Workshop Sustentabilidade

Avaliação do Ciclo de Vida do Produto
& Sustentabilidade
Uma Abordagem Automotiva
03 de feverei...
Oportunidades e necessidades

Oferecer os serviços da Polilab e demonstrar o uso e conceitos
da ferramenta de avaliação de...
Tendências no mercado automotivo
Manufatura

Design & Desenvolvimento

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Ecodesign

Ecodesign

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Ecodesign
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Ecodesign

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Princípios do Ecodesign
Escolha de materiais: Materiais de baixo impacto ambiental e menos poluentes,
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Integração dos aspectos ambientais no Ecodesign

•

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•

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Design for recycling
•

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Design for recycling - Mensuração

“Se você pode medir você pode gerenciar”
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Design for recycling

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do ciclo de vida:

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Aspectos econômicos...
Design for recycling

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Positiv List

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Gestão da Reciclagem
Reciclagem
Pós-Consumo

Ações/Incentivos
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Política Nacional de Resíduos Sólidos

Depois de tramitar no Congresso por 19 anos, a PNRS –
Política Nacional de Resíduos...
Política Nacional de Resíduos Sólidos

A partir de agora, será feita a distinção entre o conceito de
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Política Nacional de Resíduos Sólidos

Com

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Política Nacional de Resíduos Sólidos

Assim, fica implementada também a logística reversa, ou seja,
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Política Nacional de Resíduos Sólidos

A lei prevê que haja cooperação técnica e financeira entre o
setor público e o priv...
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Perfil
Fernando José Novaes é brasileiro, 55 anos, Engenheiro Químico pela Escola de
José
Quí
Engenharia de Lorena - USP, ...
Minha experiência em sustentabilidade
Portfólio dos Trabalhos em Sustentabilidade
Portfó
2009 - 2010 - Desenvolvimento da ...
Conhecendo o conceito sustentável
Primeiro entendimento: O que é ser sustentável?
Existe a definição clássica que iremos v...
Conceitos

Desenvolvimento

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Sustentável:

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Relatório Brundtland
As Nações Unidas montaram uma comissão para tratar de
Naç
assuntos relativos a meio-ambiente em 1983,...
Tripé da sustentabilidade

Econômico

Ambiental

Social
O desafio de se alcançar uma patamar sustentável de desenvolviment...
Gerenciamento do ciclo de vida

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Aquisição sustentável

Aquisição de BENS e SERVIÇOS
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Boas prática de gestão

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Base da sustentabilidade
Os motivos que levam à degradação ambiental do planeta tem sua origem no
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Base da sustentabilidade
É necessário rever modelo anterior para que, com lucidez e conhecimento
necessá
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A busca pela sustentabilidade
A busca pela sustentabilidade tem muitas frentes, vejamos as questões principais
questões
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Evolução na gestão

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ACV - Avaliação do Ciclo de Vida

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Avaliação do ciclo de vida - Conceito

A Avaliação do Ciclo de Vida é um processo objetivo para
avaliar os aspectos (impac...
Linha do tempo na evolução da ACV
Europa -

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Objetivos ACV
•

Otimização e/ou comparação de Produtos e Processos;

•

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Como começa e como termina
Qual a efetiva relação entre produção, consumo e meio-ambiente?
Quais as ações para minimizar r...
Pensamento no ciclo de vida
Ao pensar no ciclo de vida do
Ao pensar no ciclo de vida do
produto, expandimos o tradicional
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Diferentes meios de prestar o mesmo serviço
Servir 200 cc de bebida quente três vezes ao dia por um ano

Copo plástico
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Avaliação do ciclo de vida

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O ciclo de vida na indústria automotiva

Abordagem preliminar - Ciclo de vida automotivo

- Produção e extração de matéria...
O ciclo de vida na indústria automotiva

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O ciclo de vida na indústria automotiva

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Usando a ACV – Avaliação

A avaliação é feita mediante:
•

A compilação de um inventário de entradas e saídas
pertinentes ...
Normas para ACV

ISO 14040:1997 Avaliação do Ciclo de Vida -- Princípios e Estrutura
Avaliaç
Princí
ISO 14041:1998 Life cy...
Valor agregado
•

Melhoria das relações comerciais e sociais da empresa;

•

Inovação e pioneirismo; Ecodesing

•

Integra...
Metodologia da ACV

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Estrutura técnica da ACV

Avaliação de impactos
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Análise do inventário
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Componentes e fases

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Defini ções

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Elementos fundamentais
Definição do objetivo
Definição dos limites e objetivos da análise de ciclo, incluindo as metas e d...
Elementos fundamentais
• O Sistema de produto permite a comparação de produtos diferentes
que fornecem a mesma função. Por...
Elementos fundamentais

Descrição conceitual da unidade de processo
Emissões atmosféricas
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Matéria-prima - Entrada...
Dimensões da ACV

Nível de detalhes

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Extensão
Início e fim do est...
Inventário da ACV

Inventário do ciclo de vida
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Inventário do ciclo de vida

O inventário do ciclo de vida (ICV/LCI) é um processo de
quantificação da energia e da matéri...
Ciclo de Vida do Produto Cadeia de Produção
Consumo

