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A
República Velha
ou Primeira
República
(1889-1930)
www.historiasdomedeiros.blogspot.com
Os Presidentes
1889-1891: Marechal Deodoro da Fonseca
1891-1894: Marechal Floriano Peixoto
1894-1898: Pudente de Morais
1898-1902: Campos Sales
1902-1906: Rodrigues Alves
1906-1909: Afonso Pena
1909-1910: Nilo Peçanha
1910-1914: Marechal Hermes da Fonseca
1914-1918: Wenceslau Brás
1918-1919: Delfim Moreira
1919-1922: Epitácio Pessoa
1922-1926: Arthur Bernardes
1926-1930: Washington Luís
Uma visão geral do
O Início da República:
 Um Golpe de Estado (15 de novembro
de 1889).
 Queda da Monarquia.
 Ascensão ao poder dos militares e das
oligarquias cafeicultoras.
Movi-
mento
de 1930.
REPÚBLICA DA ESPADA (1889-1894):
Mal. Deodoro da Fonseca e Mal. Floriano Peixoto
 O Governo Provisório do Mal.
Deodoro da Fonseca (1889-1891):
 extinção das instituições do Império.
 instalação da República.
 separação Igreja/Estado.
 naturalização em massa.
 tentativa de superação da crise
econômica com Rui Barbosa (Ministro da
Fazenda): o Encilhamento.
 convocação de uma Assembleia
Nacional Constituinte.
O Encilhamento foi uma medida tomada
no governo provisório para estimular o
crescimento econômico e acelerar o
desenvolvimento da indústria brasileira.
Portanto, tinha o objetivo o incentivo à
industrialização e se baseou na liberação
de créditos bancários garantida pelas
emissões de moeda destinadas ao
financiamento de projetos industriais.
Ministro da Fazenda
Rui Barbosa
O fracasso do projeto governamental deveu-se ao boicote
promovido por especuladores ligados aos latifundiários,
importadores e investidores estrangeiros que, por meio de
empresas-fantasmas inundaram o mercado financeiro com
ações sem lastro de capital.
As consequências como inflação dos preços, falências e a
desconfiança nas instituições financeiras se arrastaram por
anos configurando a crise do Encilhamento.

 A Constituição Brasileira de 1891:
 A Constituição Brasileira de 1891:
 Regime Republicano e Federativo: Estados
Unidos do Brasil.
 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.
 Legislativo Federal Bicameral (Câmara dos
Deputados e Senado).
 Eleições diretas para os cargos do Executivo e
Legislativo.
 Mandatos (Presidente, Governadores, Deputados
Federais e Estaduais, Prefeitos e Vereadores) de 4
anos, exceto para os senadores (8 anos).
 Voto universal masculino (aberto e excluía
mulheres, menores de 21 anos, soldados, padres,
mendigos e analfabetos).
 A Primeira Eleição (indireta):
- Candidatos:
Deodoro da Fonseca (Presidente)
Eduardo Wandenkolk (Vice)
X
Prudente de Moraes (Presidente)
Floriano Peixoto (Vice)
 A Primeira Eleição (indireta):
- Candidatos:
Deodoro da Fonseca (Presidente)
Eduardo Wandenkolk (Vice)
X
Prudente de Moraes (Presidente)
Floriano Peixoto (Vice)
- Venceram:
Deodoro da Fonseca (Presidente)
Floriano Peixoto (Vice)
 O Governo Constitucional do
Mal. Deodoro da Fonseca (1891):
 março a novembro de 1891.
 extrema conturbação política, agravada pelas
características comportamentais de Deodoro e pela
crise econômica.
 3 de novembro de 1891: Deodoro decreta Estado
de Sítio, fechamento do Congresso e a prisão de
alguns opositores (uma tentativa de Golpe de
Estado).
 setores do Exército (liderados por Floriano Peixoto)
e da Marinha (o Almirante Custódio de Melo
ameaçou bombardear o Rio de Janeiro) evitaram a
concretização do Golpe e Deodoro renunciou.
Estado de Sítio
O Estado de Sítio é um instrumento que o Chefe de Estado pode utilizar em
casos extremos: agressão efetiva por forças estrangeiras, grave ameaça à ordem
constitucional democrática ou calamidade pública.
Esse instrumento tem por característica a suspensão temporária dos direito e
garantias constitucionais de cada cidadão e a submissão dos Poderes Legislativo e
Judiciário ao poder Executivo, assim, a fim de defender a ordem pública, o Poder
Executivo assume todo o poder que é normalmente distribuído em um regime
democrático.
O Estado de Sítio é uma medida provisória, não pode ultrapassar o período de
30 dias, no entanto, em casos de guerras, a medida pode ser prorrogada por todo o
tempo que durar a guerra ou a comoção externa. Para decretar o Estado de Sítio, o
chefe de Estado, após o respaldo do Conselho da República e o Conselho de Defesa
Nacional, solicita uma autorização do Congresso Nacional para efetivar o decreto.
