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Associação Viva e Deixe Viver
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Sacola literária cch 2015

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OFICINA:
SACOLA LITERÁRIA
Prof. Me. Valdir Cimino
Colecionando Histórias pelo prazer da Leitura
SACOLA LITERÁRIA
Ementa: desenvolver a arte de ler,
entender, brincar e contar histórias.
O objeto da SACOLA LITERÁRIA,
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“ A literatura constitui a
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Sacola literária cch 2015

  • 1. OFICINA: SACOLA LITERÁRIA Prof. Me. Valdir Cimino Colecionando Histórias pelo prazer da Leitura
  • 2. SACOLA LITERÁRIA Ementa: desenvolver a arte de ler, entender, brincar e contar histórias. O objeto da SACOLA LITERÁRIA, propõe uma reflexão sobre o conteúdo das diversas histórias, que podemos carregar para os diversos ambientes que iremos nos apresentar: hospital, escola, família, asilo, etc. Neste veículo de comunicação também podemos levar atividades lúdicas que complementem os textos literários. Colecionando Histórias pelo prazer da Leitura
  • 3. “ A literatura constitui a possibilidade , pela convivência com a continua produção e com a circulação de percepções e indagações inusitadas, de uma pessoa ou de um coletivo de pessoas de pensar a vida delas, os modos de ser e estar no mundo; enfim, de viver e fazer a condição humana.”
  • 5. MÍDIA Televisão Rádio Jornal Revista Cinema Outdoor Vídeo Game Eventos Feature Film CD Rom Trânsito Realidade Virtual Distribuição Multimedia Interativos Serviços On-line Kiosks Home Shopping Merchandising Tema Musical Trade Mala Direta Incentivos Fonte: McCann Erickson
  • 6. MÍDIA Adesivo Metro Placa Estacionamento Televisão Rádio Jornal Vídeo Game Eventos Revista Cinema Outdoor Feature Film CD Rom TrânsitoRealidade Virtual Distribuição Multimedia Interativos Serviços On-line Kiosks Home Shopping Merchandising Tema Musical Trade Mala Direta Incentivos Abrigo Ônibus Adesivo Ônibus Adesivo Trem Back Light Banca Jornal Banco 24Horas Banner Barco Blimp Balões Busdoor Cabine Telefone Carretinha Cartão Telefônico Cartão Postal Chancelas Pedágio Cinemóvel Conservação Ponte Dersa Empena Prédio Faixa Avião Ferry Boat Front Light Homem Sandwich Lateral Ônibus Lona Gigante Neon Mensagem Telefônica Dirigível Pager on Line Painel Estrada Painel Eletrônico Painel Eletrônico Móvel Para-quedas Placa de Rua Placa Estádio Projeção Slide Saquinho de Lixo Lixeira Placa Parques Placa Farmácia Logo Convites Prismavision Protetor Obras Protetor de Árvores Protetor de Pedestre Quiosques Relógio de Rua Topo de Prédio Teto de Ônibus Aroma Microencapsulado Banheiros Públicos Bebedouro Carrinho Aeroporto Cariinho Supermercado Circuito Interno TV Display Eletrônico Elevadores Guardanapo Mega Banner Metro Mexedores Drinks Painéis Aeroporto Painel Rodoviária Papel Toalha Placa Academia Porta Copo Robo Rádio Saquinho Pão Sinalização Shopping Teatro Vídeo Bordo Telões Show Stand Aeroporto Totem Eletrônico POP Falante Taxi Estacionamento Shopping Mídia Móvel Internet Redes Sociais Farmácia Lettering
  • 7. MEIOS DE COMUNICAÇÃO SER HUMANO Contador de histórias •democratização do informar, entreter e saber; •Pensar o sujeito como um ser histórico; •Possibilidades de interação com o mundo; •Informação para educação como uma prática social; •Envolvimento e construção de uma relação mundo e ser humano mais saudáveis.
