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Escola Estadual Adiventor Divino de Almeida
   Professora: Vanja     Disciplina: Filosofia
                  Alunos: Gustavo Henrique
                                 Julio Cesar
                                  Luis Felipe
                         Karoline Rodrigues
                                       Rafael
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                                        Thais
                                  José Nilson
                            Ano/Turma: 1° B
   “Does the Language I Speak Influence the Way I Think?”, de
    Betty Birner, procura defender a ideia de que não é propriamente
    a língua que falamos que define o modo como pensamos, mas
    sim que a cultura, o pensamento e a linguagem se inter-
    relacionam de tal forma que um interfere no outro, e o conjunto
    dos três irá determinar como pensamos.
    Para a autora, nada impede que se possa pensar em algo mesmo
    que não se tenha uma palavra específica para designar isso. Ao
    mesmo tempo, o fato de não se ter uma palavra para designar
    algo pode significar que, culturalmente, o povo que criou aquela
    língua não sentiu a necessidade de criar essa palavra porque não
    pensava no que ela significa. É mais ou menos assim: só porque
    os outros idiomas não têm a palavra saudade, isso não quer dizer
    que as pessoas que vivam em outros contextos culturais que não
    o Brasil não sintam saudades umas das outras. Elas apenas não
    possuem uma palavra para nomear esse sentimento; mas ele
    existe. Ou melhor, a existência ou não desse sentimento vai
    depender da cultura. E dá para sentir e pensar em saudade
    mesmo sem se ter uma palavra específica.
   Da mesma forma, a gente aprende a agrupar objetos semelhantes em
    grupos, mas o que é considerado similar em um idioma vai depender
    de aspectos culturais, o que faz com que esses grupos de elementos
    variem de idioma para idioma. Essas diferenças na divisão da
    realidade em categorias provocam diferenças na forma de pensamento
    (e pensar diferente leva a uma cultura diferente, que por sua vez leva a
    uma linguagem distinta). Um dos exemplos citados no texto é a divisão
    do dia em horas, minutos e segundos. Isso cria em nós a ilusão de que
    o tempo é algo que pode ser fragmentado e compartimentalizado, com
    se as divisões do tempo fossem ‘coisas’ a serem preenchidas. Em
    outras culturas, o tempo não é dividido da mesma forma (a linguagem o
    trata com algo sucessivo e contínuo).
    E sabe aquela história de que os esquimós teriam dezenas, ou até
    centenas de palavras para se referir à neve? Isso também decorreria
    da cultura – para eles, é relevante saber distinguir entre os tipos de
    neve, porque eles convivem o tempo todo com isso. Mas até esse mito
    pode ser desconstruído a partir de uma análise mais atenta do
    processo de formação de palavras da linguagem esquimó (na verdade,
    o que para eles é uma palavra, para nós seria a combinação de duas
    ou três, o que no fundo reforça a ideia de que linguagem, cultura e
    pensamento dependem um do outro).
   São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado
    no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores,
    instituições, regras morais que permeiam e identificam uma
    sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social; É a identidade
    própria de um grupo humano em um território e num determinado
    período.
    Diversos sentidos da palavra variam consoante a aplicação em
    determinado ramo do conhecimento humano.
   Na filosofia, cultura é o conjunto de manifestações humanas que
    contrastam com a natureza ou comportamento natural. Por seu
    turno, em biologia uma cultura é normalmente uma criação especial
    de organismos (em geral microscópicos) para fins determinados (por
    exemplo: estudo de modos de vida bacterianos, estudos
    microecológicos, etc.). No dia-a-dia das sociedades civilizadas
    (especialmente a sociedade ocidental) e no vulgo costuma ser
    associada à aquisição de conhecimentos e práticas de vida
    reconhecidas como melhores, superiores, ou seja, erudição; este
    sentido normalmente se associa ao que é também descrito como
    “alta cultura”, e é empregado apenas no singular (não existem
    culturas, apenas uma cultura ideal, à qual os homens indistintamente
    devem se enquadrar).
