Projeto Educativo 2007-2012

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ESCOLA PORTUGUESA DA BEIRA
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Projeto Educativo 2007-2012

  1. 1. PROJECTO EDUCATIVO 2007/2012 ASSOCIAÇÃO DE PAIS ESCOLA PORTUGUESA DA BEIRA Rua Correia de Brito, 773 Tel. 00 258 23 326379 Fax. 00 258 23 312481/326379 Cell. 00 258 825536030 Mail: AP-EPB@sapo.pt ou romano@teledata.mz Beira Moçambique
  2. 2. 2 ESCOLA PORTUGUESA DA BEIRA PROJECTO EDUCATIVO 2007/2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO A HISTÓRIA DA ESCOLA PROBLEMÁTICA PRINCÍPIOS ORIENTADORES I - CARACTERIZAÇÃO GLOBAL O Meio A Escola O Corpo Directivo O Corpo Docente O Corpo Administrativo Os Alunos II - PROJECTO CURRICULAR DE ESCOLA Introdução Competências prioritárias Opções da escola Opções organizativas Avaliação do projecto CALENDÁRIO ESCOLAR
  3. 3. 3
  4. 4. 4 ESCOLA PORTUGUESA DA BEIRA PROJECTO EDUCATIVO 2007/2012 INTRODUÇÃO O Projecto Educativo 2007/2012 da Escola Portuguesa da Beira, adiante designada por EPB, embora seja uma revisão natural devido à caducidade do projecto educativo anterior, surge numa altura de mudança de instalações o que, logicamente, se traduz na alteração da caracterização da escola. Assim, considerando a necessidade de actualização e adequação da escola à constante evolução da sociedade em que está inserida e nunca esquecendo as três grandes linhas orientadoras desta escola desde o início: Þ Da dimensão pessoal da formação; Þ Da dimensão da aquisição das competências básicas e intelectuais; Þ Da dimensão da cidadania, este pretende ser um documento orientador de todas as actividades educativas e, simultaneamente, corresponder às necessidades reais da escola visando garantir a sua evolução no sentido de a adaptar às mudanças sociais e normativas e às exigências do meio. Em conformidade com o Decreto Lei 115-A/98, que nos aponta a necessidade de um projecto educativo plurianual, e o Decreto Lei 6/2001, que aponta para que as metas estabelecidas no projecto educativo sejam anualmente concretizadas através de um projecto curricular de escola, este é um documento de referência para o quinquénio 2007/2012, que articula o projecto curricular e o plano anual de actividades para o ano lectivo 2007/2008 e o regulamento interno, pretendendo mobilizar todos os elementos da comunidade educativa e do meio envolvente. Este projecto apresenta uma vigência de cinco anos, contra os habituais dois anos, devido a problemáticas locais que dificultam a concretização do mesmo em menor espaço de tempo. Para uma melhor percepção das opções tomadas, devemos começar por uma breve resenha histórica da EPB e da problemática que lhe deu origem e determina a sua continuidade.
  5. 5. 5
  6. 6. 6 A HISTÓRIA DA ESCOLA A Escola Portuguesa da Beira (EPB), nasceu em 1991 por iniciativa de um grupo de pais que enfrentavam o problema da educação dos seus filhos com um mínimo de qualidade, se possível dentro da língua e cultura Portuguesa, sem o trauma de separações familiares. As opções seria o envio dos filhos para Portugal ou Maputo ou, optando pelo ensino em língua Inglesa, para o Zimbabwe ou África do Sul, uma vez que o ensino local se apresentava profundamente deficitário. Qualquer das opções referidas representava um desmembrar do núcleo familiar, com todos os traumas a isso inerentes, alem de dispendiosas e de difícil contacto. Este grupo de pais, com o apoio do Cônsul da época e das empresas de capital português, acordou com a Escola Portuguesa de Cahora Bassa o necessário apoio pedagógico e que, cedendo um dos seus destacamentos, permitiu a contratação de uma professora profissionalizada do 1º ciclo, que assegurava a sala anexa da EPCB na Beira. Assim, a EPB funcionou sem existência legal de 1991 a 1994. No ano lectivo 94/95, dada a crescente procura do ensino português, a EPB abriu o 5º ano do 2º ciclo, como sala de estudo, estando os seus alunos matriculados em ensino doméstico na Escola Portuguesa de Maputo - Cooperativa de Ensino. No fim desse ano lectivo a EPM pôs como condicionalismo à continuidade do apoio pedagógico ao 2º ciclo, a legalização da EPB, quer perante as autoridades Portuguesas, quer perante as autoridades Moçambicanas, iniciando-se assim, o processo de legalização da Associação de Pais Escola Portuguesa da Beira. Quando todo o processo já estava