  • 8. Apresentação : 1 Nome: 2 Estou: 3 O livro que mudou... A minha história ( ou que guardo com muito afeto)
  • 9. Ciência Cognitiva Compreender a estrutura e o funcionamento da mente humana. É a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos Visão Tato Paladar/Fala Audição Olfato CEGO: AUDIODESCRIÇÃO: TRANSFORMANDO IMAGENS EM PALAVRAS
  • 10. “ A importância das histórias sem texto escrito para crianças... ...esses livros são sobretudo experiências de olhar...De olhar múltiplo, pois se vê com os olhos do autor e do olhador/leitor, ambos enxergando o mundo e as personagens de modo diferente, conforme percebem o mundo...”
  • 11. Cognição É o ato ou processo de conhecer, que envolve atenção, percepção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem, a palavra tem origem nos escritos de Platão e Aristóteles
  • 12. Panela de pressão fica presa à cabeça de criança de três anos em Aracaju Mãe da criança pediu ajuda para o Corpo de Bombeiros. Após retirar a panela o ‘Menino maluquinho’ voltou para casa feliz. Menino Maluquinho
  • 13. Funções Cognitivas. Precisamos entender os possíveis acontecimentos em meio a este processo que interferem positiva ou negativamente nos resultados da construção do conhecimento. Essas interferências estão ligadas principalmente às funções cognitivas do indivíduo, que compreendem as capacidades da inteligência humana com relação à linguagem, raciocínio (organização de ideias), percepção (abstração), coordenação motora, autoconhecimento e julgamento (formação de conceitos).
  • 14. A Verdade A verdade está relacionada com a linguagem, que é dada através das palavras, e são as palavras que possuem o poder de transformar a realidade, ou melhor, de criarem realidades falsas, mitos ou proposições divinas. É aqui que fechamos o ciclo da análise da qualidade do conhecimento em função da estrutura cognitiva, pois depende da capacidade de crítica individual em questionar, julgar, examinar detalhadamente cada verdade sem pré-conceito, sem medo das incertezas, mas com o espírito de quem deseja o conhecimento e o respeita.
  • 15. A Mídia: o Corpo Fala O educador é uma mídia que passa informação e orienta a realização de conexões de várias formas interdependentes. A primeira é através de suas palavras, onde a dificuldade está nos diferentes graus de abstração e sentido que a mesma palavra pode ter, pois ‘o significado das palavras não está nelas mesmas, mas nas pessoas’, e soma-se a isto o excesso de informação disponível. O desafio é fazer-se entender. A segunda forma é tudo aquilo que não é palavra, onde o significado está nele mesmo, no corpo. Os movimentos do corpo podem expressar emoções, seja de forma involuntária ou planejada, e podem desencadear interações interpessoais, com simbolismo próprio dependendo do local ou da tribo específica. Os valores de uma pessoa está em seu corpo, que está em constante transformação, a cada momento ele é completado por algo novo, mas que representa o que se é.
