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Roma  Disciplina História da Arte  Turma 1º período de Comunicação Social – UFES Prof. Ellen Assad
A  arquitetura  estava mais de acordo com o caráter dos romanos do que a escultura ou a pintura.  “ A arte de construir, diretamente ligada às  necessidades do homem , não podia deixar de se conciliar com o espírito positivo que esteve na origem do poderio romano. Para nós,  o Romano é mais um soldado do que um poeta , mais um homem de Estado ambicioso e realista do que um artista, mais um homem de negócios do que um intelectual ou um pensador.”
ARQUITETURA
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“ As plantas das novas cidades do Império, por exemplo, transplantavam sua arquitetura urbana para os territórios conquistados, pouco importando que isso exigisse, frequentemente, a destruição de templos, ruas ou prédios públicos ligados ao passado dos povos dessas regiões.” “ (...) os gregos e os romanos exploraram a arquitetura e a escultura para comunicarem algo, em contraste com os egípcios. Os romanos, particularmente, gostavam de olhar para imagens que enfatizassem a continuidade da cidade, a durabilidade e imutabilidade de sua essência. Suas narrativas visuais repetiam sempre o mesmo enredo, expressando  desastres cívicos ou eventos ameaçadores, resolvidos pelo surgimento de um notável senador, general ou imperador.  R. Sennett.
“ Para o seu prestígio pessoal e do Império, eles erguiam construções intimidatórias e impressionantes, sendo essa a sua realização mais importante, o que os legitimava aos olhos de seus súditos.” ESCALA DIFERENTE DAS ESCALA DOS GREGOS “ Os gregos não cogitavam transformar os povos conquistados em atenienses. Roma, sim, queria exatamente uma metamorfose desse tipo.”
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3) Divertimentos: Teatros, Anfiteatros Os teatros ocupavam um espaço de destaque na arquitetura romana.  Os anfiteatros abrigavam o povo romano para assistir às lutas de  gladiadores , um espetáculo que podia ser apreciado de qualquer ângulo devido ao estilo da construção.  4) Monumentos Decorativos: Arco de Triunfo e Coluna Triunfal Em homenagem aos imperadores e generais vitoriosos e Coluna Triunfal, narrando e comemorando feitos históricos. O mais famoso é o Arco de Tito, todo construído em mármore, no Fórum Romano e a mais importante é a Coluna de Trajano, com friso em espiral e narrativas em baixo-relevo.  5) Moradia: Casa  As casas romanas eram construídas ao redor de um pátio chamado Atrio.
Coluna Dórica Coluna Compósita Coluna Jônica Coluna Coríntia
PANTEON Em 118 o Imperado Adriano deu início à construção do Panteon. Cúpula  - com seus 43,5 m de diâmetro culminando numa abertura de 8 m de diâmetro, que fica a também 43,5 m de altura em relação ao piso.
PANTEON A cúpula, que tem a forma de um hemisfério, fosse prolongada até completar uma esfera, esta tocaria o piso.  A estrutura da cúpula, na parte interna parece uma espécie de grelha reduzindo o peso da estrutura.
O Pantheon também marcou o drama de sua época. A ordem visual e o poder imperialista de Roma estavam indissoluvelmente ligados. O imperador precisava que seu poder fosse evidenciado em monumentos e obras públicas.  Os arquitetos romanos tiveram que prever edifícios susceptíveis de comportar multidões consideráveis que afluíam à capital. Foi-lhes necessário aprender a conceber o espaço e os volumes à luz dessa realidade. PANTEON
Ordem Compósita De início o chão e as paredes interiores do Panteão estavam cobertos de mármore; este revestimento não fazia parte integrante da construção, como os blocos de mármore dos templos gregos; era uma placagem e como tal foi claramente tratada, com uma finalidade meramente decorativa.  Decoração PANTEON
A abertura no topo da  cúpula , garante iluminação natural ao interior da construção, e faz do Panteon um marco na história da arquitetura ao transpor para o interior das edificações o principal foco de atenção dos construtores. A maioria das estruturas erguidas antes dos romanos eram monumentos para serem apreciados pelo lado externo, internamente eram quase sempre ocupadas por séries de colunas. No Panteon, o efeito conseguido foi justamente o oposto, garantindo um espaço interno de grandes proporções totalmente livre de interferências. Isso só foi possível graças à utilização dos arcos, abóbodas, e principalmente da grande cúpula central.   PANTEON
ARCO DO TRIUNFO Comemoram a vitória dos imperadores romanos.  Arco de Constantino , Roma, 312
FÓRUM ROMANO Centros públicos por excelência.  A espaçosa praça, ladeada de colunas, servia de local de reunião aos homens de negócios.  Correspondia ao centro da cidade, assemelhando-se a Ágora grega em virtude da mistura que ali havia de política, economia, religião, e vida social. No meio da multidão em movimento, grupos específicos ocupavam cada qual o seu reduto.
