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Marco logico na gest conhec e cap humano unioest

  1. 1. Gestão de Políticas Públicas no Paraná O USO DO MARCO LÓGICO NA GESTÃO DO CONHECIMENTO E DO CAPITAL HUMANO NA REITORIA DA UNIOESTE Jandira Turatto Mariga - UNIOESTE Roseli Aparecida Valera Paris - UNIOESTE Silvia Inês Idalgo - UNIOESTE Rosana Kátia Nazzari - UNIOESTE1 Introdução técnico-administrativo. Verifica-se que, embora titulados e com vasta experiência administrativa O capital humano de uma organização pode universitária, os cargos administrativos são ser definido como atualização e especialização normalmente delegados aos docentes com dos funcionários, inovação, atitudes, posição nenhuma ou pouca experiência administrativa. hierárquica, rotatividade, experiência profissional A alta rotatividade dos docentes em cargos e aprendizado individual, ou seja, a soma do administrativos, por meio de indicações políticas, conhecimento de todos os que fazem parte de uma gera descontinuidade nos procedimentos organização (STEWART, 1998). técnicos e administrativos, promovendo atrasos nos encaminhamentos administrativos As universidades têm objetivos diferentes, institucionais. finalidades específicas, e também muitas semelhanças de outras instituições ou empresas, Percebem-se nas organizações universitárias gestores que desconhecem o capital humano de e podem ser administradas segundo os modelos suas instituições. Gestões com esse perfil fazem propostos pelas teorias da administração com que a universidade perca, ou seja, os servidores (DOMENICO, 2001). No entanto, a gestão sentem-se desmotivados e desinteressados deve voltar-se para o gerenciamento dos clientes administrativamente, uma vez que, na maioria internos (funcionários, docentes e alunos), pelo dos casos, “precisam ensinar e fazer o trabalho” mercado (clientes externos e finais), fornecedores e pelos docentes em cargos administrativos. Por pelo produto, que é o profissional que será formado outro lado, a instituição perde em qualidade de pela instituição (MAGALHÃES, 2001). ensino e pesquisa, porque o docente em cargo Assim, a competitividade nas universidades administrativo, normalmente com título de doutor, dependerá cada vez mais das suas habilidades deixa de exercer o cargo de docente, ou o exerce em desenvolver e gerenciar o seu capital humano parcialmente. que, por sua vez, é influenciado pelos aspectos organizacionais da universidade: estrutura, estilo As universidades precisam redefinir seu modelo gerencial e cultura organizacional (FREITAS de gestão e este deve estar baseado na valorização JR., 2003). do capital humano por ela mesma qualificado do seu quadro técnico-administrativo, extirpando O capital humano das universidades é a visão de que o status de docente equivale aconstituído de docentes e servidores. Os docentes experiência administrativa.possuem função específica ligada ao ensino,pesquisa e extensão. Neste sentido, cabe aos Note-se que as organizações têm condutas diferenciadas quanto à gestão do conhecimento.servidores técnico-administrativos o gerenciamento Por isso inexiste um modelo que se adapte a todasno que se refere à parte administrativa e a parte as organizações. Segundo DEmO (1997, p. 28), éfísica das instituições, de forma a possibilitar aos preciso “buscar o caminho do meio entre a voracidadedocentes uma melhor administração da produção, do conhecimento e a lerdeza de mudanças em umagerenciamento e transmissão do conhecimento instituição secular”, pois a oposição dos que detêmintelectual. o conhecimento em mudar é intenso, gerando um O atual modelo de gestão universitária não atraso em relação ao ritmo do conhecimento daprivilegia o capital humano localizado no segmento dinâmica da sociedade. Capítulo 1 - Educação 85
  2. 2. Gestão de Políticas Públicas no Paraná Nesse novo contexto de globalização, economia c) Propor, pela matriz do marco lógico,do conhecimento e era da informação, faz-se alternativas para os possíveis problemasnecessário repensar a missão, os objetivos e encontrados por meio da aplicação dasas funções da universidade frente aos novos árvores de problemas e objetivos.paradigmas do conhecimento. Assim, pode-se destacar que a principal matéria-prima dasuniversidades é o conhecimento que, por sua 3 Metodologiavez, deve contribuir para o desenvolvimento da Para atender aos objetivos propostos, realizar-sociedade. Então, como importantes organizações se-á uma pesquisa bibliográfica enfocando, de umde desenvolvimento