Embora, nestas condições, o Governo tenha legalidade para tomar atitudes que
podem ferir a liberdade dos cidadãos, como a obrigação de residência em localidade
determinada, a busca e apreensão em domicílio, a suspensão de liberdade de
reunião e associação e a censura de correspondência, etc., em nenhum caso o
Estado de Sítio pode interferir nos direitos à vida, à integridade pessoal, à
identidade pessoal, à capacidade civil, à cidadania, etc. Por isso, se um cidadão
tiver seus direitos suspensos, porém essa suspensão é inconstitucional, este
cidadão tem direito à correspondente indenização.
http://www.brasilescola.com/politica/estado-sitio.htm
 O Governo do Mal. Floriano Peixoto
(1891-1894):
 a inconstitucionalidade ou não de seu
mandato.
 as atitudes fortes e centralistas de
Floriano, o “Marechal de Ferro”.
 paternalismo: redução de preços de
alguns produtos e de aluguéis.
 redução da inflação e retomada da
atividade produtiva.
 revoltas: Revolução Federalista e
Revolta da Armada.
 Revolta da Armada (1893):
 movimento de oposição a Floriano, ocorrido no Rio de
Janeiro, liderado por Custódio de Melo e Saldanha da
Gama duramente reprimido pelo presidente com apoio
dos cafeicultores paulistas.
 Revolução Federalista (1893-1895):
 luta política entre as elites locais do Rio Grande do
Sul.
 Júlio Castilhos defendia o governo central e liderava o
grupo republicano (composto pelos chimangos ou
picapaus).
 Gaspar da Silveira Martins defendia a
descentralização do poder e liderava o grupo
federalista (formado pelos maragatos).
 a vitória final coube aos castilhistas com apoio de
Floriano.

REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS
(1894-1930):
 Alguns conceitos gerais:
 Coronelismo.
 Voto de cabresto.
 Curral eleitoral.
 Comissão Verificadora de
Poderes.
 Política dos Governadores.
 Política do Café com Leite.
 O Governo de Prudente de Morais
(1894-1898):
 eleito com 290 mil votos.
 colocou fim à Revolta
Federalista (RS).
 conseguiu empréstimos de
7,5 milhões de libras junto
ao Banco Rothschild
(Londres).
 provocou aumento da dívida externa.
 enfrentou a Guerra de Canudos.
 O Governo de Campos Sales
(1898-1902):
 saneamento financeiro do país.
 renegociou com o Banco Rotschild e aumentou
a dívida externa brasileira.
 nomeou como ministro da fazenda o
matogrossense Joaquim Murtinho, que
estrangulou a indústria nacional favorecendo a
“tradição” agrícola.
 contenção de despesas, aumento de impostos,
abandono das obras públicas e impopularidade.
 novo empréstimo, o “Funding Loan”.
 estabeleceu a “Política dos Governadores”.

 O Governo de Rodrigues Alves
(1902-1906):
 novos empréstimos e mais dívidas
e agravamento da dependência externa.
 política “progressista” ou “modernizante”.
 embelezamento e saneamento da cidade
do Rio de Janeiro.
 criou um órgão encarregado pela
vacinação obrigatória.
 provocou a Revolta da Vacina (1904).
 realizou a definitiva anexação do Acre ao
Brasil.
 O Governo de Afonso Pena
(1906-1909):
 firmou o Convênio de Taubaté.
 novos empréstimos externos, compra
do café excedente, esgotamento dos
recursos públicos e elevação da inflação.
 reforma no Exército, implantadas pelo
Ministro da Guerra, o Mal. Hermes da
Fonseca.
 com sua morte, Nilo Peçanha (o vice)
conclui o mandato.
 O Governo do Mal.
Hermes da Fonseca (1910-1914):
 um dos períodos mais tumultuados da
história da República.
 Hermes da Fonseca enfrentou uma forte
oposição liderada pelo senador Pinheiro
Machado, a Revolta da Chibata e a Guerra
do Contestado.
 adotou a “Política das Salvações”:
intervenções federais nos estados, apoiadas
pelo Exército, visando garantir a vitória das
forças emergentes que eram simpáticas ao
governo central.
 O Governo de Venceslau Brás
(1914-1918):
 lidou com os efeitos da
Primeira Guerra Mundial.
 a importação habitual dos
produtos industrializados
europeus foi interrompida.
 o “primeiro surto
industrial no Brasil”.
 O Governo de Delfim Moreira
(1918-1919):
 vice de Rodrigues Alves
(um paulista de plena
confiança dos
cafeicultores).
 cumpriu a Constituição,
criando condições para
novas eleições.
 O Governo de Epitácio Pessoa
(1919-1922):
 início da crise da República
Velha.
 novos setores socioeconômi-
cos, ligados à indústria ad-
quiriam importância política.
 aumentou a dívida externa
com a compra do estoque do
café.
 enfrentou a primeira revolta tenentista: a
Revolta dos 18 do Forte.
