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Quadro 1. Comportamento do emprego no Pará por setor de atividade econômica – setembro/2011 Setores de Atividade Econômica...
1.3 OCUPAÇÕES COM MAIORES SALDOS DE EMPREGO E SALÁRIO MÉDIO DEADMISSÃO       No quadro 2, a seguir são apresentadas as tri...
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1.6 COMPORTAMENTO DO EMPREGO NA RMB E DEMAIS MUNICÍPIOS       A Região Metropolitana de Belém alcançou, no mês de setembro...
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bem como da desaceleração de obras vinculadas ao projeto Aços Laminados do Pará -ALPA.        O município de Dom Eliseu re...
2 NOTA TÉCNICA2.1 O DESAFIO DO PRIMEIRO EMPREGO PARA A JUVENTUDE PARAENSE –2004 A 20091        O trabalho figura entre os ...
Tabela 1. Condição de atividade e freqüência escolar por faixa etária em 2009.           (Em %)                           ...
No entanto, quando se leva em consideração o ranking das 20 ocupações2 maisfreqüentes no primeiro emprego de jovens no Est...
Tabela 2. Taxa de participação dos setores econômicos na admissão – Pará, 2004 e 2009.                                    ...
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(Continuação)  PROGRAMA                ÓRGÃO                PRINCIPAIS BENEFÍCIOS                 PÚBLICO-ALVO            ...
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Tabela 4 - Desligamentos por setor de atividade econômica – Brasil.                                       Ext.            ...
Tabela 5 – Saldo de emprego por setor de atividade econômica - Brasil.                                      Ext.          ...
Tabela 6 - Estoque de emprego por setor de atividade econômica - Brasil.                                     Ext.         ...
Tabela7 - Admissões por setor de atividade econômica - Pará.                                       Ext.               Ind....
Tabela 8 - Desligamentos por setor de atividade econômica - Pará.                                       Ext.              ...
Tabela 9- Saldo de emprego por setor de atividade econômica - Pará.                                       Ext.            ...
Tabela10 - Estoque de emprego por setor de atividade econômica - Pará.                                         Ext.       ...
3.2 REMUNERAÇÃO DA MÃO DE OBRA         Tabela 11 – Salário médio mensal por faixa de remuneração - Brasil.                ...
Tabela 12 – Salário médio mensal por faixa de remuneração - Pará.                                                         ...
Tabela13 – Salário médio mensal por região de integração - Pará.                                                          ...
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  1. 1. Pará apresenta o melhor desempenho na geração de empregos na Região Norte, pelo terceiro mês consecutivo.1 COMPORTAMENTO DO MERCADO DE TRABALHO1.1MERCADO DE TRABALHO FORMAL CELETISTA DO PARÁ EM SETEMBRODE 2011 De acordo com os resultados apresentados no Cadastro Geral dos Empregados eDesempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no mês desetembro de 2011 foram criados 209.078 empregos com carteira assinada em todopaís, o que elevou o estoque de postos de trabalho celetistas em 0,56%, acumulando noano um saldo de 2.079.188 novos postos de trabalho formais. Acompanhando a tendência de expansão do mercado de trabalho brasileiro, a regiãoNorte e o estado do Pará registraram a geração de 12.377 e 5.875 ocupações formais, comvariações de 0,76% e 0,88%, respectivamente, conforme demonstrado no gráfico 1. Gráfico 1. Empregos Formais. Brasil, Região Norte e Pará - Setembro de 2011 1.800.000 Número de Empregos Formais 1.600.000 1.400.000 1.200.000 1.000.000 800.000 600.000 400.000 200.000 0 Brasil Região Norte Pará Admissões 1.763.026 78.782 32.045 Desligamentos 1.553.948 66.405 26.170 Saldo 209.078 12.377 5.875 Fonte: MTE - CAGED. Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP. Com esse resultado, o segundo melhor de toda a série histórica do CAGED para operíodo de setembro, ficando atrás apenas dos 6.359 postos gerados em 2004, o Paráapresenta, pelo terceiro mês consecutivo, o melhor desempenho na criação de novosempregos formais na Região Norte em 2011.
  2. 2. O gráfico 2 a seguir, traz um demonstrativo do comportamento do emprego nosestados da Região Norte, no mês de setembro, no acumulado do ano (janeiro a setembro de2011) e nos últimos doze meses (outubro de 2010 a setembro de 2011). Gráfico 2. Saldo de Empregos Formais no Mês, no Ano e nos Últimos 12 Meses. Tocantins Amapá Pará Roraima Amazonas Acre Rondônia 0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 45.000 50.000 Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Em 12 meses 13.321 3.408 43.928 2.711 47.089 6.552 5.959 No ano 14.636 4.876 44.124 1.644 41.254 5.291 8.400 Setembro/2011 243 86 3.319 748 5.875 952 1.154Fonte: MTE - CAGED.Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP.1.2 O COMPORTAMENTO DO EMPREGO POR SETORES DE ATIVIDADEECONÔMICA Analisando os dados do CAGED por setor de atividade econômica, verifica-se que,à exceção da Agropecuária que eliminou 234 postos e trabalho, todos os demais setoresapresentaram saldos positivos. Contudo, o de Serviços, com a criação de 2.321 novosempregos, o da Indústria de Transformação e o da Construção Civil que geraram 1.330 e1.281 postos de trabalham, foram os que mais influenciaram no resultado registrado emsetembro, conforme se verifica no quadro 1.
  3. 3. Quadro 1. Comportamento do emprego no Pará por setor de atividade econômica – setembro/2011 Setores de Atividade Econômica Total de Total de Variação do Saldo Admissões Desligamentos Emprego (%)Extrativa Mineral 316 135 181 1,15Indústria de Transformação 4.421 3.091 1.330 1,47Serv. Industriais de Utilidade 157 145 12 0,14PúblicaConstrução Civil 7.415 6.134 1.281 1,72Comércio 7.743 6.772 971 0,55Serviços 8.958 6.637 2.321 1,04Administração Pública 30 17 13 0,05Agropecuária 3.005 3.239 -234 -0,46Total 32.045 26.170 5.875 0,88Fonte: MTE - CAGED.Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP  Serviços: as maiores contribuições originaram-se dos subsetores “Comércio eAdministração de Imóveis e Serviços Técnico-profissionais” (1.059 postos), “Alojamento,alimentação, reparo e manutenção” (666 postos) e “Ensino (202 postos).  Indústria de Transformação: o setor apresentou saldo positivo de 1.330 postos,impulsionado pelos subsetores “Indústria de Madeira e Mobiliário” (518 postos),“Indústria de Produtos Alimentícios e Bebidas” (336 postos), “Indústria de ProdutosMinerais Não Metálicos” (237 postos) e Indústria Metalúrgica (198 postos).  Construção Civil: devido à ampliação de obras privadas e públicas no Estado, osetor da Construção Civil segue aquecido, o que explica a manutenção do bomdesempenho registrado neste mês de setembro. Cabe ressaltar a contribuição significativado município de Altamira, com um saldo de 1.117 postos neste setor, em função do projetoUHE de Belo Monte.  Comércio: apresentou o quarto maior saldo de postos de trabalho (971 postos),tendo como destaque o Comércio Varejista com 835 postos de trabalho, contra 136postos do Comércio Atacadista.  Extrativa Mineral: o saldo de 181 postos de trabalho decorreu majoritariamentedas atividades ligadas a Extração de minerais metálicos.  Administração Pública: este setor registrou um saldo positivo de 13 novos postos,decorrente da admissão de 30 pessoas contra o desligamento (espontâneo ou pelo fim decontrato por prazo determinado) de 17 funcionários.  Serviços Industriais de Utilidade Pública: registrou um saldo de 12 postosde trabalho, resultado da admissão de 157 pessoas, contra o desligamento de 145trabalhadores.  Agropecuária: este setor foi o único que apresentou saldo negativo, eliminando umnúmero significativo de -234 postos de trabalho formal.
