SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 34
Baixar para ler offline
Polímeros
1
São macromoléculas constituídas de unidades
repetitivas, ligadas através de ligações covalentes.
• Classificação quanto a natureza
• Naturais (Madeira, borracha, proteínas)
• Sintéticos PVC, poliestireno, polipropileno
Aula 10. Química de Polímeros. Profa. Adélia
Celulose
Plásticos
— Os plásticos são materiais orgânicos
poliméricos sintéticos, de constituição
macrocelular, dotada de grande maleabilidade,
facilmente transformável mediante o emprego de
calor e pressão, e que serve de matéria-prima
para a fabricação dos mais variados objetos.
— A matéria-prima dos plásticos geralmente é o
petróleo. Este é formado por uma complexa
mistura de compostos.
Aula 10. Química de Polímeros. Profa. Adélia
Exemplos de fontes de monômeros para
obtenção de alguns polímeros sintéticos
Aula 1: Introdução
3
Características dos Polímeros
• São moléculas orgânicas longas, compostas por repetição
de monômeros.
Monômero
Polímero
• São moldáveis por processos de compressão,
transferência, injeção de ar e extrusão, sempre aplicando
calor e pressão, juntos ou independentemente
Classificação Estrutural
5
Linear
Ramificada
Reticulada
(ligações cruzadas)
C C C C C C
H
H
H
H
H
H
H
H
H
H
H
H
Polietileno (PE)
Cl
Cl Cl
C C C C C C
H
H
H
H
H
H
H
H
H
Poli (cloreto de vinila) (PVC) Polipropileno (PP)
H
H
H
H
H H
C C C C C C
CH3
H
H
CH3
CH3H
Polímeros Lineraes
Etileno
C C
H
H
H
H
C C
H
H
H
H
C C
H
H
H
H
C C
H
H
H
H
Aula 1: Introdução 7
Polietileno de Alta Densidade (HDPE
Aula 1: Introdução 8
Polietileno de Baixa Densidade (LDPE
Aula 1: Introdução 9
Fenolformaldeído (PF)
Polímeros lineares: as unidades
são unidas em cadeias únicas.
Ex. PVC, náilon
Polímeros ramificados: contêm
cadeias laterais conectadas às
principais.
Polímeros com ligações cruzadas;
São polímeros onde as cadeias
adjacentes estão unidas umas às
outras através de ligações
covalentes.
11
Polímeros em rede: São polímeros que possuem
muitas ligações cruzadas formando redes
tridimensionais. Ex. epóxi.
Classificação quanto a rigidez
Termoplásticos: são polímeros que podem ser
repetidamente processados sob aquecimento. Possuem
cadeias lineares e ramificadas, com forças de interação
relativamente fracas.
Ex: polietileno, PVC, poli(metacrilato de metila)
Termofixos: não podem ser amolecidos com o aquecimento,
mantendo-se permanentemente rígidos com o aumento da
temperatura. Cadeias com alta densidade de ligações
cruzadas.
Ex: Resinas epóxi, resinas de poliésteres.
Elastômeros
Aula 1: Introdução
13
Elastômeros: São conhecidos como borrachas, apresentam
grande elasticidade, voltando a forma anterior após
estiramento. São elásticos porque possuem pequena
quantidade de ligações cruzadas.
Ex: borracha natural, polibutadieno, silicone.
enxofre
Vulcanização
Formação de ligações cruzadas através de ligações químicas.
Direção do aumento da resistência mecânica
Ramificada Ligações Cruzadas Rede
Linear
Ligações
secundárias
Estrutura molecular
e resistência mecânica de polímeros
Deformação
Tensão
(MPa)
Plástico
Elastômero
Frágil
Propriedades mecânicas de polímeros
Tensão x Deformação
Limite de resistência
à tração
Propriedades mecânicas de polímeros
Tensão x Deformação
Deformação
Tensão
Limite de resistência à tração
Limite de escoamento
Propriedades mecânicas de polímeros
Temperatura x Deformação
Tensão
(MPa)
Deformação
PMMA
↑temperatura ↓ resistência
↑temperatura ↑ alongamento
Plásticos
Quimicamente inertes, mecanicamente resistentes,
isolantes, transparentes, translúcidos ou opacos, etc...
Revestimentos, brinquedos, lentes, vedações,
engrenagens, isolantes, garrafas, etc...
Aplicações de polímeros
Elastômeros
Aplicações de polímeros
Elásticos...
Aplicações de polímeros lineraes
— As cadeias lineares agrupam-se paralelamente, o que
possibilita uma grande interação intermolecular, originando
um material rígido de alta densidade, utilizado na fabricação
de garrafas, brinquedos e outros objetos.
— Polietileno é o mais usado. Sua sigla técnica é PEAD ou
HDPE e sua identificação em processos de reciclagem é
dada pelo símbolo
22
Aplicações de polímeros ramificados
— As ramificações das cadeias dificultam as interações,
originando um material macio e flexível, conhecido por
polietileno de baixa densidade. Sua sigla é PEBD ou LDPE e
sua identificação em processos de reciclagem é dada pelo
símbolo
— É utilizado para produzir sacos plásticos,
— revestimento de fios e embalagens maleáveis.
