Grupo A Apres Baixa Visao

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Grupo A Apres Baixa Visao

  1. 1. INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS SEMINÁRIO VIRTUAL Visão subnormal ou baixa visão “ No es la discapacidad lo que hace difícil la vida, sino los pensamientos y acciones de los demás”
  2. 2. Grupo A : UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL Tema: Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo. www.cpvi.com.br/website/old/images/livro_ente
  3. 3. Integrantes: <ul><li>Antonio Batista do Nascimento </li></ul><ul><li>Maria Gilcilene da Silva Barbosa </li></ul><ul><li>Cíntia Zanchettin </li></ul><ul><li>Demostenes Papayannros </li></ul><ul><li>Claudenice Nunes dos Santos </li></ul><ul><li>José Gleidson Ferreira do Nascimento </li></ul>Coordenadoras : Cintia Zanchettin Claudenice Nunes dos Santos “ El valor de igualdad, y el de la familia como base de la inclusión” http://maria-j.lacoctelera.net/post/2007/07/13/frases
  4. 4. Visão subnormal ou baixa visão DEFINIÇÃO : “ A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera deficiente visual a pessoa que é privada, em parte (segundo critérios pré-estabelecidos) ou totalmente da capacidade de ver. Baixa visão (ou visão subnormal) é o comprometimento do funcionamento visual em ambos os olhos, mesmo após correção de erros de refração comuns com uso de óculos ou lentes de contato mas que utiliza ou é potencialmente capaz de utilizar a visão para planejamento e execução de uma tarefa. Trata-se de uma definição técnica e quantitativa. Baixa visão é para quem tem uma acuidade visual menor que 20/60 (0,3), até a percepção de luz ou, um campo visual menor que 10 graus do ponto de fixação.” http://www.vejam.com.br/baixavisao/
  5. 5. Posição do deficiente visual na história <ul><li>De acordo com Lorimer (2000) as pessoas cegas foram sempre consideradas como incapazes e dependentes, maltratadas e negligenciadas, sendo que algumas civilizações chegavam mesmo a eliminá-las. Somente há dois séculos é que a sociedade começou a perceber que as pessoas com cegueira ou baixa visão poderiam conviver normalmente e ainda ter oportunidade e acesso à educação. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Em resumo, a história, as lendas, a literatura e a própria Bíblia contribuíram para perpetuar as idéias negativas, os mitos sobre o efeito da falta de visão na vida das pessoas. A falta de conhecimento e entendimento sobre o tema acaba resultando em uma limitação das oportunidades que são oferecidas às pessoas cegas e com baixa visão. (Hutchinson ET AL 1997) </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Por muito tempo a mídia também contribuiu para a construção dos significados negativos das pessoas com deficiência visual. No entanto, atualmente a televisão, jornais e revistas têm mostrado pessoas com deficiência que “superam” as dificuldades, tornando-se profissionais bem sucedidos e pessoas ativas em busca de seus objetivos pessoais e profissionais. </li></ul>Danieli Haloten http://redeglobo.globo.com/Tv_globo/Noticias/foto.jpg
  8. 8. LUÍS DE CAMÕES - Poeta épico português <ul><li>Luís de Camões, quando jovem engajou-se na vida militar e serviu no Marrocos, alli perdeu um dos seus olhos em escaramuças com os marroquinos. Pouco depois voltou para Lisboa e para os ambientes seletos da corte. </li></ul><ul><li>Em Lisboa a notória deficiência passou logo a ser motivo de algumas brincadeiras e zombarias por parte de uma jovem por quem Camões sentia forte atração. Segundo amigos mais próximos do grande poeta, ela se referia a ele como “cara sem olhos”. Camões acabou por transformar o comentário em um galanteio com o seguinte verso dirigido à mimosa dama: </li></ul><ul><li>Sem olhos vi o mal claro </li></ul><ul><li>Que dos olhos se seguiu: </li></ul><ul><li>Pois cara sem olhos viu </li></ul><ul><li>Olhos que lhe custam caro. </li></ul><ul><li>De olhos não faço menção, </li></ul><ul><li>Pois quereis que olhos não sejam. </li></ul><ul><li>Vendo-vos, olhos sobejam, </li></ul><ul><li>Não vos vendo, olhos não são... </li></ul><ul><li>A deficiência, que poderia ter arruinado completamente a vida de um jovem galante, não prejudicou nem a vida guerreira e aventuresca, nem a vida literária de Luís de Camões, que muitos anos mais tarde, após infindáveis viagens, escreveu a famosa epopéia portuguesa que intitulou de Os Lusíadas . </li></ul><ul><li>http://www.crfaster.com.br/gfamosos.htm </li></ul>
