Daiana de Lima       Aplicação da biblioterapia na Escola Básica             Municipal Luiz Cândido da LuzOrientadora: Cla...
Sumário1 INTRODUÇÃO.......................................................................... 042 REVISÃO DE LITERATURA......
Sumário3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS.............................. 213.1 Escolha do tipo de pesquisa.........................
1 INTRODUÇÃO       A palavra biblioterapia tem o significado de terapiapor meio de livros. Desde os primórdios é que se te...
Objetivo geral: Aplicar a atividade biblioterapêuticana Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz, com osalunos do prime...
2 REVISÃO DE LITERATURA      Apresenta-se uma breve revisão de literatura sobreos temas estudados: Literatura Infantil, Bi...
2.1 Literatura Infantil      É a partir da ascensão da burguesia que se começaa investir na educação infantil, pois se per...
2.2 BIBLIOTERAPIA        Apresenta-se, de maneira resumida, o histórico, asdefinições,     os    objetivos  e    os    com...
2.2.1 Histórico da biblioterapia• Antes de Cristo, os egípcios, os gregos e os romanos, já  viam a leitura como um tratame...
• Em 1916 início do termo Biblioterapia por Samuel Mc Chord  Crothers.• Na década de 30 a biblioterapia firmou-se definiti...
2.2.2 Definições e objetivos da biblioterapia      A biblioterapia foi definida pela primeira vez noDorland’s Iilustrad Me...
Ouakinin (1996) esclarece que a palavra terapia, dogrego therapia, tem o sentido de velar pelo próprio ser.        Caldin ...
• diminuir a ansiedade pela satisfação das necessidades  estéticas;• aliviar as tensões diárias;• ajudar na adaptação a vi...
2.2.3 Componentes biblioterapêuticos        De acordo com Caldin (2001a) são componentesbiblioterapêuticos: a catarse, o h...
As crianças se identificam mais com ospersonagens das histórias, pois estão naquela fase dedescobertas da vida social, se ...
A introspecção, segundo Michaelis (apud Caldin,2001a, p. 39), é a “[...] descrição da experiência pessoalem termos de elem...
2.3 MODALIDADES DE APLICAÇÃO       DA BIBLIOTERAPIA  LEITURA, NARRAÇÃO E DRAMATIZAÇÃO                                     17
2.3.1 Leitura        A biblioterapia é um processo terapêutico no qual seutiliza a leitura de diversos materiais seleciona...
2.3.2 Narração       Segundo Fleck (2007, p. 219), desde sempre ohomem contou histórias, deu vazão à sua intrínsecanecessi...
2.3.3 Dramatização       De acordo com Arcoverde (2008, p. 602), [...] narealização de cenas dramáticas destaca-se o exerc...
3 PROCEDIMENTOS            METODOLÓGICOS       Para entender o problema e alcançar os objetivospropostos para a pesquisa, ...
3.1 ESCOLHA DO TIPO DE             PESQUISA:       Optou-se por realizar pesquisa descritiva, pesquisabibliográfica, estud...
3.2 CARACTERIZAÇÃO DO             CAMPO       O campo de pesquisa foi composto por uma escolada rede municipal de Florianó...
3.3 COLETA DE DADOS      Primeiramente entrou-se em contato com a direçãoda escola para informar sobre os objetivos da pes...
A coleta de dados foi obtida por meio de observaçãodo comportamento das crianças. Também foi feita adescrição e análise da...
3.4 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO      DOS RESULTADOS       Bessa (2011, p. 95) afirma que “a análise einterpretação dos resulta...
4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES       BIBLIOTERAPÊUTICAS       Para preservar a identidade das crianças, optou-sepelo uso de le...
1º Encontro – 02/03/12 – História: A festa no céu – Atividade lúdicadesenhar seu bichinho de estimação ou personagem da hi...