Pré-Cadeias de Matéria-Prima e Energia

Produto

Pós-Consumo

Tratame...
Balanço de massa e energia

Produto
Co-Produto
CoEmissões Gasosas
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Resíduos Sólidos
Resí
Só
Energia
Matéria-Prima...
Balanço de massa e energia
Fronteira do
Sistema

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Entradas
Entradas

Sistema de produto
Sistema de produto

Co-Pro...
Análise da qualidade dos dados

Objetivo
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Escopo

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Escolha do software
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Além das fronteiras
Identificar

e

quantificar

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fronteiras do planeta que não
devem

ser

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Exemplos de aplicação

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Honda LCA System

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Inventário Golf A4

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Inventário Golf A4

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Inventário Golf A4
Sistema de produto
e unidade funcional

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Inventário Golf A4
Inventário
Materiais

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Inventário Golf A4
Resultados

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Caminho para sustentabilidade

A

ACV

proporciona

uma

visão

global

da

questão

ambiental, identificando oportunidade...
Fazendo dar certo
Estratégia para sustentabilidade >>>> Planejamento e metas
Barreiras
Visão: Somente 5% do nível operacio...
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ACV & Sustentabilidade uma Abordagem Automotiva

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Oferecer e demonstrar o uso e conceitos da ferramenta de avaliação de potenciais impactos ambientais (ACV) e desenvolver o conceito de life cycle thinking ou seja o pensamento voltado para que a vida do produto tenha uma consistência e seja sustentável

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ACV & Sustentabilidade uma Abordagem Automotiva