   Dentro do contexto da filosofia, a cultura é um conjunto de
    respostas para melhor satisfazer as necessidades e os desejos
    humanos. Cultura é informação, isto é, um conjunto de
    conhecimentos teóricos e práticos que se aprende e transmite aos
    contemporâneos e aos vindouros. A cultura é o resultado dos
    modos como os diversos grupos humanos foram resolvendo os
    seus problemas ao longo da história. Cultura é criação. O homem
    não só recebe a cultura dos seus antepassados como também cria
    elementos que a renovam. A cultura é um fator de humanização. O
    homem só se torna homem porque vive no seio de um grupo
    cultural. A cultura é um sistema de símbolos compartilhados com
    que se interpreta a realidade e que conferem sentido à vida dos
    seres humanos.
    O uso de abstração é uma característica do que é cultura: os
    elementos culturais só existem na mente das pessoas, em seus
    símbolos tais como padrões artísticos e mitos. Entretanto fala-se
    também em cultura material (por analogia a cultura simbólica)
    quando do estudo de produtos culturais concretos (obras de arte,
    escritos, ferramentas, etc.).
   Essa forma de cultura (material) é preservada no tempo com mais
    facilidade, uma vez que a cultura simbólica é extremamente frágil.
    A principal característica da cultura é o chamado mecanismo
    adaptativo: a capacidade de responder ao meio de acordo com
    mudança de hábitos, mais rápida do que uma possível evolução
    biológica. O homem não precisou, por exemplo, desenvolver longa
    pelagem e grossas camadas de gordura sob a pele para viver em
    ambientes mais frios – ele simplesmente adaptou-se com o uso de
    roupas, do fogo e de habitações. A evolução cultural é mais rápida
    do que a biológica. No entanto, ao rejeitar a evolução biológica, o
    homem torna-se dependente da cultura, pois esta age em
    substituição a elementos que constituiriam o ser humano; a falta de
    um destes elementos (por exemplo, a supressão de um aspecto da
    cultura) causaria o mesmo efeito de uma amputação ou defeito
    físico, talvez ainda pior.
   Além disso a cultura é também um mecanismo cumulativo. As
    modificações trazidas por uma geração passam à geração
    seguinte, de modo que a cultura transforma-se perdendo e
    incorporando aspectos mais adequados à sobrevivência, reduzindo
    o esforço das novas gerações.
    A cultura é dinâmica. Como mecanismo adaptativo e cumulativo, a
    cultura sofre mudanças. Traços se perdem, outros se adicionam,
    em velocidades distintas nas diferentes sociedades.
    Dois mecanismos básicos permitem a mudança cultural: a invenção
    ou introdução de novos conceitos, e a difusão de conceitos a partir
    de outras culturas. Há também a descoberta, que é um tipo de
    mudança cultural originado pela revelação de algo desconhecido
    pela própria sociedade e que ela decide adotar.
   Pensamento e pensar são, respectivamente, uma forma e
    processo mental. Pensar permite aos seres modelarem o mundo e
    com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com
    suas metas, planos e desejos. Palavras que se referem a
    conceitos e processos similares incluem cognição, senciência,
    consciência, ideia, e imaginação. O pensamento é considerado a
    expressão mais "palpável" do espírito humano, pois através de
    imagens e ideias revela justamente a vontade deste.
    O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (vide
    Piaget). O pensamento é construto e construtivo do conhecimento.
    O principal veículo do processo de conscientização é o
    pensamento. A atividade de pensar confere ao homem "asas"
    para mover-se no mundo e "raízes" para aprofundar-se na
    realidade.
    Etimologicamente, pensar significa avaliar o peso de alguma
    coisa. Em sentido amplo, podemos dizer que o pensamento tem
    como missão tornar-se avaliador da realidade.
   Segundo Descartes (1596-1650), filósofo de grande importância na
    história do pensamento, "a essência do homem é pensar". Por isso
    dizia: "Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma,
    que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que
    também imagina e que sente".
    O pensamento faz a grandeza ou a pequenez do homem. A
    grandeza decorre do pensamento bem pensado, que avalia a
    multiplicação do real e se esforça para desvendá-lo atentamente,
    saboreando sua riqueza e diversidade. Tal pensamento aprendeu
    a filosofar: a desejar amorosamente a verdade, a amar a
    sabedoria.
    A pequenez humana decorre do pensamento obscuro, mesquinho
    que desconhece o sabor da busca do saber. Esse tipo de
    pensamento transforma-se em meio de ocultação da realidade.