FÓRUM ROMANO “ (...) homens ricos, casados, vagueavam em torno do Edifício Público, ao lado de numerosas prostitutas, que não ostentavam sua condição, e outros mancebos, que se vendiam ou alugavam. (...) No Baixo Fórum, os cidadãos respeitáveis passeavam. Tipos vulgares circulavam na parte central. Os cambistas negociavam empréstimos na área do comércio mais antigo. (...) homossexuais versáteis iam e vinham.”
TERMAS Durante o Império o banho tinha-se tornado um verdadeiro rito e as termas dispunham não só de banhos quentes, mornos e frios, de vestiários e de diversas outras salas, mas também de comodidades de toda a espécie: pequenas lojas, bibliotecas, onde os intelectuais podiam repousar antes ou depois do banho, ginásios, jardins de repousos etc...
COLISEU Os anfiteatros romanos tinham forma circular ou oval, fechada. A esses vastos espaços, durante séculos, os romanos acorreram para assistir às lutas mortais entre os gladiadores e deleitar-se com os leões, ursos e elefantes, que se espalhavam, ou devoravam homens e mulheres lançados indefesos à arena; o espetáculo também incluía criminosos, desertores e hereges, torturados, crucificados ou queimados vivos.
O Coliseu   O Coliseu foi construído ao redor de uma arena central oval onde os gladiadores lutavam até a morte.  Cabiam cerca de 50 mil espectadores Lugar de espetáculos, combates e lutas de gladiadores.  3 ordens dispostas: toscana, jônica e coríntia de baixo para cima.  Há um grande número de construções romanas que se utilizam do arco com coluna – arcos do triunfo, que comemoravam as vitórias dos imperadores romanos.   Coliseu
Coliseu Esse teatro da crueldade era mais do que entretenimento sádico.  Os espetáculos acostumavam o povo à carnificina exigida pela conquista imperial.  Arenas de Nimes (século I d.C.)
Coluna Triunfal Coluna de Trajano Os acontecimentos estão dispostos em sequência, sem separação precisa.  O friso nos mostra os soldados a construir uma ponte, a montar um acampamento, a atacar o inimigo ou a defender-se; o imperador dirigindo-se às tropas ou oferencendo sacrifícios. Coluna de Trajano (Roma, 117 d.C.)
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ESCULTURA
ESCULTURA O espírito dos Romanos orientava-os para o real e não para o imaginário. Do mesmo modo que produziam uma arquitetura racional, o principal objetivo da escultura romana era retratar os traços do império através do retrato fiel, muito expressivo e quase psicológico. Realismo Expressão do caráter, rugas e particularidades do rosto.
ESCULTURA ROMA  – corrente helenizante A partir de 146 a.C., toda a Grécia está conquistada. Das posses da guerra fazem parte não só escravos e ouro, mas um grande número de esculturas, vasos e objetos gregos. Esta descoberta e o contato com a escultura helênica são o ponto de partida para uma nova orientação das artes decorativas e da escultura romanas.  Para satisfazer o esnobismo dos cidadãos ricos, copiam-se obras helenísticas, de modo que, através de toda a história de Roma, subsitirão estas duas correntes, a itálica e a helenizante.  Escultura do Imperador Trajano
ESCULTURA ROMANA –  corrente helenizante Assim Augusto, ilustra uma das formas da corrente helenizante. A cabeça é realista, mas a atitude majestosa – o imperador dirigi-se aos seus soldados – e o bastão de comando que segura na mão tem algo de simbólico. Virgílio
PINTURA
PINTURA A pintura romana sempre esteve estreitamente ligada à arquitetura, e sua finalidade era quase exclusivamente decorativa. Já no século II a.C., na época da república, disseminou-se entre as famílias patrícias, empenhadas em exibir sua riqueza, o peculiar costume de mandar que se fizessem imitações da opulenta decoração de templos e palácios, tanto na casa em que viviam quanto naquela em que passavam o verão. Graças a um bem-sucedido efeito ótico, chegavam a simular nas paredes portas entreabertas que davam acesso a aposentos inexistentes.