  1. 1. Workshop Sustentabilidade Avaliação do Ciclo de Vida do Produto & Sustentabilidade Uma Abordagem Automotiva 03 de fevereiro de 2011 1 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  2. 2. Oportunidades e necessidades Oferecer os serviços da Polilab e demonstrar o uso e conceitos da ferramenta de avaliação de potenciais impactos ambientais (ACV) e desenvolver o conceito de life cycle thinking ou seja o pensamento voltado para que a vida do produto tenha uma consistência e seja sustentável, para isso nós necessitamos "pensar" no contexto completo do ciclo de vida ao projetá-lo e usa-lo, pois causam, nas diversas áreas, diferentes impactos durante os diversos estágios do seu ciclo de vida, no caso com implicações na indústria automotiva. 2 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  3. 3. Tendências no mercado automotivo Manufatura Design & Desenvolvimento Utilização de material Utilizaç reciclado Produto verde fonte renovável renová Redução de custo ç Redu Projetos orientados para ecodesign e reciclagem Manufatura limpa Energia limpa Avaliação do ciclo de vida Avaliaç Minimizar erros críticos crí Recuperação Recuperaç Uso Monomaterial Marketing verde Redução emissões Reduç Redução de peso Reduç Redução dos recursos na Reduç distribuição distribuiç Despoluição Despoluiç Aplicação reciclagem Aplicaç Minimizar impactos potenciais Avaliação do ciclo de vida Avaliaç O mercado automotivo é o principal motivador para inovação quando se refere a tecnologia, energia, materiais inovaç plásticos e suas aplicações. As exigências de redução de emissões, redução de peso e redução de custo, bem como plá aplicaç reduç reduç reduç a utilização de materiais produzidos a partir de fontes renováveis e de material reciclado delineiam o caminho para utilizaç renová o desenvolvimento sustentável e responsável. sustentá responsá A oportunidade de auxiliar na capacitação da empresa a partir da experiência, tanto em mercado automotivo como capacitaç automotivo na ferramenta ACV é o diferencial da Polilab Consultoria. 3 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  4. 4. Ecodesign Ecodesign é o termo que evidencia para a arquitetura, engenharia e design que o objetivo principal é projetar lugares, produtos e serviços que de alguma forma reduzam e/ou substituam o uso de recursos não-renováveis e/ou ainda minimizem os impactos ambientais. O Ecodesign é uma ferramenta necessária para atingir a sustentabilidade. 4 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  5. 5. Ecodesign Karlsson e Luttropp (2006) definiram ecodesign como um método mé de desenvolvimento de produtos que objetiva a redução do impacto ambiental e usa reduç a criatividade para gerar produtos e processos mais eficientes sob o ponto de vista sob da sustentabilidade. Johansson (2006) propôs a integração de requisitos de integraç aspectos ambientais aos requisitos usuais do projeto de produto em que predominavam, essencialmente, os aspectos técnicos e econômicos. Kazazian predominavam, té econômicos. (2005) difundiu o conceito de eco-concepção de produtos leves: antes, durante e eco- concepç após o uso, a manutenção do equilíbrio do produto com o meio ambiente é tão apó manutenç equilí importante quanto a exeqüibilidade técnica, o controle de custos e a demanda de exeqü té mercado relativa ao mesmo. 5 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  6. 6. Ecodesign Em um projeto de produto, as ações do designer podem incluir a aplicação de princípios como a minimização de recursos, escolha de recursos de baixo impacto, extensão da vida dos materiais, otimização da vida dos materiais, facilidade de montagem/desmontagem e o planejamento para reciclagem. 6 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  7. 7. Princípios do Ecodesign Escolha de materiais: Materiais de baixo impacto ambiental e menos poluentes, menos não-tóxicos ou de produção sustentável ou reciclados, ou que requerem menos nãoproduç sustentá energia na fabricação, utilizar material único para uso em reciclagem; fabricaç Eficiência energética: Utilizar processos de fabricação com menos energia; energé fabricaç Qualidade e durabilidade: Produzir produtos que durem mais tempo e funcionem melhor a fim de gerar menos lixo; Modularidade: Criar objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, peç pois assim não é todo o produto que é substituído, o que também gera menos lixo; substituí també Reutilização/Reaproveitamento: Propor objetos feitos a partir da reutilização ou Reutilizaç reutilizaç reaproveitamento de outros objetos; projetar o objeto para sobreviver seu ciclo sobreviver de vida, criar ciclos fechados. 7 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  8. 8. Integração dos aspectos ambientais no Ecodesign • Utilização da ferramenta da Avaliação do Ciclo de Vida - ACV • Utilização de indicadores específicos - Emissões; NVH; VOC • Minimizar o uso de materiais, projetos limpos, fontes renováveis • Facilitar a reciclagem, monomaterial, logística reversa • Uso de materiais reciclados • Não subestimar a energia consumida durante a vida útil do produto • Aumentar a vida útil do produto, minimizar auto-obsolescência • Serviços ao invés de produtos • Perguntar porque e não aceitar “sempre fizemos assim e deu certo”... 8 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  9. 9. Design for recycling • Selecionar materiais em função da sua melhor tendência a reciclabilidade e proteção ambiental - ACV • Basear-se em uma Positiv List para seleção do material • Descrever no projeto a destinação do reciclado, principalmente nos componentes elétricos e de acabamento • Desmontagem não destrutiva - Design for disassembly • Minimizar o uso de componentes diferenciados • Prever em projeto a proporção de reciclado e recuperado • Identificar facilmente a peça, exemplo - <ABS> • Leis ambientais internacionais - (Directive 2000/53/EC - The "ELV Directive” Directive” http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2000:269:0034:0042:PT:PDF http://eur- lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2000:269:0034:0042:PT:PDF • 9 Leis ambientais nacionais - (Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei 12.305/2010) (Polí Resí Só © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  10. 