PARASITOLOGIA BÁSICA

Tricomoníase
PROFESSORA: RENATA RAMOS

RENATA RAMOS
Trichomonas

PARASITOLOGIA BÁSICA

Ordem – Diplomonadida (simetria bilateral)

 

Gênero – Trichomonas (parasitas flagelad...
Trichomonas

PARASITOLOGIA BÁSICA

Trichomonas tenax
 Comensal da cavidade bucal humana e de
primatas.

Pentatrichomonas ...
MORFOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

O T. vaginalis é uma célula polimorfa;
Espécimes vivos – elipsóides, ovais ou esféricos;...
MORFOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

Meios de cultura X preparações de secreções –
forma;
Presença de 4 flagelos anteriores d...
BIOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

Local de infecção: trato geniturinário de homens e
mulheres produzindo infecção;
Reproduçã...
TRANSMISSÃO

PARASITOLOGIA BÁSICA

Doença venérea transmitida através da relação
sexual;
Sobrevive por mais de uma semana ...
TRANSMISSÃO

PARASITOLOGIA BÁSICA

Via não venérea: tricomoníase em crianças (recémnascidos e virgens);
Transmissão não se...
CICLO BIOLÓGICO

PARASITOLOGIA BÁSICA

Estágio Infectante
Estágio de Diagnóstico
Multiplicação por fissão binária
longitud...
PATOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

Sinais e Sintomas
 
 Alta especificidade de localização;
 Infecção somente no trato uro...
SINTOMAS

PARASITOLOGIA BÁSICA

Mulher
 
 Período de incubação variando de 3 a 20 dias.
 Forma assintomática ao estado a...
SINTOMAS

PARASITOLOGIA BÁSICA

Mulher
 
Secreção mucopurulenta – associação com
Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachom...
SINTOMAS

PARASITOLOGIA BÁSICA

Mulher
 
 pH vaginal;
 Dor e dificuldade nas relações sexuais;
 Desconforto nos genitai...
SINTOMAS

PARASITOLOGIA BÁSICA

Homem
 Comumente assintomática;
 Uretrite com leve sensação de prurido na uretra;
Pela ...
DIAGNÓSTICO

PARASITOLOGIA BÁSICA

Dificuldade do diagnóstico de homens

 
Clínico: dificilmente através de sinais e sinto...
DIAGNÓSTICO

PARASITOLOGIA BÁSICA

a) Parasitológico:
 
Coleta da amostra
Homem:
Colher com alça de platina ou swab de al...
DIAGNÓSTICO

PARASITOLOGIA BÁSICA

Homem:
Examinar o sedimento centrifugado
primeiros 20mL da urina matinal;

dos

Secre...
DIAGNÓSTICO

PARASITOLOGIA BÁSICA

Mulher:
Sem higiene durante um período de 18 a 24h
anterior à coleta;
Tricomonas mais...
EPIDEMIOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

Patógeno encontrado com mais freqüência em
DSTs;
3 milhões de mulheres e 1 milhão d...
EPIDEMIOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

 Alta prevalência - grupos de baixo nível
econômico, pacientes de clínicas ginecológ...
EPIDEMIOLOGIA

PARASITOLOGIA BÁSICA

 Sobrevida -mais de 48h a 10°C no exsudato
vaginal, 3h na urina, 6h no sêmen ejacula...
PROFILAXIA
Mesmas
DSTs;