PINTURA Além dos ornamentos palacianos, os temas favoritos escolhidos por essa arquitetura fictícia eram quase sempre cenas da mitologia grega, vistas de cidades ou praças públicas e bucólicas paisagens tipicamente romanas. Com o tempo, aproximadamente na metade do império, esse costume deixou de ser moda e foi se atenuando, até que as grandes pinturas murais acabaram tendo reduzidas suas dimensões, para transformarem-se finalmente em pequenas imagens destinadas a obter efeitos decorativos.  Isso se passava no âmbito da pintura propriamente dita, porque, convivendo com ela nos lares abastados e em não raros edifícios públicos, o mosaico foi o outro grande favorito na decoração de interiores romana. Os temas prediletos para a aplicação dessa complicada e minuciosa técnica foram, por um lado, o retrato, que podia ser bem pessoal ou apresentar um caráter familiar, e, por outro, as onipresentes cenas mitológicas, além das paisagens rurais ou das marinhas, com sua fauna e flora.
MOSAICO
MOSAICO Era a base da decoração doméstica – usada nas paredes e pisos. Temas diversos.
Bate-papo com a artista Regina Silveira, o curador Adolfo Montejo, o arte-educador Paulo Portella e o crítico de arte Teixeira Coelho sobre a exposição Ficções. Dia 26/09, próxima quarta-feira, às 19h no Museu Vale do Rio Doce Ônibus gratuito saindo do estacionamento central da UFES às 18h com destino ao Museu  (reserve sua vaga através do tel. 3333-2484).  Retorno à UFES por volta das 21h. Coffee break e certificado de participação inclusos na programação, totalmente gratuita. Participe! Mais informações: tel. 3333-2484 - Museu Vale do Rio Doce.
[object Object],[object Object],Exercício em Aula
PRÓXIMA AULA – “JANELAS DA ALMA”
Filmes Grécia   ULISSES, 1955, direção Carlo Ponti. Adaptação da Odisséia, trata de algumas história do herói Ulisses após a Guerra de Tróia. 104 min.  ELECTRA, 1962, direção Michael Cacoyannis. Após descobrir que seu pai foi assassinado pelo amante de sua mãe, Electra planeja uma vingança. Destaque: Famosa tragédia grega baseada em peça de Eurípedes, em que Electra acaba matando a mãe com a ajuda do irmão Orestes. Irene Papas interpreta Electra - a atriz também integra o elenco de "Zorba, O Grego", dirigido por Michael Cocayannis. Indicado ao Oscar de filme estrangeiro. Premiado no Festival de Cannes (FRA) na categoria melhor adaptação.  113 min  A Odisséia, 1997, direção Andrei Konchalovsky Francis Ford Coppola comandou esta megaprodução de 40 milhões de dólares, com efeitos especiais grandiosos, retratando a aventura excitante de Ulisses herói grego, após a Guerra de Tróia. Uma adaptação do poema clássico A Odisséia, atribuído a Homero, onde Odisseu (Ulisses) enfrenta a fúria dos deuses, perigosos inimigos e monstros mitológicos, demonstrando bravura e resistência para retornar aos braços de sua amada Penélope.   150 min
Roma  A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO , 1964, direção de Antony Mann. Filme épico que conta, com imprecisões históricas, o início da decadência do Império Romano. 153 min. BEN-HUR , 1959, direção Cecil B. de Mille. Aventura épica ambientada no início da era cristã que conta as lutas de Ben-Hur para libertar Jerusalém do domínio romano, 211 min. SPARTACUS , 1960, direção de Stanley Kubrick. Super produção baseada no romance histórico de Howard Fast sobre a revolta de escravos liderada por Spartacus em 73 a.C. 190 min.  