quase concluído, sendo pela parte portuguesa o apoio da EPM oficial, e pela parte moçambicana a associação reconhecida, faltando apenas eleger os órgãos sociais e a publicação dos estatutos, na abertura do ano lectivo 97/98, a então Directora informou os pais que tinha um projecto seu , muito melhor que já integrava a maioria dos professores, precisando apenas que os pais cedessem as instalações e equipamento da escola. Não havendo outra alternativa, a maioria dos pais aceitaram e a Associação de Pais Escola Portuguesa da Beira esvaziou-se de alunos, professores, material e instalações, suspendendo as suas actividades até Dezembro de 1998, altura em que alguns dos associados, tendo verificado que o novo projecto não correspondia às expectativas, reactivaram a Associação e finalizaram o processo de legalização. Partindo da estaca zero, pois as instalações, material e equipamento nunca foram devolvidos aos legítimos proprietários, os pais, reabriram a EPB, solicitando a retoma do apoio pedagógico por parte da EPM agora já Escola Portuguesa de Moçambique. Situação que se manteve até ao ano lectivo 2004/2005. Em Maio de 2005 a EPM-CELP desencadeia uma profunda crise no sistema de suporte às escolas de direito privado moçambicano com autorização para leccionarem currículo português, em que a EPB se insere, ao largar estas escolas, deixando de lhes dar o apoio pedagógico e de certificar os seus alunos e remetendo essa responsabilidade directamente ao Ministério da Educação em Lisboa. Esta situação, além de profundamente incómoda, morosa e dispendiosa provocou uma quebra no normal ritmo de crescimento da escola, por isso continuamos a aguardar uma solução mais prática, viável e igualmente credível. GRÁFICO DA EVOLUÇÃO DA EPB (nº de alunos/ciclo) 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Nº de alunos 91/92 93/94 95/96 97/98 99/00 01/02 03/04 05/06 Ano lectivo 2º3º Ciclos 1º Ciclo JI/Pré
  7. 7. 7 PROBLEMÁTICA A problemática actual que nos leva a manter uma escola de direito privado Moçambicano com currículo Português é bastante diferente da problemática inicial que levou à formação da EPB, embora o objectivo específico se mantenha inalterável dar aos nossos filhos um ensino de qualidade: 1. Embora o ensino Moçambicano tenha dado um salto qualitativo bastante significativo, nos últimos 10 anos, estando inclusive a decorrer uma restruturação curricular a nível do ensino básico, existem ainda lacunas graves que, no nosso entender, não será possível colmatar nos tempos mais próximos, mesmo que se comece de imediato um trabalho intensivo de preparação e acompanhamento ao novo currículo. 2. A língua portuguesa encontra-se cada vez mais em risco, com a proliferação de escolas de língua Inglesa, até de nível superior. 3. O calendário escolar moçambicano continua a não ser compatível com as preferências de férias de Portugueses, e Europeus em geral, ou moçambicanos com ligações a Portugal. 4. A Língua Portuguesa está cada vez mais esquecida e deturpada, criando-se um crioulo baseado em erros gramaticais e conceitos opostos aos originais: Vou levar quando se quer dizer Vou buscar etc..
  8. 8. 8 PRINCÍPIOS ORIENTADORES Pela dimensão da formação: 1. Promover a criação de situações que favoreçam o conhecimento de si próprio e um bom relacionamento com os outros dentro dos valores da justiça, da verdade e da solidariedade; 2. Favorecer o desenvolvimento progressivo da autoconfiança; 3. Proporcionar, em colaboração com os parceiros educativos, situações de ensino- aprendizagem, que fomentem: Þ Expressões de interesses e aptidões em domínios diversificados; Þ Experimentação e auto avaliação desses interesses e aptidões. 4. Favorecer, atendendo às fases específicas do desenvolvimento dos alunos, uma construção pessoal assente na iniciativa, criatividade e persistência; 5. Criar condições que permitam: Þ Compensar carências individualizadas; Þ Detectar e estimular aptidões específicas. 