medidas

recomendadas

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para

outras

Diagnóstico precoce da doença em sinto...
TRATAMENTO

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 Azomicina (1954) – Metronidazol. Efetivo contra
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  1. 1. PARASITOLOGIA BÁSICA Tricomoníase PROFESSORA: RENATA RAMOS RENATA RAMOS
  2. 2. Trichomonas PARASITOLOGIA BÁSICA Ordem – Diplomonadida (simetria bilateral)   Gênero – Trichomonas (parasitas flagelados do trato geniturinário humano) Trichomonas vaginalis  Isolado pela primeira vez em 1836 por Donné em paciente com vaginite;  Marchand (1894), Miura (1894) e Dock (1896) – uretrite masculina. RENATA RAMOS
  3. 3. Trichomonas PARASITOLOGIA BÁSICA Trichomonas tenax  Comensal da cavidade bucal humana e de primatas. Pentatrichomonas hominis  Comensal do trato intestinal humano.  Existem outros animais parasitados por outras espécies de tricomonas: porcos, bois, galinhas, répteis e anfíbios. RENATA RAMOS
  4. 4. MORFOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA O T. vaginalis é uma célula polimorfa; Espécimes vivos – elipsóides, ovais ou esféricos; Pseudópodes Preparações fixadas e coradas x organismos vivos; Não possui cistos; pH, temperatura, tensão de oxigênio, força iônica – alteram seu aspecto; RENATA RAMOS
  5. 5. MORFOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA Meios de cultura X preparações de secreções – forma; Presença de 4 flagelos anteriores desiguais que se originam no complexo citossomal; Axóstilo; Núcleo elipsóide. RENATA RAMOS
  6. 6. BIOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA Local de infecção: trato geniturinário de homens e mulheres produzindo infecção; Reprodução: longitudinal; multiplicação por fissão binária Não há formação de cistos; Formas arredondadas, imóveis, aparentemente sem flagelos – pseudocistos ou formas degenerativas. RENATA RAMOS
  7. 7. TRANSMISSÃO PARASITOLOGIA BÁSICA Doença venérea transmitida através da relação sexual; Sobrevive por mais de uma semana sob o prepúcio do homem sadio após o coito com mulher infectada; Homem como vetor da doença; Sobrevive por períodos curtos: assentos de vasos sanitários, roupas e águas de banho; RENATA RAMOS
  8. 8. TRANSMISSÃO PARASITOLOGIA BÁSICA Via não venérea: tricomoníase em crianças (recémnascidos e virgens); Transmissão não sexual – incomum; Transmissão neonatal em meninas durante o parto; RENATA RAMOS
  9. 9. CICLO BIOLÓGICO PARASITOLOGIA BÁSICA Estágio Infectante Estágio de Diagnóstico Multiplicação por fissão binária longitudinal Trofozoítos em secreções vaginais, prostáticas e na urina RENATA RAMOS Trofozoíto na vagina ou orifício uretral
  10. 10. PATOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA Sinais e Sintomas    Alta especificidade de localização;  Infecção somente no trato urogenital humano; RENATA RAMOS
  11. 11. SINTOMAS PARASITOLOGIA BÁSICA Mulher    Período de incubação variando de 3 a 20 dias.  Forma assintomática ao estado agudo;  Infecta principalmente epitélio do trato genital;  Localização:Exocérvix;  Sem corrimento endocervical purulento; RENATA RAMOS
  12. 12. SINTOMAS PARASITOLOGIA BÁSICA Mulher   Secreção mucopurulenta – associação com Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis ou herpes simples; Vaginite – corrimento vaginal fluido de cor amarelo-esverdeada, bolhoso, de odor fétido, mais freqüentemente no período pós-menstrual. Prurido ou irritação vulvovaginal de intensidade variável e dores no baixo ventre; RENATA RAMOS
  13. 13. SINTOMAS PARASITOLOGIA BÁSICA Mulher    pH vaginal;  Dor e dificuldade nas relações sexuais;  Desconforto nos genitais externos;  Dor ao urinar;  Aumento da freqüência miccional; Mais sintomática durante a gravidez ou entre mulheres que tomam medicação anticoncepcional oral. RENATA RAMOS
  14. 14. SINTOMAS PARASITOLOGIA BÁSICA Homem  Comumente assintomática;  Uretrite com leve sensação de prurido na uretra; Pela manhã, antes de urinar – corrimento claro, viscoso e pouco abundante com desconforto ao urinar;  Secreção escassa durante o dia;  Complicações: epididimite, prostatite, cistite; RENATA RAMOS
  15. 15. DIAGNÓSTICO PARASITOLOGIA BÁSICA Dificuldade do diagnóstico de homens   Clínico: dificilmente através de sinais e sintomas; Laboratorial: essencial para diagnóstico diferenciação de outras doenças transmissíveis. RENATA RAMOS e
  16. 16. DIAGNÓSTICO PARASITOLOGIA BÁSICA a) Parasitológico:   Coleta da amostra Homem: Colher com alça de platina ou swab de algodão não absorvente material uretral; Mais facilmente encontrado no sêmen que na urina ou esfregaços; RENATA RAMOS
  17. 17. DIAGNÓSTICO PARASITOLOGIA BÁSICA Homem: Examinar o sedimento centrifugado primeiros 20mL da urina matinal; dos Secreção prostática e material subprepucial são coletados com swab molhado em solução salina isotônica. RENATA RAMOS
  18. 18. DIAGNÓSTICO PARASITOLOGIA BÁSICA Mulher: Sem higiene durante um período de 18 a 24h anterior à coleta; Tricomonas mais abundantes primeiros dias após a menstruação; durante os Utilizar espéculo não lubrificado e swab de algodão não absorvente. RENATA RAMOS
  19. 19. EPIDEMIOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA Patógeno encontrado com mais freqüência em DSTs; 3 milhões de mulheres e 1 milhão de homens nos EUA; 180 milhões de mulheres no mundo – 1/3 de todas as vaginites diagnosticadas; Transmissão geográfica; sexual RENATA RAMOS com ampla distribuição
  20. 20. EPIDEMIOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA  Alta prevalência - grupos de baixo nível econômico, pacientes de clínicas ginecológica, pré-natais e em serviços de doenças sexualmente transmissíveis;  Persistência do parasito – sobrevivência do hospedeiro humano;  Sensível à dissecação e altas temperaturas sobrevivem fora de seu hábitat por algumas horas em altas umidades; RENATA RAMOS
  21. 21. EPIDEMIOLOGIA PARASITOLOGIA BÁSICA  Sobrevida -mais de 48h a 10°C no exsudato vaginal, 3h na urina, 6h no sêmen ejaculado e 24h em toalhas de pano molhadas com água a 35°C;  Raras infecções de neonatos e de meninas na puberdade que tiveram contato com mães infectadas;  Altas prevalências – mulheres de 20 a 30 anos;  Destruição pelo calor a 44°C. RENATA RAMOS
  22. 22. PROFILAXIA Mesmas DSTs; medidas recomendadas PARASITOLOGIA BÁSICA para outras Diagnóstico precoce da doença em sintomáticos, na triagem de mulheres sexualmente ativas e no tratamento dos doentes. RENATA RAMOS
  23. 23. TRATAMENTO PARASITOLOGIA BÁSICA  Azomicina (1954) – Metronidazol. Efetivo contra infecções pelo tricomonas no trato geniturinário;  Atual resistência;  Usados: Metronidazol (Flagil), Tinidazol (Fasigyn), Ornidazol (Tiberal), Secnidazol (Secnidazol), Nimorazol (Nagoxin);  Gestantes – contra-indicação por via oral. Usar cremes ou geléias. RENATA RAMOS

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