ASTERIX E A SURPRESA DE CÉSAR , 1984. HQ do herói gaulês, Asterix e Obelix ingressam na Legião Romana para salvar a bela jovem e o noivo. 90 min.  GLADIADOR , 2000, direção de Ridley Scott.  Transformado em escravo pelo corrupto e incestuoso herdeiro do trono, o general romano Maximus, torna-se um gladiador. Seu poder na arena acaba por levá-lo a Roma, ao Coliseu e a um corrupto de vingança com o novo imperador. 155 min.  SATIRICON, direção Frederico Fellini. Cenários e fotografias exeburantes contando uma história fragmentada da Roma Antiga. 129 min
Seminário Para o seminário observar: - Estrutura política da sociedade da época. - Qual era o intuito da arte? O que pretendiam o que faziam arte? O que a arte representava no tempo estudado? - Quem patrocinava a arte? O estado? A igreja? A burguesia? - Existia a influencia da religião? Como a arte era influenciada pela religião? - O que a arte pretendia representar? Era realista, abstrata?  - Qual era a relação da arte com o tempo? Arte perene, duradoura, com intenção de ser eterna? Ou não havia essa preocupação?  - Qual era a relação das obras como o espaço público? Arte a arquitetura era para todos ou para alguns escolhidos? - Como com a nossa sociedade atual.
BARROCO  25/09/2007 - terça-feira Carolina Goulart M Rosário Ana Carolina Gomes Araújo Thaiss Pacheco  Sâmya Lievore Zontelli Carlos Eduardo Bravin Silva Julia Casotti Nogueira NEOCLASSICISMO 25/09/2007 - terça-feira Camila Pandolfi Bufon  Camila Curto Ferreira  Lívia Severo do Valle  Mariana Machado de Faria  Filipe Moreira de Paula  André Almeida Gonçalves MOVIMENTO ROMÂNTICO 27/09/2007 - quinta-feira Júlia Sacramento Fernandes  Darshany de Loyola Vieira Elton Lyrio Morati  Anna Virgínia Albuquerque Ribeiro Thaísa Daniel Pereira Rafael Araújo (é isso? – ele faltou aula) REALISMO 27/09/2007 - quinta-feira Paula Falcão de Souza Marcos Alves de Alarcão Poliana Paul Martins  Natália Barbosa Zucolotto  Tatiana Oliari Negris Janiny Schimidel de Oliveira IMPRESSIONISMO 02/10/2007 - terça-feira Letícia Braga Bazet Camila Bellon Botacim Alessandra Mariani Bicchi Laíse Britto Silveira Rafael Cossetti Bárbara Oliveira Machado EXPRESSIONISMO 02/10/2007 - terça-feira Kelly Costa Pereira Julio Rafael de Angeli Gabriela Fonseca Louzada Natássia Ferreira Augusto Andressa Rios de Souza Macedo Elaine Maximiniano FOTOGRAFIA NO SÉCULO XX 04/10/2007 - terça-feira Gabriela Alves Marques Isis Cardoso Dequech Mariana Anselmo Barbosa Pablo Rezende de Britto Natasha Lima Marcondes Ana Carolina Gonçalves Vieira  FOTOGRAFIA ATUAL  04/10/2007 - terça-feira Letícia Simões Reis Alexandre Lemos Júnior Carleandra Romano Liosa Raisa B. Vital de Souza Luísa Dettoni Nathalia Pompermaier C. Coelho
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Roma

  • 1. Roma Disciplina História da Arte Turma 1º período de Comunicação Social – UFES Prof. Ellen Assad
  • 2. A arquitetura estava mais de acordo com o caráter dos romanos do que a escultura ou a pintura. “ A arte de construir, diretamente ligada às necessidades do homem , não podia deixar de se conciliar com o espírito positivo que esteve na origem do poderio romano. Para nós, o Romano é mais um soldado do que um poeta , mais um homem de Estado ambicioso e realista do que um artista, mais um homem de negócios do que um intelectual ou um pensador.”
  • 4.
