SEMINÁRIO VIRTUAL:  INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo
VER, NÃO VER E APRENDER O aluno portador de visão subnormal na escola regular: desafio para o professor
Possíveis alterações oculares Visão Normal Perda da Visão Central (Ex: DMRI, Stargardt) Perda da Visão Periférica (Ex: Gla...
Aluno com Visão Subnormal <ul><li>De que modo a deficiência visual interfere no desenvolvimento e na aprendizagem?  </li><...
Aluno com Visão Subnormal A pessoa com baixa visão ou visão subnormal apresenta uma redução na sua capacidade visual que i...
Casos em sala de aula: <ul><li>Dificuldade na leitura ou em outro trabalho que exija o uso concentrado dos olhos; </li></u...
<ul><li>Chorar com freqüência ou irritar-se com a execução de tarefas; </li></ul><ul><li>Balançar a cabeça ou movê-la para...
O desempenho <ul><li>Ainda há interpretação errada quanto a atitudes e condutas de alunos com baixa visão que oscilam entr...
<ul><li>Luz do ambiente – muito claro ou ensolarado; </li></ul><ul><li>Objetos ou materiais que não possuem contraste; </l...
A utilização de recursos ópticos e não-ópticos envolve uma análise e o trabalho conjunto da pedagogia, da psicologia, da o...
Recursos Ópticos <ul><li>Recursos ópticos para longe: </li></ul><ul><li>telescópio:  Permite montagem em óculos (telelupa)...
<ul><li>Recursos ópticos para perto:  </li></ul><ul><li>Óculos:  Temos vários casos de visão subnormal com prescrição de ó...
<ul><li>Lupas manuais ou lupas de mesa e de apoio:  </li></ul><ul><li>São úteis para aumentar o material de leitura, mapas...
Recursos Não-Ópticos <ul><li>Estes recursos modificam os materiais com a finalidade de aumentar a resolução visual.  Podem...
<ul><li>Controle de iluminação :  </li></ul><ul><ul><li>Foco da iluminação dirigida ao material de leitura e escrita, evit...
<ul><li>Apoio para leitura : permite aproximar o material dos olhos e possibilita o melhor posicionamento do corpo. </li><...
<ul><li>Controle de reflexão : visores, tiposcópios, oclusores laterais e lentes polarizadas.  </li></ul><ul><li>Ampliação...
Recursos eletrônicos <ul><li>CCTV  (sistema de circuito fechado de televisão): permite aumento do que os óculos podem prop...
<ul><li>Computador  – com as inovações em softwares temos maior acessibilidade a textos e materiais gráficos, pois os mesm...
Sugestão de Trabalho <ul><li>Acompanhar todo o processo de identificação, avaliação e desempenho do aluno através do PDI –...
<ul><li>Estimular o uso constante dos óculos, caso seja esta a indicação médica. </li></ul><ul><li>Conceder maior tempo pa...
Conclusão <ul><li>VER, NÃO VER E APRENDER </li></ul><ul><li>Todo o conhecimento e avaliação sobre o desenvolvimento do alu...
Referencias Bibliográficas <ul><li>http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunoscegos.pdf </li></ul><ul><li>http://po...
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Apresentação repassada para a disciplina de SEMINÁRIO: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo

VER, NÃO VER E APRENDER
O aluno portador de visão subnormal na escola regular: desafio para o professor

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VER, NÃO VER E APRENDER

  1. 1. SEMINÁRIO VIRTUAL: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS: Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo
  2. 2. VER, NÃO VER E APRENDER O aluno portador de visão subnormal na escola regular: desafio para o professor
  3. 3. Possíveis alterações oculares Visão Normal Perda da Visão Central (Ex: DMRI, Stargardt) Perda da Visão Periférica (Ex: Glaucoma, Retinose Pigmentária) Perda Difusa de Campo Visual  (Ex: Retinopatia Diabética) Diminuição Global da sensibilidade (Ex: Catarata)
  4. 4. Aluno com Visão Subnormal <ul><li>De que modo a deficiência visual interfere no desenvolvimento e na aprendizagem? </li></ul><ul><li>Como ensinar alunos com deficiência visual? </li></ul><ul><li>Qual é o lugar dos recursos pedagógicos e dos auxílios na sala de aula? </li></ul><ul><li>Como escolher o recurso indicado para cada situação? </li></ul>
  5. 5. Aluno com Visão Subnormal A pessoa com baixa visão ou visão subnormal apresenta uma redução na sua capacidade visual que interfere ou limita seu desempenho, mesmo após a correção de erros de refração comuns. A baixa visão pode ocorrer por traumatismos, doenças ou imperfeições no órgão ou no sistema visual. Um dos seus traços principais é a diversidade de problemas visuais que ela pode gerar. As pessoas com baixa visão podem ter baixa acuidade visual, dificuldade para enxergar de perto e/ou de longe, campo visual reduzido e problemas na visão de contraste, entre outros (Carvalho et al., 1992; Veitzman, 2000).