 O Governo de Arthur Bernardes
(1922-1926):
 um período tenso: gover-
nou sob estado de sítio.
 interveio nos Estados e no
Congresso.
 teve forte oposição do
Tenentismo: a Revolta de
1924 (SP e RS) e a
Coluna Prestes.
 O Governo de Washington Luís
(1926-1930):
 articulou os interesses tradicionais (ligados à
oligarquia cafeicultura) com a modernidade do
período.
 governou com “racionalidade administrativa,
além de uma série de investimentos em áreas
como pesquisa social, história, estatísticas,
censos, dando ênfase a uma visão mais
científica de administração”.
 “arejou” o Estado: decretou “o fim do estado de
sítio, o fechamento das prisões para prisioneiros
políticos e a volta da liberdade de imprensa”.
 O Governo de Washington Luís
(1926-1930):
Continuação
 “Governar é abrir estradas.”.
 em 1929, alegando o combate ao comunismo,
publicou a Lei Celerada (suspensão da liberdade
de imprensa e penas aos “crimes ideológicos”).
 “A questão social no Brasil é um caso de
polícia.” (WL).
 mesmo “elegendo” seu sucessor, no final de
seu mandato, foi derrubado da presidência por
um movimento armado.
 foi o fim da República Velha.
Movimentos Sociais na República Velha:
 Rurais:
 A Guerra de Canudos.
 A Guerra do Contestado.
 O Cangaço.
 A Revolta de Juazeiro.
 Urbanos:
 A Revolta da Vacina.
 A Revolta da Chibata.
 O Tenentismo.
 A Formação do Movimento Operário.
 A Semana de Arte Moderna.



Um abraço, meus queridos alunos!!!
Cuiabá-MT, Junho de 2015.
BRASIL: A REPÚBLICA VELHA OU
PRIMEIRA REPÚBLICA (1889-1930).
www.historiasdomedeiros.blogspot.com
Os Presidentes
 1889-1891: Marechal Deodoro da Fonseca
 1891-1894: Marechal Floriano Peixoto
 1894-1898: Pudente de Morais
 1898-1902: Campos Sales
 1902-1906: Rodrigues Alves
 1906-1909: Afonso Pena
 1909-1910: Nilo Peçanha
 1910-1914: Marechal Hermes da Fonseca
 1914-1918: Wenceslau Brás
 1918-1919: Delfim Moreira
 1919-1922: Epitácio Pessoa
 1922-1926: Arthur Bernardes
 1926-1930: Washington Luís
Uma visão geral do Período Republicano:
O Início da República:
 Um Golpe de Estado (15 de novembro de 1889).
 Queda da Monarquia.
 Ascensão ao poder dos militares e das oligarquias
cafeicultoras.
REPÚBLICA DA ESPADA (1889-1894):
 O Governo Provisório do Mal. Deodoro da Fonseca
(1889-1891):
 extinção das instituições do Império.
 instalação da República.
 separação Igreja/Estado.
 naturalização em massa.
 tentativa de superação da crise econômica com Rui
Barbosa (Ministro da Fazenda): o Encilhamento.
 convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
 A Constituição Brasileira de 1891:
 Regime Republicano e Federativo: Estados Unidos do
Brasil.
 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.
 Legislativo Federal Bicameral (Câmara dos Deputados e
Senado).
 Eleições diretas para os cargos do Executivo e
Legislativo.
 Mandatos (Presidente, Governadores, Deputados
Federais e Estaduais, Prefeitos e Vereadores) de 4 anos,
exceto para os senadores (8 anos).
 Voto universal masculino (aberto e excluía mulheres,
menores de 21 anos, soldados, padres, mendigos e
analfabetos).
 A Primeira Eleição (indireta):
- Candidatos:
Deodoro da Fonseca (Presidente)
Eduardo Wandenkolk (Vice)
X
Prudente de Moraes (Presidente)
Floriano Peixoto (Vice)
- Venceram:
Deodoro da Fonseca (Presidente)
Floriano Peixoto (Vice)
 O Governo Constitucional do Mal. Deodoro da Fonseca
(1891):
 março a novembro de 1891.
 extrema conturbação política, agravada pelas
características comportamentais de Deodoro e pela crise
econômica.
 3 de novembro de 1891: Deodoro decreta Estado de
Sítio, fechamento do Congresso e a prisão de alguns
opositores (uma tentativa de Golpe de Estado).
 setores do Exército (liderados por Floriano Peixoto) e da
Marinha (o Almirante Custódio de Melo ameaçou
bombardear o Rio de Janeiro) evitaram a concretização
do Golpe e Deodoro renunciou.
 O Governo do Mal. Floriano Peixoto (1891-1894):
 a inconstitucionalidade ou não de seu mandato.
 as atitudes fortes e centralistas de Floriano, o “Marechal
de Ferro”.
 paternalismo: redução de preços de alguns produtos e
de aluguéis.
 redução da inflação e retomada da atividade produtiva.
 revoltas: Revolução Federalista e Revolta da Armada.