  • 5. “ As plantas das novas cidades do Império, por exemplo, transplantavam sua arquitetura urbana para os territórios conquistados, pouco importando que isso exigisse, frequentemente, a destruição de templos, ruas ou prédios públicos ligados ao passado dos povos dessas regiões.” “ (...) os gregos e os romanos exploraram a arquitetura e a escultura para comunicarem algo, em contraste com os egípcios. Os romanos, particularmente, gostavam de olhar para imagens que enfatizassem a continuidade da cidade, a durabilidade e imutabilidade de sua essência. Suas narrativas visuais repetiam sempre o mesmo enredo, expressando desastres cívicos ou eventos ameaçadores, resolvidos pelo surgimento de um notável senador, general ou imperador. R. Sennett.
  • 6. “ Para o seu prestígio pessoal e do Império, eles erguiam construções intimidatórias e impressionantes, sendo essa a sua realização mais importante, o que os legitimava aos olhos de seus súditos.” ESCALA DIFERENTE DAS ESCALA DOS GREGOS “ Os gregos não cogitavam transformar os povos conquistados em atenienses. Roma, sim, queria exatamente uma metamorfose desse tipo.”
  • 7.
  • 8. 3) Divertimentos: Teatros, Anfiteatros Os teatros ocupavam um espaço de destaque na arquitetura romana. Os anfiteatros abrigavam o povo romano para assistir às lutas de gladiadores , um espetáculo que podia ser apreciado de qualquer ângulo devido ao estilo da construção. 4) Monumentos Decorativos: Arco de Triunfo e Coluna Triunfal Em homenagem aos imperadores e generais vitoriosos e Coluna Triunfal, narrando e comemorando feitos históricos. O mais famoso é o Arco de Tito, todo construído em mármore, no Fórum Romano e a mais importante é a Coluna de Trajano, com friso em espiral e narrativas em baixo-relevo. 5) Moradia: Casa As casas romanas eram construídas ao redor de um pátio chamado Atrio.
  • 9. Coluna Dórica Coluna Compósita Coluna Jônica Coluna Coríntia
  • 10. PANTEON Em 118 o Imperado Adriano deu início à construção do Panteon. Cúpula - com seus 43,5 m de diâmetro culminando numa abertura de 8 m de diâmetro, que fica a também 43,5 m de altura em relação ao piso.
  • 11. PANTEON A cúpula, que tem a forma de um hemisfério, fosse prolongada até completar uma esfera, esta tocaria o piso. A estrutura da cúpula, na parte interna parece uma espécie de grelha reduzindo o peso da estrutura.
  • 12. O Pantheon também marcou o drama de sua época. A ordem visual e o poder imperialista de Roma estavam indissoluvelmente ligados. O imperador precisava que seu poder fosse evidenciado em monumentos e obras públicas. Os arquitetos romanos tiveram que prever edifícios susceptíveis de comportar multidões consideráveis que afluíam à capital. Foi-lhes necessário aprender a conceber o espaço e os volumes à luz dessa realidade. PANTEON
  • 13. Ordem Compósita De início o chão e as paredes interiores do Panteão estavam cobertos de mármore; este revestimento não fazia parte integrante da construção, como os blocos de mármore dos templos gregos; era uma placagem e como tal foi claramente tratada, com uma finalidade meramente decorativa. Decoração PANTEON
  • 14. A abertura no topo da cúpula , garante iluminação natural ao interior da construção, e faz do Panteon um marco na história da arquitetura ao transpor para o interior das edificações o principal foco de atenção dos construtores. A maioria das estruturas erguidas antes dos romanos eram monumentos para serem apreciados pelo lado externo, internamente eram quase sempre ocupadas por séries de colunas. No Panteon, o efeito conseguido foi justamente o oposto, garantindo um espaço interno de grandes proporções totalmente livre de interferências. Isso só foi possível graças à utilização dos arcos, abóbodas, e principalmente da grande cúpula central. PANTEON
  • 15. ARCO DO TRIUNFO Comemoram a vitória dos imperadores romanos. Arco de Constantino , Roma, 312
  • 16. FÓRUM ROMANO Centros públicos por excelência. A espaçosa praça, ladeada de colunas, servia de local de reunião aos homens de negócios. Correspondia ao centro da cidade, assemelhando-se a Ágora grega em virtude da mistura que ali havia de política, economia, religião, e vida social. No meio da multidão em movimento, grupos específicos ocupavam cada qual o seu reduto.