6º Encontro - 13/04/12 - História: O Rei Bigodeira e sua banheira - Aatividade lúdica, usar a imaginação para criar algum ...
5 ANÁLISE DOS ENCONTROS       Do primeiro ao último encontro foram nítidas as mudançasdas crianças. Os que eram mais tímid...
6 CONCLUSÃO        Os objetivos deste trabalho foram alcançados com êxito,proporcionando as crianças momentos prazerosos p...
Esses dez encontros com a turma do primeiro anodesenvolvendo as atividades biblioterapêuticas, foi umgrande aprendizado pa...
REFERÊNCIASA garganta da serpente. Classicismo. História da Literatura – Escolas Literárias. Disponível em:<www.gargantada...
CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura como função terapêutica: biblioterapia. Encontros Bibli: Revista Eletrônica deBibliote...
CRUZ, Maria Aparecida Lopes da. Biblioterapia de desenvolvimento pessoal: um programa para adolescentes deperiferia. 1995....
HELD, Jaqueline. O imaginário no poder: as crianças e a literatura fantástica. São Paulo: Summus, 1980.KUHLTHAU, Carol. Co...
RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1999.SANTORI, Andréia. GRANDO, Ja...
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Aplicação da Biblioterapia na Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz

  1. 1. Daiana de Lima Aplicação da biblioterapia na Escola Básica Municipal Luiz Cândido da LuzOrientadora: Clarice Fortkamp Caldin 1
  2. 2. Sumário1 INTRODUÇÃO.......................................................................... 042 REVISÃO DE LITERATURA.................................................... 062.1 LITERATURA INFANTIL........................................................ 072.2 BIBLIOTERAPIA.................................................................... 082.2.1 Histórico da biblioterapia..................................................... 092.2.2 Definições e objetivos da biblioterapia................................ 112.2.3 Componentes biblioterapêuticos......................................... 142.3 MODALIDADES DE APLICAÇÃO DA BIBLIOTERAPIA........ 172.3.1 Leitura................................................................................. 182.3.2 Narração............................................................................. 192.3.3 Dramatização...................................................................... 20 2
  3. 3. Sumário3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS.............................. 213.1 Escolha do tipo de pesquisa............................................... 223.2 Caracterização do campo................................................... 233.3 Coleta de dados.................................................................. 243.4 Análise e interpretação dos resultados............................... 264 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES BIBLIOTERAPÊUTICAS. 275 ANÁLISE DOS ENCONTROS.............................................. 306 CONCLUSÃO........................................................................ 31REFERÊNCIAS........................................................................ 33APÊNDICES............................................................................. 38ANEXOS 3
  4. 4. 1 INTRODUÇÃO A palavra biblioterapia tem o significado de terapiapor meio de livros. Desde os primórdios é que se tem ouso da biblioterapia, não conhecida por esse nome ainda,mas já era recomendada como parte de tratamento médicotanto no Ocidente quanto no Oriente. Entretanto com o nome específico de biblioterapia apartir do século XX, ficou conhecida a leitura compartilhadae a posterior discussão em grupo; no Brasil a produçãobibliográfica tem apontado a Biblioteconomia como áreaatuante na biblioterapia, seguida pela Psicologia. (CALDIN,2009). 4