Polipropileno (PP)
23
É obtido pela polimerização do propeno (propileno).
Seu símbolo de reciclagem é:
É utilizado para produzir objetos moldados, fibras para
roupas, cordas, tapetes, material selante, bandejas,
prateleiras e pára-choques de automóveis, dentre outros.
24
Poliestireno (PS)
É obtido pela adição sucessiva de vinilbenzeno (estireno). Seu
símbolo de reciclagem é:
• É usado na produção de objetos moldáveis, como pratos,
copos, xícaras, seringas, material de laboratório e outros
materiais rígidos transparentes.
• Quando sofre expansão provocada por gases, origina um
material conhecido por isopor, que é utilizado como isolante
térmico, acústico e elétrico.
Policloreto de vinila (PVC)
— Esse polímero é obtido a partir de sucessivas adições do
cloreto de vinila (cloroeteno)
A massa molar do policloreto de vinila pode atingir 1500000 g/
mol, e costuma-se utilizá-lo para produzir tubulações, discos
fonográficos, pisos e capas de chuva.
O couro sintético, que imita e substitui o couro de origem
animal, é o policloreto de vinila misturado com corantes e
outras substâncias que aumentam sua elasticidade.
Policloreto de vinila (PVC)
— Uma de suas principais características é o fato de que ele
evita a propagação de chamas, sendo usado como isolante
elétrico. Seu símbolo de reciclagem é:
• O PVC é o único material plástico que não é totalmente
originário do petróleo. Ele contém, em peso, 57% de
cloro, um derivado do cloreto de sódio (sal de cozinha), e
43% de eteno, derivado do petróleo. Portanto, a principal
matéria-prima do PVC é o sal marinho, um recurso natural
renovável e disponível em abundância na natureza.
— É o produto da polimerização do tetrafluoreteno ou
tetrafluoretileno. Seu símbolo de reciclagem é:
• O tefion é um polímero excepcionalmente inerte, não-
combustível e bastante resistente. É usado para produzir
fitas de vedação, revestimentos antiaderentes de panelas
e frigideiras, isolante elétrico, canos e equipamentos para
a indústria química (válvulas e registros), dentre outros.
Teflon (PTFE)
Poliacrilonitrila
— É o produto obtido pela polimerização do acrilonitrila ou
cianeto de vinila. Não é utilizado em processos de
reciclagem. Podem sofrer processos de fiação.
Esse é um dos poucos polímeros que podem ser obtidos em
solução aquosa. Se o poliacrilonitrila for adicionado a um
solvente apropriado, ele pode ser estirado facilmente,
permitindo a obtenção de fibras comercializadas com o nome
de orlon ou acrilon.
Poliacetato de vinila (PVA)
— É o produto obtido pela polimerização do acetato de vinila:
• Grande parte do PVA produzido atualmente é utilizada
para a produção de tintas, adesivos e goma de mascar.
• Seu símbolo de reciclagem é:
Polimeta-acrilato de metila (PMMA)
— É o produto da polimerização do meta-acrilato de metila:
Na produção faz-se com que a reação ocorra a
formação de uma massa pastosa, a qual é
derramada em um molde ou entre duas lâminas
verticais de vidro, onde ocorre o fim da
polimerização. As peças são incolores,
apresentando grande transparência, por isso,
esse polímero é utilizado para produzir lentes de
contato, painéis transparentes, lanternas de
carro, painéis de propaganda, semáforos etc.
Poliacetileno
— É o primeiro polímero condutor de corrente elétrica. Tem
baixa densidade, "não enferruja" e pode formar lâminas
finas.
— A capacidade de condução elétrica se deve à presença de
duplas ligações alternadas em sua estrutura, o que permite
que os elétrons fiquem deslocalizados ao longo da cadeia.
Borrachas sintéticas
— As matérias-primas mais comuns para a produção de
borrachas sintéticas são:
Suas polimerizações podem ser representadas por:
Borrachas sintéticas
— As borrachas sintéticas, quando
comparadas às naturais, são mais
resistentes às variações de temperatura e
ao ataque de produtos químicos, sendo
utilizadas para a produção de mangueiras,
correias e artigos para vedação.
— Existem outros tipos de borrachas sintéticas formadas pela
adição de dois tipos diferentes de monômeros. Essas
borrachas são classificadas como copolímeros.
— Copolímeros são polímeros formados por mais de um tipo
de monômero.
Borrachas sintéticas
A mais importante dessas borrachas é formada pela
copolimerização do eritreno com o estireno, que é conhecida
pelas siglas GRS (government rubber styrene) ou SBR
(styrene butadiene rubber), cuja principal aplicação é a
fabricação de pneus.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Aulas 9 e 10. Polimeros e Aplicações.pdf