  4. 4. 1.3 OCUPAÇÕES COM MAIORES SALDOS DE EMPREGO E SALÁRIO MÉDIO DEADMISSÃO No quadro 2, a seguir são apresentadas as trinta ocupações que mais contribuírampara o resultado positivo do emprego registrado em setembro de 2011. Em conjunto, essasocupações somaram um total de 4.361 novos empregos, o equivalente a 74,2% dos 5.875postos gerados no mês em análise, no mercado de trabalho paraense.Quadro 2. Ocupações com maiores saldos de emprego em setembro Salário Médio deOcupações Adm. Deslig. Saldo Admissão (R$1,00) Serventes de obras 3.595 2.593 1.002 617,88 Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais). 838 560 278 1.148,64 Operador de processo de moagem 250 2 248 549,98 Alimentação de linha de produção 601 397 204 615,83 Eletricista de instalações 300 121 179 930,87 Vigilante 357 204 153 794,47 Embalador, a mão 280 149 131 561,83 Classificador de madeira 193 62 131 626,47 Faxineiro 609 479 130 547,25 Ajudante de motorista 329 201 128 613,84 Contínuo 659 537 122 625,61 Escriturário de banco 132 10 122 1.268,13 Trabalhador da pecuária (bovinos de corte) 548 435 113 653,06 Motorista de carro de passeio 304 197 107 1.008,55 Vendedor de comércio varejista 1757 1655 102 614,75 Carpinteiro 375 274 101 960,1 Mecânico de manutenção de Máquinas em geral 190 90 100 954,18 Eletricista de manutenção eletroeletrônica 174 77 97 1.091,67 Auxiliar geral de conservação de vias permanentes (exceto trilhos) 240 152 88 599,68 Porteiro de edifício 262 175 87 651,1 Auxiliar de escritório, em geral 1.140 1.056 84 662,93 Motorista operacional de guincho 144 64 80 1.336,10 Zelador de edifício 201 123 78 587,35 Preparador de estrutura metálica 89 12 77 596,27 Trabalhador de serviços de manutenção 425 352 72 594,96 Atendente de lanchonete 273 201 72 587,79 Carregador de (armazém) 206 134 72 592,83 Assistente administrativo 424 353 71 1.049,93 Assistente de vendas 118 52 66 653,48 Motorista de ônibus urbano 210 146 66 1.219,56Fonte: MTE - CAGED.Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP
  5. 5. Considerando que os maiores saldos de empregos foram gerados pelos setoresServiços, Indústria de Transformação e Construção Civil, é fácil supor que numa análise anível de ocupações essa relação se mostre de forma explícita. Assim, das 30 ocupações elencadas, 56,7% relacionam-se com o setor Serviços,20,0% com a Construção Civil, 10,0% com a Indústria, 10,0% com o Comércio, e 3,3%com o setor Agropecuário. Outra informação disponível no quadro 2 faz referência ao salário de admissãodessas ocupações. Conforme se verifica, no geral são valores muito baixos onde apenascinco ultrapassam o valor de dois salários mínimos: motorista operacional de guincho((R$1.336,10), escriturário de banco (R$1.268,13), motorista de ônibus urbano(R$1.219,56), motorista de caminhão (R$1.148,64) e eletricista de manutençãoeletroeletrônica ((R$1.091,67). Um terço do total se localizou no intervalo entre R$ 600,00e R$655,00.1.4 ADMISSÕES E DESLIGAMENTOS POR TIPO DE MOVIMENTAÇÃO O quadro 3 a seguir, traz informações sobre o tipo de movimentação registradatanto nas admissões quanto nos desligamentos no mês de setembro. De acordo com osdados apresentados, observa-se que o Reemprego com 23.047, seguido do PrimeiroEmprego, com 8.251, constituem-se nos principais destaques entre as admissões as quais,em conjunto, representaram 97,7% do total de trabalhadores admitidos. Em seguida,enumeram-se as admissões ocorridas por meio de Contrato de Trabalho por PrazoDeterminado (738) e de Reintegração (9). Na contramão, entre os desligamentos, 16.777trabalhadores foram dispensados sem justa causa, 5.010 se desligaram espontaneamente,2.792 por término do contrato de trabalho e 1.212 com prazo determinado, 292 por justacausa, 76 por morte e 11 por aposentadoria, resultando no total de 26.170 desligamentos.Quadro 3. Admissões e Desligamentos por tipo de movimentação – setembro 2011 Número de Participação Admissões e Desligamentos trabalhadores Relativa (%)ADMISSÕESPrimeiro Emprego 8.251 25,75Reemprego 23.047 71,92Reintegração 9 0,03Contrato de Trabalho por Prazo determinado 738 2,30Total de Admissões 32.045 100,00DESLIGAMENTOSDispensados Sem Justa Causa 16.777 64,11Dispensados por Justa Causa 292 1,12Desligados à pedido 5.010 19,14Desligados por aposentadoria 11 0,04
  6. 6. Número de Participação Admissões e Desligamentos trabalhadores Relativa (%)Desligados por morte 76 0,29 (1)Desligados por término de Contrato de Trabalho 4.004 15,30Total de Desligamentos 26.170 100,00SALDO (Admissões – Desligamentos) 5.875 -Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP.Nota: (1) Contratos com prazos determinados e indeterminados.1.5 EVOLUÇÃO DO EMPREGO DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2011 E NOSÚLTIMOS DOZE MESES. No acumulado do ano, a variação percentual do emprego no mercado de trabalhoparaense foi de 6,44% em relação ao estoque de empregos existente em primeiro de janeirode 2011, acima da variação nacional que foi de 5,78%. Em termos absolutos, equivaleà criação de 41.254 postos de trabalho, o maior já registrado desde o ano 2000, colocandoo Pará em segundo lugar, após o estado do Amazonas, que no mesmo período somouum total de 44.124 novos empregos, embora no acumulado dos últimos 12 meses o Parávolte a ocupar a primeira posição, apresentando um saldo de 47.089 empregos contra43.928 do Amazonas. Gráfico 3. Saldo de Empregos Formais por Setores Econômicos Serviços 17.770 14.952 Comércio 12.704 7.386 9.492 Construção Civil 11.119 2.911 Extrativa Mineral 2.298 2.382 Agropecuária 2.844 1.689 Indústria de Transformação 2.405 614 Administração Pública 673 Serv Indust de Util Publica -473 -423 -5.000 0 5.000 10.000 15.000 20.000 Em 12 meses No Ano Fonte: MTE - CAGED. Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP
  7. 7. 1.6 COMPORTAMENTO DO EMPREGO NA RMB E DEMAIS MUNICÍPIOS A Região Metropolitana de Belém alcançou, no mês de setembro, a geração de1.986 novos empregos celetistas, o equivalente a 34% do total gerado em todo o Estado.Este é o melhor resultado de toda a série histórica do CAGED para o período, menorapenas do que os 2.008 empregos formais assinalados em setembro de 2008. Os setores deatividade com maior destaque foram Serviços e Indústria de Transformação, responsáveispela geração de 1.577 e 541 postos de trabalho, respectivamente.Quadro 4. Saldo do emprego na RMB e demais municípios setembro de 2011. Setores de Atividade Econômica RMB Demais Municípios Estado do ParáExtrativa Mineral -8 189 181Indústria de Transformação 541 789 1.330Serv. Industriais de Utilidade Pública 5 7 12Construção Civil 47 1234 1.281Comércio 16 955 971Serviços 1.577 744 2.321Administração Pública -5 18 13Agropecuária -187 -47 -234Total 1.986 3.889 5.875Fonte: MTE - CAGED.Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP Quando se analisa o comportamento do emprego em nível municipal, verifica-seque no ranking dos dez municípios paraenses com maior saldo de emprego no mês desetembro, Belém registra a primeira posição, ao gerar 1.594 postos de trabalho,majoritariamente no setor Serviços (1.359 postos), seguido pela Indústria deTransformação com 346 postos de trabalho. O município de Altamira ocupa a segunda posição com 1.220 postos, impulsionadapelo setor da Construção Civil, com 1.117 postos, em grande medida relacionados às obrasde implantação da Usina de Belo Monte. Parauapebas, que ocupou o terceiro lugar no ranking, também se destacou no saldode empregos com um total de 478 postos, no qual também a Construção Civil foi o setor deatividade que mais contribuiu (240 postos), acompanhado por Serviços (169 postos) eExtrativa Mineral (128 postos). O município de Barcarena, com 468 novos postos, apresenta-se como o quartomunicípio no ranking, com destaque para o setor Indústria de Transformação, responsávelpela geração de 168 postos de trabalho e o da Construção Civil, que gerou 137 postos. Castanhal vem a seguir, destacando-se pela geração de 389 novos postos detrabalho, cujo resultado tem grande influência do setor Comércio (155 postos), seguido porServiços (90 postos) e Indústria de Transformação (68 postos).
