Microcrédito e Finanças
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Municipal
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Grameen Bank
Dados Grameen Bank
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• Em 1979 os empréstimos chegaram a $
180.000;
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Como?
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Projeto UNO
• Surgiu em 1972
• Realizava pesquisas, oferecia treinamento e
desenvolveu sistema proativo de conquista de
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Buscar a efetividade na ação
ONG tenta utilizar o microcrédito com instrumento de
eliminação da pobreza na etnia Wolof de ...
Estratégias para entender o cliente
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Definindo missão
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Perfil do público-alvo
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Linhas de atuação
• Intermediação de crédito? Qual a origem do
recurso? Como obter garantias?
• Assessoramento?
• Auxílio ...
Parceiros potenciais
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Estratégias de divulgação
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Fluxo de processos
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Forças Colaborativas de Borges
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Canvas
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Referências
• BORGES, Leandro. As 5 forças COLABORATIVAS de Borges. Extraído de
http://blog.luz.vc/o-que-e/as-5-forcas-col...
Crédito das imagens
SLIDE 01 - http://valormercado.com.br/nordeste/2012/03/banco-do-nordeste-promove-
seminario-de-microfi...
Crédito das imagens
SLIDE 07 - http://www.jornaldeluzilandia.com.br/txt.php?id=11475
SLIDE 08 - http://www.brasilescola.co...
Crédito das imagens
SLIDE 21 - http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=2769
SLIDE 26 -
http://www.ultralimp.com.br/produto....
Obrigado! Comente!
• Adm. Álvaro Leandro Borges
• admborges@yahoo.com.br /
alvaroborges@caern.com.br
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Microcrédito e finanças solidárias

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O que são microfinanças? microcrédito? Qual o link que pode ser feito entre a temática e a Economia Solidária? Como uma prefeitura pode executar de forma adequada essa política?

A apresentação se propõe a apresentar o que são redes de colaboração solidária, fazer o link entre essa temática e as microfinanças, resgatar o histórico das microfinanças no Brasil e no mundo, tentar compreender que é o usuário dessa política e por fim aplicar metodologias de discussão em equipe para definir formar de atuação de uma política de microcrédito na Gestão municipal.

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  • Eticamente as redes de colaboração solidária promovem a solidariedade, isto é, o compromisso pelo bem viver de todos, o desejo do outro em sua valiosa diferença, para que cada pessoa possa usufruir, nas melhores condições possíveis, das liberdades públicas e privadas. Desejar a diferença significa acolher a diversidade, de etnias, de religiões e credos, de esperanças, de artes e linguagens, em suma, acolher as mais variadas formas de realização singular da liberdade humana que não neguem as liberdades públicas e privadas eticamente exercidas. Promover as liberdades significa garantir às pessoas as condições materiais, políticas, informativas e educativas para uma existência ética e solidária.
  • Moedas 1 – Criação das moedas no Reino da Lídia em 630, 640 a.c. que permitiu a participação dos menos afortunados nas trocas mercantis
    Moeda 2 – Invenção dos bancos no séc XII, a Ordem Militar dos cavaleiros do templo de salomão, os templários, concedia empréstimos a reis e papas.
    Moeda 3 – Banqueiros italianos, em seguida, passou a atuar em mercados junto à população, atendendo a pequenos proprietários de terra, comerciantes, aristocratas e altos funcionários da igreja.
    A moeda permitiu a participação dos menos afortunados, mas os nacos foram inventados para os ricos.
  • USAR AQUI BOLINHAS OU ALGO EM QUANTIDADE + FITA ADESIVA + CANETA + ARMA DE BRINQUEDO(pode ser estilete) + RASCUNHOS. Duas formas: formal e informal. Formal são os bancos (você leva 4 e me traz e me paga um durante 5 meses.). Informais: crédito do comércio varejista (Colocar placa de vende-se na bolinha como na insinuante. 1000 a vista ou 12x100), incluindo fiado; Comerciantes ambulantes informais; Crédito de fornecedor (dá as bolinhas e diz: vende e depois me paga); crédito do empregador (vale); agiotas (empresta a bolinha e tira a arma de brinquedo :-D) e amigos (inclui empréstimo de acesso a crédito) (empresta a bolinha e apaga o número do cel da pessoa, demonstrando raiva).