10. Design for recycling - Mensuração “Se você pode medir você pode gerenciar” Tipo de materiais - Propriedades, características Massa Uso de energia Índice de toxidez Conteúdo reciclável Reciclabilidade Tempo de uso - Time for Disassembly Valoração do tempo de vida ... 10 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  11. 11. Design for recycling Os aspectos importantes em cada estágio do ciclo de vida: O que esta implícito? Aspectos econômicos e funcionais 11 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  12. 12. Design for recycling 12 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  13. 13. Positiv List 13 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  14. 14. Gestão da Reciclagem Reciclagem Pós-Consumo Ações/Incentivos Integrar catador ou fornecedor no processo Palestras Programas Seminários Seminá Capacitação... Capacitaç Pós-Consumo Cooperativas & Sociedades Catadores X Sucateiros Disposição Aterro Ações: Evitar mão obra infantil 14 Ações: Minimizar ação aç do sucateiro Recicladores (Tooling) Tooling) Ação Social Ações: Gestão e Controle Produto Reciclado Ações: Mapeamento de volume, mercado, capacitação, capacitaç gestão da qualidade, logística.. logí © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  15. 15. Política Nacional de Resíduos Sólidos Depois de tramitar no Congresso por 19 anos, a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovada em julho de 2010, e sancionada pelo presidente Lula, e deverá estar sancionada até o final do ano de 2010. 15 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  16. 16. Política Nacional de Resíduos Sólidos A partir de agora, será feita a distinção entre o conceito de resíduos – que podem ser reaproveitados ou reciclados – e rejeitos – que não podem ser reaproveitados e devem ser encaminhados a aterros sanitários. Nesses locais, não será permitido morar ou catar lixo. Também fica proibida a existência de lixões. 16 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  17. 17. Política Nacional de Resíduos Sólidos Com a lei, passa a valer a idéia da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Isso significa que fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos são igualmente responsáveis por dar um destino correto a todos os materiais. 17 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  18. 18. Política Nacional de Resíduos Sólidos Assim, fica implementada também a logística reversa, ou seja, os fabricantes dos produtos vão precisar recolhê-los após o uso dos consumidores, para reaproveitá-los na fabricação de novos produtos ou enviá-los para a reciclagem quando isso não for possível. 18 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  19. 19. Política Nacional de Resíduos Sólidos A lei prevê que haja cooperação técnica e financeira entre o setor público e o privado para o desenvolvimento de pesquisas que facilitem a reutilização, a reciclagem e o tratamento de resíduos e a destinação correta dos rejeitos 19 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  20. 20. http://www.polilab.com.br 20 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  21. 21. Perfil Fernando José Novaes é brasileiro, 55 anos, Engenheiro Químico pela Escola de José Quí Engenharia de Lorena - USP, com Especialização em Polímeros pela Universidade Federal Especializaç Polí de São Carlos, possui cursos de aperfeiçoamento no Brasil, Estados Unidos e Holanda. aperfeiç Em 1985 ingressou na Volkswagen Planta de Taubaté, onde foi Supervisor do Laboratório Taubaté Laborató de Materiais e da Auditoria da Qualidade. Em 1996, iniciou a Polilab Consultoria com êxito em trabalhos de Polilab desenvolvimento de materiais, pesquisa, gestão de mercado e implantação de sistemas da qualidade. Foi professor implantaç convidado da cadeira de materiais poliméricos na então Faculdade Estadual de Engenharia Química de Lorena, em polimé Quí 1995/96. No período de 1998 a 2001, novamente na Volkswagen, em São Bernardo do Campo na Engenharia do perí Produto, exerceu a responsabilidade de conceituar, em materiais poliméricos, os projetos de peças plásticas e polimé peç plá liderar objetivos Ambientais da Tecnologia do Produto. Consultor, possui vários anos de experiência concentradas Consultor, vá em desenvolvimento do produto, qualidade e produção, sustentabilidade e reciclagem nos segmentos automotivo, produç petroquímico e produção seriada. petroquí produç 21 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  22. 22. Minha experiência em sustentabilidade Portfólio dos Trabalhos em Sustentabilidade Portfó 2009 - 2010 - Desenvolvimento da Gestão de Processos, Qualidade, Formulações e Desenvolvimento de Produto Formulaç para reciclagem de plásticos na Summa Polímeros Materiais Recuperados; plá Polí 2008 - 2009 - Desenvolvimento e atualização dos estudos de ACV nas 3 Plantas da Quattor Petroquímica; atualizaç Petroquí 2003 - 2007 - Desenvolvimento do estudo de ACV , gate-to-gate, nas 3 Plantas da Quattor Petroquímica; gate- to- gate, Petroquí Desenvolvimento dos estudos de Gestão da Reciclagem na Quattor Petroquímica; Reciclagem Petroquí 1999 - 2002 - Responsável na Volkswagen do Brasil pelos objetivos ambientais da Tecnologia do Produto; Responsá Tecnologia 1985 - 1995 - Homologação de material para uso como recuperado utilizando normas Volkswagen na Planta de ç Homologa Volkswagen Taubaté. Taubaté Participações e Cursos Participaç 22 II Congresso Brasileiro de Gestão do Ciclo de Vida, ICBGCV 2010, Florianópolis,SC; 2010, Florianó Palestrante - I Congresso Brasileiro de Gestão do Ciclo de Vida, ICBGCV 2008, Curitiba,PR; Effective LCA Simapro/Advanced modelling with Simapro, PreConsultants 2008, Amsterdam, NL; Simapro/ Simapro, Auditor Lider ISO/IEC 17025 – QSP - 2008 - SP Global Plastics Environmental Conference - GPEC 2007 - SPE - Orlando,Fl - EUA Orlando,Fl Conferência Internacional de Avaliação do Ciclo de Vida, CILCA 2007, São Paulo, SP; Avaliaç Seminário Avaliação do Ciclo de Vida dos Produtos e Ecodesign, FIESP 2006, São Paulo, SP; á ç Semin Avalia Paulo, Análise do Ciclo de Vida, Câmara Brasil-Alemanha - AHK 2005, São Paulo, SP; Aná BrasilSeminário Impacto da ACV na Competitividade da Indústria Brasileira, MCT 2005, São Paulo, SP; Seminá Indú Seminário Internacional sobre Aplicações da ACV, CETEA/ITAL 2004, Campinas, SP; Seminá Aplicaç Impacto da Avaliação do Ciclo de Vida na Competitividade da Indústria Brasileira - ABPTI 2004 - SP Avaliaç Indú Avaliação do Ciclo de Vida de Produto e Eco-design - FIESP/ABNT - São Paulo - SP Avaliaç EcoSeminário Internacional Aplicações em Avaliação de Ciclo de Vida - CETEA/ITAL - Campinas - SP Seminá Aplicaç Avaliaç Análise do Ciclo de Vida do Produto - Câmara Brasil Alemanha / ABS Quality - São Paulo - SP Aná Aplicação de diversos treinamento e cursos in company. Aplicaç company. © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  23. 