  8. 8. O município de Paragominas, por sua vez, ocupa o sexto lugar com 331 postos,tendo o setor da Construção Civil como carro chefe na criação de empregos formais (196postos), no mês em análise. Canaã dos Carajás vem em seguida, registrando um saldo de 320 empregos,majoritariamente gerados no setor da Construção Civil. Em Ourilândia do Norte, o saldo de 241 empregos formais é explicado,essencialmente, pela variação positiva no setor Comércio, que neste mês foi responsávelpela geração de 217 postos de trabalho. Na seqüência, o município de Ananindeua apresentou saldo de 230 empregos,sendo que o setor Serviços foi o que mais contribuiu para este resultado, com a geração de200 postos de trabalho. Finalmente, na décima posição no ranking, o município de Mojú gerou saldo de221 postos de trabalho neste mês, puxado pelos setores de atividade da Agropecuária (99postos) e da Construção Civil (92 postos). Gráfico 4. Municípios com maiores e menores saldos de emprego em agosto de 2011 Belém 1594 Altamira 1220 Parauapebas 478 Barcarena 468 Castanhal 389 Paragominas 331 Canaã dos Carajás 320 Ourilândia do Norte 241 Ananindeua 230 Mojú 221 Sao Caetano de Odivelas -33 Acará -42 Vígia -46 Tucuma -56 Redenção -71 Santo Antônio do Tauá -87 Tailândia -111 Santa Maria das Barreiras -145 Dom Eliseu -194 Marabá -743 -1000 -500 0 500 1000 1500 2000Fonte: MTE - CAGED.Elaboração: Núcleo de Análise conjuntural – IDESP No outro extremo, entre os municípios que registraram os piores saldos no mês,Marabá encabeça a relação, pelo segundo mês consecutivo, com saldo negativo de -743empregos em decorrência, principalmente, da eliminação de 954 postos de trabalho pelaConstrução Civil, face a conclusão de uma etapa do programa “Minha casa, minha vida”,
  9. 9. bem como da desaceleração de obras vinculadas ao projeto Aços Laminados do Pará -ALPA. O município de Dom Eliseu registrou o segundo maior saldo negativo, com oencerramento de 194 postos de trabalho, majoritariamente no setor da Agropecuária,seguido pelo município de Santa Maria das Barreiras com um saldo negativo de 145 postosde trabalho, também com predominância do setor Agropecuário. Quanto ao município de Tailândia, o saldo negativo de 111 empregos formais sedeu, especialmente, pela eliminação de postos registrada nos setores da Construção Civil ede Serviços. Santo Antônio do Tauá também figura, neste mês, entre os dez municípios com ospiores saldos, assinalando encerramento de 87 postos, em função do comportamento doemprego formal no setor da Agropecuária. Quanto à Redenção, o fechamento de 71 postos de trabalho registrado nessemunicípio decorreu, principalmente, por saldos negativos registrados na Construção Civil ena Indústria de Transformação. Em seguida, o município de Tucumã fechou o mês com -56 postos, em função deum maior número de desligamentos frente às admissões em três setores: Construção Civil,Serviços e Comércio. Em Vigia, o saldo negativo de 46 postos de trabalhado é explicado pelodesempenho dos setores da Agropecuária e Comércio. O município de Acará, por sua vez, teve encerramento de 42 postos de trabalhodevido, fundamentalmente, ao saldo negativo no setor Serviços. Por fim, São Caetano de Odivelas aparece como último entre os dez municípioscom os piores saldos no mês, apresentando saldo de -33 postos de trabalho, a maioriadestes, no setor da Agropecuária.
  10. 10. 2 NOTA TÉCNICA2.1 O DESAFIO DO PRIMEIRO EMPREGO PARA A JUVENTUDE PARAENSE –2004 A 20091 O trabalho figura entre os principais temas que mobilizam os interesses dajuventude no Brasil, especialmente, em virtude das enormes dificuldades dos jovens emconseguir uma ocupação no mercado de trabalho. Em virtude das intensas transformaçõesprodutivas e sociais verificadas nas últimas décadas, o aumento da concorrência pelaconquista de uma vaga de emprego e da demanda por trabalhadores experientes e maisqualificados passaram a ser grandes questões relacionadas ao acesso dos jovens aoemprego e à renda. No mundo do trabalho, os jovens se encontram em larga desvantagem em relaçãoaos adultos, pois, de modo geral, estes possuem escolaridade mais elevada, experiênciaprofissional e maior qualificação. Nesse sentido, as barreiras ao ingresso no mercado detrabalho é um dos principais desafios da juventude no país, e no Pará essa realidade não édiferente. De acordo com a PNAD, em 2009, a população economicamente ativa de 15 a 29anos foi estimada em 1,3 milhão de jovens paraenses, dos quais mais de 194 mil estavamdesocupados e 1,1 milhão exercia alguma forma de ocupação, sendo que, deste contingentede ocupados, 360.790 trabalhavam sem carteira de trabalho assinada, 215.893 trabalhavampor conta própria e 114.043 não eram remunerados, o que equivale a 61% dos jovensocupados neste período. Neste aspecto, a escolaridade apresenta-se como elemento chave: a partir da ondade reestruturação produtiva experimentada pela economia mundial, o mercado de trabalho,como um todo, tornou-se mais competitivo, exigindo um maior nível de qualificação damão-de-obra disponível. Desta forma, os jovens têm de ter uma atenção especial quanto àsua formação escolar, dado que é isso o que vai lhe permitir capacidade de domínio deconhecimentos básicos necessários ao desenvolvimento de atividades laborais.2.2 JUVENTUDE PARAENSE No que tange a juventude paraense, os dados revelam uma situação delicada. Maisda metade destes jovens não vivencia o conflito trabalho e escola, seja pela falta deoportunidades educacionais, seja pela ausência simultânea de oportunidades educacionais ede trabalho. Dos mais de 2 milhões de jovens entre 15 e 29 anos, em 2009, 39,6% apenastrabalhava, enquanto 23,6% não tinha acesso nem à escolarização, nem ao trabalho. A situação é ainda mais dramática quando analisamos apenas os dados referentes aosegmento de 18 a 24 anos, visto que 68,1% destes jovens estão fora das escolas e dasuniversidades, dos quais 39,4% estavam só trabalhando e 28,7% encontravam-secompletamente excluídos, sem acesso à formação escolar e acadêmica e ao mercado detrabalho.1 Estudo realizado pelo Núcleo de Análise Conjuntural do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social eAmbiental do Pará (IDESP).