regional, as universidades lado, a gestão do capital humano e o conhecimentodevem suscitar discussões em torno de um novo nas organizações e, de outro, a árvore de problemasmodelo de gestão, baseado no conhecimento e e de objetivos, bem como, o marco lógico e suasna valorização do capital humano do seu quadro aplicações.técnico-administrativo. O principal objetivo dauniversidade é gerar conhecimento pela pesquisa, Concluídas as etapas precedentes, a árvore de problemas será aplicada a um extrato de 10%ensino e extensão, e não deve ficar prejudicado dos servidores técnico-administrativos lotados napela disfunção gerada pela substituição dos Reitoria da Unioeste, onde serão levantados ostécnico-administrativos pelos docentes nos cargos principais problemas administrativos acarretadosestratégicos da instituição. pela eventual não-utilização do capital humano Para que haja valorização do capital humano, técnico-administrativo. A técnica utilizada seránão basta um plano de carreira estrutural e uma a focus group, que corresponde à criação de umpolítica de qualificação adequada para o setor, mas espaço-tempo de troca de informações em grupo,principalmente mudar o estilo e a cultura gerencial. através da focalização dos seus elementos numEm virtude de tais argumentos, este estudo determinado assunto/tema. Essa técnica permitebusca verificar como se pode valorizar o capital levantar vasto número de informações.humano do segmento técnico-administrativo nas A seguir, e de acordo com o levantamentoorganizações universitárias. Para tal, propõem-se da etapa anterior e, baseado na matriz marcoos seguintes objetivos: lógico, buscar-se-á quais seriam os elementos que os gestores universitários devem utilizar para a2 Objetivos Gerais e Específicos solução dessa problemática. Estabelecidos os problemas e os meios para a2.1 Objetivo geral solução dessa problemática, propor um projeto, através da matriz marco lógico, com alternativas Fomentar a gestão do capital humano na de solução para a utilização eficiente do capitalReitoria da Universidade Estadual do Oeste do humano técnico-administrativo da Reitoria daParaná baseando-se nos resultados da árvore de UNIOESTE.problemas e de objetivos e da matriz do marcológico. 4 Revisão Bibliográfica2.2 Objetivos específicos 4.1 Gestão do Conhecimento a) Identificar e caracterizar, por meio da Segundo Drucker (1999), dados e informações árvore de problemas, as causas das possíveis não são conhecimento. Os dados fazem parte de deficiências na gestão do capital humano um conjunto de fatores que, numa organização, na Reitoria da UNIOESTE. são entendidos como matéria-prima básica da informação e a informação é a interpretação desses b) Levantar, por meio da árvore de objetivos, dados que possuem relevância e propósito. as formas para otimizar a gestão dos técnico-administrativos da Reitoria da A evolução do conhecimento suscita ameaças UNIOESTE. e oportunidades para as organizações. A rapidez86 O Uso do marco Lógico na Gestão do Conhecimento e do Capital Humano na Reitoria da Unioeste
  3. 3. Gestão de Políticas Públicas no Paranádo avanço do conhecimento e da informação, bem e sua contextualização interna ou externa àcomo a evolução dos computadores e das redes de organização.informações fez surgir organizações moldadas sob Aqui, apresentamos como se dá a gestão doos pressupostos da maximização e alavancagem do conhecimento nas organizações contemporâneas.conhecimento, tais organizações têm por base os A seguir dissecamos como os principais teóricosparadigmas do conhecimento e do capital humano interpretam o capital intelectual e a sua importânciae apresentam novas formas de organização, nas organizações.estruturação, sistemas e processos. NONAkA e TAkEUCHI (1997), citados por 4.2 Capital IntelectualSTARkEy (1997), definem como organizações deconhecimento aquelas que criam sistematicamente O termo “capital intelectual” surgiu emnovos conhecimentos, disseminando-os por toda 1994, quando Thomas Stewart publicou a obraa organização, incorporando-os rapidamente em de mesmo título e o define como o conjunto denovas tecnologias e produtos. conhecimentos e informações encontrados nas Para SVEIby (1998), as organizações de organizações e que agregam valor ao produto ouconhecimento podem ser definidas como redes serviço mediante a aplicação da inteligência.de fluxo de conhecimento, cujos profissionais são EDVINSSON e mALONE (1998, p. 19)altamente qualificados e cujo valor financeiro está definem capital intelectual como “capital nãomais concentrado nos ativos intangíveis do que financeiro que representa a lacuna oculta entre o valornos tangíveis. de mercado e o valor contábil. Sendo, portanto, a soma Segundo LASTRES e ALbAGLI (1999, p. 69), do capital humano e do capital estrutural”.