  • 16. A LEITURA E A LITERACIA INDICADORES DE CAUSA • Falta de hábitos de leitura desde o seio familiar • As questões de leitura e literacia têm sido relegadas para os professores de Língua Portuguesa • Planos de actividades das bibliotecas constituídos por acções de promoção da leitura tantas vezes pontuais e descontextualizadas • Muitos Projectos Educativos não reflectem as questões da leitura como uma prioridade • Ausência de trabalho colaborativo entre os professores, entre professores e BE e entre BE e órgãos de gestão INDICADORES DE SOLUÇÃO • Importância crescente da transversalidade da Língua Portuguesa na gestão do currículo e na avaliação do desempenho dos alunos • Contributo das áreas curriculares não disciplinares para o desenvolvimento de competências no domínio da Língua Portuguesa • Criação do Programa Rede de Bibliotecas Escolares • Implementação do Plano Nacional de Leitura • Programas da Sociedade Civil Entende-se por literacia como sendo a capacidade de cada indivíduo compreender e usar a informação escrita, contida em vários materiais impressos, de modo a desenvolver seus próprios conhecimentos. vem do verbo latino legere que, segundo o Dicionário, significa recolher, escolher, captar com os olhos. O Papel da Biblioteca
  • 21. competências metacognitivas Aprendizagem pela Descoberta é um Método Indutivo. O Contador de Histórias pode assumir diferentes graus de intervenção de forma a facilitar a descoberta por parte do interlocutor. Nesse processo de raciocínio indutivo, o interlocutor deve apelar à sua intuição, imaginação e criatividade de forma a atingir o princípio desejado. Estrutura inicial aponta algumas vantagens:
  • 22. “ É importante deixar claro: para formar um leitor é imprescindível que entre a pessoa que lê e o texto se estabeleça uma espécie de comunhão baseada no prazer, na identificação, no interesse e na liberdade de interpretação...” a) Envolve o interlocutor no processo de aprendizagem;
  • 23. “ Um bom livro é aquele que agrada, não importando se foi escrito para crianças ou adultos, homens e mulheres, brasileiros ou estrangeiros. E ao livro que agrada se costuma voltar, lendo-o de novo, no todo ou em parte, retornando de preferência àqueles trechos que provocam prazer particular. Com a literatura para crianças não é diferente: livros lidos na infância permanecem na memoria do adolescente e do adulto, responsáveis que foram por bons momentos aos quais as pessoas não cansam de regressar.” b) Estimula a curiosidade;
  • 24. “...a busca de um novo modelo de ensino literário se inicia com um certo consenso na reflexão educativa das últimas décadas: o objetivo é desenvolver a competência interpretativa e é necessário fazê-lo através da leitura” (Aidan Chambers) - Três tipos de participação: 1. Compartilhar o entusiasmo 2. Compartilhar a construção do significado 3. Compartilhar conexões que os livros estabelecem entre eles c) Possibilita o desenvolvimento de competências de aprendizagem para a vida;
  • 25. “... a verdade é que livros determinados emprestam certas características a leitores determinados. Implícita na posse de um livro está a história das literaturas anteriores do livro, ou seja, cada novo leitor é afetado pelo que imagina que o livro foi em mãos anteriores.” d) Personaliza a experiência de aprendizagem;
  • 26. “ A cultura literária é uma das melhores influências que podemos provocar em nós mesmos... A formação cultural é a condição para desenvolvermos nossos talentos adormecidos, nossas inclinações ainda mal conhecidas, nossos raciocínios ainda esboçados, nossa criatividade talvez um pouco tímida, nossa originalidade necessitando crescer em intensidade “ A arte de contar histórias exige a consciência de que cada palavra é importante . De que uma palavra fora do lugar pode estragar tudo. De que é preciso manter a palavra numa tensão perfeita, de modo que, no final, o sorriso (ou riso...ou choro) de quem ouviu a história seja o aplauso implícito, a evidente aprovação.” e) É altamente motivador pois dá aos indivíduos a oportunidade de experimentar e descobrir algo por si próprios;
  • 27. “ A criança pode vivenciar os contos de fada desde o momento em que seu autodenomina EU até, mais ou menos, os sete anos de idade. Ela vive entre os extremos representados pelos impulsos que se originam do corpo e aqueles do sistema ético assimilado pela linguagem. É possível ajudá-la a harmonizar essas tendências contando-lhe fábulas de animais e lendas...” “ Nos primeiros sete anos de vida, a linguagem é apreendida e com ela, a estrutura do pensar...” f) Baseia-se na compreensão e conhecimento prévios do leitor.
  • 28. “ O conto favorece o tácito, compele o leitor à ação, a discernir as explicações omitidas pelo amor. O leitor,...precisa proceder com cautela, com propósito, e tentar ouvir com a mente. Tal procedimento possibilita ao leitor, por assim dizer, perscrutar o interior dos personagens, ao mesmo tempo em que os ouve falar. O leitor deve pensar nos personagens como se estes fossem seus, e buscar as várias implicações da história, em vez de limitar-se a ouvir o narrador discorrer a respeito das mesmas...” f) Baseia-se na compreensão e conhecimento prévios do leitor.