  5. 5. Objetivo geral: Aplicar a atividade biblioterapêuticana Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz, com osalunos do primeiro ano, com idade entre 6 e 7 anos. Os objetivos específicos foram: proporcionar acatarse; favorecer a identificação com os personagensficcionais; estimular a criatividade e a imaginação;proporcionar lazer e diversão; favorecer o riso, tendo comoauxílio, atividades lúdicas que estimulem os efeitosterapêuticos. 5
  6. 6. 2 REVISÃO DE LITERATURA Apresenta-se uma breve revisão de literatura sobreos temas estudados: Literatura Infantil, Biblioterapia eModalidades de aplicação da biblioterapia. 6
  7. 7. 2.1 Literatura Infantil É a partir da ascensão da burguesia que se começaa investir na educação infantil, pois se percebe a criançacomo um ser diferente do adulto, com determinadasnecessidades e especificidades. A literatura infantil muito embora sirva de apoiodidático nas escolas, deve ser apresentada às criançascomo uma leitura gostosa, sem cobranças pedagógicas.Visto ser permeada de situações de conflito, depersonagens que interessam às crianças, de linguagemmetafórica, é a ideal para as atividades de biblioterapia naescola. 7
  8. 8. 2.2 BIBLIOTERAPIA Apresenta-se, de maneira resumida, o histórico, asdefinições, os objetivos e os componentesbiblioterapêuticos. 8
  9. 9. 2.2.1 Histórico da biblioterapia• Antes de Cristo, os egípcios, os gregos e os romanos, já viam a leitura como um tratamento;• Na Idade Média mesmo com poucos livros circulando se percebia os benefícios da leitura;• Em 1802 a leitura foi recomendada como terapia pelo médico e pesquisador Benjamin Rush;• Em 1904, a biblioteca do Mc Lean Hospital, em Massachussets, iniciou um programa envolvendo os aspectos psiquiátricos da leitura; 9
  10. 10. • Em 1916 início do termo Biblioterapia por Samuel Mc Chord Crothers.• Na década de 30 a biblioterapia firmou-se definitivamente como um campo de pesquisa.• Em 1949 e 1951 foram escritos as primeiras teses de doutorado em biblioterapia nos Estados Unidos.• No Brasil a partir das décadas de 70, 80 e 90, foram escritos vários trabalhos teóricos sobre biblioterapia.• A partir de 2000 a publicação brasileira voltou-se para relatos de atividades práticas de biblioterapia em artigos, trabalhos de conclusão de cursos, dissertações 10e doutorado.
  11. 11. 2.2.2 Definições e objetivos da biblioterapia A biblioterapia foi definida pela primeira vez noDorland’s Iilustrad Medical Dictionary, em edição de 1941,como o emprego de livros, através de literatura dirigida, notratamento de doentes mentais. (RATTON, 1975). Em 1961 o Webdter’s Third International Dictionary,definiu biblioterapia como “Guia na solução de problemaspessoais através de leitura dirigida” e esta definiçãocontinua sendo aceita até hoje. 11
  12. 12. Ouakinin (1996) esclarece que a palavra terapia, dogrego therapia, tem o sentido de velar pelo próprio ser. Caldin (2001a) destaca alguns objetivos dabiblioterapia:•permitir ao leitor verificar que há mais de uma soluçãopara o problema;•auxiliar o leitor a verificar suas emoções em paralelo àsemoções alheias;• ajudar o leitor a usufruir a experiência vicária;•possibilitar a introspecção emocional, a identificação, acompensação e a catarse; 12
  13. 13. • diminuir a ansiedade pela satisfação das necessidades estéticas;• aliviar as tensões diárias;• ajudar na adaptação a vida hospitalar;• facilitar a socialização pela participação em grupo;• experimentar sentimentos e emoções com segurança;• criar um universo independente da vida cotidiana;• auxiliar e lidar com sentimentos como raiva ou frustação e diminuir o stress. 13