2 - Polímeros.pdf
2 - Polímeros.pdf2 - Polímeros.pdf
2 - Polímeros.pdfmauriciolcar
 
Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"
Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"
Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"Sandra Oliveira
 
Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas
Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas
Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas Mari Rodrigues
 
SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR
SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR
SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR Edgardd Salvador
 
Manoel lúcio da silva
Manoel lúcio da silvaManoel lúcio da silva
Manoel lúcio da silvaMarttha Reys
 
Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"
Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"
Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"João Pereira
 
Polímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da Silva
Polímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da SilvaPolímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da Silva
Polímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da SilvaAlexandre Graham
 

Semelhante a Aulas 9 e 10. Polimeros e Aplicações.pdf (20)

Plasticos
PlasticosPlasticos
Plasticos
 
Polimeros
PolimerosPolimeros
Polimeros
 
2 - Polímeros.pdf
2 - Polímeros.pdf2 - Polímeros.pdf
2 - Polímeros.pdf
 
Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"
Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"
Slide, sandra de oliveira 3°ano "B"
 
Aula7
Aula7Aula7
Aula7
 
Polímeros
PolímerosPolímeros
Polímeros
 
Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas
Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas
Polímeros, Polissacarídeos e Proteínas
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR
SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR
SLIDE - EQUIPE EDGARDD SALVADOR
 
Manoel lúcio da silva
Manoel lúcio da silvaManoel lúcio da silva
Manoel lúcio da silva
 
POLÍMEROS
POLÍMEROSPOLÍMEROS
POLÍMEROS
 
Polímeros(1)
Polímeros(1)Polímeros(1)
Polímeros(1)
 
Polímeros
PolímerosPolímeros
Polímeros
 
Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"
Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"
Química 12º - "Polimeros e reciclagem dos plásticos"
 
Reações de polimerização
Reações de polimerização Reações de polimerização
Reações de polimerização
 
PolíMeros - Prof Thaiza
PolíMeros - Prof ThaizaPolíMeros - Prof Thaiza
PolíMeros - Prof Thaiza
 
Aula - Reações de polimerização
Aula - Reações de polimerizaçãoAula - Reações de polimerização
Aula - Reações de polimerização
 
Polímeros e o plástico
Polímeros e o plásticoPolímeros e o plástico
Polímeros e o plástico
 
Polímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da Silva
Polímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da SilvaPolímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da Silva
Polímeros - Trabalho de Química Escola Manoel Lúcio da Silva
 