  • 29. Objetivos da leitura Leitura de estudo Ler, reler, anotar, resumir o texto Leitura crítica Reflexão, avaliação e comparação com o que se leu antes
  • 30. Etapas:  Leitura de reconhecimento O leitor verifica se encontrará no texto as informações de que necessita  Seleção O leitor busca selecionar as informações de que necessita  Crítica O leitor julga o significado do texto, verifica a consistência das ideias e a coerência das argumentações  Interpretação O leitor visa relacionar as afirmações do autor com as questões para as quais ele procura uma resposta
  • 31. Interpretação exige:  Compreensão Que tese o autor defende? De que trata o texto?  Análise (segmentação…) Quais as partes que constituem o texto?  Síntese Quais as ideias principais do texto? Como elas se inter-relacionam?
  • 32.  Avaliação O texto é passível de críticas? Há falhas na argumentação?  Aplicação do conteúdo aprendido Em que contextos posso aplicar as ideias expostas no texto? Elas respondem as questões que busco responder? O entendimento do texto possibilita a criação de novas ideias e de novos resultados
  • 34. Repertório Quanto maior o repertório do leitor, quanto maior o seu domínio dos diversos códigos de linguagem, maior a sua capacidade de realizar e aprofundar a leitura de qualquer texto.
  • 35. Formar o leitor significa: “Dar condições para ele descobrir que sua convivência com o texto e a escrita antecede sua relação com a instituição chamada literatura. “ ZILBERMAN, R. & SILVA, EZEQUIEL. Literatura e Pedagogia, ponto e contraponto.
  • 36. Compreender os propósitos implícitos e explícitos da leitura: Quê? Por quê? Para que tenho que ler? Estratégias de Leitura
  • 37. Ativar e aportar à leitura os conhecimentos prévios relevantes para o conteúdo em questão: Que sei sobre o conteúdo do texto? Estratégias de Leitura
  • 38. Avaliar a consistência interna do conteúdo expressado pelo texto e sua compatibilidade com o conhecimento prévio e com o sentido comum. Este texto tem sentido? Estratégias de Leitura
  • 39. Comprovar continuamente se a compreensão ocorre mediante a revisão e a recapitulação periódica e a auto interrogação. Qual é a ideia fundamental que extraio daqui? Estratégias de Leitura
  • 40. Elaborar e provar inferências de diversos tipos, como interpretações, hipóteses, previsões e conclusões. Qual poderá ser o final desta história? Estratégias de Leitura
  • 41. “...ler, apropriar-se dos livros, é reencontrar o eco longínquo de uma voz amada na infância, o apoio de sua presença sensível para atravessar a noite, enfrentar a escuridão e a separação. Como para essas crianças no hospital, que dizem ouvir, enquanto dormem, a voz da pessoa que leu histórias para elas durante o dia.” ...”Sobre os poder reparadores de uma obra literária, Nuala O´Faolain escreve: a esperança de reparar a perda encontra-se no ritmo e no tom da obra escrita, não nas palavras. O ritmo é onde o leitor presente a sinceridade do autor, tão infalível, acredito, quando um recém- nascido adivinha se a pessoa que o carrega, o ama. O escritor e o leitor dançam em um ritmo, de acordo com a melodia...” Trabalho de Analise e Observação
  • 42. Lobo Mau A FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO & ALÉM DO ENCANTAMENTO
  • 44. “É do buscar e não do achar que nasce o que eu não sabia” Clarice Lispector
  • 45. “praticar a leitura pode se relevar impossível, ou arriscado, quando pressupõe entrar em conflito com os modos de vida, com os valores próprios do grupo ou do lugar em que se vive. A leitura não é uma atividade isolada: ela encontra, ou deixa encontrar, o seu lugar em um conjunto de atividades dotadas de sentido.”