6. Incentivar o reconhecimento pelo valor social do trabalho em todas as suas formas e desenvolver o sentido de entre ajuda e cooperação. Pela dimensão das aquisições básicas e intelectuais fundamentais: 1. Promover: Þ O domínio progressivo dos meios de expressão e de comunicação verbais e não verbais; Þ A compreensão da estrutura e do funcionamento básico da língua portuguesa em situações de comunicação oral e escrita; Þ O conhecimento dos valores característicos da língua, história e cultura portuguesa; Þ O conhecimento dos valores característicos da língua portuguesa 2ª língua, da história e cultura moçambicana; Þ O reconhecimento da língua portuguesa como instrumento vivo de transmissão e criação de cultura e de realização pessoal; 2. Assegurar a aprendizagem de uma primeira língua estrangeira e a iniciação a uma segunda. 3. Garantir a aquisição e estruturação de conhecimentos básicos sobre a natureza, a sociedade, e a cultura e desenvolver a interpretação e a análise crítica dos fenómenos inerentes. 4. Fomentar o conhecimento dos elementos essenciais da expressão visual e musical e as regras da sua organização e contribuir para o desenvolvimento da sensibilidade estética. 5. Possibilitar: Þ O desenvolvimento de capacidades motoras; Þ A organização dos gestos segundo o estilo mais conveniente a cada personalidade; Þ O desenvolvimento de aptidões técnicas e manuais. 6. Estimular a iniciação ao conhecimento tecnológico e de ambientes próprios do mundo do trabalho e o reconhecimento do valor das conquistas técnicas e científicas do homem. 7. Incentivar a aquisição de competências para seleccionar, interpretar e organizar a informação. 8. Proporcionar o domínio de técnicas de informação e comunicação, condição fundamental numa sociedade em rápida evolução para uma formação ao longo da vida. Pela dimensão da cidadania: 1. Estimular a criação de atitudes e hábitos positivos de relação que favoreçam a maturidade sócio-afectiva e cívica. 2. Desenvolver atitudes e hábitos de trabalho autónomo e em grupo. 3. Assegurar, em colaboração com entidades adequadas e as famílias, a criação de condições que favoreçam: Þ O conhecimento das regras básicas de higiene pessoal e colectiva; Þ Uma informação correcta e o desenvolvimento de valores e atitudes positivas em relação à sexualidade; Þ O respeito pelo ambiente; Þ A responsabilização do papel de produtor e/ou consumidor. 4. Garantir a informação adequada à compreensão do significado e implicações do relacionamento com outros espaços sócio- culturais e económicos. 5. Fomentar a consciência nacional numa perspectiva de humanismo universalista.
  9. 9. 9
  10. 10. 10 I - CARACTERIZAÇÃO GLOBAL 2007/2012
  11. 11. 11
  12. 12. 12 I CARACTERIZAÇÃO GLOBAL O MEIO A EPB situa-se na cidade da Beira, capital da província de Sofala, na zona centro de Moçambique, que é, ainda, considerada a 2ª cidade do país. A Beira é uma cidade de características difíceis, pois está construída em terreno alagadiço abaixo do nível do mar, dependendo a sua subsistência a um conjunto de canais e comportas bastante deteriorados. A erosão costeira é grande o que dificulta a manutenção da cidade. A Beira é servida, apenas, por uma estrada Nacional que a liga ao Centro, Norte e Sul do país e ao exterior, um aeroporto internacional, uma linha férrea e um porto de mar de grande capacidade. A única estrada que liga a cidade ao resto da província e do país, encontra-se em bom estado pois sofreu à pouco uma obra de reabilitação de grande vulto. O porto, construído para navios de grande calado, encontra-se com graves problemas de assoreamento o que tem como consequência o seu encerramento aos navios maiores. O Aeroporto, embora internacional e com uma pista para aviões grandes, praticamente só funciona com voos internos. Assim, embora a Beira seja uma cidade continental, acaba por ter as características de isolamento e dificuldades de comunicação de uma cidade insular. A HISTÓRIA A 20 de Agosto de 1887, na margem esquerda do rio Pungué, foi inaugurada a sede do comando militar de Aruângua em Chiveve. Este comando surge nos relatórios militares, a partir de Outubro de 1887, com a designação Beira , nome dado pelo Tenente Luís Inácio em honra do Príncipe Real D. Luís Filipe, Príncipe das Beiras. Em Janeiro de 1888, o Governo do distrito de Sofala refere pela primeira vez a Vila da Beira que veio a ser elevada a cidade em 1907, por ocasião da visita do Príncipe das Beiras, por decreto régio que a denominou cidade da Beira. Por isso festeja este ano o seu 1º centenário. A cidade da Beira deve o seu crescimento à construção do porto e do caminho de ferro do centro de Moçambique. O estabelecimento do porto da Beira situa-se no último quartel do século XIX e localizou-se no estuário do Rio