  • 17. FÓRUM ROMANO “ (...) homens ricos, casados, vagueavam em torno do Edifício Público, ao lado de numerosas prostitutas, que não ostentavam sua condição, e outros mancebos, que se vendiam ou alugavam. (...) No Baixo Fórum, os cidadãos respeitáveis passeavam. Tipos vulgares circulavam na parte central. Os cambistas negociavam empréstimos na área do comércio mais antigo. (...) homossexuais versáteis iam e vinham.”
  • 18. TERMAS Durante o Império o banho tinha-se tornado um verdadeiro rito e as termas dispunham não só de banhos quentes, mornos e frios, de vestiários e de diversas outras salas, mas também de comodidades de toda a espécie: pequenas lojas, bibliotecas, onde os intelectuais podiam repousar antes ou depois do banho, ginásios, jardins de repousos etc...
  • 19. COLISEU Os anfiteatros romanos tinham forma circular ou oval, fechada. A esses vastos espaços, durante séculos, os romanos acorreram para assistir às lutas mortais entre os gladiadores e deleitar-se com os leões, ursos e elefantes, que se espalhavam, ou devoravam homens e mulheres lançados indefesos à arena; o espetáculo também incluía criminosos, desertores e hereges, torturados, crucificados ou queimados vivos.
  • 20. O Coliseu O Coliseu foi construído ao redor de uma arena central oval onde os gladiadores lutavam até a morte. Cabiam cerca de 50 mil espectadores Lugar de espetáculos, combates e lutas de gladiadores. 3 ordens dispostas: toscana, jônica e coríntia de baixo para cima. Há um grande número de construções romanas que se utilizam do arco com coluna – arcos do triunfo, que comemoravam as vitórias dos imperadores romanos. Coliseu
  • 21. Coliseu Esse teatro da crueldade era mais do que entretenimento sádico. Os espetáculos acostumavam o povo à carnificina exigida pela conquista imperial. Arenas de Nimes (século I d.C.)
  • 22. Coluna Triunfal Coluna de Trajano Os acontecimentos estão dispostos em sequência, sem separação precisa. O friso nos mostra os soldados a construir uma ponte, a montar um acampamento, a atacar o inimigo ou a defender-se; o imperador dirigindo-se às tropas ou oferencendo sacrifícios. Coluna de Trajano (Roma, 117 d.C.)
  • 23.
  • 25. ESCULTURA O espírito dos Romanos orientava-os para o real e não para o imaginário. Do mesmo modo que produziam uma arquitetura racional, o principal objetivo da escultura romana era retratar os traços do império através do retrato fiel, muito expressivo e quase psicológico. Realismo Expressão do caráter, rugas e particularidades do rosto.
  • 26. ESCULTURA ROMA – corrente helenizante A partir de 146 a.C., toda a Grécia está conquistada. Das posses da guerra fazem parte não só escravos e ouro, mas um grande número de esculturas, vasos e objetos gregos. Esta descoberta e o contato com a escultura helênica são o ponto de partida para uma nova orientação das artes decorativas e da escultura romanas. Para satisfazer o esnobismo dos cidadãos ricos, copiam-se obras helenísticas, de modo que, através de toda a história de Roma, subsitirão estas duas correntes, a itálica e a helenizante. Escultura do Imperador Trajano
  • 27. ESCULTURA ROMANA – corrente helenizante Assim Augusto, ilustra uma das formas da corrente helenizante. A cabeça é realista, mas a atitude majestosa – o imperador dirigi-se aos seus soldados – e o bastão de comando que segura na mão tem algo de simbólico. Virgílio
  • 29. PINTURA A pintura romana sempre esteve estreitamente ligada à arquitetura, e sua finalidade era quase exclusivamente decorativa. Já no século II a.C., na época da república, disseminou-se entre as famílias patrícias, empenhadas em exibir sua riqueza, o peculiar costume de mandar que se fizessem imitações da opulenta decoração de templos e palácios, tanto na casa em que viviam quanto naquela em que passavam o verão. Graças a um bem-sucedido efeito ótico, chegavam a simular nas paredes portas entreabertas que davam acesso a aposentos inexistentes.