  9. 9. <ul><li>No âmbito escolar, todo o esforço dirigido ao cego visa sua inclusão social. A primeira escola para cegos foi fundada em Paris, em 1784, por Valentin Haüy. Um de seus discípulos, Lois Braille, que perdeu a visão aos treze anos de idade, criou um sistema de leitura tátil, que além das letras tinha também números e notas musicais. Com este impulso, criou-se muitas escolas especializadas para cegos, e os livros em Braille passaram a se proliferar pelo mundo. </li></ul>
  10. 10. As tendências pedagógicas modernas referentes à educação dos cegos, assim como a de todas as outras pessoas com deficiência, prescrevem sua inserção no sistema escolar comum, desde o pré-escolar até a universidade, com vistas, especialmente, a combater a segregação das pessoas cegas. Dessa forma, as pessoas com deficiência, visual ou qualquer outra, podem mais facilmente serem incluídas na sociedade e sentirem-se cidadãos úteis, e não encargos. Além de cegos graduados em diversos cursos superiores como advocacia, tecnologia da informação, pedagogia, psicologia, administração, existem hoje muitos cegos que são técnicos de excelente desempenho. Há ainda cegos engajados na vida artística, sobretudo instrumentistas e cantores.
  11. 11. Uma pessoa com deficiência visual pode, além disso, escanear um livro e posteriormente Lê-lo com seu programa de leitura, que pode falar o que está na tela se acompanhado de um sintetizador de voz, ou dispor em Braille se acompanhado de um monitor Braille. As ajudas técnicas disponíveis estão cada vez mais avançadas nesse sentido, além de que a sociedade, através das leis, começa a ajustar as informações para que estas se tornem mais acessíveis. Atualmente, tanto quanto o Sistema Braille, a informática atua fortemente na educação de pessoas cegas, pois os programas leitores de tela permitem a leitura e escrita para os cegos que, dessa forma, podem utilizar editores de texto para fazerem trabalhos, ter acesso à internet, fazer pesquisas e trocar informações com todo o mundo de conhecimentos disponível na web.
  12. 12. Ampliando Para Ver Existem basicamente dois tipos de ampliadores: a) Ampliadores eletrônicos b) Programas de ampliação Estes programas são usados para ampliar na tela do computador um dos seguintes elementos: • Arquivo de imagem digitalizada; • Um conteúdo capturado de uma fonte de digitalização (por exemplo, um scanner ou uma câmera de vídeo); • Conteúdo da própria tela. tipo A) Tipo B)
  13. 13. Dispositivos e Adaptações <ul><li>Computadores . </li></ul><ul><li>• Sintetizadores de voz . </li></ul><ul><li>• Linhas Braille </li></ul><ul><li>Impressão aumentada gerada por hardware </li></ul><ul><li>Impressoras Braille </li></ul><ul><li>Impressão aumentada gerada por software </li></ul><ul><li>Gravação de textos com indexação e sincronismo </li></ul><ul><li>Óculos com prescrições especiais </li></ul><ul><li>Lentes de aumento manuais ou lentes de amplificação </li></ul><ul><li>Telelupas (mini-telescópios) </li></ul>Recursos ópticos
  14. 14. Recursos Ferramentas
  15. 15. POESIA &quot;A CEGUEIRA“ de Denise Rangel
  16. 16. Endereços - sites de pesquisa <ul><li>http://www.vejam.com.br/baixavisao/ </li></ul><ul><li>http://www.visaolaser.com.br/doencascirurgia/doencas/baixavisao.htm </li></ul><ul><li>http://www.drauziovarella.com.br/entrevistas/dvisual4.asp </li></ul><ul><li>http://www.baixa-visao.com/ </li></ul><ul><li>http://images.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi </li></ul><ul><li>http://priscila-recursoshumanos.blogspot.com/2009/10/blog-post.html </li></ul><ul><li>http://maria-j.lacoctelera.net/post/2007/07/13/frases-tienen-ver-con-discapacitados- </li></ul>
  17. 17. Todos tenemos los mismos derechos… Recuerda que es tu intelecto el que busca... pero es tu corazón el que encuentra... … Debe garantizarles a las personas con limitaciones las ayudas necesarias para que estas puedan alcanzar satisfacción personal, desarrollo y brindar utilidad social… &quot;Las diferencias nos unen “ http://maria-j.lacoctelera.net/post/2007/07/13/frases-tienen-ver-con-discapacitados-

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