Pungué, uma entrada natural para o centro já utilizada pelos árabes em viagens comerciais com o Reino de Monomatápua (Great Zimbabwe), e tinha como principal objectivo o escoamento dos produtos da então Rodésia. Graças à sua localização estratégica, o porto da Beira cresceu rapidamente e com ele a cidade. O desenvolvimento desta região culminou na década de 60 com a construção do maior Oleoduto da época, desde a Beira até à Rodésia do Sul, ao mesmo tempo que a exportação do Crómio da Rodésia e do Cobre da Zâmbia passa toda pelo porto da Beira. Nos anos 70 e 80 o funcionamento do porto da Beira sofre com as sanções impostas à Rodésia pela comunidade internacional. Com a passagem de Rodésia a Zimbabwe assiste-se, a partir de 1986, ao reflorescimento do Porto da Beira com o mega projecto internacional corredor da Beira que reconduziu o porto à sua condição de saída mais económica para o mar das exportações do Zimbabwe, Zâmbia e Malawi. A Beira viveu então uma nova época áurea de investimentos estrangeiros e movimento do porto. Este desenvolvimento voltou a entrar em declínio em meados dos ano 90, com o aumento das taxas aduaneiras , o assoreamento da barra, que deixou de permitir a entrada de navios de grande calado, e o agravamento da crise económica do Zimbabwe, o que provocou que os exportadores procurassem rotas mais baratas e seguras A DEMOGRAFIA Está a decorrer a nível do país o censo geral da população, mas ainda não há dados actualizados, por isso foram utilizados os do censo de 1997 Com uma área urbana e suburbana de 630 Km2 e uma população de 397.368 habitantes (censo de 1997), densidade populacional de 630 hab./km², a Beira tem-se caracterizado por um aumento
  13. 13. 13 demográfico extraordinário ( de 113.770 hab. em 1970 a 214.613 em 1980 e 397.368 em 1997), sem o necessário desenvolvimento das infra-estruturas. Este boom demográfico, que deve-se principalmente ao êxodo rural provocado pela guerra civil e as consecutivas catástrofes naturais, provocou uma grande deterioração da vida citadina; aumento de desemprego; proliferação de actividades paralelas sem as condições mínimas de higiene e segurança; aumento de construções precárias e má utilização das construções existentes o que se reflecte na qualidade de vida das populações. A titulo de exemplo podemos referir que apenas 6,4% da população tem energia eléctrica e apenas 3,5% tem água canalizada em casa ( mais 11,1% tem água canalizada à porta de casa e 7,6% tem acesso a fontanários). Estrutura Etária ( censo de 97 ) 0/4 anos- 14,7% ( 58.703) 5/19 anos- 39,5% (156.004) 20/64 anos- 44,4% (176.451) 65 anos ou mais- 1,6% ( 6.210) (Destes 156.000 jovens em idade escolar apenas 52% frequenta a escola.) Taxa de Analfabetismo- 63,3% População c/ curso médio ou superior- 0,7% População Estudantil/ Níveis ( censo de 97) Alfabetização- 0,2% Primário- 84,9% Secundário- 10,6& Técnico- 3,1% Superior- 0,5% Desconhecido- 0,7% N.º de Escolas/ Níveis 1- Currículo Nacional Nível Públicas Privadas Pré-Escolar ------------ 6 EP1 54 5 EP2 25 5 Secundário Geral 6 7 Pré- Universitário 1 7 Técnico 3 ----------- Superior 2 3 Institutos de Línguas - 1 Institutos de Formação de Professores - 1 2- Currículos Estrangeiros Currículo Português- 1 Currículo Misto- 1 Currículo Americano- 3 Serviços Culturais e de Lazer Públicos Þ 1 Biblioteca Municipal Þ 1 Centro Cultural Português Þ 1 Casa da Cultura Þ 1 Mediateca do Banco BCI Þ 1 Centro Desportivo Municipal
  14. 14. 14 Þ 1 Piscina Municipal Þ 1 Clube/Centro Recreativo Þ 1 Clube náutico Þ 3 Clubes de Futebol Þ 2 Cinemas Þ 1 Centro hípico Þ 1 Clube de Golfe Þ 1 pista de motocross Serviços Públicos Þ 2 Hospitais Þ 10 Centros de Saúde Þ 1 Clínica Þ 1 Corpo de Bombeiros Þ 2 clinicas dentárias Línguas Þ Língua Oficial- Português- 32% Þ Línguas Moçambicanas ( Sena-35,5%; Ndau- 22%; Outras-8,5%) Þ Línguas Estrangeiras- 0,5% Þ Indeterminado- 1,5% Principais Comunidades Estrangeiras Þ Portuguesa Þ Indiana e Paquistanesa Þ Países Africanos ( Nigéria; Zimbabwe; Líbano) Þ Países Asiáticos ( China, Filipinas, etc.) Þ Italiana Þ Alemã Þ Brasileira Religiões Þ Católica 26,4% Þ Sião/Zione 11,8% Þ Evangélica 13,7% Þ Cristã indeterminada 1,1% Þ Testemunhas de Jeová 0,4% Þ Muçulmana 4,3% Þ Outras 2,2% Þ Nenhuma 36,5% Þ Desconhecida 3,6%