 Revolta da Armada (1893):
 movimento de oposição a Floriano, ocorrido no Rio de
Janeiro, liderado por Custódio de Melo e Saldanha da
Gama duramente reprimido pelo presidente com apoio
dos cafeicultores paulistas.
 Revolução Federalista (1893-1895):
 luta política entre as elites locais do Rio Grande do Sul.
 Júlio Castilhos defendia o governo central e liderava o
grupo republicano (composto pelos chimangos ou
picapaus).
 Gaspar da Silveira Martins defendia a descentralização do
poder e liderava o grupo federalista (formado pelos
maragatos).
 a vitória final coube aos castilhistas com apoio de
Floriano.
REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS (1894-1930):
 Alguns conceitos gerais:
 Coronelismo.
 Voto de cabresto.
 Curral eleitoral.
 Comissão Verificadora de Poderes.
 Política dos Governadores.
 Política do Café com Leite.
 O Governo de Prudente de Morais (1894-1898):
 eleito com 290 mil votos.
 colocou fim à Revolta Federalista (RS).
 conseguiu empréstimos de 7,5 milhões de libras junto ao
Banco Rothschild (Londres).
 provocou aumento da dívida externa.
 enfrentou a Guerra de Canudos.
 O Governo de Campos Sales (1898-1902):
 saneamento financeiro do país.
 renegociou com o Banco Rotschild e aumentou a dívida
externa brasileira.
 nomeou como ministro da fazenda o matogrossense
Joaquim Murtinho, que estrangulou a indústria nacional
favorecendo a “tradição” agrícola.
 contenção de despesas, aumento de impostos, abandono
das obras públicas e impopularidade.
 novo empréstimo, o “Funding Loan”.
 estabeleceu a “Política dos Governadores”.
 O Governo de Rodrigues Alves (1902-1906):
 novos empréstimos e mais dívidas e agravamento da
dependência externa.
 política “progressista” ou “modernizante”.
 embelezamento e saneamento da cidade do Rio de
Janeiro.
 criou um órgão encarregado pela vacinação obrigatória.
 provocou a Revolta da Vacina (1904).
 realizou a definitiva anexação do Acre ao Brasil.
 O Governo de Afonso Pena (1906-1909):
 firmou o Convênio de Taubaté.
 novos empréstimos externos, compra do café excedente,
esgotamento dos recursos públicos e elevação da
inflação.
 reforma no Exército, implantadas pelo Ministro da
Guerra, o Mal. Hermes da Fonseca.
 com sua morte, Nilo Peçanha (o vice) conclui o
mandato.
 O Governo do Mal. Hermes da Fonseca (1910-1914):
 um dos períodos mais tumultuados da história da
República.
 Hermes da Fonseca enfrentou uma forte oposição
liderada pelo senador Pinheiro Machado, a Revolta da
Chibata e a Guerra do Contestado.
 adotou a “Política das Salvações”: intervenções
federais nos estados, apoiadas pelo Exército, visando
garantir a vitória das forças emergentes que eram
simpáticas ao governo central.
 O Governo de Venceslau Brás (1914-1918):
 lidou com os efeitos da Primeira Guerra Mundial.
 a importação habitual dos produtos industrializados
europeus foi interrompida.
 o “primeiro surto industrial no Brasil”.
 O Governo de Delfim Moreira (1918-1919):
 vice de Rodrigues Alves (um paulista de plena confiança
dos cafeicultores).
 cumpriu a Constituição, criando condições para novas
eleições.
 O Governo de Epitácio Pessoa (1919-1922):
 início da crise da República Velha.
 novos setores socioeconômicos, ligados à indústria
adquiriam importância política.
 aumentou a dívida externa com a compra do estoque do
café.
 enfrentou a primeira revolta tenentista: a Revolta dos
18 do Forte.
 O Governo de Arthur Bernardes (1922-1926):
 um período tenso: governou sob estado de sítio.
 interveio nos Estados e no Congresso.
 teve forte oposição do Tenentismo: a Revolta de 1924
(SP e RS) e a Coluna Prestes.
 O Governo de Washington Luís (1926-1930):
 articulou os interesses tradicionais (ligados à oligarquia
cafeicultura) com a modernidade do período.
 governou com “racionalidade administrativa, além de
uma série de investimentos em áreas como pesquisa
social, história, estatísticas, censos, dando ênfase a uma
visão mais científica de administração”.
 “arejou” o Estado: decretou “o fim do estado de sítio, o
fechamento das prisões para prisioneiros políticos e a
volta da liberdade de imprensa”.
 “Governar é abrir estradas.”.
 em 1929, alegando o combate ao comunismo, publicou a
Lei Celerada (suspensão da liberdade de imprensa e
penas aos “crimes ideológicos”).