“[...] a adoção de modelos de gestão de alta performance Corrobora com esse pensamento PFEIL (2003,exigirá uma verdadeira revolução tanto nas formas como p. 23), que considera o capital intelectual comoestão hoje estabelecidas as relações entre capital e trabalho a “diferença entre o valor de mercado e o valor contábilcomo nas profundas alterações sobre o tipo de bases de das ações”. Nesse sentido, incluem-se nesse conceitoinformações requeridas para viabilizar essa nova forma todos os valores dos ativos intangíveis, como, porde gestão”. exemplo, uma marca (intangível) que valoriza um As organizações do conhecimento funcionam, determinado produto (tangível) da empresa.portanto, como via contínua de transferência e Segundo GRANSTRAND (1999), o capitaltransformação de informações e conhecimento, intelectual trouxe consigo uma nova ordemonde participam clientes internos e externos, e as econômica à medida que duas principais correntessuas estruturas internas podem ser metaforicamente convergiam: i) a transição para uma sociedadecomparadas a uma rede, como afirma Stewart baseada em conhecimento científico e tecnológico,(1998), “o conhecimento tornou-se o principal ou sociedade da informação, e ii) o fortalecimentoingrediente do que produzimos, fazemos, compramos e dos sistemas econômicos capitalistas, umavendemos” (STEWART, 1998, p. 11). vez que a gestão da inovação está baseada em ANGELONI e FERNANDES (2006) criaram conhecimento e informação.outro modelo de organização do conhecimento LyNN (2000) salienta que as duas correntesque surgiu da união do modelo de Prax com trazem, de forma implícita ou explícita, um conjuntoas variáveis abordadas pelos pesquisadores doInstituto de Tecnologia de massachusetts (mIT) de mudanças paradigmáticas manifestadas pelosdos Estados Unidos. Esse modelo define as seguintes aspectos: a) globalização dos processosorganizações do conhecimento voltadas para a de gestão; b) utilização intensiva de sistemas decriação, armazenamento e compartilhamento do informação; c) aumento progressivo de esforçosconhecimento em três dimensões (infra-estrutura tendo em vista a mensuração, avaliação e controleorganizacional, pessoas e tecnologia), visando o dos recursos disponíveis; d) maior demanda dealcance dos objetivos individuais e organizacionais.Note-se que todos os modelos apresentados têm conhecimento visando à produção de informaçõeso conhecimento como foco principal, existindo e ao aumento da racionalidade, produtividade evariação apenas na forma de análise das variáveis lucratividade dos sistemas empresariais; e) maior Capítulo 1 - Educação 87
  4. 4. Gestão de Políticas Públicas no Paranávalorização dos ativos intangíveis e, f) busca de O conceito capital humano é bastante amplocompetitividade pela produção de inovações e resulta de um consenso entre os diversos termostecnológicas e de bens e serviços de melhor envolvidos: capital, investimento, educação,qualidade. aptidão e trabalho. Segundo SCHULTz (1973, p. 31), “a principal característica do capital humano é que A evolução e o valor dos intangíveis para as ele parte do homem: é humano porque está configurado no organizações resultaram no aprimoramento homem, e é capital porque é fonte de futuras satisfações de técnicas e métodos para o gerenciamento do ou rendimentos”. Então, o capital humano não é capital intelectual (SULLIVAN, 2000). um item que pode ser simplesmente vendido, Vimos que o capital intelectual é a soma de ele pode ser obtido através de investimentos notodo o intangível de uma organização incluindo-se próprio indivíduo.o capital humano. No tópico seguinte dissertamos Os defensores da teoria do capital humanosobre a importância do capital humano no sucesso vêem os trabalhadores como detentores dessedas organizações. capital e, portanto, os classificam como capitalistas. Ainda, segundo SCHULTz (1973, p. 35), “os4.3 Capital Humano trabalhadores transformam-se em capitalistas, não pela difusão da propriedade das ações da empresa [...], mas O capital humano corresponde a toda capacidade, pela aquisição de conhecimentos e de capacidades que conhecimento, habilidades e experiências possuem valor econômico”. individuais dos empregados. Já o capital intelectual corresponde à infra-estrutura