  • 30. PINTURA Além dos ornamentos palacianos, os temas favoritos escolhidos por essa arquitetura fictícia eram quase sempre cenas da mitologia grega, vistas de cidades ou praças públicas e bucólicas paisagens tipicamente romanas. Com o tempo, aproximadamente na metade do império, esse costume deixou de ser moda e foi se atenuando, até que as grandes pinturas murais acabaram tendo reduzidas suas dimensões, para transformarem-se finalmente em pequenas imagens destinadas a obter efeitos decorativos. Isso se passava no âmbito da pintura propriamente dita, porque, convivendo com ela nos lares abastados e em não raros edifícios públicos, o mosaico foi o outro grande favorito na decoração de interiores romana. Os temas prediletos para a aplicação dessa complicada e minuciosa técnica foram, por um lado, o retrato, que podia ser bem pessoal ou apresentar um caráter familiar, e, por outro, as onipresentes cenas mitológicas, além das paisagens rurais ou das marinhas, com sua fauna e flora.
  • 32. MOSAICO Era a base da decoração doméstica – usada nas paredes e pisos. Temas diversos.
  • 33. Bate-papo com a artista Regina Silveira, o curador Adolfo Montejo, o arte-educador Paulo Portella e o crítico de arte Teixeira Coelho sobre a exposição Ficções. Dia 26/09, próxima quarta-feira, às 19h no Museu Vale do Rio Doce Ônibus gratuito saindo do estacionamento central da UFES às 18h com destino ao Museu (reserve sua vaga através do tel. 3333-2484). Retorno à UFES por volta das 21h. Coffee break e certificado de participação inclusos na programação, totalmente gratuita. Participe! Mais informações: tel. 3333-2484 - Museu Vale do Rio Doce.
  • 34.
  • 35. PRÓXIMA AULA – “JANELAS DA ALMA”
  • 36. Filmes Grécia ULISSES, 1955, direção Carlo Ponti. Adaptação da Odisséia, trata de algumas história do herói Ulisses após a Guerra de Tróia. 104 min. ELECTRA, 1962, direção Michael Cacoyannis. Após descobrir que seu pai foi assassinado pelo amante de sua mãe, Electra planeja uma vingança. Destaque: Famosa tragédia grega baseada em peça de Eurípedes, em que Electra acaba matando a mãe com a ajuda do irmão Orestes. Irene Papas interpreta Electra - a atriz também integra o elenco de "Zorba, O Grego", dirigido por Michael Cocayannis. Indicado ao Oscar de filme estrangeiro. Premiado no Festival de Cannes (FRA) na categoria melhor adaptação. 113 min A Odisséia, 1997, direção Andrei Konchalovsky Francis Ford Coppola comandou esta megaprodução de 40 milhões de dólares, com efeitos especiais grandiosos, retratando a aventura excitante de Ulisses herói grego, após a Guerra de Tróia. Uma adaptação do poema clássico A Odisséia, atribuído a Homero, onde Odisseu (Ulisses) enfrenta a fúria dos deuses, perigosos inimigos e monstros mitológicos, demonstrando bravura e resistência para retornar aos braços de sua amada Penélope. 150 min
  • 37. Roma A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO , 1964, direção de Antony Mann. Filme épico que conta, com imprecisões históricas, o início da decadência do Império Romano. 153 min. BEN-HUR , 1959, direção Cecil B. de Mille. Aventura épica ambientada no início da era cristã que conta as lutas de Ben-Hur para libertar Jerusalém do domínio romano, 211 min. SPARTACUS , 1960, direção de Stanley Kubrick. Super produção baseada no romance histórico de Howard Fast sobre a revolta de escravos liderada por Spartacus em 73 a.C. 190 min. ASTERIX E A SURPRESA DE CÉSAR , 1984. HQ do herói gaulês, Asterix e Obelix ingressam na Legião Romana para salvar a bela jovem e o noivo. 90 min. GLADIADOR , 2000, direção de Ridley Scott. Transformado em escravo pelo corrupto e incestuoso herdeiro do trono, o general romano Maximus, torna-se um gladiador. Seu poder na arena acaba por levá-lo a Roma, ao Coliseu e a um corrupto de vingança com o novo imperador. 155 min. SATIRICON, direção Frederico Fellini. Cenários e fotografias exeburantes contando uma história fragmentada da Roma Antiga. 129 min
  • 38. Seminário Para o seminário observar: - Estrutura política da sociedade da época. - Qual era o intuito da arte? O que pretendiam o que faziam arte? O que a arte representava no tempo estudado? - Quem patrocinava a arte? O estado? A igreja? A burguesia? - Existia a influencia da religião? Como a arte era influenciada pela religião? - O que a arte pretendia representar? Era realista, abstrata? - Qual era a relação da arte com o tempo? Arte perene, duradoura, com intenção de ser eterna? Ou não havia essa preocupação? - Qual era a relação das obras como o espaço público? Arte a arquitetura era para todos ou para alguns escolhidos? - Como com a nossa sociedade atual.