  15. 15. 15 A ESCOLA A EPB é uma escola de direito privado Moçambicana autorizada a leccionar currículo Português dos níveis Pré primário e básico, pertencente à Associação de Pais Escola Portuguesa da Beira. A LOCALIZAÇÃO A EPB localiza-se no bairro residencial da Ponta Gêa, numa rua secundária, segura, sem transito nem ruídos e com fáceis acessos. É servida pelos transportes colectivos e semi colectivos da cidade. AS INSTALAÇÕES A escola funciona em edifício alugado, com contrato de 5 anos, constituído por um edifício principal que se desenvolve em 3 níveis e 1 bloco anexo, rodeados de uma área de jardim, recreio e parque infantil num terreno com 3 frentes. Edifício principal No edifício principal funciona: Nível1 Þ Ensino pré escolar 4 salas; Þ 1sala de aula Þ 2 Quartos de banho; Þ Bengaleiro; Þ 1 cozinha e refeitório; Þ 1 Biblioteca/Centro de Recursos. Nível 2 Þ Direcção Pedagógica; Þ Quarto de arrumos. Nível 3 Þ 5 salas de aula; Þ 1 sala de computadores; Þ 1 sala de Ciências e Trabalhos Manuais; Þ 1 Sala de Estudo; Þ 1 Quarto de banho; Þ Secretaria. Anexo No bloco anexo funciona: Þ 1 sala de aula; Þ 2 Quartos de banho para os alunos; Þ 1 Quarto de banho para funcionários; Þ Cantina; Þ Espaço para aulas de expressões; Þ Sala de professores; Þ Quarto de arrumos; Þ Zona de lavagens. Área livre A área livre circundante à escola está dividida da seguinte forma: Þ Zona de convívio; Þ Jardim;
  16. 16. 16 Þ Parque cimentado com tabela de basquete; Þ Parque Infantil (2); Þ Zona para Educação Física e volei. O MATERIAL E EQUIPAMENTO Todas as salas de aula estão equipadas com: Þ Quadro (com apagador e giz); Þ Carteiras ou mesas e cadeiras Þ Mesa e cadeira do professor; Þ Quadros expositores; Þ 1 armário; Þ balde de lixo; Þ Mapas e materiais diversos. O Jardim Infantil tem: Þ Mesas; Þ Bancos; Þ Colchões; Þ Tapetes; Þ Quadros expositores; Þ Estantes e armários; Þ Televisão e video; Þ brinquedos diversos; Þ jogos e livros didácticos. O Centro de recursos tem: Þ 1500 títulos de: livros, dicionários e enciclopédias, CDs, cassetes, CDs- Rom, jogos didácticos, colecções e revistas, etc. Þ 2 rádios leitores de cassetes e CDs; Þ 1 Televisão Þ 4 pianos electrónicos; Þ 4 flautas; Þ Material de desenho; Þ Mapas. Na Direcção Pedagógica há: Þ 1 Computador; Þ 1 Quadro Branco; Þ Mesa de Reuniões; Þ Secretária; Þ Cadeiras; Þ 1 Telefax; Þ Estantes. Na Secretaria há: Þ 1 Computador Þ 1 Telefone Þ 1 Máquina de Fotocópias Þ Armários e quadros expositores Outro material: Mesas, cadeiras, secretárias, 2 Tabelas de Basquete, 1 Rede de Vólei etc.
  17. 17. 17 O CORPO DIRECTIVO DIRECÇÃO PEDAGÓGICA Director Pedagógico Conselho Pedagógico Director Pedagógico Cód. Maria Ângela Guedes Castanheira Botelho da Silva 001 Engenheira Técnica de Química Conselho Pedagógico Director Pedagógico Coordenador do 1º ciclo (Maria Emília Castelo Branco Martins) 007 Representante do ensino pré escolar (Sónia Maria Melo Ferreira) 003 Coordenadores dos departamentos curriculares (4) ( A eleger) Coordenador dos Directores de Turma (Elizabete Ferreira) 010 Coordenador de projectos (A eleger) Representante do pessoal não docente
  18. 18. 18 CORPO DOCENTE CICLO DISCIPLINA NOME HABILITAÇÕES NAC. ANO Cód. JI/Pré Educadora Auxiliar Inglês Carla Marques Sónia Melo Ferreira Amilton Quembo Lic.Antropologia 6º ano (antigo) Bac. UP Ing. Portuguesa Portuguesa Moçambicana 07/08 2000 05/06 006 003 008 1º Ciclo 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano Inglês Ed. Musical Ed. Física Filipe António Jacinta Augusto Laura Alface Maria Emília B. Martins Amilton Quembo José C. Dique Jacinto S. Guilambo Formação de Prof. Inst. Médio Pedag. 11º ano (antigo) 11º ano (antigo) Bac. UP Ing. Ver 2º Ciclo Ver 2º Ciclo Moçambicana Moçambicana Portuguesa Portuguesa Moçambicana Moçambicana Moçambicana 99/00 00/01 00/01 99/00 05/06 05/06 05/06 004 005 002 007 008 016 015 2º Ciclo L. Portuguesa H.G. Portugal Inglês Ciências da N Matemática EVT Ed. Física Ed. Musical H.G.Moçamb. F. Cívica Área Projecto Estudo Acom. TIC Dir. Turma Dinis Ângelo Intáta Elisabete R. P. Ferreira Elias Alfredo Chicango Reinaldo Valentim Pedro Júnior Manuel J.Costa Rosário Jacinto S. Guilambo José C. Dique Albino Carlos Ninca Dinis Ângelo Intáta Angela Silva Elias Alfredo Chicango Ben-Hur A. R. Carlos Elisabete Ferreira Bacharel IMP-Port. 12º ano Bac. UP Ing. Lic UP- C. Naturais Lic. UP - Mat 12º ano Ciên e Des C. Médio Ed.Física 12º ano Bac.UP Geo Lic UP- His. 2ºano Engª Inform. Moçambicana Portuguesa Moçambicana Moçambicana Moçambicana Moçambicana Moçambicana Moçambicana Portuguesa Moçambicana 05/06 02/03 06/07 03/04 05/06 05/06 05/06 05/06 06/07 99/00 07/08 009 010 011 012 013 014 015 016 017 009 001 011 018 010 3º Ciclo L. Portuguesa Inglês Francês História Geografia H.G. Moç. Ciências Nat. C. Fís.