de apoio Conforme vimos, o capital humano é fonte (EDVINSSON; MALONE, 1998). de riqueza e um dos principais responsáveis pelo sucesso ou insucesso de uma organização. Segundo PACHECO (2005), o capital humano No mercado globalizado, o conhecimento é oé conhecido como o know-how, capacidade, diferencial de alavancagem nas organizações. Ahabilidade e especializações das pessoas de universidade é geradora de novos conhecimentos,uma organização, ou seja, os ativos críticos do e, nesse processo, como a universidade vê econjunto do capital intelectual, sendo que são as gestiona seu capital humano? No item seguinte,pessoas que criam e sustentam a riqueza de uma pretende-se mostrar como se dá a gestão do capitalorganização. humano na universidade. O capital humano é que permite às organizações reagirem mais rápido que a concorrência, 4.4 Árvore de Problemas configurando-se como uma rede eletrônica que repassa as informações dentro da organização A árvore de problemas é uma técnica muito através da cooperação, antecipando suas utilizada na elaboração de projetos, uma vez que necessidades (LACOMBE; HEILBORN, permite visualizar todo o processo, desde a sua 2003). elaboração, através de uma leitura de baixo para Segundo RENOSTRO e NAzzARI (2004), no cima, ou seja, as causas do problema surgem naséculo XXI, onde o saber tornou-se o principal pilar parte de baixo e os efeitos na parte superior.das sociedades avançadas e onde as virtudes do Tanto as causas quanto os efeitos seguem ocapital humano são constantemente elogiadas, o mesmo raciocínio de desenvolvimento. Então, obrasil ainda possui um contingente de 15 milhões diagnóstico do problema surgirá após a inclusãode analfabetos. de todas as informações essenciais que possam SANDRONI (1994) afirma que o termo capital elucidar as relações causas/efeito. Segundo LUzzIhumano “[...] é utilizado também para designar as (2006), para construir uma árvore de problemasaptidões e habilidades pessoais que permitem ao indivíduo é preciso:auferir uma renda. Esse capital deriva de aptidões • identificar os principais problemas existentes naturais ou adquiridas no processo de aprendizagem. baseados na informação disponível;Nesse sentido, o conceito de capital humano correspondeao de capacidade de trabalho (SANDRONI, 1994, • selecionar e focar um problema para p. 41). análise;88 O Uso do marco Lógico na Gestão do Conhecimento e do Capital Humano na Reitoria da Unioeste
  5. 5. Gestão de Políticas Públicas no Paraná • identificar as causas substanciais e diretas a relação causa-efeito entre os problemas; do problema; • rever a árvore, verificar sua validez e fazer • identificar os efeitos substanciais e diretos os ajustes necessários. do problema; A figura a seguir mostra claramente como • construir uma árvore do problema mostrando construir uma árvore de problemas: Figura 1 - Árvore de problemas Fonte: LUzzI (2006). A partir do diagnóstico, formula-se a hipótese. seguinte, na árvore de objetivos, como veremosEsta permite visualizar a conduta do sistema a seguir.estudado e, então, a partir disto, origina-se aformulação do problema. O sucesso na resolução 4.5 Árvore de Objetivosdo problema depende da forma criteriosa daelaboração do projeto. A árvore de objetivos mostra as relações entre A exata formulação do problema depende os objetivos do projeto, passando de uma situaçãomuito da correta aplicação da árvore de problemas real para a desejada, ou seja, reconstruir a árvoreque, por sua vez, transforma-se, num momento de problemas de uma forma positiva. Figura 2 - Situação real x situação desejada Fonte: mPPO (2006). Capítulo 1 - Educação 89
  6. 6. Gestão de Políticas Públicas no Paraná Nesse processo, a árvore de problemas e o O marco lógico foi desenvolvido nos Estadosproblema principal transformam-se em árvore de Unidos e adotado pela USAID em 1973 eobjetivos, numa espécie de “árvore sombra” onde é utilizado, hoje, por diversas organizaçõessão apresentados os objetivos, pela ótica positiva, internacionais, inclusive pela Agênciaporém nem toda relação causa/efeito se transforma Brasileira de Cooperação, órgão do Ministérioem meios/fins. das Relações Exteriores, na análise de projetos No processo de trabalho de baixo para cima, submetidos à sua apreciação, pois oferecenecessário se faz verificar se as relações causa/ inúmeras vantagens sobre outros enfoquesefeito se transformaram em relações meios/fins e menos estruturados (BID, 1997).balizar linhas indicando as relações meios/fins na O modelo de marco