  6. 6. Casos em sala de aula: <ul><li>Dificuldade na leitura ou em outro trabalho que exija o uso concentrado dos olhos; </li></ul><ul><li>Levantar para ler o que está escrito no quadro negro, em cartazes ou mapas; </li></ul><ul><li>Copiar do quadro negro faltando letras; </li></ul><ul><li>Tentar retirar manchas; </li></ul><ul><li>Esfregar excessivamente os olhos; </li></ul><ul><li>Franzir a testa; </li></ul><ul><li>Fechar e cobrir um dos olhos; </li></ul><ul><li>Piscar mais que o habitual; </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Chorar com freqüência ou irritar-se com a execução de tarefas; </li></ul><ul><li>Balançar a cabeça ou movê-la para frente ao olhar para um objeto próximo ou distante; </li></ul><ul><li>Tropeçar ou cambalear diante de pequenos objetos; </li></ul><ul><li>Tendência de trocar palavras e mesclar sílabas; </li></ul><ul><li>Aproximar livros ou objetos para perto dos olhos; </li></ul><ul><li>Desconforto ou intolerância à claridade. </li></ul>Casos em sala de aula:
  8. 8. O desempenho <ul><li>Ainda há interpretação errada quanto a atitudes e condutas de alunos com baixa visão que oscilam entre o ver e o não ver, pois estes alunos trocam a posição do livro, perdem a seqüência das linhas em uma página ou até mesclam letras semelhantes. </li></ul><ul><li>Constante falta de interesse ou dificuldade em participar de jogos que exijam visão de distância. </li></ul><ul><li>Ocorrência de conflitos emocionais, psicológicos e sociais, que influenciam o desempenho visual, a conduta do aluno, e refletem na aprendizagem. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Luz do ambiente – muito claro ou ensolarado; </li></ul><ul><li>Objetos ou materiais que não possuem contraste; </li></ul><ul><li>Impressões ou figuras que não condizem com o potencial da visão. </li></ul><ul><li>Objetos e seres em movimento; </li></ul><ul><li>Visão de profundidade; </li></ul><ul><li>Objetos tridimensionais; </li></ul><ul><li>Percepção de formas complexas; </li></ul>Dificuldades no aprendizado:
  10. 10. A utilização de recursos ópticos e não-ópticos envolve uma análise e o trabalho conjunto da pedagogia, da psicologia, da oftalmologia e da orientação e mobilidade. As escolhas e os níveis de adaptação desses recursos em cada caso devem ser definidos a partir da conciliação de inúmeros fatores. Entre eles destaca-se as necessidades específicas de cada caso, diferenças individuais, preferências, interesses e habilidades que vão determinar as modalidades de adaptações. Recursos Ópticos e Não-Ópticos
  11. 11. Recursos Ópticos <ul><li>Recursos ópticos para longe: </li></ul><ul><li>telescópio: Permite montagem em óculos (telelupa) ou manuais e permitem uma leitura de longe. </li></ul>Telescópio Manual
  12. 12. <ul><li>Recursos ópticos para perto: </li></ul><ul><li>Óculos: Temos vários casos de visão subnormal com prescrição de óculos comuns, além de utilizar auxílios ópticos, sendo que nestes óculos há lentes de grande aumento que servem para melhorar a visão de perto. </li></ul>Recursos Ópticos Óculos Especiais Asféricos
  13. 13. <ul><li>Lupas manuais ou lupas de mesa e de apoio: </li></ul><ul><li>São úteis para aumentar o material de leitura, mapas, gráficos, etc. Estão demonstradas nas figuras abaixo. </li></ul><ul><li>Maior o aumento da lupa menor o campo de visão, permitindo a diminuição da velocidade de leitura e maior fadiga visual. </li></ul>Recursos Ópticos
  14. 14. Recursos Não-Ópticos <ul><li>Estes recursos modificam os materiais com a finalidade de aumentar a resolução visual.  Podem ser usados  em conjunto com o recurso óptico ou não, com o objetivo de melhorar a função visual. Exemplos: </li></ul>Big Braille e Braillito Caneta ponta porosa,lápis 6B e folha de pauta ampliada
  15. 15. <ul><li>Controle de iluminação : </li></ul><ul><ul><li>Foco da iluminação dirigida ao material de leitura e escrita, evitando a luz direta nos olhos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Criação de ambientes menos iluminados para os casos de alunos que possuem fotofobia (sensibilidade à luz). </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução de ofuscamento e aumento de contraste com o uso de lentes e filtros. </li></ul></ul>Recursos Não-Ópticos