  11. 11. Tabela 1. Condição de atividade e freqüência escolar por faixa etária em 2009. (Em %) Estuda e Não trabalha Faixa etária Só estuda Só trabalha Trabalha nem estuda 15 a 29 anos 23,3 13,5 39,6 23,6 15 a 17 anos 65,0 18,3 6,7 10,1 18 a 24 anos 17,3 14,6 39,4 28,7 25 a 29 anos 4,2 8,6 61,7 25,5 TOTAL 100,0 100,0 100,0 100,0 Fonte: PNAD/IBGE Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural - IDESP Por outro lado, percebe-se, nos últimos anos, um processo de adiamento doingresso dos jovens adolescentes no mercado de trabalho paraense. Se, em 2004, 48,9% dosegmento jovem adolescente constituía a parcela daqueles que só estudavam, em 2009 estepercentual subiu para 64,9%. Apesar deste aspecto positivo, 50% dos mais de 400 miljovens na faixa etária de 15 a 17 anos não chegou nem a concluir o ensino fundamentalcompleto e somente 1,3% concluiu o ensino médio, refletindo uma enorme distorçãoidade-série. Esse quadro se repete quando a discussão do primeiro emprego passa a ser o focoda análise. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), doMinistério do Trabalho e Emprego (MTE), de 2004 a 2009, dos 67.503 trabalhadoresregistrados em 2009 nas admissões de primeiro vínculo empregatício formal no Pará,51.890 estavam na faixa de 15 a 29 anos, o que equivale a 76,9% do total. Nesse mesmoano, dentre todos os jovens admitidos em seu primeiro emprego, 41,4% possuíam ensinomédio completo e 24,9% não havia concluído o ensino fundamental, ao passo que, em2004, somente 27,5% havia terminado o ensino médio e 40,1% não tinha o ensinofundamental. Com base no Gráfico 2.1, nota-se um movimento de inversão na proporção deestudantes, na faixa etária de 15 a 29 anos, entre estes dois graus de escolaridade, efeitopositivo do maior rigor de qualificação da mão-de-obra neste período. Gráfico 5. Proporção de jovens de 15 a 29 nos níveis de escolaridade no Pará. (Em %) 45,0 41,4 40,1 40,0 37,2 37,4 35,0 35,0 33,1 32,9 30,4 31,7 27,5 28,6 30,0 24,9 25,0 Ensino Fundamental Incompleto 20,0 Ensino Médio Completo 15,0 10,0 5,0 0,0 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Fonte: CAGED/MTE Elaboração: Núcle de Análise Conjuntural - IDESP
  12. 12. No entanto, quando se leva em consideração o ranking das 20 ocupações2 maisfreqüentes no primeiro emprego de jovens no Estado do Pará agregadas por famíliasocupacionais3, os dados confirmam a tendência de inserção dos jovens em subocupações eocupações mal remuneradas e/ou precárias verificada em todo país. Em 2009, a ocupaçãooperadores do comércio em lojas e mercados ficou na primeira posição do ranking,empregando 7.912 trabalhadores. Com 4.445 trabalhadores, o conjunto ajudante de obrascivis ficou na segunda posição, seguida por agentes, assistentes e auxiliaresadministrativos (3.824), contínuos (1.891), caixas4 e bilheteiros (1.565), trabalhadoresagropecuários em geral (1.528), trabalhadores de embalagem e de etiquetagem (1.523),trabalhadores nos serviços de manutenção de edificações (1.423), garçons, barmen,copeiros e sommeliers (1.414) e alimentadores de linhas de produção (1.391), que ficou nadécima posição. Desde 2004, estas ocupações figuram entre as 20 principais que empregam força detrabalho neste grupo de idade, tendo os setores Comércio, Construção Civil, Agropecuária,Serviços e Indústria de Transformação como os principais responsáveis pela alocação dosjovens em postos de trabalho no Pará. No intervalo de 2004 a 2009, o número de admissões em condições de primeiroemprego, no Pará, sofreu recuo de 458 postos de trabalho, puxado pelos setores indústriade transformação e agropecuária, que juntos somaram queda de mais de 11 mil empregosao longo de cinco anos. Em sentido contrário, a Região Metropolitana de Belém (RMB)apresentou incremento de mais de 4 mil admissões, onde se destacou o setor de Serviços,com acréscimo de mais de 2 mil empregos, seguido pelo Comércio (mais de 1,8 mil) e pelaConstrução Civil (mais de 1,3 mil). Quanto à participação dos setores da economia do Estado nas admissões deprimeiro emprego, entre 2004 e 2009, percebe-se a predominância do comércio, quepassou de 27,8% para 35,3% em admissões. Na seqüência, o setor de Serviços, querespondia por 20,2% em 2004, é o segundo setor que mais admitiu em 2009, com 23,4%,ao passo que a Indústria de Transformação ocupa o terceiro lugar, caindo de 26,9% em2004 para 15,7% em 2009. A RMB apresentou comportamento similar, visto que, no mesmo período, ocomércio teve destaque, passando de 37,2% para 37,5%, o setor de Serviços elevou suaparticipação de 33,3% para 37,5% e a Construção Civil passou de 10,2% para 13,2%.Perante este quadro, não restam dúvidas de que a conquista do primeiro emprego é umgrande desafio para a juventude paraense.2 É a agregação de situações similares de emprego/ou trabalho, que, por sua vez, constituem um conjunto deatividades desempenhadas por uma pessoa, com ou sem vínculo empregatício.3 O grupo famílias ocupacionais é a unidade do sistema de Classificação Brasileira de Ocupações(CBO2002), elaborada pelo Ministério do Trabalho e do Emprego. Define-se ocupação como o conjunto depostos de trabalho substancialmente iguais quanto a sua natureza e as qualificações exigidas (o posto detrabalho corresponde a cada unidade de trabalho disponível ou satisfeita).4 À exceção dos caixas de bancos.
  13. 13. Tabela 2. Taxa de participação dos setores econômicos na admissão – Pará, 2004 e 2009. 2004 2009 SETOR Absoluto % Absoluto % Extrativa Mineral 260 0,4 218 0,3 Indústria de Transformação 18.294 26,9 10.619 15,7 Serviços Industriais de Utilidade Pública 333 0,5 681 1,0 Construção Civil 3.653 5,4 7364 10,9 Comércio 18.878 27,8 23.848 35,3 Serviços 13.754 20,2 15.824 23,4 Administração Pública 25 0,0 18 0,0 Agropecuária e Extrativa Vegetal 12.764 18,8 8.931 13,2 Outros 0 0,0 0 0,0 Fonte: CAGED/MTE Elaboração: Núcle de Análise Conjuntural - IDESP 2.3 POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A JUVENTUDE Em resposta às dificuldades enfrentadas pelos jovens no mercado de trabalho, oBrasil vem desenvolvendo ações e programas direcionados à elevação de escolaridade, àcapacitação profissional, à inclusão destes jovens no mundo do trabalho, como também, aoestímulo ao cooperativismo, associativismo e empreendedorismo, no sentido de permitirque os infortúnios relacionados ao primeiro emprego e à manutenção deste segmento dapopulação nos postos de trabalho sejam atenuados e, até mesmo, dirimidos. Contudo, a adoção de um conjunto de políticas públicas que se ocupam daproblemática juventude e trabalho é um aspecto recente na experiência brasileira, sejaporque as medidas governamentais voltadas para a geração de trabalho e renda, para ocombate ao desemprego e para a proteção dos desempregos só surgem no final da décadade 19805, seja porque, a partir da publicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (leinº 8.069, de 13/07/1990), o Estado e a sociedade civil concentravam esforços com o intuitode impugnar o trabalho infantil e de adolescentes, deixando de lado a situação de jovensque alcançavam a idade legal para trabalhar. Atualmente, o Governo Federal oferece uma estratégia consolidada com o objetivode qualificar os jovens para o ingresso no mercado de trabalho, integrá-los aos canais degeração de emprego e renda, garantir recursos para a qualificação técnica destes jovens,criar um sistema de monitoramento e avaliação das ações de capacitação, além de permitiro acesso a linhas de crédito específicas para jovens, inclusive da zona rural (ver Quadro 5). O Estado do Pará, igualmente, apresenta iniciativas que visam o preparo dos jovenspara os postos de trabalho ou para ocupações capazes de gerar renda, como também5 A promulgação da Constituição em 1988 é um marco importante para a política pública brasileira, uma vezque inclui uma agenda universalista de direitos e proteção social dado o contexto de dificuldades econômicas,o processo de redemocratização do país e a diversificação e extensão dos movimentos sociais na época. Destemodo, a carta magna contempla não apenas os assalariados formais, mas também incorpora problemasrelacionados à marginalização de um contingente significativo da força de trabalho brasileira.