    Por meio dele a atividade pensante, em vez de servir à liberdade
    pode transforma-se em instrumento de dominação social.
   Características•
    O pensamento lógico se caracteriza por operar mediante conceitos
    e raciocínios.
    • Existem padrões que possuem um começo no pensamento e
    criam um final, isso acontece em miléssimos de segundos, por sua
    vez milhares de começos e finais fazem disso um pensamento
    lógico; este depende do ambiente externo e para estar em contato
    com ele dependemos dos cinco sentidos.
    • O pensar sempre responde a uma motivação, que pode estar
    originada no ambiente natural, social ou cultura, ou no sujeito
    pensante.
    • O pensar é uma resolução de problemas. A necessidade exige
    satisfação.
    • O processo de pensamento lógico sempre segue uma
    determinada direção. Esta direção vai em busca de uma conclusão
    ou da solução de um problema, não segue propriamente uma linha
    reta e sim um formato zigue-zague com avanços, paradas, rodeios,
    e até mesmo retrocessos.
   • O processo de pensar se representa como uma totalidade
    coerente e organizada, no que diz respeito a seus diversos
    aspectos, modalidades, elementos e etapas.
    • O pensamento é simplesmente a arte de ordenar as matemáticas,
    e expressá-las através do sistema linguístico.
    • As pessoas possuem uma tendência ao equilíbrio, uma espécie
    de impulso para o crescimento, a saúde, e ao ajuste. Existem uma
    série de condições que impedem e bloqueiam esta tendência. O
    aprendizado de um conceito negativo de si mesmo é uma das
    condições bloqueadores mais importantes. Um conceito
    equivocado ou negativo de si mesmo deriva de experiências de
    desaprovação ou ambivalência que o sujeito passou nas etapas
    iniciais de sua vida.
   Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio
    de comunicação de ideias ou sentimentos através de signos
    convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser
    percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a
    distinguirem-se várias espécies de linguagem: visual, auditiva, tátil,
    etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo
    tempo, de elementos diversos. Os elementos constitutivos da
    linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras,
    usados para representar conceitos de comunicação, ideias,
    significados e pensamentos. Embora os animais também se
    comuniquem, a linguagem propriamente dita pertence apenas ao
    Homem. Não se devem confundir os conceitos de linguagem e de
    língua. Enquanto aquela (linguagem) diz respeito à capacidade ou
    faculdade de exercitar a comunicação, latente ou em ação ou
    exercício, esta última (língua ou idioma) refere-se a um conjunto de
    palavras e expressões usadas por um povo, por uma nação,
    munido de regras próprias (sua gramática).
   Noutra acepção (anátomo-fisiológica), linguagem é função cerebral
    que permite a qualquer ser humano adquirir e utilizar uma língua.
    Por extensão, chama-se linguagem de programação ao conjunto
    de códigos usados em computação.
    O estudo da linguagem, que envolve os signos, de uma forma
    geral, é chamado semiótica. A linguística é subordinada à
    semiótica porque seu objeto de estudo é a língua,[4] que é apenas
    um dos sinais estudados na semiótica.
    A função biológica e cerebral da linguagem é aquilo que mais
    profundamente distingue o homem dos outros animais. Podemos
    considerar que o desenvolvimento desta função cerebral ocorre em
    estreita ligação com a bipedia e a libertação da mão, que
    permitiram o aumento do volume do cérebro, a par do
    desenvolvimento de órgãos fonadores e da mímica facial.
   Devido a estas capacidades, para além da linguagem falada
    e escrita, o homem - aprendendo pela observação de
    animais - desenvolveu a língua de sinais adaptada pelos
    surdos em diferentes países, não só para melhorar a
    comunicação entre surdos, mas também para utilizar em
    situações especiais, como no teatro e entre navios ou
    pessoas e não animais que se encontram fora do alcance
    do ouvido, mas que se podem observar entre si.
   Funções da linguagem
    • Emotiva (ou expressiva) - a mensagem centra-se no "eu" do
    emissor, é carregada de subjetividade. Ligada a esta função está,
    por norma, a poesia lírica.
    • Função apelativa (imperativa) - com este tipo de mensagem, o
    emissor atua sobre o receptor, afim de que este assuma
    determinado comportamento; há frequente uso do vocativo e do
    imperativo. Esta função da linguagem é frequentemente usada por
    oradores e agentes de publicidade.
