Mercado trabalhori09 11

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Mercado trabalhori09 11

  1. 1. RI XINGU2009 A 2011 1
  2. 2. Boletim do Mercado de Trabalho Região de Integração Xingu Número 1 – Novembro – 2012 2
  3. 3. Governo do Estado do Pará Simão Robison Oliveira Jatene Governador Helenilson Cunha PontesVice-Governador do Estado do Pará / Secretário Especial De Estado De Gestão – Seges Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará Maria Adelina Guglioti Braglia Presidente Cassiano Figueiredo Ribeiro Diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural Sérgio Castro Gomes Diretor de Estatística, Tecnologia e Gestão da Informação Jonas Bastos da Veiga Diretor de Pesquisas e Estudos Ambientais Elaine Cordeiro Felix Diretora de Planejamento, Administração e Finanças 3
  4. 4. ExpedienteDiretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas e Análise Conjuntural:Cassiano Figueiredo RibeiroCoordenadoria Técnica de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas:Celeste Ferreira LourençoCoordenação de Núcleo de Análise Conjuntural:Rosinete das Graças Farias Nonato NavegantesElaboração Técnica:Celeste Ferreira LourençoDavid Costa Correia SilvaColaboração:Edson da Silva e SilvaJorge Eduardo Macedo SimõesRosinete das Graças Farias Nonato NavegantesRevisão Técnica:Sérgio Rodrigues Fernandes.Cassiano Figueiredo Ribeiro.Comissão EditorialAndréa PinheiroAndréa CoelhoAnna Márcia MunizCassiano RibeiroGlauber RibeiroJonas BastosLucia AndradeSérgio Rodrigues FernandesSergio GomesNormalização:Glauber da Silva Ribeiro BOLETIM DO MERCADO DE TRABALHO – REGIÃO DE INTEGRAÇÃO DO XINGU, 2012. Belém: Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará, 2012. Mensal 15p. (Boletim do Mercado de trabalho- Região de Integração do Xingu, 1) 1. Mercado de trabalho. 2. Trabalho formal. 3.Região de Integração do Xingu 4. Pará (Estado). Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará. CDD. 331.12098115Instituto do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará – IDESPRua Municipalidade 1461. Bairro do UmarizalCEP: 66.050-350 – Belém/ParáTel: (91) 3321-0600 / Fax: (91) 3321-0610E-mail:1. Mercado de trabalho. 2. Trabalho formal. 3. Pará (Estado). Instituto comunicação@idesp.pa.gov.brDisponível em: http://www.idesp.pa.gov.br do Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará. CDD. 331.12098115 4
  5. 5. SUMÁRIOAPRESENTAÇÃO................................................................................................ 51 COMPORTAMENTO DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL NARI XINGU ENTRE 2009 E 2011.......................................................................... 62 A GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS POR MUNICÍPIOS DA RIXINGU..................................................................................................................... 73 EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL, SEGUNDO SETORESECONÔMICOS...................................................................................................... 94 PERFIL DOS TRABALHADORES, SEGUNDO GÊNERO, FAIXAETÁRIA E ESCOLARIDADE............................................................................. 12REFERÊNCIAS...................................................................................................... 14 5