Polímeros
PolímerosPolímeros
Polímeros
 

Mais de TulyhanderNascimento

2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf
2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf
2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdfTulyhanderNascimento
 
O que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdf
O que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdfO que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdf
O que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdfTulyhanderNascimento
 
Polímeros - Aula Introdutória.ppt
Polímeros - Aula Introdutória.pptPolímeros - Aula Introdutória.ppt
Polímeros - Aula Introdutória.pptTulyhanderNascimento
 
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdfProcessos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdfTulyhanderNascimento
 
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdf
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdfINTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdf
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdfTulyhanderNascimento
 
Entenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdf
Entenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdfEntenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdf
Entenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdfTulyhanderNascimento
 
Polímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdf
Polímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdfPolímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdf
Polímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdfTulyhanderNascimento
 

Mais de TulyhanderNascimento (13)

2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf
2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf
2-Introdução geral de polímeros_ 20_05_2014.pdf
 
O que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdf
O que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdfO que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdf
O que são os polímeros_ Introdução ao estudo dos polímeros.pdf
 
Polímeros - Aula Introdutória.ppt
Polímeros - Aula Introdutória.pptPolímeros - Aula Introdutória.ppt
Polímeros - Aula Introdutória.ppt
 
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdfProcessos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
Processos Industriais em polímeros - Aula - EQ.pdf
 
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdf
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdfINTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdf
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS POLIMÉRICOS.pdf
 
Polímeros - Manual do Enem.pdf
Polímeros - Manual do Enem.pdfPolímeros - Manual do Enem.pdf
Polímeros - Manual do Enem.pdf
 
Entenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdf
Entenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdfEntenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdf
Entenda o que são polímeros e para que servem - eCycle.pdf
 
minicurso_polimero.pdf
minicurso_polimero.pdfminicurso_polimero.pdf
minicurso_polimero.pdf
 
Aula 1 - Material em slide.pdf
Aula 1 - Material em slide.pdfAula 1 - Material em slide.pdf
Aula 1 - Material em slide.pdf
 
Polímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdf
Polímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdfPolímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdf
Polímeros_ conceito, classificação, propriedades e reações químicas.pdf
 
Polímeros.pdf
Polímeros.pdfPolímeros.pdf
Polímeros.pdf
 
Polímeros Aula.pdf
Polímeros Aula.pdfPolímeros Aula.pdf
Polímeros Aula.pdf
 
Apostila de Polímeros.pdf
Apostila de Polímeros.pdfApostila de Polímeros.pdf
Apostila de Polímeros.pdf
 

Último

Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaeliana862656
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptxProva de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptxJosAurelioGoesChaves
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETODouglasVasconcelosMa
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoprofleticiasantosbio
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 

Último (20)

Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escrita
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptxProva de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptx
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETOProjeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
Projeto leitura HTPC abril - FORMAÇÃP SOBRE O PROJETO
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 