  • Falar das ROSCAS (Rotating Saving and credit Assotiations – Associações de poupança e crédito rotativo) e ASCAS (Acumulating Saving and credit Assotiations – Associação de crédito e poupança acumulativo). Ambos possuem fim pré-determinado. As roscas é de pequeno grupo, valores fechados e visa a premiação alternada dos membros via sorteio. As ascas visa o crédito, onde cada um contribui com o que quiser e ao final recebe o rendimento proporcional. Pode ser de grandes valores. Membros podem pegar empréstimos a baixo custo e externos a um custo maior.
  • No meio do século XX pensava-se que os empreendimentos tradicionais de setores que aparentavam não ter futuro deveriam ser desativados, enquanto outros mais promissores deveriam se transformar em unidades produtivas da moderna economia.
  • Em 1973 questionava a crença predominante. Introduziu o conceito de tecnologias alternativas.
  • Em 1972 um relatório da OIT ressaltou a importância do setor informal como gerador de emprego produtivo e de rena, além de identificar significativa relação entre este e o setor formal.
  • Dessa forma, nos anos 70, um novo paradigma começou a tomar forma: os empreendimentos do setor informal não eram mais percebidos como resíduos indesejáveis do setor formal da economia e, gradativamente, foi sendo reconhecida a sua contribuição para a redução do desemprego e para o crescimento econômico e social equitativo.
  • Ler história da página 76 do livro o desafio das microfinanças
  • Falar aqui que um trabalho desse somente é possível com empatia, vivência e conhecimento. Ficar falando enquanto roda o efeito de contexto. Falar sobre as 16 decisões  Pg 83 do livro o desafio das microfinanças
  • ACESSO A INTERNET É FUNDAMENTAL! Mostrar esse teste. Será que a Prefeitura não pode ter uma ferramenta equivalente no site? http://meubolsofeliz.com.br/simulador-de-troca-de-divida/
  • Citar a experiência onde mulheres passaram a serem intermediadoras de crédito. Página 144 do livro o desafio das microfinanças. Quando o aluno metido aparecer, levantar discussão da página 154, onde o autor levanta a problemática da visão etnocêntrica da mulher ocidental americana, de que a mulher possui a renda como secundária para não se distanciar do lar e falar que no caso brasileiro o “empreendedorismo” se trata muitas vezes de sobrevivência e que o negócio, visto por nossa cultura como inseguro e arriscado, pode facilmente ser trocado por uma carteira assinada.
  • Falar sobre as estratégias do Prodem na Bolívia para entender o usuário do microcrédito e, consequentemente, fidelizar. Página 158 o desafio das microfinanças. Na ordem: Cadastro completo dos clientes, Fazer pesquisa juntos aos agentes de crédito, realizar pesquisa na comunidade, fazer entrevista de saída dos clientes, analisar o fluxo de caixa dos clientes para identificar oportunidade de atuação, bem como planejar o calendário de pagamento e entrevistar parceiros envolvidos na cadeia logística do cliente.
  • NECESSÁRIO INTERNET, CARTOLINA E PILOTO. Clicar na imagem para abrir o site. O site contém exemplos de missão, visão e valores. Definir com a equipe sua missão, visão e valores.
  • PENEIRA E ALGO PARA PENEIRAR: Falar sobre a importância de definir um público alvo. Levar uma peneira e fazer uma analogia.
  • Discutir com a equipe que estratégias de divulgação adotar
  • Separar a equipe em dois grupos e pedir para fazer o fluxo de processos.
  • Apresentar a origem das forças colaborativas. Como o próprio autor coloca em http://blog.luz.vc/o-que-e/as-5-forcas-colaborativas-de-borges/ , essas forças surgiram em contraposição ao modelo anterior. A ideia é como colaborar como os outros atores de modo a se desenvolver também. Reforçar que, apesar de não ter sido feita para a Economia Solidária, a mesma se adapta bastante à nossa realidade.