 “A questão social no Brasil é um caso de polícia.” (WL).
 mesmo “elegendo” seu sucessor, no final de seu
mandato, foi derrubado da presidência por um
movimento armado.
 foi o fim da República Velha.
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 Rurais: Guerra de Canudos, Guerra do Contestado,
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  • 2. A República Velha ou Primeira República (1889-1930) www.historiasdomedeiros.blogspot.com Os Presidentes 1889-1891: Marechal Deodoro da Fonseca 1891-1894: Marechal Floriano Peixoto 1894-1898: Pudente de Morais 1898-1902: Campos Sales 1902-1906: Rodrigues Alves 1906-1909: Afonso Pena 1909-1910: Nilo Peçanha 1910-1914: Marechal Hermes da Fonseca 1914-1918: Wenceslau Brás 1918-1919: Delfim Moreira 1919-1922: Epitácio Pessoa 1922-1926: Arthur Bernardes 1926-1930: Washington Luís
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12. O Início da República:  Um Golpe de Estado (15 de novembro de 1889).  Queda da Monarquia.  Ascensão ao poder dos militares e das oligarquias cafeicultoras. Movi- mento de 1930.
  • 13. REPÚBLICA DA ESPADA (1889-1894): Mal. Deodoro da Fonseca e Mal. Floriano Peixoto
  • 14.  O Governo Provisório do Mal. Deodoro da Fonseca (1889-1891):  extinção das instituições do Império.  instalação da República.  separação Igreja/Estado.  naturalização em massa.  tentativa de superação da crise econômica com Rui Barbosa (Ministro da Fazenda): o Encilhamento.  convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
  • 15.
  • 16. O Encilhamento foi uma medida tomada no governo provisório para estimular o crescimento econômico e acelerar o desenvolvimento da indústria brasileira. Portanto, tinha o objetivo o incentivo à industrialização e se baseou na liberação de créditos bancários garantida pelas emissões de moeda destinadas ao financiamento de projetos industriais. Ministro da Fazenda Rui Barbosa O fracasso do projeto governamental deveu-se ao boicote promovido por especuladores ligados aos latifundiários, importadores e investidores estrangeiros que, por meio de empresas-fantasmas inundaram o mercado financeiro com ações sem lastro de capital. As consequências como inflação dos preços, falências e a desconfiança nas instituições financeiras se arrastaram por anos configurando a crise do Encilhamento.
  • 17.
  • 18.
  • 19.  A Constituição Brasileira de 1891:
  • 20.  A Constituição Brasileira de 1891:  Regime Republicano e Federativo: Estados Unidos do Brasil.  3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.  Legislativo Federal Bicameral (Câmara dos Deputados e Senado).  Eleições diretas para os cargos do Executivo e Legislativo.  Mandatos (Presidente, Governadores, Deputados Federais e Estaduais, Prefeitos e Vereadores) de 4 anos, exceto para os senadores (8 anos).  Voto universal masculino (aberto e excluía mulheres, menores de 21 anos, soldados, padres, mendigos e analfabetos).
  • 21.
  • 22.
  • 23.  A Primeira Eleição (indireta): - Candidatos: Deodoro da Fonseca (Presidente) Eduardo Wandenkolk (Vice) X Prudente de Moraes (Presidente) Floriano Peixoto (Vice)
  • 24.  A Primeira Eleição (indireta): - Candidatos: Deodoro da Fonseca (Presidente) Eduardo Wandenkolk (Vice) X Prudente de Moraes (Presidente) Floriano Peixoto (Vice) - Venceram: Deodoro da Fonseca (Presidente) Floriano Peixoto (Vice)
  • 25.  O Governo Constitucional do Mal. Deodoro da Fonseca (1891):  março a novembro de 1891.  extrema conturbação política, agravada pelas características comportamentais de Deodoro e pela crise econômica.  3 de novembro de 1891: Deodoro decreta Estado de Sítio, fechamento do Congresso e a prisão de alguns opositores (uma tentativa de Golpe de Estado).  setores do Exército (liderados por Floriano Peixoto) e da Marinha (o Almirante Custódio de Melo ameaçou bombardear o Rio de Janeiro) evitaram a concretização do Golpe e Deodoro renunciou.