  16. 16. <ul><li>Apoio para leitura : permite aproximar o material dos olhos e possibilita o melhor posicionamento do corpo. </li></ul><ul><li>Aumento do contraste : utilizar giz branco ou amarelo para dar maior contraste nas lousas verdes; canetas de pontas porosas, pincel atômico preto que dá contraste nos cadernos ou nas folhas brancas; cores fortes em papel branco, lápis 5B ou 6B; em material mimeografado, reforçar os traços com caneta preta se necessário. </li></ul>Recursos Não-Ópticos
  17. 17. <ul><li>Controle de reflexão : visores, tiposcópios, oclusores laterais e lentes polarizadas. </li></ul><ul><li>Ampliação: livros, jogos, baralhos, agendas. Existe também máquina de escrever com tipos ampliados. </li></ul><ul><li>Acessórios : Com o guia de leitura destaca-se uma ou mais linhas, pode ser feito com papel cartão preto ou escuro e sem brilho, na forma retangular, tipo régua. Substituir papel com pautas pretas por cadernos de pautas pretas e ampliadas. </li></ul>Recursos Não-Ópticos Materiais Pedagógicos Soroban Guia de Leitura
  18. 18. Recursos eletrônicos <ul><li>CCTV (sistema de circuito fechado de televisão): permite aumento do que os óculos podem proporcionar. Também é útil para quem necessita de maior distância para ler, escrever, desenhar ou datilografar. </li></ul><ul><li>Lupa Eletrônica – constituído basicamente de uma micro-câmera aliada a um circuito eletrônico que amplia textos e imagens reproduzindo-os em qualquer televisão convencional. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Computador – com as inovações em softwares temos maior acessibilidade a textos e materiais gráficos, pois os mesmos permitem ampliação de caracteres e sintetizadores de voz que podem ser usados de maneira conjunta ou não. </li></ul>Recursos eletrônicos Aplicativos oferecidos pelo Windows - Lente de aumento e Acessibilidade.
  20. 20. Sugestão de Trabalho <ul><li>Acompanhar todo o processo de identificação, avaliação e desempenho do aluno através do PDI – Plano de desenvolvimento individual do aluno. </li></ul><ul><li>Evitar a incidência de claridade diretamente nos olhos da criança ou iluminação excessiva. </li></ul><ul><li>Sentar o aluno a uma distância de aproximadamente um metro do quadro na parte central da sala e, no caso de fotofobia em lugar sombrio. </li></ul><ul><li>Adaptar o trabalho de acordo com a condição visual do aluno. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Estimular o uso constante dos óculos, caso seja esta a indicação médica. </li></ul><ul><li>Conceder maior tempo para o término das atividades propostas. </li></ul><ul><li>Ter clareza de que o aluno enxerga as palavras e ilustrações mostradas. </li></ul><ul><li>Utilizar papel fosco, para não refletir a claridade. </li></ul><ul><li>Posicionar a carteira de maneira que o aluno não escreva na própria sombra e nem tenha reflexo de iluminação no quadro. </li></ul>Sugestão de Trabalho
  22. 22. Conclusão <ul><li>VER, NÃO VER E APRENDER </li></ul><ul><li>Todo o conhecimento e avaliação sobre o desenvolvimento do aluno, o diagnóstico, a avaliação funcional da visão, o contexto familiar e social, bem como as alternativas e os recursos disponíveis, facilitam o planejamento de atividades e a organização do trabalho pedagógico. </li></ul>
  23. 23. Referencias Bibliográficas <ul><li>http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunoscegos.pdf </li></ul><ul><li>http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_dv.pdf </li></ul><ul><li>http://www.vejam.com.br/baixavisao-acuidade-visual/ </li></ul><ul><li>http://www.auxiliosopticos.fcm.unicamp.br/links.php </li></ul><ul><li>http://www.vejam.com.br/baixavisao-campo-visual/campoflash.php </li></ul><ul><li>http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/deficienciavisual.pdf </li></ul>
  24. 24. Seminário Virtual - Visão subnormal, com perceptível déficit cognitivo <ul><li>CURSO: Especialização Tecnologias em Educação </li></ul><ul><li>DISCIPLINA: Inclusão e Tecnologias Assistivas </li></ul><ul><li>ATIVIDADE 02: A Organização do Seminário Virtual </li></ul><ul><li>TURMA: MG03ITA </li></ul><ul><li>MEDIADOR: André Barbosa </li></ul><ul><li>NOMES: </li></ul><ul><li>Alessandra Kelly de Carvalho </li></ul><ul><li>Edmara Magalhães Pereira (Coordenadora) </li></ul><ul><li>Roseney Gonçalves de Melo – Diamantina </li></ul><ul><li>Adriana Farias Feitosa </li></ul><ul><li>Diana Correa de Brito </li></ul><ul><li>Andréa Procópio Lourenço </li></ul>

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