lógico propicia umaárvore de objetivos. análise detalhada do projeto e deve demonstrar Neste tópico, vimos a transformação da árvore a compatibilidade lógica entre a finalidade,de problemas em árvore de objetivos e, no tópico objetivos, produtos e as atividades, ou seja,seguinte, será demonstrado como e quais ações a realização das atividades deve resultar emdevem ser adotadas, através da matriz de marco produtos (bens ou serviços) que possibilitemlógico, para a mitigação desses problemas. alcançar o objetivo proposto. As conseqüências da realização do objetivo são os impactos esperados4.6 Marco Lógico e a finalidade do programa ou projeto. Para isso, tem-se uma estrutura lógica na qual devem Segundo ADULIS (2006), a avaliação de constar os seguintes itens: i) atividades: tarefasprojetos ou programas sociais é um dos campos que devem ser executadas para a geração de bensmais polêmicos na gestão social. Nos últimos anos,tem se tornado fundamental avaliar os projetos e e serviços; ii) produtos: bens e servidos ofertadosprogramas de forma mais sistemática, buscando (metas fixadas); iii) objetivos: resultados diretosmaior eficácia, eficiência e efetividade dos projetos associados à geração de bens e serviços e, iv)e programas. Esta avaliação mais sistemática finalidades: benefícios almejados (impacto datambém é feita em função das exigências impostas ação do gestor).por agências financiadoras. Segundo POSSAmAE FILHO (2003), a matriz O marco lógico é um instrumento facilitador do do marco lógico consiste de quatro colunas e quatro planejamento, gestão e avaliação de projetos de linhas que fornecem uma descrição completa do desenvolvimento, de discussão, transparência, programa e dos métodos de verificação. Nesta participação, além de facilitar à análise, o intercâmbio de experiências, a possibilidade de matriz, a hierarquia se estabelece pelas colunas escolha de diferentes alternativas e relacionar a verticais, sendo que as referências lógicas cruzam análise com a ação, segundo Buvinich citado por horizontalmente, conforme pode ser observado (POSSAMAE FILHO, 2003). na Figura 3, a seguir. Figura 3 - matriz padrão do modelo de marco lógico Fonte: HEyER adaptado por POSSAmAE FILHO (2003, p. 38).90 O Uso do marco Lógico na Gestão do Conhecimento e do Capital Humano na Reitoria da Unioeste
  7. 7. Gestão de Políticas Públicas no Paraná Para REIS (2006), “[...] os objetivos da avaliação 5 Resultados Obtidossão conhecer, através de comprovação objetiva esistemática, o andamento de um projeto, se os objetivose metas estão sendo alcançados e se a situação-problema 5.1 Aplicação da Árvore de Problemasestá sendo modificada”, ou seja, deve-se: i) estabelecer na UNIOESTEo grau de pertinência, idoneidade, efetividade/eficácia e eficiência/rendimento de um programa, Conforme descrito na metodologia, utilizamosprojeto ou serviço; ii) determinar as razões dos a ferramenta focus group para a aplicação da árvoreêxitos e fracassos; iii) facilitar o processo de de problemas. Essa ferramenta possibilita que ostomada de decisões para melhorar ou modificar o problemas levantados sejam mais bem dissecados.programa ou projeto e iv) analisar outros objetivos O grupo constituiu-se de 10% dos servidoresque podem ser alcançados. técnico-administrativos da Reitoria. A dinâmica foi aplicada no dia 9 de outubro de 2006, na Ainda, segundo a autora, a avaliação deve estar Sala dos Conselhos Superiores da Universidadeatenta as três etapas do projeto: planejamento, e, num primeiro momento, foram apresentadosprocesso e resultados. A análise deve ser feita a slides para os presentes explicando a finalidadecada etapa e não somente ao final do projeto. e os objetivos do encontro. Foram apresentados Assim, a avaliação não se resume aos conceitos de gestão do conhecimento, capitalresultados, mas permite colher informações e intelectual, capital humano, árvore de problemas,dados importantes para a avaliação de todas as árvore de objetivos e marco lógico. Em seguidafases do projeto. Neste sentido, REIS (2006) foi explicada a dinâmica da aplicação da árvoreenfatiza a importância da avaliação do projeto de problemas, bem como foi apresentado o temadurante a sua execução. Devem-se considerar central, para que os participantes conhecedores doos seguintes aspectos: i) avaliação de cobertura quotidiano do contexto da intervenção efetuassem– se o público-alvo está sendo atingido (até que o levantamento dos problemas. O levantamentoponto conhece o projeto, se há barreiras ou se o dos