  • Microcrédito e finanças solidárias

    1. 1. Microcrédito e Finanças Solidárias: Uma proposta para a Gestão Municipal http://admborges.wix.com/gestaocoletivaElaborado por adm. Álvaro Leandro Borges – Livre utilização desde que citada a fonte
    2. 2. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva “Dinheiro, diz o provérbio, faz dinheiro. Quando se tem um pouco, é mais fácil obter- se mais. A grande dificuldade é ter o pouco.” Adam Smith
    3. 3. Colaboração Solidária no Campo da Economia • Autogestão de empresas pelos trabalhadores; • Agricultura ecológica; • Consumo Crítico; • Consumo Solidário; • Sistemas Locais de Troca; • Moedas Sociais • Economia de Comunhão; • Sistemas de Microcrédito • Grupos de compras solidárias; • Movimentos de boicote • Difusão de software livres • Etc... http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    4. 4. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva Criar e expandir o negócio de microprodutores. Promover o desenvolvimento de comunidades inteiras
    5. 5. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva “Os efeitos na comunidade local são admiráveis, se levada em consideração uma outra lógica que não a capitalista, ou seja, com o foco na valorização do ser humano. A conquista da auto-estima e de condições mínimas de dignidade humana é oportunizada pelo desenvolvimento de talentos e dons antes sufocados pela falta de pequenos montantes monetários. Um novo sentido é vivenciado, quando a própria população pode trazer à consciência o quanto é relevante seu papel de protagonista nas atividades que operam melhorias em seu ambiente de existência.” Andréa Faustino
    6. 6. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    7. 7. Como é hoje... http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    8. 8. Poupanças voluntárias informais http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    9. 9. As Cooperativas de Crédito protegidas das crises • Manutenção dos pagamentos dos empréstimos cooperativos; • Menor dependência de recursos estrangeiros; • Baixa integração com o sistema nacional financeiro. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    10. 10. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    11. 11. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    12. 12. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    13. 13. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    14. 14. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva Grameen Bank
    15. 15. Dados Grameen Bank • Em 03 anos os cliente subiram de 10 para 2200; • Em 1979 os empréstimos chegaram a $ 180.000; • Eram 25 agências; • Durante os anos 80 chegaram a quase um milhão de clientes; • Menor inadimplência entre os operadores de crédito de Bangladesh; http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    16. 16. Como? http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    17. 17. Projeto UNO • Surgiu em 1972 • Realizava pesquisas, oferecia treinamento e desenvolveu sistema proativo de conquista de clientes. • O pacote de crédito oferecia treinamento com educação financeira, como abrir uma conta bancária, fazer depósitos e preencher um cheque. • Acabou em 1987 ao passar a investir em compras coletivas. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    18. 18. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    19. 19. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    20. 20. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    21. 21. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    22. 22. Buscar a efetividade na ação ONG tenta utilizar o microcrédito com instrumento de eliminação da pobreza na etnia Wolof de Senegal e erra o alvo. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    23. 23. Estratégias para entender o cliente http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    24. 24. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    25. 25. Definindo missão http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    26. 26. Perfil do público-alvo http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    27. 27. Linhas de atuação • Intermediação de crédito? Qual a origem do recurso? Como obter garantias? • Assessoramento? • Auxílio em plano de negócios? • Incentivar modelos diferentes como as ASCAS? http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    28. 28. Parceiros potenciais http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    29. 29. Estratégias de divulgação http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    30. 30. Fluxo de processos http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    31. 31. Forças Colaborativas de Borges http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    32. 