Aulas 9 e 10. Polimeros e Aplicações.pdf

  • 1. Polímeros 1 São macromoléculas constituídas de unidades repetitivas, ligadas através de ligações covalentes. • Classificação quanto a natureza • Naturais (Madeira, borracha, proteínas) • Sintéticos PVC, poliestireno, polipropileno Aula 10. Química de Polímeros. Profa. Adélia Celulose
  • 2. Plásticos — Os plásticos são materiais orgânicos poliméricos sintéticos, de constituição macrocelular, dotada de grande maleabilidade, facilmente transformável mediante o emprego de calor e pressão, e que serve de matéria-prima para a fabricação dos mais variados objetos. — A matéria-prima dos plásticos geralmente é o petróleo. Este é formado por uma complexa mistura de compostos. Aula 10. Química de Polímeros. Profa. Adélia
  • 3. Exemplos de fontes de monômeros para obtenção de alguns polímeros sintéticos Aula 1: Introdução 3
  • 4. Características dos Polímeros • São moléculas orgânicas longas, compostas por repetição de monômeros. Monômero Polímero • São moldáveis por processos de compressão, transferência, injeção de ar e extrusão, sempre aplicando calor e pressão, juntos ou independentemente
  • 6. C C C C C C H H H H H H H H H H H H Polietileno (PE) Cl Cl Cl C C C C C C H H H H H H H H H Poli (cloreto de vinila) (PVC) Polipropileno (PP) H H H H H H C C C C C C CH3 H H CH3 CH3H Polímeros Lineraes Etileno C C H H H H C C H H H H C C H H H H C C H H H H
  • 7. Aula 1: Introdução 7 Polietileno de Alta Densidade (HDPE
  • 8. Aula 1: Introdução 8 Polietileno de Baixa Densidade (LDPE
  • 9. Aula 1: Introdução 9 Fenolformaldeído (PF)
  • 10. Polímeros lineares: as unidades são unidas em cadeias únicas. Ex. PVC, náilon Polímeros ramificados: contêm cadeias laterais conectadas às principais. Polímeros com ligações cruzadas; São polímeros onde as cadeias adjacentes estão unidas umas às outras através de ligações covalentes.
  • 11. 11 Polímeros em rede: São polímeros que possuem muitas ligações cruzadas formando redes tridimensionais. Ex. epóxi.
  • 12. Classificação quanto a rigidez Termoplásticos: são polímeros que podem ser repetidamente processados sob aquecimento. Possuem cadeias lineares e ramificadas, com forças de interação relativamente fracas. Ex: polietileno, PVC, poli(metacrilato de metila) Termofixos: não podem ser amolecidos com o aquecimento, mantendo-se permanentemente rígidos com o aumento da temperatura. Cadeias com alta densidade de ligações cruzadas. Ex: Resinas epóxi, resinas de poliésteres.
  • 13. Elastômeros Aula 1: Introdução 13 Elastômeros: São conhecidos como borrachas, apresentam grande elasticidade, voltando a forma anterior após estiramento. São elásticos porque possuem pequena quantidade de ligações cruzadas. Ex: borracha natural, polibutadieno, silicone.
  • 14. enxofre Vulcanização Formação de ligações cruzadas através de ligações químicas.
  • 15. Direção do aumento da resistência mecânica Ramificada Ligações Cruzadas Rede Linear Ligações secundárias Estrutura molecular e resistência mecânica de polímeros
  • 16. Deformação Tensão (MPa) Plástico Elastômero Frágil Propriedades mecânicas de polímeros Tensão x Deformação Limite de resistência à tração
  • 17. Propriedades mecânicas de polímeros Tensão x Deformação Deformação Tensão Limite de resistência à tração Limite de escoamento
  • 18. Propriedades mecânicas de polímeros Temperatura x Deformação Tensão (MPa) Deformação PMMA ↑temperatura ↓ resistência ↑temperatura ↑ alongamento
  • 19. Plásticos Quimicamente inertes, mecanicamente resistentes, isolantes, transparentes, translúcidos ou opacos, etc... Revestimentos, brinquedos, lentes, vedações, engrenagens, isolantes, garrafas, etc... Aplicações de polímeros
  • 21. Aplicações de polímeros lineraes — As cadeias lineares agrupam-se paralelamente, o que possibilita uma grande interação intermolecular, originando um material rígido de alta densidade, utilizado na fabricação de garrafas, brinquedos e outros objetos. — Polietileno é o mais usado. Sua sigla técnica é PEAD ou HDPE e sua identificação em processos de reciclagem é dada pelo símbolo
  • 22. 22 Aplicações de polímeros ramificados — As ramificações das cadeias dificultam as interações, originando um material macio e flexível, conhecido por polietileno de baixa densidade. Sua sigla é PEBD ou LDPE e sua identificação em processos de reciclagem é dada pelo símbolo — É utilizado para produzir sacos plásticos, — revestimento de fios e embalagens maleáveis.