  6. 6. APRESENTAÇÃO O Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP),autarquia vinculada a Secretaria Especial de Estado de Gestão (SEGES) tem entre seusobjetivos a produção, sistematização e análise de informações sobre a conjunturasocioeconômica do estado do Pará. Dentro da ação intitulada Observatório de Belo Monte, o Instituto pretendeacompanhar e analisar as principais transformações nos dez municípios que compõem aRegião de Integração Xingu (RI Xingu), em decorrência da construção da Usina Hidrelétricade Belo Monte, com o objetivo de subsidiar o planejamento de políticas governamentais noEstado. Entre as atividades que compõem essa ação do IDESP está a elaboração mensal doBoletim do Mercado de Trabalho da RI Xingu, com base na sistematização e análise dedados sobre o comportamento do emprego registrado em carteira, tendo como fonte aRelação Anual de Informações Sociais (RAIS) e o Cadastro Geral de Empregados eDesempregados (CAGED) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Este Boletim traz uma breve análise da evolução do emprego na RI Xingu, noperíodo de 2009 a 2011, usando como fonte o Ministério do Trabalho e Emprego, através dedados disponíveis na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Instituída pelo Decreton.º 76.900/75, de 23 de dezembro de 1975, a RAIS é um Registro Administrativo, de âmbitonacional, de periodicidade anual, de declaração obrigatória para todos os estabelecimentos,inclusive aqueles que não registraram vínculos empregatícios no exercício. 6
  7. 7. 1 COMPORTAMENTO DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL NA RI XINGUENTRE 2009 E 2011. De acordo com os dados da RAIS, o número de trabalhadores com vínculos formaisativos no estado do Pará alcançou, em 2011, o total de 1.037.089. Esse número, quandocomparado ao existente em primeiro de janeiro de 2009, correspondeu a um aumento de19,09% equivalendo à criação de 166.220 novos vínculos. Analisando o comportamento doestoque de empregos segundo as doze Regiões de Integração (RI) que compõem o Estadoobserva-se, que apesar de um quadro de expansão generalizada no período em estudo, asregiões Carajás e Xingu se destacaram por apresentarem taxas de crescimento bastantesuperiores às demais Regiões: 82,25% e 56,07% respectivamente. Além destas, as deTocantins, Rio Capim e Guamá, muito embora registrando taxas bem inferiores a Carajás eXingu, cresceram acima da média estadual, conforme pode ser verificado no gráfico 1 aseguir. Gráfico 1 - Crescimento relativo do emprego formal segundo Regiões de Integração – 2009/2011 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011. Elaboração: IDESP. 7
  8. 8. 2 A GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS POR MUNICÍPIOS DA RI XINGU. A expansão significativa do emprego na Região do Xingu, foco desta análise, se dámais intensamente a partir de 2011 decorrendo, sobretudo, em função da construção dahidrelétrica de Belo Monte iniciada em meados de 2010. Segundo estimativas da Eletrobrás,esse empreendimento deve propiciar a criação de 42 mil empregos, dos quais 20 mil em2013 quando, de acordo com as previsões, se dará o pico das obras. Ao analisar os dados ano a ano, verifica-se que já em 2010, com o início dasatividades de implantação dessa hidrelétrica, a geração de empregos formais cresceu em6,92% na Região, em relação a 2009, enquanto em 2011 comparativamente a 2010 essecrescimento alcançou significativos 45,97%. Verifica-se ainda, que esse crescimento noemprego formal, vem impactando de forma diferenciada os municípios que compõem a RIXingu, conforme se visualiza na tabela 1 a seguir.Tabela 1- Comportamento do estoque de empregos formais por municípios da RI Xingu – 2009/2011 Variação 2011/2009 Participação na Região Municípios 2009 2010 2011 (%) Absoluta Relativa 2009 2010 2011Altamira 9.246 10.178 17.293 8.047 87,03 47,44 48,84 56,85Anapu 929 1.025 1.432 503 54,14 4,77 4,92 4,71Brasil Novo 718 691 891 173 24,09 3,68 3,32 2,93Medicilândia 1.020 