-Quím. Matemática TIC EV Ed. Tec. Ed. Física F. Cívica Área Projecto Estudo Acom. Dir. Turma Elisabete Ferreira Rosário M. ª de Jesus Marta F. Giroth dos Santos Albino Carlos Ninca Albino Carlos Ninca (1) Reinaldo Valentim Ana Cristina Petim Ataíde Inácio Xavier R. Bute Ben-Hur A. R. Carlos Manuel J. Costa Rosário Jacinto S. Guilambo Dinis Ângelo Intáta Ângela Silva Elisabete Ferreira Elisabete Ferreira Lic. UP - Ingl. Bacharel UP Fr. Lic. UP Química Lic. UP Mat. Moçambicana Moçambicana Moçambicana Moçambicana 06/07 03/04 03/04 02/03 07/08 010 020 019 017 017 012 022 021 018 014 014 015 009 001 010 010
  19. 19. 19 CORPO ADMINISTRATIVO E AUXILIAR SECRETARIA 1 Funcionário Administrativo 022 PESSOAL AUXILIAR 4 Auxiliares de Acção Educativa- 7ª Classe ( EP2) 2 Guardas- 5ª Classe (EP1)
  20. 20. 20 OS ALUNOS (Pré inscrições 2007/2008) Nível Sexo F M Nacionalidade Port Moc Out Total Obs. J.I/ Pré 16 14 9 20 1 30 1º Ciclo 15 16 9 22 -- 31 2º e 3º Ciclo 8 14 6 16 --- 22 Total 39 44 24 58 1 83 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Port. Moç. Outra Fem. Mas. Total JI/Pré 1º Ciclo 2º/3º Ciclo Total
  21. 21. 21
  22. 22. 22 II- PROJECTO CURRICULAR DE ESCOLA 2007/2008
  23. 23. 23
  24. 24. 24 II PROJECTO CURRICULAR DE ESCOLA INTRODUÇÃO No processo de organização e gestão das aprendizagens para o ano lectivo 2007/2008, tendo em conta as metas definidas no projecto educativo, bem como as competências previstas no currículo nacional, a EPB continua a definir como áreas de intervenção prioritária: ØDesenvolver o gosto pela leitura; ØConhecer e difundir a riqueza cultural portuguesa; ØReconhecer a língua como legado cultural a Moçambique; ØIdentificar formas de defesa e preservação desse legado; ØCriar hábitos de cooperação; ØIncentivar a pesquisa, recolha e organização com recurso às técnicas de informação e comunicação. A gestão destas áreas prioritárias concretiza-se pela utilização de... Øopções curriculares diferenciadas; Øapoio a cada aluno para construir o seu próprio percurso de vida; Øuma vivência de direitos e deveres; Øreforço da ligação escola/família
  25. 25. 25 COMPETÊNCIAS PRIORITÁRIAS 1. A desenvolver ao longo do pré-escolar a) Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências de vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania; b) Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade cultural; c) Contribuir para o sucesso na aprendizagem; d) Estimular o desenvolvimento global de cada criança; e) Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas; f) Despertar a curiosidade e o pensamento crítico; g) Proporcionar a cada criança condições de bem estar e de segurança designadamente no âmbito da saúde individual e colectiva; h) Proceder a despistagem de inadaptações, deficiências e precocidades, promovendo a melhor orientação e encaminhamento da criança; i) Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer uma efectiva colaboração com a comunidade. 2. A desenvolver ao longo do ensino básico a) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender situações e problemas do quotidiano; b) Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico, para se expressar; c) Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e estruturar pensamento próprio; d) Reconhecer o desenvolvimento diferenciado da língua conforme as influências e vivências locais, tentando distinguir o regionalismo do erro; e) Respeitar a língua portuguesa como segunda língua; f) Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do dia a dia e para apropriação de informação; g) Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem de forma a atingir os objectivos visados; h) Pesquisar, seleccionar e organizar informação; i) Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; j) Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; k) Cooperar com os outros em tarefas e projectos comuns; l) Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva intra e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida.