23. Conhecendo o conceito sustentável Primeiro entendimento: O que é ser sustentável? Existe a definição clássica que iremos ver adiante, mas ser sustentável pode ser definido como um amadurecimento, das pessoas e das empresas, para os diversos estágios do desenvolvimento, atuando de modo a alinhar as questões relacionadas a sustentabilidade com a estratégia do negócio. Ou seja, uma empresa sustentável é aquela que contribui com simultaneamente, o desenvolvimento benefícios econômicos, sustentável, sociais e gerando, ambientais – conhecidos como os três pilares da sustentabilidade. 23 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  24. 24. Conceitos Desenvolvimento desenvolvimento Sustentável: da atual é geração a possibilidade sem comprometer do as possibilidades das futuras gerações. (Brundtland Report , 1987) 24 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  25. 25. Relatório Brundtland As Nações Unidas montaram uma comissão para tratar de Naç assuntos relativos a meio-ambiente em 1983, que foi liderada meiopela então Primeira Ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland. Brundtland. Esse trabalho ficou conhecido como Relatório Brundtland. Relató Brundtland. A comissão Brundtland fez pesquisas relacionadas ao meio ambiente e a aspectos econômicos, econômicos, e gerou a publicação Our Common Future, em 1987. publicaç Future, O relatório define a idéia de desenvolvimento sustentável como sendo: "A possibilidade do relató idé sustentá desenvolvimento da atual geração sem comprometer as possibilidades das futuras gerações. " geraç geraç O relatório sugeria que os governos do mundo deveriam se reunir para avaliar como seria a relató avaliar melhor maneira de reduzir os efeitos da atividade humana no meio- ambiente da Terra para as meiopróximas gerações. Isso gerou a primeira Earth Summit, que foi realizado no Rio em 1992. pró geraç Summit, 25 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  26. 26. Tripé da sustentabilidade Econômico Ambiental Social O desafio de se alcançar uma patamar sustentável de desenvolvimento está em alcanç sustentá está conseguir o equilíbrio entre as dimensões econômica, social e ambiental que, por equilí sua natureza, são intrinsecamente interdependentes e, muitas vezes, de complexa vezes, compatibilização. compatibilizaç 26 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  27. 27. Gerenciamento do ciclo de vida 27 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  28. 28. Aquisição sustentável Aquisição de BENS e SERVIÇOS internos para a maximização de baseado em aspectos benefícios (preço e qualidade) e em externos (Tripple botton line: Aspectos econômicos, ambientais e sociais). Redução no consumo de recursos Minimização de riscos ambientais, de saúde e financeiros Redução na geração de resíduos 28 Redução de custos © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  29. 29. Boas prática de gestão Sistema de Gestão da Qualidade & Ambiental Diagnóstico Diagnó Diagnóstico Análise Aná Ambiental Estudos de ACV ISO 9001 14040 Implementação Implementaç Implementação Aperfeiçoamento Aperfeiç Aperfeiçoamento Contínuo Contí Contínuo • Estudo ACV • Estudo ACV - DfE DfE • Marketing Estratégico Estraté Marketing Estratégico • Selo Verde • Selo Verde • Design for Enviroment • Design for Enviroment • Sustentabilidade Boas Práticas de Gestão Prá Boas Práticas de Gestão • Gestão Reciclagem • Gestão Reciclagem • Suporte Desenvolvimento • Suporte Desenvolvimento Sustentável Sustentá Sustentável Aplicações Aplicaç Aplicações Monitoramento Monitoramento 29 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  30. 30. Simplificação Sistema Sustentável Sustentá 30 Custo Sustentável Sustentá Empresa $ustentável ustentá © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  31. 31. Base da sustentabilidade Os motivos que levam à degradação ambiental do planeta tem sua origem no degradaç modelo atual de desenvolvimento escolhido com três premissas: • Suprimento inesgotável de energia inesgotá • Suprimento inesgotável de matéria-prima e inesgotá maté ria- Atual Atual • Capacidade infinita do meio de reciclar matéria e absorver resíduos maté resí Recursos são Recursos são admitidos como admitidos como inesgotáveis inesgotá inesgotáveis 31 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  32. 32. Base da sustentabilidade É necessário rever modelo anterior para que, com lucidez e conhecimento necessá cientifico, seja possível aumentar a probabilidade de sucesso da continuidade da possí vida no planeta. Base das premissas a serem desenvolvidas: planeta. • Dependência do suprimento de energia continua do Sol • Controle da poluição e dos impactos poluiç • Uso racional de energia e matéria-prima com ênfase em conservação maté riaconservaç • Controle do crescimento populacional • Promoção da reciclagem e reuso dos materiais Promoç com perspectivas de estabilização estabilizaç Necessário Necessário 32 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  33. 33. A busca pela sustentabilidade A busca pela sustentabilidade tem muitas frentes, vejamos as questões principais questões em função das dimensões econômica, social e ambiental. funç O Planejamento da empresa contempla: Inovações que reduzam impactos Inovaç ambientais? Publicação relatório Publicaç relató sustentabilidade? Metas para melhoria do desempenho ambiental, social e econômico Auditoria independente? 