  14. 14. 2.2.3 Componentes biblioterapêuticos De acordo com Caldin (2001a) são componentesbiblioterapêuticos: a catarse, o humor, a identificação, aintrojeção, a projeção e por último, a introspecção. Conforme Caldin (2001b) a catarse pode serconsiderada a justa medida dos sentimentos, pois, aoproduzir os sentimentos e depois moderá-los, purifica asemoções. Qualquer história que provoque o riso, é indicadanas atividades biblioterapêuticas, pois o humor é benéficopara a saúde. 14
  15. 15. As crianças se identificam mais com ospersonagens das histórias, pois estão naquela fase dedescobertas da vida social, se imaginam no lugar dospróprios personagens, ou por algum fato ter algumasemelhança na sua própria vida. A introjeção, o sujeito faz passar, de um modofantasístico, de ‘fora’ para dentro, objetos e qualidadesinerentes a esses objetos. A projeção é a operação pela qual o sujeito expulsade si e localiza no outro – pessoa ou coisa – qualidades,sentimentos, desejos e mesmo ‘objetos’ que lê,desconhece, ou recusa nele próprio. 15
  16. 16. A introspecção, segundo Michaelis (apud Caldin,2001a, p. 39), é a “[...] descrição da experiência pessoalem termos de elementos e atitudes” a “observação, poruma determinada pessoa, de seus próprios processosmentais”. 16
  17. 17. 2.3 MODALIDADES DE APLICAÇÃO DA BIBLIOTERAPIA LEITURA, NARRAÇÃO E DRAMATIZAÇÃO 17
  18. 18. 2.3.1 Leitura A biblioterapia é um processo terapêutico no qual seutiliza a leitura de diversos materiais selecionados deacordo com o público que se pretende atingir. Por isso oprofissional que irá realizar essa atividade deve estaratento ao tipo de público e na seleção dos materiais paraobter os efeitos desejados favorecendo o crescimento edesenvolvimento pessoal e, acima de tudo, proporcionandoa catarse. 18
  19. 19. 2.3.2 Narração Segundo Fleck (2007, p. 219), desde sempre ohomem contou histórias, deu vazão à sua intrínsecanecessidade de comunicação, traduzindo, por meio depalavras, os acontecimentos cotidianos, as memóriastransmitidas por seus ancestrais, as dúvidas, alegrias,angústias e prazeres de sua existência. A atividade de narrar histórias é presença marcantenas creches e pré-escolas, pois ela incentiva a imaginaçãoe a leitura, expandindo assim o repertório cultural dascrianças. 19
  20. 20. 2.3.3 Dramatização De acordo com Arcoverde (2008, p. 602), [...] narealização de cenas dramáticas destaca-se o exercício defazer de conta, fingir, imaginar ser outro, criar situaçõesimaginárias, etc. São atitudes essencialmente dramáticascriadas pelo homem para desenvolver habilidades,capacidades e provir sua existência. Atuamos todos os dias,em casa, na escola, no trabalho, assumimos papéis sociaisconstantemente em nossas vidas, como o de pai, mãe, filho,aluno, professor, de acordo com o ambiente assumimospersonagens sociais reais. A atuação é o meio pelo qual nosrelacionamos com o outro. O processo dramático éconsiderado um dos mais vitais para os seres humanos. 20
  21. 21. 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Para entender o problema e alcançar os objetivospropostos para a pesquisa, foram adotados os seguintesprocedimentos metodológicos: a escolha do tipo depesquisa; a caracterização do campo; a coleta, análise e ainterpretação dos dados. 21
  22. 22. 3.1 ESCOLHA DO TIPO DE PESQUISA: Optou-se por realizar pesquisa descritiva, pesquisabibliográfica, estudo de caso, pesquisa de campo,observação direta intensiva. Todas as atividades biblioterapêuticas realizadas naescola, bem como a reação dos alunos, foram registradaspor meio de gravações e anotações. 22