  • 23. Polipropileno (PP) 23 É obtido pela polimerização do propeno (propileno). Seu símbolo de reciclagem é: É utilizado para produzir objetos moldados, fibras para roupas, cordas, tapetes, material selante, bandejas, prateleiras e pára-choques de automóveis, dentre outros.
  • 24. 24 Poliestireno (PS) É obtido pela adição sucessiva de vinilbenzeno (estireno). Seu símbolo de reciclagem é: • É usado na produção de objetos moldáveis, como pratos, copos, xícaras, seringas, material de laboratório e outros materiais rígidos transparentes. • Quando sofre expansão provocada por gases, origina um material conhecido por isopor, que é utilizado como isolante térmico, acústico e elétrico.
  • 25. Policloreto de vinila (PVC) — Esse polímero é obtido a partir de sucessivas adições do cloreto de vinila (cloroeteno) A massa molar do policloreto de vinila pode atingir 1500000 g/ mol, e costuma-se utilizá-lo para produzir tubulações, discos fonográficos, pisos e capas de chuva. O couro sintético, que imita e substitui o couro de origem animal, é o policloreto de vinila misturado com corantes e outras substâncias que aumentam sua elasticidade.
  • 26. Policloreto de vinila (PVC) — Uma de suas principais características é o fato de que ele evita a propagação de chamas, sendo usado como isolante elétrico. Seu símbolo de reciclagem é: • O PVC é o único material plástico que não é totalmente originário do petróleo. Ele contém, em peso, 57% de cloro, um derivado do cloreto de sódio (sal de cozinha), e 43% de eteno, derivado do petróleo. Portanto, a principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, um recurso natural renovável e disponível em abundância na natureza.
  • 27. — É o produto da polimerização do tetrafluoreteno ou tetrafluoretileno. Seu símbolo de reciclagem é: • O tefion é um polímero excepcionalmente inerte, não- combustível e bastante resistente. É usado para produzir fitas de vedação, revestimentos antiaderentes de panelas e frigideiras, isolante elétrico, canos e equipamentos para a indústria química (válvulas e registros), dentre outros. Teflon (PTFE)
  • 28. Poliacrilonitrila — É o produto obtido pela polimerização do acrilonitrila ou cianeto de vinila. Não é utilizado em processos de reciclagem. Podem sofrer processos de fiação. Esse é um dos poucos polímeros que podem ser obtidos em solução aquosa. Se o poliacrilonitrila for adicionado a um solvente apropriado, ele pode ser estirado facilmente, permitindo a obtenção de fibras comercializadas com o nome de orlon ou acrilon.
  • 29. Poliacetato de vinila (PVA) — É o produto obtido pela polimerização do acetato de vinila: • Grande parte do PVA produzido atualmente é utilizada para a produção de tintas, adesivos e goma de mascar. • Seu símbolo de reciclagem é:
  • 30. Polimeta-acrilato de metila (PMMA) — É o produto da polimerização do meta-acrilato de metila: Na produção faz-se com que a reação ocorra a formação de uma massa pastosa, a qual é derramada em um molde ou entre duas lâminas verticais de vidro, onde ocorre o fim da polimerização. As peças são incolores, apresentando grande transparência, por isso, esse polímero é utilizado para produzir lentes de contato, painéis transparentes, lanternas de carro, painéis de propaganda, semáforos etc.
  • 31. Poliacetileno — É o primeiro polímero condutor de corrente elétrica. Tem baixa densidade, "não enferruja" e pode formar lâminas finas. — A capacidade de condução elétrica se deve à presença de duplas ligações alternadas em sua estrutura, o que permite que os elétrons fiquem deslocalizados ao longo da cadeia.
  • 32. Borrachas sintéticas — As matérias-primas mais comuns para a produção de borrachas sintéticas são: Suas polimerizações podem ser representadas por:
  • 33. Borrachas sintéticas — As borrachas sintéticas, quando comparadas às naturais, são mais resistentes às variações de temperatura e ao ataque de produtos químicos, sendo utilizadas para a produção de mangueiras, correias e artigos para vedação. — Existem outros tipos de borrachas sintéticas formadas pela adição de dois tipos diferentes de monômeros. Essas borrachas são classificadas como copolímeros. — Copolímeros são polímeros formados por mais de um tipo de monômero.
  • 34. Borrachas sintéticas A mais importante dessas borrachas é formada pela copolimerização do eritreno com o estireno, que é conhecida pelas siglas GRS (government rubber styrene) ou SBR (styrene butadiene rubber), cuja principal aplicação é a fabricação de pneus.