  • 39. BARROCO 25/09/2007 - terça-feira Carolina Goulart M Rosário Ana Carolina Gomes Araújo Thaiss Pacheco Sâmya Lievore Zontelli Carlos Eduardo Bravin Silva Julia Casotti Nogueira NEOCLASSICISMO 25/09/2007 - terça-feira Camila Pandolfi Bufon Camila Curto Ferreira Lívia Severo do Valle Mariana Machado de Faria Filipe Moreira de Paula André Almeida Gonçalves MOVIMENTO ROMÂNTICO 27/09/2007 - quinta-feira Júlia Sacramento Fernandes Darshany de Loyola Vieira Elton Lyrio Morati Anna Virgínia Albuquerque Ribeiro Thaísa Daniel Pereira Rafael Araújo (é isso? – ele faltou aula) REALISMO 27/09/2007 - quinta-feira Paula Falcão de Souza Marcos Alves de Alarcão Poliana Paul Martins Natália Barbosa Zucolotto Tatiana Oliari Negris Janiny Schimidel de Oliveira IMPRESSIONISMO 02/10/2007 - terça-feira Letícia Braga Bazet Camila Bellon Botacim Alessandra Mariani Bicchi Laíse Britto Silveira Rafael Cossetti Bárbara Oliveira Machado EXPRESSIONISMO 02/10/2007 - terça-feira Kelly Costa Pereira Julio Rafael de Angeli Gabriela Fonseca Louzada Natássia Ferreira Augusto Andressa Rios de Souza Macedo Elaine Maximiniano FOTOGRAFIA NO SÉCULO XX 04/10/2007 - terça-feira Gabriela Alves Marques Isis Cardoso Dequech Mariana Anselmo Barbosa Pablo Rezende de Britto Natasha Lima Marcondes Ana Carolina Gonçalves Vieira FOTOGRAFIA ATUAL 04/10/2007 - terça-feira Letícia Simões Reis Alexandre Lemos Júnior Carleandra Romano Liosa Raisa B. Vital de Souza Luísa Dettoni Nathalia Pompermaier C. Coelho
  • 40. Proposta: IMPRESSIONISMO 02/10/2007 - terça-feira Letícia Braga Bazet Camila Bellon Botacim Alessandra Mariani Bicchi Laíse Britto Silveira Rafael Cossetti Bárbara Oliveira Machado EXPRESSIONISMO 02/10/2007 - terça-feira Kelly Costa Pereira Julio Rafael de Angeli Gabriela Fonseca Louzada Natássia Ferreira Augusto Andressa Rios de Souza Macedo Elaine Maximiniano FOTOGRAFIA NO SÉCULO XX 04/10/2007 - terça-feira Gabriela Alves Marques Isis Cardoso Dequech Mariana Anselmo Barbosa Pablo Rezende de Britto Natasha Lima Marcondes Ana Carolina Gonçalves Vieira FOTOGRAFIA ATUAL 04/10/2007 - terça-feira Letícia Simões Reis Alexandre Lemos Júnior Carleandra Romano Liosa Raisa B. Vital de Souza Luísa Dettoni Nathalia Pompermaier C. Coelho Barroco Futurismo Italiano Surrealismo Pop Arte