141. Pixinguinha e os Oito Batutas (1927) Jelly Roll Morton and Red Hot Peppers (1920 ca.)
  130. 142. FORRÓ
  131. 143. O SAMBA DO MORRO
  132. 144. TOM JOBIM E VINÍCIUS DE MORAES
  133. 146. GILBERTO GIL CAETANO VELOSO
  134. 156. A CULTURA E A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA SOMOS MUITO MAIS DO QUE IMAGINAMOS SER
  135. 157. A ATIVIDADE MUSICAL E A CRIANÇA
  136. 158. ATIVIDADE MUSICAL SENSÓRIO MOTORA Gestos
  137. 159. Ouvir e...
  138. 160. Expressar o som com o corpo Pesquisar sons...
  139. 161. ATIVIDADE MUSICAL SIMBÓLICA Artes plásticas Dança Expressão corporal Discutindo significados
  140. 162. ATIVIDADE MUSICAL ANALÍTICA OU DE REGRA Organização da música Fanfarra
  141. 163. Orquestra e Coral
  142. 164. O Fazer Musical...
  143. 165. EDUCADORES PENSEM NESTA TRAJETÓRIA QUE FIZEMOS .
  144. 166. EDUCADORES PENSEM NO QUE VOCÊS PODEM CONTRIBUIR PARA QUE A MÚSICA SEJA OFERECIDA.
  145. 167. EDUCADORES PENSEM NAS CRIANÇAS QUE ESTÃO EM SUAS MÃOS
  146. 168. EDUCADORES PENSEM NA MÚSICA, COM CARINHO, DEDICAÇÃO E REALIZAÇÃO
  147. 169. EDUCADORES REALIZEM
  148. 170. VAMOS PULAR A CERCA USAR E ABUSAR DA MÚSICA
  149. 171. ENCONTRAR CAMINHOS E CAMINHAR SUPERANDO DESAFIOS E BUSCANDO SOLUÇÕES
  150. 172. Inicialmente a criança brinca sozinha, mesmo estando perto de outras crianças. É interessante colocar músicas leves, alegres, com muito cuidado para não irritá-las. A partir do momento em que a socialização se inicia, as atividades coletivas tornam-se possíveis e vão se tornando cada vez mais elaboradas. A criança não apenas irá manejar seu instrumento musical ao lado do colega mas junto com ele, escutando a si mesma e aos outros, esperando sua vez de cantar ou tocar, dialogando e expressando-se musicalmente.
  151. 173. 2 ANOS A criança é capaz de cantar versos soltos, fragmentos de canções, na maioria das vezes fora do tom. Reconhece algumas melodias e intérpretes. Gosta de movimentos rítmicos. Gosta de brincar com instrumentos musicais.
  152. 174. Descobrindo possibilidades sonoras
  153. 175. 3 ANOS A criança consegue reproduzir canções inteiras, embora geralmente fora do tom. Tem menos inibição para cantar em grupo. Reconhece várias melodias. Começa a fazer coincidir os tons simples de seu canto com as músicas ouvidas. Tenta tocar instrumentos musicais. Gosta de participar de grupos rítmicos: marcha, pula, caminha, corre, seguindo a pulsação musical.
  154. 176. 4 ANOS A criança progride no controle da voz. Participa com facilidade de atividades musicais simples. Interessa-se muito em dramatizar canções. Gosta de criar músicas , se for estimulada.
  155. 177. A criança entoa mais facilmente e consegue cantar melodias inteiras. Reconhece e gosta de um extenso repertório musical. Consegue sincronizar os movimentos de mão ou do pé com a música. Consegue pular em um só pé e dançar conforme o ritmo da música. Percebe a diferença dos diversos timbres ( vozes, objetos, instrumentos, etc ), dos sons graves e agudos, e da variação de intensidade forte e fraca. 5 ANOS
  156. 178. 6 ANOS A criança percebe sons ascendentes e descendentes. Identifica fórmulas rítmicas, os fraseados musicais, as variações de andamentos e a duração dos valores sonoros. Adapta palavras sobre ritmos ou trecho musical já conhecido. Consegue tocar um instrumento musical com interpretação.
  157. 179. 7 ANOS A criança expõe e defende suas idéias. Ouve em silêncio, acompanhando o ritmo e a melodia da música. Canta acentuando a tônica das palavras. Tem coordenação motora para bater a pulsação com as mãos enquanto o pé acentua o tempo forte. Consegue distinguir ritmos populares: forró,chorinho, samba, rock, valsa, marcha, etc, e criar coreografias livres. Se estimulada adequadamente, consegue compor pequenas melodias. Toca bem a flauta doce e outros instrumentos.