33 A empresa tem critérios sociais para crité monitorar e qualificar os fornecedores? Os critérios passam pela não crité utilização do trabalho infantil? utilizaç A empresa incentiva o uso responsável e consciente dos seus responsá produtos? A empresa possui planejamento para governança e responsabilidade social governanç coorporativa? A empresa possui uma política de polí responsabilidade ambiental? A empresa planeja o gerenciamento dos resíduos com resí metas de redução? reduç A empresa apóia a conservação e o apó conservaç uso da biodiversidade? Existem programas de recuperação recuperaç e proteção ambiental em áreas proteç próprias? pró © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  34. 34. Evolução na gestão 34 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  35. 35. ACV - Avaliação do Ciclo de Vida 35 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  36. 36. Avaliação do ciclo de vida - Conceito A Avaliação do Ciclo de Vida é um processo objetivo para avaliar os aspectos (impactos) ambientais associados a um produto, processo ou atividade. É feito através da identificação e quantificação do uso de energia, de matéria-prima e de emissões geradas. 36 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  37. 37. Linha do tempo na evolução da ACV Europa - A ISO criou Área alimentar, comitê técnico té efetuar World Energy Conference Report Energia requerida para produzir produtos químicos quí 1963 elaborar consumo de Midwest Reasearch Institute MRI Relatório Relató Compartivo - REPA 1969 Estimar os efeitos ambientais do uso de dois diferentes tipos de embalagens para refrigerantes Coca-Cola. CocaSomente o sumário foi sumá publicado na revista Science Magazine em 1976 37 TC-207 para TC- monitoramento do Crise do petróleo petró Racionalização do Racionalizaç consumo fontes energéticas e energé melhor utilização utilizaç de recursos naturais. sistema de energia, geração geraç gestão de resíduos no resí ambiental e processo. Diretiva - suas Liquid Food ferramentas. ISO 14040 Container Directive 1974 1970 normas de matérias primas e maté 1985 US Environmental Protection AgencyAgencyEPA O primeiro modelo ISO 14044 1991 1993 1997/98 2000 Society of ISO 14040 ISO 14042 Environmental ISO 14041 2006 ISO 14043 Toxicology and do que conhecemos Chemistry (SETAC) hoje como ACV. Primeiros trabalhos, necessidade de padronizar e sistematizar os critérios e termos crité da ACV © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  38. 38. Objetivos ACV • Otimização e/ou comparação de Produtos e Processos; • Boas práticas de gestão ambiental; sustentabilidade; aspectos sociais • Governança e Gerenciamento Sustentável; • Redução de custo; custo do ciclo de vida • Planejamento estratégico e marketing; • Exigência do cliente e/ou regulatórias; • Princípios básicos aplicáveis à rotulagem ambiental; • Design, Pesquisa e Desenvolvimento; • Life Cycle Thinking - a lógica do ciclo de vida; • Design for Recycling; • Design for Disassembly; • Design for Enviroment - DfE; • Ecoeficiência; redução de impactos ambientais; • Normalização e Legislação; • Redução de resíduos e impacto ambiental ... 38 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  39. 39. Como começa e como termina Qual a efetiva relação entre produção, consumo e meio-ambiente? Quais as ações para minimizar riscos ao meio-ambiente, como reduzir emissões, gerar resíduos, etc., e qual a melhor relação custo/beneficio? Qual tipo de embalagem causa menos impacto ambiental? Existe alguma exigência corporativa para projetar o produto? Podemos fazer uma declaração ambiental? Podemos fazer uma campanha de marketing? Como ACV e Governança se complementam? ..... 39 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  40. 40. Pensamento no ciclo de vida Ao pensar no ciclo de vida do Ao pensar no ciclo de vida do produto, expandimos o tradicional produto, expandimos o tradicional foco de processo de manufatura, foco de processo de manufatura, para incorporar vários aspectos para incorporar vá vários aspectos associados com o produto em si e associados com o produto em si e seu ciclo de vida. seu ciclo de vida. O produtor passa a adquirir O produtor passa a adquirir responsabilidade sobre o seu responsabilidade sobre o seu produto do berço ao túmulo, e ú produto do berç berço ao ttúmulo, e evolui para desenvolver novos evolui para desenvolver novos produtos com pensamento em produtos com pensamento em todas as etapas do seu ciclo de todas as etapas do seu ciclo de vida e os impactos causados. vida e os impactos causados. 40 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  41. 41. Diferentes meios de prestar o mesmo serviço Servir 200 cc de bebida quente três vezes ao dia por um ano Copo plástico plá 1095 un./ano Copo isopor 1095 un./ano Caneca cerâmica 1/4 un./ano + água quente e detergente Xícara 550 un./ano 1/2 un./ano + água quente e detergente Capinar 100 m2 de área por um ano Bode 1/5 un./ano 41 Cortador manual 1/7 un./ano Cortador motorizado 1/5 un./ano +gasolina + óleo © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  42. 42. Avaliação do ciclo de vida 42 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  43. 43. O ciclo de vida na indústria automotiva Abordagem preliminar - Ciclo de vida automotivo - Produção e extração de matéria-prima Aço Alumínio Alumí Borracha Pintura Vidro Plásticos ... Plá - Fabricação de peças e montagem - Uso - Disposição / Reciclagem - Ação da indústria - Re-uso 43 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  44. 44. O ciclo de vida na indústria automotiva 44 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  45. 45. O ciclo de vida na indústria automotiva 45 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  46. 46. Usando a ACV – Avaliação A avaliação é feita mediante: • A compilação de um inventário de entradas e saídas pertinentes ao sistema do produto; • A avaliação dos impactos ambientais potenciais associados a essas entradas e saídas; • A interpretação dos resultados das fases de análise de inventário e de avaliações de impacto. 46 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  47. 