   • Função informativa (ou referencial) - função usada quando o
    emissor informa objetivamente o receptor de uma realidade, ou
    acontecimento.
    • Função fática - pretende conseguir e manter a atenção dos
    interlocutores, muito usada em discursos políticos e textos
    publicitários (centra-se no canal de comunicação).
    • Função poética - embeleza, enriquecendo a mensagem com
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Pensamento, linguagem e cultura

  • 1. Escola Estadual Adiventor Divino de Almeida Professora: Vanja Disciplina: Filosofia Alunos: Gustavo Henrique Julio Cesar Luis Felipe Karoline Rodrigues Rafael Vanessa Thais José Nilson Ano/Turma: 1° B
  • 2.
  • 3. “Does the Language I Speak Influence the Way I Think?”, de Betty Birner, procura defender a ideia de que não é propriamente a língua que falamos que define o modo como pensamos, mas sim que a cultura, o pensamento e a linguagem se inter- relacionam de tal forma que um interfere no outro, e o conjunto dos três irá determinar como pensamos. Para a autora, nada impede que se possa pensar em algo mesmo que não se tenha uma palavra específica para designar isso. Ao mesmo tempo, o fato de não se ter uma palavra para designar algo pode significar que, culturalmente, o povo que criou aquela língua não sentiu a necessidade de criar essa palavra porque não pensava no que ela significa. É mais ou menos assim: só porque os outros idiomas não têm a palavra saudade, isso não quer dizer que as pessoas que vivam em outros contextos culturais que não o Brasil não sintam saudades umas das outras. Elas apenas não possuem uma palavra para nomear esse sentimento; mas ele existe. Ou melhor, a existência ou não desse sentimento vai depender da cultura. E dá para sentir e pensar em saudade mesmo sem se ter uma palavra específica.
  • 4. Da mesma forma, a gente aprende a agrupar objetos semelhantes em grupos, mas o que é considerado similar em um idioma vai depender de aspectos culturais, o que faz com que esses grupos de elementos variem de idioma para idioma. Essas diferenças na divisão da realidade em categorias provocam diferenças na forma de pensamento (e pensar diferente leva a uma cultura diferente, que por sua vez leva a uma linguagem distinta). Um dos exemplos citados no texto é a divisão do dia em horas, minutos e segundos. Isso cria em nós a ilusão de que o tempo é algo que pode ser fragmentado e compartimentalizado, com se as divisões do tempo fossem ‘coisas’ a serem preenchidas. Em outras culturas, o tempo não é dividido da mesma forma (a linguagem o trata com algo sucessivo e contínuo). E sabe aquela história de que os esquimós teriam dezenas, ou até centenas de palavras para se referir à neve? Isso também decorreria da cultura – para eles, é relevante saber distinguir entre os tipos de neve, porque eles convivem o tempo todo com isso. Mas até esse mito pode ser desconstruído a partir de uma análise mais atenta do processo de formação de palavras da linguagem esquimó (na verdade, o que para eles é uma palavra, para nós seria a combinação de duas ou três, o que no fundo reforça a ideia de que linguagem, cultura e pensamento dependem um do outro).
  • 5.
  • 6. São práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. Explica e dá sentido à cosmologia social; É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período. Diversos sentidos da palavra variam consoante a aplicação em determinado ramo do conhecimento humano.  Na filosofia, cultura é o conjunto de manifestações humanas que contrastam com a natureza ou comportamento natural. Por seu turno, em biologia uma cultura é normalmente uma criação especial de organismos (em geral microscópicos) para fins determinados (por exemplo: estudo de modos de vida bacterianos, estudos microecológicos, etc.). No dia-a-dia das sociedades civilizadas (especialmente a sociedade ocidental) e no vulgo costuma ser associada à aquisição de conhecimentos e práticas de vida reconhecidas como melhores, superiores, ou seja, erudição; este sentido normalmente se associa ao que é também descrito como “alta cultura”, e é empregado apenas no singular (não existem culturas, apenas uma cultura ideal, à qual os homens indistintamente devem se enquadrar).