  158. 180. 8 ANOS A criança é mais rápida em suas próprias reações e também compreende melhor as dos demais. Consegue criar e reproduzir frases rítmicas. Dá um salto qualitativo na flauta doce. Aprende, sem dificuldade, a ler música em partitura
  159. 181. 9 ANOS A criança adquire maior domínio de si mesma. Gosta muito de conversar e de cantar. É capaz de distinguir os elementos da música: melodia - harmonia - ritmo. Percebe o fraseado musical. Responde com precisão aos exercícios rítmicos. Mais do que nunca, é hora de tocar um instrumento musical.
  160. 182. 10 ANOS A criança se envolve emocionalmente com música. Consegue cantar a duas e até três vozes. Não gosta de cantar canções infantis e bobinhas. Adora ouvir música e está em dia com os sucessos musicais. Se for bem orientada, será uma ouvinte atenta e crítica. Se o gosto pela boa música for estimulado, ele será permanente. É a hora crítica para iniciar a aprendizagem de um instrumento musical.
  161. 183. AAA LELUUIAA A LE LU IA AA LEE LUU IAA LEE LUU IA AAA LELUUIAA A LE LU IA AA LEE LUU IAA LEE LUU IA A LE LU IA A A LE E LU U IA ALELUIA W. A. MOZART
  162. 184. JOURDAIN, Robert – Música, Cérebro e Êxtase. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998. GRIFFITHS, Paul – A Música Moderna. Rio de Janeiro: Zahar, 1987. WISNICK, José Miguel – O Som e o Sentido. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. SCHAFER, Murray – O Ouvido Pensante. São Paulo: UNESP, 1992 SCHAFER, Murray – A Afinação do Mundo. São Paulo: UNESP, 2001 FREGTMAN, Carlos D. – Música Transpessoal. São Paulo: CULTRIX, 1995 STEWART, R. J. – Música e psique. São Paulo: Círculo do Livro, 1990 WATSON, Andrew; DRURY, Nevill – Musicoterapia. São Paulo: Ground, 1990 MASSIN, Jean; MASSIN, Brigitte – História da Música Ocidental. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997 COVEY, Stephen R. – Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes. Rio de Janeiro: BestSeller, 2007 BRITO, Teca A. – Música na educação infantil – São Paulo: Peirópolis, 2003 JEANDOT, Nicole - Explorando o Universo da Música – SCIPIONE PINKER, Steven – Como a mente funciona – São Paulo: Companhia das Letras, 1998 COKER, Jerry – Improvising jazz - New York : A Fireside Book BARRAUD, Henry – Para compreender as músicas de hoje – São Paulo: Perspectiva, 1975 SHOENBERG, Arnold – Harmonia –São Paulo: UNESP, 2001 SOLTI, Georg – O mundo maravilhoso da música – São Paulo: Melhoramentos, 1997 BENNETT, Roy – Forma e estrutura na música - Rio de Janeiro: Zahar, 1986 HOWARD, John - Aprendendo a compor - Rio de Janeiro: Zahar, 1991 BENNETT, Roy – Uma breve história da música - Rio de Janeiro: Zahar, 1986 ARDLEY,Neil – Guia de música para jovens ouvintes – Singapura: Civilização, 1996 FAUSTINI, João W. – Gaudeamus – São Paulo: Imprensa Metodista, 1973 BIBLIOGRAFIA contato@zrgproducoesculturais.com.br www.zrgproducoesculturais.com.br

Notas do Editor

  • A fanfarra de papelão
  • Como estou – primeira música Eu e o outro – segunda música Um grupinho – terceira música Grupo colorido – quarta música Todos – quinta música Reflexão – sexta música
  • Visão sistêmica Cada representante sobe ao palco e dá as coordenadas. Todos criando uma ação cênica e compartilhando
  • Vamos por sentimento no cantar. Realizando o trabalho Feed-back - melhorou o coral. Pode se melhor? Vamos avançar?
  • Vamos avaliar o que diz a letra desta música. Vamos cantar para ir lá fazer o que será.

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