1.181 1.311 291 28,53 5,23 5,67 4,31Pacajá 1.614 1.650 1.886 272 16,85 8,28 7,92 6,20Placas 1.061 965 935 -126 -11,88 5,44 4,63 3,07Porto de Moz 1.257 1.115 1.744 487 38,74 6,45 5,35 5,73Senador José Porfírio 553 593 648 95 17,18 2,84 2,85 2,13Uruará 2.932 2.941 3.564 632 21,56 15,04 14,11 11,72Vitória do Xingu 160 500 714 554 346,25 0,82 2,40 2,35Total da RI Xingu 19.490 20.839 30.418 10.928 56,07 100,00 100,00 100,00Total do Estado 870.869 951.235 1.037.089 166.220 19,09 - - -Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011.Elaboração: IDESP. De acordo com os dados apresentados observa-se, no período analisado: Dos dez municípios que formam a RI Xingu, Placas foi o único que registrou perdassucessivas acumulando, entre 2009 e 2011, uma redução de 11,88% no emprego formal,correspondendo ao fechamento de 126 postos; Em termos relativos, Vitória do Xingu foi o município que apresentou o maiordinamismo, com uma taxa de crescimento do emprego formal da ordem de 346,25%. Emseguida estão Altamira (87,03%), Anapu (54,14%) e Porto de Moz (38,74%); Em termos absolutos, Altamira foi o que gerou o maior número de empregos (8.407),seguido por Uruará (632), Vitória do Xingu (554), Anapu (503) e Porto de Moz (487); O município de Altamira que em 2009 já concentrava 47,44% do emprego formalexistente na RI, aumentou ainda mais a sua participação alcançando, em 2011, umpercentual de 56,85%. Em decorrência dessa maior concentração em Altamira observa-se,entre 2009 e 2011, uma queda nas taxas de participação dos demais municípios, à exceçãode Vitória do Xingu cuja taxa passou de 0,82% em 2009 para 2,35% em 2011; 8
  9. 9. Convém ressaltar que os melhores desempenhos de Altamira e de Vitória do Xingu,frente aos demais, podem ser explicados pela maior proximidade física desses municípioscom o projeto em execução e, no caso de Altamira, pelo fato de possuir a melhorinfraestrutura física e social da RI Xingu. 9
  10. 10. 3. EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL, SEGUNDO SETORES ECONÔMICOS. Quando o recorte da análise passa a ser a geração de empregos formais por grandessetores econômicos, confirma-se a importância da construção da hidrelétrica de Belo Montena RI Xingu, principalmente pelo expressivo crescimento das contratações no setor daConstrução Civil, conforme se verifica na tabela 2.Tabela 2 - Comportamento do estoque de empregos formais por Setores Econômicos – 2009/2011 Variação 2011/2009 Participação na Região (%)Setores Econômicos 2009 2010 2011 Absoluta Relativa 2009 2010 2011Extrativa Mineral 21 64 133 112 533,33 0,11 0,31 0,44Indúst. de 1.613 1.924 2.003 390 24,18 8,28 9,23 6,58Transform.Serv. Ind. de Util. 135 108 264 129 95,56 0,69 0,52 0,87Púb.Construção Civil 270 987 5.972 5.702 2.111,85 1,39 4,74 19,63Comércio 3.966 4.337 5.179 1.213 30,58 20,35 20,81 17,03Serviços 2.237 2.545 3.150 913 40,81 11,48 12,21 10,36Administração 9.958 9.528 12.380 2.422 24,32 51,09 45,72 40,70PúblicaAgrop. Ext. Veg, etc. 1.290 1.346 1.337 47 3,64 6,62 6,46 4,40Total da RI Xingu 19.490 20.839 30.418 10.928 56,07 100,00 100,00 100,00Total do Estado 870.869 951.235 1.037.089 166.220 19,09 - - -Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011.Elaboração: IDESP. Pelas informações disponíveis observa-se que, tanto em termos absoluto quantorelativo, todos os setores registraram dados positivos e, à exceção da Agropecuária eextrativismo vegetal, as taxas de crescimento relativo estiveram acima da média estadual(19,09%). Em números absolutos, o predomínio é da Administração Pública, com 12.380vínculos em 2011, correspondendo a 40,70% dos empregos formais gerados na RI Xingu.Contudo, este setor vem