  14. 14. possibilita o acesso do jovem ao primeiro emprego, dentre os quais os programasProJovem Trabalhador e Bolsa Trabalho, ambos implementados pela Secretaria Estadualdo Trabalho, Emprego e Renda (SETER).Quadro 5. Programas para a juventude voltados ao mercado de trabalho e para àqualificação profissional. PROGRAMA ÓRGÃO PRINCIPAIS BENEFÍCIOS PÚBLICO-ALVO FEDERAL Profissionalização de jovens, além de oferecer a elevação da escolaridade e Jovens com idade entre MTE eProJovem experiências em ações comunitárias, 18 e 29 anos, membros SecretariasTrabalhador com auxílio financeiro de R$600,00, de famílias com renda Estaduais distribuído em 6 parcelas de per capita de até ½ SM. R$100,00.Programa MTE e Jovens de 16 a 24 anos,Nacional de Superintendências Promover a qualificação profissional e desempregados, comEstímulo ao Regionais do a inserção do jovem no mercado de renda mensal per capitaPrimeiro Emprego Trabalho e trabalho. de até ½ SM.- PNPE Emprego Contratação de jovens aprendizes por empresas de médio e grande porte, Jovens de 14 a 24 anos, com garantia de salário mínimo/hora,Programa Jovem que tenham concluído MTE além de acesso a cursos deAprendiz ou estejam cursando o aprendizagem, em instituições ensino fundamental. qualificadoras reconhecidas responsáveis pela certificação. Jovens que prestam o Oferta de cursos profissionalizantes serviço militar nas que proporcionem capacitação forças singulares e queProjeto Soldado Ministério da técnico-profissional básica, formação apresentam perfilCidadão Defesa - MD cívica e ingresso no mercado de socioeconômico mais trabalho em melhores condições a carente ou em situação jovens egressos do serviço militar. de risco.Programa Assegura formação inicial eNacional de continuada/ensino fundamental,Integração da educação profissional técnica de nível Jovens com, no mínimo,Educação Ministério da médio/ensino médio, além de garantir 18 anos na data deProfissional com a Educação - MEC educação profissional e tecnológica matrícula.educação básica incorporada à educação escolarna modalidade de indígena.Proeja Jovens agricultores e agricultoras, maiores de 16 e com até 25 anos, Concessão de financiamento de até R$ que pertençam a 6 mil para filhos de agricultores famílias enquadradas no Ministério do familiares, tendo prazo de pagamentoPrograma Pronaf. Devem ter Desenvolvimento de 10 anos com juros de 1% a.a. APRONAF Jovem concluído ou estar Agrário - MDA depender da necessidade técnica do cursando em centros de projeto, a carência pode se estender alternância, ou escolas até 5 anos. técnicas agrícolas, ou curso ou estágio de formação profissional. (Continuar)
  15. 15. (Continuação) PROGRAMA ÓRGÃO PRINCIPAIS BENEFÍCIOS PÚBLICO-ALVO Concessão de linha de financiamentoPrograma Nossa do Programa de Crédito Fundiário Jovens do meio ruralPrimeira Terra MDA (PNCF) para aquisição de imóveis e com idade entre 18 a 28 investimentos em infra-estrutura anos. básica. ESTADUAL Profissionalização de jovens, Jovens desempregados Secretaria elevação da escolaridade e de 18 a 29 anos, Estadual doProJovem experiências em ações comunitárias, membros de famílias Trabalho,Trabalhador com auxílio financeiro de R$600,00, com renda per capita de Emprego e Renda distribuído em 6 parcelas de até meio salário - SETER R$100,00. mínimo. Jovens de 18 a 29 anos desempregados a, no mínimo, 6 meses, Combate à pobreza através da geração concluintes de ensinoPrograma Bolsa de oportunidades de trabalho, com médio ou que tenham SETERTrabalho concessão de bolsa mensal no valor concluído a pelo menos fixo de R$ 70,00. 3 anos, cujas famílias estejam inscritas no Programa Bolsa Família. Oferece a oportunidade do jovem empreender o seu próprio negócio, Jovens de 18 a 29 anosPrograma de SETER podendo vir a ser um empreendedor que participem do BolsaMicrocrédito individual com base familiar ou Trabalho. integrar um grupo de produção. Capacitação para formar fornecedores SETER e Instituto de sementes e mudas de espécies de florestais nativas a partir da produção Jovens de 18 a 29 anosPrograma Bolsa Desenvolvimento familiar, com auxílio no valor de R$ que participem do BolsaSemente Florestal do 100,00, bolsa mensal de R$ 70,00 e Trabalho. Estado do Pará no final do programa, após um ano, (IDEFLOR) recebimento de uma única parcela de R$ 360,00.Fonte: Ministérios Setoriais (MTE, MEC e MD) e SETER.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural - IDESP O fundamental é que a elaboração de uma agenda pública de ações governamentaisque se dedicam ao desafio juventude e trabalho preze pela integração entre as iniciativassetoriais (educação, segurança, saúde, etc.) e, além disso, leve em consideração o cenárioeconômico no qual estes jovens estão inseridos, pois todas as atividades desenvolvidas noâmbito da inclusão do jovem no mercado de trabalho têm de ter um viés socioeconômico.