  • 26. Estado de Sítio O Estado de Sítio é um instrumento que o Chefe de Estado pode utilizar em casos extremos: agressão efetiva por forças estrangeiras, grave ameaça à ordem constitucional democrática ou calamidade pública. Esse instrumento tem por característica a suspensão temporária dos direito e garantias constitucionais de cada cidadão e a submissão dos Poderes Legislativo e Judiciário ao poder Executivo, assim, a fim de defender a ordem pública, o Poder Executivo assume todo o poder que é normalmente distribuído em um regime democrático. O Estado de Sítio é uma medida provisória, não pode ultrapassar o período de 30 dias, no entanto, em casos de guerras, a medida pode ser prorrogada por todo o tempo que durar a guerra ou a comoção externa. Para decretar o Estado de Sítio, o chefe de Estado, após o respaldo do Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicita uma autorização do Congresso Nacional para efetivar o decreto. Embora, nestas condições, o Governo tenha legalidade para tomar atitudes que podem ferir a liberdade dos cidadãos, como a obrigação de residência em localidade determinada, a busca e apreensão em domicílio, a suspensão de liberdade de reunião e associação e a censura de correspondência, etc., em nenhum caso o Estado de Sítio pode interferir nos direitos à vida, à integridade pessoal, à identidade pessoal, à capacidade civil, à cidadania, etc. Por isso, se um cidadão tiver seus direitos suspensos, porém essa suspensão é inconstitucional, este cidadão tem direito à correspondente indenização. http://www.brasilescola.com/politica/estado-sitio.htm
  • 27.  O Governo do Mal. Floriano Peixoto (1891-1894):  a inconstitucionalidade ou não de seu mandato.  as atitudes fortes e centralistas de Floriano, o “Marechal de Ferro”.  paternalismo: redução de preços de alguns produtos e de aluguéis.  redução da inflação e retomada da atividade produtiva.  revoltas: Revolução Federalista e Revolta da Armada.
  • 28.  Revolta da Armada (1893):  movimento de oposição a Floriano, ocorrido no Rio de Janeiro, liderado por Custódio de Melo e Saldanha da Gama duramente reprimido pelo presidente com apoio dos cafeicultores paulistas.
  • 29.  Revolução Federalista (1893-1895):  luta política entre as elites locais do Rio Grande do Sul.  Júlio Castilhos defendia o governo central e liderava o grupo republicano (composto pelos chimangos ou picapaus).  Gaspar da Silveira Martins defendia a descentralização do poder e liderava o grupo federalista (formado pelos maragatos).  a vitória final coube aos castilhistas com apoio de Floriano.
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  • 32. REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS (1894-1930):  Alguns conceitos gerais:  Coronelismo.  Voto de cabresto.  Curral eleitoral.  Comissão Verificadora de Poderes.  Política dos Governadores.  Política do Café com Leite.
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  • 36.  O Governo de Prudente de Morais (1894-1898):  eleito com 290 mil votos.  colocou fim à Revolta Federalista (RS).  conseguiu empréstimos de 7,5 milhões de libras junto ao Banco Rothschild (Londres).  provocou aumento da dívida externa.  enfrentou a Guerra de Canudos.
  • 37.  O Governo de Campos Sales (1898-1902):  saneamento financeiro do país.  renegociou com o Banco Rotschild e aumentou a dívida externa brasileira.  nomeou como ministro da fazenda o matogrossense Joaquim Murtinho, que estrangulou a indústria nacional favorecendo a “tradição” agrícola.  contenção de despesas, aumento de impostos, abandono das obras públicas e impopularidade.  novo empréstimo, o “Funding Loan”.  estabeleceu a “Política dos Governadores”.
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  • 41.  O Governo de Rodrigues Alves (1902-1906):  novos empréstimos e mais dívidas e agravamento da dependência externa.  política “progressista” ou “modernizante”.  embelezamento e saneamento da cidade do Rio de Janeiro.  criou um órgão encarregado pela vacinação obrigatória.  provocou a Revolta da Vacina (1904).  realizou a definitiva anexação do Acre ao Brasil.
  • 42.  O Governo de Afonso Pena (1906-1909):  firmou o Convênio de Taubaté.  novos empréstimos externos, compra do café excedente, esgotamento dos recursos públicos e elevação da inflação.  reforma no Exército, implantadas pelo Ministro da Guerra, o Mal. Hermes da Fonseca.  com sua morte, Nilo Peçanha (o vice) conclui o mandato.
  • 43.  O Governo do Mal. Hermes da Fonseca (1910-1914):  um dos períodos mais tumultuados da história da República.  Hermes da Fonseca enfrentou uma forte oposição liderada pelo senador Pinheiro Machado, a Revolta da Chibata e a Guerra do Contestado.  adotou a “Política das Salvações”: intervenções federais nos estados, apoiadas pelo Exército, visando garantir a vitória das forças emergentes que eram simpáticas ao governo central.
  • 44.  O Governo de Venceslau Brás (1914-1918):  lidou com os efeitos da Primeira Guerra Mundial.  a importação habitual dos produtos industrializados europeus foi interrompida.  o “primeiro surto industrial no Brasil”.
  • 45.  O Governo de Delfim Moreira (1918-1919):  vice de Rodrigues Alves (um paulista de plena confiança dos cafeicultores).  cumpriu a Constituição, criando condições para novas eleições.
  • 46.  O Governo de Epitácio Pessoa (1919-1922):  início da crise da República Velha.  novos setores socioeconômi- cos, ligados à indústria ad- quiriam importância política.  aumentou a dívida externa com a compra do estoque do café.  enfrentou a primeira revolta tenentista: a Revolta dos 18 do Forte.