  • 7. Dentro do contexto da filosofia, a cultura é um conjunto de respostas para melhor satisfazer as necessidades e os desejos humanos. Cultura é informação, isto é, um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos que se aprende e transmite aos contemporâneos e aos vindouros. A cultura é o resultado dos modos como os diversos grupos humanos foram resolvendo os seus problemas ao longo da história. Cultura é criação. O homem não só recebe a cultura dos seus antepassados como também cria elementos que a renovam. A cultura é um fator de humanização. O homem só se torna homem porque vive no seio de um grupo cultural. A cultura é um sistema de símbolos compartilhados com que se interpreta a realidade e que conferem sentido à vida dos seres humanos. O uso de abstração é uma característica do que é cultura: os elementos culturais só existem na mente das pessoas, em seus símbolos tais como padrões artísticos e mitos. Entretanto fala-se também em cultura material (por analogia a cultura simbólica) quando do estudo de produtos culturais concretos (obras de arte, escritos, ferramentas, etc.).
  • 8. Essa forma de cultura (material) é preservada no tempo com mais facilidade, uma vez que a cultura simbólica é extremamente frágil. A principal característica da cultura é o chamado mecanismo adaptativo: a capacidade de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, mais rápida do que uma possível evolução biológica. O homem não precisou, por exemplo, desenvolver longa pelagem e grossas camadas de gordura sob a pele para viver em ambientes mais frios – ele simplesmente adaptou-se com o uso de roupas, do fogo e de habitações. A evolução cultural é mais rápida do que a biológica. No entanto, ao rejeitar a evolução biológica, o homem torna-se dependente da cultura, pois esta age em substituição a elementos que constituiriam o ser humano; a falta de um destes elementos (por exemplo, a supressão de um aspecto da cultura) causaria o mesmo efeito de uma amputação ou defeito físico, talvez ainda pior.
  • 9. Além disso a cultura é também um mecanismo cumulativo. As modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, de modo que a cultura transforma-se perdendo e incorporando aspectos mais adequados à sobrevivência, reduzindo o esforço das novas gerações. A cultura é dinâmica. Como mecanismo adaptativo e cumulativo, a cultura sofre mudanças. Traços se perdem, outros se adicionam, em velocidades distintas nas diferentes sociedades. Dois mecanismos básicos permitem a mudança cultural: a invenção ou introdução de novos conceitos, e a difusão de conceitos a partir de outras culturas. Há também a descoberta, que é um tipo de mudança cultural originado pela revelação de algo desconhecido pela própria sociedade e que ela decide adotar.
  • 10.
  • 11. Pensamento e pensar são, respectivamente, uma forma e processo mental. Pensar permite aos seres modelarem o mundo e com isso lidar com ele de uma forma efetiva e de acordo com suas metas, planos e desejos. Palavras que se referem a conceitos e processos similares incluem cognição, senciência, consciência, ideia, e imaginação. O pensamento é considerado a expressão mais "palpável" do espírito humano, pois através de imagens e ideias revela justamente a vontade deste. O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (vide Piaget). O pensamento é construto e construtivo do conhecimento. O principal veículo do processo de conscientização é o pensamento. A atividade de pensar confere ao homem "asas" para mover-se no mundo e "raízes" para aprofundar-se na realidade. Etimologicamente, pensar significa avaliar o peso de alguma coisa. Em sentido amplo, podemos dizer que o pensamento tem como missão tornar-se avaliador da realidade.
  • 12. Segundo Descartes (1596-1650), filósofo de grande importância na história do pensamento, "a essência do homem é pensar". Por isso dizia: "Sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma, que ignora muitas, que ama, que odeia, que quer e não quer, que também imagina e que sente". O pensamento faz a grandeza ou a pequenez do homem. A grandeza decorre do pensamento bem pensado, que avalia a multiplicação do real e se esforça para desvendá-lo atentamente, saboreando sua riqueza e diversidade. Tal pensamento aprendeu a filosofar: a desejar amorosamente a verdade, a amar a sabedoria. A pequenez humana decorre do pensamento obscuro, mesquinho que desconhece o sabor da busca do saber. Esse tipo de pensamento transforma-se em meio de ocultação da realidade. Por meio dele a atividade pensante, em vez de servir à liberdade pode transforma-se em instrumento de dominação social.