  23. 23. 3.2 CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO O campo de pesquisa foi composto por uma escolada rede municipal de Florianópolis, localizada na cidade deFlorianópolis e subordinada à Secretaria Municipal deEducação de Florianópolis. A população estudada é composta por uma turmade 25 alunos do 1º ano do ensino fundamental, entre 6 e 7anos de idade, matriculados no período integral. 23
  24. 24. 3.3 COLETA DE DADOS Primeiramente entrou-se em contato com a direçãoda escola para informar sobre os objetivos da pesquisa,juntamente com a carta de apresentação elaborada pelaComissão Permanente da Secretaria Municipal deEducação que comunicava sobre os fins estritamenteacadêmicos e científicos da pesquisa de campo. Depois de autorizada e já definida a turma, teve-seo primeiro contato com a turma para uma breveapresentação, explicando as atividades que seriamdesenvolvidas com a turma. 24
  25. 25. A coleta de dados foi obtida por meio de observaçãodo comportamento das crianças. Também foi feita adescrição e análise da reação das crianças buscando umamaior compreensão do assunto pesquisado. As histórias foram previamente selecionadas para asatividades biblioterapêuticas, de acordo com a faixa etáriado público-alvo. As histórias foram lidas e narradas,seguidas de atividades lúdicas. Foram realizadas dez sessões de biblioterapia, umavez por semana, sendo que o dia escolhido foi sexta-feira,com duração de 30 minutos cada. 25
  26. 26. 3.4 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Bessa (2011, p. 95) afirma que “a análise einterpretação dos resultados é considerada uma dasetapas mais significativas da pesquisa científica”, pois énesta etapa “que se apresenta a compreensão doproblema e se verifica se os objetivos foram cumpridos.” A abordagem foi qualitativa, pois o objetivo doestudo é observar e analisar as reações das criançasindividualmente e em grupo, dispensando-se os dadosestatísticos. 26
  27. 27. 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES BIBLIOTERAPÊUTICAS Para preservar a identidade das crianças, optou-sepelo uso de letras do alfabeto. No caso de mais umacriança ter seu nome iniciado com a mesma letra, o critérioadotado foi utilizar após essa, um numeral. Exemplo: A1,A2. As atividades foram desenvolvidas uma vez porsemana, sempre com a mesma turminha. Foi decidido queas atividades seriam feitas na própria sala de aula. 27
  28. 28. 1º Encontro – 02/03/12 – História: A festa no céu – Atividade lúdicadesenhar seu bichinho de estimação ou personagem da história.(curiosas, cráchas)2º Encontro - 09/03/12 – História: Os 3 porquinhos - A atividade lúdicaproposta era colorir os três porquinhos. (eufóricas, música do lobomau)3º Encontro - 16/03/12 – História: Eu não quero tomar banho –atividade lúdica, brincadeira da galinha chocou. (pátio)4º Encontro - 30/03/12 – História: João e o pé de Feijão - A atividadelúdica proposta seria que todos desenhassem algum personagem dahistória. (pena, felizes)5º Encontro - 04/04/12 – História: Adivinha quanto eu te amo –Atividade lúdica, cada criança deveria pintar um ovinho de plástico. 28
  29. 29. 6º Encontro - 13/04/12 - História: O Rei Bigodeira e sua banheira - Aatividade lúdica, usar a imaginação para criar algum desenho com amassinha de modelar. (participativas)7º Encontro - 20/04/12. História: Uxa, ora fada, ora bruxa –Atividadelúdica, foi distribuída uma folha com um desenho de bruxa, sem o rosto;cada criança teria que criar um rosto para ela. (humor)8º Encontro - 27/04/12 – História: Quem sou eu? – Atividade lúdicarealizada após a contação era desenvolver um jogo da memória.(bichos, livro diferente)9º Encontro - 04/05/12 – História: Chapeuzinho Amarelo - A atividadelúdica seria contornar e pintar o lobo mau. (votação, A verdadeirahistória... )10º Encontro - 11/05/12 – História: Soldadinho de chumbo - Não teve 29atividade, pois foi finalizada as sessões com uma festinha.