  16. 16. 3 PAINEL DE INDICADORES ESTATÍSTICOS3.1 MOVIMENTAÇÃO DE MÃO DE OBRA Tabela 3 - Admissões por setor de atividade econômica - Brasil. Ext. Adm. Outros/ Período Mineral Ind. Trans. SIUP Const. Civil Comércio Serviços Públ. Agropecuária Ignorados Total 2005 45.115 2.551.984 63.288 1.091.798 2.912.498 4.218.210 97.546 1.198.355 207 12.179.001 2006 46.759 2.692.463 66.406 1.257.480 2.940.198 4.717.250 85.068 1.025.525 0 12.831.149 2007 48.370 3.126.985 61.347 1.428.582 3.298.542 4.969.393 97.321 1.310.749 0 14.341.289 2008 54.161 3.525.765 70.994 1.866.537 3.774.888 5.856.365 105.502 1.405.119 0 16.659.331 2009 42.915 3.147.085 77.608 1.950.078 3.783.528 5.802.755 112.804 1.270.867 0 16.187.640 2010 57.054 3.910.066 91.743 2.463.997 4.442.260 6.875.128 103.161 1.261.438 0 19.204.847 2011 Janeiro 4.721 333.593 9.359 219.794 368.364 610.189 8.054 96.298 0 1.650.372 Fevereiro 5.334 368.374 7.988 218.223 385.475 688.288 22.153 101.382 0 1.797.217 Março 5.801 368.191 8.237 210.524 393.497 665.264 10.523 103.885 0 1.765.922 Abril 5.417 374.276 8.934 215.448 392.182 653.913 8.538 115.670 0 1.774.378 Maio 5.534 374.662 8.429 243.169 414.415 684.338 8.076 174.042 0 1.912.665 Junho 5.678 329.424 7.861 236.879 398.707 629.409 6.603 167.256 0 1.781.817 Julho 5.903 323.348 7.820 234.458 386.778 616.276 6.270 116.010 0 1.696.863 Agosto 5.865 357.499 7.940 243.935 414.407 690.506 8.414 101.755 0 1.830.321 Setembro 5.520 359.578 7.555 231.602 407.122 650.996 7.401 93.252 0 1.763.026 1 Jan-set./2011 52.244 3.294.879 78.430 2.215.028 3.743.377 6.203.042 96.432 1.127.838 0 16.811.270 Fonte: CAGED/MTE. Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP. Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  17. 17. Tabela 4 - Desligamentos por setor de atividade econômica – Brasil. Ext. Adm. Outros/ Período Mineral Ind. Trans. SIUP Const. Civil Comércio Serviços Públ. Agropecuária Ignorados Total 2004 30.020 2.007.432 42.638 955.147 2.235.595 3.297.262 72.418 1.132.618 90 9.773.220 2005 35.585 2.374.436 49.755 1.006.745 2.522.683 3.648.505 75.947 1.211.233 131 10.925.020 2006 34.707 2.442.224 59.037 1.171.684 2.603.404 4.195.641 76.815 1.018.951 0 11.602.463 2007 38.608 2.732.401 53.595 1.251.827 2.893.451 4.382.290 82.069 1.289.656 0 12.723.897 2008 45.490 3.347.090 63.029 1.668.669 3.392.670 5.208.106 95.186 1.386.887 0 15.207.127 2009 40.879 3.136.220 72.624 1.772.893 3.486.371 5.302.578 94.729 1.286.236 0 15.192.530 2010 40.711 3.425.038 73.889 2.209.819 3.831.647 6.010.878 97.534 1.287.384 0 16.976.900 2011 Janeiro 3.150 280.386 7.787 186.436 386.494 536.958 9.096 87.974 0 1.498.281 Fevereiro 3.621 308.276 7.295 187.522 368.081 553.946 7.132 80.545 0 1.516.418 Março 3.956 353.743 7.330 207.209 397.314 604.955 6.255 92.485 0 1.673.247 Abril 3.374 322.963 7.133 185.567 350.595 539.474 5.510 87.537 0 1.502.153 Maio 3.900 332.361 7.048 214.247 389.106 613.092 6.386 94.458 0 1.660.598 Junho 3.926 306.806 7.552 206.348 368.740 575.866 5.157 92.029 0 1.566.424 Julho 3.870 299.738 6.691 208.826 358.240 570.315 6.257 102.363 0 1.556.300 Agosto 3.868 321.585 7.976 212.322 370.071 596.108 6.692 121.253 0 1.639.875 Setembro 3.689 293.309 6.541 206.625 364.749 559.222 5.687 114.126 0 1.553.948 1 Jan-set./2011 34.541 2.895.849 68.063 1.921.942 3.480.286 5.362.840 63.340 905.221 0 14.732.082Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  18. 18. Tabela 5 – Saldo de emprego por setor de atividade econômica - Brasil. Ext. Adm. Outros/ Período Mineral Ind. Trans. SIUP Const. Civil Comércio Serviços Públ. Agropecuária Ignorados Total 2004 10.337 504.610 4.566 50.763 403.940 470.123 -382 79.274 45 1.523.276 2005 9.530 177.548 13.533 85.053 389.815 569.705 21.599 -12.878 76 1.253.981 2006 12.052 250.239 7.369 85.796 336.794 521.609 8.253 6.574 0 1.228.686 2007 9.762 394.584 7.752 176.755 405.091 587.103 15.252 21.093 0 1.617.392 2008 8.671 178.675 7.965 197.868 382.218 648.259 10.316 18.232 0 1.452.204 2009 2.036 10.865 4.984 177.185 297.157 500.177 18.075 -15.369 0 995.110 2010 16.343 485.028 16.207 254.178 519.613 864.250 5.627 -25.946 0 2.135.300 2011 Janeiro 1.571 53.207 1.572 33.358 -18.130 73.231 -1.042 8.324 0 152.091 Fevereiro 1.713 60.098 693 30.701 17.394 134.342 15.021 20.837 0 280.799 Março 1.845 14.448 907 3.315 -3.817 60.309 4.268 11.400 0 92.675 Abril 2.043 51.313 1.801 29.881 41.587 114.439 3.028 28.133 0 272.225 Maio 1.634 42.301 1.381 28.922 25.309 71.246 1.690 79.584 0 252.067 Junho 1.752 22.618 309 30.531 29.967 53.543 1.446 75.227 0 215.393 Julho 2.033 23.610 1.129 25.632 28.538 45.961 13 13.647 0 140.563 Agosto 1.997 35.914 -36 31.613 44.336 94.398 1.722 -19.498 0 190.446 Setembro 1.831 66.269 1.014 24.977 42.373 91.774 1.714 -20.874 0 209.078 1 Jan-set./2011 17.703 399.030 10.367 293.086 263.091 840.202 33.092 222.617 0 2.079.188Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  19. 19. Tabela 6 - Estoque de emprego por setor de atividade econômica - Brasil. Ext. Adm. Outros/ Período Mineral Ind. Trans. SIUP Const. Civil Comércio Serviços Públ. Agropecuária Ignorados Total 2004 130.501 6.503.747 322.914 1.568.302 5.726.620 10.703.608 818.740 1.499.025 -76 27.273.381 2005 140.031 6.681.295 336.447 1.653.355 6.116.435 11.273.313 840.339 1.486.147 0 28.527.362 2006 152.083 6.931.534 343.816 1.739.151 6.453.229 11.794.922 848.592 1.492.721 0 29.756.048 2007 161.845 7.326.118 351.568 1.915.906 6.858.320 12.382.025 863.844 1.513.814 0 31.373.440 2008 170.516 7.504.793 359.533 2.113.774 7.240.538 13.030.284 874.160 1.532.046 0 32.825.644 2009 172.552 7.515.658 364.517 2.290.959 7.537.695 13.530.461 892.235 1.516.677 0 33.820.754 2010 188.895 8.000.686 380.724 2.545.137 8.057.308 14.394.711 897.862 1.490.731 0 40.450.130 2011 Janeiro 190.608 8.060.784 381.417 2.575.838 8.074.702 14.529.053 912.883 1.511.568 0 40.730.929 Fevereiro 192.453 8.075.232 382.324 2.579.153 8.070.885 14.589.362 917.151 1.522.968 0 40.823.604 Março 194.496 8.126.545 384.125 2.609.034 8.112.472 14.703.801 920.179 1.551.101 0 41.095.829 Abril 196.130 8.168.846 385.506 2.637.956 8.137.781 14.775.047 921.869 1.630.685 0 41.347.896 Maio 197.882 8.191.464 385.815 2.668.487 8.167.748 14.828.590 923.315 1.705.912 0 41.563.289 Junho 199.915 8.215.074 386.944 2.694.119 8.196.286 14.874.551 923.328 1.719.559 0 41.703.852 Julho 201.948 8.238.684 388.073 2.719.751 8.224.824 14.920.512 923.341 1.733.206 0 41.844.415 Agosto 203.945 8.274.598 388.037 2.751.364 8.269.160 15.014.910 925.063 1.713.708 0 42.034.861 Setembro 205.766 8.340.867 389.051 2.776.341 8.311.533 15.106.684 926.777 1.692.834 0 42.243.939 Jan-set./20111 205.766 8.340.867 389.051 2.776.341 8.311.533 15.106.684 926.777 1.692.834 0 42.243.939Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  20. 