diminuindo a sua importância relativa (em 2009 era de 51,09%), emfunção da grande expansão que vem ocorrendo na Construção Civil, cuja participação noestoque de empregos formais da RI Xingu, cresceu de 1,39% em 2009 para 19,63% em2011. Esse dinamismo, registrado não só na Construção Civil que, no período 2009 a 2011cresceu expressivos 2.111,85% assim como nos setores de Extrativa Mineral e nos ServiçosIndustriais e de Utilidade Pública, com expansões de 533,33% e 95,56% respectivamente,ratificam a grande influência da obra de Belo Monte na criação de empregos diretos.Indiretamente, a obra impacta também os setores do Comércio, dos Serviços e da Indústriade Transformação na medida em que, além do aumento da massa salarial, uma obra desseporte ocasiona um forte fluxo migratório para a Região, pressionando a demanda por bens eserviços. Nesse sentido, quando se analisa o comportamento do estoque de empregos porsub setores econômicos, observa-se um maior crescimento em atividades ligadas aoComércio varejista, à Indústria da madeira e do mobiliário, a Serviços de alojamento, 10
  11. 11. alimentação, reparação, manutenção, ao Comércio e administração de imóveis, e àsatividades de Transportes e Comunicação.Tabela 3 - Estoque de empregos formais na RI Xingu, por Sub Setores Econômicos – 2009/2011Sub Setores Econômicos 2009 2010 2011Extrativa mineral 21 64 133Indústria de produtos minerais não metálicos 110 123 210Indústria metalúrgica 13 14 32Indústria mecânica 1 1 11Indústria do material elétrico e de comunicação 0 0 0Indústria do material de transporte 28 8 22Indústria da madeira e do mobiliário 1.180 1.253 1.392Indústria do papel, papelão, editorial e gráfica 27 32 45Indústria da borracha, fumo, couros, peles, similares etc. 7 23 26Indúst. química, de prod. farmacêut., veterinários, perfumarias 2 1 0Indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos 6 9 25Indústria de calçados 0 0 0Indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico 239 460 240Serviços industriais e de utilidade pública 135 108 264Construção civil 270 987 5.972Comércio varejista 3.579 3.890 4.590Comércio atacadista 387 447 589Instituição de crédito, seguros, capitalização 150 159 199Comércio e administração de imóv., valores imobil., serviço. Téc. 247 385 703Transportes e comunicação 406 552 530Serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção 1.018 1.016 1.184Serviços médicos, odontológicos e veterinários 186 191 210Ensino 230 242 324Administração pública direta e autárquica 9.958 9.528 12.380Agricultura, silvicultura, criação de animais, extrativismo veg. 1.290 1.346 1.337Total 19.490 20.839 30.418Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011.Elaboração: IDESP. Outro aspecto da influência da construção da UH de Belo Monte no dinamismo domercado formal de trabalho da RI Xingu pode ser mensurado na observação dos dadossegundo o tipo de vínculo dos trabalhadores. Em 2009 e 2010, o número de estatutários,vínculo exclusivo das contratações no setor público1, excedia ao total de celetistas, enquantoem 2011 esse quadro se inverte, denotando a impulsão do setor privado da Região à medidaque as obras avançam.1 A administração pública direta e autárquica possui vínculos estatutários e celetistas. 11
  12. 12. Gráfico 2 - Composição do emprego formal segundo tipo de vínculo – 2009/2011 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011. Elaboração: IDESP. 12