problemas se dá através da troca ativa dosprojeto é acessível, se é aceito pela população) saberes entre os participantes, aliados a outros saberes (culturais, informais e práticos).e até que ponto a área de atuação é coberta;ii) avaliação da implementação - julga se os No processo de aplicação da dinâmica, a equipeinstrumentos planejados para a implementação propiciou espaço para que todos os presentessão necessários, suficientes, idôneos (no sentido de participassem de forma a encontrar os pontoster capacidade de cumprir as metas estabelecidas), de interesse comum onde, aparentemente, hápotentes e eficazes; iii) avaliação do ambiente contradição.organizacional - se a organização responsável O processo de levantamento de problemas nãopelo projeto, em seus aspectos internos, favorece foi rígido, porém seguiu alguns passos básicos:ou dificulta seu andamento, e iv) avaliação do i) levantou-se as questões; ii) discutiu-se; iii)rendimento pessoal, onde importa considerar dissecou-as e iv) criou-se um objetivo comum.se os indivíduos envolvidos na implementaçãopossuem habilidades e atitudes que favoreçam o Considera-se problema toda situação vividadesempenho das tarefas, se são capazes de aplicar no momento da intervenção que afeta o alcanceseus conhecimentos e de sistematizar a própria da sua finalidade, e na qual se perspectiva umaexperiência, assim como de organizar o trabalho melhoria para a situação desejada.e solucionar problemas concretos. A leitura e a verificação se a árvore de O marco lógico promove a sumarização dos problemas está construída de forma lógica podeelementos centrais do projeto, explicita a lógica se dar de duas formas: i) a leitura pode ser feita noexistente por trás do mesmo e mostra algumas sentido das relações de causalidade dos problemasrelações de causa/efeito entre atividades e e ii) no sentido das relações de resolubilidade dosresultados. O emprego do marco lógico propicia, problemas.portanto, aos gestores definição e clareza de A partir das causas e efeitos acusados na árvoreobjetivos, bem como estabelece parâmetros de de problemas, construiu-se a árvore de objetivos,monitoramento e avaliação. sendo esta uma relação entre os objetivos do Capítulo 1 - Educação 91
  8. 8. Gestão de Políticas Públicas no Paranáprojeto. A árvore de objetivos é um novo mapa positiva, ou seja, com as situações atuais construiu-cognitivo, agora com as situações desejadas. se uma árvore com as situações desejadas. A árvore de objetivos é uma árvore simétrica à As árvores de problemas e de objetivosárvore de problemas e a sua construção consistiu (sombra) estão demonstradas nas Figuras 4 e 5,em reformular os problemas pela prospecção a seguir. Figura 4 - Árvore de problemas Fonte: Dados da investigação das autoras (2006). Figura 5 - Árvore de objetivos Fonte: Dados da investigação das autoras (2006).92 O Uso do marco Lógico na Gestão do Conhecimento e do Capital Humano na Reitoria da Unioeste
  9. 9. Gestão de Políticas Públicas no Paraná5.2 Elaboração do Modelo de Marco nível e expressos em termos quantitativos, qualitativos e temporais; Lógico a partir da Aplicação da Árvore de Problemas b) indicadas as fontes que contêm dados sobre os indicadores (meios de verificação); Para obter as respostas objetivas às questões c) i d e n t i f i c a d o s o s f a t o re s e x ó g e n o slevantadas através da árvore de problemas, (pressupostos) que podem afetar o objetoelaborou-se o modelo de marco lógico, onde cada da auditoria em cada nível, avaliandoprograma ou projeto está organizado e estruturado os riscos existentes e formulando açõesde forma a atingir tanto a sua finalidade quanto alternativas.os objetivos. Assim, a matriz de marco lógico correspondente Além de ordenar os processos organizacionais, ao presente trabalho apresenta nas linhas ascom o modelo de marco lógico foram: informações acerca dos objetivos, indicadores, meios a) definidos indicadores práticos, objetivos, de verificação e pressupostos em quatro momentos mensuráveis e independentes para cada diferentes, conforme mostrado na Figura 6. Figura 6 - matriz de marco lógico desenvolvida pela equipe Indicadores Meios de Hipóteses - Verificação Pressupostos Finalidade => Valorizar - N.º de técnicos com Relatórios extraídos Programa o capital humano. graduação, especialização, do RH. alimentado com técnico, visando maior mestrado e doutorado. dados eficiência e eficácia - N.