20. Tabela7 - Admissões por setor de atividade econômica - Pará. Ext. Ind. Outros/ Período SIUP Const. Civil Comércio Serviços Adm. Públ. Agropecuária Total Mineral Trans. Ignorados 2004 1.140 49.549 1.127 24.376 47.303 49.639 62 28.481 0 201.667 2005 1.563 46.687 932 27.750 51.768 52.360 194 27.224 1 208.479 2006 2.754 50.220 998 32.590 54.723 60.370 158 19.280 0 221.093 2007 2.478 51.028 1.438 33.200 66.423 58.234 118 30.290 0 243.209 2008 3.199 46.948 1.758 47.171 68.947 69.029 140 35.147 0 272.339 2009 1.869 39.315 1.864 44.378 68.765 68.841 110 29.828 0 254.970 2010 3.927 40.785 2.422 53.784 80.339 84.002 118 29.563 0 294.9402011 Janeiro 307 3.640 175 4.261 6.195 7.608 13 2.584 0 24.783 Fevereiro 401 2.998 216 4.095 6.775 8.084 311 3.064 0 25.944 Março 672 3.292 126 4.052 6.781 7.885 126 2.488 0 25.422 Abril 349 2.966 88 4.639 6.903 7.226 192 2.373 0 24.736 Maio 377 3.468 179 5.284 7.511 8.283 48 2.596 0 27.746 Junho 398 4.284 114 6.018 7.917 8.255 15 3.004 0 30.005 Julho 326 4.098 111 6.825 7.549 7.491 14 2.940 0 29.354 Agosto 383 3.905 103 8.231 7.491 8.547 49 3.672 0 32.381 Setembro 316 4.421 157 7.415 7.743 8.958 30 3.005 0 32.045 1 Jan-set./2011 3.680 35.760 1.472 55.694 70.275 79.745 829 27.560 0 275.015Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  21. 21. Tabela 8 - Desligamentos por setor de atividade econômica - Pará. Ext. Ind. Outros/ Período SIUP Const. Civil Comércio Serviços Adm. Públ. Agropecuária Total Mineral Trans. Ignorados 2004 682 38.595 786 20.242 36.569 42.103 221 24.275 0 163.473 2005 767 47.719 916 24.670 44.418 45.073 136 26.983 0 190.682 2006 908 46.659 804 30.949 47.446 53.424 370 19.727 0 200.287 2007 1.331 49.835 1.252 29.439 55.311 49.591 96 28.351 0 215.206 2008 1.480 52.075 1.643 47.401 64.352 60.017 99 36.546 0 263.613 2009 1.278 41.296 1.776 44.418 64.258 64.093 193 30.278 0 247.590 2010 1.288 38.879 1.923 49.318 69.697 69.850 147 28.444 0 259.546 2011 Janeiro 133 3.543 299 4.428 6.647 6.352 6 2.520 0 23.928 Fevereiro 141 3.535 149 3.696 5.602 6.150 27 2.436 0 21.736 Março 142 4.233 146 4.766 7.393 7.461 9 2.729 0 26.879 Abril 133 3.026 82 4.324 6.056 5.960 11 2.126 0 21.718 Maio 177 3.937 379 4.725 7.129 7.718 10 2.513 0 26.588 Junho 160 3.689 140 4.650 7.317 7.261 7 2.579 0 25.803 Julho 158 3.306 193 3.626 6.519 5.921 38 2.823 0 22.584 Agosto 173 3.264 216 4.867 6.852 7.401 16 2.929 0 25.718 Setembro 135 3.091 145 6.134 6.772 6.637 17 3.239 0 26.170 Jan-set./20111 1.382 33.355 1.895 44.575 62.889 64.793 156 24.716 0 233.761Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  22. 22. Tabela 9- Saldo de emprego por setor de atividade econômica - Pará. Ext. Ind. Outros/ Período SIUP Const. Civil Comércio Serviços Adm. Públ. Agropecuária Total Mineral Trans. Ignorados 2004 458 10.954 341 4.134 10.734 7.536 -159 4.206 0 38.204 2005 796 -1.032 16 3.080 7.350 7.287 58 241 1 17.797 2006 1.846 3.561 194 1.641 7.277 6.946 -212 -447 0 20.806 2007 1.147 1.193 186 3.761 11.112 8.643 22 1.939 0 28.003 2008 1.719 -5.127 115 -230 4.595 9.012 41 -1.399 0 8.726 2009 591 -1.989 88 -40 4.507 4.748 -83 -450 0 7.372 2010 2.639 1.906 499 4.466 10.642 14.152 -29 1.119 0 35.394 2011 Janeiro 174 97 -124 -167 -452 1.256 7 64 0 855 Fevereiro 260 -537 67 399 1.173 1.934 284 628 0 4.208 Março 530 -941 -20 -714 -612 424 117 -241 0 -1.457 Abril 216 -60 6 315 847 1.266 181 247 0 3.018 Maio 200 -469 -200 559 382 565 38 83 0 1.158 Junho 238 595 -26 1.368 600 994 8 425 0 4.202 Julho 168 792 -82 3.199 1.030 1.570 -24 117 0 6.770 Agosto 210 641 -113 3.364 639 1.146 33 743 0 6.663 Setembro 181 1.330 12 1.281 971 2.321 13 -234 0 5.875 1 Jan-set./2011 2.298 2.405 -423 11.119 7.386 14.952 673 2.844 0 41.254Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  23. 23. Tabela10 - Estoque de emprego por setor de atividade econômica - Pará. Ext. Outros/ Período Mineral Ind. Trans. SIUP Const. Civil Comércio Serviços Adm. Públ. Agropecuária Ignorados Total 2004 5.066 91.898 8.121 53.654 126.722 162.644 26.404 48.348 -1 522.856 2005 5.862 90.866 8.137 56.734 134.072 169.931 26.462 48.589 0 540.653 2006 7.708 94.427 8.331 58.375 141.349 176.877 26.250 48.142 0 561.459 2007 8.855 95.620 8.517 62.136 152.461 185.520 26.272 50.081 0 589.462 2008 10.574 90.493 8.632 61.906 157.056 194.532 26.313 48.682 0 598.188 2009 11.165 88.512 8.720 61.866 161.563 199.280 26.230 48.232 0 605.568 2010 13.804 90.418 9.219 66.332 172.205 213.432 26.201 49.351 0 640.962 2011 Janeiro 13.978 90.515 9.095 66.165 171.753 214.688 26.208 49.415 0 641.817 Fevereiro 14.238 89.978 9.162 66.564 172.926 216.622 26.492 50.043 0 646.025 Março 14.768 89.037 9.142 65.850 172.314 217.046 26.609 49.802 0 644.568 Abril 14.984 88.977 9.148 66.165 173.161 218.312 26.790 50.049 0 647.586 Maio 15.184 88.508 8.948 66.724 173.543 218.877 26.828 50.132 0 648.744 Junho 15.422 89.103 8.922 68.092 174.143 219.871 26.836 50.557 0 652.946 Julho 15.590 89.895 8.840 71.291 175.173 221.441 26.812 50.674 0 659.716 Agosto 15.800 90.536 8.727 74.655 175.812 222.587 26.845 51.417 0 666.379 Setembro 15.981 91.866 8.739 75.936 176.783 224.908 26.858 51.183 0 672.254 Jan-set./20111 15.981 91.866 8.739 75.936 176.783 224.908 26.858 51.183 0 672.254Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  24. 