47. Normas para ACV ISO 14040:1997 Avaliação do Ciclo de Vida -- Princípios e Estrutura Avaliaç Princí ISO 14041:1998 Life cycle assessment -- Definição: Objetivo, escopo e análise do inventário - Obsoleta Definiç aná inventá ISO 14044:2006 Environmental management -- Life cycle assessment -- Requirements and guidelines ISO 14042:2000 Life cycle assessment -- Avaliação do impacto - Obsoleta Avaliaç ISO 14043:2000 Life cycle assessment -- Interpretação do ciclo de vida - Obsoleta Interpretaç ISO/TR 14047:2003 Life cycle impact assessment -- Examples of application of ISO 14042 ISO/TS 14048:2002 Life cycle assessment -- Data documentation format ISO/TR 14049:2000 Life cycle assessment -- Examples of application of ISO 14041 47 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  48. 48. Valor agregado • Melhoria das relações comerciais e sociais da empresa; • Inovação e pioneirismo; Ecodesing • Integração de aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto - ISO 14062 • Visibilidade mercadológica; • Planejamento estratégico com base na sustentabilidade; • Melhoria índices de sustentabilidade; • Declaração ambiental do produto - EPD - ISO 14024; • Melhoria no monitoramento de indicadores ambientais 48 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  49. 49. Metodologia da ACV 49 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  50. 50. Estrutura técnica da ACV Avaliação de impactos Avaliaç Análise do inventário Aná inventá Ecossistema Confiabilidade dos dados Saúde humana Saú Temporalidade Recursos naturais Aquisição de matéria-prima Aquisiç maté riae energia Recursos minerais Manufatura Recursos energéticos energé Usos Aperfeiçoamento contínuo Aperfeiç contí a partir da avaliação e avaliaç interpretação interpretaç 50 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  51. 51. Componentes e fases Objetivo e Escopo Aplicações: Aplicaç Estudo ACV Comparativo Análise Aná do Inventário Inventá Impactos ambientais Interpretação Interpretaç Design for Enviroment - DfE Marketing Estratégico Estraté Selo Verde - Legislação Legislaç Avaliação do Avaliaç Ciclo de Vida Gestão Reciclagem Desenvolvimento Sustentável Sustentá Avaliação Avaliaç de Impacto ISO 14040 normas complementares 14041; 14044; 14047; 14048; 14049 51 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  52. 52. Definiç Defini ções Componentes e fases Aná Inventá An álise do Invent ário • Definição do Escopo do Estudo Coleta de dados - Inventário • Validação dos dados coletados • Agregar os dados baseados no fluxo e fronteiras do sistema • Identificação e quantificação de material, energia e saídas • Avaliação dos critérios de inclusão de entradas e saídas • Avaliaç Avalia ção de Impacto Definição do Objetivo do Estudo • 52 • Balanço de massa com análise do inventário - Revisão dos dados • Relatório com classificação quantitativa e qualitativa, caracterização e avaliação dos impactos, baseados na análise do inventário © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  53. 53. Elementos fundamentais Definição do objetivo Definição dos limites e objetivos da análise de ciclo, incluindo as metas e decisões Definiç aná que devem ser apoiadas pelo projeto, ou seja: Definir a finalidade, motivos e a aplicação do estudo; aplicaç Definir o público alvo a ser atendido pelo estudo; pú Definir as perguntas a serem respondidas pelo estudo para diagnosticar diagnosticar o problema ou a comparação. comparaç Definição do escopo Escopo é a abrangência do projeto, convém que o escopo seja bem definido para convé assegurar que a extensão, a profundidade e o grau de detalhe do estudo sejam compatíveis e suficientes para atender o objetivo estabelecido compatí Na definição do escopo devem estar considerados os seguintes itens: definiç Função do Sistema ou Sistemas em caso de comparação; Funç comparaç Sistema do produto; Unidade funcional; Fronteiras do sistema; Unidade de processo, etc. 53 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  54. 54. Elementos fundamentais • O Sistema de produto permite a comparação de produtos diferentes que fornecem a mesma função. Por exemplo: Toalhas de papel e secadores elétricos de mão. Ou como diz a norma: Conjunto de unidades de processo, conectadas material e energeticamente, que realiza uma ou mais funções definidas. • A Unidade funcional, realiza o desempenho quantificado de um Sistema de Produto para uso como unidade de referência num estudo de ACV. Ela pode ser simples como uma distância percorrida e complicada como uma função administrativa. 54 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  55. 55. Elementos fundamentais Descrição conceitual da unidade de processo Emissões atmosféricas atmosfé Matéria-prima - Entrada Maté ria- Materiais Auxiliares - Entrada Unidade de Processo Unidade de Processo Produto intermediário - Saída intermediá Saí Energia - Entrada Produto - Saída Saí Resíduos Resí Aterro 55 Efluentes para Tratamento Co-produtos - Alocação CoAlocaç © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  56. 56. Dimensões da ACV Nível de detalhes Profundidade as m te sis b su de o er m Nú Largura 56 Extensão Início e fim do estudo Iní As dimensões devem ser estabelecidas de forma compatível e suficiente para atender o estabelecido compatí nos objetivos do estudo © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  57. 57. Inventário da ACV Inventário do ciclo de vida 57 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  58. 58. Inventário do ciclo de vida O inventário do ciclo de vida (ICV/LCI) é um processo de quantificação da energia e da matéria prima requerida para a realização do Sistema Produto, as emissões atmosféricas envolvidas, emissões em efluentes, resíduos sólidos e outras emissões ou resíduos envolvendo o ciclo de vida do produto e seu estudo relativo. Um sistema de produto é um grupo de unidades de processo conectadas através de fluxos, os quais definem uma ou mais funções dentro do processo para as quais vão ser delineadas o inventário. 58 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  59. 