  • 47.  O Governo de Arthur Bernardes (1922-1926):  um período tenso: gover- nou sob estado de sítio.  interveio nos Estados e no Congresso.  teve forte oposição do Tenentismo: a Revolta de 1924 (SP e RS) e a Coluna Prestes.
  • 48.  O Governo de Washington Luís (1926-1930):  articulou os interesses tradicionais (ligados à oligarquia cafeicultura) com a modernidade do período.  governou com “racionalidade administrativa, além de uma série de investimentos em áreas como pesquisa social, história, estatísticas, censos, dando ênfase a uma visão mais científica de administração”.  “arejou” o Estado: decretou “o fim do estado de sítio, o fechamento das prisões para prisioneiros políticos e a volta da liberdade de imprensa”.
  • 49.  O Governo de Washington Luís (1926-1930): Continuação  “Governar é abrir estradas.”.  em 1929, alegando o combate ao comunismo, publicou a Lei Celerada (suspensão da liberdade de imprensa e penas aos “crimes ideológicos”).  “A questão social no Brasil é um caso de polícia.” (WL).  mesmo “elegendo” seu sucessor, no final de seu mandato, foi derrubado da presidência por um movimento armado.  foi o fim da República Velha.
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  • 53. Movimentos Sociais na República Velha:  Rurais:  A Guerra de Canudos.  A Guerra do Contestado.  O Cangaço.  A Revolta de Juazeiro.  Urbanos:  A Revolta da Vacina.  A Revolta da Chibata.  O Tenentismo.  A Formação do Movimento Operário.  A Semana de Arte Moderna.
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  • 60. Um abraço, meus queridos alunos!!! Cuiabá-MT, Junho de 2015.
  • 61. BRASIL: A REPÚBLICA VELHA OU PRIMEIRA REPÚBLICA (1889-1930). www.historiasdomedeiros.blogspot.com Os Presidentes  1889-1891: Marechal Deodoro da Fonseca  1891-1894: Marechal Floriano Peixoto  1894-1898: Pudente de Morais  1898-1902: Campos Sales  1902-1906: Rodrigues Alves  1906-1909: Afonso Pena  1909-1910: Nilo Peçanha  1910-1914: Marechal Hermes da Fonseca  1914-1918: Wenceslau Brás  1918-1919: Delfim Moreira  1919-1922: Epitácio Pessoa  1922-1926: Arthur Bernardes  1926-1930: Washington Luís Uma visão geral do Período Republicano: O Início da República:  Um Golpe de Estado (15 de novembro de 1889).  Queda da Monarquia.  Ascensão ao poder dos militares e das oligarquias cafeicultoras. REPÚBLICA DA ESPADA (1889-1894):  O Governo Provisório do Mal. Deodoro da Fonseca (1889-1891):  extinção das instituições do Império.  instalação da República.  separação Igreja/Estado.  naturalização em massa.  tentativa de superação da crise econômica com Rui Barbosa (Ministro da Fazenda): o Encilhamento.  convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.  A Constituição Brasileira de 1891:  Regime Republicano e Federativo: Estados Unidos do Brasil.  3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.  Legislativo Federal Bicameral (Câmara dos Deputados e Senado).  Eleições diretas para os cargos do Executivo e Legislativo.  Mandatos (Presidente, Governadores, Deputados Federais e Estaduais, Prefeitos e Vereadores) de 4 anos, exceto para os senadores (8 anos).  Voto universal masculino (aberto e excluía mulheres, menores de 21 anos, soldados, padres, mendigos e analfabetos).  A Primeira Eleição (indireta): - Candidatos: Deodoro da Fonseca (Presidente) Eduardo Wandenkolk (Vice) X Prudente de Moraes (Presidente) Floriano Peixoto (Vice) - Venceram: Deodoro da Fonseca (Presidente) Floriano Peixoto (Vice)
  • 62.  O Governo Constitucional do Mal. Deodoro da Fonseca (1891):  março a novembro de 1891.  extrema conturbação política, agravada pelas características comportamentais de Deodoro e pela crise econômica.  3 de novembro de 1891: Deodoro decreta Estado de Sítio, fechamento do Congresso e a prisão de alguns opositores (uma tentativa de Golpe de Estado).  setores do Exército (liderados por Floriano Peixoto) e da Marinha (o Almirante Custódio de Melo ameaçou bombardear o Rio de Janeiro) evitaram a concretização do Golpe e Deodoro renunciou.  O Governo do Mal. Floriano Peixoto (1891-1894):  a inconstitucionalidade ou não de seu mandato.  as atitudes fortes e centralistas de Floriano, o “Marechal de Ferro”.  paternalismo: redução de preços de alguns produtos e de aluguéis.  redução da inflação e retomada da atividade produtiva.  revoltas: Revolução Federalista e Revolta da Armada.  Revolta da Armada (1893):  movimento de oposição a Floriano, ocorrido no Rio de Janeiro, liderado por Custódio de Melo e Saldanha da Gama duramente reprimido pelo presidente com apoio dos cafeicultores paulistas.  