  26. 26. 26 OPÇÕES DA ESCOLA COM VISTA À CONCRETIZAÇÃO DAS INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS 1. Organização e gestão das aprendizagens no quadro do currículo nacional Þ Nos departamentos/ Conselho de Docentes definição dos percursos de aprendizagens que promovam as competências previstas no currículo. Þ Em Conselho de Turma/ Conselho de Docentes Construção dos projectos curriculares de turma. 2. Organização e gestão curricular no quadro do Dec.- Lei 6/2001 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA 1º CICLO Áreas Curriculares disciplinares · Língua Portuguesa · Matemática · Estudo do Meio · Expressões: Artísticas Físico - Motoras Áreas curriculares não disciplinares · Área projecto · Estudo acompanhado · Formação Cívica Total 25 horas (Formação Pessoal e Social) · Inglês · Meio Físico e Social - SN (História e Geografia de Moçambique) · Trabalhos Manuais (3º e 4º ano, 3 horas). Total 28 horas 2º CICLO COMPONENTE CURRICULAR Carga horária semanal (x 90 min.) 5º ano 6º ano Total ciclo Áreas curriculares disciplinares Línguas e Estudos Sociais Língua Portuguesa Inglês História e Geografia de Portugal Matemática e Ciências da Natureza Matemática Ciências da Natureza Educação artística e tecnológica Educação Visual e Tecnológica Educação Musical Educação Física 12,5 5 2 1,5 1,5 3,5 2 1,5 4 2 1 1 13 5,5 2,5 1,5 1,5 3,5 2 1,5 4 2 1 1 25,5 10,5 4,5 3 3 7 4 3 8 4 2 2 Áreas Curriculares não disciplinares Área projecto Estudo acompanhado Formação Cívica 3,5 1,5 1,5 0,5 3 1,5 1 0,5 6,5 3 2,5 1 Complemento local História e Geografia de Moçambique 1 1 1 1 2 2 Total global 17 17 34
  27. 27. 27 3º CICLO COMPONENTE CURRICULAR Carga horária semanal (x 90 min.) 7º ANO 8º ANO 9º ANO Total Ciclo Áreas curriculares disciplinares Língua Portuguesa Língua Estrangeira Inglês Francês Ciências Humanas e Sociais História Geografia Matemática Ciências Físicas e Naturais Ciências Naturais Ciências físico-química Educação Visual Educação Tecnológica Educação Física Introdução às Tecnologias de Inf. E Com. 14 2 3 1,5 1,5 2 1 1 2 2 1 1 1 1 1 13,5 2 2,5 1,5 1 2 1 1 2 2 1 1 1 1 1 15 2 3 1,5 1,5 2,5 1 1,5 2 2,5 1 1,5 1 1 1 0,5 42,5 6 8,5 6,5 6 6,5 3 3 3 0,5 Áreas Curriculares não disciplinares Área projecto Estudo acompanhado Formação Cívica 2,5 1 1 0,5 2,5 1 1 0,5 1,5 0,5 0,5 0,5 7 Complemento local História e Geografia de Moçambique 1 1 1 1 1 1 3 Total global 17,5 17 18 52,5 3. Orientações para áreas curriculares não disciplinares As actividades não disciplinares são espaços privilegiados para a construção de competências transversais das quais salientamos a comunicação e a cooperação. Cabe a cada uma delas, preferencialmente: Estudo Acompanhado Metodologias de trabalho, pesquisa, organização e selecção de informação com enfoque às TIC. Área Projecto Mobilização das diversas aprendizagens dando-lhes significado por forma a que possam contribuir para a compreensão e intervenção em situações da vida real. Formação Cívica Valorização do relacionamento interpessoal e de grupo. 4. Área de interesse local História e Geografia de Moçambique Conhecer a História e a Geografia do país hospedeiro considerando a necessidade de uma plena integração dos alunos no meio. Em linhas gerais seguir-se-á o currículo do Sistema Nacional para estas disciplinas nos capítulos que focam África em geral e Moçambique em particular, complementando o currículo adoptado. Conhecer o património Moçambicano, reconhecendo o seu valor, importância e dimensão. Identificar formas de defesa e preservação desse património. 5. Processos de articulação curricular Todas as áreas disciplinares são atravessadas por um grau de integração por um denominador comum que continua a ser Português uma língua viva pois permite integrar temas e actividades de diferentes áreas curriculares dentro dos objectivos prioritários da EPB.