  30. 30. 5 ANÁLISE DOS ENCONTROS Do primeiro ao último encontro foram nítidas as mudançasdas crianças. Os que eram mais tímidos se soltaram mais e os quenão falavam muito demonstraram todo o seu afeto e satisfação.Aqueles que gostavam de chamar a atenção da narradora no começodos encontros, já estavam mais entrosados com o grupo chamando aatenção dos próprios colegas, o que possibilitou mais união entreeles. A grande dificuldade encontrada pela narradora foi a falta demais pessoas para auxiliarem no desenvolvimento das atividadesbiblioterapêuticas, pois contou somente com a ajuda da professoraVera. Esse foi um dos motivos de não ter utilizado a dramatização dehistórias. 30
  31. 31. 6 CONCLUSÃO Os objetivos deste trabalho foram alcançados com êxito,proporcionando as crianças momentos prazerosos por meio daleitura e narração, como pôde-se comprovar na análise dosresultados. A criatividade e a imaginação foram alcançadas por meio daleitura e da narração e as atividades lúdicas proporcionavam umahora de lazer e descontração, pois eles não faziam nada obrigados,ficavam livres para desenvolver a atividade ou não. 31
  32. 32. Esses dez encontros com a turma do primeiro anodesenvolvendo as atividades biblioterapêuticas, foi umgrande aprendizado para a formanda, que além de gostarde livros e de lidar com crianças, pôde vivenciar osbenefícios da biblioterapia. Foi com imenso prazer queexerceu, por meio da leitura e da contação de histórias,uma atividade que visa contribuir para a alegria daspessoas nem que seja por um momento – a biblioterapia. 32
  33. 33. REFERÊNCIASA garganta da serpente. Classicismo. História da Literatura – Escolas Literárias. Disponível em:<www.gargantadaserpente.com/historia/classicismo/classicismo.pdf>. Acesso em: 24 maio 2012.ALVES, Maria Helena Hees. A aplicação da biblioterapia no processo de reintegração sócia. Revista Brasileira deBiblioteconomia e Documentação, v. 15, n. 1/2, p. 54-61, jan./jun. 1982.ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho cientifico:elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 1994.ARCOVERDE, Silmara Lídia Moraes. A importância do teatro na formação dacriança. 2008. Disponível em: <http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/629_639.pdf>. Acessoem: 20 nov. 2011.BENJAMIM, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre a literatura e história da cultura. 7. ed. São Paulo:Brasiliense, 1994.BESSA, Amanda de Queiroz. A interação entre bibliotecárias e professores de escolas públicas estaduais em Manaus,Amazonas, na biblioteca escolar. 2011. 220 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – UniversidadeFederal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Tradução de Arlene Caetano. 21. ed. São Paulo: Paz eTerra, 2007. 33
  34. 34. CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura como função terapêutica: biblioterapia. Encontros Bibli: Revista Eletrônica deBiblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, n. 12, p. 32-44, 2001a. Disponível em: <http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/147/14701204.pdf>. Acesso em: 12 out. 2011.______. A poética da voz e da letra na literatura infantil: (leitura de alguns projetos de contar e ler para crianças).2001. 260 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001b.______. Leitura e terapia. Florianópolis. 2009. 216 f. Tese (Doutorado em Literatura) – Universidade Federal deSanta Catarina, Florianópolis, 2009. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/teses.PLIT0342-T.pdf>. Acesso em: 12out. 2011.______. Biblioterapia: um cuidado com o ser. São Paulo: Porto de Idéias, 2010.--______. A teoria merleau-pontyana da linguagem e a biblioterapia. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciênciada Informação, Campinas, v.8, n.2, p.23-40, jan./jun.2011.CARVALHO, Bárbara Vasconcelos de. A literatura infantil: visão histórica e crítica. 6. ed. São Paulo: Global, 1989.CASTRO, Raquel Barbosa de; PINHEIRO, Edna Gomes. Biblioterapia para idosos: o que fica e o que significa.Biblionline, João Pessoa, v.1, n.2, 2005. Disponível em:<http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio/article/viewFile/586/424>. Acesso em: 13 nov. 2011.CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. SãoPaulo: McGraw-Hill do Brasil, 1983.COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna, 2000. 34
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