32. Canvas http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    33. 33. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    34. 34. Referências • BORGES, Leandro. As 5 forças COLABORATIVAS de Borges. Extraído de http://blog.luz.vc/o-que-e/as-5-forcas-colaborativas-de-borges/. Acesso em 04 de jun de 2015. OBS.: Apesar do nome do autor dessa teoria, não o conheço e nem possuo vínculos pessoais de qualquer forma com o mesmo. • FAUSTINO, Andrea Viana. Por um sistema financeiro mais solidário: uma breve reflexão sobre as finanças solidárias no Brasil.” • Infoescola. Missão, Visão e Valores: Os princípios essencias. Extraído de http://www.infoescola.com/administracao_/missao-visao-e-valores-os- principios-essenciais/. Acesso em 06 ago 2015. • MANCE, Euclides André. Redes de colaboração solidária. Ifil, Curitiba, 2002. • MEU BOLSO FELIZ. Simulador de Troca de dívidas. Extraído de http://meubolsofeliz.com.br/simulador-de-troca-de-divida/. Acesso em 28 jul 2015 • ROCHA, Ângela e MELLO, Renato Cotta de. O desafio das microfinanças. Rio de Janeiro, Mauad, 2004. • SBT REALIDADE. Poupança comunitária.. Brasil, 2009, 3 min. • SINGER, Paul. Finanças Solidárias e Moeda Social. http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    35. 35. Crédito das imagens SLIDE 01 - http://valormercado.com.br/nordeste/2012/03/banco-do-nordeste-promove- seminario-de-microfinancas-em-salvador/ SLIDE 03 - http://cursinhopreenem.com.br/historia/a-criacao-da-moeda/ http://www.lefeman.com.br/6173-palau-1-dollar-2013-prata-antique-finish-serie- cavaleiros-templarios.html http://valiteratura.blogspot.com.br/2011/03/arte-no-ocidente- introducao-da-graca-na.html SLIDE 04 - http://catequistaleticiathe.blogspot.com.br/2014/05/bonecos-brancos-para- slides.html http://www.gissonline.com.br/modulos_bancos.html http://intervaloscomerciais.blogspot.com.br/2011/03/slogan-genial-fiado-so-no- armazem.html http://www.mundodastribos.com/saldao-casas-bahia-pela-internet.html http://casaruim.com/produto/caixeiro-viajante-de-corda/ https://negociosb2b.wordpress.com/2011/06/07/fornecedores-b2b/ http://grupoamp.com.br/emprestimos-com-agiotas-perigo-ou-salvacao/ https://fernandoborgesvieira.wordpress.com/2012/05/25/os-poderes-do-empregador-e- seus-limites/ http://www.mensagens10.com.br/mensagem/5512 http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    36. 36. Crédito das imagens SLIDE 07 - http://www.jornaldeluzilandia.com.br/txt.php?id=11475 SLIDE 08 - http://www.brasilescola.com/economia/setor-terciario.htm SLIDE 09 - https://grupo2informalidade.wordpress.com/category/uncategorized/page/2/ SLIDE 10 - http://www.brasilescola.com/geografia/trabalho-na-terceira-revolucao-industrial.htm SLIDE 11 - https://en.wikipedia.org/wiki/Muhammad_Yunus SLIDE 13 - http://www.rediff.com/money/slide-show/slide-show-1-muhammad-yunus-resigns- from-grameen-bank/20110513.htm SLIDE 16 - https://www.youtube.com/watch?v=k46_g5fQeiE SLIDE 17 - https://serpenteblog.wordpress.com/tag/capitalismo/ SLIDE 18 - http://www.valorefoco.com.br/index.php/servicos/#.VbgLV2jF-nM SLIDE 19 - http://www.thelittlemarket.com/artisans/wolof-weavers-senegal/ SLIDE 20 - https://www.bu.ufmg.br/circulacao/index.php?option=com_content&view=article&id=36&Itemid=10 7 http://www.estudokids.com.br/entrevista-o-que-e-quem-e-o-entrevistador-e-como-fazer-uma/ http://consultora.racco.com/pesquisa-queremos-saber-sua-opiniao/ http://lucas-alid.flogbrasil.terra.com.br/foto17342793.html http://capitalsocial.cnt.br/entenda-o-que-e-projecao-caixa/ http://www.logisticadescomplicada.com/entendendo-o-que-sao-cadeias-produtivas/ http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    37. 37. Crédito das imagens SLIDE 21 - http://www.dbd.puc-rio.br/wordpress/?p=2769 SLIDE 26 - http://www.ultralimp.com.br/produto.php?produto_id=1848 SLIDE 28 - http://www.maiscred.com.br/#!parceiros/c7ms SLIDE 29 - http://www.fapemig.br/forum-vai-tratar-de-estrategias- de-divulgacao-cientifica-da-ufmg/ SLIDE 30 - http://doavessopormim.blogspot.com.br/2013/08/a-aluna- na-lousa.html SLIDE 32 - http://mariliadelima.com/2013/03/25/ja-conhece-o- business-model-canvas-ele-pode-te-ajudar-em-projetos/ SLIDE 33 - http://www.auctus.com.br/ferramenta-4q1poc-ou-5w2s/ http://admborges.wix.com/gestaocoletiva
    38. 38. Obrigado! Comente! • Adm. Álvaro Leandro Borges • admborges@yahoo.com.br / alvaroborges@caern.com.br • Administrador e Especialista em Economia Solidária e Desenvolvimento Territorial pela UFRN • Administrador na CAERN – Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte • http://admborges.wix.com/gestaocoletiva http://admborges.wix.com/gestaocoletiva

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