º de cursos de desatualizados. administrativa e de aperfeiçoamento. planejamento. Objetivo => Aproveitar - Tempo de exercício na Dados extraídos do Programa o capital humano técnico universidade. programa de RH. alimentado com de acordo com o perfil - Servidores que já dados profissional e de ocuparam cargos de chefias. desatualizados. qualificação. - N.º servidores em cargos de nível superior. Projetos: Relatório da 1.Garantir a continuidade Projeto 1. Tempo de tramitação de e a qualidade das tramitação dos processos. processos extraídos atividades do protocolo geral. administrativas. Projeto 2. N.º de técnicos 2. Garantir a capacitação, buscando Relatório extraído profissionalização e qualificação/motivação. do RH. mot ivação do capital humano técnico. Projeto 3. a) Objetividade 3. Demonstrar aos nas soluções e Observação direta gestores que o capital encaminhamentos. por amostragem de humano técnico está b) Tempo disponível para a processos. capacitado para função exercida. Técnicos com funções de chefias nos c) N.º de técnicos com dedicação diversos níveis. qualificação acadêmica exclusiva. 4. Criar um programa de adequada. Relatório do RH. gestão de pessoas no âmbito da Reitoria da Unioeste. Capítulo 1 - Educação 93
  10. 10. Gestão de Políticas Públicas no Paraná Indicadores Meios de Hipóteses - Verificação Pressupostos Atividades: Não- Inserir no Regimento da comprometimen universidade a to dos obrigatoriedade da conselheiros do observação do perfil dos COU com o profissionais de carreira projeto. técnica para ocupação Alteração do Regimento no Cópia do dos diversos cargos da período máximo de 3 (três) Regimento. Falta de estrutura. anos. interesse da maioria dos Atualização do técnicos. Regimento. Elaboração de manual de Elaboração do manual após tramitação de processos. a alteração do Regimento Cópia do manual. no máximo em 12 meses. Seminários de Realização de, no mínimo, conscientização da 7 (sete) seminários. Fotos e atas dos comunidade universitária seminários. sobre o papel e a Custo: diária de 5 pessoas importância do servidor para 7 seminários R$ Orçamento técnico na universidade. 630,00 aprovado e Custo do material: R$ balancetes de Orçamento não 6.582,00 verificação aprovado pela Oferecer cursos de Recursos do vestibular. contábil. administração especialização, superior da treinamento, atualização Atingir, no mínimo, 85% universidade. para técnicos. dos servidores com cursos, Dados extraídos do Viabilizar a participação treinamentos, etc. (834 RH. Isenção da taxa em cursos em outras servidores). do vestibular. universidades. Custo de cursos de aperfeiçoamento: 20 cursos para turmas de 40 alunos Orçamento não com média de 20 horas (R$ aprovado pela 9.932,00). administração Aperfeiçoar o programa Recursos do vestibular. superior da de RH para universidade. disponibilizar dados de Aperfeiçoar, no prazo de 3 qualificação dos (três) meses, o programa de Isenção da taxa técnicos. RH e, no prazo de 6 (seis) Relatórios extraídos do vestibular. meses, disponibilizar os do programa. dados. Falta de pessoal Disponibilizar na página Sem custo adicional. Dados disponível no web da Unioeste disponibilizados na setor de estatísticas sobre: n.º página web da informática. técnicos, titulação, Unioeste. tempo exercício, etc. Falta de Sem custo adicional. Programa de gestão interesse dos de pessoas. gestores. Fonte: dados da investigação das autoras (2006). No processo de elaboração da matriz de Percebe-se que as principais questõesmarco lógico foi verificado se todos os elementos levantadas por meio da árvore de problema“problema” foram contemplados. Na matriz de trazem, no seu bojo, todo o descontentamentomarco lógico os problemas estão dispostos de pelo não-aproveitamento do capital humano dosmodo a oferecer meios de verificação durante o profissionais técnico-administrativos da Reitoriaprocesso de execução do projeto, possibilitando da Unioeste. Também se percebe o problemavisualizar o cumprimento dos indicadores e o do desconhecimento, por parte dos gestores, doacompanhamento por meio de verificação e as potencial intelectual e do perfil dos profissionaishipóteses ou pressupostos a que o projeto está lotados no órgão, bem como da inexistência de umpassível. Desta forma, durante a execução e quando programa de gestão de pessoas.do processo de auditoria (acompanhamento daexecução do projeto), a equipe de auditores pode Acredita-se que tal desconhecimento por partechecar e atualizar as informações, sempre com a dos gestores, no que diz respeito aos profissionaiscolaboração dos executores. da carreira técnico-administrativa, advém da94 O Uso do marco Lógico na Gestão do Conhecimento e do Capital Humano na Reitoria da Unioeste