  13. 13. 4 PERFIL DOS TRABALHADORES, SEGUNDO GÊNERO, FAIXA ETÁRIA EESCOLARIDADE Complementando a caracterização do emprego formal na RI Xingu, buscou-seconhecer minimamente o perfil dos trabalhadores ocupados no mercado formal da Regiãoem análise, utilizando-se variáveis básicas, tais como: gênero, faixa etária e escolaridade, apartir das informações disponíveis na RAIS. No que se refere ao gênero, o estoque de trabalhadores homens cresceu o dobro doobservado entre as mulheres, o que pode ser explicado em parte, pela geração de novosempregos ter se dado mais intensamente em atividades vinculadas à construção civil, setortradicionalmente demandante de mão de obra masculina.Tabela 4 - Comportamento do estoque de empregos formais por gênero – 2009/2011 Variação 2011/2009 Participação na Região (%)Setores Econômicos 2009 2010 2011 Absoluta Relativa 2009 2010 2011Masculino 10.078 11.346 17.444 7.366 73,09 51,71 54,44 57,35Feminino 9.412 9.493 12.974 3.562 37,85 48,29 45,56 42,65Total 19.490 20.839 30.418 10.928 56,07 100,00 100,00 100,00Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011.Elaboração: IDESP. Quanto à variável faixa etária dos ocupados em empregos formais, os dados mostramsimilaridades entre a RI Xingu e o Estado do Pará, com a maioria dos trabalhadoresconcentrando-se na faixa etária de 30 a 39 anos, conforme tabela 6. Ainda assim, convémressaltar algumas diferenças observadas na comparação dos resultados. Uma delas é a de quea RI Xingu apresenta maiores participações nas quatro primeiras faixas etárias (até 39 anos),invertendo-se a situação a partir dos 40 anos. Mais uma vez pode-se especular uma estreitarelação com os empregos gerados pela construção civil, ao qual estão vinculadas váriasatividades que exigem maior esforço físico por parte do trabalhador.Tabela 6 - Distribuição do estoque de empregos por faixa etária – 2009/2011 2009 2010 2011Faixa Etária RI Xingu Pará RI Xingu Pará RI Xingu ParáAté 17 anos 0,42 0,28 0,36 0,31 0,41 0,2818 a 24 anos 17,66 14,76 17,16 14,61 18,22 14,5125 a 29 anos 20,84 19,20 20,27 19,00 20,11 18,4830 a 39 anos 33,79 32,38 33,92 32,45 33,44 32,9540 a 49 anos 18,24 20,59 18,86 20,42 17,90 20,3950 a 64 anos 8,50 12,09 8,94 12,43 9,40 12,5865 ou mais 0,55 0,71 0,49 0,78 0,52 0,82Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011.Elaboração: IDESP. Da mesma forma que a variável anterior, quando se analisam os dados relativos àescolaridade dos trabalhadores, verifica-se similaridade no comportamento da RI Xingu como total do Estado. De acordo com a tabela 7 verifica-se uma maior concentração detrabalhadores com escolaridade relativa ao ensino médio completo, embora na RI Xingu a 13
  14. 14. participação daquelas com menor grau de escolaridade seja mais significativa do que o totaldo Estado, invertendo-se quanto aos graus mais elevados.Tabela 7- Comportamento do estoque de empregos por nível de escolaridade – 2009/2011 2009 2010 2011 Nível de Escolaridade RI Pará RI Pará RI Pará Xingu Xingu XinguAté 5ª série 15,20 10,74 15,74 10,18 14,54 9,21Ens. Fundamental Completo 26,34 22,89 25,46 22,00 26,09 20,70Ensino Médio Completo 46,92 49,93 47,58 51,31 48,30 52,78Mais que Ens. Médio Completo 11,53 16,44 11,22 16,51 11,07 17,30Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – RAIS 2009, 2010 e 2011.Elaboração: IDESP. È possível que esse perfil apresentado pelos trabalhadores formais na RI Xingu,decorra em função de, nesse primeiro momento da construção da UH Belo Monte, os postosgerados constituírem-se, em grande parte, de ocupações que não exigem nível deescolaridade elevado tais como: serviços gerais, pedreiro, carpinteiro entre outros. 14
  15. 15. REFERÊNCIASBRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Programa de disseminação de Estatística dotrabalho. 2012. Disponível em: <http://www.mte.gov.br/pdet > Acesso em: jun. 2012. 15

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