24. 3.2 REMUNERAÇÃO DA MÃO DE OBRA Tabela 11 – Salário médio mensal por faixa de remuneração - Brasil. Salário Médio Mensal Período até 0,5 0,51 a 1,0 SM 1,01 a 1,5 SM 1,51 a 2,0 SM 2,01 a 3,0 SM 3,01 a 5,0 SM 5,01 a 10,0 SM 10,01 a 15,0 SM 15,01 a 20,0 SM > 20 SM Total SM 2005 131,72 279,18 358,53 499,75 679,84 1.074,78 1.950,42 3.455,31 4.920,08 9.945,27 579,04 2006 154,34 327,55 412,38 581,91 799,57 1.259,01 2.293,12 4.064,43 5.792,54 11.821,15 628,53 2007 170,20 355,49 450,56 639,47 884,79 1.392,44 2.529,64 4.493,97 6.399,86 13.127,87 673,10 2008 187,82 389,32 496,31 704,31 972,93 1.536,10 2.790,78 4.937,46 7.032,39 14.479,85 734,89 2009 213,03 438,55 556,65 794,55 1.098,40 1.718,01 3.123,31 5.526,91 7.851,10 16.528,21 798,64 2010 236,69 486,64 618,59 878,94 1.230,81 1.919,09 3.491,50 6.172,46 8.766,12 17.472,26 860,63 2011 Janeiro 246,52 516,91 658,87 928,68 1.301,32 2.028,79 3.696,80 6.532,61 9.311,93 18.585,55 913,95 Fevereiro 251,82 516,80 666,01 936,00 1.309,83 2.042,97 3.717,87 6.573,58 9.326,25 18.170,26 910,23 Março 251,55 516,95 664,71 935,96 1.309,47 2.043,85 3.711,64 6.570,48 9.335,44 18.182,00 912,97 Abril 252,78 517,10 663,47 935,31 1.308,65 2.044,89 3.712,29 6.554,98 9.353,57 17.819,69 921,87 Maio 248,89 515,76 664,84 939,54 1.305,54 2.042,29 3.695,06 6.567,21 9.346,40 18.169,70 929,47 Junho 250,43 514,82 665,88 940,99 1.304,87 2.041,13 3.693,12 6.563,50 9.336,89 17.796,52 945,74 Julho 253,66 512,19 668,10 940,58 1.302,34 2.043,84 3.712,89 6.551,76 9.346,71 18.248,37 956,37 Agosto 251,69 508,59 668,42 940,07 1.300,54 2.046,19 3.707,38 6.566,07 9.337,79 18.169,60 961,75 Setembro 250,45 507,45 668,69 939,38 1.302,34 2.044,16 3.699,96 6.561,38 9.343,51 18.008,54 958,28 1 Jan-set./2011 251,05 514,60 665,49 937,58 1.304,85 2.042,22 3.705,18 6.560,38 9.337,92 18.125,67 934,62 Fonte: CAGED/MTE. Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP. Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  25. 25. Tabela 12 – Salário médio mensal por faixa de remuneração - Pará. Salário Médio Mensal Período até 0,5 10,01 a 15,0 0,51 a 1,0 SM 1,01 a 1,5 SM 1,51 a 2,0 SM 2,01 a 3,0 SM 3,01 a 5,0 SM 5,01 a 10,0 SM 15,01 a 20,0 SM > 20 SM Total SM SM 2005 131,20 286,94 343,80 504,47 684,95 1.045,29 1.931,88 3.474,37 4.913,76 9.998,34 467,38 2006 151,94 337,56 397,13 584,81 828,41 1.233,74 2.264,77 4.056,72 5.796,32 11.447,32 518,05 2007 167,64 370,29 436,59 639,20 905,88 1.369,88 2.536,20 4.502,21 6.366,47 12.887,89 569,09 2008 182,12 406,84 482,00 702,91 996,78 1.513,28 2.796,94 4.930,81 7.039,15 15.223,55 647,23 2009 212,06 456,75 543,21 783,63 1.110,47 1.698,83 3.085,57 5.493,42 7.846,41 20.074,98 701,56 2010 237,81 504,23 603,80 877,49 1.235,83 1.903,58 3.473,89 6.136,38 8.720,68 17.523,79 758,79 2011 Janeiro 251,99 530,54 642,80 927,29 1.299,95 2.000,25 3.583,25 6.437,51 9.420,77 16.871,26 807,74 Fevereiro 247,19 531,75 648,90 945,00 1.311,89 2.027,11 3.736,00 6.624,15 9.081,17 17.604,84 799,60 Março 246,99 538,50 646,46 941,99 1.322,76 2.022,64 3.731,90 6.610,05 9.313,48 15.076,30 805,23 Abril 253,45 540,82 649,46 936,92 1.305,42 2.036,68 3.667,84 6.608,69 9.235,22 15.743,36 804,65 Maio 252,27 539,85 646,33 938,55 1.314,91 2.037,68 3.684,66 6.517,94 9.501,70 14.414,04 808,21 Junho 252,91 537,88 647,47 939,76 1.311,75 2.045,01 3.782,30 6.692,91 9.357,09 17.474,71 824,81 Julho 253,96 536,06 646,48 935,98 1.312,69 2.034,75 3.745,18 6.604,49 9.439,46 16.238,98 829,99 Agosto 250,60 537,86 648,31 936,86 1.318,10 2.043,69 3.778,54 6.632,24 9.445,53 19.045,01 863,84 Setembro 261,50 538,82 648,09 935,90 1.308,77 2.052,27 3.740,32 6.543,36 9.369,47 16.841,27 867,94 1 Jan-set./2011 251,84 536,74 647,18 937,47 1.311,95 2.034,41 3.721,06 6.585,69 9.372,21 17.010,31 825,13Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.
  26. 26. Tabela13 – Salário médio mensal por região de integração - Pará. Salário Médio Mensal Período Região Região Região Rio Região Região Região Região Baixo Região Lago Região Rio Região Região Região Metropolitana Guamá Caeté Araguaia Carajás Tocantins Amazonas de Tucuruí Capim Xingu Marajó Tapajós de Belém2005 481,52 366,73 379,55 390,38 554,63 561,10 496,90 488,78 382,15 430,63 395,14 443,252006 525,16 415,11 423,05 453,63 622,55 602,32 550,29 529,69 438,88 468,10 396,64 517,312007 571,28 458,21 454,65 530,14 648,81 697,80 594,55 586,56 466,86 544,62 520,51 550,162008 619,66 491,31 513,47 619,62 735,13 886,19 645,15 708,15 540,06 557,88 586,04 640,872009 692,82 547,70 591,37 663,47 820,40 778,02 716,47 766,91 591,44 632,68 645,37 651,122010 736,46 611,62 630,65 717,28 947,02 796,97 757,06 740,50 662,85 720,50 683,78 755,872011 Janeiro 771,77 657,67 755,45 732,96 1.045,81 860,57 798,42 764,61 699,19 783,04 791,29 827,58 Fevereiro 777,13 684,27 586,72 774,18 991,33 812,96 789,09 773,45 693,55 736,50 645,16 849,29 Março 770,56 654,67 679,00 781,80 1.000,50 869,22 825,61 800,22 715,31 741,86 715,99 849,11 Abril 764,72 683,53 685,65 785,10 984,23 856,44 790,27 807,35 724,17 770,92 702,42 854,43 Maio 766,85 676,80 687,77 762,87 974,01 859,93 858,44 767,19 728,68 867,12 694,47 979,97 Junho 771,13 699,81 651,87 797,70 975,94 837,56 831,24 744,21 717,85 1499,55 757,11 843,24 Julho 773,87 690,14 675,84 756,68 1.028,56 851,83 857,29 764,42 742,44 1040,68 763,78 879,17 Agosto 822,44 671,11 691,27 770,18 1.037,99 834,38 849,40 768,88 726,23 1394,83 706,02 949,21 Setembro 809,56 674,08 684,85 789,19 1.113,93 828,49 912,01 765,34 717,09 1105,23 672,32 840,08 Jan-set./20111 781,52 676,46 676,44 773,25 1.019,69 845,56 836,64 773,02 718,59 1074,68 712,74 879,46Fonte: CAGED/MTE.Elaboração: Núcleo de Análise Conjuntural – IDESP.Nota: 1Soma dos meses de janeiro a setembro.

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