Revolução Federalista (1893-1895):  luta política entre as elites locais do Rio Grande do Sul.  Júlio Castilhos defendia o governo central e liderava o grupo republicano (composto pelos chimangos ou picapaus).  Gaspar da Silveira Martins defendia a descentralização do poder e liderava o grupo federalista (formado pelos maragatos).  a vitória final coube aos castilhistas com apoio de Floriano. REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS (1894-1930):  Alguns conceitos gerais:  Coronelismo.  Voto de cabresto.  Curral eleitoral.  Comissão Verificadora de Poderes.  Política dos Governadores.  Política do Café com Leite.  O Governo de Prudente de Morais (1894-1898):  eleito com 290 mil votos.  colocou fim à Revolta Federalista (RS).  conseguiu empréstimos de 7,5 milhões de libras junto ao Banco Rothschild (Londres).  provocou aumento da dívida externa.  enfrentou a Guerra de Canudos.  O Governo de Campos Sales (1898-1902):  saneamento financeiro do país.  renegociou com o Banco Rotschild e aumentou a dívida externa brasileira.  nomeou como ministro da fazenda o matogrossense Joaquim Murtinho, que estrangulou a indústria nacional favorecendo a “tradição” agrícola.  contenção de despesas, aumento de impostos, abandono das obras públicas e impopularidade.  novo empréstimo, o “Funding Loan”.  estabeleceu a “Política dos Governadores”.  O Governo de Rodrigues Alves (1902-1906):  novos empréstimos e mais dívidas e agravamento da dependência externa.  política “progressista” ou “modernizante”.  embelezamento e saneamento da cidade do Rio de Janeiro.  criou um órgão encarregado pela vacinação obrigatória.  provocou a Revolta da Vacina (1904).  realizou a definitiva anexação do Acre ao Brasil.
  • 63.  O Governo de Afonso Pena (1906-1909):  firmou o Convênio de Taubaté.  novos empréstimos externos, compra do café excedente, esgotamento dos recursos públicos e elevação da inflação.  reforma no Exército, implantadas pelo Ministro da Guerra, o Mal. Hermes da Fonseca.  com sua morte, Nilo Peçanha (o vice) conclui o mandato.  O Governo do Mal. Hermes da Fonseca (1910-1914):  um dos períodos mais tumultuados da história da República.  Hermes da Fonseca enfrentou uma forte oposição liderada pelo senador Pinheiro Machado, a Revolta da Chibata e a Guerra do Contestado.  adotou a “Política das Salvações”: intervenções federais nos estados, apoiadas pelo Exército, visando garantir a vitória das forças emergentes que eram simpáticas ao governo central.  O Governo de Venceslau Brás (1914-1918):  lidou com os efeitos da Primeira Guerra Mundial.  a importação habitual dos produtos industrializados europeus foi interrompida.  o “primeiro surto industrial no Brasil”.  O Governo de Delfim Moreira (1918-1919):  vice de Rodrigues Alves (um paulista de plena confiança dos cafeicultores).  cumpriu a Constituição, criando condições para novas eleições.  O Governo de Epitácio Pessoa (1919-1922):  início da crise da República Velha.  novos setores socioeconômicos, ligados à indústria adquiriam importância política.  aumentou a dívida externa com a compra do estoque do café.  enfrentou a primeira revolta tenentista: a Revolta dos 18 do Forte.  O Governo de Arthur Bernardes (1922-1926):  um período tenso: governou sob estado de sítio.  interveio nos Estados e no Congresso.  teve forte oposição do Tenentismo: a Revolta de 1924 (SP e RS) e a Coluna Prestes.  O Governo de Washington Luís (1926-1930):  articulou os interesses tradicionais (ligados à oligarquia cafeicultura) com a modernidade do período.  governou com “racionalidade administrativa, além de uma série de investimentos em áreas como pesquisa social, história, estatísticas, censos, dando ênfase a uma visão mais científica de administração”.  “arejou” o Estado: decretou “o fim do estado de sítio, o fechamento das prisões para prisioneiros políticos e a volta da liberdade de imprensa”.  “Governar é abrir estradas.”.  em 1929, alegando o combate ao comunismo, publicou a Lei Celerada (suspensão da liberdade de imprensa e penas aos “crimes ideológicos”).  “A questão social no Brasil é um caso de polícia.” (WL).  mesmo “elegendo” seu sucessor, no final de seu mandato, foi derrubado da presidência por um movimento armado.  foi o fim da República Velha. Movimentos Sociais na República Velha:  Rurais: Guerra de Canudos, Guerra do Contestado, Cangaço e Revolta de Juazeiro.  Urbanos: Revolta da Vacina, Revolta da Chibata, Tenentismo, Formação do Movimento Operário e a Semana de Arte Moderna. www.historiasdomedeiros.blogspot.com