  • 13. Características• O pensamento lógico se caracteriza por operar mediante conceitos e raciocínios. • Existem padrões que possuem um começo no pensamento e criam um final, isso acontece em miléssimos de segundos, por sua vez milhares de começos e finais fazem disso um pensamento lógico; este depende do ambiente externo e para estar em contato com ele dependemos dos cinco sentidos. • O pensar sempre responde a uma motivação, que pode estar originada no ambiente natural, social ou cultura, ou no sujeito pensante. • O pensar é uma resolução de problemas. A necessidade exige satisfação. • O processo de pensamento lógico sempre segue uma determinada direção. Esta direção vai em busca de uma conclusão ou da solução de um problema, não segue propriamente uma linha reta e sim um formato zigue-zague com avanços, paradas, rodeios, e até mesmo retrocessos.
  • 14. • O processo de pensar se representa como uma totalidade coerente e organizada, no que diz respeito a seus diversos aspectos, modalidades, elementos e etapas. • O pensamento é simplesmente a arte de ordenar as matemáticas, e expressá-las através do sistema linguístico. • As pessoas possuem uma tendência ao equilíbrio, uma espécie de impulso para o crescimento, a saúde, e ao ajuste. Existem uma série de condições que impedem e bloqueiam esta tendência. O aprendizado de um conceito negativo de si mesmo é uma das condições bloqueadores mais importantes. Um conceito equivocado ou negativo de si mesmo deriva de experiências de desaprovação ou ambivalência que o sujeito passou nas etapas iniciais de sua vida.
  • 15.
  • 16. Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies de linguagem: visual, auditiva, tátil, etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de elementos diversos. Os elementos constitutivos da linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras, usados para representar conceitos de comunicação, ideias, significados e pensamentos. Embora os animais também se comuniquem, a linguagem propriamente dita pertence apenas ao Homem. Não se devem confundir os conceitos de linguagem e de língua. Enquanto aquela (linguagem) diz respeito à capacidade ou faculdade de exercitar a comunicação, latente ou em ação ou exercício, esta última (língua ou idioma) refere-se a um conjunto de palavras e expressões usadas por um povo, por uma nação, munido de regras próprias (sua gramática).
  • 17. Noutra acepção (anátomo-fisiológica), linguagem é função cerebral que permite a qualquer ser humano adquirir e utilizar uma língua. Por extensão, chama-se linguagem de programação ao conjunto de códigos usados em computação. O estudo da linguagem, que envolve os signos, de uma forma geral, é chamado semiótica. A linguística é subordinada à semiótica porque seu objeto de estudo é a língua,[4] que é apenas um dos sinais estudados na semiótica. A função biológica e cerebral da linguagem é aquilo que mais profundamente distingue o homem dos outros animais. Podemos considerar que o desenvolvimento desta função cerebral ocorre em estreita ligação com a bipedia e a libertação da mão, que permitiram o aumento do volume do cérebro, a par do desenvolvimento de órgãos fonadores e da mímica facial.
  • 18. Devido a estas capacidades, para além da linguagem falada e escrita, o homem - aprendendo pela observação de animais - desenvolveu a língua de sinais adaptada pelos surdos em diferentes países, não só para melhorar a comunicação entre surdos, mas também para utilizar em situações especiais, como no teatro e entre navios ou pessoas e não animais que se encontram fora do alcance do ouvido, mas que se podem observar entre si.
  • 19. Funções da linguagem • Emotiva (ou expressiva) - a mensagem centra-se no "eu" do emissor, é carregada de subjetividade. Ligada a esta função está, por norma, a poesia lírica. • Função apelativa (imperativa) - com este tipo de mensagem, o emissor atua sobre o receptor, afim de que este assuma determinado comportamento; há frequente uso do vocativo e do imperativo. Esta função da linguagem é frequentemente usada por oradores e agentes de publicidade.  • Função informativa (ou referencial) - função usada quando o emissor informa objetivamente o receptor de uma realidade, ou acontecimento. • Função fática - pretende conseguir e manter a atenção dos interlocutores, muito usada em discursos políticos e textos publicitários (centra-se no canal de comunicação). • Função poética - embeleza, enriquecendo a mensagem com figuras de estilo, palavras belas, expressivas, ritmos agradáveis, etc.