59. Ciclo de Vida do Produto Cadeia de Produção Consumo Pré-Cadeias de Matéria-Prima e Energia Produto Pós-Consumo Tratamento efluentes e manutenção Matéria-Prima Reciclagem Processamento manufatura processos vendas e utilização Incineração Energia Disposição Aterro Geração de Energia 59 Transporte e Distribuição © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  60. 60. Balanço de massa e energia Produto Co-Produto CoEmissões Gasosas Efluentes Resíduos Sólidos Resí Só Energia Matéria-Prima Maté ria- Σ Emissões Produto Produção Produç Massa e energia - Entrada = Σ Massa e energia - Saída Para cada processo unitário ao longo do trecho do ciclo de vida definido, devem unitá ser quantificados os fluxos de massa e energia de entrada e saída. saí 60 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  61. 61. Balanço de massa e energia Fronteira do Sistema Produto Entradas Entradas Sistema de produto Sistema de produto Co-Produto Co- Saídas Saí Saídas Emissões Gasosas Efluentes Resíduos Sólidos Resí Só Tratamento de dados: Tratamento de dados: Softwares, planilhas, etc. Softwares, planilhas, etc. Σ 61 Massa e energia - Entrada Massa e energia - Entrada = Σ Massa e energia - Saída Massa e energia - Saída © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  62. 62. Análise da qualidade dos dados Objetivo e Escopo Análise Aná do Inventário Inventá Interpretação Interpretaç Aplicações: Aplicaç Avaliação da Incerteza Avaliação Avaliaç de Impacto 62 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  63. 63. Avaliação do impacto do ciclo de vida Dados do Invent ário Entradas Saídas Categorias de impacto Disposi ão ç Produto Ar Água Aterro - Potencial de Aquecimento Global - Potencial de Aquecimento Global GWP (Global Warming Potential) (Global Potential) GWP (Global Warming Potential) - Acidificação - Chuva ácida Acidificaç - Acidificação - Chuva ácida Categorias gerais de impacto Recursos fosseis/ Energia Emissões / Transporte Saúde humana Água Efluentes ) ) Aterro Sanit ário Ecotoxicidade - Consumo de energia - Consumo de energia Recursos não renová veis energia Aquecimento global Saúde Ocupacional Consumo energia Deteriora ção camada O 3 Saúde Pública Recursos renová veis energia Acidifica ção Estética / Odor Qualidade água DBO Qualidade água DQO Qualidade água Eutroficação Emissões particulados Resíduo materiais perigosos Emissões VOC 63 - Demanda Química de Oxigênio (DQO) Quí - Demanda Química de Oxigênio (DQO) - Uso do Solo - Uso do Solo ︵ Categorias específicas de impacto - Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) Bioquí - Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) - Decomposição camada ozônio Decomposiç - Decomposição camada ozônio - Eutroficação Eutroficaç - Eutroficação - Alteração na biodiversidade Alteraç - Alteração na biodiversidade - Depleção O3 Depleç - Depleção O3 Resíduo sólido - Consumo de água .... - Consumo de água .... Classificação dos impactos - exemplo de conceito para cálculo Classificaç cá © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  64. 64. Escolha do software Dezenas de softwares para avaliação do ciclo de vida estão disponíveis no mercado global, certamente com o tempo de estudo, dedicação e interação entre companhias e com a formação de pessoal, alguns vão definindo-se como referências. Três desses softwares são referências, pelo menos nos meios acadêmicos e na disponibilização de capacitação e treinamento para o mercado brasileiro. São eles: 64 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  65. 65. Além das fronteiras Identificar e quantificar as fronteiras do planeta que não devem ser transgredidas, poderia ajudar a impedir as atividades humanas alterações alteraç ambientais inaceitáveis. inaceitá fronteiras biofísico biofí causem Definir para pode o as processo determinar a capacidade da Terra em se auto-regular. auto- Johan Rockström Rockströ A safe operating space for humanity - http://www.nature.com/nature/journal/v461/n7263 /full/461472a.html 65 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  66. 66. Exemplos de aplicação 66 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  67. 67. Honda LCA System 67 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  68. 68. Inventário Golf A4 68 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  69. 69. Inventário Golf A4 69 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  70. 70. Inventário Golf A4 Sistema de produto e unidade funcional 70 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  71. 71. Inventário Golf A4 Inventário Materiais 71 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  72. 72. Inventário Golf A4 Resultados 72 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  73. 73. Caminho para sustentabilidade A ACV proporciona uma visão global da questão ambiental, identificando oportunidades de melhorias do sistema material-processo-produto, que possam levar à otimização do desempenho ambiental do produto, passo para o desenvolvimento sustentável . 73 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  74. 74. Fazendo dar certo Estratégia para sustentabilidade >>>> Planejamento e metas Barreiras Visão: Somente 5% do nível operacional compreendem a estratégia – Não definimos nossos problemas de forma correta. Pessoas: Somente 25% do nível gerencial possuem incentivos vinculados ao alcance da estratégia – Não fazemos bons Planos de Ação, falta de conhecimento técnico. Recursos: 60% das empresas não vinculam recursos financeiros à estratégia Gestão: 85% dos gestores gastam menos de uma hora por mês discutindo estratégia – Não executamos completamente e a tempo os Planos de Ação. 74 Fonte: FGV e Falconi,V. Falconi,V. © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  75. 75. http://www.polilab.com.br 75 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  76. 76. 76 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  77. 77. Treinamentos Polilab 77 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão
  78. 78. Muito obrigado!! Contatos http://www.polilab.com.br 011 99688 8841 fernando.novaes@polilab.com.br 78 © Esse material é de propriedade da Polilab Consultoria - Reproduzir somente com permissão

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