  11. 11. Gestão de Políticas Públicas no Paranáfalta de visão e despreparo administrativo. Pois, executores não têm controle e que podem interferiratualmente, o capital humano é considerando no resultado esperado.como o principal ativo das organizações e, mais, A probabilidade de êxito do projeto indica osessa situação gera descontinuidade, morosidade, acontecimentos, as condições ou as decisões querecomeço e conseqüente atraso no desempenho devem ser tomadas para que os objetivos possamdas atividades administrativas da instituição, o ser alcançados, ou seja, são condições externasque acarreta problemas inclusive nas atividadesrelacionadas às atividades de pesquisa, ensino e necessárias para que as atividades previstas naextensão. matriz tenham sucesso. A aplicação da árvore de problemas suscitou Durante o processo de execução do projeto,um problema unânime entre os participantes: o faz-se necessário o monitoramento, que é oassédio moral no âmbito da Reitoria da Unioeste. procedimento por meio do qual se verificaLAzzAROTTO et al. (2006) realizaram pesquisa a eficiência e a eficácia do projeto. Nessesobre a existência do assédio moral entre a processo identificam-se os sucessos e fracassoscomunidade docente no âmbito do Campus de e, conseqüentemente, recomendam-se medidasCascavel, cujo diagnóstico foi: corretivas para otimizar os resultados esperados do projeto. A universidade é um ambiente propício ao desenvolvimento do assédio moral. [...] os estilos O monitoramento eficaz permite que os de chefia são inadequados, sem capacidade de executores ajam antes que os problemas se gerenciar grupos, devido ao autoritarismo. O compliquem demais, para, então, resolvê-los de trabalho é definido em conjunto e decidido por maneira efetiva. Nesse sentido, para a construção bajuladores e apadrinhados. Existe a competição, do marco lógico, com todos os seus componentes, é ciúmes, questões financeiras, prevalecem às indispensável a elaboração da árvore de problemas, questões políticas em detrimento da acadêmico- fundamental para entender a problemática a ser científica [...]. A maioria tem conhecimento do resolvida, pois vincula, na forma causa/efeito, assédio moral, destes 40% se dizem vítimas. as condições negativas percebidas pelos atores O comportamento do assediador foi dificultar o envolvidos no problema em questão. trabalho de ensino, sindicância como forma de punição; perseguição política; denegrir a imagem Para ser eficaz, o marco lógico deve, entretanto, junto aos acadêmicos e ameaça do chefe, sendo ser aplicado adequadamente, sendo que a aplicação o assediador, colegas, coordenador/diretor e adequada significa que, se por um lado é preciso ser administrador. Muitas doenças são resultantes seguida certa estrutura lógica, por outro, é preciso do trabalho (LAZZAROTTO et al; 2006, p. ser flexível o suficiente para levar em consideração 121). as especificidades e a realidade de cada projeto. A equipe optou por não incluir essa questão Ressaltamos que a metodologia da árvore deno presente trabalho por se tratar de assunto problemas e de objetivos, bem como a matrizbastante complexo e que demanda de estudo de marco lógico utilizadas neste projeto sãoaprofundado sobre o tema. Esse é, no entanto, um interessantes e importantes quando se querproblema visível na organização e que não podepassar incógnito e deve ser trazido à discussão detectar e resolver, de forma eficaz, os maisoportunamente. diversos problemas no âmbito da administração pública, sejam eles sociais ou administrativos. Assim, quanto melhor elaborada a matrizde marco lógico, melhores são as condições de A temática capital humano nas organizaçõesrealização e avaliação em todos os seus aspectos. universitárias não deve se esgotar na execução deste projeto, uma vez que vários vieses podem6 Considerações Finais ser discutidos e abordados sobre a questão, como Todo projeto está sujeito a contingências exemplo já citado anteriormente o fator “assédioambientais, políticas, socioeconômicas, dentre moral”, que, comprovadamente, está presente eoutras, sobre as quais, muitas das vezes, os de forma bastante incisiva. Capítulo 1 - Educação 95
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  14. 14. Gestão de Políticas Públicas no Paraná98 O Uso do marco Lógico na Gestão do Conhecimento e do Capital Humano na Reitoria da Unioeste

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