  28. 28. 28 As competências gerais essenciais correspondem a um perfil à saída do ensino básico as quais se tomam como ponto de partida, sendo desenvolvidas a vários níveis à luz dos princípios de diferenciação pedagógica, adequação e flexibilização curricular. Assim, haverá caminhos diferenciados para o desenvolvimento das competências enunciadas, de acordo com a diversidade de situações concretas e locais. Temas integradores PORTUGUÊS, UMA LÍNGUA VIVA Português de Portugal Português do Brasil Português de Moçambique Português de outras comunidades Ø Quando os sons se fazem língua Ø A arte da comunicação oral Ø As palavras Ø A Língua Portuguesa no tempo e no espaço Ø A ortografia Ø A Experiência da linguagem Ø A expressividade na fala e na escrita Ø Domínio da língua Ø Erro vs regionalismo Ø Dificuldades da Língua Portuguesa Ø Os nossos escritos Ø Os escritos da nossa vida Português dos PALOP
  29. 29. 29 OPÇÕES ORGANIZATIVAS E DE FUNCIONAMENTO 1. Regime de funcionamento A escola funciona em 1 turno, das 7.20 h às 12.20 h, ficando o período da tarde reservado ao desenvolvimento de outras actividades e projectos. Uma vez que a escola não tem capacidade para manter professores do 2º e 3º ciclos em regime de exclusividade nem ocupação suficiente em cada disciplina para atribuição de horários completos, a elaboração dos horários destas turmas fica dependente das disponibilidades deixadas pelas escolas oficiais no período da manhã. Dentro destas limitações os critérios que regem a elaboração de horários tentam ser: Þ Evitar pôr a mesma disciplina em dias consecutivos; Þ Não atribuir duas línguas em tempos seguidos no mesmo dia; Þ Não atribuir sempre à mesma disciplina as horas de fim do turno; Þ Libertar tempos comuns para a realização de reuniões de turma, de departamento, conselho de docentes, conselho pedagógico ou outras reuniões; Þ Libertar uma hora semanal a cada professor para trabalho na direcção pedagógica de programações, elaboração de testes e/ou coordenação de projectos. 2. Elaboração de Turmas Dado o reduzido n.º de alunos para cada ano de escolaridade, a EPB funciona em regime de turmas únicas. 3. Ocupação dos tempos livres Manter aberta a oferta de ocupação de tempos livre. 4. Protocolos e parcerias ver mais informação no plano anual de actividades Áreas de formação a promover: Þ Apoio à elaboração e desenvolvimento de projectos curriculares de turma (professores) Þ Metodologias e preparação de aulas (professores) Þ Avaliação de Competências (professores) Þ Utilização de manuais (professores) Þ Programação e preparação de materiais (educadores) Mecanismos de avaliação: Þ Inquéritos Þ Processos de reflexão Þ Fichas de observação
  30. 30. 30 AVALIAÇÃO DO PROJECTO Para a avaliação do projecto serão montados um conjunto de instrumentos considerando os seguintes aspectos: Þ Efeito nas aprendizagens dos alunos; Þ Objectivos desejados; Þ Acções desenvolvidas; Þ Grau de cumprimento; Þ Grau de participação; Þ Envolvimento da comunidade; Þ Recursos; Þ Limitações sentidas; Þ Êxitos alcançados. CALENDÁRIO ESCOLAR 2007/2008 PERÍODO INÍCIO FIM FERIADOS OBS. 1º 10 de Setembro 2ª feira (Reunião de Prof. 3 Set 2ªf. 3 a 6 semana Pedagógica Reunião de pais 14 Set. 6ª f.) 07 de Dezembro 6ª feira (Festa da escola - 08 Dez. Sábado) Dias lectivos - 60 25 Set.- 3ªf.- FM 4 Out. 5ªf. FM 5 Out. 6ªf. FP (12 de Out. 6ªf.) 25 Out. 5ªf. - FM Avaliação/entrega: Intercalar 2 Nov. (Reuniões 26 Out.) Periódica 12 Dez. (Reuniões 7 Dez.) 2º 07 de Janeiro 2ª feira (Reunião de pais 08 Fev. de Fevereiro 6ª feira) 14 de Março - 6ª feira Dias Lectivos - 50 (Carnaval 5 Fev act. na escola) Avaliação/entrega: Intercalar 08 Fev. (Reuniões 5 Fev.) Periódica 18 Mar. (Reuniões 14Mar.) 3º 31 de Março 2ª feira (Reunião de pais 4 de Abril 6ª feira) 06 de Junho 6ª feira - 9º ano Dias lectivos - 47 27 de Junho 6ª feira - restantes anos. Dias Lectivos - 60 25 de Julho 6ª feira JI/Pré. ( Festa do fim de ano 28 de Junho - Sábado) 07 Abril 2ªf. - FM 25 Abril 6ªf. - FP 01 Maio 5ªf. FI 10 Jun. 3ªf. - FP 25 Jun. 4ªf. FM (Provas Globais: 9º ano 26/30 Maio 6º ano 16/20 Jun.) Avaliação/entrega: 9º ano dependente do calendário de exames. Restantes 01 a 04 Julho (Reuniões 30 Jun)
  31. 31. 31

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